Com a correria do dia a dia, fica difícil encontrar tempo para praticar alguma atividade física e o final de semana parece propício para uma caminhada ou corrida no parque. Porém, estabelecer um treino somente nesses dias e acreditar que está apto a competir é uma armadilha que traz grandes consequências.
De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, fazer exercícios nos dias de descanso faz bem para a saúde, mas não quando o objetivo é superação. Neste caso, não existe uma programação, portanto essas pessoas não estão acostumadas com o treinamento e o seu organismo não está preparado para esse esforço, explica.
Pets na corrida: quando levar o amigo de quatro patas para provas
O especialista também explica que, para ser considerado um atleta, é preciso treinamento e competição. Um atleta de elite treina todos os dias, tem uma boa alimentação e um descanso de qualidade. Porém, é possível competir normalmente com uma rotina de treino três vezes por semana, não menos que isso, afirma.
Essa programação é necessária para que o organismo se habitue com o esforço, seja capaz de aumentar distâncias e diminuir o tempo. A recuperação de um treino de resistência é rápida, cerca de oito horas depois a pessoa é capaz de fazer até o mesmo tempo. Passado 48 horas, o corpo conserva o efeito desse treinamento, porém depois disso o ganho é perdido, conta o fisiologista.
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| Treinar de final de semana é saudável, desde que não seja para competições. Foto: Gloria Cheng/ stock.xchng |
Sem preparo - Quando o esportista insiste em ultrapassar seus limites, mesmo sem preparo, ele passa mal e pode sofrer com o desconforto. O primeiro sinal que o corpo dá são as dores musculares e cãimbras. Depois, podem ocorrer processos inflamatórios que tornam-se crônicos e ficam muito mais difíceis de serem tratados, orienta Dr. Paulo Roberto.
Atletas consideram Maratona dos Perdidos prova mais difícil do Brasil
O profissional também conta que é comum o treino ser mais desgastante para que o atleta tenha mais facilidade na hora da competição. "Quando o treinamento ocorre somente no final de semana, certamente essas pessoas irão sofrer na prova, conclui.
Por isso, manter um ritmo leve, alimentar-se bem e respeitar os limites do organismo são pré-requisitos para um bom treinamento no final de semana.
Atletismo · 31 jul, 2013
Com a correria do dia a dia, fica difícil encontrar tempo para praticar alguma atividade física e o final de semana parece propício para uma caminhada ou corrida no parque. Porém, estabelecer um treino somente nesses dias e acreditar que está apto a competir é uma armadilha que traz grandes consequências.
De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, fazer exercícios nos dias de descanso faz bem para a saúde, mas não quando o objetivo é superação. Neste caso, não existe uma programação, portanto essas pessoas não estão acostumadas com o treinamento e o seu organismo não está preparado para esse esforço, explica.
Pets na corrida: quando levar o amigo de quatro patas para provas
O especialista também explica que, para ser considerado um atleta, é preciso treinamento e competição. Um atleta de elite treina todos os dias, tem uma boa alimentação e um descanso de qualidade. Porém, é possível competir normalmente com uma rotina de treino três vezes por semana, não menos que isso, afirma.
Essa programação é necessária para que o organismo se habitue com o esforço, seja capaz de aumentar distâncias e diminuir o tempo. A recuperação de um treino de resistência é rápida, cerca de oito horas depois a pessoa é capaz de fazer até o mesmo tempo. Passado 48 horas, o corpo conserva o efeito desse treinamento, porém depois disso o ganho é perdido, conta o fisiologista.
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| Treinar de final de semana é saudável, desde que não seja para competições. Foto: Gloria Cheng/ stock.xchng |
Sem preparo - Quando o esportista insiste em ultrapassar seus limites, mesmo sem preparo, ele passa mal e pode sofrer com o desconforto. O primeiro sinal que o corpo dá são as dores musculares e cãimbras. Depois, podem ocorrer processos inflamatórios que tornam-se crônicos e ficam muito mais difíceis de serem tratados, orienta Dr. Paulo Roberto.
Atletas consideram Maratona dos Perdidos prova mais difícil do Brasil
O profissional também conta que é comum o treino ser mais desgastante para que o atleta tenha mais facilidade na hora da competição. "Quando o treinamento ocorre somente no final de semana, certamente essas pessoas irão sofrer na prova, conclui.
Por isso, manter um ritmo leve, alimentar-se bem e respeitar os limites do organismo são pré-requisitos para um bom treinamento no final de semana.
É cada vez mais comum ver atletas cruzarem a linha de chegada passando mal, vomitando e até desmaiando por conta do esforço físico por qual acabou de passar. Porém, será que é mesmo normal que o corpo reaja desta forma à atividade física?
De acordo com o fisiologista do esporte e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, essas reações fisiológicas estão longe de serem consideradas normais. Vômitos e desmaios não deveriam acontecer. Tudo isso ocorre quando o atleta ultrapassa os limites do seu corpo ou pelo uso de substâncias estimulantes, que fazem com o que o organismo extrapole, explica.
Testes de pisada e palmilhas mitos e verdades
A corredora de longas distâncias e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, é uma atleta que já se acostumou com os desmaios constantes. Eles (os desmaios) acontecem sempre depois que eu cruzo a linha de chegada, mas só quando não vou para o soro. A única vez que eu cheguei a apagar no meio do percurso foi na Transvulcânia (ESP), prova de 83 quilômetros, este ano, diz.
