Caminhada · 11 maio, 2015
A rotina não só dos atletas, mas da maioria das pessoas, é bem puxada e quando bate aquela fome, muitos acabam recorrendo aos famosos "snacks". Esses lanches chegam até a substituir uma refeição ou outra, mas a dúvida é: eles são realmente saudáveis ou é uma furada para uma dieta balanceada?
Barras de cereais cheias de açúcar devem ser evitadas. Foto: schoko-riegel/ licença CC BY 2.0De acordo com o nutricionista esportivo mestre em neurociências, Rafael Brasilia, alguns alimentos parecem saudáveis, mas na realidade só aparentam. Não devemos basear a nossa alimentação em produtos industrializados e sim em comida. Pela praticidade e estilo de vida corrido optamos em certos horários por alimentos muito processados, mas com algum esforço você consegue ter uma alimentação praticamente livre de industrializados, afirma.
Entre esses "falsos saudáveis" estão as barrinhas de cereais cheias de açúcar, as bolachas de água e sal ou torradas, os cereais matinais flavorizados (com adição de aroma), as granolas com muito açúcar e calorias, os pães integrais que possuem um percentual baixo de farinha integral, além dos sucos cheios de açúcar e conservantes.
Uma opção prática e saudável é comer frutas. Foto: Brent Hofacker/ Fotolia
Esses produtos passam por um processo de industrialização que interfere na composição, como a perda de nutrientes, por exemplo. Além disso, os lanches podem até ser prejudiciais ao organismo. As vitaminas em geral se perdem quando aquecidas, os alimentos são adicionados de vitaminas para corrigir esta perda. Como eles visam sabor ou lucro não são a melhor opção. Os erros mais frequentes estão no excesso de sódio, açúcar ou aditivos químicos para aumentar a validade, explica Rafael.
Segundo a nutricionista da Bio Ritmo, Fúlvia Gomes Hazarabedian, é necessário ficar atento às informações contidas nas embalagens. Os rótulos são ótimas referências para calorias, quantidade de gorduras totais e saturadas, quantidade de sódio e distribuição de nutrientes como carboidratos, açúcares e proteínas. No entanto, vale também observar com atenção os ingredientes dos produtos, onde podem ser vistos os ativos químicos e outros componentes, afirma.
Quem está fora de casa pode optar pelas frutas, pães 100% integrais, iogurtes mais naturais, biscoitos sem adição ou com um percentual extremamente baixo de açúcar, gorduras trans e saturadas. Não é necessário cortar totalmente da alimentação esses lanchinhos, sendo que o ideal é comer de uma a duas vezes por dia apenas e limitar a 250 ou no máximo 300 calorias.
Caminhada · 24 abr, 2015
Ir ao salão de beleza para cuidar das unhas já virou rotina na vida de muitas mulheres e acaba sendo uma questão de estética e vaidade. Além disso, as unhas têm papel importante em relação ao corpo. A principal função é a proteção das extremidades dos dedos das mãos e dos pés, bem como a manipulação de pequenos objetos, segundo a dermatologista Renata Fogolin Violato.
Mas você sabia que a aparência das unhas pode ter relação com a falta de vitaminas ou até doenças mais sérias?
Sinais nas unhas das mãos são mais comuns do que nos pés. Foto: koszivu/ FotoliaPara entendermos um pouco mais sobre isso, a doutora listou alguns desses sinais e as respectivas doenças:
Doenças cardiorrespiratórias: unhas arredondadas, muito curvas e mais finas.
Doenças do fígado: unhas frágeis, manchas esbranquiçadas, coiloníquia (em forma de colher), linhas de Muehrcke (faixas esbranquiçadas transversais separadas entre si por áreas avermelhadas), unhas de Terry (parte central esbranquiçada e contorno avermelhado), coloração amarelada.
Doenças intestinais: unhas frágeis, coiloníquia (em forma de colher).
Doenças dos rins: linhas de Muehrcke (faixas esbranquiçadas transversais separadas entre si por áreas avermelhadas), unhas meio a meio (área próxima ao centro com cor esbranquiçada e a outra parte avermelhada ou de cor castanha), unhas frágeis, coiloníquia (em forma de colher).
Doenças da tireóide - hipotireoidismo: unhas frágeis, crescimento mais lento, unhas mais finas, faixas esbranquiçadas.
Anemia: unhas mais pálidas.
Deficiência de ferro: unhas frágeis, coiloníquia (em forma de colher).
As unhas não indicam apenas vaidade. Foto: chic geekuk/ Licença CC BY-NC-ND 2.0É importante manter as unhas e cutículas sempre muito bem hidratadas com cremes formulados especificamente para essa região, com componentes como a uréia, por exemplo. As unhas ressecadas são sempre mais quebradiças e sem brilho, finaliza Renata.
Lembrando que o fundamental é procurar um dermatologista e um clínico geral para ter o diagnóstico mais preciso. Só um profissional especializado pode avaliar se realmente é o caso de uma doença e a investigação pode ser feita por meio de exame de sangue, raio X, entre outros testes médicos.
Caminhada · 23 abr, 2015
Com roda dianteira fixa que garante maior estabilidade; guidão estendido com multiposições; sistema de freio acionado no guidão que oferece maior controle em terrenos íngremes, amortecedor traseiro e um assento estofado reclinável, detalhes técnicos que enfatizam a reputação da Thule para suas principais marcas registradas: design moderno, estilo, segurança, facilidade de uso e excelente acabamento.
O Thule Glide Sport faz parte da linha Thule Active With Kids, que tem como objetivo aproximar pais e filhos durante a prática esportiva. Isto significa que os pais podem passear correr, pedalar ou caminhar sem deixar seus pequenos em casa. Para isso a linha possui ainda os bike trailers (modelos Cadence e Coaster) e os carregadores de bebê para trekking (Thule Sapling).
