Entra ano, sai ano e a época mais temida para quem faz dieta é a dos banquetes que acontecem durante o natal e réveillon. Mas nem tudo está perdido, é possível tornar a ceia mais saudável com a substituição de alimentos e maneirando na comilança. “No final do ano não coma como se o mundo fosse acabar. O que vai acabar é apenas o ano”, brinca o treinador Nelson Evêncio.
A melhor opção é sempre fazer um prato que traga saciedade Foto: Bildschoenes/FotoliaAs tentações estarão por todos os lados, mas é possível passar com poucas sequelas e sem medo de subir na balança depois de tanta festa. O nutricionista Rafael Brasilia explica que o maior problema nas festas é a duração do evento. As pessoas ficam horas comendo entradas e depois mais horas sentadas à mesa. A melhor opção é fazer um prato que traga saciedade.
O nutricionista alerta para as frutas oleaginosas, como castanhas, amêndoas e avelãs: elas possuem altas calorias. Se você não tem o controle de comer duas ou três evite começar a comer esse tipo de entrada. Independente de estar em uma festa ou não, as saladas e legumes sempre trazem saciedade, então vale investir e diminuir os pratos mais calóricos. Você pode comer um pouco de besteira sim, afinal natal é somente uma vez por ano, mas tente não deixar de comer proteínas magras como peito de chester ou peru, e seja racional na hora de montar o prato para não exagerar na porção de calorias, diz.
Não deixe de comer proteínas magras como peito de chester ou peru Foto: Uckyo/FotoliaPara muitos o pecado vem na hora da sobremesa. Então a dica é não focar somente no panetone e rabanadas, mas sim em opções como um sorvete diet e frutas. Não podemos esquecer que os drinks também fazem parte do cardápio de engorda, já que o álcool é altamente calórico e deve ser consumido com moderação. No verão brasileiro podemos optar por vinho branco ou espumante. Limite a meia garrafa por pessoa. Cerveja tem um teor alcoólico mais baixo e as pessoas acabam consumindo mais calorias sem ficarem alteradas, então limite a poucas unidades, finaliza.
Este texto foi escrito por: Christina Volpe