palestra

Marcos Paulo Reis fala sobre qualidade de vida

Na primeira palestra desse sábado (26), na Running Show, feira de corridas de rua que acontece em São Paulo, o treinador Marcos Paulo Reis falou sobre a qualidade de vida aliada às corridas. Segundo ele, o número de praticantes do esporte tende a crescer nos próximos anos, pois existem muitas pessoas obesas e sedentárias, que procuram um auxílio especializado.

Ele deu algumas dicas para quem deseja treinar, mas fez um alerta aos atletas que pulam etapas e não traçam objetivos. “As pessoas acabam transpondo metas. Algumas querem correr, mas primeiro precisam perder peso, por exemplo, e a caminhada já seria um bom começo”.

Marcos Paulo disse ainda que existem fatores fundamentais para uma pessoa começar a praticar o esporte, como pré-disposição, capacidade de rendimento e biotipo. “A demanda de pessoas que querem abrir assessorias esportivas é grande, mas precisam que as pessoas tenham vontade de praticar. Elas são carentes, precisam de atenção”.

Com a rotina estressante do dia a dia é muito comum as pessoas dizerem que não dispõem de tempo para treinar, mas de acordo com o treinador isso nem sempre é verdade. Para Marcos, muitas pessoas falam isso, mas acabam acordando tarde aos fins de semana, ou não deixam de freqüentar uma reunião com amigos. “Se você puder treinar duas vezes por semana e uma aos fins de semana, é suficiente”.

Após esse comentário, uma pessoa da platéia perguntou qual seria o melhor horário para praticar a atividade física, de manhã antes do expediente, ou à noite, após a jornada de trabalho. “O importante é se alimentar corretamente e fazer o exercício na hora em que se sentir bem”, respondeu Marcos Paulo.

Uma outra questão levantada pelo público foi em relação às atividades físicas na academia, se elas influenciam na hora de correr. Marcos Paulo afirma que é fundamental aliar a musculação com a prática da corrida, para alcançar um equilíbrio, pois com o ritmo de treinamento a parte aeróbia evolui, mas os músculos não acompanham o mesmo ritmo. “A musculação é importante no condicionamento, mas o trabalho aeróbio é fundamental”.

A São Paulo Running Show é uma feira voltada para o mercado de corridas, que acontece até amanhã (27) na Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo. Hoje a feira funciona das 10h às 22h e amanhã das 10h às 20h e os ingressos custam R$15.


Marcos Paulo Reis fala sobre qualidade de vida

Caminhada · 26 ago, 2006

Na primeira palestra desse sábado (26), na Running Show, feira de corridas de rua que acontece em São Paulo, o treinador Marcos Paulo Reis falou sobre a qualidade de vida aliada às corridas. Segundo ele, o número de praticantes do esporte tende a crescer nos próximos anos, pois existem muitas pessoas obesas e sedentárias, que procuram um auxílio especializado.

Ele deu algumas dicas para quem deseja treinar, mas fez um alerta aos atletas que pulam etapas e não traçam objetivos. “As pessoas acabam transpondo metas. Algumas querem correr, mas primeiro precisam perder peso, por exemplo, e a caminhada já seria um bom começo”.

Marcos Paulo disse ainda que existem fatores fundamentais para uma pessoa começar a praticar o esporte, como pré-disposição, capacidade de rendimento e biotipo. “A demanda de pessoas que querem abrir assessorias esportivas é grande, mas precisam que as pessoas tenham vontade de praticar. Elas são carentes, precisam de atenção”.

Com a rotina estressante do dia a dia é muito comum as pessoas dizerem que não dispõem de tempo para treinar, mas de acordo com o treinador isso nem sempre é verdade. Para Marcos, muitas pessoas falam isso, mas acabam acordando tarde aos fins de semana, ou não deixam de freqüentar uma reunião com amigos. “Se você puder treinar duas vezes por semana e uma aos fins de semana, é suficiente”.

Após esse comentário, uma pessoa da platéia perguntou qual seria o melhor horário para praticar a atividade física, de manhã antes do expediente, ou à noite, após a jornada de trabalho. “O importante é se alimentar corretamente e fazer o exercício na hora em que se sentir bem”, respondeu Marcos Paulo.

Uma outra questão levantada pelo público foi em relação às atividades físicas na academia, se elas influenciam na hora de correr. Marcos Paulo afirma que é fundamental aliar a musculação com a prática da corrida, para alcançar um equilíbrio, pois com o ritmo de treinamento a parte aeróbia evolui, mas os músculos não acompanham o mesmo ritmo. “A musculação é importante no condicionamento, mas o trabalho aeróbio é fundamental”.

A São Paulo Running Show é uma feira voltada para o mercado de corridas, que acontece até amanhã (27) na Bienal do Parque Ibirapuera, em São Paulo. Hoje a feira funciona das 10h às 22h e amanhã das 10h às 20h e os ingressos custam R$15.

Running Show: treinador Aulus Sellmer comenta mitos e crenças

Na palestra noturna de ontem (24) da Running Show, feira de corrida que acontece até o próximo domingo (27) na Bienal do Ibirapuera, o treinador Aulus Sellmer comentou alguns mitos e crenças existentes na corrida. Falando para um público formado principalmente por seus alunos, Aulus tentou desmistificar alguns conceitos.

Com o crescimento das corridas atualmente, fala-se muito sobre qualidade de vida, mas o que seria especificamente esse conceito foi o que o técnico perguntou para diversas pessoas na platéia. Cada um definiu de uma forma pessoal, chegando exatamente ao ponto que Aulus queria. Segundo ele, “cada um coloca na sua balança o que é qualidade de vida”.

E em busca de melhorar cada vez mais essa qualidade e a performance, as pessoas acabam se esquecendo de alguns pontos importantes, como a genética, por exemplo. Aulus explica que algumas pessoas têm mais facilidades e outras menos para praticar algum tipo de atividade, conforme o biotipo. “Uma vez um maratonista treinava intensamente e não conseguia bons resultados”, comenta. “Colocamos ele para correr uma prova de 10 km e nos surpreendemos com os bons resultados”, completa.

Um mito muito comum no meio esportivo é a questão: qual atividade queima mais gordura, corrida, ou musculação? Aulus responde que depende muito, pois se a pessoa está bem treinada na corrida, por exemplo, pode queimar mais gordura na corrida do que na musculação, ou vice versa.