O corredor Rafael Campos em um de seus treinos com a Thule Glide Foto: Divulgação Urban Guide
Para fomentar o conceito desta linha, a Thule nomeou o atleta ícone das corridas de aventura no Brasil, Rafael Campos, como o mais novo embaixador para esta categoria. Rafael, pai da Manuela, uma menina de apenas oito meses, poderá manter grande parte de sua rotina de treinamentos sem deixar de estar mais próximo de sua família. Eu sou usuário dos produtos Thule, admiro a marca e agora com os produtos da linha Active With Kids, eu e minha esposa poderemos inserir nossa filha nesse mundo da aventura com segurança. Estamos ansiosos em poder compartilhar esta história com todos, incentivando pais para que as crianças sejam inseridas no esporte desde pequenas, afirma Campos.
A linha Active With Kids inclui itens como bike trailers, cadeirinhas para bicicletas, carrinhos esportivos de três rodas para running e passeio e carregadores de bebê para trekking.
Caminhada · 08 abr, 2015
Muito se fala sobre câncer de pele, mas poucos sabem realmente o que ele é, seus sintomas e tratamento. Os cânceres são multiplicações celulares que geram células diferentes das que já existem no organismo, segundo a dermatologista Michele Haikal.
Na pele é possível ter diversos tipos de câncer, a especialista explica alguns deles:
Carcinoma basocelular: que é tumor maligno cutâneo mais frequente em nosso meio, representando 71,4% dos tumores malignos de pele e começam da epiderme. O fator mais importante envolvido na evolução da doença é exposição da pele à radiação dos raios ultravioletas B, único que oferece riscos à saúde humana. Tem baixo risco de metástase, mas pode crescer muito radialmente e não ter cura, causando deformidades.
Carcinoma espinocelular: é o segundo tumor maligno mais frequente na pele (21,7%), podendo causar metástase. Origina-se da proliferação atípica de células da camada espinhosa da epiderme e sua incidência tem aumentado drasticamente nos últimos anos. O fator mais importante envolvido é o raio ultravioleta B com contribuição do ultravioleta A. A lesão prévia mais frequente é a queratose actínica, lesões grossas que surgem em cima de pele muito exposta ao sol. A redução da eficiência do sistema imunológico aumenta o risco do seu desenvolvimento.
Melanoma: ocorre pela transformação do melanócito (célula que dá cor à pele e a pintas). Representa 4% dos tumores malignos de pele e é o de maior mortalidade. Quando não diagnosticado no início ele infiltra a derme e torna-se com elevado índice de metástase e resistente a terapias, sendo responsável por 77% das mortes por câncer de pele. Sua incidência tem dobrado a cada dez anos e é o câncer mais fatal entre adultos jovens. Os fatores de risco são ambientais e também genéticos. A exposição solar é o principal fator ambiental, mas 10% dos casos ocorrem por histórico familiar.
Carcinoma de células de Merkel: é um tumor raro, mas muito agressivo, que se origina da transformação desordenada das células de Merkel (responsáveis pelo tato). A redução da eficiência do sistema imunológico (imunossupressão) é um fator de risco para o seu desenvolvimento. Atualmente reconhece-se a presença de um vírus, o polyomavirus, envolvido em sua gênese.
Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista Foto: Instituo Christiana Care/Licence CC BY-NC-SA 2.0A frequência é igual para ambos os sexos, porém em alguns países há estatísticas sobre a doença. O melanoma tem um predomínio um pouco maior em mulheres, segundo estatísticas de países desenvolvidos, mas tem aumentado à incidência em homens. No Brasil não temos estas estatísticas, explica Michele. O Carcinoma de células de Merkel (que é muito raro) tem um discreto predomínio em homens.
Precauções
A principal precaução que está em nossas mãos, é o uso de protetor solar diariamente e evitar exposição excessiva ao sol. Existem também outros fatores envolvidos como a genética e a imunossupressão que são mais difíceis de atuar.
Sintomas
Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista. Michele diz que devemos ficar atentos às lesões pigmentadas quando há o desenvolvimento de melanomas. Se um nevo (pinta) se torna sintomático (coceira, sangramento, crescimento rápido), ou se ele tem o tamanho maior que seis milímetros, irregularidade de bordas, variedade de cores e assimetria de sua forma, deve ser mostrada a um especialista rapidamente, diz.
Tratamento
A dermatologista explica que existe variação de acordo com cada tipo de câncer de pele e do tempo em que ele foi encontrado, indo desde o uso de substância local ou remoção simples por exérese (cirurgia de retirada de corpo estranho), até a quimio e radioterapia.
Caminhada · 06 abr, 2015
Há muito tempo a atividade física é conhecida por seus inúmeros benefícios na esfera física e psíquica e agora a luta contra o câncer ganhou um novo aliado. Segundo estudos recentes, a obesidade e a vida sedentária aumentam a incidência de certos tipos de câncer: 20% dos casos de câncer de mama, 50% dos cânceres de endométrio (membrana que reveste a parede do útero), 25% dos tumores malignos de cólon (parte do intestino grosso) e 37 % dos tumores de esôfago.
Homens e mulheres fisicamente ativos, independentemente de sua massa corpórea, apresentam menor risco de desenvolvimento dos tipos mais comuns de câncer no ser humano como mama, próstata e cólon. Estudo publicado pela Associação Americana para a Pesquisa do Câncer mostrou que mulheres na menopausa que se exercitavam regularmente reduziram o risco de contrair a doença em 25%. Mesmo aquelas que fizeram atividades mais leves como caminhadas reduziram seu risco em 14%.
Uma simples caminhada diária já traz muitos benefícios. Foto: Henri Liriani/ Licença CC BY-NC-ND 2.0Este estudo contou com a participação de 73.615 mulheres na fase da pós-menopausa e demonstrou que atividades simples e regulares, como andar ao menos uma hora por dia, reduzem significativamente o risco de câncer de mama. Porém, os especialistas alertam que é preciso manter a regularidade dos exercícios e escolher atividades físicas que tenham um gasto calórico ao redor de 350 calorias/hora por dia, como por exemplo uma sessão de Pilates, uma hora de musculação, trinta minutos de corrida ou até mesmo uma hora de caminhada vigorosa.
