Veteranos

Pulseira ajuda usuário a manter bem-estar diariamente

Conseguir controlar as horas de sono, o que comemos diariamente e deixar o sedentarismo para trás são coisas simples de se realizar, mas difíceis de concretizar, por consequência do estresse do dia-a-dia. Para conseguir administrar tudo isso, muitas pessoas utilizam as multifunções das novas tecnologias, que nem sempre ajudam como o esperado.

Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone

Preocupada com a qualidade de vida das pessoas, a empresa norte-americana Jawbone criou a UP, uma pulseira conectada com iPhone, iPad ou iPod que, além de alertar o usuário de algumas atividades que devem ser feitas ao longo do dia, dá dicas sobre como melhorar seu desempenho. O acessório registra como a pessoa dorme, se move e se alimenta.

Conforme o usuário cai no sono, o acessório registra o tempo que ele demorou para cair no sono, quanto tempo esteve sobre sono leve e pesado, e se dormiu o tempo o suficiente. Na hora da alimentação, é possível registrar todos os alimentos que foram consumidos, o horário e quanto o organismo realmente precisa.

É possível também registrar o momento em que a pessoa inicia uma atividade física e o instante em que ela para. Quando o usuário fica parado por muito tempo, a pulseira também alerta que está na hora de realizar algum exercício.

Aparência - Com design moderno, o objetivo da empresa era conseguir criar um aparelho que fosse confortável o suficiente para que o usuário dormisse tranquilamente e resistente para aguentar um jogo de basquete. Além disso, a UP é a prova d’água e suporta altas temperaturas.

O aparelho inovador já está à venda no site da empresa jawbone.com/up por 130 dólares (cerca de R$ 300). A página da Jawbone está em português.
Confira o vide sobre o aparelho:



Pulseira ajuda usuário a manter bem-estar diariamente

Atletismo · 07 out, 2013

Conseguir controlar as horas de sono, o que comemos diariamente e deixar o sedentarismo para trás são coisas simples de se realizar, mas difíceis de concretizar, por consequência do estresse do dia-a-dia. Para conseguir administrar tudo isso, muitas pessoas utilizam as multifunções das novas tecnologias, que nem sempre ajudam como o esperado.

Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone Produto foi desenhado para ser confortável e durável. Foto: Divulgação/ Jawbone

Preocupada com a qualidade de vida das pessoas, a empresa norte-americana Jawbone criou a UP, uma pulseira conectada com iPhone, iPad ou iPod que, além de alertar o usuário de algumas atividades que devem ser feitas ao longo do dia, dá dicas sobre como melhorar seu desempenho. O acessório registra como a pessoa dorme, se move e se alimenta.

Conforme o usuário cai no sono, o acessório registra o tempo que ele demorou para cair no sono, quanto tempo esteve sobre sono leve e pesado, e se dormiu o tempo o suficiente. Na hora da alimentação, é possível registrar todos os alimentos que foram consumidos, o horário e quanto o organismo realmente precisa.

É possível também registrar o momento em que a pessoa inicia uma atividade física e o instante em que ela para. Quando o usuário fica parado por muito tempo, a pulseira também alerta que está na hora de realizar algum exercício.

Aparência - Com design moderno, o objetivo da empresa era conseguir criar um aparelho que fosse confortável o suficiente para que o usuário dormisse tranquilamente e resistente para aguentar um jogo de basquete. Além disso, a UP é a prova d’água e suporta altas temperaturas.

O aparelho inovador já está à venda no site da empresa jawbone.com/up por 130 dólares (cerca de R$ 300). A página da Jawbone está em português.
Confira o vide sobre o aparelho:


Camiseta muda de cor conforme desempenho do atleta

Atletismo · 02 out, 2013

Lançamento já está à venda no site da empresa. Foto: Divulgação/ Radiate Athletic Lançamento já está à venda no site da empresa. Foto: Divulgação/ Radiate Athletic

Praticar exercícios e sentir os músculos do corpo queimando é um dos principais indícios de que o treinamento está funcionando. Porém, não existe como saber exatamente as áreas ainda que precisam ser trabalhadas.

Pensando nisso, a marca norte-americana Radiate Athletics criou uma camiseta que muda de cor conforme o desempenho do esportista, baseado no aumento da temperatura corporal. A tecnologia, desenvolvida pela NASA, funciona a partir de elétrons que refletem luz na presença de calor.

Assim, é possível visualizar todos os músculos que já foram trabalhados e o que ainda precisam ser. Além disso, o tecido, que parece com seda, permite a transpiração, diminui o mau cheiro e é antibacteriano.

As camisetas já estão à venda no site da empresa www.radiateathletics.com. Os preços variam entre 39.99 dólares (R$ 96) e 64.99 dólares (R$156).

