Atletismo · 01 nov, 2007
Na quarta-feira (31) aconteceu em São Paulo a última palestra do ano do Circuito Webrun na academia Competittion. O tema abordado foi Mitos e Verdades Sobre a Corrida explanado pelo fisioterapeuta David Homsi. Para começar o evento, David, contou um pouco da sua experiência como triathleta amador, modalidade que praticou durante sete anos, incluindo algumas competições mundiais. Como fui atleta entendo bem o que vocês passam, revela o fisioterapeuta logo no início.
Mas antes de entrar na parte dos mitos, ele falou das cinco principais lesões do corredor, que geralmente ocorrem por dois fatores: os extrínsecos, como o local de treinos, e os intrínsecos (peso, idade, entre outros). O corredor depois do acúmulo de anos praticando esporte sempre vai ter as seguinte lesões: fasciíte plantar, dor anterior no joelho, tendinoses, dor patelo femural e fratura por stress, conta.
Para diminuir as chances de se lesionar o esportista pode fazer algumas coisas, como por exemplo, usar um calçado correto. Dessa forma, ele irá evitar a fasciíte plantar. Outro ponto importante para não piorar as lesões é respeitar o corpo e cuidar da lesão o quanto antes. Tive um caso de um paciente que não tratou uma tendinose no tendão aquileu e teve que operar colocando dois pinos no calcanhar , lembra.
Além das explicações sobre as lesões, o fisioterapeuta deixou um espaço aberto para debater sobre as dúvidas dos corredores e também apresentou alguns mitos e verdades da corrida, que sempre causam confusão entre atletas. Confira algumas perguntas e resposta dadas pelo fisioterapeuta:
Sorteio - No final da palestra foram sorteados sapatos da Crocs, bonés da Brooks e um vale compras da loja esportiva Velocità. O Circuito de palestra do Webrun volta em 2008.
No próximo dia 31 de outubro o Webrun organiza mais um evento do Circuito de Palestras em São Paulo. Dessa vez quem conversa com os leitores é o fisioterapeuta e também colunista do Webrun David Homsi.
Para essa palestra, ele vai contar um pouco sobre os mitos e verdades da corrida e explicar sobre as lesões mais comuns nos atletas. De acordo com o fisioterapeuta, ele irá esclarecer dúvidas como: é preciso aquecer antes do treino? Ou então: alongamento deve ser feito antes ou depois da corrida?
Além disso, haverá um espaço aberto para perguntas e debate sobre o tema. A palestra acontece dia 31 de outubro na academia Competition, que fica na Rua Cincinato Braga, número 520, Bela Vista, em São Paulo. O evento começa às 20h e os interessados podem confirmar presença aqui. A inscrição é gratuita, mas há limite de participantes, por isso corra e garanta sua vaga.
Atletismo · 15 out, 2007
No próximo dia 31 de outubro o Webrun organiza mais um evento do Circuito de Palestras em São Paulo. Dessa vez quem conversa com os leitores é o fisioterapeuta e também colunista do Webrun David Homsi.
Para essa palestra, ele vai contar um pouco sobre os mitos e verdades da corrida e explicar sobre as lesões mais comuns nos atletas. De acordo com o fisioterapeuta, ele irá esclarecer dúvidas como: é preciso aquecer antes do treino? Ou então: alongamento deve ser feito antes ou depois da corrida?
Além disso, haverá um espaço aberto para perguntas e debate sobre o tema. A palestra acontece dia 31 de outubro na academia Competition, que fica na Rua Cincinato Braga, número 520, Bela Vista, em São Paulo. O evento começa às 20h e os interessados podem confirmar presença aqui. A inscrição é gratuita, mas há limite de participantes, por isso corra e garanta sua vaga.
O ultramaratonista Carlos Dias correu do Oiapoque ao Chuí, os do norte ao sul do país durante 100 dias e, após retornar conversou nessa terça-feira (11) com algumas pessoas na sede da Crocs, empresa de calçados que o apoiou durante a jornada. Ele comentou um pouco sobre sua experiência, sobre os problemas e aprendizados que enfrentou.
São Paulo - Dias agradeceu muito a sua mãe, sua noiva, seu técnico Herói Fung, a Deus e a todos os apoiadores que acreditaram que ele tinha capacidade para completar os nove mil quilômetros do desafio. Sempre que chegava a uma lan house e lia as mensagens de apoio eu me reerguia e tinha forças para continuar, ressalta.