Diversos mecanismos fisiológicos foram sugeridos para explicar o efeito protetor do exercício para o desenvolvimento de tumores. O exercício físico promove o aumento da circulação sanguínea e estimula o trabalho muscular que reduz os níveis de insulina e de certos fatores de crescimento liberados pelo tecido adiposo que estimulam a multiplicação das células malignas. Também modula os níveis de substâncias químicas e hormônios como o estrógeno e progesterona, além de prevenir o envelhecimento precoce das células, minimizando o risco de alterações celulares que podem originar os tumores.
O sedentarismo é um grande vilão no combate ao câncer. Foto: umpalumpas/ FotoliaO importante na condução do exercício físico é a evolução lenta e progressiva, principalmente para aquelas pessoas sedentárias que desejam começar a se exercitar. A combinação de atividades que contemplem exercícios para diferentes valências físicas, como força muscular, flexibilidade e condicionamento cardiovascular, é uma ótima opção para iniciantes e avançados.
Apesar da relação entre atividade física e câncer ainda não estar definitivamente esclarecida, os estudos são categóricos ao mostrar que portadores desta doença, ou aqueles que foram submetidos a cirurgias para o tratamento de tumores de mama, intestino ou próstata, devem investir um tempo significativo na prática regular de exercícios físicos. Devem também se dedicar com a mesma energia que enfrentam as modalidades tradicionais de tratamento como quimioterapia, radioterapia ou cirurgias.
O carnaval passou e a partir de agora para muitos brasileiros o ano começa oficialmente. Mas não para nós dos portais Webrun e Webventure, que entramos em 2015 mesmo antes das primeiras badaladas do dia primeiro de janeiro. Ainda em 2014 tivemos muitas reuniões e discussões de planejamento.
Ano passado enfrentamos o desafio da Copa do Mundo, que tirou muitos investimentos do mercado de running e aventura para o já mundo milionário do futebol e nos fez literalmente correr em ritmo ainda mais frenético para alcançar as metas. Muitos eventos surgiram principalmente nas corridas de montanha, ao mesmo tempo em que alguns de asfalto não conseguiram manter seus patrocínios e não foram realizados.
No mundo da aventura vimos o ecoturismo ganhar ainda mais força com muita gente viajando para destinos dentro e fora do Brasil para praticar os esportes que há poucos anos eram restritos a atletas profissionais. Os grandes eventos são cada vez mais raros, com exceção da tribo off road que mantém acesa sua paixão no Rally dos Sertões e em eventos menores ao longo do ano.
Para 2015 o cenário brasileiro e mundial não se mostra muito favorável a grandes investimentos com todas as denúncias de corrupção, alta do dólar e incertezas sobre o futuro econômico. E temos uma vez mais o desafio de não nos entregarmos e continuarmos nossa luta para trazer a melhor informação aos nossos leitores e, por que não dizer, fãs que conquistamos ao longo dos 18 anos de Webventure e quase 13 de Webrun.
No Webrun nos manteremos antenados ao que acontece nas principais provas do Brasil e do mundo, trazendo um calendário completo, resultados e com nossa equipe de jornalistas, blogueiros e colunistas empenhada em encontrar sempre algo diferente. A qualidade de vida não pode ficar de fora e manteremos nossa tradição de passar dicas de como ter uma vida mais saudável.
O ano finalmente começou! Foto: psdesign1/ FotoliaJá no Webventure seguiremos com a linha editorial adotada nos últimos anos de nos focarmos em Viagem, principalmente os destinos ecoturísticos conhecidos e os ainda pouco divulgados na mídia. Isso sem deixar nossa veia esportiva de lado, já que esse ano teremos o Mundial de Corridas de Aventura no Pantanal, uma etapa da Volvo Ocean Race no Brasil e a 23ª edição do Rally dos Sertões.
Desmembramos nossa área de foto e inscrições, que agora se tornaram empresas independentes para melhorar a qualidade do serviço prestado e buscar novos mercados. Com o Ticket Agora aturemos em inscrições de eventos variados, enquanto o Fotop busca aumentar seu portfólio de clientes finais e empresariais.
Por último, mas não menos importante, estaremos de olho nos atletas canarinhos que buscam uma vaga na Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016. Traremos notícias sobre a luta por uma vaga olímpica no atletismo, triathlon, mountain bike, canoagem e vela, além de informações sobre as arenas de competição e bastidores.
Temos muito trabalho pela frente, mas nossos leitores diariamente nos fornecem a energia necessária para nos mantermos como referência de mercado. Todos aqui amam o que fazem e tenho certeza que 2015 nos reserva ótimas surpresas! Desafie seu Limite, Viva ao ar Livre.
Um grande abraço,
Alexandre Koda
Diretor de Redação Webventure/ Webrun
Atletismo · 23 fev, 2015
O carnaval passou e a partir de agora para muitos brasileiros o ano começa oficialmente. Mas não para nós dos portais Webrun e Webventure, que entramos em 2015 mesmo antes das primeiras badaladas do dia primeiro de janeiro. Ainda em 2014 tivemos muitas reuniões e discussões de planejamento.
Ano passado enfrentamos o desafio da Copa do Mundo, que tirou muitos investimentos do mercado de running e aventura para o já mundo milionário do futebol e nos fez literalmente correr em ritmo ainda mais frenético para alcançar as metas. Muitos eventos surgiram principalmente nas corridas de montanha, ao mesmo tempo em que alguns de asfalto não conseguiram manter seus patrocínios e não foram realizados.
No mundo da aventura vimos o ecoturismo ganhar ainda mais força com muita gente viajando para destinos dentro e fora do Brasil para praticar os esportes que há poucos anos eram restritos a atletas profissionais. Os grandes eventos são cada vez mais raros, com exceção da tribo off road que mantém acesa sua paixão no Rally dos Sertões e em eventos menores ao longo do ano.
Para 2015 o cenário brasileiro e mundial não se mostra muito favorável a grandes investimentos com todas as denúncias de corrupção, alta do dólar e incertezas sobre o futuro econômico. E temos uma vez mais o desafio de não nos entregarmos e continuarmos nossa luta para trazer a melhor informação aos nossos leitores e, por que não dizer, fãs que conquistamos ao longo dos 18 anos de Webventure e quase 13 de Webrun.