Confira a novidade no vídeo:


Homeopatia: saiba como o tratamento auxilia o organismo de esportistas

Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng

Depois de começar a praticar atividades físicas é comum que o esportista comece a ter reincidências de lesões e sensações de dor. Neste momento o atleta deve decidir entre iniciar fisioterapia ou tratamento com uma bateria de remédios. Porém, existe mais uma alternativa que, junto da medicina tradicional, pode salvar o treinamento e a saúde: a homeopatia.

A homeopatia é considerada um tipo de medicina alternativa que utiliza métodos científicos para tratar e prevenir doenças agudas e crônicas. Apesar de muitos cientistas desacreditarem na eficácia do tratamento, existe um número crescente de homeopatas, que manipulam plantas e minerais diluídos em água ou álcool para gerar medicamentos que ajudam o organismo a se recuperar.

O benefício da homeopatia é a garantia de um organismo saudável, até mesmo quando o indivíduo não está com uma patologia, além de um tratamento personalizado. “Quando testado por ressonância nuclear magnética ou por cromatografia, cada medicamento é diferente e único, assim como cada potência desse medicamento. Portanto, embora cada medicamento homeopático tenha aparência e sabor idênticos, cada qual tem seu próprio padrão e propriedades”, conta o homeopata especialista no tratamento de esportistas, André Castanhede.

De acordo com o homeopata, a medicina alternativa ressalta o poder de capacidade de mutação de microorganismo, portanto tem a função de aumentar a imunidade corporal. “Além de reduzir o risco de resistência bacteriana, o baixo custo dos medicamentos homeopáticos beneficia o acesso ao medicamento. É diferente da alopatia, em que o medicamento é específico somente para tratar de um sintoma, como o analgésico contra a dor e um antibiótico contra infecção”, completa.

Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng

Contra lesões - Segundo André, a homeopatia é uma prática que tomou maiores proporções nos países europeus e que é utilizada por um grande número de atletas estrangeiros. “No Brasil existem 15 mil médicos, é o 16º maior grupo entre as 61 especialidades médicas, mas mesmo assim praticamente nem se fala do contexto homeopático dentro do esporte”, lamenta.

Caso o tratamento fosse requisitado pelos atletas, ele teria como objetivo melhorar o ânimo e desempenho, além de diminuir o número de queixas físicas e de ordem mental. “Somada a um médico do esporte, a homeopatia facilita a volta do esportista após uma lesão”, ressalta o especialista.

Castanhede também afirma que a medicina alternativa pode ajudar em casos simples de dores. “A dose homeopática reduz o número de câimbras, pois diminui a concentração do ácido lático”, revela.

Tratamento - Segundo André, não existe restrições para se utilizar o medicamento e ele deve ser adotado desde quando o indivíduo ainda é um bebê.


Homeopatia: saiba como o tratamento auxilia o organismo de esportistas

Atletismo · 30 set, 2013

Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng Homeopatia ainda é pouco utilizada por brasileiros. Foto: Haakon Birkeland/ stock.xchng

Depois de começar a praticar atividades físicas é comum que o esportista comece a ter reincidências de lesões e sensações de dor. Neste momento o atleta deve decidir entre iniciar fisioterapia ou tratamento com uma bateria de remédios. Porém, existe mais uma alternativa que, junto da medicina tradicional, pode salvar o treinamento e a saúde: a homeopatia.

A homeopatia é considerada um tipo de medicina alternativa que utiliza métodos científicos para tratar e prevenir doenças agudas e crônicas. Apesar de muitos cientistas desacreditarem na eficácia do tratamento, existe um número crescente de homeopatas, que manipulam plantas e minerais diluídos em água ou álcool para gerar medicamentos que ajudam o organismo a se recuperar.

O benefício da homeopatia é a garantia de um organismo saudável, até mesmo quando o indivíduo não está com uma patologia, além de um tratamento personalizado. “Quando testado por ressonância nuclear magnética ou por cromatografia, cada medicamento é diferente e único, assim como cada potência desse medicamento. Portanto, embora cada medicamento homeopático tenha aparência e sabor idênticos, cada qual tem seu próprio padrão e propriedades”, conta o homeopata especialista no tratamento de esportistas, André Castanhede.

De acordo com o homeopata, a medicina alternativa ressalta o poder de capacidade de mutação de microorganismo, portanto tem a função de aumentar a imunidade corporal. “Além de reduzir o risco de resistência bacteriana, o baixo custo dos medicamentos homeopáticos beneficia o acesso ao medicamento. É diferente da alopatia, em que o medicamento é específico somente para tratar de um sintoma, como o analgésico contra a dor e um antibiótico contra infecção”, completa.

Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng Medicamentos são derivados de plantas ou minerais. Foto: Tinpalace/ stock.xchng

Contra lesões - Segundo André, a homeopatia é uma prática que tomou maiores proporções nos países europeus e que é utilizada por um grande número de atletas estrangeiros. “No Brasil existem 15 mil médicos, é o 16º maior grupo entre as 61 especialidades médicas, mas mesmo assim praticamente nem se fala do contexto homeopático dentro do esporte”, lamenta.

Caso o tratamento fosse requisitado pelos atletas, ele teria como objetivo melhorar o ânimo e desempenho, além de diminuir o número de queixas físicas e de ordem mental. “Somada a um médico do esporte, a homeopatia facilita a volta do esportista após uma lesão”, ressalta o especialista.

Castanhede também afirma que a medicina alternativa pode ajudar em casos simples de dores. “A dose homeopática reduz o número de câimbras, pois diminui a concentração do ácido lático”, revela.

Tratamento - Segundo André, não existe restrições para se utilizar o medicamento e ele deve ser adotado desde quando o indivíduo ainda é um bebê.

Empresa sueca cria filtro que remove 99,4% das bactérias da água

Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube

Atualmente a grande preocupação dos designers de produtos é criar um filtro tão potente que diminua os índices de doenças causadas por água contaminada. A ingestão de bactérias e outros microorganismos presentes no líquido não tratado é a causa de 80% dos casos de problemas de saúde nos países de terceiro mundo.

Pensando nisso, a empresa sueca OKO (palavra que significa Eco) disponibiliza no mercado uma garrafinha com filtros desenvolvidos pela NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço). A OKO H2O utiliza dois níveis de filtragem da água: o primeiro é responsável por retirar odor e cloro presente na água, enquanto o segundo tira totalmente as impurezas.

De acordo com a empresa, o sistema conta com um aparelho com poros de apenas dois mícrons de diâmetro, um espaço tão pequeno que é invisível ao olho nu, que retém substâncias nocivas. Em testes, os resultados indicaram a remoção de mais de 99,94% bactérias encontradas na água.

A squeeze tecnológica já está disponível no site da empresa www.okoh2o.com/products.php por 22,95 dólares (aproximadamente R$ 55) e o filtro de nível dois custa 11,95 dólares (cerca de R$ 29). Existe ainda um terceiro filtro produzido pela NASA, mas ele não está disponível para os consumidores.

Para comprovar a eficiência do aparelho, um vídeo foi publicado no Youtube onde um homem passa o refrigerante Coca-Cola pelo filtro e a bebida apareça transparente. Apesar de o líquido ficar transparente, a água não perde o sabor doce. Confira:



Empresa sueca cria filtro que remove 99,4% das bactérias da água

Atletismo · 26 set, 2013

Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube Vídeo do Youtube mostra ação do filtro com o refrigerante coca-cola. Foto: Reprodução/ Youtube

Atualmente a grande preocupação dos designers de produtos é criar um filtro tão potente que diminua os índices de doenças causadas por água contaminada. A ingestão de bactérias e outros microorganismos presentes no líquido não tratado é a causa de 80% dos casos de problemas de saúde nos países de terceiro mundo.

Pensando nisso, a empresa sueca OKO (palavra que significa Eco) disponibiliza no mercado uma garrafinha com filtros desenvolvidos pela NASA (Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço). A OKO H2O utiliza dois níveis de filtragem da água: o primeiro é responsável por retirar odor e cloro presente na água, enquanto o segundo tira totalmente as impurezas.

De acordo com a empresa, o sistema conta com um aparelho com poros de apenas dois mícrons de diâmetro, um espaço tão pequeno que é invisível ao olho nu, que retém substâncias nocivas. Em testes, os resultados indicaram a remoção de mais de 99,94% bactérias encontradas na água.

A squeeze tecnológica já está disponível no site da empresa www.okoh2o.com/products.php por 22,95 dólares (aproximadamente R$ 55) e o filtro de nível dois custa 11,95 dólares (cerca de R$ 29). Existe ainda um terceiro filtro produzido pela NASA, mas ele não está disponível para os consumidores.

Para comprovar a eficiência do aparelho, um vídeo foi publicado no Youtube onde um homem passa o refrigerante Coca-Cola pelo filtro e a bebida apareça transparente. Apesar de o líquido ficar transparente, a água não perde o sabor doce. Confira:


Aparelho criado por brasileiro transforma respiração em energia para iPhone

Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

Atualmente é raro encontrar esportistas que abdicam dos fones de ouvido enquanto praticam exercícios. Apesar de não serem recomendados por alguns profissionais da área de educação física, uma playlist com músicas bem selecionadas pode aumentar o rendimento e diminuir o tempo em corridas, além de trazer ainda mais diversão para o esportista.

Porém, dependendo do tempo e local em que o exercício será praticado, a carga da bateria não será o suficiente para perdurar por todo o treino, competição ou prática. Pensando nessa dificuldade, o designer brasileiro João Paulo Lammoglia desenvolveu o Aire, um dispositivo que gera energia para o iPhone por meio da respiração.