Ele contou alguns casos curiosos, como o dia em que estava na Transamazônica e foi assaltado por um grupo de bandidos que o ameaçaram com uma faca, lembrou o dia em que sofreu discriminação racial e foi comparado a um mendigo e também falou sobre uma cena que o comoveu. Alguns quilômetros antes de chegar em Florianópolis passei sobre uma ponte, com um rio cheirando a esgoto embaixo e vi um casal de senhores com uma criança, pescando.
Ao indagar se aquele rio imundo realmente tinha peixes, o senhor respondeu a ele que tinha e que aqueles pescados eram a única forma de alimentação deles, pois não conseguiram ajuda de ninguém. Eu sou contra dar esmolas, mas dessa vez eu tirei dinheiro do meu bolso e dei para eles comprarem comida.
Disparidades - Na região norte e nordeste do país ele encontrou mais apoio das pessoas do que no sul, já que o povo se sensibilizava com a história dele, o admirava e convidava para fazer refeições e até oferecia hospedagem. Eu conheci o povo brasileiro e suas diferenças e, ao mesmo tempo, eu conheci a mim mesmo. Você pode ter um milhão de reais do lado direito, mas se não tiver um milhão de amigos do lado esquerdo, é uma pessoa triste. Eu fiz milhões de amigos.
Um desses exemplos de amizade foi o prefeito de Chuí, que o parabenizava a todo o momento pela conquista do sonho e até emprestou o celular pessoal para que ele desse a notícia a seus familiares e amigos em São Paulo. No Espírito Santo foi complicado conseguir uma carta assinada para comprovar que eu estive lá, já em São Vicente fui recebido pelo Exército como Chefe de Estado e até dormi no melhor alojamento do quartel.
Para Carlos Dias foi um aprendizado, para seu treinado Herói foi uma satisfação ver seu pupilo realizando o feito, para seus familiares e amigos fica o orgulho de ver o Carlão chegar aonde chegou. Eu me incentivei ainda mais com o nascimento do meu filho.
Luiz Lacerda, ultramaratonista, terapeuta corporal e amigo pessoal de Carlos, acompanhou o atleta durante um trecho próximo ao Chuí, já que era uma região quase que inabitada e perigosa. Fui pego de surpresa, disseram que ele precisava de ajuda e pediram para que o acompanhasse. Eu estava sem treino, mas quando a cabeça está boa o corpo responde fica tudo certo. Foi um prazer para mim.
Já o treinador Herói comenta que eles fizeram um trabalho para preservar a qualidade de vida, para que Carlos pudesse transpor as adversidades. "Trabalhamos muito o psicológico, pois a coisa mais difícil é não pensar em nada.
Carlos Dias se emocionou muito ao falar de seu falecido pai e diz que o patriarca sempre estará ao seu lado acompanhando cada passo que ele der. Eu não acreditava que eu tinha conseguido, a ficha só foi cair quando cheguei em casa. Ele aproveitou e disse a todos os presentes que este Desafio pertence a todos os brasileiros e que em breve irá se preparar para a próxima aventura.
Palestra com Carlos - Quem quiser conhecer melhor a história de Carlos Dias , ouvir as histórias curiosas e saber um pouco mais sobre o Brasil, pode se inscrever para a palestra do Webrun com o ultramaratonista. O evento acontece no próximo dia 26 em São Paulo e tem entrada gratuita, basta se inscrever aqui.
Corridas de Rua · 11 set, 2007
O ultramaratonista Carlos Dias correu do Oiapoque ao Chuí, os do norte ao sul do país durante 100 dias e, após retornar conversou nessa terça-feira (11) com algumas pessoas na sede da Crocs, empresa de calçados que o apoiou durante a jornada. Ele comentou um pouco sobre sua experiência, sobre os problemas e aprendizados que enfrentou.
São Paulo - Dias agradeceu muito a sua mãe, sua noiva, seu técnico Herói Fung, a Deus e a todos os apoiadores que acreditaram que ele tinha capacidade para completar os nove mil quilômetros do desafio. Sempre que chegava a uma lan house e lia as mensagens de apoio eu me reerguia e tinha forças para continuar, ressalta.
Ele contou alguns casos curiosos, como o dia em que estava na Transamazônica e foi assaltado por um grupo de bandidos que o ameaçaram com uma faca, lembrou o dia em que sofreu discriminação racial e foi comparado a um mendigo e também falou sobre uma cena que o comoveu. Alguns quilômetros antes de chegar em Florianópolis passei sobre uma ponte, com um rio cheirando a esgoto embaixo e vi um casal de senhores com uma criança, pescando.
