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Americanos criam fone sem fio para ser utilizado atrás da orelha

Atletismo · 15 ago, 2013

Existem pessoas que não abrem mão de escutar a música preferida enquanto praticam exercício, um hábito que pode ser gostoso e perigoso ao mesmo tempo, já que com o acessório é impossível perceber o que acontece ao redor. Porém, é comum sentir um desconforto com os auriculares, que podem sair facilmente da orelha ou até atrapalhar o treino de outros esportistas.

Por isso, um grupo de professores e pesquisadores norte americanos criou o Sound Band, um fone de ouvido que dispensa o uso de auto-falantes, não tem fios e não bloqueia a audição para sons externos. A novidade também se ajusta pelo pescoço e funciona por meio de vibrações atrás da orelha.

Fomes ficam mudos quando não estão encostados em nada. Foto: Divulgação/ Hybra Advance Technology
Fomes ficam mudos quando não estão encostados em nada. Foto: Divulgação/ Hybra Advance Technology

Por meio de uma tecnologia chamada “surface sound technology”, o usuário pode utilizar os fones enquanto conversa ou fala no telefone. Quando não está próximo a nada, ele fica completamente mudo.

O aparelho ainda não foi lançado no mercado porque os criadores necessitavam de um recurso financeiro de 175 mil dólares. Porém, faltando 29 dias para as ofertas acabarem, foi arrecadado 350.780 mil dólares. A partir de 75 dólares, o investidor leva o aparelho para casa.

Para saber mais sobre a novidade, confira o vídeo abaixo:


Musculação é uma grande aliada para corredores: entenda os benefícios

A corrida de rua e a musculação são duas atividades que por muito tempo foram consideradas concorrentes, ou seja, uma influenciava negativamente na melhora de rendimento da outra.

Esse pensamento fazia sentido já que na corrida de fundo, ou provas de endurance, quanto menor o peso corporal (e isso inclui inclusive a redução da massa magra), mais leve o atleta ficaria e consequentemente mais rápido ele se tornaria, caso bem condicionado. Por isso acreditava-se que treinos de força geravam resultados insatisfatórios para um atleta que buscasse melhorar seu tempo em uma maratona, por exemplo.

Porém, com a melhor compreensão da fisiologia e da biomecânica humana, profissionais de educação física concluíram que o ganho de força ajuda o corredor a gastar menos energia, já que músculos bem desenvolvidos geram economia de movimento por conta da eficiência do gesto motor. Além disso, é essencial para evitar lesões.

“O treinamento de força pode ajudar na economia de corrida, além de prevenir lesões, já que o movimento excêntrico (alongamento dos músculos) é o que mais causa lesões.”, explica Ronaldo Martinelli, professor de educação física e treinador de corrida da Bio Ritmo.

Fases dos treinos- Como em qualquer outra atividade física, o treinamento de força voltado para corredores precisa seguir uma estruturação que vai de planos de treinos mais simplificados aos mais complexos. “A primeira fase é a geral, onde os exercícios acontecem em aparelhos. Na segunda etapa o gesto motor da corrida é estudado e o professor cria exercícios em cima desses movimentos. São os chamados exercícios funcionais”, detalha Martinelli.

Musculação para corredores: como melhorar seu rendimento

Recuperando a massa- Outro benefício que a musculação pode gerar aos corredores é a manutenção da qualidade dos treinamentos e competições. Em provas muito longas o nosso organismo entra em processo catabólico, ou seja, há processamento de matéria orgânica para gerar energia. E essa demanda energética muita vezes é suprida pela massa magra, já que todos os outros nutrientes já estão esgotados.

“Com pouca massa magra o movimento excêntrico limita o trabalho das articulações e isso pode ocasionar lesões. Portanto, repor a massa muscular na musculação é uma maneira de evitar que dores e incômodos atrapalhem os treinos”, sintetiza Martinelli.

Conseguir conciliar a corrida e a musculação é a melhor maneira de conseguir melhorar o condicionamento para a corrida Bhoo/ Licença Crative Commons
Conseguir conciliar a corrida e a musculação é a melhor maneira de conseguir melhorar o condicionamento para a corrida Foto: Bhoo/ Licença Crative Commons

Segundo o treinador não há como traçar um plano de treinos genérico, pois isso varia bastante de corredor para corredor. O conselho que ele passa para o seus alunos é de “acrescentar atividades”. “Às vezes o ideal seria tirar um treino de corrida e encaixar um treino de força, do que trabalhar a corrida isoladamente. Lembrando que a fase mais importante é do início de um clico de treinamento, não importa se o corredor é iniciante ou mais experiente”, afirma.

Corridas longas ocasionam perda de massa muscular?

Quem corre pode dispensar a musculação para as pernas?

“Rasgados” X “Massudos”- A corrida também pode ser uma atividade bem-vinda para quem não tem como objetivo diminuir o tempo nos dez quilômetros, mas sim aumentar a quantidade de anilhas na barrado supino.

Martinelli diz que qualquer atividade aeróbia, desde que tenha o controle total da intensidade, não traz malefícios para quem faz treinos hipertróficos. Muitas vezes esses exercícios podem “transformar os ‘massudos’ em ‘rasgados’”. “A pessoa que busca hipertrofia muitas vezes quer mostrar aquela conquista. Então, a corrida ajuda a diminuir o percentual de gordura do corpo e o trabalho vai aparecer mais”, explica.

Nesse caso, o ideal é que o treino de corrida ocorra em horário diferente do hipertrófico, para que o corpo se recupere bem entre uma atividade e outra. “Às vezes, no exercício aeróbio uma proteína que pode servir como fonte energética também pode ser importante para a reconstituição de um músculo microlesionado na musculação. Caso isso não seja possível, a corrida pode acontecer logo após os exercícios de hipertrofia”, finaliza.


Musculação é uma grande aliada para corredores: entenda os benefícios

Atletismo · 14 ago, 2013

A corrida de rua e a musculação são duas atividades que por muito tempo foram consideradas concorrentes, ou seja, uma influenciava negativamente na melhora de rendimento da outra.

