Veteranos

Ano acabando, que tal novos pares de tênis?

Corrida de Montanha · 12 set, 2014

Que tal terminar 2014 pelos pés? Os pares de tênis especiais para corrida são tão importantes quanto estar bem treinado para enfrentar as planilhas e as provas que nos desafiarão durante o ano. Mas antes, gostaria de compartilhar uma pesquisa divulgada em 2013.

O Laboratório de Biomecânica da Universidade de São Paulo (USP) comprovou o que até então era polêmico no bate-papo dos corredores. Tênis “amacia”? De acordo com a pesquisa, sim. Com o tempo, o calçado encaixa mais nos pés. Ou seja, nem novo, nem muito velho, ele distribui melhor a pressão na planta do pé.

Tenha sempre mais de um par de tênis e reveze eles entre os treinos Foto: Pascal Huot/Fotolia Tenha sempre mais de um par de tênis e reveze eles entre os treinos Foto: Pascal Huot/Fotolia

A pressão é a forma como o impacto é distribuído na planta do pé. Quanto maior a área, menor a pressão. Em média, a área de contato entre uma palmilha rodada e o pé são 5,6cm² maior em relação às mais novas. Portanto, o tênis amaciado reduz a pressão. Com o tempo de uso, o tênis melhora a resposta biomecânica, diminuindo pressão e aumentando o desempenho do atleta.

Porém, não quer dizer que você tenha que usar um tênis para sempre ou fazer daquele seu par que completou uma maratona ou uma prova importante o seu xodó.

Por isso, volto ao assunto “tênis novos”. Já que logo começaremos o ano, um bom presente para você é ter mais que um par. Mesmo comprovada a teoria do calçado amaciado, eles ainda precisam de descanso, pois os sistemas de amortecimento que utilizam espumas tecnológicas precisam de pelo menos 24 horas para recuperar o formato original. Assim, o impacto da pisada será amortecido com mais eficácia. Além disso, a quilometragem recomendada pelos fabricantes é cerca de 400 quilômetros. Mas geralmente acabo utilizando um par de tênis de 800 a 1000 quilômetros. Isto não tem nada de científico e sim uma experiência adquirida. Passou disso, a probabilidade de se lesionar aumenta exponencialmente.

Dicas

1. Antes de correr até a loja, verifique se seus pés estão bem cuidados, principalmente, as unhas. Corte-as bem retas para impedir que encravem. Não arredonde os cantos, pois é o local onde ocorre atrito com o tênis, podendo gerar infecção.

2. Os tênis mais bem avaliados por uma revista, podem não ser os que se encaixam com a sua corrida. O melhor é aquele que se adapta mais aos seus pés.

3. Opte por um número maior. Se você calça 38, a sua corrida pede 39. Ao calçá-lo, aperte a ponta do tênis com o indicador. Este espaço é a folga necessária para que seu dedão não tenha atrito, correndo o risco de formar bolhas.

4. Desconfie de calçados com preços muito baixos, pois podem ser falsificados. Estudos confirmam que o impacto sofrido pelo pé é de 15% maior do que nos originais.

5. Ao lavá-los, nunca coloque na máquina de lavar ou secar. A composição química dos produtos de limpeza resseca as partes de couro e reduz bastante à vida útil do seu calçado. Use sabão neutro, pano úmido e pouca água. Seque o tênis à sombra, com a sola voltada para baixo, não deixe o tênis de molho e nem o pendure no varal.

Agora que tem todas as informações para adquirir novos companheiros de corrida, divirta-se na loja e bons treinos!


Ano acabando, que tal novos pares de tênis?

Corrida de Montanha · 12 set, 2014

Que tal terminar 2014 pelos pés? Os pares de tênis especiais para corrida são tão importantes quanto estar bem treinado para enfrentar as planilhas e as provas que nos desafiarão durante o ano. Mas antes, gostaria de compartilhar uma pesquisa divulgada em 2013.

O Laboratório de Biomecânica da Universidade de São Paulo (USP) comprovou o que até então era polêmico no bate-papo dos corredores. Tênis “amacia”? De acordo com a pesquisa, sim. Com o tempo, o calçado encaixa mais nos pés. Ou seja, nem novo, nem muito velho, ele distribui melhor a pressão na planta do pé.

Tenha sempre mais de um par de tênis e reveze eles entre os treinos Foto: Pascal Huot/Fotolia Tenha sempre mais de um par de tênis e reveze eles entre os treinos Foto: Pascal Huot/Fotolia

A pressão é a forma como o impacto é distribuído na planta do pé. Quanto maior a área, menor a pressão. Em média, a área de contato entre uma palmilha rodada e o pé são 5,6cm² maior em relação às mais novas. Portanto, o tênis amaciado reduz a pressão. Com o tempo de uso, o tênis melhora a resposta biomecânica, diminuindo pressão e aumentando o desempenho do atleta.

Porém, não quer dizer que você tenha que usar um tênis para sempre ou fazer daquele seu par que completou uma maratona ou uma prova importante o seu xodó.

Por isso, volto ao assunto “tênis novos”. Já que logo começaremos o ano, um bom presente para você é ter mais que um par. Mesmo comprovada a teoria do calçado amaciado, eles ainda precisam de descanso, pois os sistemas de amortecimento que utilizam espumas tecnológicas precisam de pelo menos 24 horas para recuperar o formato original. Assim, o impacto da pisada será amortecido com mais eficácia. Além disso, a quilometragem recomendada pelos fabricantes é cerca de 400 quilômetros. Mas geralmente acabo utilizando um par de tênis de 800 a 1000 quilômetros. Isto não tem nada de científico e sim uma experiência adquirida. Passou disso, a probabilidade de se lesionar aumenta exponencialmente.

Dicas

1. Antes de correr até a loja, verifique se seus pés estão bem cuidados, principalmente, as unhas. Corte-as bem retas para impedir que encravem. Não arredonde os cantos, pois é o local onde ocorre atrito com o tênis, podendo gerar infecção.

2. Os tênis mais bem avaliados por uma revista, podem não ser os que se encaixam com a sua corrida. O melhor é aquele que se adapta mais aos seus pés.