Outro ponto discutido na palestra foi a respiração. Algumas pessoas disseram na platéia que se deve respirar apenas pelo nariz, outras pela boca, mas o treinador desmistificou o fato. “O correto é respirar pelo nariz e pela boca, conforme a intensidade do exercício”, alerta Aulus. Ele mostrou ainda um estudo que diz que 40% da população respira de forma errada, o que certamente causa muitos distúrbios. “O medo, a ansiedade e a agressividade, por exemplo, podem ser controlados com exercícios respiratórios”.

Além de respirar errado, muita gente come e dorme errado, afirma Aulus. Um teste simples para saber como é a alimentação da pessoa, pode ser feito através de cinco perguntas, segundo o técnico: possui alimentação saudável? , possui tendência familiar a engordar? , come muito e não engorda? , pratica atividade física? , o psicológico fala mais alto na hora que vê um prato suculento e come mesmo sem estar com vontade? Já sobre o sono, ele comenta que muitas pessoas dormem pouco durante a semana e aos fins de semana dormem até tarde, achando que vão recuperar o tempo perdido. Porém, para se ter um sono regulado, é necessário dormir bem durante toda a semana.

Para exemplificar os mitos, Aulus comentou sobre alguns alunos que as vezes não conseguem bons rendimentos nos treinos por diversos fatores do dia a dia, mas acham que têm algum tipo de problema. Porém, eles precisam ficar atentos para diversos fatores externos. “Doença, problemas psicológicos, idade, altitude, nutrição, temperatura ambiente, umidade, entre outras coisas, influenciam o treino”, lembra Aulus.

Já no final da palestra, ele ressaltou um fato muito comentado hoje em dia, em relação aos praticantes de ciclismo. Afinal, o ciclismo pode ou não causar impotência sexual, principalmente nos homens? “Vários estudos foram feitos, mas ainda não existe nada comprovado, enquanto isso o que pode ser feito é mudar o selim de posição, usar selins mais vazados e bermudas mais confortáveis”.

Para encerrar, o diretor técnico da assessoria esportiva 4any1 deixou para os presentes uma frase de Albert Einstein, na qual ele se espelha todos os dias. “Insanidade é fazer a mesma coisa todos os dias e esperar resultados diferentes”.

Todos os dias acontecem diversas palestras gratuitas na feira, que funciona hoje das 14h às 22h e sábado e domingo das 10h às 22h. Os ingressos custam R$15 e estudantes não têm desconto.


Running Show: treinador Aulus Sellmer comenta mitos e crenças

Corridas de Rua · 25 ago, 2006

Na palestra noturna de ontem (24) da Running Show, feira de corrida que acontece até o próximo domingo (27) na Bienal do Ibirapuera, o treinador Aulus Sellmer comentou alguns mitos e crenças existentes na corrida. Falando para um público formado principalmente por seus alunos, Aulus tentou desmistificar alguns conceitos.

Com o crescimento das corridas atualmente, fala-se muito sobre qualidade de vida, mas o que seria especificamente esse conceito foi o que o técnico perguntou para diversas pessoas na platéia. Cada um definiu de uma forma pessoal, chegando exatamente ao ponto que Aulus queria. Segundo ele, “cada um coloca na sua balança o que é qualidade de vida”.

E em busca de melhorar cada vez mais essa qualidade e a performance, as pessoas acabam se esquecendo de alguns pontos importantes, como a genética, por exemplo. Aulus explica que algumas pessoas têm mais facilidades e outras menos para praticar algum tipo de atividade, conforme o biotipo. “Uma vez um maratonista treinava intensamente e não conseguia bons resultados”, comenta. “Colocamos ele para correr uma prova de 10 km e nos surpreendemos com os bons resultados”, completa.

Um mito muito comum no meio esportivo é a questão: qual atividade queima mais gordura, corrida, ou musculação? Aulus responde que depende muito, pois se a pessoa está bem treinada na corrida, por exemplo, pode queimar mais gordura na corrida do que na musculação, ou vice versa.

Outro ponto discutido na palestra foi a respiração. Algumas pessoas disseram na platéia que se deve respirar apenas pelo nariz, outras pela boca, mas o treinador desmistificou o fato. “O correto é respirar pelo nariz e pela boca, conforme a intensidade do exercício”, alerta Aulus. Ele mostrou ainda um estudo que diz que 40% da população respira de forma errada, o que certamente causa muitos distúrbios. “O medo, a ansiedade e a agressividade, por exemplo, podem ser controlados com exercícios respiratórios”.

Além de respirar errado, muita gente come e dorme errado, afirma Aulus. Um teste simples para saber como é a alimentação da pessoa, pode ser feito através de cinco perguntas, segundo o técnico: possui alimentação saudável? , possui tendência familiar a engordar? , come muito e não engorda? , pratica atividade física? , o psicológico fala mais alto na hora que vê um prato suculento e come mesmo sem estar com vontade? Já sobre o sono, ele comenta que muitas pessoas dormem pouco durante a semana e aos fins de semana dormem até tarde, achando que vão recuperar o tempo perdido. Porém, para se ter um sono regulado, é necessário dormir bem durante toda a semana.

Para exemplificar os mitos, Aulus comentou sobre alguns alunos que as vezes não conseguem bons rendimentos nos treinos por diversos fatores do dia a dia, mas acham que têm algum tipo de problema. Porém, eles precisam ficar atentos para diversos fatores externos. “Doença, problemas psicológicos, idade, altitude, nutrição, temperatura ambiente, umidade, entre outras coisas, influenciam o treino”, lembra Aulus.

Já no final da palestra, ele ressaltou um fato muito comentado hoje em dia, em relação aos praticantes de ciclismo. Afinal, o ciclismo pode ou não causar impotência sexual, principalmente nos homens? “Vários estudos foram feitos, mas ainda não existe nada comprovado, enquanto isso o que pode ser feito é mudar o selim de posição, usar selins mais vazados e bermudas mais confortáveis”.

Para encerrar, o diretor técnico da assessoria esportiva 4any1 deixou para os presentes uma frase de Albert Einstein, na qual ele se espelha todos os dias. “Insanidade é fazer a mesma coisa todos os dias e esperar resultados diferentes”.

Todos os dias acontecem diversas palestras gratuitas na feira, que funciona hoje das 14h às 22h e sábado e domingo das 10h às 22h. Os ingressos custam R$15 e estudantes não têm desconto.