O aparelho é uma máscara que funciona por meio do uso de uma pequena turbina, que converte a respiração em energia elétrica. Portanto, ele pode ser utilizado enquanto o usuário dorme, por exemplo, mas será recarregado muito mais rápido se usado por praticantes de esporte.

Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

O objetivo do projeto é preservar o meio ambiente e incentivar as pessoas a praticar esportes regularmente, já que quanto melhor a respiração, mais rápida a bateria do Iphone ficará completa. O dispositivo ganhou, em 2011, o prêmio da Red Dot Design Award por melhor Conceito de Design do ano.

Saiba mais no site do designer www.joaolammoglia.com.


Aparelho criado por brasileiro transforma respiração em energia para iPhone

Atletismo · 23 set, 2013

Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Usar o aparelho enquanto pratica exercício faz com que a carga do Iphone aumente mais rapidamente. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

Atualmente é raro encontrar esportistas que abdicam dos fones de ouvido enquanto praticam exercícios. Apesar de não serem recomendados por alguns profissionais da área de educação física, uma playlist com músicas bem selecionadas pode aumentar o rendimento e diminuir o tempo em corridas, além de trazer ainda mais diversão para o esportista.

Porém, dependendo do tempo e local em que o exercício será praticado, a carga da bateria não será o suficiente para perdurar por todo o treino, competição ou prática. Pensando nessa dificuldade, o designer brasileiro João Paulo Lammoglia desenvolveu o Aire, um dispositivo que gera energia para o iPhone por meio da respiração.

O aparelho é uma máscara que funciona por meio do uso de uma pequena turbina, que converte a respiração em energia elétrica. Portanto, ele pode ser utilizado enquanto o usuário dorme, por exemplo, mas será recarregado muito mais rápido se usado por praticantes de esporte.

Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia Dispositivo pode ser usado enquanto o usuário dorme. Foto: Divulgação/ João Paulo Lammoglia

O objetivo do projeto é preservar o meio ambiente e incentivar as pessoas a praticar esportes regularmente, já que quanto melhor a respiração, mais rápida a bateria do Iphone ficará completa. O dispositivo ganhou, em 2011, o prêmio da Red Dot Design Award por melhor Conceito de Design do ano.

Saiba mais no site do designer www.joaolammoglia.com.

Designer cria aparelho que leva água potável para regiões carentes

Designer pretende diminuir taxas de doenças causadas por água contaminada. Foto: Divulgação/ Solarball Designer pretende diminuir taxas de doenças causadas por água contaminada. Foto: Divulgação/ Solarball

Falta de acesso à água potável é a realidade de quatro bilhões de pessoas, que lutam diariamente para poder matar a sede sem correr o risco de ser contaminada, segundo o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos. Cerca de 80% das doenças diagnosticadas em países de terceiro mundo são causadas por microorganismos escondidos no líquido infectado.

Para combater esse problema, diversos designers estão criando soluções práticas, como a garrafa 321 Water, de Gretha Oost, e a garrafa Puri, de Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim que, apesar de funcionais, filtram um volume pequeno de água. Por isso, o designer Jon Liow criou a Solarball, um aparelho portátil que purifica três litros de água por dia.

Para o aparelho funcionar basta adicionar água por uma de suas extremidades, deixá-lo no sol e a água é purificada a partir da evaporação e condensação. Apesar de simples, a Solarball é mais eficiente que o processo normal, pois possui um sistema que facilita o aquecimento e sua metade inferior é isolada por uma bolsa de ar, permitindo que a água suja fique dentro do local.

Depois de limpa, a água fica armazenada em uma das laterais da Solarball e é retirada por uma pequena torneira. O objetivo do designer é levar o dispositivo para as áreas que mais sofrem com a seca, como algumas regiões da África.

Sem necessidade de energia elétrica, o aparelho também pode ser utilizado por empresas que organizam competições de esportes de aventura e precisam fornecer hidratação aos participantes. Confira o vídeo sobre a novidade:

Solarball from jon liow on Vimeo.


Designer cria aparelho que leva água potável para regiões carentes

Atletismo · 23 set, 2013

Designer pretende diminuir taxas de doenças causadas por água contaminada. Foto: Divulgação/ Solarball Designer pretende diminuir taxas de doenças causadas por água contaminada. Foto: Divulgação/ Solarball

Falta de acesso à água potável é a realidade de quatro bilhões de pessoas, que lutam diariamente para poder matar a sede sem correr o risco de ser contaminada, segundo o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos. Cerca de 80% das doenças diagnosticadas em países de terceiro mundo são causadas por microorganismos escondidos no líquido infectado.