Ao indagar se aquele rio imundo realmente tinha peixes, o senhor respondeu a ele que tinha e que aqueles pescados eram a única forma de alimentação deles, pois não conseguiram ajuda de ninguém. Eu sou contra dar esmolas, mas dessa vez eu tirei dinheiro do meu bolso e dei para eles comprarem comida.
Disparidades - Na região norte e nordeste do país ele encontrou mais apoio das pessoas do que no sul, já que o povo se sensibilizava com a história dele, o admirava e convidava para fazer refeições e até oferecia hospedagem. Eu conheci o povo brasileiro e suas diferenças e, ao mesmo tempo, eu conheci a mim mesmo. Você pode ter um milhão de reais do lado direito, mas se não tiver um milhão de amigos do lado esquerdo, é uma pessoa triste. Eu fiz milhões de amigos.
Um desses exemplos de amizade foi o prefeito de Chuí, que o parabenizava a todo o momento pela conquista do sonho e até emprestou o celular pessoal para que ele desse a notícia a seus familiares e amigos em São Paulo. No Espírito Santo foi complicado conseguir uma carta assinada para comprovar que eu estive lá, já em São Vicente fui recebido pelo Exército como Chefe de Estado e até dormi no melhor alojamento do quartel.
Para Carlos Dias foi um aprendizado, para seu treinado Herói foi uma satisfação ver seu pupilo realizando o feito, para seus familiares e amigos fica o orgulho de ver o Carlão chegar aonde chegou. Eu me incentivei ainda mais com o nascimento do meu filho.
Luiz Lacerda, ultramaratonista, terapeuta corporal e amigo pessoal de Carlos, acompanhou o atleta durante um trecho próximo ao Chuí, já que era uma região quase que inabitada e perigosa. Fui pego de surpresa, disseram que ele precisava de ajuda e pediram para que o acompanhasse. Eu estava sem treino, mas quando a cabeça está boa o corpo responde fica tudo certo. Foi um prazer para mim.
Já o treinador Herói comenta que eles fizeram um trabalho para preservar a qualidade de vida, para que Carlos pudesse transpor as adversidades. "Trabalhamos muito o psicológico, pois a coisa mais difícil é não pensar em nada.
Carlos Dias se emocionou muito ao falar de seu falecido pai e diz que o patriarca sempre estará ao seu lado acompanhando cada passo que ele der. Eu não acreditava que eu tinha conseguido, a ficha só foi cair quando cheguei em casa. Ele aproveitou e disse a todos os presentes que este Desafio pertence a todos os brasileiros e que em breve irá se preparar para a próxima aventura.
Palestra com Carlos - Quem quiser conhecer melhor a história de Carlos Dias , ouvir as histórias curiosas e saber um pouco mais sobre o Brasil, pode se inscrever para a palestra do Webrun com o ultramaratonista. O evento acontece no próximo dia 26 em São Paulo e tem entrada gratuita, basta se inscrever aqui.
Na próxima quinta-feira (14) acontece em São Paulo uma palestra gratuita com o médico esportivo Dr. Osmar de Oliveira. O evento será realizado às 20h na loja Velocità da avenida Pavão, número 342, em Moema.
De acordo com os organizadores, o tema abordado será: "lesões musculares e tendinosas em corredores". Esses tipos de lesões como tendinite patelar, estiramento de panturrilha, entorse tornozelo são comuns em atletas. Por isso o Dr. Osmar irá abordar as causas dessas lesões, assim como prevenção, tratamentos, cuidados iniciais entre outros.
As inscrições para a palestra ainda estão abertas e são gratuitas. Para saber mais e se inscrever clique aqui.
Atletismo · 12 jun, 2007
Na próxima quinta-feira (14) acontece em São Paulo uma palestra gratuita com o médico esportivo Dr. Osmar de Oliveira. O evento será realizado às 20h na loja Velocità da avenida Pavão, número 342, em Moema.
De acordo com os organizadores, o tema abordado será: "lesões musculares e tendinosas em corredores". Esses tipos de lesões como tendinite patelar, estiramento de panturrilha, entorse tornozelo são comuns em atletas. Por isso o Dr. Osmar irá abordar as causas dessas lesões, assim como prevenção, tratamentos, cuidados iniciais entre outros.
As inscrições para a palestra ainda estão abertas e são gratuitas. Para saber mais e se inscrever clique aqui.