Ortopedista fala sobre equilíbrio e lesões na feira em SP

No primeiro dia de Running Show aberto ao público, Equilíbrio e Lesões na Corrida, foi o tema da palestra do Dr. Paulo Barone. Ortopedista e traumatologista do esporte, Barono comentou sobre como proporcionar condições seguras para que os atletas pratiquem o esporte e diminuírem ao máximo as lesões.

Segundo ele, antes de começar a correr é necessário realizar uma série de exames, muitas vezes ignorados pelas pessoas. É fundamental saber os limites do corpo de cada um, com avaliações musculares, exames de capacidade cárdio-pulmonar e levantamento do histórico do corredor, como lesões e operações anteriores, por exemplo.

Paulo comentou também a importância de se controlar algumas variáveis para evitar lesões, como alimentação regulada, ingestão de suplementos vitamínicos, hidratação constante, alongamento, treinamento com assessoria esportiva especializada, entre outras. Porém, algumas não são possíveis de se controlar, como o histórico genético do atleta e a condição climática, por exemplo.

Juntamente com uma equipe multidisciplinar, o Dr. Barone realiza exames mensais em diversos atletas, para que eles se conscientizem sobre o tipo de treinamento necessário para alcançar o equilíbrio e evitar lesões. "Fazemos a análise do Sistema Nervoso Autônomo, em repouso. Se a intensidade da freqüência estiver acelerada, o atleta não está em equilíbrio", comenta o médico. "Esse exame ajuda a avaliar a condição física da pessoa", completa ele.

No caso exemplificado, o Sistema Nervoso Para Simpático está predominando, na ocasião em que o Sistema Nervoso Simpático deveria estar em ação. Esse desequilíbrio pode gerar hipertensão, estresse, doenças degenerativas, entre outras patologias. Para ajudar na avaliação específica de cada paciente (atleta), diferentes tipos de exames são feitos.

A Avaliação Isocinética, por um exemplo, mede a potência, a força e a resistência muscular, para que o indivíduo tenha uma condição adequada para praticar o esporte. O teste da pisada é outra ferramenta importante nessa avaliação, para o corredor saber exatamente o tipo de calçado que precisa utilizar. "Estudos comprovaram que quanto maior o ângulo de pronação, maior a chance de torção", conta o Dr. Paulo.

Ele apresentou para o público diversos casos de atletas que tiveram algum tipo de lesão e, após realizar esse acompanhamento periódico, conseguiram voltar a pratica a corrida. Adriano Bastos, tricampeão da Maratona da Disney foi um dos exemplos práticos que ele mostrou, pois o atleta costuma participar de uma prova por semana, fato que não é muito bem visto por seu treinador, Ricardo D'Angelo. Barono explicou que as avaliações feitas por Bastos indicam que ele está na plenitude de seu condicionamento e caso os indicadores mudem, aí sim será hora de pensar em um novo tipo de treinamento.

Ele finalizou a palestra deixando um recado para todos que praticam esportes. "Não ignorem a dor, pois ela é o melhor termômetro", disse em relação às pessoas que tomam remédios para camuflar a dor, ou a ignoram com o pensamento de que não existe gravidade. Ele disse ainda que o diagnóstico precoce pode muitas vezes resolver problemas que se tornam grandes após algum tempo, evitando inclusive a necessidade de cirurgias.


Ortopedista fala sobre equilíbrio e lesões na feira em SP

Caminhada · 24 ago, 2006

No primeiro dia de Running Show aberto ao público, Equilíbrio e Lesões na Corrida, foi o tema da palestra do Dr. Paulo Barone. Ortopedista e traumatologista do esporte, Barono comentou sobre como proporcionar condições seguras para que os atletas pratiquem o esporte e diminuírem ao máximo as lesões.

Segundo ele, antes de começar a correr é necessário realizar uma série de exames, muitas vezes ignorados pelas pessoas. É fundamental saber os limites do corpo de cada um, com avaliações musculares, exames de capacidade cárdio-pulmonar e levantamento do histórico do corredor, como lesões e operações anteriores, por exemplo.

Paulo comentou também a importância de se controlar algumas variáveis para evitar lesões, como alimentação regulada, ingestão de suplementos vitamínicos, hidratação constante, alongamento, treinamento com assessoria esportiva especializada, entre outras. Porém, algumas não são possíveis de se controlar, como o histórico genético do atleta e a condição climática, por exemplo.

Juntamente com uma equipe multidisciplinar, o Dr. Barone realiza exames mensais em diversos atletas, para que eles se conscientizem sobre o tipo de treinamento necessário para alcançar o equilíbrio e evitar lesões. "Fazemos a análise do Sistema Nervoso Autônomo, em repouso. Se a intensidade da freqüência estiver acelerada, o atleta não está em equilíbrio", comenta o médico. "Esse exame ajuda a avaliar a condição física da pessoa", completa ele.

No caso exemplificado, o Sistema Nervoso Para Simpático está predominando, na ocasião em que o Sistema Nervoso Simpático deveria estar em ação. Esse desequilíbrio pode gerar hipertensão, estresse, doenças degenerativas, entre outras patologias. Para ajudar na avaliação específica de cada paciente (atleta), diferentes tipos de exames são feitos.

A Avaliação Isocinética, por um exemplo, mede a potência, a força e a resistência muscular, para que o indivíduo tenha uma condição adequada para praticar o esporte. O teste da pisada é outra ferramenta importante nessa avaliação, para o corredor saber exatamente o tipo de calçado que precisa utilizar. "Estudos comprovaram que quanto maior o ângulo de pronação, maior a chance de torção", conta o Dr. Paulo.

Ele apresentou para o público diversos casos de atletas que tiveram algum tipo de lesão e, após realizar esse acompanhamento periódico, conseguiram voltar a pratica a corrida. Adriano Bastos, tricampeão da Maratona da Disney foi um dos exemplos práticos que ele mostrou, pois o atleta costuma participar de uma prova por semana, fato que não é muito bem visto por seu treinador, Ricardo D'Angelo. Barono explicou que as avaliações feitas por Bastos indicam que ele está na plenitude de seu condicionamento e caso os indicadores mudem, aí sim será hora de pensar em um novo tipo de treinamento.