Esse pensamento fazia sentido já que na corrida de fundo, ou provas de endurance, quanto menor o peso corporal (e isso inclui inclusive a redução da massa magra), mais leve o atleta ficaria e consequentemente mais rápido ele se tornaria, caso bem condicionado. Por isso acreditava-se que treinos de força geravam resultados insatisfatórios para um atleta que buscasse melhorar seu tempo em uma maratona, por exemplo.

Porém, com a melhor compreensão da fisiologia e da biomecânica humana, profissionais de educação física concluíram que o ganho de força ajuda o corredor a gastar menos energia, já que músculos bem desenvolvidos geram economia de movimento por conta da eficiência do gesto motor. Além disso, é essencial para evitar lesões.

“O treinamento de força pode ajudar na economia de corrida, além de prevenir lesões, já que o movimento excêntrico (alongamento dos músculos) é o que mais causa lesões.”, explica Ronaldo Martinelli, professor de educação física e treinador de corrida da Bio Ritmo.

Fases dos treinos- Como em qualquer outra atividade física, o treinamento de força voltado para corredores precisa seguir uma estruturação que vai de planos de treinos mais simplificados aos mais complexos. “A primeira fase é a geral, onde os exercícios acontecem em aparelhos. Na segunda etapa o gesto motor da corrida é estudado e o professor cria exercícios em cima desses movimentos. São os chamados exercícios funcionais”, detalha Martinelli.

Musculação para corredores: como melhorar seu rendimento

Recuperando a massa- Outro benefício que a musculação pode gerar aos corredores é a manutenção da qualidade dos treinamentos e competições. Em provas muito longas o nosso organismo entra em processo catabólico, ou seja, há processamento de matéria orgânica para gerar energia. E essa demanda energética muita vezes é suprida pela massa magra, já que todos os outros nutrientes já estão esgotados.

“Com pouca massa magra o movimento excêntrico limita o trabalho das articulações e isso pode ocasionar lesões. Portanto, repor a massa muscular na musculação é uma maneira de evitar que dores e incômodos atrapalhem os treinos”, sintetiza Martinelli.

Conseguir conciliar a corrida e a musculação é a melhor maneira de conseguir melhorar o condicionamento para a corrida Bhoo/ Licença Crative Commons
Conseguir conciliar a corrida e a musculação é a melhor maneira de conseguir melhorar o condicionamento para a corrida Foto: Bhoo/ Licença Crative Commons

Segundo o treinador não há como traçar um plano de treinos genérico, pois isso varia bastante de corredor para corredor. O conselho que ele passa para o seus alunos é de “acrescentar atividades”. “Às vezes o ideal seria tirar um treino de corrida e encaixar um treino de força, do que trabalhar a corrida isoladamente. Lembrando que a fase mais importante é do início de um clico de treinamento, não importa se o corredor é iniciante ou mais experiente”, afirma.

Corridas longas ocasionam perda de massa muscular?

Quem corre pode dispensar a musculação para as pernas?

“Rasgados” X “Massudos”- A corrida também pode ser uma atividade bem-vinda para quem não tem como objetivo diminuir o tempo nos dez quilômetros, mas sim aumentar a quantidade de anilhas na barrado supino.

Martinelli diz que qualquer atividade aeróbia, desde que tenha o controle total da intensidade, não traz malefícios para quem faz treinos hipertróficos. Muitas vezes esses exercícios podem “transformar os ‘massudos’ em ‘rasgados’”. “A pessoa que busca hipertrofia muitas vezes quer mostrar aquela conquista. Então, a corrida ajuda a diminuir o percentual de gordura do corpo e o trabalho vai aparecer mais”, explica.

Nesse caso, o ideal é que o treino de corrida ocorra em horário diferente do hipertrófico, para que o corpo se recupere bem entre uma atividade e outra. “Às vezes, no exercício aeróbio uma proteína que pode servir como fonte energética também pode ser importante para a reconstituição de um músculo microlesionado na musculação. Caso isso não seja possível, a corrida pode acontecer logo após os exercícios de hipertrofia”, finaliza.

Alergias: a natação pode ajudar a combater os espirros?

Enquanto algumas pessoas não conseguem passar um minuto em locais empoeirados, outras saem correndo quando o cachorro do amigo pede carinho. Tudo isso para evitar a sessão de espirros, que muitas vezes vem seguida de coceiras nos olhos e pele, causada pela rinite alérgica respiratória.

Para conseguir diminuir os efeitos da alergia, muitas pessoas recorrem ao anti-alérgico, um medicamento facilmente encontrado em qualquer farmácia, mas que não mostra grandes resultados quando a pessoa já está em contato com a causa do problema. Neste caso, o indicado é beber bastante água para hidratar a mucosa nasal e esperar a crise passar.

Porém, se o objetivo é diminuir os sintomas a longo prazo, realizar aulas de natação pelo menos duas vezes por semana é o mais indicado. “A natação é realizada em um ambiente úmido e aquecido, que auxilia muito na recuperação”, conta a hidrotrainer do Clube Espéria, Luciana Falcão.

Obesidade e sobrepeso: quando é hora de desacelerar?

Respiração - De acordo com a profissional, independente de ser alérgico ou não, o hábito de praticar o exercício ajuda a fortalecer os músculos da caixa torácica, aumentando a capacidade respiratória. “Os pulmões são órgão elásticos, cuja capacidade de contração e expansão depende dos músculos. Quanto mais fortalecido, mais eficiente torna se o sistema respiratório”, explica.

Doenças crônicas, como asma e bronquite, também são amenizadas quando se aprende a respirar corretamente, com o auxilio do esporte. “No nado crawl (lê-se ‘cral’), por exemplo, o aluno inspira e em seguida expira contra a resistência da água. O ato de soltar o ar contra essa resistência provoca uma pressão contra toda a árvore brônquica, fazendo com que as vias aéreas que estão estreitadas se mantenham abertas ou dilatadas por mais tempo, possibilitando um melhor esvaziamento dos alvéolos”, exemplifica a hidrotrainer.

Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault
Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault

Idade não é um problema para quem deseja aprender a dar as primeiras braçadas. O exercício pode ser praticado por crianças, adultos e idosos, desde que sejam liberados pelo médico e realizem exames com frequência para checar se a saúde está em dia.