3. Opte por um número maior. Se você calça 38, a sua corrida pede 39. Ao calçá-lo, aperte a ponta do tênis com o indicador. Este espaço é a folga necessária para que seu dedão não tenha atrito, correndo o risco de formar bolhas.

4. Desconfie de calçados com preços muito baixos, pois podem ser falsificados. Estudos confirmam que o impacto sofrido pelo pé é de 15% maior do que nos originais.

5. Ao lavá-los, nunca coloque na máquina de lavar ou secar. A composição química dos produtos de limpeza resseca as partes de couro e reduz bastante à vida útil do seu calçado. Use sabão neutro, pano úmido e pouca água. Seque o tênis à sombra, com a sola voltada para baixo, não deixe o tênis de molho e nem o pendure no varal.

Agora que tem todas as informações para adquirir novos companheiros de corrida, divirta-se na loja e bons treinos!

Polaroid lança nova geração de câmera para concorrer com a GoPro

Corrida de Montanha · 05 set, 2014

A Polaroid já foi uma marca desejada por consumidores na década de 80 que adorariam ter em mãos uma câmera que já revelava a foto instantaneamente. Com a mudança do mercado ao longo dos anos e o barateamento de fotos impressas, a empresa aposentou as gigantes instantâneas, mas não parou no tempo. Já está em pré-venda uma nova aposta no mercado fotográfico, a Polaroid Cube. Trata-se de uma câmera de apenas 3,5 centímetros que tira fotos de seis megapixels de resolução, lente que alcança ângulo de 124 graus e captura vídeos em HD.

Previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro Foto: Divulgação Previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro Foto: Divulgação

Garmin apresenta Fēnix 2, o relógio fitness e outdoor

Pelo tamanho compacto tudo indica que a marca desenvolveu o produto para concorrer com a GoPro, líder do segmento de câmeras portáteis.

O site Photojojo faz a pré-venda com entrega no Brasil, porém com cobrança do valor do frete. A previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro. Além disso, podem ser adquiridos separadamente acessórios como um kit à prova d’água, um tripé e um dispositivo para prender o equipamento ao guidão da bicicleta.

A principal diferença com a GoPro é visível no preço. Enquanto o lançamento Cube sai por 100 dólares, a rival é vendida por cerca de 300.


Polaroid lança nova geração de câmera para concorrer com a GoPro

Corrida de Montanha · 05 set, 2014

A Polaroid já foi uma marca desejada por consumidores na década de 80 que adorariam ter em mãos uma câmera que já revelava a foto instantaneamente. Com a mudança do mercado ao longo dos anos e o barateamento de fotos impressas, a empresa aposentou as gigantes instantâneas, mas não parou no tempo. Já está em pré-venda uma nova aposta no mercado fotográfico, a Polaroid Cube. Trata-se de uma câmera de apenas 3,5 centímetros que tira fotos de seis megapixels de resolução, lente que alcança ângulo de 124 graus e captura vídeos em HD.

Previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro Foto: Divulgação Previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro Foto: Divulgação

Garmin apresenta Fēnix 2, o relógio fitness e outdoor

Pelo tamanho compacto tudo indica que a marca desenvolveu o produto para concorrer com a GoPro, líder do segmento de câmeras portáteis.

O site Photojojo faz a pré-venda com entrega no Brasil, porém com cobrança do valor do frete. A previsão é que o produto chegue aos compradores até o fim de outubro. Além disso, podem ser adquiridos separadamente acessórios como um kit à prova d’água, um tripé e um dispositivo para prender o equipamento ao guidão da bicicleta.

A principal diferença com a GoPro é visível no preço. Enquanto o lançamento Cube sai por 100 dólares, a rival é vendida por cerca de 300.

Garmin lança Forerunner 15 no Brasil

Caminhada · 16 jun, 2014

A Garmin apresenta o mais novo lançamento no país para praticantes de corrida, o Forerunner 15, um treinador de pulso preciso e de fácil utilização. O relógio com GPS conta com todas as funções que os corredores precisam: marcador de ritmo, calorias, distância, registros pessoais, além de monitor cardíaco incluso. Também oferece um inédito recurso que avisa quando é o momento de se movimentar, caso haja um intervalo por mais de uma hora.

O modelo tem bateria recarregável que dura até cinco semanas Foto: Divulgação O modelo tem bateria recarregável que dura até cinco semanas Foto: Divulgação

Utilizando a cinta de frequência cardíaca, ele também registra o ritmo cardíaco e a zona da frequência cardíaca. Além disso, para quem deseja monitorar as atividades, mesmo quando não esteja se exercitando, o modelo conta os passos e calorias gastas durante todo o dia, ideal para o monitoramento de metas e conferência das tendências dos treinos.

Uma das principais funcionalidades do Forerunner 15 é o auto lap, função que avisa automaticamente cada quilômetro percorrido, emitindo um alerta e uma luz piscante na tela. Ao finalizar a corrida e salvar os dados, o corredor pode ver um resumo do seu desempenho que permite, até mesmo, saber quando um recorde pessoal é atingido. Além disso, para corridas em ambientes ao ar livre é utilizado o GPS para um registro preciso de distância, tempo e ritmo.

Tem bateria recarregável que dura até cinco semanas. Caso o uso seja com GPS, a durabilidade é de oito horas. O produto pode ser conectado ao computador para o upload de atividades e compartilhamento nas redes sociais. Ao fazer o upload para o Garmin Connect, é possível ver o percurso em um mapa e ter mais detalhes sobre cada quilômetro, ver um resumo diário de suas atividades e participar de competições on-line para motivação extra.

O aparelho está disponível em várias cores e tamanhos e, ainda, é resistente à água e pode ser usado nas práticas de natação. O preço sugerido é de R$ 899,00.


Garmin lança Forerunner 15 no Brasil

Caminhada · 16 jun, 2014

A Garmin apresenta o mais novo lançamento no país para praticantes de corrida, o Forerunner 15, um treinador de pulso preciso e de fácil utilização. O relógio com GPS conta com todas as funções que os corredores precisam: marcador de ritmo, calorias, distância, registros pessoais, além de monitor cardíaco incluso. Também oferece um inédito recurso que avisa quando é o momento de se movimentar, caso haja um intervalo por mais de uma hora.