No Webrun nos manteremos antenados ao que acontece nas principais provas do Brasil e do mundo, trazendo um calendário completo, resultados e com nossa equipe de jornalistas, blogueiros e colunistas empenhada em encontrar sempre algo diferente. A qualidade de vida não pode ficar de fora e manteremos nossa tradição de passar dicas de como ter uma vida mais saudável.
O ano finalmente começou! Foto: psdesign1/ FotoliaJá no Webventure seguiremos com a linha editorial adotada nos últimos anos de nos focarmos em Viagem, principalmente os destinos ecoturísticos conhecidos e os ainda pouco divulgados na mídia. Isso sem deixar nossa veia esportiva de lado, já que esse ano teremos o Mundial de Corridas de Aventura no Pantanal, uma etapa da Volvo Ocean Race no Brasil e a 23ª edição do Rally dos Sertões.
Desmembramos nossa área de foto e inscrições, que agora se tornaram empresas independentes para melhorar a qualidade do serviço prestado e buscar novos mercados. Com o Ticket Agora aturemos em inscrições de eventos variados, enquanto o Fotop busca aumentar seu portfólio de clientes finais e empresariais.
Por último, mas não menos importante, estaremos de olho nos atletas canarinhos que buscam uma vaga na Olimpíada do Rio de Janeiro em 2016. Traremos notícias sobre a luta por uma vaga olímpica no atletismo, triathlon, mountain bike, canoagem e vela, além de informações sobre as arenas de competição e bastidores.
Temos muito trabalho pela frente, mas nossos leitores diariamente nos fornecem a energia necessária para nos mantermos como referência de mercado. Todos aqui amam o que fazem e tenho certeza que 2015 nos reserva ótimas surpresas! Desafie seu Limite, Viva ao ar Livre.
Um grande abraço,
Alexandre Koda
Diretor de Redação Webventure/ Webrun
O manual do Perfeito Bom Nutricionista diz que devemos consumir sal com moderação. Para entendermos se estamos exagerando ou não com a dose do sal, é importante primeiro olhar sobre a recomendação para um adulto saudável. A atual recomendação é de 2.300mg diárias de sódio (cerca de 6g de sal). Mas a absoluta maioria de americanos e brasileiros ultrapassa em muito este valor. Médicos e Nutricionistas correm para dizer que este excesso é nocivo e pode causar hipertensão. Mas... Será mesmo?
Sempre que uma autoridade que supostamente entende mais do que você em um assunto de caráter técnico, fala uma diretriz, você tende a lhe dar razão, afinal, não existiriam motivos para eles quererem nos enganar. Porém, a pergunta deveria ser outra: qual será à base de fundamentação deste valor? Será que eles mentem? Não, não mentem, mas será que sabem o que falam? Infelizmente e provavelmente também não.
Cortar o sal é uma recomendação que virou sabedoria popular de quem quer ganhar a discussão no grito e baseado em um antigo achismo lá atrás Foto: Jiri Hera/FotoliaO United States Department of Agriculture (USDA), o Centers for Disease Control (CDC) e a American Heart Association (AHA), órgãos americanos que hoje servem de base para diretrizes nos EUA e no Brasil, alegam que ultrapassar os 2.300mg diários de sódio é perigoso porque aumenta a pressão arterial e pode levar a um maior risco cardíaco e renal.
Para usar assim um número tão quebrado, deveriam existir evidências, mas elas não existem, essa meta foi inventada sem fundamento. Mais do que isso, para idosos (acima de 50 anos), diabéticos e hipertensos, o valor é desumanamente mais rigoroso, 1.500mg. Mas vamos aqui nos concentrar nos adultos saudáveis.
É um fato que não há quem negue: comer sal, por causa do sódio, tem um efeito agudo (imediato e momentâneo) no aumento da pressão. Isso porque ao ingerir sal, o corpo retém mais água para compensar o aumento da concentração de sódio no sangue. Por isso que alimentos salgados dão sede, é uma resposta natural, é a homeostase cuidando do equilíbrio do corpo. O resultado desta retenção líquida é um aumento da pressão que cairá apenas quando os rins conseguirem eliminar o sal e a água. Ou seja, é uma hipertensão momentânea.
Porém, o desafio da Ciência é descobrir até onde esse efeito agudo do sal/sódio vira um estado crônico com suas consequências sérias. Por enquanto isso é puro chute, é uma enorme especulação sem evidência. E base de sustentação para se combater isso é apenas fé, é apenas achismo, é uma lógica nada científica e apenas puritana, aquela que estabelece (e deseja!) com um pé na ideia do pecado da gula por um alimento, no caso o sal, como as causas de um male. É o profissional da saúde apelando a Deus quando não tem resposta a um problema complexo.
Para grande parte dos cientistas culpar o sal por males causados as pessoas é a solução Foto: Allesk/FotoliaMuito pior e muito mais grave do que isso é que ao ficarmos focando toda nossa atenção no sal/sódio como causador de graves problemas como a hipertensão, corremos o enorme risco de deixar passar o verdadeiro vilão causador do problema.
Não deixa de ser meio decepcionante saber da origem do veredito do sal. Em 1940, o médico alemão Wallace Kempner da Duke University desenvolveu a dieta do arroz que convenceu uma geração de médicos que espalharam essa tese. Kempner criou uma dieta para tratar hipertensos. Essa dieta restringia fortemente o sal e funcionou. Porém, Kempner também mexia com a quantidade de inúmeros outros nutrientes, entre eles, a dieta continha altas quantidades de Potássio, um sabido nutriente que influencia positivamente na redução da hipertensão. E no caso quando a dieta não funcionava, usava-se o argumento tão usado quando não se sabe a resposta de um problema, terceirizam a culpa. Ou seja, depois de cortado o sal, se a pressão não caía, a culpa era do paciente que não teria seguido corretamente a dieta.