Ele finalizou a palestra deixando um recado para todos que praticam esportes. "Não ignorem a dor, pois ela é o melhor termômetro", disse em relação às pessoas que tomam remédios para camuflar a dor, ou a ignoram com o pensamento de que não existe gravidade. Ele disse ainda que o diagnóstico precoce pode muitas vezes resolver problemas que se tornam grandes após algum tempo, evitando inclusive a necessidade de cirurgias.

Evolução da corrida é tema de palestra na feira

No primeiro dia de Running Show, feira de corrida de rua que acontece em São Paulo, o treinador Mário Mello ministrou uma palestra sobre a evolução das corridas na capital paulista. Professor de educação física e um dos diretores fundadores da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida), Mello fez um resumo sobre o panorama das corridas há 10 anos, comparado com os dias de hoje.

Segundo ele, há 10 quase 20 anos atrás era muito difícil praticar o esporte e quem o fazia eram apenas atletas profissionais, atletas de outros esportes que buscavam condicionamento físico, ou alguns poucos entusiastas do esporte. As pessoas comuns eram chamadas de “loucas varridas”, quando diziam que iam correr.

“Sou da época em que correr uma maratona era coisa de louco”, comenta Mário. Hoje em dia as coisas estão bem diferentes, pois muitas pessoas correm em busca de qualidade de vida e saúde, além de fazerem negócios e aumentarem a rede de relacionamentos ao praticar o esporte.

“Hoje não é mais loucura, é exemplo de pessoas saudáveis e existem diversas razões para essa mudança”, afirma. Entre os motivos para que as coisas mudassem, estão a existência de profissionais especializados na área. “Participei da época em que as assessorias esportivas tinham poucos alunos, que eram treinados por pessoas com amor pelo esporte e que eram do ramo”, diz Mello.

Outras razões que ele enumerou são a boa organização dos eventos, a publicidade gerada pelo “boca a boca” dos corredores, a divulgação na mídia, a criação de uma mídia especializada e o apoio dos órgãos envolvidos no esporte, como prefeituras e as empresas de trânsito. “A Corpore, por exemplo, foi pioneira na organização de corridas e hoje é espelho para os outros organizadores”.

Com o crescimento do mercado de corridas, diversos executivos e pessoas com grande poder aquisitivo começaram a praticar e diversos patrocinadores passaram a investir no ramo.

Porém, toda área sempre tem algo que pode ser melhorado e com as corridas não é diferente. Segundo o treinador, o diálogo entre os administradores de locais para a prática de corridas, os técnicos e assessorias é fundamental.

“Na USP, por exemplo, não existe uma segurança efetiva para os atletas treinarem”. No Parque do Ibirapuera, em contrapartida, Mello diz que o relacionamento com os administradores é muito bom.

“O relacionamento é bom, mas é difícil para os atletas treinarem no Ibirapuera, pois precisam dividir os espaços com cachorros, bebês, etc. Já em outros parques, os corredores não encontram iluminação, ou os portões fecham cedo”.

Entre outros pontos que podem ser melhorados está a infra-estrutura nas provas, como segurança e sanitários. “Os organizadores devem pensar nisso, se não as pessoas vão parar de se inscrever nas provas”, ressalta o palestrante.


Evolução da corrida é tema de palestra na feira

Corridas de Rua · 23 ago, 2006

No primeiro dia de Running Show, feira de corrida de rua que acontece em São Paulo, o treinador Mário Mello ministrou uma palestra sobre a evolução das corridas na capital paulista. Professor de educação física e um dos diretores fundadores da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida), Mello fez um resumo sobre o panorama das corridas há 10 anos, comparado com os dias de hoje.

Segundo ele, há 10 quase 20 anos atrás era muito difícil praticar o esporte e quem o fazia eram apenas atletas profissionais, atletas de outros esportes que buscavam condicionamento físico, ou alguns poucos entusiastas do esporte. As pessoas comuns eram chamadas de “loucas varridas”, quando diziam que iam correr.

“Sou da época em que correr uma maratona era coisa de louco”, comenta Mário. Hoje em dia as coisas estão bem diferentes, pois muitas pessoas correm em busca de qualidade de vida e saúde, além de fazerem negócios e aumentarem a rede de relacionamentos ao praticar o esporte.

“Hoje não é mais loucura, é exemplo de pessoas saudáveis e existem diversas razões para essa mudança”, afirma. Entre os motivos para que as coisas mudassem, estão a existência de profissionais especializados na área. “Participei da época em que as assessorias esportivas tinham poucos alunos, que eram treinados por pessoas com amor pelo esporte e que eram do ramo”, diz Mello.

Outras razões que ele enumerou são a boa organização dos eventos, a publicidade gerada pelo “boca a boca” dos corredores, a divulgação na mídia, a criação de uma mídia especializada e o apoio dos órgãos envolvidos no esporte, como prefeituras e as empresas de trânsito. “A Corpore, por exemplo, foi pioneira na organização de corridas e hoje é espelho para os outros organizadores”.

Com o crescimento do mercado de corridas, diversos executivos e pessoas com grande poder aquisitivo começaram a praticar e diversos patrocinadores passaram a investir no ramo.

Porém, toda área sempre tem algo que pode ser melhorado e com as corridas não é diferente. Segundo o treinador, o diálogo entre os administradores de locais para a prática de corridas, os técnicos e assessorias é fundamental.

“Na USP, por exemplo, não existe uma segurança efetiva para os atletas treinarem”. No Parque do Ibirapuera, em contrapartida, Mello diz que o relacionamento com os administradores é muito bom.

“O relacionamento é bom, mas é difícil para os atletas treinarem no Ibirapuera, pois precisam dividir os espaços com cachorros, bebês, etc. Já em outros parques, os corredores não encontram iluminação, ou os portões fecham cedo”.

Entre outros pontos que podem ser melhorados está a infra-estrutura nas provas, como segurança e sanitários. “Os organizadores devem pensar nisso, se não as pessoas vão parar de se inscrever nas provas”, ressalta o palestrante.

Saiba como foi a palestra do Webrun sobre tecido tecnológico

Conforto, bem-estar e tecnologia. Foram com essas palavras que o consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, começou a palestra do Webrun realizada nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo. O tema abordado foi: como a roupa esportiva pode beneficiar o seu desempenho? Confira.

São Paulo - Para obter uma boa performance o atleta precisa treinar, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios complementares, entre outros. Pelo menos é isso que todos os treinadores pregam. Afinal, o esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?

O consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, acredita que a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. Por isso existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster.

O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.