Atletismo · 01 jun, 2007
Na noite da última quinta-feira (31) o cardiologista Dr. Nabil Gorayeb ministrou uma palestra na academia competition com o tema Ninguém Morre de Véspera. Ele abordou diversos assuntos relacionados à saúde das pessoas e ressaltou as desvantagens do sedentarismo.
Para ilustrar o dia a dia corrido ele mostrou uma imagem de um grupo de executivos sentado numa escadaria comendo sanduíche com refrigerante. Segundo o doutor, a maior incidência de mortes no mundo está relacionada ao infarto do miocárdio, sendo que 51% dos casos é conseqüência de maus hábitos alimentares.
De forma didática e bem humorada ele explicou que qualidade de vida pode ser entendida como a satisfação de viver na ausência de doença. Para que haja uma qualidade de vida, são diversos os fatores que influenciam, como alimentação correta e bom relacionamento familiar.
Alimentos - No âmbito alimentício alertou sobre o sal, amplamente utilizado como tempero em saladas e outros alimentos e que influencia no aumento da pressão arterial. O limite para o corpo humano é de dois gramas por dia, mas comemos em geral 10. Como alternativa Dr. Nabil recomenda que sejam usadas ervas ou mesmo alguns tipos de pimenta, mas é necessário tomar cuidado com o shoyo, molho de soja típico oriental que contém muito sódio em sua composição.
Outro assunto discutido foi a questão do colesterol, visto por muitos como um grande vilão para o coração e presente no organismo de duas formas: o HDL (colesterol bom) e o LDL (colesterol ruim). O primeiro é formado no fígado, enquanto o segundo é proveniente dos alimentos que consumimos. Se a pessoa tem colesterol alto, é necessário identificar de onde ele vem. Se for do fígado o controle é com remédios, se for dos alimentos, uma redução de peso pode diminuir o teor entre cinco e 10%.
Já a questão das gorduras, amplamente discutidas ultimamente, Dr. Nabil explica a famosa gordura trans, tão temida pelas pessoas. São gorduras modificadas para deixar o sabor dos alimentos melhor, como os biscoitos recheados, por exemplo, e faz aumentar o colesterol ruim. Ainda segundo o cardiologista, a ingestão de duas gramas dessa gordura é o limite que pode ser consumido diariamente, para evitar que o organismo não consiga processar.
Ele ressalta que não adianta ter uma alimentação saudável, sem gorduras e com níveis de colesterol controlados, se o indivíduo ingere álcool diariamente, como uma cervejinha no happy hour com os amigos, ou mesmo a famosa taça de vinho que os médicos recomendam. O problema é que as pessoas nunca ficam em apenas uma taça. Em vez de vinho, dois copos de suco de uva fazem o mesmo efeito, ressalta.
Para ajudar a queimar, nada melhor do que praticar exercícios regulares, como caminhadas e outros exercícios aeróbicos. Lipoaspiração não resolve o problema, pois é só estética, não tira a gordura interna, alerta o médico. Ele também comentou sobre os Vigilantes do Peso, grupo que auxilia pessoas a perderem peso. É interessante como programa de auto-ajuda e para quem já está sendo orientado, pois geralmente é um grupo muito heterogêneo e cada um tem um problema diferente.
Além de uma educação alimentar e da prática de exercícios físicos regulares, outro fator que deve ser levado em conta para uma boa qualidade de vida é cortar o cigarro. Se o mundo todo parasse de fumar hoje, haveria uma redução de 33% nos casos de infarto. Cada cigarro diminui a vida do fumante em cinco minutos e meio, alerta.
Se a pessoa não pratica exercícios, é considerada sedentária e diversos fatores fazem aumentar esse problema no mundo. As novas tecnologias e facilidades e os confortos do dia a dia, como controles remotos, máquinas automáticas para lavar roupa e louça, são agravantes. Na população de São Paulo temos 70% de sedentários, afirma o Dr. Nabil, enquanto mostra uma imagem da fachada de uma academia de ginástica com uma escada rolante para os alunos subirem.
Benefícios - Quanto maior a preguiça, maior o cansaço e menor a vontade de se fazer uma atividade física, comenta. Segundo ele, num estudo feito com atividades domésticas, ficou comprovado que ao limpar a casa há um gasto de 235 calorias entre as mulheres, 250 entre os homens e lavar a roupa 155 para as mulheres e 165 para os homens.
Entre os benefícios do exercício estão a melhora do humor, uma maior aptidão física, um menor risco de doença e menos chances de isolamento social. Qualquer atividade saudável precisa ser confortável e trazer bem estar, lembra o palestrante. Mas ele ressalta que o ideal é praticar exercícios entre três e cinco vezes na semana, sem exageros, pois apenas atletas profissionais podem treinar todos os dias.