O modelo tem bateria recarregável que dura até cinco semanas Foto: Divulgação O modelo tem bateria recarregável que dura até cinco semanas Foto: Divulgação

Utilizando a cinta de frequência cardíaca, ele também registra o ritmo cardíaco e a zona da frequência cardíaca. Além disso, para quem deseja monitorar as atividades, mesmo quando não esteja se exercitando, o modelo conta os passos e calorias gastas durante todo o dia, ideal para o monitoramento de metas e conferência das tendências dos treinos.

Uma das principais funcionalidades do Forerunner 15 é o auto lap, função que avisa automaticamente cada quilômetro percorrido, emitindo um alerta e uma luz piscante na tela. Ao finalizar a corrida e salvar os dados, o corredor pode ver um resumo do seu desempenho que permite, até mesmo, saber quando um recorde pessoal é atingido. Além disso, para corridas em ambientes ao ar livre é utilizado o GPS para um registro preciso de distância, tempo e ritmo.

Tem bateria recarregável que dura até cinco semanas. Caso o uso seja com GPS, a durabilidade é de oito horas. O produto pode ser conectado ao computador para o upload de atividades e compartilhamento nas redes sociais. Ao fazer o upload para o Garmin Connect, é possível ver o percurso em um mapa e ter mais detalhes sobre cada quilômetro, ver um resumo diário de suas atividades e participar de competições on-line para motivação extra.

O aparelho está disponível em várias cores e tamanhos e, ainda, é resistente à água e pode ser usado nas práticas de natação. O preço sugerido é de R$ 899,00.

Água aromatizada naturalmente é alternativa para hidratação

Caminhada · 12 jun, 2014

Aromatizar a água é tornar um líquido inodoro, incolor e insípido em uma bebida saborosa e cheia de benefícios para o organismo. Ela pode ser servida em eventos, ou colocada em uma garrafinha para tomar durante o dia, ou enquanto pratica exercícios. “Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física. Se a fruta tiver mais carboidrato, como morango ou manga, pode até ajudar na recuperação do organismo”, afirma Betina Baletta, nutricionista e consultora do Webrun.

Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física Foto: Sarsmis/Fotolia Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física Foto: Sarsmis/Fotolia

Os ativos que a fruta, especiarias e ervas contêm são repassados para a água. “O gengibre contém o ativo gengirol que é antisséptico, anti-inflamatório, bom para curar o enjoo. A laranja tem o flavonoide hesperidina e o limão, limoneno, ativos que impedem o crescimento de tumores, melhoram a circulação”, explica a também nutricionista Roseli Rossi.

Os benefícios da água aromatizada se assemelham ao chá, com a diferença de que a bebida quente pode ter maior quantidade de ativos por conta da infusão. A vantagem da água gelada é que garante melhor absorção dos nutrientes no organismo pós exercício, por causa da vasoconstrição. Para Betina é preciso tomar cuidado com a água muito gelada, ela pode causar um choque térmico no organismo se a pessoa não tiver acostumada.

É importante acrescentar as cascas das frutas na composição – uma excelente maneira de reaproveitar os ingredientes. Se puder, compre frutas orgânicas, que não têm agrotóxico. Se não, esfregue com algumas gotas de desinfetante embaixo d’água para retirar as impurezas.

Exagerar na água aromatizada, porém, pode não ser bom para o organismo. “Por mais que a bebida hidrate, não é possível substituí-la por água natural. Você pode trocar o suco, ou outras bebidas pela água aromatizada”, explica Roseli. Mas a quantidade máxima varia de pessoa para pessoa. Quem tem hipoglicemia, por exemplo, não deve tomar muita água com canela ou gengibre, essas especiarias aceleram a circulação sanguínea.

Receita

Ingredientes
1 ramo de hortelã (apenas folhas, sem o talo)
1 fatia de limão com casca
1 cravo
4 pedras de gelo
Proporção para um copo (200 ml)

Preparo

Misture os ingredientes na água natural e espere no mínimo uma hora para beber.

Benefícios

A hortelã é ótima para colaborar na digestão, assim como o limão que alcaliniza quando chega ao estômago. O cravo contém o ativo chamado eugenol que diminui gases.

Cuidados com a água aromatizada

Monte a receita com bastante gelo e em uma garrafa sem interferência de luz para manter a vitamina C por mais tempo, já que ela oxida em contato com a luz e o calor.

Deixe a água aromatizada descansar por pelo menos duas horas antes de tomar. Quanto mais tempo os ingredientes ficarem na água, mais saborosa ficará. Se a bebida estiver em um ambiente adequado, pode ficar de oito a 12 horas no recipiente. Depois disso, tem que jogar fora porque as frutas começam a estragar.

Para cada copo d’água de 200 ml, uma rodela de fruta ou uma pitada da erva. Mas você tem que “sentir” esta proporção: a carambola, por exemplo, que não é tão cítrica e não tem sabor tão acentuado como o limão, precisa de mais fatias para cada porção.


Água aromatizada naturalmente é alternativa para hidratação

Caminhada · 12 jun, 2014

Aromatizar a água é tornar um líquido inodoro, incolor e insípido em uma bebida saborosa e cheia de benefícios para o organismo. Ela pode ser servida em eventos, ou colocada em uma garrafinha para tomar durante o dia, ou enquanto pratica exercícios. “Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física. Se a fruta tiver mais carboidrato, como morango ou manga, pode até ajudar na recuperação do organismo”, afirma Betina Baletta, nutricionista e consultora do Webrun.

Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física Foto: Sarsmis/Fotolia Além de refrescar, a água aromatizada hidrata e pode ser tomada durante a atividade física Foto: Sarsmis/Fotolia

Os ativos que a fruta, especiarias e ervas contêm são repassados para a água. “O gengibre contém o ativo gengirol que é antisséptico, anti-inflamatório, bom para curar o enjoo. A laranja tem o flavonoide hesperidina e o limão, limoneno, ativos que impedem o crescimento de tumores, melhoram a circulação”, explica a também nutricionista Roseli Rossi.

Os benefícios da água aromatizada se assemelham ao chá, com a diferença de que a bebida quente pode ter maior quantidade de ativos por conta da infusão. A vantagem da água gelada é que garante melhor absorção dos nutrientes no organismo pós exercício, por causa da vasoconstrição. Para Betina é preciso tomar cuidado com a água muito gelada, ela pode causar um choque térmico no organismo se a pessoa não tiver acostumada.