Pois o debate em torno do sal ser um mero coadjuvante voltou à tona por causa de um estudo do Institute of Medicine que concluiu não haver evidências que justifiquem as recomendações para reduzir o consumo diário de sódio para os 1.500mg. Mais do que isso, um estudo italiano tinha encontrado que uma grande redução de sódio pode inclusive ser problemática para a saúde de algumas pessoas, tal qual um estudo de 1972 no The New England Journal of Medicine. Ou seja, não sabemos se excesso faz mal, mas pouco sal definitivamente é bem perigoso.
Outro argumento de apoio para comermos pouco sal foi o fato de haver populações que consomem muito pouco sal que praticamente não sofrem de hipertensão. Mas de novo, esses mesmos povos não consomem muita coisa, como açúcar, por exemplo. Mas optaram pela saída fácil para um problema que não sabem a resposta: culpar o sal/sódio. Outra argumentação ainda é um estudo que gerou sódio-sensibilidade em ratos que consumiam muito sal. Porém, esses ratos comiam o equivalente a 500g de sal para um humano adulto!
Infelizmente o que era hipótese virou fato, mesmo sem provas. A NIH (EUA) investiu toneladas de dinheiro em estudos para reforçar a hipótese. Como nada de mais conclusivo surgiu, tinham que justificar de alguma maneira seu posicionamento rigoroso com o alimento. Então se apoiaram em um único estudo. O DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension. Ou intervenções nutricionais para interromper a hipertensão) feito em 2001 e que durou apenas 30 dias com somente 412 indivíduos que observou uma pequena queda da pressão arterial no grupo que reduziu o sal. Porém, ela foi pequena, modesta e em nada descobriu sobre seus efeitos na hipertensão ou nos efeitos crônicos na mortalidade ou risco cardíaco ao longo prazo. Nada.
Como é bem típico na Nutrição, as diretrizes quanto ao consumo de sal parecem suplantar a ciência, parece ser vítima de má interpretação de dados. Em maio de 1998, por exemplo, uma análise da Universidade de Copenhagen no Journal of the American Medical Association (JAMA) com 114 estudos promovendo a redução do consumo de sal arrancou a seguinte declaração do editor do JAMA quando os resultados foram pífios: pode-se dizer sem dúvida alguma que a atual redução recomendada de sal vai muito além dos fatos científicos.
Estou falando tudo isso porque um novo artigo reacendeu o debate dizendo que o açúcar tem um peso muito maior que o sal na hipertensão crônica. Funciona mais ou menos assim, a redução do consumo de açúcar e carboidratos gera uma perda de água por causa da queda inevitável dos níveis de insulina quando restringimos esses alimentos. Assim, os rins acabam liberando sódio e também água, reduzindo a pressão. Isso é um fato, não é chute.
Eu já havia dito isso aqui mesmo no Webrun quase três anos atrás, àquela época eu não era o único a falar que é o açúcar e não o sal um grande vilão da hipertensão, pois é o hormônio insulina quem ajuda cronicamente na retenção de líquidos enquanto o sal tem efeito apenas agudo. Ou seja, se você tem rins saudáveis e quer evitar o pior, atente ao pó branco. Mas o pó é doce!
Mas quando disse aquilo, houve quem não gostasse. Mas eu entendo. São 40 anos buscando evidências contra o sal sem sucesso. Há 40 anos sabem quem é que causa hipertensão, mas estudo atrás de estudo não traz a resposta. Quando elas em um ou outro estudo curto parecem existir, reforçam a mensagem de papel de vilão. Quando elas falham, como em tantos outros, ficam perdidas em meio ao barulho de quem só ouve o que quer. Ou seja, cortar o sal é uma recomendação que virou sabedoria popular de quem quer ganhar a discussão no grito e baseado em um antigo achismo lá atrás.
Se o seu Médico ou Nutricionista insiste que você vai virar hipertenso por comer muito sal, não importa o que você tente falar, se ele já tem um veredito, nunca irá escutar. Está mais do que na hora de tirar o debate sobre sal/hipertensão da idade média e trazer para o campo da ciência. Começando a ler esse belo artigo para esses é um bom começo.
Atletismo · 12 jan, 2015
O manual do Perfeito Bom Nutricionista diz que devemos consumir sal com moderação. Para entendermos se estamos exagerando ou não com a dose do sal, é importante primeiro olhar sobre a recomendação para um adulto saudável. A atual recomendação é de 2.300mg diárias de sódio (cerca de 6g de sal). Mas a absoluta maioria de americanos e brasileiros ultrapassa em muito este valor. Médicos e Nutricionistas correm para dizer que este excesso é nocivo e pode causar hipertensão. Mas... Será mesmo?
Sempre que uma autoridade que supostamente entende mais do que você em um assunto de caráter técnico, fala uma diretriz, você tende a lhe dar razão, afinal, não existiriam motivos para eles quererem nos enganar. Porém, a pergunta deveria ser outra: qual será à base de fundamentação deste valor? Será que eles mentem? Não, não mentem, mas será que sabem o que falam? Infelizmente e provavelmente também não.
Cortar o sal é uma recomendação que virou sabedoria popular de quem quer ganhar a discussão no grito e baseado em um antigo achismo lá atrás Foto: Jiri Hera/FotoliaO United States Department of Agriculture (USDA), o Centers for Disease Control (CDC) e a American Heart Association (AHA), órgãos americanos que hoje servem de base para diretrizes nos EUA e no Brasil, alegam que ultrapassar os 2.300mg diários de sódio é perigoso porque aumenta a pressão arterial e pode levar a um maior risco cardíaco e renal.
Para usar assim um número tão quebrado, deveriam existir evidências, mas elas não existem, essa meta foi inventada sem fundamento. Mais do que isso, para idosos (acima de 50 anos), diabéticos e hipertensos, o valor é desumanamente mais rigoroso, 1.500mg. Mas vamos aqui nos concentrar nos adultos saudáveis.