O esporte libera a endorfina, substância que contém os hormônios do bem estar, comenta. Ainda segundo o doutor, o ideal é que cada um gaste 2.200 calorias por semana, mas sempre com o cuidado para não cometer exageros e sempre com o consentimento médico.
Para aqueles que dizem não ter tempo, mas certamente guardam uma parte do dia para a relação sexual, o Dr. Nabil diz que já é um começo. Na relação sexual perde-se de três a 10 calorias por minuto. Na corrida e na natação, por exemplo, há um gasto de 12 a 14 calorias por minuto.
Ele encerrou a palestra enfatizando novamente que ninguém morre de véspera, o que existem são doenças prévias não identificadas. Ainda de acordo com o médico, é estritamente necessária uma avaliação cardiovascular para prevenir problemas e um pronto atendimento para salvar uma vida em caso de emergência.
Luis Carlos Teixeira foi um dos presentes que mais fez perguntas para o Dr. Nabil e, ao final, avaliou a palestra como excelente. Foi bem abrangente na área físico alimentar e o conteúdo bem direcionado para os praticantes de corrida. Já o professor de educação física Alexandre Sugawara, também aprovou a palestra e dá uma sugestão. Esse tema poderia ser mais divulgado para profissionais da área, para aprofundar melhor o assunto.
Quem não teve a oportunidade de assistir à palestra, ou aqueles que quiserem saber um pouco mais sobre os assuntos abordados, pode adquirir o livro do Dr. Nabyl Ninguém Morre de Véspera, disponível nas principais livrarias e lojas especializadas em corrida, sob o valor médio de R$ 30.
Triathlon · 20 abr, 2007
Mark Allen, um dos principais atletas em provas de longa distância estará entre os dias 20 e 22 em São Paulo para participar de mesas redondas, workshops e para ministrar palestras sobre o esporte. No currículo, ele ostenta seis títulos do Ironman do Havaí, sendo o último em 1995, aos 37 anos.
Mark abordará diversos temas da atualidade referente ao esporte e contará com alguns convidados especiais, como o Prof. Dr. Reinaldo Abunasser Bassit (o Tubarão), que explicará como os cuidados nutricionais e a suplementação em provas longas pode otimizar o desempenho em competições. Também estarão presentes o Prof. Dr. Júlio Cerca Serrão, na área de biomedicina, o Prof. Irineu Loturco Filho sobre treinamento de força e o Prof. Dr. Cristiano Frota Laruino sobre lesões por sobrecarga.
Atualmente Mark Allen é técnico de triathlon e viaja para diversos países do mundo com suas palestras e dicas. Além de ter sido um dos maiores vencedores do Ironman, ele foi também o primeiro campeão do triathlon olímpico, na França e decacampeão do Triathlon de Nice, a mais importante prova da Europa nos anos 80 e 90.
Programação
As inscrições já estão esgotadas e o número de telefone (11) 3032-3570 está à disposição para esclarecimentos de dúvidas.
Atletismo · 28 mar, 2007
O circuito Webrun Banco Real de palestras 2007 começou nessa última terça-feira com o tema Qualidade de Vida. Ministrada pelo médico e jornalista Dr. Osmar de Oliveira, a palestra foi realizada na academia Competition, em São Paulo. Saiba como foi.
São Paulo - Falar de qualidade de vida é algo que pode ser previsível para as pessoas. Esse assunto remete à prática de esporte, vida mais saudável, alimentação balanceada, entre outros. Mas pela ótica do Dr. Osmar de Oliveira qualidade de vida vai um pouco além.
Para ilustrar e explicar essa tal qualidade de vida, ele usou o exemplo da vida sedentária do seu gerente do banco, o Zé Roberto. Assim como grande parte da população brasileira, esse sujeito tem uma rotina estressante e sem nenhuma atividade física.
Em resumo, o dia desse tal Zé Roberto é: acordar, andar poucos passos para sair de casa, depois enfrentar o estresse do trânsito, ficar nervoso com o noticiário do rádio (que só tem desgraça), almoçar porcaria, ficar sentado o dia todo e por fim enfrentar os problemas da casa. O que eu vou receitar para esse cara quando ele chega no meu consultório?, indaga o Dr. Osmar.