Depois de notar que os desmaios só ocorriam nas provas, Rosália não procurou orientação médica. Acho que sempre acontece porque eu me esforço muito nas provas. Por exemplo, já corri na K21 Arraial do Cabo e cheguei a desmaiar na linha de chegada, porque não tinha soro no posto médico. Também me alimento pouco durante percursos longos e isso pode influenciar, afirma.
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| Falta de preparo é um dos principais fatores para mal estar. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Repetições - Apesar da frequência, Dr. Paulo Roberto explica que não existem danos neurológicos quando o esportista desmaia. O corpo desliga justamente para preservar o sistema nervoso das lesões e não ter sequelas. Já os vômitos acabam trazendo sérios problemas para o esôfago e sistema gastrointestinal, pois que todo o suco gástrico terá que voltar, conta.
Segundo o profissional, somente em uma situação os vômitos são admitidos: durante os treinos. Quando o atleta está em treinamento, o objetivo é superar sua marca e diminuir o tempo, por isso os esforços além do seu próprio limite acontecem. Porém, quando o vômito ocorre durante a prova, significa despreparo. Muitos amadores fazem treino de elite sem terem o organismo pronto para isso, orienta.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Postos de hidratação - É comum o atleta estar focado em seu objetivo e decidir pular os postos de hidratação, porém isso é um erro. Quando o atleta se sente mal é porque alguma coisa está errada. Um dos principais fatores é a falta de alimentação ou hidratação durante o percurso, discorre o fisiologista.
Muitas provas no calendário - Outro fator que aumenta a frequência dos casos em competições é a quantidade de provas para qual o esportista se inscreve. É comum o atleta treinar para participar de uma ou duas maratonas por ano, mas ele não deve correr em percursos pequenos, de cinco e dez quilômetros, nesse meio tempo, conclui.
Atletismo · 30 jul, 2013
É cada vez mais comum ver atletas cruzarem a linha de chegada passando mal, vomitando e até desmaiando por conta do esforço físico por qual acabou de passar. Porém, será que é mesmo normal que o corpo reaja desta forma à atividade física?
De acordo com o fisiologista do esporte e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Dr. Paulo Roberto Correia, essas reações fisiológicas estão longe de serem consideradas normais. Vômitos e desmaios não deveriam acontecer. Tudo isso ocorre quando o atleta ultrapassa os limites do seu corpo ou pelo uso de substâncias estimulantes, que fazem com o que o organismo extrapole, explica.
Testes de pisada e palmilhas mitos e verdades
A corredora de longas distâncias e blogueira do Webrun, Rosália Camargo, é uma atleta que já se acostumou com os desmaios constantes. Eles (os desmaios) acontecem sempre depois que eu cruzo a linha de chegada, mas só quando não vou para o soro. A única vez que eu cheguei a apagar no meio do percurso foi na Transvulcânia (ESP), prova de 83 quilômetros, este ano, diz.
Depois de notar que os desmaios só ocorriam nas provas, Rosália não procurou orientação médica. Acho que sempre acontece porque eu me esforço muito nas provas. Por exemplo, já corri na K21 Arraial do Cabo e cheguei a desmaiar na linha de chegada, porque não tinha soro no posto médico. Também me alimento pouco durante percursos longos e isso pode influenciar, afirma.
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| Falta de preparo é um dos principais fatores para mal estar. Foto: Cultura/ZUMAPRESS/Fotoarena |
Repetições - Apesar da frequência, Dr. Paulo Roberto explica que não existem danos neurológicos quando o esportista desmaia. O corpo desliga justamente para preservar o sistema nervoso das lesões e não ter sequelas. Já os vômitos acabam trazendo sérios problemas para o esôfago e sistema gastrointestinal, pois que todo o suco gástrico terá que voltar, conta.
Segundo o profissional, somente em uma situação os vômitos são admitidos: durante os treinos. Quando o atleta está em treinamento, o objetivo é superar sua marca e diminuir o tempo, por isso os esforços além do seu próprio limite acontecem. Porém, quando o vômito ocorre durante a prova, significa despreparo. Muitos amadores fazem treino de elite sem terem o organismo pronto para isso, orienta.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Postos de hidratação - É comum o atleta estar focado em seu objetivo e decidir pular os postos de hidratação, porém isso é um erro. Quando o atleta se sente mal é porque alguma coisa está errada. Um dos principais fatores é a falta de alimentação ou hidratação durante o percurso, discorre o fisiologista.
Muitas provas no calendário - Outro fator que aumenta a frequência dos casos em competições é a quantidade de provas para qual o esportista se inscreve. É comum o atleta treinar para participar de uma ou duas maratonas por ano, mas ele não deve correr em percursos pequenos, de cinco e dez quilômetros, nesse meio tempo, conclui.
No último domingo (28/7) ocorreu a primeira Cãorrida no Shopping Aricanduva (SP), em que os inscritos puderam levar seus animais de estimação para participar da corrida de um ou dois quilômetros, ou caminhar por um quilômetro. Porém, será que cachorros de todas as raças podem praticar o esporte?
De acordo com o veterinário Ernane de Oliveira, o importante não é a raça, mas sim os limites do cão. O bom senso deve prevalecer: por mais que um cachorro de pequeno porte seja atlético, levá-lo para uma prova de longa distância nas montanhas pode não ser uma boa ideia, explica.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Primeiras patadas - Começar com caminhadas no quarteirão ou passeios curtos no parque é uma boa forma de incentivar o animal a gostar do hábito de se exercitar. O cachorro tem que evoluir no treino, assim como o ser humano. Não dá pra começar o treinamento correndo uma maratona, conta o veterinário.