No caso dos bebês, o único cuidado que as mamães e papais devem ter é checar como é feito o tratamento da água e se a temperatura é ideal. “Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardiorrespiratória e muscular, tranquiliza o sono e também previne várias doenças”, completa Luciana.

Conheça o deep running

Cuidados com a água - Segundo Luciana Falcão, a natação pode chegar até a agravar o quadro respiratório se a água não for tratada corretamente, principalmente de crianças. “Seja clorada, salinizada ou tratada com ozonização, a água necessita de rigoroso cuidado e manutenção do nível de pH para eliminar microrganismos e garantir a saúde de quem a usa. O problema não esta diretamente ligado ao cloro e sim a quantidade utilizada para o controle das piscinas”


Alergias: a natação pode ajudar a combater os espirros?

Atletismo · 13 ago, 2013

Enquanto algumas pessoas não conseguem passar um minuto em locais empoeirados, outras saem correndo quando o cachorro do amigo pede carinho. Tudo isso para evitar a sessão de espirros, que muitas vezes vem seguida de coceiras nos olhos e pele, causada pela rinite alérgica respiratória.

Para conseguir diminuir os efeitos da alergia, muitas pessoas recorrem ao anti-alérgico, um medicamento facilmente encontrado em qualquer farmácia, mas que não mostra grandes resultados quando a pessoa já está em contato com a causa do problema. Neste caso, o indicado é beber bastante água para hidratar a mucosa nasal e esperar a crise passar.

Porém, se o objetivo é diminuir os sintomas a longo prazo, realizar aulas de natação pelo menos duas vezes por semana é o mais indicado. “A natação é realizada em um ambiente úmido e aquecido, que auxilia muito na recuperação”, conta a hidrotrainer do Clube Espéria, Luciana Falcão.

Obesidade e sobrepeso: quando é hora de desacelerar?

Respiração - De acordo com a profissional, independente de ser alérgico ou não, o hábito de praticar o exercício ajuda a fortalecer os músculos da caixa torácica, aumentando a capacidade respiratória. “Os pulmões são órgão elásticos, cuja capacidade de contração e expansão depende dos músculos. Quanto mais fortalecido, mais eficiente torna se o sistema respiratório”, explica.

Doenças crônicas, como asma e bronquite, também são amenizadas quando se aprende a respirar corretamente, com o auxilio do esporte. “No nado crawl (lê-se ‘cral’), por exemplo, o aluno inspira e em seguida expira contra a resistência da água. O ato de soltar o ar contra essa resistência provoca uma pressão contra toda a árvore brônquica, fazendo com que as vias aéreas que estão estreitadas se mantenham abertas ou dilatadas por mais tempo, possibilitando um melhor esvaziamento dos alvéolos”, exemplifica a hidrotrainer.

Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault
Desde que sejam liberados pelo pediatra, bebês devem praticar a natação. Foto: Lokigrl616 / Stockvault

Idade não é um problema para quem deseja aprender a dar as primeiras braçadas. O exercício pode ser praticado por crianças, adultos e idosos, desde que sejam liberados pelo médico e realizem exames com frequência para checar se a saúde está em dia.

No caso dos bebês, o único cuidado que as mamães e papais devem ter é checar como é feito o tratamento da água e se a temperatura é ideal. “Além de melhorar a coordenação motora, proporciona noções de espaço e tempo, prepara a criança psicologicamente e neurologicamente para o auto-salvamento, estimula o apetite, aumenta a resistência cardiorrespiratória e muscular, tranquiliza o sono e também previne várias doenças”, completa Luciana.

Conheça o deep running

Cuidados com a água - Segundo Luciana Falcão, a natação pode chegar até a agravar o quadro respiratório se a água não for tratada corretamente, principalmente de crianças. “Seja clorada, salinizada ou tratada com ozonização, a água necessita de rigoroso cuidado e manutenção do nível de pH para eliminar microrganismos e garantir a saúde de quem a usa. O problema não esta diretamente ligado ao cloro e sim a quantidade utilizada para o controle das piscinas”

Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

Chegar em casa depois de um dia estressante e ter vontade de devorar um pacote de biscoitos ou uma caixa de bombons: quem nunca teve esse desejo? Afogar as mágoas na comida pode ser um alívio momentâneo, mas transformar a gula em hábito pode gerar diversos danos à saúde física e psicológica do indivíduo.

De acordo com o psicólogo Rogério Alonso, comer compulsivamente pode ter diversas causas, mas a principal é o descontentamento entre a pessoa com o mundo que a cerca e com ela mesma. “A estrutura da personalidade de cada um influencia no modo em que ela irá lidar com a pressão cotidiana. Pessoas que não têm muita tolerância acabam precisando da ajuda da comida”, explica.

A ansiedade que leva muitas pessoas a comer frequentemente está ligada a sentimentos de culpa, baixa autoestima, vergonha, insatisfação, frustração e remorso. “A comida funciona como uma espécie de ‘muleta’ ou ‘válvula de escape’ para superar essas sensações desprazerosa”, conta o psicólogo.

Conheça três mitos e quatro fatos sobre emagrecimento

Além disso, pessoas compulsivas não conseguirão afogar suas mágoas em alimentos saudáveis, mas sim nas comidas com açúcar, gordura e carboidratos. “A gordura vem do chocolate, o açúcar dos doces e refrigerantes e o carboidrato dos biscoitos e bolachas. Não são alimentos fundamentais para sobreviver”, complementa Rogério.

Isso ocorre porque quando esses produtos são digeridos, liberam um hormônio neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. “É como enganar o cérebro. A pessoa tem a sensação de felicidade sem se sentir feliz”, explica o profissional.

Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng
Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng

Sintomas - Segundo o psicólogo, um dos principais sinais de que o hábito está se tornando uma doença é o aumento expressivo do peso e a incapacidade de reversão do quadro. “Quando a pessoa nota que as roupas não cabem mais e todos os indivíduos que convivem com ela notam que a barriga está começando a protuberar, há algo errado”, enumera.

A próxima etapa é a tentativa de realizar diversas dietas e entrar em uma luta constante com a balança, porém essa tarefa se torna árdua uma vez que o corpo carrega os quilinhos a mais. “Não há confiança o suficiente e, mesmo sentindo que está tentando emagrecer, não existe resultado. Por conta disso, a frustração aparece e aumenta ainda mais a ansiedade do doente, levando-o a comer novamente”, exemplifica Rogério.