Para ele o ritmo do corpo do Zé Roberto, que poderia ser de qualquer pessoa comum, é o ritmo do estresse externo que ele enfrenta. Para fugir desse ritmo, ele precisaria relaxar, mas nem sempre é possível. Falta de dinheiro e tempo para tirar férias é um empecilho. Além disso, mesmo relaxado o ritmo frenético da rotina do Zé Roberto já foi incorporado por seu corpo. Por incrível que pareça ele sente falta do estresse nas férias e fica agoniado sem saber o que fazer. O seu corpo não sabe relaxar, conta.
Remédio - Para esses casos o Dr. Osmar receita sim uma única coisa: academia. Quando a pessoa entra na academia o coração começa a bombear mais sangue, cresce, assim o sangue percorre mais rápido pelas artérias e elimina todos os resíduos como o colesterol. Mesmo com o cotidiano estressante, o corpo e a cabeça vão reagir melhor com a atividade física.
De acordo com o Dr. Osmar, ele não conhece nenhum órgão do corpo humano que não se beneficie direta ou indiretamente da atividade física. Praticar alguma coisa é igual trocar o óleo do carro, lembra. E essa vantagem ainda pode ser um pouco maior para as mulheres que vão ter um parto melhor, menos TPM, menos cólica, entre outros. Para se ter uma idéia quando a mulher faz abdominal ela joga mais sangue nos seus ovários e útero, explica.
E para o médico e jornalista, falta de tempo não é desculpa. Qualquer pessoa pode acordar mais cedo e começar a fazer ao menos uma corrida estacionária, aquele que não sai do lugar, por 15 minutos.
Após alguns meses de atividade física, o beneficio é nítido. O corpo fica mais bonito e forte. Você fica melhor com você mesmo. Gosta mais do seu corpo e não sente nada, nenhuma palpitação, nenhuma dor. Essa é a grande qualidade de vida, revela.
Mas o Dr. Osmar ainda revela um segredinho para essa qualidade de vida: a felicidade. O sujeito não pode se privar de tudo por causa da atividade física, se comer picanha e beber cerveja lhe dá prazer, quem vai proibir? Depois ele queima isso durante o esporte, diz.
Essa felicidade só é adquirida quando as pessoas trocam energias, se tocam, interagem, tem uma vida social e que visa o bem. Essas energias precisam ser trocadas. Isso não acontece só no abraço, no toque, mas na atenção pelas pessoas. Não adianta fazer atividade física se você não cuida desse outro lado. Isso tudo é qualidade de vida, finaliza.
Sorteio - No final da palestra foram sorteados mochilas e camisetas do Banco Real, vale compras da loja Velocità, cinco sessões de fisioterapia da clínica esportiva do Dr. Osmar de Oliveira e uma consulta com ele.
Corridas de Rua · 25 out, 2006
Na última terça feira (24) o Professor Nelson Evêncio foi o palestrante do último evento do Circuito de Palestras do Webrun. Nelson falou um pouco sobre o histórico da corrida Nike 10k e deu algumas dicas para quem for participar da prova. Ao final, Daniel Neves, especialista em tecnologia de produtos, falou sobre as diferenças entre os calçados e apresentou um futuro lançamento da Nike no Brasil, um i-pod que se comunica com o tênis.
Cerca de 75 pessoas estiveram presentes na noite de ontem (24) no auditório da Academia Competition da Bela Vista, para ouvir as dicas do Professor Nelson. Ele explicou que o caráter da Nike 10k é mais participativo do que competitivo, segundo ele as pessoas vão mais para participar de uma grande festa do que para marcar tempo.
Ano passado foram 20 mil inscritos em São Paulo e, para esse ano, os organizadores esperam uma participação de 25 mil pessoas na capital e de 120 mil nas nove cidades em que a prova será disputada.
Ritmo de Treino - Após essa breve introdução da competição, o treinador passou algumas informações sobre o ritmo de treino de um corredor amador, de acordo com o tempo e o objetivo de cada um. Antes de qualquer coisa é bom lembrar que as pessoas devem passar no médico para um check-up e depois procurar um treinador que vai orientá-las da melhor forma, comentou Nelson.
O primeiro item abordado em relação ao treinamento foi para um atleta que deseja apenas completar a prova, sem pensar em tempo. Segundo Nelson, nesse caso o ideal é que a pessoa treine de três a quatro vezes por semana e complemente o treino na academia duas vezes por semana.
Nesse momento o palestrante mostrou uma foto de uma corredora na chegada de uma prova com um sorriso estampado no rosto. Essa minha aluna chegou sorrindo, se eu a mandasse acelerar o passo, ela agüentaria o ritmo, mas não estaria mais sorrido, brincou Nelson.