Microclima -Além disso, o grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. “Esse número foi definido após uma pesquisa japonesa”, revela.

Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta.

Para evitar esse problema o ideal é usar várias camadas de roupa. Assim cada camada forma uma espécie de bolsa de ar que mantêm a temperatura do corpo ideal. E a medida que o atleta se aquece, ele pode eliminar essas peças de roupas extras. Mas tudo tem que ser muito leve e prático para carregar.

“Isso é o que eu chamo de efeito casca de cebola. Aqui em São Paulo, por exemplo, de manhã ainda está frio. Se formos correr nessas condições precisamos usar uma blusa corta-vento onde a trama do fio é fechada e não permite a passagem de vento. Ao mesmo tempo o tecido tem que ser leve, porque a medida que o corredor se aquece, ele pode tirar a blusa e guardar no bolso”, conta.

Se no frio corremos o risco de ter uma hipotermia, no calor também podemos enfrentar problemas. “Correr acima de 40 graus faz mal para a saúde. O atleta lesiona o tecido, as células e o fígado. Por isso a roupa tem que ajudar, além de ser confortável”.

No calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade.

Antes de treinar, o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar. “O processo é igual ao pneu de Fórmula 1. Se estiver calor eu vou usar um tecido leve, que não gruda no corpo e que permite a rápida evaporação do meu suor. Já no frio eu vou colocar um corta-vento ou uma camiseta de manga longa, mas o tecido não pode ficar molhado e ao mesmo tempo tem que me manter aquecido”, explica Favilla.

Por isso, fique atento na hora de escolher a sua roupa de treino. Correr com a roupa inadequada pode ser desagradável, além de prejudicar o seu desempenho.

Sorteio - A palestra contou com a presença de 60 pessoas. Todas receberam o manual 1 e 2 “O Labirinto do Corpo Humano” e também um protetor solar portátil da Opac, indicado para quem pratica alguma atividade física externa. No final foram sorteadas seis camisetas tecnológicas da tecelagem Santaconstancia, ideais para a prática esportiva.


Saiba como foi a palestra do Webrun sobre tecido tecnológico

Atletismo · 13 jul, 2006

Conforto, bem-estar e tecnologia. Foram com essas palavras que o consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, começou a palestra do Webrun realizada nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo. O tema abordado foi: como a roupa esportiva pode beneficiar o seu desempenho? Confira.

São Paulo - Para obter uma boa performance o atleta precisa treinar, ter uma alimentação balanceada, fazer exercícios complementares, entre outros. Pelo menos é isso que todos os treinadores pregam. Afinal, o esporte é composto por diversos fatores, que se utilizados da maneira correta resultam em ótimas provas e treinos. Mas você já parou para pensar que a roupa pode ser um desses fatores importantes?

O consultor têxtil da Santaconstancia, José Favilla, acredita que a roupa pode e deve ser feita para ajudar o atleta. Por isso existem três fatores básicos que são levados em conta na hora da elaboração de um tecido: isolamento térmico e troca de ar, absorção e transporte de umidade e sensação de conforto na pele.

No mercado brasileiro é possível encontrar camisetas tecnológicas feitas de tecidos sintéticos, como o poliéster e a poliamida. Estes buscam atingir os três fatores básicos apresentados. Mas para Favilla, a poliamida é melhor que o poliéster.

O fio de poliamida tem a capacidade de absorver o suor em 4%, enquanto o poliéster não chega em 1%. E se a camiseta de poliamida for feita com uma trama mais aberta, o tecido irá “puxar” o suor do seu corpo e através dos buracos da trama irá elimina-lo mais facilmente. Isso significa que o atleta não ficará encharcado durante a corrida.

Microclima -Além disso, o grande desafio da indústria têxtil é fazer com que o seu corpo atinja o microclima ideal através do vestuário. Segundo Favilla, o microclima é a temperatura que fica entre a pele e a roupa. E este deve ser sempre 32ºC. “Esse número foi definido após uma pesquisa japonesa”, revela.

Assim as roupas de calor devem ser feitas para amenizar a temperatura do corpo. Já as de frio devem aumentar o microclima. “Se você correr numa temperatura muito baixa com roupas inadequadas, você corre o risco de ter uma hipotermia. O seu corpo irá produzir muito calor e o mesmo será perdido rapidamente. Assim você não ficará aquecido”, conta.

Para evitar esse problema o ideal é usar várias camadas de roupa. Assim cada camada forma uma espécie de bolsa de ar que mantêm a temperatura do corpo ideal. E a medida que o atleta se aquece, ele pode eliminar essas peças de roupas extras. Mas tudo tem que ser muito leve e prático para carregar.

“Isso é o que eu chamo de efeito casca de cebola. Aqui em São Paulo, por exemplo, de manhã ainda está frio. Se formos correr nessas condições precisamos usar uma blusa corta-vento onde a trama do fio é fechada e não permite a passagem de vento. Ao mesmo tempo o tecido tem que ser leve, porque a medida que o corredor se aquece, ele pode tirar a blusa e guardar no bolso”, conta.

Se no frio corremos o risco de ter uma hipotermia, no calor também podemos enfrentar problemas. “Correr acima de 40 graus faz mal para a saúde. O atleta lesiona o tecido, as células e o fígado. Por isso a roupa tem que ajudar, além de ser confortável”.

No calor a preocupação do atleta será em liberar mais rápido o suor e manter a temperatura do corpo mais baixa. Por isso a roupa deve ser leve e usar a estrutura de malha, que tem mais porosidade.

Antes de treinar, o atleta deve observar a condição do tempo para então definir o tipo de roupa que irá usar. “O processo é igual ao pneu de Fórmula 1. Se estiver calor eu vou usar um tecido leve, que não gruda no corpo e que permite a rápida evaporação do meu suor. Já no frio eu vou colocar um corta-vento ou uma camiseta de manga longa, mas o tecido não pode ficar molhado e ao mesmo tempo tem que me manter aquecido”, explica Favilla.

Por isso, fique atento na hora de escolher a sua roupa de treino. Correr com a roupa inadequada pode ser desagradável, além de prejudicar o seu desempenho.

Sorteio - A palestra contou com a presença de 60 pessoas. Todas receberam o manual 1 e 2 “O Labirinto do Corpo Humano” e também um protetor solar portátil da Opac, indicado para quem pratica alguma atividade física externa. No final foram sorteadas seis camisetas tecnológicas da tecelagem Santaconstancia, ideais para a prática esportiva.