Por último, uma visita ao médico pode mostrar mudanças drásticas no resultado dos exames. Aumento da pressão arterial, diabetes e colesterol são sinais de que a saúde começa a ruir.

Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno

Doenças que se misturam - Em alguns poucos casos, os compulsivos também podem desenvolver a bulimia, ato de provocar o vômito depois de ingerir alimentos em excesso. “Uma parte da doença é parecida, mas se o alimento não sofre digestão, ele não libera seratonina. Então, os compulsivos precisam dessa sensação de bem estar, enquanto o bulímico não consegue suportar a sensação do alimento no seu organismo”, explica o psicólogo.

Tratamento - Rogério Alonso afirma que é possível que um indivíduo perceba que possui o transtorno e conseguir se curar sozinho, mas as chances são pequenas e normalmente ocorrem no início da doença. “Perceber que a quantidade e a qualidade dos alimentos não está correta é o primeiro passo para a cura”.

Caso contrário, existe a necessidade do acompanhamento de quatro profissionais: psicólogo, psiquiatra, nutricionista e endocrinologista. “O psiquiatra entrará com a medicação para controlar a ansiedade e depressão, o psicólogo designa estratégias para mudanças alimentares e fortalecimento da auto-estima, o nutricionista irá prescrever o tipo de alimentação que esta pessoa deve seguir e o endocrinologista irá fornecer medicamentos que irão ajudar na diminuição do apetite e até regular distúrbios hormonais que podem ter sido alterados com a compulsão”, conclui.


Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

Atletismo · 09 ago, 2013

Chegar em casa depois de um dia estressante e ter vontade de devorar um pacote de biscoitos ou uma caixa de bombons: quem nunca teve esse desejo? Afogar as mágoas na comida pode ser um alívio momentâneo, mas transformar a gula em hábito pode gerar diversos danos à saúde física e psicológica do indivíduo.

De acordo com o psicólogo Rogério Alonso, comer compulsivamente pode ter diversas causas, mas a principal é o descontentamento entre a pessoa com o mundo que a cerca e com ela mesma. “A estrutura da personalidade de cada um influencia no modo em que ela irá lidar com a pressão cotidiana. Pessoas que não têm muita tolerância acabam precisando da ajuda da comida”, explica.

A ansiedade que leva muitas pessoas a comer frequentemente está ligada a sentimentos de culpa, baixa autoestima, vergonha, insatisfação, frustração e remorso. “A comida funciona como uma espécie de ‘muleta’ ou ‘válvula de escape’ para superar essas sensações desprazerosa”, conta o psicólogo.

Conheça três mitos e quatro fatos sobre emagrecimento

Além disso, pessoas compulsivas não conseguirão afogar suas mágoas em alimentos saudáveis, mas sim nas comidas com açúcar, gordura e carboidratos. “A gordura vem do chocolate, o açúcar dos doces e refrigerantes e o carboidrato dos biscoitos e bolachas. Não são alimentos fundamentais para sobreviver”, complementa Rogério.

Isso ocorre porque quando esses produtos são digeridos, liberam um hormônio neurotransmissor chamado serotonina, responsável pela sensação de bem-estar. “É como enganar o cérebro. A pessoa tem a sensação de felicidade sem se sentir feliz”, explica o profissional.

Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng
Compulsivos buscam conforto em alimentos ricos em açúcar, gordura e carboidratos. Foto: Cássio Oliveira/ stock.xchng

Sintomas - Segundo o psicólogo, um dos principais sinais de que o hábito está se tornando uma doença é o aumento expressivo do peso e a incapacidade de reversão do quadro. “Quando a pessoa nota que as roupas não cabem mais e todos os indivíduos que convivem com ela notam que a barriga está começando a protuberar, há algo errado”, enumera.

A próxima etapa é a tentativa de realizar diversas dietas e entrar em uma luta constante com a balança, porém essa tarefa se torna árdua uma vez que o corpo carrega os quilinhos a mais. “Não há confiança o suficiente e, mesmo sentindo que está tentando emagrecer, não existe resultado. Por conta disso, a frustração aparece e aumenta ainda mais a ansiedade do doente, levando-o a comer novamente”, exemplifica Rogério.

Por último, uma visita ao médico pode mostrar mudanças drásticas no resultado dos exames. Aumento da pressão arterial, diabetes e colesterol são sinais de que a saúde começa a ruir.

Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno

Doenças que se misturam - Em alguns poucos casos, os compulsivos também podem desenvolver a bulimia, ato de provocar o vômito depois de ingerir alimentos em excesso. “Uma parte da doença é parecida, mas se o alimento não sofre digestão, ele não libera seratonina. Então, os compulsivos precisam dessa sensação de bem estar, enquanto o bulímico não consegue suportar a sensação do alimento no seu organismo”, explica o psicólogo.

Tratamento - Rogério Alonso afirma que é possível que um indivíduo perceba que possui o transtorno e conseguir se curar sozinho, mas as chances são pequenas e normalmente ocorrem no início da doença. “Perceber que a quantidade e a qualidade dos alimentos não está correta é o primeiro passo para a cura”.

Caso contrário, existe a necessidade do acompanhamento de quatro profissionais: psicólogo, psiquiatra, nutricionista e endocrinologista. “O psiquiatra entrará com a medicação para controlar a ansiedade e depressão, o psicólogo designa estratégias para mudanças alimentares e fortalecimento da auto-estima, o nutricionista irá prescrever o tipo de alimentação que esta pessoa deve seguir e o endocrinologista irá fornecer medicamentos que irão ajudar na diminuição do apetite e até regular distúrbios hormonais que podem ter sido alterados com a compulsão”, conclui.

Saiba como superar a dor nas costas

Você sabia que 80% dos brasileiros têm ou já tiveram dor nas costas? A boa notícia é que, muitas vezes, ela pode ser superada com medidas simples e econômicas. Quer saber como? Então vamos lá.

A dor nas costas é um mal que atormenta a vida de muita gente. Porém, em 90% dos casos, ela decorre de vícios posturais e/ou hábitos inadequados que as pessoas adotam em sua rotina.