Para combater esse problema, diversos designers estão criando soluções práticas, como a garrafa 321 Water, de Gretha Oost, e a garrafa Puri, de Younsun Kim, Kangkyung Lee, Byungsoo Kim e Minji Kim que, apesar de funcionais, filtram um volume pequeno de água. Por isso, o designer Jon Liow criou a Solarball, um aparelho portátil que purifica três litros de água por dia.

Para o aparelho funcionar basta adicionar água por uma de suas extremidades, deixá-lo no sol e a água é purificada a partir da evaporação e condensação. Apesar de simples, a Solarball é mais eficiente que o processo normal, pois possui um sistema que facilita o aquecimento e sua metade inferior é isolada por uma bolsa de ar, permitindo que a água suja fique dentro do local.

Depois de limpa, a água fica armazenada em uma das laterais da Solarball e é retirada por uma pequena torneira. O objetivo do designer é levar o dispositivo para as áreas que mais sofrem com a seca, como algumas regiões da África.

Sem necessidade de energia elétrica, o aparelho também pode ser utilizado por empresas que organizam competições de esportes de aventura e precisam fornecer hidratação aos participantes. Confira o vídeo sobre a novidade:

Solarball from jon liow on Vimeo.

A promoção da obesidade

Um texto interessante me chamou atenção esses dias. Nele o autor Rizzato Nunes fala sobre a questão da obesidade e dos direitos do consumidor. Ele atenta para um dado que não chamou a atenção devida da imprensa: a população brasileira com sobrepeso não para de aumentar. O Sr. Nunes é da área do direito e fala muito bem sobre sua especialidade. Mas aí caímos em outra questão.

A obesidade é um problema mundial (“Globesidade”) e para combatermos um problema, precisamos saber sua causa. Será que sabemos? Já falei aqui, que vêm desde a década de 1970 as tentativas de se combater o aumento de peso da população.

Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

A quase totalidade das diretrizes dos diversos institutos de saúde mundo afora e as instituições de ensino pregam basicamente um menor consumo de gordura. A troca desse nutriente pelo carboidrato e maior atividade física para que aumentemos o gasto calórico.

Gordura e carboidratos têm se mostrado preponderantes no aumento do índice de obesidade - Cássio Oliveira/ Stock.xchng Gordura e carboidratos têm se mostrado preponderantes no aumento do índice de obesidade - Cássio Oliveira/ Stock.xchng

O mundo nunca fez tanto esporte e nunca comeu tão pouca gordura. Porém, nunca fomos tão gordos. E qual a conclusão dos “gênios” para melhorar o tratamento? Aumenta-se a dose de um remédio que nunca – repito, NUNCA – se provou funcionar.

No final de semana assistia a um conhecido programa de TV que tem um quadro temporário para perda de peso capitaneado por um profissional de educação física. Quais são suas orientações: as de sempre. Corte de gordura, mais frutas (carboidrato) e mais esporte. Enfim, basicamente aquilo que fazemos há 40 anos e não produz resultados.

Mas voltemos ao texto do Sr. Nunes. Ele não precisa entender de nutrição para falar sobre direito. Mas observando seus pontos nós vemos que não há como resolvermos um problema se não sabemos sua causa. Uma tendência atual de alguns governos é o de regular ainda mais o comércio, a disponibilidade e a veiculação de anúncios de refrigerantes e alimentos ricos em gordura esódio. Por quê?

Decidiu-se sem o suporte da Ciência que o que engorda quando você se entope de coxinha é a gordura, não o carboidrato (ou a farinha). Sem evidências concretas querem limitar o consumo de sódio porque se definiu que isso faz mal, então vamos cortar o refrigerante (rico em sódio e açúcar), mas incoerentemente promovemos a troca por sucos de fruta (igualmente ou ainda mais ricos em sódio e açúcar).

Pergunto:

  • Como vamos resolver o problema da obesidade se vamos cortar a gordura e assim consequentemente consumir mais carboidrato?
  • Como vamos combater a obesidade consumindo menos sódio se não há qualquer ligação dele com o ganho de peso?
  • Como vamos combater a obesidade promovendo o consumo de mais carboidrato na forma de frutas ou, muito pior, de sucos?
  • Como promover perda de peso se praticamente todos os institutos sérios se baseiam na teoria do déficit calórico, uma hipótese jamais confirmada?
  • Como vamos combater a obesidade apenas promovendo exercício se mais de 30 anos de pesquisas mostram que atividade física é quase que completamente ineficaz na promoção da perda de peso (um adendo: o esporte tem INÚMEROS benefícios, MENOS o de promover perda de peso)?
  • Podemos discutir o crescimento da obesidade. Mas não se trata um doente se não sabemos qual o remédio, não se corrige um problema sem saber a causa. Não adianta trocar a meia de um corredor se você quer fazê-lo correr mais rápido.