Outra dica é ficar atento para os sinais que o cão passa durante o treino: pedir colo é sinônimo de fadiga. O atleta deve prestar atenção nos postos de hidratação e oferecer sempre. A alimentação antes de sair de casa deve ser a mesma, sempre balanceada, completa Ernane.
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| É aconselhável levar cães adultos para os treinos, já que a energia dos filhotes deve estar voltada para o seu crescimento. Foto: Edgar Olivera/ stock.xchng |
Para os atletas que desejam levar o bichinho para as provas, mas não têm tempo de levar para passear diariamente, existe solução. A caminhada ou corrida moderada na esteira é saudável, desde que existam pausas para a hidratação e que o dono ofereça um longo descanso no final, diz.
Chegar em casa depois de um passeio de dez ou 20 minutos e oferecer um petisco como uma forma de recompensa pela atividade é um hábito saudável para que o cão crie um vinculo positivo com a corrida.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Filhotes - Apesar dos filhotes serem mais ativos, deve-se levar o cão adulto para treinar. Os cães mais novos devem ter toda a energia direcionada para o crescimento. É como uma criança: não deve fazer atividades que demandem um grande esforço físico para não desviar a energia do corpo, discorre o profissional.
Outra questão importante de lembrar é manter a caderneta de vacinação sempre em dia. Antes de levar o cachorro para qualquer ambiente externo é necessário vaciná-lo para que não haja contaminação por outros cães, conclui.
Atletismo · 29 jul, 2013
No último domingo (28/7) ocorreu a primeira Cãorrida no Shopping Aricanduva (SP), em que os inscritos puderam levar seus animais de estimação para participar da corrida de um ou dois quilômetros, ou caminhar por um quilômetro. Porém, será que cachorros de todas as raças podem praticar o esporte?
De acordo com o veterinário Ernane de Oliveira, o importante não é a raça, mas sim os limites do cão. O bom senso deve prevalecer: por mais que um cachorro de pequeno porte seja atlético, levá-lo para uma prova de longa distância nas montanhas pode não ser uma boa ideia, explica.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Primeiras patadas - Começar com caminhadas no quarteirão ou passeios curtos no parque é uma boa forma de incentivar o animal a gostar do hábito de se exercitar. O cachorro tem que evoluir no treino, assim como o ser humano. Não dá pra começar o treinamento correndo uma maratona, conta o veterinário.
Outra dica é ficar atento para os sinais que o cão passa durante o treino: pedir colo é sinônimo de fadiga. O atleta deve prestar atenção nos postos de hidratação e oferecer sempre. A alimentação antes de sair de casa deve ser a mesma, sempre balanceada, completa Ernane.
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| É aconselhável levar cães adultos para os treinos, já que a energia dos filhotes deve estar voltada para o seu crescimento. Foto: Edgar Olivera/ stock.xchng |
Para os atletas que desejam levar o bichinho para as provas, mas não têm tempo de levar para passear diariamente, existe solução. A caminhada ou corrida moderada na esteira é saudável, desde que existam pausas para a hidratação e que o dono ofereça um longo descanso no final, diz.
Chegar em casa depois de um passeio de dez ou 20 minutos e oferecer um petisco como uma forma de recompensa pela atividade é um hábito saudável para que o cão crie um vinculo positivo com a corrida.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Filhotes - Apesar dos filhotes serem mais ativos, deve-se levar o cão adulto para treinar. Os cães mais novos devem ter toda a energia direcionada para o crescimento. É como uma criança: não deve fazer atividades que demandem um grande esforço físico para não desviar a energia do corpo, discorre o profissional.
Outra questão importante de lembrar é manter a caderneta de vacinação sempre em dia. Antes de levar o cachorro para qualquer ambiente externo é necessário vaciná-lo para que não haja contaminação por outros cães, conclui.
Mesmo com a previsão do aumento de temperatura para esta semana, o amanhecer e o anoitecer ainda prometem temperaturas baixas. Por isso, para os corredores que não abrem mão de se exercitar no inverno a Salomon lança a Super Fast Jacket II, uma jaqueta corta-vento que deixa o atleta aquecido até nos dias mais frios.
The North Face lança colete para ajudar atletas a encarar o frio
De acordo com a marca, uma das maiores preocupações é conseguir manter a temperatura do corpo do esportista sem prejudicar seu treino. Por isso, a nova peça do vestuário é leve (450 gramas) e feita de lã, sem pesar.
Para garantir que a pele transpire adequadamente, um tecido sintético baseado na seda permite que haja ventilação. A jaqueta também conta com uma entrada elástica para os polegares nas mangas, que impede que a roupa suba pelos braços quando o atleta se movimenta.
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| Jaqueta custa cerca de R$ 449,90. Foto: Divulgação/ Salomon |
Segurança - Outro acessório indispensável que faz parte do lançamento são as fitas refletoras na frente e nas costas dos atletas. As faixas são necessárias para treinos noturnos.
OMS e CRN não sabem causas da obesidade
Onde e quanto - Os atletas que quiserem obter a novidade terão que desembolsar R$ 449,90 na Loja Salomon (Avenida Cidade Jardim, 870, Jardim Paulistano).
Atletismo · 29 jul, 2013
Mesmo com a previsão do aumento de temperatura para esta semana, o amanhecer e o anoitecer ainda prometem temperaturas baixas. Por isso, para os corredores que não abrem mão de se exercitar no inverno a Salomon lança a Super Fast Jacket II, uma jaqueta corta-vento que deixa o atleta aquecido até nos dias mais frios.
The North Face lança colete para ajudar atletas a encarar o frio
De acordo com a marca, uma das maiores preocupações é conseguir manter a temperatura do corpo do esportista sem prejudicar seu treino. Por isso, a nova peça do vestuário é leve (450 gramas) e feita de lã, sem pesar.