Lombalgia nem sempre é excesso de esforço. Entenda cada tipo de dor

Causas de dor nas costas- Manter uma postura arqueada, permanecer muito tempo sentado, permanecer muito tempo em pé, usar calçado inadequado, carregar peso excessivo, ignorar as regras de ergonomia, estar acima do peso, fumar, ser sedentário, dormir pouco, ter joelhos ou pés em posição viciosa (para dentro ou para fora), ter desvio na coluna ou hérnia de disco, são algumas das possíveis causas de dor nas costas.

Como combater a dor nas costas- Sendo a dor nas costas decorrente de vícios posturais e/ou hábitos inadequados, muitas vezes uma simples mudança de hábitos é suficiente para superá-la. Vamos aos exemplos: quem permanece muito tempo sentado deve respeitar as regras de ergonomia e adotar uma postura correta: as costas necessitam de apoio e devem ficar em contato com o encosto da cadeira, em ângulo de 90 a 110 graus.

Abdômen e lombar fortalecidos ajudam a evitar dores nas costas

É conveniente que a cadeira tenha braços de apoio, evitando assim a sobrecarga dos ombros e os pés devem estar apoiados no chão. Fazer pausas no trabalho, caminhar um pouco, beber água e amassar uma bolinha massageadora, são atitudes que ajudam a combater a dor nas costas.

A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena
A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena

Quem permanece muito tempo em pé deve manter uma postura ereta: os ombros retos e o abdome firme. Procure usar meias elásticas, caminhar um pouco e beber água. O uso frequente de sapatos de salto alto deve ser evitado. Deve-se dar preferência aos sapatos de salto baixo ou sandálias.

Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

Carregar objetos pesados durante o trabalho ou mesmo peso excessivo em bolsas ou mochilas, também são atitudes que devem ser evitadas, pois sobrecarregam a coluna, gerando dor nas costas.Vários outros exemplos poderiam ser mencionados, mas vamos ficar apenas nesses.

A dor nas costas e os exercícios- Existem exercícios específicos para prevenir ou controlar a dor nas costas: flexão ou extensão da coluna, fortalecimento dos músculos abdominais, alongamento dos músculos das costas são alguns deles.

A prática de exercícios aeróbicos também está indicada, já que ter um bom condicionamento físico às vezes confere maior proteção contra a dor nas costas do que os exercícios específicos.

Portanto, exercite-se, durma bem e hidrate-se! Beber água com regularidade pode evitar o ressecamento dos discos intervertebrais, outra causa de dor nas costas.


Saiba como superar a dor nas costas

Atletismo · 09 ago, 2013

Você sabia que 80% dos brasileiros têm ou já tiveram dor nas costas? A boa notícia é que, muitas vezes, ela pode ser superada com medidas simples e econômicas. Quer saber como? Então vamos lá.

A dor nas costas é um mal que atormenta a vida de muita gente. Porém, em 90% dos casos, ela decorre de vícios posturais e/ou hábitos inadequados que as pessoas adotam em sua rotina.

Lombalgia nem sempre é excesso de esforço. Entenda cada tipo de dor

Causas de dor nas costas- Manter uma postura arqueada, permanecer muito tempo sentado, permanecer muito tempo em pé, usar calçado inadequado, carregar peso excessivo, ignorar as regras de ergonomia, estar acima do peso, fumar, ser sedentário, dormir pouco, ter joelhos ou pés em posição viciosa (para dentro ou para fora), ter desvio na coluna ou hérnia de disco, são algumas das possíveis causas de dor nas costas.

Como combater a dor nas costas- Sendo a dor nas costas decorrente de vícios posturais e/ou hábitos inadequados, muitas vezes uma simples mudança de hábitos é suficiente para superá-la. Vamos aos exemplos: quem permanece muito tempo sentado deve respeitar as regras de ergonomia e adotar uma postura correta: as costas necessitam de apoio e devem ficar em contato com o encosto da cadeira, em ângulo de 90 a 110 graus.

Abdômen e lombar fortalecidos ajudam a evitar dores nas costas

É conveniente que a cadeira tenha braços de apoio, evitando assim a sobrecarga dos ombros e os pés devem estar apoiados no chão. Fazer pausas no trabalho, caminhar um pouco, beber água e amassar uma bolinha massageadora, são atitudes que ajudam a combater a dor nas costas.

A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena
A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena

Quem permanece muito tempo em pé deve manter uma postura ereta: os ombros retos e o abdome firme. Procure usar meias elásticas, caminhar um pouco e beber água. O uso frequente de sapatos de salto alto deve ser evitado. Deve-se dar preferência aos sapatos de salto baixo ou sandálias.

Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

Carregar objetos pesados durante o trabalho ou mesmo peso excessivo em bolsas ou mochilas, também são atitudes que devem ser evitadas, pois sobrecarregam a coluna, gerando dor nas costas.Vários outros exemplos poderiam ser mencionados, mas vamos ficar apenas nesses.

A dor nas costas e os exercícios- Existem exercícios específicos para prevenir ou controlar a dor nas costas: flexão ou extensão da coluna, fortalecimento dos músculos abdominais, alongamento dos músculos das costas são alguns deles.

A prática de exercícios aeróbicos também está indicada, já que ter um bom condicionamento físico às vezes confere maior proteção contra a dor nas costas do que os exercícios específicos.

Portanto, exercite-se, durma bem e hidrate-se! Beber água com regularidade pode evitar o ressecamento dos discos intervertebrais, outra causa de dor nas costas.

Nova linha de vestuário da Fila une conforto e estilo

Tendo em vista o conforto e estilo, a Fila lança uma nova linha de vestuário para acompanhar o ritmo dos esportistas. A coleção conta com camisetas, regatas e shorts que prometem acompanhar o movimento do atleta.

Dia dos pais: confira dicas de presentes para o seu pai atleta

"O novo momento da marca é de oferecer looks que impõem, além de qualidade, muito estilo para os esportistas. A marca sempre dá uma atenção especial aos detalhes e preocupa-se com o caimento perfeito de suas peças”, explica o gerente de inteligência de marcas, Renato Sutti, e completa: “criação dos produtos parte da interpretação que a Fila faz da moda com o viés do esporte, entregando peças diferenciadas e fashions para todos os estilos e momentos".

Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila
Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila

Para os homens - Intitulada “Geomove”, a linha conta com camisetas de área de respiro à laser na área das axilas e saídas exclusivas para fones de ouvido, para o esportista que não abre mão de ouvir sua música preferida enquanto treina. Os shorts tem uma sunga interna que facilita a movimentação e diminui a sensação de incômodo na corrida.

The North Face lança colete para ajudar atletas a encarar o frio

Feminio - Já para as mulheres, a linha “Blossom” chega com fator de proteção solar 50, para proteger a pele nos dias mais quentes. Nos membros inferiores, recorte entrepernas e tecido com maior respirabilidade.


Nova linha de vestuário da Fila une conforto e estilo

Atletismo · 09 ago, 2013

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Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila
Camiseta masculina tem saída para fones. Foto: Divulgação/ Fila

Para os homens - Intitulada “Geomove”, a linha conta com camisetas de área de respiro à laser na área das axilas e saídas exclusivas para fones de ouvido, para o esportista que não abre mão de ouvir sua música preferida enquanto treina. Os shorts tem uma sunga interna que facilita a movimentação e diminui a sensação de incômodo na corrida.

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Feminio - Já para as mulheres, a linha “Blossom” chega com fator de proteção solar 50, para proteger a pele nos dias mais quentes. Nos membros inferiores, recorte entrepernas e tecido com maior respirabilidade.

Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno!

Dias quentes e frios se misturam no inverno brasileiro e é difícil planejar a roupa que será usada no dia seguinte, mesmo com as previsões do tempo. Enquanto o sol convida para um bom treino ao ar livre, as baixas temperaturas pedem comidas e bebidas quentes, além do aconchego do cobertor.

A falta de exercícios somada à procura do organismo por alimentos calóricos para poder confortar o corpo têm somente um resultado: acúmulo de gordura. “Muitas vezes nem estamos com fome, mas procuramos ingerir bebidas e alimentos quentes para nos sentirmos aquecidos”, resume a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira.

A vontade de comer mais em dias frios ocorre porque o corpo precisa da digestão para gerar energia e, consequentemente, calor para o corpo. “Porém, o inverno brasileiro não é tão rigoroso a ponto de exigir grandes esforços de nosso organismo para manter o equilíbrio térmico”, completa Joyce.

Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

É comum imaginar que o corpo armazene gordura no inverno para vencer o frio, assim como acontece com os animais na hibernação, mas deve-se lembrar que o gasto energético humano continua o mesmo, enquanto os bichos permanecem esse período dormindo e poupando energia. “Comer para ter a sensação de conforto é diferente de se alimentar para repor as energias”, explica a nutricionista.

Portanto, existe razão para comer mais no inverno, mas não o suficiente para descuidar da alimentação e levar alguns quilinhos a mais para a próxima estação. “O recomendado é comer lanches leves de três em três horas e não esquecer da hidratação. Beba água, mesmo se não tiver sede”, sugere a profissional.

Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons
Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons

O que comer? - Não é preciso se render aos alimentos repletos de açúcar e gordura para conseguir se sentir bem. “Prefira alimentos mais quentes e picantes. Troque as saladas frias por preparações refogadas, grelhadas ou assadas. Todos os tipos de feijões, grãos integrais e batatas também são recomendados”, indica Joyce.

Para quem deseja seguir uma dieta, ela dá uma dica: investir em sementes e oleaginosas, como as castanhas, nozes e amêndoas. “Na hora do preparo de alimentos, temperos como coentro, cominho, curry, páprica picante, gengibre, cebola e canela são as opções”, enumera.

Na hora da escolha da bebida, o tradicional chocolate quente está fora do cardápio. “Preparar um chá de ervas ou leite com cacau e canela são escolhas nutritivas e saborosas”, afirma a nutricionista.

Como praticar atividade física sem debilitar a saúde no inverno

Apesar das sopas serem quentes e reconfortantes, Joyce alerta: cuidado com os ingredientes que elas podem conter. “Deve-se ficar longe de paio, bacon, creme de leite, entre outros. Esses ingredientes não só engordam como estão relacionados à doenças crônicas e degenerativas”.

Longe da gripe - Os alimentos são os principais aliados da saúde para manter o corpo longe das gripes e resfriados. “Alho, cogumelos e frutas cítricas ajudam a combater essas doenças. Os peixes, que são ricos em zinco, também fortalecem as células de defesa, enquanto as sopas e caldos mantêm o corpo aquecido e turbinam o sistema imunológico”, conclui a nutricionista.


Não leve para a primavera os quilinhos a mais do inverno!

Atletismo · 08 ago, 2013

Dias quentes e frios se misturam no inverno brasileiro e é difícil planejar a roupa que será usada no dia seguinte, mesmo com as previsões do tempo. Enquanto o sol convida para um bom treino ao ar livre, as baixas temperaturas pedem comidas e bebidas quentes, além do aconchego do cobertor.

A falta de exercícios somada à procura do organismo por alimentos calóricos para poder confortar o corpo têm somente um resultado: acúmulo de gordura. “Muitas vezes nem estamos com fome, mas procuramos ingerir bebidas e alimentos quentes para nos sentirmos aquecidos”, resume a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira.

A vontade de comer mais em dias frios ocorre porque o corpo precisa da digestão para gerar energia e, consequentemente, calor para o corpo. “Porém, o inverno brasileiro não é tão rigoroso a ponto de exigir grandes esforços de nosso organismo para manter o equilíbrio térmico”, completa Joyce.

Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

É comum imaginar que o corpo armazene gordura no inverno para vencer o frio, assim como acontece com os animais na hibernação, mas deve-se lembrar que o gasto energético humano continua o mesmo, enquanto os bichos permanecem esse período dormindo e poupando energia. “Comer para ter a sensação de conforto é diferente de se alimentar para repor as energias”, explica a nutricionista.

Portanto, existe razão para comer mais no inverno, mas não o suficiente para descuidar da alimentação e levar alguns quilinhos a mais para a próxima estação. “O recomendado é comer lanches leves de três em três horas e não esquecer da hidratação. Beba água, mesmo se não tiver sede”, sugere a profissional.

Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons
Castanhas, nozes e amêndoas são opções de lanche da tarde para quem segue uma dieta. Foto: Foto: Iain Buchanan/Licença Creative Commons

O que comer? - Não é preciso se render aos alimentos repletos de açúcar e gordura para conseguir se sentir bem. “Prefira alimentos mais quentes e picantes. Troque as saladas frias por preparações refogadas, grelhadas ou assadas. Todos os tipos de feijões, grãos integrais e batatas também são recomendados”, indica Joyce.

Para quem deseja seguir uma dieta, ela dá uma dica: investir em sementes e oleaginosas, como as castanhas, nozes e amêndoas. “Na hora do preparo de alimentos, temperos como coentro, cominho, curry, páprica picante, gengibre, cebola e canela são as opções”, enumera.

Na hora da escolha da bebida, o tradicional chocolate quente está fora do cardápio. “Preparar um chá de ervas ou leite com cacau e canela são escolhas nutritivas e saborosas”, afirma a nutricionista.

Como praticar atividade física sem debilitar a saúde no inverno

Apesar das sopas serem quentes e reconfortantes, Joyce alerta: cuidado com os ingredientes que elas podem conter. “Deve-se ficar longe de paio, bacon, creme de leite, entre outros. Esses ingredientes não só engordam como estão relacionados à doenças crônicas e degenerativas”.

Longe da gripe - Os alimentos são os principais aliados da saúde para manter o corpo longe das gripes e resfriados. “Alho, cogumelos e frutas cítricas ajudam a combater essas doenças. Os peixes, que são ricos em zinco, também fortalecem as células de defesa, enquanto as sopas e caldos mantêm o corpo aquecido e turbinam o sistema imunológico”, conclui a nutricionista.

Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

Acessório indispensável no guarda roupa feminino, os sapatos de salto alto misturam sensualidade, elegância e autoconfiança. Usados principalmente durante a noite, o calçado muitas vezes faz parte da rotina de algumas mulheres que, fora da academia, não aceitam descer do salto.

Porém, o hábito pode trazer consequências para a saúde. “O salto alto é um dos piores tipos de calçado que existe e a orientação é para que as mulheres optem por usá-lo, no máximo, por meio período do dia”, explica o ortopedista Dr. André Felipe Ninomiya.

Salto alto pode ocasionar diversas lesões nas corredoras

Caso seja impossível deixar o "companheiro" no armário, o médico sugere que as mulheres deem preferência para os modelos que exijam menos esforço dos pés e coluna. “Não existe salto adequado, mas o melhor a se fazer é evitar os sapatos com bico fino e salto agulha”.

O sapato com salto anabela, uma espécie de plataforma que abrange toda a planta do pé, também é uma opção para o público feminino. “Inclusive, este tipo de calçado é indicado para o tratamento de patologias nos pés”, completa o Dr. Ninomiya.

No final do dia, é essencial fazer o alongamento do calcâneo para garantir a saúde do tendão de Aquiles e evitar possíveis problemas na região.

Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público
Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público

Perigos do salto - As mulheres devem ficar atentas aos problemas que o acessório pode causar. Bolhas, olho de peixe e calos podem ser causados pelo uso excessivo ou má qualidade do produto.

Segundo o profissional, o sapato também mexe com o centro de gravidade do corpo e quem fica responsável por equilibrar o corpo é a coluna.” O uso crônico do salto trará problemas na região, como por exemplo o aparecimento da hérnia de disco”.

Além disso, o uso desenfreado do bico fino causa deformidade do hálux, nome científico para o dedão do pé. “Quando as estruturas ósseas ficam posicionadas da mesma forma e por muito tempo, ela permanecerá assim. Para reverter esse quadro, a paciente terá que passar por cirurgia”, alerta o ortopedista.

Joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos

Pisada - Corredoras com pisada supinada devem tomar cuidado com o uso do calçado. “Esse público é o que mais sofre, porque tendem a deixar o tornozelo instável, aumentando o risco de torções”, conclui o médico.


Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

Atletismo · 06 ago, 2013

Acessório indispensável no guarda roupa feminino, os sapatos de salto alto misturam sensualidade, elegância e autoconfiança. Usados principalmente durante a noite, o calçado muitas vezes faz parte da rotina de algumas mulheres que, fora da academia, não aceitam descer do salto.

Porém, o hábito pode trazer consequências para a saúde. “O salto alto é um dos piores tipos de calçado que existe e a orientação é para que as mulheres optem por usá-lo, no máximo, por meio período do dia”, explica o ortopedista Dr. André Felipe Ninomiya.

Salto alto pode ocasionar diversas lesões nas corredoras

Caso seja impossível deixar o "companheiro" no armário, o médico sugere que as mulheres deem preferência para os modelos que exijam menos esforço dos pés e coluna. “Não existe salto adequado, mas o melhor a se fazer é evitar os sapatos com bico fino e salto agulha”.

O sapato com salto anabela, uma espécie de plataforma que abrange toda a planta do pé, também é uma opção para o público feminino. “Inclusive, este tipo de calçado é indicado para o tratamento de patologias nos pés”, completa o Dr. Ninomiya.

No final do dia, é essencial fazer o alongamento do calcâneo para garantir a saúde do tendão de Aquiles e evitar possíveis problemas na região.

Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público
Ortopedista desaconselha uso de salto agulha. Foto: Domínio Público

Perigos do salto - As mulheres devem ficar atentas aos problemas que o acessório pode causar. Bolhas, olho de peixe e calos podem ser causados pelo uso excessivo ou má qualidade do produto.

Segundo o profissional, o sapato também mexe com o centro de gravidade do corpo e quem fica responsável por equilibrar o corpo é a coluna.” O uso crônico do salto trará problemas na região, como por exemplo o aparecimento da hérnia de disco”.

Além disso, o uso desenfreado do bico fino causa deformidade do hálux, nome científico para o dedão do pé. “Quando as estruturas ósseas ficam posicionadas da mesma forma e por muito tempo, ela permanecerá assim. Para reverter esse quadro, a paciente terá que passar por cirurgia”, alerta o ortopedista.

Joelho das mulheres sofre com o uso de saltos altos

Pisada - Corredoras com pisada supinada devem tomar cuidado com o uso do calçado. “Esse público é o que mais sofre, porque tendem a deixar o tornozelo instável, aumentando o risco de torções”, conclui o médico.