    A promoção da obesidade

    Atletismo · 13 set, 2013

    Um texto interessante me chamou atenção esses dias. Nele o autor Rizzato Nunes fala sobre a questão da obesidade e dos direitos do consumidor. Ele atenta para um dado que não chamou a atenção devida da imprensa: a população brasileira com sobrepeso não para de aumentar. O Sr. Nunes é da área do direito e fala muito bem sobre sua especialidade. Mas aí caímos em outra questão.

    A obesidade é um problema mundial (“Globesidade”) e para combatermos um problema, precisamos saber sua causa. Será que sabemos? Já falei aqui, que vêm desde a década de 1970 as tentativas de se combater o aumento de peso da população.

    Compulsão alimentar: como saber se a fome é, na verdade, ansiedade?

    A quase totalidade das diretrizes dos diversos institutos de saúde mundo afora e as instituições de ensino pregam basicamente um menor consumo de gordura. A troca desse nutriente pelo carboidrato e maior atividade física para que aumentemos o gasto calórico.

    Gordura e carboidratos têm se mostrado preponderantes no aumento do índice de obesidade - Cássio Oliveira/ Stock.xchng Gordura e carboidratos têm se mostrado preponderantes no aumento do índice de obesidade - Cássio Oliveira/ Stock.xchng

    O mundo nunca fez tanto esporte e nunca comeu tão pouca gordura. Porém, nunca fomos tão gordos. E qual a conclusão dos “gênios” para melhorar o tratamento? Aumenta-se a dose de um remédio que nunca – repito, NUNCA – se provou funcionar.

    No final de semana assistia a um conhecido programa de TV que tem um quadro temporário para perda de peso capitaneado por um profissional de educação física. Quais são suas orientações: as de sempre. Corte de gordura, mais frutas (carboidrato) e mais esporte. Enfim, basicamente aquilo que fazemos há 40 anos e não produz resultados.

    Mas voltemos ao texto do Sr. Nunes. Ele não precisa entender de nutrição para falar sobre direito. Mas observando seus pontos nós vemos que não há como resolvermos um problema se não sabemos sua causa. Uma tendência atual de alguns governos é o de regular ainda mais o comércio, a disponibilidade e a veiculação de anúncios de refrigerantes e alimentos ricos em gordura esódio. Por quê?

    Decidiu-se sem o suporte da Ciência que o que engorda quando você se entope de coxinha é a gordura, não o carboidrato (ou a farinha). Sem evidências concretas querem limitar o consumo de sódio porque se definiu que isso faz mal, então vamos cortar o refrigerante (rico em sódio e açúcar), mas incoerentemente promovemos a troca por sucos de fruta (igualmente ou ainda mais ricos em sódio e açúcar).

    Pergunto:

  • Como vamos resolver o problema da obesidade se vamos cortar a gordura e assim consequentemente consumir mais carboidrato?
  • Como vamos combater a obesidade consumindo menos sódio se não há qualquer ligação dele com o ganho de peso?
  • Como vamos combater a obesidade promovendo o consumo de mais carboidrato na forma de frutas ou, muito pior, de sucos?
  • Como promover perda de peso se praticamente todos os institutos sérios se baseiam na teoria do déficit calórico, uma hipótese jamais confirmada?
  • Como vamos combater a obesidade apenas promovendo exercício se mais de 30 anos de pesquisas mostram que atividade física é quase que completamente ineficaz na promoção da perda de peso (um adendo: o esporte tem INÚMEROS benefícios, MENOS o de promover perda de peso)?
  • Podemos discutir o crescimento da obesidade. Mas não se trata um doente se não sabemos qual o remédio, não se corrige um problema sem saber a causa. Não adianta trocar a meia de um corredor se você quer fazê-lo correr mais rápido.

    Dispositivo permite que esportista gere energia por meio do exercício

    Aparelho se adapta por meio de velcros. Foto: Divulgação/ Yanko Design Aparelho se adapta por meio de velcros. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Preocupados com a saúde e rendimento, os esportistas estão contando cada vez mais com os aplicativos dos smartphones para ajudar no treinamento. Inseparáveis, os atletas preferem levar os dispositivos consigo até mesmo em competições ao invés de deixá-los no guarda-volume.

    No caso de provas em montanha, os profissionais incentivam o companheirismo de corredores e seus celulares para que, em caso de emergências, eles consigam avisar a organização da prova. Porém, sempre há o lembrete: não esqueça de carregar o aparelho antes de sair pelas trilhas.

    Pensando nisso, o designer Ben Azzam, da Universidade de Auburn, criou o Activ, um acessório capaz de armazenar energia cinética por meio das passadas. Depois, é só conectar seu celular no dispositivo para que a bateria seja recarregada.

    A invenção também é uma boa notícia para os atletas que não abrem mão de ouvir a playlist instalada em seu celular enquanto correm. Para saber quanta energia já foi armazenada no dispositivo,é possível ver quanta carga ele tem com as luzes de LED instaladas.