É um fato que não há quem negue: comer sal, por causa do sódio, tem um efeito agudo (imediato e momentâneo) no aumento da pressão. Isso porque ao ingerir sal, o corpo retém mais água para compensar o aumento da concentração de sódio no sangue. Por isso que alimentos salgados dão sede, é uma resposta natural, é a homeostase cuidando do equilíbrio do corpo. O resultado desta retenção líquida é um aumento da pressão que cairá apenas quando os rins conseguirem eliminar o sal e a água. Ou seja, é uma hipertensão momentânea.
Porém, o desafio da Ciência é descobrir até onde esse efeito agudo do sal/sódio vira um estado crônico com suas consequências sérias. Por enquanto isso é puro chute, é uma enorme especulação sem evidência. E base de sustentação para se combater isso é apenas fé, é apenas achismo, é uma lógica nada científica e apenas puritana, aquela que estabelece (e deseja!) com um pé na ideia do pecado da gula por um alimento, no caso o sal, como as causas de um male. É o profissional da saúde apelando a Deus quando não tem resposta a um problema complexo.
Para grande parte dos cientistas culpar o sal por males causados as pessoas é a solução Foto: Allesk/FotoliaMuito pior e muito mais grave do que isso é que ao ficarmos focando toda nossa atenção no sal/sódio como causador de graves problemas como a hipertensão, corremos o enorme risco de deixar passar o verdadeiro vilão causador do problema.
Não deixa de ser meio decepcionante saber da origem do veredito do sal. Em 1940, o médico alemão Wallace Kempner da Duke University desenvolveu a dieta do arroz que convenceu uma geração de médicos que espalharam essa tese. Kempner criou uma dieta para tratar hipertensos. Essa dieta restringia fortemente o sal e funcionou. Porém, Kempner também mexia com a quantidade de inúmeros outros nutrientes, entre eles, a dieta continha altas quantidades de Potássio, um sabido nutriente que influencia positivamente na redução da hipertensão. E no caso quando a dieta não funcionava, usava-se o argumento tão usado quando não se sabe a resposta de um problema, terceirizam a culpa. Ou seja, depois de cortado o sal, se a pressão não caía, a culpa era do paciente que não teria seguido corretamente a dieta.
Pois o debate em torno do sal ser um mero coadjuvante voltou à tona por causa de um estudo do Institute of Medicine que concluiu não haver evidências que justifiquem as recomendações para reduzir o consumo diário de sódio para os 1.500mg. Mais do que isso, um estudo italiano tinha encontrado que uma grande redução de sódio pode inclusive ser problemática para a saúde de algumas pessoas, tal qual um estudo de 1972 no The New England Journal of Medicine. Ou seja, não sabemos se excesso faz mal, mas pouco sal definitivamente é bem perigoso.
Outro argumento de apoio para comermos pouco sal foi o fato de haver populações que consomem muito pouco sal que praticamente não sofrem de hipertensão. Mas de novo, esses mesmos povos não consomem muita coisa, como açúcar, por exemplo. Mas optaram pela saída fácil para um problema que não sabem a resposta: culpar o sal/sódio. Outra argumentação ainda é um estudo que gerou sódio-sensibilidade em ratos que consumiam muito sal. Porém, esses ratos comiam o equivalente a 500g de sal para um humano adulto!
Infelizmente o que era hipótese virou fato, mesmo sem provas. A NIH (EUA) investiu toneladas de dinheiro em estudos para reforçar a hipótese. Como nada de mais conclusivo surgiu, tinham que justificar de alguma maneira seu posicionamento rigoroso com o alimento. Então se apoiaram em um único estudo. O DASH (Dietary Approaches to Stop Hypertension. Ou intervenções nutricionais para interromper a hipertensão) feito em 2001 e que durou apenas 30 dias com somente 412 indivíduos que observou uma pequena queda da pressão arterial no grupo que reduziu o sal. Porém, ela foi pequena, modesta e em nada descobriu sobre seus efeitos na hipertensão ou nos efeitos crônicos na mortalidade ou risco cardíaco ao longo prazo. Nada.
Como é bem típico na Nutrição, as diretrizes quanto ao consumo de sal parecem suplantar a ciência, parece ser vítima de má interpretação de dados. Em maio de 1998, por exemplo, uma análise da Universidade de Copenhagen no Journal of the American Medical Association (JAMA) com 114 estudos promovendo a redução do consumo de sal arrancou a seguinte declaração do editor do JAMA quando os resultados foram pífios: pode-se dizer sem dúvida alguma que a atual redução recomendada de sal vai muito além dos fatos científicos.
Estou falando tudo isso porque um novo artigo reacendeu o debate dizendo que o açúcar tem um peso muito maior que o sal na hipertensão crônica. Funciona mais ou menos assim, a redução do consumo de açúcar e carboidratos gera uma perda de água por causa da queda inevitável dos níveis de insulina quando restringimos esses alimentos. Assim, os rins acabam liberando sódio e também água, reduzindo a pressão. Isso é um fato, não é chute.
Eu já havia dito isso aqui mesmo no Webrun quase três anos atrás, àquela época eu não era o único a falar que é o açúcar e não o sal um grande vilão da hipertensão, pois é o hormônio insulina quem ajuda cronicamente na retenção de líquidos enquanto o sal tem efeito apenas agudo. Ou seja, se você tem rins saudáveis e quer evitar o pior, atente ao pó branco. Mas o pó é doce!
Mas quando disse aquilo, houve quem não gostasse. Mas eu entendo. São 40 anos buscando evidências contra o sal sem sucesso. Há 40 anos sabem quem é que causa hipertensão, mas estudo atrás de estudo não traz a resposta. Quando elas em um ou outro estudo curto parecem existir, reforçam a mensagem de papel de vilão. Quando elas falham, como em tantos outros, ficam perdidas em meio ao barulho de quem só ouve o que quer. Ou seja, cortar o sal é uma recomendação que virou sabedoria popular de quem quer ganhar a discussão no grito e baseado em um antigo achismo lá atrás.
Se o seu Médico ou Nutricionista insiste que você vai virar hipertenso por comer muito sal, não importa o que você tente falar, se ele já tem um veredito, nunca irá escutar. Está mais do que na hora de tirar o debate sobre sal/hipertensão da idade média e trazer para o campo da ciência. Começando a ler esse belo artigo para esses é um bom começo.