Em seguida, Evêncio listou uma série de pré-requisitos para quem deseja completar a prova em tempos específicos. Quem quiser fazer abaixo dos 60 minutos deve treinar de quatro a cinco vezes por semana e complementar na academia duas vezes por semana, comentou.
Já para quem quiser ir além e fazer abaixo de 50 ou de 45 minutos, por exemplo, deve treinar de cinco a seis vezes por semana e complementar o treino na academia duas vezes por semana. Nesse estágio o corredor deve estar apto a correr de 50 a 55 quilômetros na semana e de 75 a 90 minutos por dia, disse o treinador.
Já para quem deseja fazer um tempo digno de brigar pelas primeiras posições, deve ir além. Nelson levou o público às risadas quando disse que para obter esse tempo existe um segredo que ele aplica durante os treinos, mas que não costuma revelar e mostrou a foto de um cachorro correndo atrás de um atleta durante uma corrida.
Brincadeiras à parte, o palestrante comentou que para fazer a prova na casa dos 30 minutos é necessário muito treino e dedicação todos os dias, durante vários períodos, o que é praticamente impossível para atletas amadores que não vivem do esporte e têm outras ocupações.
Dicas - Na segunda parte da palestra Nelson Evêncio passou algumas dicas para as semanas e os dias que antecedem a prova. Aumente o treino, tente correr pelo menos uma vez entre 55 e 60 minutos direto, mas na última semana faça um treino mais leve, comentou o treinador.
Ele também falou sobre a alimentação, que deve ser leve, sem gorduras, refrigerantes e frituras, além de evitar álcool e noites mal dormidas. Também é ideal treinar uma ou duas vezes com o uniforme que vai correr, estudar bem o percurso e relaxar. O importante é se divertir, esse é o espírito da prova, alertou Evêncio.
Já no dia da prova, segundo Nelson, é importante tomar um bom café da manhã, mas evitar leite que pode fermentar o estômago e também não se deve fazer extravagâncias e comer algo que não esteja acostumado. Fique atento à hora da largada, chegue com antecedência, aqueça e alongue antes e alongue e relaxe depois, comentou o técnico.
Para os atletas iniciantes ele recomenda sair um pouco mais lento no começo, sentir como o corpo reage durante o percurso e depois aumentar o ritmo gradativamente. Se necessário ande, ou peça ajuda para algum Staff do evento, peça desculpas se esbarrar em alguém, incentive os colegas e agradeça ao público, disse o palestrante.
Já para os mais experientes, as recomendações de Nelson são: faça um bom aquecimento, tente correr no mesmo ritmo durante o percurso e aproveite para curtir uma bela prova.
Antes de encerrar, o treinador deixou uma mensagem do navegador solitário Amyr Klink para o público presente, na qual ele diz que algumas oportunidades são únicas e devemos aproveitá-las. Ao final ele foi aplaudido pelo público, que ainda fez várias perguntas sobre a prova.
Tecnologia - Após as dicas do professor Nelson Evêncio, entrou em cena Daniel Neves, que passou algumas explicações sobre os produtos da Nike. Ele disse que antigamente as palmilhas dos tênis eram de um material duro, o EVA, que não amortecia o impacto; já hoje em dia o material usado é bem mais macio e aerado. O EVA pode ser comparado ao chocolate chokito e o material de hoje ao Suflair, brincou Daniel.
Ele também mostrou para as pessoas a próxima novidade da marca esportiva, um tênis que se comunica com o i-pod. Segundo ele, alguns tênis têm um local onde se encaixa um chip que envia informações para a versão nano do aparelho.
Com essa tecnologia, uma voz conversa com o corredor e passa informações sobre distância percorrida, calorias perdidas, tempo gasto, entre outras informações. Em posse desses dados é possível montar uma planilha de evolução no site da marca esportiva e compartilhar as informações com outros corredores e com um treinador.
O Circuito de Palestras do Webrun volta em março com vários temas diferentes, fique de olho.
Nessa terça feira (24) acontece mais uma palestra do Circuito de Palestras Webrun, dessa vez com o tema Nike 10k - Imagine você terminando. Para quem quiser participar, ainda restam vagas e as inscrições podem ser feitas aqui até às 18h do dia da palestra.