Para garantir que a pele transpire adequadamente, um tecido sintético baseado na seda permite que haja ventilação. A jaqueta também conta com uma entrada elástica para os polegares nas mangas, que impede que a roupa suba pelos braços quando o atleta se movimenta.
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| Jaqueta custa cerca de R$ 449,90. Foto: Divulgação/ Salomon |
Segurança - Outro acessório indispensável que faz parte do lançamento são as fitas refletoras na frente e nas costas dos atletas. As faixas são necessárias para treinos noturnos.
OMS e CRN não sabem causas da obesidade
Onde e quanto - Os atletas que quiserem obter a novidade terão que desembolsar R$ 449,90 na Loja Salomon (Avenida Cidade Jardim, 870, Jardim Paulistano).
Para não sofrer com as baixas temperaturas enquanto corre, a The North Face lançou um colete corta vento da linha Summit Series. Batizado de A-Back Hybrid Down, a nova peça de vestuário foi produzida para manter o corpo quente nos dias mais frios e ainda deixar a pele respirar.
Uma das novidades é o sistema de retenção do calor do colete, que é feito com 700 plumas de ganso por centímetro cúbico. Para manter as mãos aquecidas, a peça também conta com bolsos laterais.
Dependendo do grau de altitude a qual o corredor se submete, a quantidade de oxigênio diminui consideravelmente, fazendo com que o organismo se esforce para funcionar. Esse esforço pode resultar em um aumento na quantidade de suor, que evapora graças ao sistema de repispirabilidade.
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| Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face |
Para os corredores que gostam de treinar à noite, a peça apresenta defletores finos na parte da frente e nas costas. Painéis de tecido elástico garantem maior mobilidade e conforto dos braços.
Os atletas que gostaram do lançamento terão que desembolsar cerca de R$ 897 pelo colete, preço sugerido pela marca.
Onde encontrar: - www.thenorthface.com.br
Atletismo · 26 jul, 2013
Para não sofrer com as baixas temperaturas enquanto corre, a The North Face lançou um colete corta vento da linha Summit Series. Batizado de A-Back Hybrid Down, a nova peça de vestuário foi produzida para manter o corpo quente nos dias mais frios e ainda deixar a pele respirar.
Uma das novidades é o sistema de retenção do calor do colete, que é feito com 700 plumas de ganso por centímetro cúbico. Para manter as mãos aquecidas, a peça também conta com bolsos laterais.
Dependendo do grau de altitude a qual o corredor se submete, a quantidade de oxigênio diminui consideravelmente, fazendo com que o organismo se esforce para funcionar. Esse esforço pode resultar em um aumento na quantidade de suor, que evapora graças ao sistema de repispirabilidade.
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| Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face |
Para os corredores que gostam de treinar à noite, a peça apresenta defletores finos na parte da frente e nas costas. Painéis de tecido elástico garantem maior mobilidade e conforto dos braços.
Os atletas que gostaram do lançamento terão que desembolsar cerca de R$ 897 pelo colete, preço sugerido pela marca.
Onde encontrar: - www.thenorthface.com.br
Saiu dia 28 de Maio nos jornais a notícia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) procura limitar a obesidade no mundo, ao estimular as autoridades nacionais a estudar possíveis impostos sobre os alimentos e bebidas prejudiciais à saúde. Como muito bem disse um grande amigo meu: imagine quanta besteira não virá associada.
Voltando ao âmbito nacional, após um quadro no programa do Gugu na TV Record onde uma nutricionista falou um pouco sobre alguns mitos da nutrição, o Conselho Regional de Nutrição publicou a seguinte besteira: O CRN-3 informa a todos os inscritos que se sentiram incomodados com as orientações nutricionais equivocadas veiculadas (...) que já estão sendo tomadas as providências cabíveis, a fim de que esta situação não se repita. (...) É dever do profissional da área da nutrição (...) se certificar de que as orientações divulgadas estejam sempre em conformidade com o que preconiza o Guia Alimentar para a População Brasileira. Desta forma, o CRN-3 manifesta seu repúdio a qualquer tipo de informação irresponsável dada por nutricionistas, que pode levar à aquisição de hábitos alimentares que comprometem a saúde da população, e reitera que fará todo o possível para que haja a devida retratação das informações equivocadas/sem embasamento científico veiculadas.
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| Causas da obesidade não são claras para justificar medidas da OMS e CRN Foto: Tips/ Zumapress/ Fotoarena |
O CRN-3 funciona basicamente como qualquer outro conselho de qualquer campo da atividade humana, já que ele chama para si a exclusividade de dizer quem pode e o que pode pregar. Isso se chama reserva de mercado, mas eles dirão que é para o seu bem. O que ele chama de embasamento científico é uma série de achismos e observações tortas disfarçadas de epidemiologias e ciências.
Consulte o Guia Alimentar para a População Brasileira e você terá acesso ao tal embasamento científico.
Esse é o problema quando você tem reserva de mercado com profissionais que são obrigados a seguir uma cartilha desenhada e feita sem ciência, como é a nutrição no que diz respeito ao emagrecimento. Nas últimas décadas o problema da obesidade apenas aumentou, as recomendações se provam inúteis e contraproducentes, e mesmo assim querem aumentar a dose do remédio.
O problema de você ter que seguir o que diz uma OMS e um CRN-3 é que eles não sabem a solução, mas querem a exclusividade para resolver o problema. Não são capazes de provar seu ponto daquilo que causa da obesidade, mas querem dizer quais alimentos consumir. Como a obesidade é uma questão muito complexa, o que assusta é que se formos seguir o que eles pedem (menos calorias, menos gordura, porcentualmente mais carboidrato e mais atividade física), tudo só tende a se agravar.