Atletismo · 08 jan, 2015
A cidade de Las Vegas será o ponto de encontro de um dos maiores evento de tecnologia do mundo, a CES 2015, que acontece entre seis e nove de janeiro. A Garmin, líder mundial em navegação por satélite, apresentará cinco lançamentos mundiais na Feira, destacando seu crescimento no mercado de wearables e apresentando tendências para o segmento das pulseiras e relógios inteligentes.
Confira os lançamentos da marca, que estarão no mercado no primeiro trimestre de 2015:
Fēnix 3
O Fēnix 3 estará disponível com preço sugerido de R$ 2.399 Foto: DivulgaçãoMultiesporte e com GPS, o relógio inteligente Fēnix 3 da Garmin chega com recursos aprimorados que apoiam uma gama de atividades multiesportivas - treinos fitness avançados, trilhas, esqui, escalada e corrida de montanha. O modelo é compatível com a Connect IQ store, que possibilita a aquisição de funcionalidades e opções de personalização. Ele vem em três versões: Prata, Cinza e a opção premium, Safira que é construída com lentes de safira resistentes a riscos.
Com carcaça de aço inoxidável e lente de vidro mineral resistentes a riscos, se adapta tanto ao ar livre quanto às salas de reuniões. Resistente à água a até 100 metros, suporta natação ou qualquer atividade aquática sem perigo de dano. Possui 20 horas de bateria com o GPS ligado, seis semanas com o GPS desligado e 50h no modo UltraTrac. As funções básicas do relógio incluem: alarme, alertas vibratórios, temporizador e cronômetro. Além disso, através do recurso Notificações Inteligentes, o usuário recebe alertas de chamadas, e-mail e mensagens de texto do smartphone compatível.
Fēnix 3 estará disponível no primeiro trimestre de 2015, com preço sugerido das versões Prata, Cinza e Safira de R$ 2.399 e R$ 2.699,00 para a versão HRM-Run bundle.
Vívoactive
Outro grande lançamento da Garmin para 2015 é Vívoactive, um relógio com GPS inteligente ultrafino e leve, com aplicativos de esporte e monitoramento de atividades. O modelo ajuda os usuários a desenvolverem e manterem um estilo de vida saudável ao rastrear mais de suas atividades com GPS habilitado para corrida, ciclismo, golfe, natação e monitoramento de atividades. Através de alertas vibratórios, as notificações inteligentes, que exibem alertas de chamadas, mensagens e e-mail, mantém os usuários em dia com o trabalho, família e amigos.
Para corrida, ele mostra ritmo, distância e tempo usando GPS e acelerômetro integrado, rastreia a velocidade e a distância quando o GPS não está disponível como ao correr em ambientes fechados; possui recursos adicionais, que incluem Auto Lap e Auto Pause, alertas vibratórios para frequência cardíaca, ritmo e intervalos de corrida/caminhada. Já para ciclismo mede tempo, distância, velocidade e calorias para treino de corridas ou pedaladas diárias.
O Vívoactive estará disponível no Brasil em preto ou branco no primeiro trimestre de 2015 e o preço sugerido é de R$1.299,00 e R$ 1.599,00 para a versão que acompanha o monitor cardíaco.
Epix
No Brasil, o Epix estará disponível no primeiro trimestre de 2015 com o preço sugerido de R$ 2.499,00. Foto: DivulgaçãoIdeal para entusiastas outdoor, o Epix é um relógio robusto com GPS e mapas, o primeiro de sua linha. O modelo possui tela de alta resolução touchscreen de 1.4, vem carregado com mapas base mundial, além de assinatura gratuita de um ano do banco de imagens de satélite do BirdsEye. Possui memória interna de 8GB para o carregamento de mapas adicionais, antena de aço EXO com recepção para satélites GPS e GLONASS para uma localização rápida e precisa, além da tradicional funcionalidade de altímetro/barômetro/bússola. O Epix é compatível com sensores ANT+, como monitores de frequência cardíaca, sensor de temperatura Tempe, entre outros.
Com opções completas de outdoor e navegação, permite que os usuários não apenas rastreiem onde eles estão, mas também planejem, diretamente do pulso, para onde irão. Pode pode gravar distância, ritmo, velocidade, calorias queimadas, etc. Quando emparelhado com um monitor de frequência cardíaca também pode estimar o VO2 máximo e fornecer um tempo indicado de recuperação após um treino intenso.
No Brasil, o Epix estará disponível no primeiro trimestre de 2015 com o preço sugerido ao consumidor de R$ 2.499,00.
Vívofit 2 Para encorajar qualquer usuário a se manter ativo, um dos wearables mais desejados da marca chega em nova versão! Além de poder ser usado 24 horas por dia, sete dias por semana oferecendo informações sobre passos, calorias, distância e horário do dia, o vívofit 2 possui alertas sonoros que lembram o usuário que está na hora de se mover, visor com iluminação de fundo que aumenta a visibilidade no escuro e um cronômetro de atividades para gravar e analisar treinos individuais.
O modelo possui um ano de duração de bateria e é resistente à água em até 50 metros para que os usuários raramente precisem tirá-lo do pulso. Durante os treinos é possível emparelhar o Vívofit com um monitor de frequência cardíaca compatível para visualizar a frequência e zonas cardíacas. Através do aplicativo Garmin Connect Mobile, o Vívofit 2 também se sincroniza automaticamente com o smartphone, assim os usuários podem visualizar o panorama completo de suas atividades díarias.
O Vívofit 2 estará disponível em preto, branco, azul ou rosa e chegará ao Brasil no primeiro trimestre de 2015 com preço sugerido de R$699,00 e R$799,00 com monitor de frequência cardíaca preto ou branco.