É importante acrescentar as cascas das frutas na composição – uma excelente maneira de reaproveitar os ingredientes. Se puder, compre frutas orgânicas, que não têm agrotóxico. Se não, esfregue com algumas gotas de desinfetante embaixo d’água para retirar as impurezas.

Exagerar na água aromatizada, porém, pode não ser bom para o organismo. “Por mais que a bebida hidrate, não é possível substituí-la por água natural. Você pode trocar o suco, ou outras bebidas pela água aromatizada”, explica Roseli. Mas a quantidade máxima varia de pessoa para pessoa. Quem tem hipoglicemia, por exemplo, não deve tomar muita água com canela ou gengibre, essas especiarias aceleram a circulação sanguínea.

Receita

Ingredientes
1 ramo de hortelã (apenas folhas, sem o talo)
1 fatia de limão com casca
1 cravo
4 pedras de gelo
Proporção para um copo (200 ml)

Preparo

Misture os ingredientes na água natural e espere no mínimo uma hora para beber.

Benefícios

A hortelã é ótima para colaborar na digestão, assim como o limão que alcaliniza quando chega ao estômago. O cravo contém o ativo chamado eugenol que diminui gases.

Cuidados com a água aromatizada

Monte a receita com bastante gelo e em uma garrafa sem interferência de luz para manter a vitamina C por mais tempo, já que ela oxida em contato com a luz e o calor.

Deixe a água aromatizada descansar por pelo menos duas horas antes de tomar. Quanto mais tempo os ingredientes ficarem na água, mais saborosa ficará. Se a bebida estiver em um ambiente adequado, pode ficar de oito a 12 horas no recipiente. Depois disso, tem que jogar fora porque as frutas começam a estragar.

Para cada copo d’água de 200 ml, uma rodela de fruta ou uma pitada da erva. Mas você tem que “sentir” esta proporção: a carambola, por exemplo, que não é tão cítrica e não tem sabor tão acentuado como o limão, precisa de mais fatias para cada porção.

Boa carga de sono é essencial para bom rendimento nas provas

Corridas de Rua · 24 dez, 2013

Atualizado em 24/12, às 11:09

Noites mal dormidas e o mal estar no dia seguinte são fenômenos mais do que naturais da ansiedade. E quem nunca sentiu isso? Tantos os atletas amadores, quanto os profissionais, principalmente antes de provas, não conseguem ter o descanso ideal capaz de recuperar as energias por completo.

Medo de perder a hora também gera ansiedade. Foto: Gina Sanders/ Fotolia Medo de perder a hora também gera ansiedade. Foto: Gina Sanders/ Fotolia

Antes de qualquer prova ou prática de atividade física é necessário que o sono seja de qualidade, isso faz com que o cansaço não se torne um obstáculo . A falta de energia interfere no rendimento e na prática de exercícios. Para não sofrer com esse problema, o ideal é programar o sono antes das corridas.

“A reposição de energia é feita por meio dos sonos profundos. Chamamos de REM (Movimento rápido dos olhos, em inglês), esses estágios são curtos períodos em que a recuperação é completa. Depois a pessoa volta ao sono superficial”, explica Diego Leite de Barros, colunista do Webrun e professor da assessoria esportiva DLB.

Outra observação importante apontada por Barros é o ato de cada indivíduo possuir uma diferente carga horária para recuperação. Em média, o organismo necessita de aproximadamente oito horas. Porém, não é somente o período de tempo com os olhos fechados que tem influência na renovação das energias. A qualidade do sono também é importante. Por exemplo, acordar diversas vezes durante a noite ou dormir por muitas horas não é sinal de descanso. Curtos cochilos durante o dia também não ajudam na reposição energética.

Usando aditivos - Então como fazer para conseguir manter a mente e o corpo despertos depois de uma noite ruim de sono? Segundo o professor, não há alternativa se não o próprio sono de qualidade. “Não é aconselhável a automedicação e nem o consumo inapropriado de bebidas energéticas. A cafeína e a taurina são elementos em que o corpo adquire 'impulso' para realizar as atividades. Mas isto não garante a recuperação”, completa Diego.

Ansiedade para trás- E não são só os amadores que sofrem com a ansiedade antes de uma prova. Atletas de elite também são pegos por essa sensação. Conceição de Oliveira, segunda colocada no ranking Caixa/ CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) de Corrida de Rua também sentia o famoso "frio na barriga" antes de competir.

“O que mais sinto é ansiedade, medo de perder a hora e a cobrança que tenho comigo mesma. Muitas vezes em provas não conseguia atingir o que gostaria por conta destes detalhes, mas com o tempo fui me soltando e acabei me adaptando”, comenta Conceição.


Boa carga de sono é essencial para bom rendimento nas provas

Corridas de Rua · 24 dez, 2013

Atualizado em 24/12, às 11:09

Noites mal dormidas e o mal estar no dia seguinte são fenômenos mais do que naturais da ansiedade. E quem nunca sentiu isso? Tantos os atletas amadores, quanto os profissionais, principalmente antes de provas, não conseguem ter o descanso ideal capaz de recuperar as energias por completo.

Medo de perder a hora também gera ansiedade. Foto: Gina Sanders/ Fotolia Medo de perder a hora também gera ansiedade. Foto: Gina Sanders/ Fotolia

Antes de qualquer prova ou prática de atividade física é necessário que o sono seja de qualidade, isso faz com que o cansaço não se torne um obstáculo . A falta de energia interfere no rendimento e na prática de exercícios. Para não sofrer com esse problema, o ideal é programar o sono antes das corridas.

“A reposição de energia é feita por meio dos sonos profundos. Chamamos de REM (Movimento rápido dos olhos, em inglês), esses estágios são curtos períodos em que a recuperação é completa. Depois a pessoa volta ao sono superficial”, explica Diego Leite de Barros, colunista do Webrun e professor da assessoria esportiva DLB.

Outra observação importante apontada por Barros é o ato de cada indivíduo possuir uma diferente carga horária para recuperação. Em média, o organismo necessita de aproximadamente oito horas. Porém, não é somente o período de tempo com os olhos fechados que tem influência na renovação das energias. A qualidade do sono também é importante. Por exemplo, acordar diversas vezes durante a noite ou dormir por muitas horas não é sinal de descanso. Curtos cochilos durante o dia também não ajudam na reposição energética.