Atletismo · 26 jul, 2013
Saiu dia 28 de Maio nos jornais a notícia que a Organização Mundial da Saúde (OMS) procura limitar a obesidade no mundo, ao estimular as autoridades nacionais a estudar possíveis impostos sobre os alimentos e bebidas prejudiciais à saúde. Como muito bem disse um grande amigo meu: imagine quanta besteira não virá associada.
Voltando ao âmbito nacional, após um quadro no programa do Gugu na TV Record onde uma nutricionista falou um pouco sobre alguns mitos da nutrição, o Conselho Regional de Nutrição publicou a seguinte besteira: O CRN-3 informa a todos os inscritos que se sentiram incomodados com as orientações nutricionais equivocadas veiculadas (...) que já estão sendo tomadas as providências cabíveis, a fim de que esta situação não se repita. (...) É dever do profissional da área da nutrição (...) se certificar de que as orientações divulgadas estejam sempre em conformidade com o que preconiza o Guia Alimentar para a População Brasileira. Desta forma, o CRN-3 manifesta seu repúdio a qualquer tipo de informação irresponsável dada por nutricionistas, que pode levar à aquisição de hábitos alimentares que comprometem a saúde da população, e reitera que fará todo o possível para que haja a devida retratação das informações equivocadas/sem embasamento científico veiculadas.
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| Causas da obesidade não são claras para justificar medidas da OMS e CRN Foto: Tips/ Zumapress/ Fotoarena |
O CRN-3 funciona basicamente como qualquer outro conselho de qualquer campo da atividade humana, já que ele chama para si a exclusividade de dizer quem pode e o que pode pregar. Isso se chama reserva de mercado, mas eles dirão que é para o seu bem. O que ele chama de embasamento científico é uma série de achismos e observações tortas disfarçadas de epidemiologias e ciências.
Consulte o Guia Alimentar para a População Brasileira e você terá acesso ao tal embasamento científico.
Esse é o problema quando você tem reserva de mercado com profissionais que são obrigados a seguir uma cartilha desenhada e feita sem ciência, como é a nutrição no que diz respeito ao emagrecimento. Nas últimas décadas o problema da obesidade apenas aumentou, as recomendações se provam inúteis e contraproducentes, e mesmo assim querem aumentar a dose do remédio.
O problema de você ter que seguir o que diz uma OMS e um CRN-3 é que eles não sabem a solução, mas querem a exclusividade para resolver o problema. Não são capazes de provar seu ponto daquilo que causa da obesidade, mas querem dizer quais alimentos consumir. Como a obesidade é uma questão muito complexa, o que assusta é que se formos seguir o que eles pedem (menos calorias, menos gordura, porcentualmente mais carboidrato e mais atividade física), tudo só tende a se agravar.
Os escândalos de doping envolvendo os velocistas jamaicanos Asafa Powell, Sherone Simpson e o americano Tyson Gay abalaram o mundo do atletismo. Afinal, os resultados obtidos por eles acabaram sendo questionados. Prontamente a Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) se pronunciou e considerou os flagrantes como algo que aumenta a credibilidade do sistema antidoping e do esporte.
Vídeo: saiba como é feito um teste antidoping
Esse posicionamento mostra que a entidade máxima do atletismo no mundo continua sendo rigorosa com os atletas profissionais. Especialistas enxergam essa postura como algo positivo para a manutenção do esporte, mas levantam uma ressalva importante quanto à imagem que esses atletas passam para seus fãs e atletas amadores.
Controle antidoping da Iaaf é um dos mais rigorosos do mundo
A questão doping precisa ser discutida como um problema de saúde pública. O maior problema é a forma que ele se espalha nessa sociedade imediatista em que vivemos. Hoje, aquele adolescente na academia vê atletas de elite usando substâncias ilegais e acha que está tudo bem acelerar o processo de treinamento com essas drogas, explica Thomaz Mattos, presidente da Agência Nacional Antidoping da Confederação Brasileira de Atletismo.
O médico e treinador de corrida da Pé de Vento, Henrique Viana, afirma que muitos medicamentos e, principalmente, suplementos possuem substâncias que se usadas em excesso podem ser muito prejudiciais ao organismo. É preocupante a quantidade de substâncias proibidas em suplementos. A orientação que eu dou aos meus atletas é de não tomar nem um antigripal sem antes me consultar, diz.
Confira abaixo como essas drogas atuam no corpo humano e quais os riscos que essas substâncias trazem ao organismo.
Eritropoietina
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Hormônios
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Estimulantes e diuréticos
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Atletismo · 25 jul, 2013
Os escândalos de doping envolvendo os velocistas jamaicanos Asafa Powell, Sherone Simpson e o americano Tyson Gay abalaram o mundo do atletismo. Afinal, os resultados obtidos por eles acabaram sendo questionados. Prontamente a Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) se pronunciou e considerou os flagrantes como algo que aumenta a credibilidade do sistema antidoping e do esporte.
Vídeo: saiba como é feito um teste antidoping
Esse posicionamento mostra que a entidade máxima do atletismo no mundo continua sendo rigorosa com os atletas profissionais. Especialistas enxergam essa postura como algo positivo para a manutenção do esporte, mas levantam uma ressalva importante quanto à imagem que esses atletas passam para seus fãs e atletas amadores.