Connect IQ
A primeira plataforma aberta no mundo em que desenvolvedores podem criar aplicativos para os produtos Garmin é uma das grandes novidades da marca. O software alia a confiável tecnologia da Garmin com ênfase na economia de energia, duração de bateria estendida e conectividade com smartphones e sensores periféricos, através de Bluetooth, BLE e ANT+. Agora, com Connect IQ, desenvolvedores terceiros podem usar a linha em constante expansão de vestíveis, enquanto se beneficiam da base de consumidores fiéis e os diversos canais de distribuição.
Criado para incentivar o estilo de vida dos usuários, o hardware permite que desenvolvedores tenham acesso a recursos dos produtos Garmin, como: Tecnologia de GPS, duração de bateria, conectividade através de BLE e ANT+, autonomia e durabilidade.
Os modelos Vívofit, Fênix, Vívoactive e Epix estarão disponíveis no primeiro trimestre de 2015 Foto: DivulgaçãoCom Connect IQ, desenvolvedores podem desenhar interfaces coloridas de tela para relógios e traduzir o rico sensor de informações em uma nova e relevante métrica, utilizando telas de informações totalmente customizáveis. Além disso, os dispositivos Garmin agora são compatíveis com widgets e aplicativos, podendo criar widgets para acrescentar na tela principal, como o placar de um grande jogo ou um lembrete para quando o usuário precisa se hidratar durante uma longa corrida, pedalada ou escalada. Inicialmente, o Connect IQ estará disponível para o Forerunner 920XT, Vívoactive, Fenix 3 e Epix.
Caminhada · 05 jan, 2015
A notícia que o Minhocão vai virar parque já é falada há bastante tempo na cidade São Paulo, mas o fato ainda não tinha sido acertado. Esta transformação está no novo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo em vigor desde o dia 31 de julho e determina a desativação do Elevado Costa e Silva como passagem viária, mas ainda não existem decisões de quando e como isso deverá acontecer.
Esta transformação está no novo Plano Diretor Estratégico do Município de São Paulo em vigor desde o dia 31 de julho Foto: Sarah Moraes/WikipediaA arquiteta urbanista Nathany Eirós, acredita que essa mudança no sentido de melhorar a vida social é um fator favorável. Não só o Minhocão como todo o entorno necessita de revitalizações. A população ao frequentar o local aos domingos e feriados mostra também que a região é escassa em áreas de lazer, diz. Mas ela adverte que a introdução de um parque em uma área tão urbana deve ser feita de forma gradual e ao mesmo tempo significante. Para que se tenha um bom resultado o projeto deve ser muito bem pensado. Este parque deverá funcionar em rede com outros projetos e ações voltados para a mobilidade urbana, explica Nathany.
A cidade de Nova York, nos Estados Unidos possui um parque elevado, assim como é imaginado o futuro do Minhocão, para a implantação de algo semelhante será necessário que questões culturais como a apropriação do espaço público pela população sejam trabalhadas. A região onde está sediado o Elevado Costa e Silva é uma região que possui muitos moradores de rua, devido a grande desvalorização da área durante anos, os moradores precisam estar envolvidos com a proposta para atuar em conjunto com o projeto.
A corredora e moradora dos arredores do Minhocão, Christina Bombonato, não acredita que o poder público esteja preparado para cuidar do local, já que durante a madrugada usuários de drogas vão para lá e não há controle policial. Além disso, muitas pessoas usam o elevado como caminho para o trabalho e descolamento, mesmo isso sendo terrível para a vida das pessoas que tem a janela praticamente no meio do Minhocão com a criação de um parque poderia haver muito vandalismo, fora o fato de o fechamento ser uma tragédia para o trânsito.
O Minhocão precisará passar por intervenções arquitetônicas, inclusive na parte inferior segundo Nathany. Serão necessárias uma variedade de rotas de locomoção como ciclovias e caminhos de pedestres, mas as mudanças mais específicas dependerão do tipo de projeto que será executado, explica.
Ainda não se sabe se uma obra desse tipo é exatamente favorável, principalmente para os moradores daquela região, como diz Christina: acho que como moradora da região, seria um tanto egoísta da minha parte pensar no elevado apenas como parque, pois temos muitos problemas em relação ao trânsito e ao transporte público.
Caminhada · 22 dez, 2014
Entra ano, sai ano e a época mais temida para quem faz dieta é a dos banquetes que acontecem durante o natal e réveillon. Mas nem tudo está perdido, é possível tornar a ceia mais saudável com a substituição de alimentos e maneirando na comilança. "No final do ano não coma como se o mundo fosse acabar. O que vai acabar é apenas o ano", brinca o treinador Nelson Evêncio.
A melhor opção é sempre fazer um prato que traga saciedade Foto: Bildschoenes/FotoliaAs tentações estarão por todos os lados, mas é possível passar com poucas sequelas e sem medo de subir na balança depois de tanta festa. O nutricionista Rafael Brasilia explica que o maior problema nas festas é a duração do evento. As pessoas ficam horas comendo entradas e depois mais horas sentadas à mesa. A melhor opção é fazer um prato que traga saciedade.
O nutricionista alerta para as frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e avelãs: elas possuem altas calorias. Se você não tem o controle de comer duas ou três evite começar a comer esse tipo de entrada. Independente de estar em uma festa ou não, as saladas e legumes sempre trazem saciedade, então vale investir e diminuir os pratos mais calóricos. Você pode comer um pouco de besteira sim, afinal natal é somente uma vez por ano, mas tente não deixar de comer proteínas magras como peito de chester ou peru, e seja racional na hora de montar o prato para não exagerar na porção de calorias, diz.
Não deixe de comer proteínas magras como peito de chester ou peru Foto: Uckyo/FotoliaPara muitos o pecado vem na hora da sobremesa. Então a dica é não focar somente no panetone e rabanadas, mas sim em opções como um sorvete diet e frutas. Não podemos esquecer que os drinks também fazem parte do cardápio de engorda, já que o álcool é altamente calórico e deve ser consumido com moderação. No verão brasileiro podemos optar por vinho branco ou espumante. Limite a meia garrafa por pessoa. Cerveja tem um teor alcoólico mais baixo e as pessoas acabam consumindo mais calorias sem ficarem alteradas, então limite a poucas unidades, finaliza.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026