Usando aditivos - Então como fazer para conseguir manter a mente e o corpo despertos depois de uma noite ruim de sono? Segundo o professor, não há alternativa se não o próprio sono de qualidade. “Não é aconselhável a automedicação e nem o consumo inapropriado de bebidas energéticas. A cafeína e a taurina são elementos em que o corpo adquire 'impulso' para realizar as atividades. Mas isto não garante a recuperação”, completa Diego.

Ansiedade para trás- E não são só os amadores que sofrem com a ansiedade antes de uma prova. Atletas de elite também são pegos por essa sensação. Conceição de Oliveira, segunda colocada no ranking Caixa/ CBAt (Confederação Brasileira de Atletismo) de Corrida de Rua também sentia o famoso "frio na barriga" antes de competir.

“O que mais sinto é ansiedade, medo de perder a hora e a cobrança que tenho comigo mesma. Muitas vezes em provas não conseguia atingir o que gostaria por conta destes detalhes, mas com o tempo fui me soltando e acabei me adaptando”, comenta Conceição.

Controlar ansiedade e treino de última hora podem salvar São Silvestre

Corridas de Rua · 23 dez, 2013

Treino, boa alimentação e descanso: esses são alguns dos ingredientes essenciais para qualquer pessoa que pretende encarar a São Silvestre e ainda aproveitar a virada do ano. Porém, se nos últimos meses esses três itens não fizeram parte da sua rotina, pode ser que os 15 quilômetros da prova paulistana pareçam mais com a distância de uma ultramaratona.

“Milagre a gente ainda não consegue fazer. Não existe a possibilidade de fazer uma boa prova e ficar bem depois”, afirma André Ricardo de Souza, treinador da assessoria esportiva BR Move. “A expectativa também é outro fator que precisa ser avaliado. Se o treino não foi bom, diminua o seu objetivo e corra de forma confortável”, aconselha.

Corrida e caminhada- Para não ser pego de surpresa por nenhuma dor muscular ou lesão que prive você de aproveitar o último dia do ano, ainda é possível conseguir completar a prova, desde que haja comprometimento durante os sete dias que antecedem a largada.

Saber administrar as expectativas é fator fundamental para quem não treinou e vai encarar a São Silvestre - Foto: Renato Aranda/ webrun.com.br Saber administrar as expectativas é fator fundamental para quem não treinou e vai encarar a São Silvestre - Foto: Renato Aranda/ webrun.com.br

“Para quem está começando com a corrida agora, o único jeito vai ser correr e caminhar. Quem ainda não conseguiu se adaptar aos 15 quilômetros vai precisar fazer assim a prova”, diz o treinador.

Porém, não é só calçar os tênis, prender o número de peito e ir para a avenida Paulista. Uma última bateria de treinos pode ser que ajude a você alcançar a linha de chegada com disposição para o restante do dia.

O treinador aconselha que os treinos sejam de seis a oito quilômetros, com intensidade alta. Respeite um dia de descanso entre cada corrida. “Isso dará mais de estímulo de força. Esse corredor só tem como expectativa largar. Não dá para pensar em conseguir correr a prova toda. Isso pode trazer problemas”, enfatiza Souza. “Uma pessoa mais rodada pode fazer um treino ainda mais intenso, seguido de um regenerativo e outro intervalado”.

Fonte de carboidratos, como o pão, são alimentos essenciais logo após a corrida - Foto: cristi180884/ Fotolia.com Fonte de carboidratos, como o pão, são alimentos essenciais logo após a corrida - Foto: cristi180884/ Fotolia.com

Boa alimentação- Além de treinar durante a última semana antes da prova, se alimentar da forma adequada também é importante para quem não conseguiu se preparar para a última prova de 2013.

Segundo a nutricionista Karina Valentim, dietas restritivas não são indicadas dias antes de qualquer tipo de prova, muito menos exageros gastronômicos. O cardápio de quem vai encarar a subida da Brigadeiro precisa ser rico carboidratos (pães, massas e cereais integrais).

“O organismo precisa estar preparado e com energia para obter um bom desempenho. É indicada alimentação saudável e equilibrada. Durante a ceia de Natal, evitar o consumo excessivo de álcool, de gorduras e alimentos ricos em farinha branca e açúcar”, afirma.

Logo após a linha de chegada, a nutricionista aconselha se hidratar imediatamente e repor os nutrientes perdidos em até duas horas após a corrida. “Carboidratos de alto índice glicêmico, como pães, mel, arroz e milho, proteínas, frutas e verduras devem estar presentes em todas as refeições”, finaliza.


Controlar ansiedade e treino de última hora podem salvar São Silvestre

Corridas de Rua · 23 dez, 2013

Treino, boa alimentação e descanso: esses são alguns dos ingredientes essenciais para qualquer pessoa que pretende encarar a São Silvestre e ainda aproveitar a virada do ano. Porém, se nos últimos meses esses três itens não fizeram parte da sua rotina, pode ser que os 15 quilômetros da prova paulistana pareçam mais com a distância de uma ultramaratona.

“Milagre a gente ainda não consegue fazer. Não existe a possibilidade de fazer uma boa prova e ficar bem depois”, afirma André Ricardo de Souza, treinador da assessoria esportiva BR Move. “A expectativa também é outro fator que precisa ser avaliado. Se o treino não foi bom, diminua o seu objetivo e corra de forma confortável”, aconselha.

Corrida e caminhada- Para não ser pego de surpresa por nenhuma dor muscular ou lesão que prive você de aproveitar o último dia do ano, ainda é possível conseguir completar a prova, desde que haja comprometimento durante os sete dias que antecedem a largada.

Saber administrar as expectativas é fator fundamental para quem não treinou e vai encarar a São Silvestre - Foto: Renato Aranda/ webrun.com.br Saber administrar as expectativas é fator fundamental para quem não treinou e vai encarar a São Silvestre - Foto: Renato Aranda/ webrun.com.br

“Para quem está começando com a corrida agora, o único jeito vai ser correr e caminhar. Quem ainda não conseguiu se adaptar aos 15 quilômetros vai precisar fazer assim a prova”, diz o treinador.