Controle antidoping da Iaaf é um dos mais rigorosos do mundo
A questão doping precisa ser discutida como um problema de saúde pública. O maior problema é a forma que ele se espalha nessa sociedade imediatista em que vivemos. Hoje, aquele adolescente na academia vê atletas de elite usando substâncias ilegais e acha que está tudo bem acelerar o processo de treinamento com essas drogas, explica Thomaz Mattos, presidente da Agência Nacional Antidoping da Confederação Brasileira de Atletismo.
O médico e treinador de corrida da Pé de Vento, Henrique Viana, afirma que muitos medicamentos e, principalmente, suplementos possuem substâncias que se usadas em excesso podem ser muito prejudiciais ao organismo. É preocupante a quantidade de substâncias proibidas em suplementos. A orientação que eu dou aos meus atletas é de não tomar nem um antigripal sem antes me consultar, diz.
Confira abaixo como essas drogas atuam no corpo humano e quais os riscos que essas substâncias trazem ao organismo.
Eritropoietina
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Hormônios
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Estimulantes e diuréticos
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Aventurar-se a dar as primeiras passadas no asfalto é a primeira atitude para fugir do sedentarismo e melhorar a saúde. Porém, antes de correr para as lojas e adquirir o primeiro par de tênis, é importante saber qual o seu tipo de pisada: pronada, supinada ou neutra.
A pisada pronada é caracterizada pelo toque da parte interna do pé primeiro no solo, fazendo com que o impulso seja feito praticamente pelo dedão. Já na pisada supinada, vemos o inverso: o toque ocorre primeiramente do lado externo. A pisada neutra ocorre quando o pé toca o chão e segue uma linha reta até a elevação do dedão.
Testes de Pisada e Palmilhas mitos e verdades
De acordo com o ortopedista, Dr. André Felipe Ninomiya, realizar o teste da pisada, oferecido por diversas lojas do segmento esportivo, é um complemento. O exame clínico é o mais importante, porque se o paciente tiver algum problema será necessária a indicação de um calçado específico. Porém, o teste também é importante, explica.
Indispensável - Depois de realizar os exames necessários, pacientes que precisam corrigir a pisada são instruídos a utilizar uma palmilha ortopédica, que tem função de corrigir e tratar o problema. Colocá-la em um tênis neutro é o suficiente para corrigir a pisada. Porém, se o atleta já utilizar o calçado específico para a sua pisada, a palmilha provavelmente não será necessária, afirma Ninomiya.
Segundo o ortopedista, um ponto importante apontado pelos especialistas para manter a saúde do corpo em dia é a característica do solado. Para a corrida de rua, é indispensável que haja estabilidade e amortecimento, por isso indicamos um solado rígido. Para os aventureiros, que gostam de correr nas trilhas, o importante é ter um solado com base larga, sugere.
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| Na trail run, palmilhas ortopédicas também já são o suficiente. Foto: Tim&Annette/ stock.xchng |
Complicações - André Ninomiya acrescenta que correr com o tênis errado pode trazer impactos no corpo. Por exemplo, ter uma pisada supinada significa que o atleta irá forçar os tendões laterais no corpo e terá problemas específicos em determinadas articulações se usar um calçado para pisada neutra, exemplifica.
A falta de cuidado na escolha também pode aumentar a probabilidade de acidentes e lesões durante a prova. Escorregões e torções podem levar a problemas sérios nos pés, tornozelos, joelhos e coluna.
Confira dicas de limpeza para o tênis
Além disso, não comprar um tênis adequado para corrida pode ocasionar no aparecimento de algumas patologias. As mais comuns são as fascite plantares, que resulta no esporão de calcâneo, metatarsalgia, que é a dor na parte da frente do pé, e inflamação do tendão calcâneo, conclui o profissional.
Atletismo · 24 jul, 2013
Aventurar-se a dar as primeiras passadas no asfalto é a primeira atitude para fugir do sedentarismo e melhorar a saúde. Porém, antes de correr para as lojas e adquirir o primeiro par de tênis, é importante saber qual o seu tipo de pisada: pronada, supinada ou neutra.
A pisada pronada é caracterizada pelo toque da parte interna do pé primeiro no solo, fazendo com que o impulso seja feito praticamente pelo dedão. Já na pisada supinada, vemos o inverso: o toque ocorre primeiramente do lado externo. A pisada neutra ocorre quando o pé toca o chão e segue uma linha reta até a elevação do dedão.
Testes de Pisada e Palmilhas mitos e verdades
De acordo com o ortopedista, Dr. André Felipe Ninomiya, realizar o teste da pisada, oferecido por diversas lojas do segmento esportivo, é um complemento. O exame clínico é o mais importante, porque se o paciente tiver algum problema será necessária a indicação de um calçado específico. Porém, o teste também é importante, explica.
Indispensável - Depois de realizar os exames necessários, pacientes que precisam corrigir a pisada são instruídos a utilizar uma palmilha ortopédica, que tem função de corrigir e tratar o problema. Colocá-la em um tênis neutro é o suficiente para corrigir a pisada. Porém, se o atleta já utilizar o calçado específico para a sua pisada, a palmilha provavelmente não será necessária, afirma Ninomiya.
Segundo o ortopedista, um ponto importante apontado pelos especialistas para manter a saúde do corpo em dia é a característica do solado. Para a corrida de rua, é indispensável que haja estabilidade e amortecimento, por isso indicamos um solado rígido. Para os aventureiros, que gostam de correr nas trilhas, o importante é ter um solado com base larga, sugere.