    Dispositivo gera energia para os amantes de fone de ouvido, que não abrem mão de ouvir suas playlist. Foto: Divulgação/ Yanko Design Dispositivo gera energia para os amantes de fone de ouvido, que não abrem mão de ouvir suas playlist. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    O designer se preocupou em produzir uma aparelho leve e anatômico, que interfira o mínimo possível na performance dos esportistas. O Activ tem uma estrutura ajustada por velcros, revestimento com neoprene e promete ser confortável no uso diário.

    Além de eficiente, a novidade preserva o meio ambiente, já que a forma de se obter a energia é limpa. O dispositivo inovador ainda não tem data para entrar no mercado.


    Dispositivo permite que esportista gere energia por meio do exercício

    Atletismo · 13 set, 2013

    Aparelho se adapta por meio de velcros. Foto: Divulgação/ Yanko Design Aparelho se adapta por meio de velcros. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Preocupados com a saúde e rendimento, os esportistas estão contando cada vez mais com os aplicativos dos smartphones para ajudar no treinamento. Inseparáveis, os atletas preferem levar os dispositivos consigo até mesmo em competições ao invés de deixá-los no guarda-volume.

    No caso de provas em montanha, os profissionais incentivam o companheirismo de corredores e seus celulares para que, em caso de emergências, eles consigam avisar a organização da prova. Porém, sempre há o lembrete: não esqueça de carregar o aparelho antes de sair pelas trilhas.

    Pensando nisso, o designer Ben Azzam, da Universidade de Auburn, criou o Activ, um acessório capaz de armazenar energia cinética por meio das passadas. Depois, é só conectar seu celular no dispositivo para que a bateria seja recarregada.

    A invenção também é uma boa notícia para os atletas que não abrem mão de ouvir a playlist instalada em seu celular enquanto correm. Para saber quanta energia já foi armazenada no dispositivo,é possível ver quanta carga ele tem com as luzes de LED instaladas.

    Dispositivo gera energia para os amantes de fone de ouvido, que não abrem mão de ouvir suas playlist. Foto: Divulgação/ Yanko Design Dispositivo gera energia para os amantes de fone de ouvido, que não abrem mão de ouvir suas playlist. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    O designer se preocupou em produzir uma aparelho leve e anatômico, que interfira o mínimo possível na performance dos esportistas. O Activ tem uma estrutura ajustada por velcros, revestimento com neoprene e promete ser confortável no uso diário.

    Além de eficiente, a novidade preserva o meio ambiente, já que a forma de se obter a energia é limpa. O dispositivo inovador ainda não tem data para entrar no mercado.

    Designers italianas produzem bike inspirada em canivete suíço

    Produto foi planejado para ser transportado em trens, metrôs e ônibus. Foto: Divulgação/ Yanko Design Produto foi planejado para ser transportado em trens, metrôs e ônibus. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Cada vez mais as pessoas se conscientizam da importância de preservar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida. Trocar horas parado no trânsito dentro do carro por um agradável passeio até o trabalho foi a alternativa que algumas pessoas encontraram para viver com menos estresse e com mais saúde, apesar de as ruas brasileiras não se mostrarem preparadas para receber os ciclistas.

    Outra dificuldade é encontrar um lugar para guardar a bicicleta, já que grande parte das empresas não têm um estacionamento para elas. Por conta disso, muitos fabricantes de bikes tem apostado nos modelos dobráveis e leves, que facilitam o transporte e armazenamento.

    Porém, as designers italianas Valentina Vecchia e Marilena Alberga decidiram unir humor e praticidade ao criar a One Shot, uma bike dobrável que tem a aparência de um canivete suíço gigante. Para desenvolver o protótipo, mecanismos de abertura de tesouras e canivetes foram estudados.

    Bicicleta dobrável tem mecanismo baseado no funcionamento de tesouras e canivete. Foto: Divulgação/ Yanko Design Bicicleta dobrável tem mecanismo baseado no funcionamento de tesouras e canivete. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Para abrir o artigo de locomoção, basta empurrar uma de suas partes para frente para o guidão, banco e pedais aparecerem. Ela possui uma trava para que não se feche sozinha enquanto o usuário pedala.

    A bike foi desenvolvida para ser carregada com facilidade em transportes públicos, como trens, metrôs e ônibus. O projeto conta com a colaboração da empresa Alstom, líder mundial na área de transporte ferroviário.


    Designers italianas produzem bike inspirada em canivete suíço

    Atletismo · 11 set, 2013

    Produto foi planejado para ser transportado em trens, metrôs e ônibus. Foto: Divulgação/ Yanko Design Produto foi planejado para ser transportado em trens, metrôs e ônibus. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Cada vez mais as pessoas se conscientizam da importância de preservar o meio ambiente e melhorar a qualidade de vida. Trocar horas parado no trânsito dentro do carro por um agradável passeio até o trabalho foi a alternativa que algumas pessoas encontraram para viver com menos estresse e com mais saúde, apesar de as ruas brasileiras não se mostrarem preparadas para receber os ciclistas.