Para aproveitar a chegada da tradicional prova Nike 10k, o palestrante será o professor Nelson Evêncio (Diretor Técnico da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva), que vai abordar os seguintes temas:
Nelson Evêncio é graduado em Educação Física; pós-graduado em Treinamento Desportivo; pós-graduando em Administração e Marketing Esportivo; técnico de atletismo Nível 1 pela IAAF- International Association of Athletics Federation; diretor técnico da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva; colunista do site Webrun, do jornal Atividade Física e consultor da revista SuperAção. Ele também é vice-presidente da ATC - Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo.
Serviço: Palestra Nike 10k - Imagine você terminando, nessa terça feira (24) às 20h no auditório da Academia Competition, sito à Rua Cincinato Braga, 520 - Bela Vista, São Paulo. Haverá sorteio de tênis Nike entre os participantes.
Corridas de Rua · 23 out, 2006
Nessa terça feira (24) acontece mais uma palestra do Circuito de Palestras Webrun, dessa vez com o tema Nike 10k - Imagine você terminando. Para quem quiser participar, ainda restam vagas e as inscrições podem ser feitas aqui até às 18h do dia da palestra.
Para aproveitar a chegada da tradicional prova Nike 10k, o palestrante será o professor Nelson Evêncio (Diretor Técnico da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva), que vai abordar os seguintes temas:
Nelson Evêncio é graduado em Educação Física; pós-graduado em Treinamento Desportivo; pós-graduando em Administração e Marketing Esportivo; técnico de atletismo Nível 1 pela IAAF- International Association of Athletics Federation; diretor técnico da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva; colunista do site Webrun, do jornal Atividade Física e consultor da revista SuperAção. Ele também é vice-presidente da ATC - Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo.
Serviço: Palestra Nike 10k - Imagine você terminando, nessa terça feira (24) às 20h no auditório da Academia Competition, sito à Rua Cincinato Braga, 520 - Bela Vista, São Paulo. Haverá sorteio de tênis Nike entre os participantes.
Corridas de Rua · 28 set, 2006
Cerca de 100 pessoas acompanharam na última quarta-feira no auditório da academia Competition (27) a palestra do Webrun ministrada pelo Dr. Paulo Barone, que falou sobre equilíbrio e lesões na corrida. Confira.
São Paulo - Equilíbrio, performance e longevidade. Baseado nessas três palavras Barone começou a palestra, que teve como objetivo mostrar para o público a importância de avaliações periódicas e de uma integração entre as diversas áreas médicas.
A missão principal é diagnosticar o objetivo de cada indivíduo para atendê-lo com segurança e evitar uma possível lesão, explicou o médico. Ele apresentou um gráfico da Corpore que mostrava o aumento do número de participantes em provas a cada ano, que ocasionalmente não fazem uma avaliação correta. É importante saber os limites no exercício, assim como a capacidade cárdio-pulmonar e os limites de tolerância.
Muitos corredores começam a praticar o esporte e se empolgam tanto que não percebem que o sistema músculo esquelético está em desequilíbrio e sofrendo. Para ilustrar isso, Barone listou uma série de variáveis envolvidas no desempenho de um atleta, seja de forma positiva ou negativa: alimentação, hidratação, alongamento, descanso, musculação, material esportivo e fatores psicológicos. Esses fatores podem ser controlados, ao contrário da genética e do clima, por exemplo, contou.
Um exemplo prático que comentou foi de um paciente que foi treinado para a corrida, resolveu jogar futebol e se lesionou. Não adianta fazer uma preparação específica para um esporte e querer praticar outro, os riscos de lesões são maiores, comentou o médico.
Em seguida ele apresentou alguns exames que podem ser feitos para saber o estado do corredor, como o ergoespirométrico. Este individualiza o treinamento do esportista. Existe também a avaliação isocinética, que mede a potência, a força e a resistência muscular. Porém, não adianta ter o conhecimento tecnológico se as partes médicas não conversam, ressaltou o doutor em relação à importância de todas as áreas trocarem informações.
Depois, o palestrante mostrou algumas radiografias e ressonâncias de casos reais e comentou que o diagnóstico correto muitas vezes pode até evitar uma cirurgia. Temos que respeitar a individualidade de cada um, com as avaliações.
Ao final o público pôde fazer perguntas e tirar algumas dúvidas e uma delas foi se na hora de correr o tipo de superfície influencia no aparecimento de lesões. Quanto mais dura a superfície, mais chance de haver uma sobrecarga e quanto mais irregular o terreno mais chance de haver uma torção, explicou Barone.
Outra pergunta foi em relação ao fortalecimento da musculatura, se seria melhor fazer natação ou musculação. A natação pode ser um complemento, mas é essencial para o corredor fortalecer os membros inferiores com a musculação, finalizou o doutor.
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