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| Na trail run, palmilhas ortopédicas também já são o suficiente. Foto: Tim&Annette/ stock.xchng |
Complicações - André Ninomiya acrescenta que correr com o tênis errado pode trazer impactos no corpo. Por exemplo, ter uma pisada supinada significa que o atleta irá forçar os tendões laterais no corpo e terá problemas específicos em determinadas articulações se usar um calçado para pisada neutra, exemplifica.
A falta de cuidado na escolha também pode aumentar a probabilidade de acidentes e lesões durante a prova. Escorregões e torções podem levar a problemas sérios nos pés, tornozelos, joelhos e coluna.
Confira dicas de limpeza para o tênis
Além disso, não comprar um tênis adequado para corrida pode ocasionar no aparecimento de algumas patologias. As mais comuns são as fascite plantares, que resulta no esporão de calcâneo, metatarsalgia, que é a dor na parte da frente do pé, e inflamação do tendão calcâneo, conclui o profissional.
A sociedade atual tem padrões e estereótipos que, ao mesmo tempo em que exaltam a beleza de alguns, destroem o psicológico de outros. E no esporte esse conceito não é diferente. Vigorexia, bulimia e anorexia são transtornos alimentares que estão se tornando cada vez mais frequente em atletas que têm uma aparência, mas se enxergam de outra forma.
Dentro das academias é comum encontrar homens e mulheres preocupados com o peso, índice de gordura corporal, tamanho dos músculos e tomando os suplementos para aumento massa magra. Nesse ambiente, a vigorexia, ou seja, a ilusão de que o corpo tem músculos fracos, é predominante.
Coca- cola na atividade física: vício ou benefício?
Esportes de resistência - Já em provas de resistência, como a corrida, a rejeição do organismo à comida durante os treinos e provas pode ser confundida com anorexia ou bulimia. É comum que os atletas não consigam ingerir uma grande quantidade de alimentos no período pré ou pós-prova. Nestes momentos, eles estão focados na hidratação, mas esse sintoma não pode permanecer como um hábito, explica o psicólogo Rogério Alonso.
Existe também uma falsa crença de que o fato de carregar pouco peso irá garantir uma melhora de tempo e performance. Normalmente, atletas se preocupam com três coisas: saúde, alimentação e desempenho. Porém, se o atleta não se sente bem consigo mesmo, ele elimina os dois primeiros itens e acaba tendo reações prejudiciais ao seu próprio corpo, discorre Alonso.
O psicólogo conta que os efeitos colaterais de abandonar a alimentação não demoram a chegar. O atleta pode até começar bem, mas depois seu ritmo começa a cair. Ainda cedo, ele percebe que sua condição cardiorrespiratória e seus músculos começam a falhar, porque o corpo precisa de nutrientes, diz.
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| Anorexia também se caracteriza pela aversão ao ato de se alimentar, além de ser uma distorção da imagem corporal. Foto: Stephanie Berghaeuser/ stock.xchng |
Problemas psicológicos -Apesar de amadores e profissionais estarem suscetíveis aos transtornos, quando ocorre com o segundo grupo é reflexo do seu próprio desequilíbrio emocional. Atletas de elite contam com a orientação de profissionais, como nutricionistas e psicólogos. Porém, se ele não se sente bem consigo, é comum que o esportista acabe comendo demais e provocando o vômito, ou que esconda da equipe que não está comendo, relata Rogério Alonso.
Suplementação proteica pode agravar a acne na pele
O tratamento para a recuperação é intenso e, muitas vezes, é necessária consulta com um psiquiatra. O grande problema é o fato de que a pessoa não se enxerga como ela realmente é e não sabe o quão grave é sua situação. Por isso, a medicação acaba sendo necessária, conclui.
Atletismo · 23 jul, 2013
A sociedade atual tem padrões e estereótipos que, ao mesmo tempo em que exaltam a beleza de alguns, destroem o psicológico de outros. E no esporte esse conceito não é diferente. Vigorexia, bulimia e anorexia são transtornos alimentares que estão se tornando cada vez mais frequente em atletas que têm uma aparência, mas se enxergam de outra forma.
Dentro das academias é comum encontrar homens e mulheres preocupados com o peso, índice de gordura corporal, tamanho dos músculos e tomando os suplementos para aumento massa magra. Nesse ambiente, a vigorexia, ou seja, a ilusão de que o corpo tem músculos fracos, é predominante.
Coca- cola na atividade física: vício ou benefício?
Esportes de resistência - Já em provas de resistência, como a corrida, a rejeição do organismo à comida durante os treinos e provas pode ser confundida com anorexia ou bulimia. É comum que os atletas não consigam ingerir uma grande quantidade de alimentos no período pré ou pós-prova. Nestes momentos, eles estão focados na hidratação, mas esse sintoma não pode permanecer como um hábito, explica o psicólogo Rogério Alonso.
Existe também uma falsa crença de que o fato de carregar pouco peso irá garantir uma melhora de tempo e performance. Normalmente, atletas se preocupam com três coisas: saúde, alimentação e desempenho. Porém, se o atleta não se sente bem consigo mesmo, ele elimina os dois primeiros itens e acaba tendo reações prejudiciais ao seu próprio corpo, discorre Alonso.
O psicólogo conta que os efeitos colaterais de abandonar a alimentação não demoram a chegar. O atleta pode até começar bem, mas depois seu ritmo começa a cair. Ainda cedo, ele percebe que sua condição cardiorrespiratória e seus músculos começam a falhar, porque o corpo precisa de nutrientes, diz.