A boa saúde depende do Fator Wellness

Para os médicos atuais, a saúde das pessoas não depende somente de um ótimo funcionamento do corpo humano. Hoje em dia é necessário ter uma intersecção de três fatores: comportamento humano, qualidade de vida e bem estar físico. Esse tripé é chamado pelo médico brasileiro, Dr. Tony Sproesser, como o “Fator Wellness”, assunto da palestra Webrun ministrada por ele nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo.

Segundo Sproesser, o mundo atual sofre uma epidemia chamada “doença cardiovascular” e esta é causada por diversos fatores, inclusive o estresse. Além disso, hoje qualquer pessoa está suscetível a adquirir essa doença e os números mostram isso. Uma pesquisa americana realizada em 1996, que é válida até hoje, comprova que um terço das mortes no mundo são causadas por doença cardiovascular.

“Hoje o problema atinge pessoas de todas as classes sociais e não só os idosos. Moradores da periferia sofrem com doença cardiovascular, não é apenas uma doença de rico. As mulheres também correm o risco de ter um derrame (doença cardiovascular)”, revela Sproesser.

Por isso cuidar da saúde é um motivo de preocupação e deve ser levado a sério. A prática de exercício físico periódico diminui o risco de ter uma doença cardiovascular, mas para ter uma saúde em perfeito estado é necessário também ter uma vida regrada, uma alimentação balanceada, uma boa relação com a família entre outros.

“Antigamente ter saúde era a ausência de doença. Esse conceito ampliou muito. Hoje para ter saúde um indivíduo precisa ter o corpo e a mente saudável. Saúde é a adequação e harmonização de três pilares: comportamento humano, qualidade de vida e bem estar físico”, conta. “Tenho muitos pacientes que me procuram, por exemplo, com problemas de gastrite. Atrás de uma gastrite tem problemas externos como falta de dinheiro, estresse no trabalho, ansiedade entre outros”, acrescenta.

Por isso o Dr. Sproesser aconselha que para a pessoa viver com o “fator wellness”, em estado de bem estar físico e mental, as pessoas devem fazer exercício físico por no mínimo 30 minutos diários, ou quase todos os dias da semana; ter uma relação saudável com amigos e família e fazer meditação. “O ser humano precisa estar focado. Isso é difícil. Entre dentro de você e se pergunte: eu estou bem? Se algo o incomodar tente mudar. Aliando isso a uma alimentação saudável e atividade física você terá uma vida melhor”.

Sorteio - Depois da palestra foram sorteados três livros do Dr. Tony Sproesser, Viver Bem com Qualidade - O Fator Wellness, e também um tênis da Sprint Tênis.


A boa saúde depende do Fator Wellness

Caminhada · 20 out, 2005

Para os médicos atuais, a saúde das pessoas não depende somente de um ótimo funcionamento do corpo humano. Hoje em dia é necessário ter uma intersecção de três fatores: comportamento humano, qualidade de vida e bem estar físico. Esse tripé é chamado pelo médico brasileiro, Dr. Tony Sproesser, como o “Fator Wellness”, assunto da palestra Webrun ministrada por ele nessa última quarta-feira na academia Competition, em São Paulo.

Segundo Sproesser, o mundo atual sofre uma epidemia chamada “doença cardiovascular” e esta é causada por diversos fatores, inclusive o estresse. Além disso, hoje qualquer pessoa está suscetível a adquirir essa doença e os números mostram isso. Uma pesquisa americana realizada em 1996, que é válida até hoje, comprova que um terço das mortes no mundo são causadas por doença cardiovascular.

“Hoje o problema atinge pessoas de todas as classes sociais e não só os idosos. Moradores da periferia sofrem com doença cardiovascular, não é apenas uma doença de rico. As mulheres também correm o risco de ter um derrame (doença cardiovascular)”, revela Sproesser.

Por isso cuidar da saúde é um motivo de preocupação e deve ser levado a sério. A prática de exercício físico periódico diminui o risco de ter uma doença cardiovascular, mas para ter uma saúde em perfeito estado é necessário também ter uma vida regrada, uma alimentação balanceada, uma boa relação com a família entre outros.

“Antigamente ter saúde era a ausência de doença. Esse conceito ampliou muito. Hoje para ter saúde um indivíduo precisa ter o corpo e a mente saudável. Saúde é a adequação e harmonização de três pilares: comportamento humano, qualidade de vida e bem estar físico”, conta. “Tenho muitos pacientes que me procuram, por exemplo, com problemas de gastrite. Atrás de uma gastrite tem problemas externos como falta de dinheiro, estresse no trabalho, ansiedade entre outros”, acrescenta.

Por isso o Dr. Sproesser aconselha que para a pessoa viver com o “fator wellness”, em estado de bem estar físico e mental, as pessoas devem fazer exercício físico por no mínimo 30 minutos diários, ou quase todos os dias da semana; ter uma relação saudável com amigos e família e fazer meditação. “O ser humano precisa estar focado. Isso é difícil. Entre dentro de você e se pergunte: eu estou bem? Se algo o incomodar tente mudar. Aliando isso a uma alimentação saudável e atividade física você terá uma vida melhor”.

Sorteio - Depois da palestra foram sorteados três livros do Dr. Tony Sproesser, Viver Bem com Qualidade - O Fator Wellness, e também um tênis da Sprint Tênis.

Saiba como foi a palestra com Ricardo D Angelo

Nessa última quarta-feira aconteceu na academia Competition, em São Paulo, a primeira palestra de 2005 do WebRun. E para abrir esse novo ciclo de palestras o convidado foi o técnico Ricardo D´Angelo, atual treinador do medalhista de bronze Vanderlei Cordeiro de Lima. Confira.

EXCLUSIVO, São Paulo - Quando olhamos um atleta no pódio esquecemos o quanto ele lutou para estar ali. O treinamento em qualquer modalidade é árduo e exige muito dos profissionais. No caso de atletas de fundo, aqueles que correm longas distâncias, o papel do treinador é fundamental para o sucesso. E foi com o técnico Ricardo D´Angelo e o tema “treinamento de alta performance” que o WebRun abriu o ciclo de palestras 2005.

Ele é treinador de fundo desde 1988 e o atual técnico do medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima. Durante a palestra D´Angelo deu dicas importantes para os corredores que querem superar os próprios resultados.