Vale comer de tudo para ganhar massa magra?

Ter um corpo saudável e musculoso, livre de gorduras, é um dos principais objetivos ao fazer inscrição nas academias ou começar um treinamento. O processo inicia com o ganho de massa magra (conhecido como bulking) e perda de porcentagem da gordura corporal (cutting). Porém, no primeiro estágio é comum ver a pessoa comer sem restrições; um grande erro.

Conhecido como bulking sujo, o hábito de ingerir qualquer tipo de alimento, sem se preocupar com a quantidade de gordura e açúcares, pode não só ter o efeito contrário como prejudicar a saúde. A prática é feita por indivíduos que acreditam que conseguirão perder essa gordura quando entrarem na fase do cutting.

“Existem dois tipos de ganho de massa: a de massa gorda e a de massa magra. É preciso sempre ganhar massa magra e perder massa gorda, isto é importante tanto para a estética quanto para a saúde, na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, explica a nutricionista Bianca Bianchi. Por isso, não ter hora para comer e ingerir mais nutrientes do que o organismo necessita não trará benefícios e pode até atrapalhar o rendimento.

É comum especialistas deixarem os atletas mais à vontade para comer o que os agrada nesse período, pelo fato de que esses alimentos terão que ser extremamente restritos na segunda fase (cutting). “A dica é comer de três em três horas e evitar gorduras, frituras, doces e guloseimas. O atleta deve preferir frutas, legumes, saladas, alimentos integrais (fibras), leites e derivados desnatados ou semidesnatados”, completa Bianca.

Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images
Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images

Dieta - Segundo a nutricionista, deve-se tomar cuidado ao seguir “dietas da moda”, porque cada pessoa tem a sua necessidade energética e pode ingerir mais ou menos do que organismo precisa. “Para a síntese e manutenção da massa magra, a dieta deve ser seguida, bem como as recomendações nutricionais, mantendo sempre o equilíbrio”

Bianca conta que um erro bastante comum é as pessoas acreditarem que alimentos ricos em carboidratos devem ser eliminado das refeições. “Uma das principais funções dos carboidratos é fornecer energia imediata para a contração muscular, de forma muito mais eficiente em comparação com os lipídeos, o que promove ganho de massa magra e, em médio e longo prazo, a perda de massa gorda”, diz.

A ingestão de proteínas também é necessária, porém não em grandes quantidades. “O excesso de proteínas é oxidada na mitocôndria e não é direcionada para a síntese muscular”, complementa a profissional.

Suplementação - O suplemento adequado e controlado, aliado à uma dieta e exercícios, ajuda a trazer resultados positivos mais rápidos. Porém, não são todas as substâncias que ajudarão o atleta, por isso um/(a) nutricionista sempre deve ser consultado antes de consumi-las.

Bianca também alerta para a necessidade de uma alimentação saudável. “Os suplementos que trazem maiores resultados para a finalidade em ganho de massa magra são, estimulantes ou proteínas ou principalmente creatinina”,conclui.


Vale comer de tudo para ganhar massa magra?

Atletismo · 01 ago, 2013

Ter um corpo saudável e musculoso, livre de gorduras, é um dos principais objetivos ao fazer inscrição nas academias ou começar um treinamento. O processo inicia com o ganho de massa magra (conhecido como bulking) e perda de porcentagem da gordura corporal (cutting). Porém, no primeiro estágio é comum ver a pessoa comer sem restrições; um grande erro.

Conhecido como bulking sujo, o hábito de ingerir qualquer tipo de alimento, sem se preocupar com a quantidade de gordura e açúcares, pode não só ter o efeito contrário como prejudicar a saúde. A prática é feita por indivíduos que acreditam que conseguirão perder essa gordura quando entrarem na fase do cutting.

“Existem dois tipos de ganho de massa: a de massa gorda e a de massa magra. É preciso sempre ganhar massa magra e perder massa gorda, isto é importante tanto para a estética quanto para a saúde, na prevenção de doenças crônicas não transmissíveis”, explica a nutricionista Bianca Bianchi. Por isso, não ter hora para comer e ingerir mais nutrientes do que o organismo necessita não trará benefícios e pode até atrapalhar o rendimento.

É comum especialistas deixarem os atletas mais à vontade para comer o que os agrada nesse período, pelo fato de que esses alimentos terão que ser extremamente restritos na segunda fase (cutting). “A dica é comer de três em três horas e evitar gorduras, frituras, doces e guloseimas. O atleta deve preferir frutas, legumes, saladas, alimentos integrais (fibras), leites e derivados desnatados ou semidesnatados”, completa Bianca.

Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images
Sem restrições à ingestão de gorduras, indivíduo ganha massa gorda e engorda. Foto: © Garuti | Dreamstime Stock Photos & Stock Free Images

Dieta - Segundo a nutricionista, deve-se tomar cuidado ao seguir “dietas da moda”, porque cada pessoa tem a sua necessidade energética e pode ingerir mais ou menos do que organismo precisa. “Para a síntese e manutenção da massa magra, a dieta deve ser seguida, bem como as recomendações nutricionais, mantendo sempre o equilíbrio”

Bianca conta que um erro bastante comum é as pessoas acreditarem que alimentos ricos em carboidratos devem ser eliminado das refeições. “Uma das principais funções dos carboidratos é fornecer energia imediata para a contração muscular, de forma muito mais eficiente em comparação com os lipídeos, o que promove ganho de massa magra e, em médio e longo prazo, a perda de massa gorda”, diz.

A ingestão de proteínas também é necessária, porém não em grandes quantidades. “O excesso de proteínas é oxidada na mitocôndria e não é direcionada para a síntese muscular”, complementa a profissional.

Suplementação - O suplemento adequado e controlado, aliado à uma dieta e exercícios, ajuda a trazer resultados positivos mais rápidos. Porém, não são todas as substâncias que ajudarão o atleta, por isso um/(a) nutricionista sempre deve ser consultado antes de consumi-las.

Bianca também alerta para a necessidade de uma alimentação saudável. “Os suplementos que trazem maiores resultados para a finalidade em ganho de massa magra são, estimulantes ou proteínas ou principalmente creatinina”,conclui.