Porém, não é só calçar os tênis, prender o número de peito e ir para a avenida Paulista. Uma última bateria de treinos pode ser que ajude a você alcançar a linha de chegada com disposição para o restante do dia.

O treinador aconselha que os treinos sejam de seis a oito quilômetros, com intensidade alta. Respeite um dia de descanso entre cada corrida. “Isso dará mais de estímulo de força. Esse corredor só tem como expectativa largar. Não dá para pensar em conseguir correr a prova toda. Isso pode trazer problemas”, enfatiza Souza. “Uma pessoa mais rodada pode fazer um treino ainda mais intenso, seguido de um regenerativo e outro intervalado”.

Fonte de carboidratos, como o pão, são alimentos essenciais logo após a corrida - Foto: cristi180884/ Fotolia.com Fonte de carboidratos, como o pão, são alimentos essenciais logo após a corrida - Foto: cristi180884/ Fotolia.com

Boa alimentação- Além de treinar durante a última semana antes da prova, se alimentar da forma adequada também é importante para quem não conseguiu se preparar para a última prova de 2013.

Segundo a nutricionista Karina Valentim, dietas restritivas não são indicadas dias antes de qualquer tipo de prova, muito menos exageros gastronômicos. O cardápio de quem vai encarar a subida da Brigadeiro precisa ser rico carboidratos (pães, massas e cereais integrais).

“O organismo precisa estar preparado e com energia para obter um bom desempenho. É indicada alimentação saudável e equilibrada. Durante a ceia de Natal, evitar o consumo excessivo de álcool, de gorduras e alimentos ricos em farinha branca e açúcar”, afirma.

Logo após a linha de chegada, a nutricionista aconselha se hidratar imediatamente e repor os nutrientes perdidos em até duas horas após a corrida. “Carboidratos de alto índice glicêmico, como pães, mel, arroz e milho, proteínas, frutas e verduras devem estar presentes em todas as refeições”, finaliza.

Suplementação desnecessária pode causar danos ao organismo

Atletismo · 09 dez, 2013

Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam

Menos de um mês praticando academia algumas vezes por semana e diversos potes de suplementos espalhados pelas prateleiras da cozinha: essa tem sido a realidade de muitas pessoas que acreditam que não conseguirão obter o desempenho desejado somente com os exercícios. Porém, o uso abusivo dessas substâncias pode ter o efeito inverso.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, a suplementação não deve ser vista como uma forma de alimentação. “Apesar dos suplementos serem vendidos abertamente, eles só devem ser consumidos se houver uma deficiência no organismo e quem avalia isso é o médico”, afirma.

Para isso é necessário avaliar hábitos do dia-a-dia que estão longe das academias. “As primeiras perguntas sempre são: ‘você se alimenta corretamente e dorme por, pelo menos, oito horas por dia?’. Caso a resposta seja negativa, é claro que o organismo não vai funcionar corretamente. O que importa é o que a pessoa faz, não o que ela toma”, explica Paulo Roberto.

Pré-treino - O aumento do consumo por pré-treinos vem aumentando nos últimos anos e é causa de preocupação entre os especialistas. Normalmente a fórmula contém cafeína ou taurina, responsáveis pelo aumento do ritmo cardíaco, ou até drogas ilícitas, que impedem sua venda em locais fiscalizados.

Segundo o fisiologista, o produto é dispensável, principalmente porque o corpo já produz uma substância com o mesmo princípio ativo. “Quando a pessoa se exercita diariamente no mesmo horário, existe uma liberação alta de endorfina, o hormônio do prazer. Deixar de treinar significa não ter essa sensação”, discorre o médico.

Quando a atividade física se torna um hábito ela provoca um sintoma conhecido como síndrome da abstinência à endorfina. “O sintomas são parecidos com a abstinência de drogas e álcool: agitação, fissura e aumento no ritmo cardíaco. Porém, no caso do exercício, ela é um estimulante para que a pessoa continue sempre ativa”, completa Paulo Roberto.

O médico explica que essa ação natural do corpo é a mesma desencadeada pelo pré-treino. “Como a pessoa não tem um treino regular, ela precisa de algo para dar ânimo. Às vezes os nutricionistas prescrevem o pré-treino, mas é somente em caso de necessidade”, diz.

Pós treino - A moda do Whey Protein se espalhou nas academias e, mesmo sem saber direito qual sua principal função, ele tem sido o mais adotado pelos iniciantes. Porém, grande quantidade da proteína isolada do leite pode prejudicar seriamente a saúde.

“O Whey Protein é metabolizado pelo fígado e excretado pelo rim, porém se a quantidade for maior do que o corpo precisa pode causar complicações severas na saúde”, conta o fisiologista. Dependendo do organismo de cada um, a superdose também pode causar cálculos renais e até perda do órgão.


Suplementação desnecessária pode causar danos ao organismo

Atletismo · 09 dez, 2013

Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam Suplementos podem prejudicar rins. Foto: Nithya Ramanujam

Menos de um mês praticando academia algumas vezes por semana e diversos potes de suplementos espalhados pelas prateleiras da cozinha: essa tem sido a realidade de muitas pessoas que acreditam que não conseguirão obter o desempenho desejado somente com os exercícios. Porém, o uso abusivo dessas substâncias pode ter o efeito inverso.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, a suplementação não deve ser vista como uma forma de alimentação. “Apesar dos suplementos serem vendidos abertamente, eles só devem ser consumidos se houver uma deficiência no organismo e quem avalia isso é o médico”, afirma.

Para isso é necessário avaliar hábitos do dia-a-dia que estão longe das academias. “As primeiras perguntas sempre são: ‘você se alimenta corretamente e dorme por, pelo menos, oito horas por dia?’. Caso a resposta seja negativa, é claro que o organismo não vai funcionar corretamente. O que importa é o que a pessoa faz, não o que ela toma”, explica Paulo Roberto.

Pré-treino - O aumento do consumo por pré-treinos vem aumentando nos últimos anos e é causa de preocupação entre os especialistas. Normalmente a fórmula contém cafeína ou taurina, responsáveis pelo aumento do ritmo cardíaco, ou até drogas ilícitas, que impedem sua venda em locais fiscalizados.