    Outra dificuldade é encontrar um lugar para guardar a bicicleta, já que grande parte das empresas não têm um estacionamento para elas. Por conta disso, muitos fabricantes de bikes tem apostado nos modelos dobráveis e leves, que facilitam o transporte e armazenamento.

    Porém, as designers italianas Valentina Vecchia e Marilena Alberga decidiram unir humor e praticidade ao criar a One Shot, uma bike dobrável que tem a aparência de um canivete suíço gigante. Para desenvolver o protótipo, mecanismos de abertura de tesouras e canivetes foram estudados.

    Bicicleta dobrável tem mecanismo baseado no funcionamento de tesouras e canivete. Foto: Divulgação/ Yanko Design Bicicleta dobrável tem mecanismo baseado no funcionamento de tesouras e canivete. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Para abrir o artigo de locomoção, basta empurrar uma de suas partes para frente para o guidão, banco e pedais aparecerem. Ela possui uma trava para que não se feche sozinha enquanto o usuário pedala.

    A bike foi desenvolvida para ser carregada com facilidade em transportes públicos, como trens, metrôs e ônibus. O projeto conta com a colaboração da empresa Alstom, líder mundial na área de transporte ferroviário.

    Garrafa portátil com filtro transforma água da torneira em potável

    Com design moderno, garrafa já está a venda. Foto: Divulgação/ Yanko Design Com design moderno, garrafa já está a venda. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    É impossível pensar em praticar exercícios sem falar sobre hidratação. O corpo humano é composto 73,2% de água, portanto essa substância é indispensável para garantir a funcionalidade adequada do organismo.

    Portanto, começar o treinamento sem uma squeeze para os momentos de reidratação é um dos piores erros que o esportista iniciante pode cometer. Praticar esportes ao ar livre também pode significar escassez de recursos, como água potável.

    Pensando nisso, a designer Gretha Oost criou a 321 Water, uma garrafa portátil que filtra a água da torneira instantaneamente, sem esforço. Basta abrir a tampa, retirar o filtro interno, colocar o líquido na garrafa e inserir o filtro novamente.

    O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão que fica preso ao filtro de polímero. Muito parecido com o sistema de bombeamento, é necessário pressionar a haste de filtragem até o fundo da garrafa para a água se tornar potável.

    A ideia é muito parecida com a garrafa Puri, apresentada pelo site Webventure anteriormente. O produto filtra a água do mar por meio de um bombeamento manual.

    O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão. Foto: Divulgação/ Yanko Design O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Venda - A pastilha responsável pela filtragem da água dura aproximadamente 100 ciclos e é recomendável a troca a cada duas semanas e meia. A venda da garrafa com seis pastilhas custa 89 dólares australianos, cerca de R$ 195, pelo site www.321water.com/buy-online


    Garrafa portátil com filtro transforma água da torneira em potável

    Atletismo · 10 set, 2013

    Com design moderno, garrafa já está a venda. Foto: Divulgação/ Yanko Design Com design moderno, garrafa já está a venda. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    É impossível pensar em praticar exercícios sem falar sobre hidratação. O corpo humano é composto 73,2% de água, portanto essa substância é indispensável para garantir a funcionalidade adequada do organismo.

    Portanto, começar o treinamento sem uma squeeze para os momentos de reidratação é um dos piores erros que o esportista iniciante pode cometer. Praticar esportes ao ar livre também pode significar escassez de recursos, como água potável.

    Pensando nisso, a designer Gretha Oost criou a 321 Water, uma garrafa portátil que filtra a água da torneira instantaneamente, sem esforço. Basta abrir a tampa, retirar o filtro interno, colocar o líquido na garrafa e inserir o filtro novamente.

    O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão que fica preso ao filtro de polímero. Muito parecido com o sistema de bombeamento, é necessário pressionar a haste de filtragem até o fundo da garrafa para a água se tornar potável.

    A ideia é muito parecida com a garrafa Puri, apresentada pelo site Webventure anteriormente. O produto filtra a água do mar por meio de um bombeamento manual.

    O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão. Foto: Divulgação/ Yanko Design O sistema de filtragem funciona por meio de uma pastilha de carvão. Foto: Divulgação/ Yanko Design

    Venda - A pastilha responsável pela filtragem da água dura aproximadamente 100 ciclos e é recomendável a troca a cada duas semanas e meia. A venda da garrafa com seis pastilhas custa 89 dólares australianos, cerca de R$ 195, pelo site www.321water.com/buy-online