Segundo o treinador, para uma pessoa ter resultados na corrida ela deve seguir quatro tópicos básicos: ter uma atividade sistemática de longa duração, graduada, progressiva e individualizada. Além disso, para ele o treinamento sempre tem que ter uma resposta. “A pessoa tem que ter um motivo e um objetivo para praticar determinada atividade física”, conta D´Angelo.

A partir disso é possível direcionar o treino de acordo com a vontade do corredor, para depois obter adaptações morfológicas e funcionais da pessoa, isso significa obter um organismo mais saudável. “A gente tem que treinar o que o atleta tem de melhor para potencializar essa qualidade”, revela D´Angelo.; “É assim que eu treino meus atletas”, acrescenta.

Mas o treino só é valido quando se tem periodicidade. “Quem se organiza melhor consegue o sucesso mais rápido”, conta. Além dos treinos é importante que o atleta faça provas menores antes de conquistar o principal objetivo.

“Para aqueles que visam completar uma maratona, por exemplo, a dica é fazer algumas corridas menores antes da grande prova. Essa é a única maneira de ver como o atleta está. No caso da maratona o ideal é participar de uma meia maratona, ou então uma corrida de 15km ou 10km, faltando 3 ou 4 semanas para a prova”, revela.

Vanderlei Cordeiro - Para exemplificar o tema abordado na palestra, Ricardo D´Angelo usou planilhas de treino e testes clínicos do brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima. Além disso, ele contou algumas curiosidades da vida de um atleta profissional.

“Para chegar em alto nível tem que ralar”, conta D´Angelo. “O Vanderlei treina todos os dias da semana e em média corre 900km por mês. Ele só tem três dias de folga por ano. Já fez 24 maratonas, em 17 anos de carreira. Destas ele ganhou seis e parou três. Ele gasta um par de tênis em cada maratona totalizando em 30 pares por ano”, finaliza.

Prêmios -No final da palestra foram sorteados camisetas e bonés da academia Competition e duas assinaturas da revista Superação. A próxima palestra do WebRun será no mês de junho. Aguarde!


Saiba como foi a palestra com Ricardo D Angelo

Atletismo · 24 mar, 2005

Nessa última quarta-feira aconteceu na academia Competition, em São Paulo, a primeira palestra de 2005 do WebRun. E para abrir esse novo ciclo de palestras o convidado foi o técnico Ricardo D´Angelo, atual treinador do medalhista de bronze Vanderlei Cordeiro de Lima. Confira.

EXCLUSIVO, São Paulo - Quando olhamos um atleta no pódio esquecemos o quanto ele lutou para estar ali. O treinamento em qualquer modalidade é árduo e exige muito dos profissionais. No caso de atletas de fundo, aqueles que correm longas distâncias, o papel do treinador é fundamental para o sucesso. E foi com o técnico Ricardo D´Angelo e o tema “treinamento de alta performance” que o WebRun abriu o ciclo de palestras 2005.

Ele é treinador de fundo desde 1988 e o atual técnico do medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima. Durante a palestra D´Angelo deu dicas importantes para os corredores que querem superar os próprios resultados.

Segundo o treinador, para uma pessoa ter resultados na corrida ela deve seguir quatro tópicos básicos: ter uma atividade sistemática de longa duração, graduada, progressiva e individualizada. Além disso, para ele o treinamento sempre tem que ter uma resposta. “A pessoa tem que ter um motivo e um objetivo para praticar determinada atividade física”, conta D´Angelo.

A partir disso é possível direcionar o treino de acordo com a vontade do corredor, para depois obter adaptações morfológicas e funcionais da pessoa, isso significa obter um organismo mais saudável. “A gente tem que treinar o que o atleta tem de melhor para potencializar essa qualidade”, revela D´Angelo.; “É assim que eu treino meus atletas”, acrescenta.

Mas o treino só é valido quando se tem periodicidade. “Quem se organiza melhor consegue o sucesso mais rápido”, conta. Além dos treinos é importante que o atleta faça provas menores antes de conquistar o principal objetivo.

“Para aqueles que visam completar uma maratona, por exemplo, a dica é fazer algumas corridas menores antes da grande prova. Essa é a única maneira de ver como o atleta está. No caso da maratona o ideal é participar de uma meia maratona, ou então uma corrida de 15km ou 10km, faltando 3 ou 4 semanas para a prova”, revela.

Vanderlei Cordeiro - Para exemplificar o tema abordado na palestra, Ricardo D´Angelo usou planilhas de treino e testes clínicos do brasileiro Vanderlei Cordeiro de Lima. Além disso, ele contou algumas curiosidades da vida de um atleta profissional.

“Para chegar em alto nível tem que ralar”, conta D´Angelo. “O Vanderlei treina todos os dias da semana e em média corre 900km por mês. Ele só tem três dias de folga por ano. Já fez 24 maratonas, em 17 anos de carreira. Destas ele ganhou seis e parou três. Ele gasta um par de tênis em cada maratona totalizando em 30 pares por ano”, finaliza.

Prêmios -No final da palestra foram sorteados camisetas e bonés da academia Competition e duas assinaturas da revista Superação. A próxima palestra do WebRun será no mês de junho. Aguarde!

Hoje acontece a Palestra WebRun com Ricardo D Angelo

Atletismo · 23 mar, 2005

Hoje é o dia da primeira palestra de 2005 do WebRun. O evento será ministrado pelo técnico Ricardo D’Angelo. Ele é o atual coordenador técnico da equipe Pão de Açúcar/ BM&F e também treinador nacional de Meio fundo da Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat).

O tema abordado será o “Treinamento de alta performance”, com dicas para pessoas que participam de competições e estão em busca de melhores resultados. Além disso, ele abordará curiosidades do treinamento de elite.

Todos os inscritos devem chegar com quinze minutos de antecedência para garantirem os melhores assentos. A palestra acontecerá no auditório da Academia Competition que fica na rua Cincinato Braga, número 520, Bela Vista, São Paulo. A palestra começa às 20h30 e deve durar no máximo duas horas.

Inscreva-se na palestra com o técnico Ricardo D Angelo

Corridas de Rua · 22 fev, 2005

O portal WebRun dando continuidade ao seu ciclo de palestra que já contou com Adauto Domingues, Dr Nabil Ghorayeb, Oscar Galindez, Dr. Renato Lotufo, Prof. Dr Julio Serrão e Carlos Galvão prepara mais um evento gratuito aos internautas cadastrados no portal.