Segundo o fisiologista, o produto é dispensável, principalmente porque o corpo já produz uma substância com o mesmo princípio ativo. “Quando a pessoa se exercita diariamente no mesmo horário, existe uma liberação alta de endorfina, o hormônio do prazer. Deixar de treinar significa não ter essa sensação”, discorre o médico.

Quando a atividade física se torna um hábito ela provoca um sintoma conhecido como síndrome da abstinência à endorfina. “O sintomas são parecidos com a abstinência de drogas e álcool: agitação, fissura e aumento no ritmo cardíaco. Porém, no caso do exercício, ela é um estimulante para que a pessoa continue sempre ativa”, completa Paulo Roberto.

O médico explica que essa ação natural do corpo é a mesma desencadeada pelo pré-treino. “Como a pessoa não tem um treino regular, ela precisa de algo para dar ânimo. Às vezes os nutricionistas prescrevem o pré-treino, mas é somente em caso de necessidade”, diz.

Pós treino - A moda do Whey Protein se espalhou nas academias e, mesmo sem saber direito qual sua principal função, ele tem sido o mais adotado pelos iniciantes. Porém, grande quantidade da proteína isolada do leite pode prejudicar seriamente a saúde.

“O Whey Protein é metabolizado pelo fígado e excretado pelo rim, porém se a quantidade for maior do que o corpo precisa pode causar complicações severas na saúde”, conta o fisiologista. Dependendo do organismo de cada um, a superdose também pode causar cálculos renais e até perda do órgão.

Meias de compressão: cuidado com as promessas

Atletismo · 06 dez, 2013

A última novidade no arsenal de equipamentos para os corredores é a meia de compressão, que definitivamente entrou no mundo da corrida após a britânica Paula Radcliff pulverizar o antigo recorde da maratona, no final da década passada, quando venceu a Maratona de Londres usando o famoso acessório. Há muito tempo utilizadas por cirurgiões vasculares para a melhora de sintomas de uma série de condições médicas vasculares, como veias varicosas, veias incompetentes, doenças vasculares periféricas e dores em panturrilhas por edema periférico.

Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação

A ideia foi "importada" pelos fabricantes para o mundo da atividade física partindo do mesmo pressuposto: se as meias cumprem a função de auxiliar estes pacientes no que diz respeito à melhora do retorno de sangue a partir dos membros inferiores de volta para o coração, então devem também auxiliar os corredores durante treinos e competições da mesma forma, proporcionando um bombeamento mais efetivo do sangue que desce para as pernas e pés de volta para o coração.

Sem dúvida que a pressão contínua sobre a panturrilha deve promover uma melhora neste movimento sanguíneo de volta ao coração, mas a própria contração muscular já promove esta ação, além da superfície plantar, quando comprimida durante cada passo. Outras alegações surgiram com a comercialização maciça das meias, como a diminuição da fadiga muscular, do inchaço das pernas após treinos mais longos e prevenção de lesões. O apelo estético também foi amplamente utilizado.

A ocorrência de veias varicosas, as chamadas varizes, tem como fator principal a genética, sendo que os outros fatores como obesidade, uso de anticoncepcionais e fumo também influenciam, mas são menos importantes. Portanto, o simples uso das meias de compressão não será suficiente para reverter a maior parte dos casos, mas pode ajudar.

A diminuição da sensação de fadiga, cansaço, e inchaço das pernas ocorre devido à ação de compressão contínua da musculatura pela ação das meias e a prevenção de lesões supostamente tem sua justificativa baseada na ação das meias em diminuir a vibração muscular da panturrilha. Portanto não haveria uma grande ação muscular de tração sobre o osso e não causaria pontos de microfraturas, que poderiam evoluir para tendinopatias ou até mesmo fraturas por stress. De qualquer forma, ainda não existem estudos conclusivos sobre estas alegações.

As meias de compressão vieram para ficar e devem continuar a ser utilizadas por uma legião de corredores. São mais efetivas as que possuem o "pé", ao contrário dos "pernitos" e "manguitos", a versão para membros superiores, que não proporcionam pressão desde o pé ou a mão e desta forma causam o "estrangulamento" de duas regiões na perna: logo abaixo do joelho e pouco acima do tornozelo, e no membro superior: acima do punho e no meio do braço, atrapalhando assim o retorno venoso. E mais importante, após seu uso não se deve deixar uma marca de garrote no topo da perna, o que mostra que a pressão está acima do que é recomendado para aquela pessoa e, portanto, a meia não está exercendo seu papel.

Mesmo sendo um assunto ainda polêmico e cheio de controvérsias em suas alegações, as meias de compressão podem trazer benefícios para milhares de corredores, desde que utilizadas corretamente e cada um respeitar seus próprios limites. Ainda que representem um avanço tecnológico, as meias não substituem um preparo adequado, treinamento de força concomitante, e o respeito à progressão lenta e gradual do volume, intensidade e frequência dos treinos de todos nós corredores.


Meias de compressão: cuidado com as promessas

Atletismo · 06 dez, 2013

A última novidade no arsenal de equipamentos para os corredores é a meia de compressão, que definitivamente entrou no mundo da corrida após a britânica Paula Radcliff pulverizar o antigo recorde da maratona, no final da década passada, quando venceu a Maratona de Londres usando o famoso acessório. Há muito tempo utilizadas por cirurgiões vasculares para a melhora de sintomas de uma série de condições médicas vasculares, como veias varicosas, veias incompetentes, doenças vasculares periféricas e dores em panturrilhas por edema periférico.

Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação Acessório virou febre entre os corredores. Foto: Divulgação

A ideia foi "importada" pelos fabricantes para o mundo da atividade física partindo do mesmo pressuposto: se as meias cumprem a função de auxiliar estes pacientes no que diz respeito à melhora do retorno de sangue a partir dos membros inferiores de volta para o coração, então devem também auxiliar os corredores durante treinos e competições da mesma forma, proporcionando um bombeamento mais efetivo do sangue que desce para as pernas e pés de volta para o coração.

Sem dúvida que a pressão contínua sobre a panturrilha deve promover uma melhora neste movimento sanguíneo de volta ao coração, mas a própria contração muscular já promove esta ação, além da superfície plantar, quando comprimida durante cada passo. Outras alegações surgiram com a comercialização maciça das meias, como a diminuição da fadiga muscular, do inchaço das pernas após treinos mais longos e prevenção de lesões. O apelo estético também foi amplamente utilizado.