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| Anorexia também se caracteriza pela aversão ao ato de se alimentar, além de ser uma distorção da imagem corporal. Foto: Stephanie Berghaeuser/ stock.xchng |
Problemas psicológicos -Apesar de amadores e profissionais estarem suscetíveis aos transtornos, quando ocorre com o segundo grupo é reflexo do seu próprio desequilíbrio emocional. Atletas de elite contam com a orientação de profissionais, como nutricionistas e psicólogos. Porém, se ele não se sente bem consigo, é comum que o esportista acabe comendo demais e provocando o vômito, ou que esconda da equipe que não está comendo, relata Rogério Alonso.
Suplementação proteica pode agravar a acne na pele
O tratamento para a recuperação é intenso e, muitas vezes, é necessária consulta com um psiquiatra. O grande problema é o fato de que a pessoa não se enxerga como ela realmente é e não sabe o quão grave é sua situação. Por isso, a medicação acaba sendo necessária, conclui.
Em algumas atividades físicas de longas distâncias, como as corridas, é comum encontrar nos postos de hidratação alguns alimentos sólidos, como castanhas, bolos e bolachas, além de água e algumas bebidas isotônicas. Porém, alguns atletas ainda sentem falta de um aliado: a coca-cola.
O produto contém um alto conteúdo calórico, que diminui a taxa de esvaziamento gástrico e diminui a sensação de fome. A coca-cola não tem nenhuma propriedade nutricional. Quando consumida durante o treino, não surge como a melhor opção por ser muito concentrada, informa o nutricionista, especialista em nutrição esportiva e professor da Unifesp, Dr. Murilo Dattilo.
A solução contém uma alta concentração de carboidratos (mais de 10%), que são absorvidos rapidamente pelo organismo. A coca-cola dá um estímulo a mais, porém essa sensação é perdida depois de alguns quilômetros. A melhor forma de manter-se bem na prova é tomar as bebidas isotônicas servidas nos postos de hidratação, conta o fisiologista e professor da Unifesp, Dr. Paulo Roberto Correia.
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| Índice de cafeína não é o suficiente para trazer estímulo longo. Foto: Vjeran Lisjak/ stock.xchng |
Cafeína - Apesar de ser conhecida pela cafeína, a solução não tem uma quantidade suficiente para gerar benefícios ao rendimento. É preciso considerar o peso da pessoa, mas, como a concentração é pequena, demandaria um grande consumo da bebida em todo o trajeto, pondera Dr. Murilo.
Sódio - A bebida também não possui sódio em grande quantidade, o que impede que o atleta se reidrate. Durante o exercício físico, o isotônico é uma das melhores opções. Caso seja após a atividade, além do repositor, sucos naturais podem fazer parte da estratégia de reposição hídrica e de carboidrato, sugere o nutricionista.
Portanto, só existe uma explicação para o pedido dos atletas: o gosto adocicado. A bebida é altamente palatável, diferente das bebidas isotônicas servidas. Apesar de sempre colocarem um sabor para que fique mais gostosa, a coca-cola ainda é uma preferência, diz Dr. Paulo Roberto.
Desconforto - É comum que os atletas que já estejam habituados a treinar e participar de eventos com a coca-cola preparem a bebida antes. Caso a bebida ainda esteja com gás, pode gerar um desconforto gástrico para os corredores, mas isso varia de pessoa para pessoa, conclui o nutricionista.
Atletismo · 22 jul, 2013
Em algumas atividades físicas de longas distâncias, como as corridas, é comum encontrar nos postos de hidratação alguns alimentos sólidos, como castanhas, bolos e bolachas, além de água e algumas bebidas isotônicas. Porém, alguns atletas ainda sentem falta de um aliado: a coca-cola.
O produto contém um alto conteúdo calórico, que diminui a taxa de esvaziamento gástrico e diminui a sensação de fome. A coca-cola não tem nenhuma propriedade nutricional. Quando consumida durante o treino, não surge como a melhor opção por ser muito concentrada, informa o nutricionista, especialista em nutrição esportiva e professor da Unifesp, Dr. Murilo Dattilo.
A solução contém uma alta concentração de carboidratos (mais de 10%), que são absorvidos rapidamente pelo organismo. A coca-cola dá um estímulo a mais, porém essa sensação é perdida depois de alguns quilômetros. A melhor forma de manter-se bem na prova é tomar as bebidas isotônicas servidas nos postos de hidratação, conta o fisiologista e professor da Unifesp, Dr. Paulo Roberto Correia.
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| Índice de cafeína não é o suficiente para trazer estímulo longo. Foto: Vjeran Lisjak/ stock.xchng |
Cafeína - Apesar de ser conhecida pela cafeína, a solução não tem uma quantidade suficiente para gerar benefícios ao rendimento. É preciso considerar o peso da pessoa, mas, como a concentração é pequena, demandaria um grande consumo da bebida em todo o trajeto, pondera Dr. Murilo.
Sódio - A bebida também não possui sódio em grande quantidade, o que impede que o atleta se reidrate. Durante o exercício físico, o isotônico é uma das melhores opções. Caso seja após a atividade, além do repositor, sucos naturais podem fazer parte da estratégia de reposição hídrica e de carboidrato, sugere o nutricionista.
Portanto, só existe uma explicação para o pedido dos atletas: o gosto adocicado. A bebida é altamente palatável, diferente das bebidas isotônicas servidas. Apesar de sempre colocarem um sabor para que fique mais gostosa, a coca-cola ainda é uma preferência, diz Dr. Paulo Roberto.
Desconforto - É comum que os atletas que já estejam habituados a treinar e participar de eventos com a coca-cola preparem a bebida antes. Caso a bebida ainda esteja com gás, pode gerar um desconforto gástrico para os corredores, mas isso varia de pessoa para pessoa, conclui o nutricionista.
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