A primeira palestra do ano de 2005 será ministrada pelo técnico de atletismo Ricardo D`Angelo, Coordenador Técnico Equipe Pão de Açúcar/BM&F e responsável pelo treinamento do atleta Vanderlei Cordeiro de Lima, maratonista medalha de bronze em Atenas, entre outros expoentes nacionais.

O tema ministrado será “Treinamento de alta performance”, com dicas para pessoas que participam de competições e estão em busca de melhores resultados. Além de curiosidades sobre o treinamento de atletas de elite.

A palestra acontecerá no dia 23 de março de 2005, no Auditório da Academia Competition, que está localizado na R. Cincinato Braga, 520, Bela Vista, na cidade de São Paulo (SP).

Inscreva-se gratuitamente clicando aqui.

Saiba como foi a palestra do Prof. Julio Serrão

Ontem os internautas do Webrun puderam conferir uma palestra, na academia Competition, com o Prof. Dr.Júlio Serrão. A chuva que caiu na capital paulista não desanimou os espectadores que intergiram com o palestrante tornando a apresentação uma aula construtiva. Saiba como foi.

EXCLUISVO, São Paulo - A biomecânica do calçado esportivo, o controle da sobrecarga mecânica e o tênis como elemento de proteção do aparelho locomotor podem parecer assuntos chatos e técnicos. Mas quando entra em cena o Prof. Júlio Cerca Serrão, membro do departamento de Biodinâmica do Movimento Humano da USP, esses temas se tornam de fácil compreensão.

Uma pesquisa apontou que 70% dos corredores apresentam algum tipo de lesão. O curioso é que essas lesões estão relacionadas diretamente com o impacto da corrida. Isto porque, a corrida gera um impacto no praticante de três vezes o peso corporal dele. Isso significa que uma pessoa de 70kg, ao correr, recebe uma força de 210kg quando pisa no chão.

Mas segundo o Prof. Serrão, a corrida está longe de ser um esporte de alto impacto. “O ser humano tem a biomecânica adequada para correr e suportar esse impacto que a corrida causa”, afirma. “O problema é que o corredor muitas vezes treina de forma inadequada”, acrescenta.

Antes de correr o praticante deve pensar em intensidade, volume de treino, calçado esportivo e tipo de piso. Quando um desses itens é feito ou utilizado de forma incorreta o impacto da corrida na pessoa pode aumentar e gerar lesão. “O corredor tem mais impacto fisiológico e mecânico quando aumenta a velocidade. Isso é ruim quando o individuo está despreparado”, revela Serrão.

Também quanto maior o volume de corrida maior o risco de lesão, a fratura de “estress” é um exemplo. Esse risco é maior quando o corredor aumenta a quilometragem muito rápido. “O corpo precisa se adaptar à uma nova distância para depois agüentar uma maior quilometragem” afirma Serrão.

O calçado também é um instrumento importante para uma corrida mais agradável. O problema é que nem todo calçado é adequado para a corrida. “O bom tênis é aquele que se adapta ao seu pé. Não existe tênis que reduz o impacto para zero, esse tipo de tênis só dá a sensação de conforto no pé. E esses calçados são os piores para correr”, revela.

Isso significa que correr envolve uma série de fatores que devem ser observados antes de colocar os pés no chão e voar baixo. Com certeza todos que assistiram à palestra saíram de lá conscientes dos cuidados na hora de treinar.

Sorteio - No final da palestra foram sorteados um tênis da linha SuperNova da Adidas e o livro “Correr é Preciso”, do Dr. George Sheehan.


Saiba como foi a palestra do Prof. Julio Serrão

Meia Maratona · 18 nov, 2004

Ontem os internautas do Webrun puderam conferir uma palestra, na academia Competition, com o Prof. Dr.Júlio Serrão. A chuva que caiu na capital paulista não desanimou os espectadores que intergiram com o palestrante tornando a apresentação uma aula construtiva. Saiba como foi.

EXCLUISVO, São Paulo - A biomecânica do calçado esportivo, o controle da sobrecarga mecânica e o tênis como elemento de proteção do aparelho locomotor podem parecer assuntos chatos e técnicos. Mas quando entra em cena o Prof. Júlio Cerca Serrão, membro do departamento de Biodinâmica do Movimento Humano da USP, esses temas se tornam de fácil compreensão.

Uma pesquisa apontou que 70% dos corredores apresentam algum tipo de lesão. O curioso é que essas lesões estão relacionadas diretamente com o impacto da corrida. Isto porque, a corrida gera um impacto no praticante de três vezes o peso corporal dele. Isso significa que uma pessoa de 70kg, ao correr, recebe uma força de 210kg quando pisa no chão.

Mas segundo o Prof. Serrão, a corrida está longe de ser um esporte de alto impacto. “O ser humano tem a biomecânica adequada para correr e suportar esse impacto que a corrida causa”, afirma. “O problema é que o corredor muitas vezes treina de forma inadequada”, acrescenta.

Antes de correr o praticante deve pensar em intensidade, volume de treino, calçado esportivo e tipo de piso. Quando um desses itens é feito ou utilizado de forma incorreta o impacto da corrida na pessoa pode aumentar e gerar lesão. “O corredor tem mais impacto fisiológico e mecânico quando aumenta a velocidade. Isso é ruim quando o individuo está despreparado”, revela Serrão.

Também quanto maior o volume de corrida maior o risco de lesão, a fratura de “estress” é um exemplo. Esse risco é maior quando o corredor aumenta a quilometragem muito rápido. “O corpo precisa se adaptar à uma nova distância para depois agüentar uma maior quilometragem” afirma Serrão.

O calçado também é um instrumento importante para uma corrida mais agradável. O problema é que nem todo calçado é adequado para a corrida. “O bom tênis é aquele que se adapta ao seu pé. Não existe tênis que reduz o impacto para zero, esse tipo de tênis só dá a sensação de conforto no pé. E esses calçados são os piores para correr”, revela.

Isso significa que correr envolve uma série de fatores que devem ser observados antes de colocar os pés no chão e voar baixo. Com certeza todos que assistiram à palestra saíram de lá conscientes dos cuidados na hora de treinar.

Sorteio - No final da palestra foram sorteados um tênis da linha SuperNova da Adidas e o livro “Correr é Preciso”, do Dr. George Sheehan.