A ocorrência de veias varicosas, as chamadas varizes, tem como fator principal a genética, sendo que os outros fatores como obesidade, uso de anticoncepcionais e fumo também influenciam, mas são menos importantes. Portanto, o simples uso das meias de compressão não será suficiente para reverter a maior parte dos casos, mas pode ajudar.

A diminuição da sensação de fadiga, cansaço, e inchaço das pernas ocorre devido à ação de compressão contínua da musculatura pela ação das meias e a prevenção de lesões supostamente tem sua justificativa baseada na ação das meias em diminuir a vibração muscular da panturrilha. Portanto não haveria uma grande ação muscular de tração sobre o osso e não causaria pontos de microfraturas, que poderiam evoluir para tendinopatias ou até mesmo fraturas por stress. De qualquer forma, ainda não existem estudos conclusivos sobre estas alegações.

As meias de compressão vieram para ficar e devem continuar a ser utilizadas por uma legião de corredores. São mais efetivas as que possuem o "pé", ao contrário dos "pernitos" e "manguitos", a versão para membros superiores, que não proporcionam pressão desde o pé ou a mão e desta forma causam o "estrangulamento" de duas regiões na perna: logo abaixo do joelho e pouco acima do tornozelo, e no membro superior: acima do punho e no meio do braço, atrapalhando assim o retorno venoso. E mais importante, após seu uso não se deve deixar uma marca de garrote no topo da perna, o que mostra que a pressão está acima do que é recomendado para aquela pessoa e, portanto, a meia não está exercendo seu papel.

Mesmo sendo um assunto ainda polêmico e cheio de controvérsias em suas alegações, as meias de compressão podem trazer benefícios para milhares de corredores, desde que utilizadas corretamente e cada um respeitar seus próprios limites. Ainda que representem um avanço tecnológico, as meias não substituem um preparo adequado, treinamento de força concomitante, e o respeito à progressão lenta e gradual do volume, intensidade e frequência dos treinos de todos nós corredores.

Overnight oat: café da manhã saudável preparado na noite anterior

Atletismo · 14 nov, 2013

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, mas acordar cedo e ter energia para preparar um prato balanceado e saudável é um grande desafio. Para quem sente a preguiça bater de manhã, uma dica: aposte no overnight oat, um café da manhã completo que pode ser preparado dentro de uma caneca na noite anterior.

Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com

Formado principalmente por aveia associada ao leite, iogurte ou whey protein, o overnight oat tem ganhado cada vez mais adeptos da vida saudável. A mistura, que deve ser feita na noite anterior e guardada na geladeira, ainda pode conter farinha de linhaça, chia, nozes e até manteiga de amendoim.

Porém, o ingrediente chave da mistura são as frutas, que podem variar de acordo com o gosto de cada um. Depois vem o segredo: montar o lanche matinal em camadas, sempre alternando a aveia e as frutas.

Café da manhã completo - De acordo com a nutricionista Andrea Matarazzo, o preparo é um concentrado de todos os alimentos que o corpo precisa para começar o dia. “O importante é sempre conter fruta, uma fonte de carboidrato e uma fonte de leite. Portanto, não é necessário completar o overnight oat com outro alimento”, explica.

Porém, a refeição pode sofrer alterações dependendo da dieta de cada um. “Algumas pessoas precisam de uma quantidade maior de cada um desses ingredientes ou, eventualmente, necessitam de outro alimento para complementar a alimentação. Isso acontece muito com atletas que treinam para um objetivo específico”, alerta Andrea.

Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com

Dica - A nutricionista também chama a atenção para a forma de preparo do café da manhã, já que ele deve ficar pelo menos por oito horas na geladeira. “As frutas podem perder a vitamina C, portanto eu aconselho que o indivíduo corte as frutas em pedaços maiores para que ela possa conservar a substância”, conclui.


Overnight oat: café da manhã saudável preparado na noite anterior

Atletismo · 14 nov, 2013

O café da manhã é a refeição mais importante do dia, mas acordar cedo e ter energia para preparar um prato balanceado e saudável é um grande desafio. Para quem sente a preguiça bater de manhã, uma dica: aposte no overnight oat, um café da manhã completo que pode ser preparado dentro de uma caneca na noite anterior.

Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com Montagem da refeição pode ser feita no copo, alternando camadas de aveia e frutas. Foto: © M.studio - Fotolia.com

Formado principalmente por aveia associada ao leite, iogurte ou whey protein, o overnight oat tem ganhado cada vez mais adeptos da vida saudável. A mistura, que deve ser feita na noite anterior e guardada na geladeira, ainda pode conter farinha de linhaça, chia, nozes e até manteiga de amendoim.

Porém, o ingrediente chave da mistura são as frutas, que podem variar de acordo com o gosto de cada um. Depois vem o segredo: montar o lanche matinal em camadas, sempre alternando a aveia e as frutas.

Café da manhã completo - De acordo com a nutricionista Andrea Matarazzo, o preparo é um concentrado de todos os alimentos que o corpo precisa para começar o dia. “O importante é sempre conter fruta, uma fonte de carboidrato e uma fonte de leite. Portanto, não é necessário completar o overnight oat com outro alimento”, explica.

Porém, a refeição pode sofrer alterações dependendo da dieta de cada um. “Algumas pessoas precisam de uma quantidade maior de cada um desses ingredientes ou, eventualmente, necessitam de outro alimento para complementar a alimentação. Isso acontece muito com atletas que treinam para um objetivo específico”, alerta Andrea.

Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com Frutas devem ser cortadas em pedaços maiores para não perder a vitamina C. Foto: © Gresei - Fotolia.com

Dica - A nutricionista também chama a atenção para a forma de preparo do café da manhã, já que ele deve ficar pelo menos por oito horas na geladeira. “As frutas podem perder a vitamina C, portanto eu aconselho que o indivíduo corte as frutas em pedaços maiores para que ela possa conservar a substância”, conclui.

Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

Atletismo · 11 nov, 2013

O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.


    Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

    Atletismo · 11 nov, 2013

    O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

    Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

    Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

    Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

    Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

    Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

    Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.