Veteranos

Como administrar atividades físicas com doenças genéticas?

Uma das principais recomendações médicas para prevenir problemas de saúde é praticar atividades físicas regularmente e se alimentar de forma correta. Mas o que fazer quando a patologia não ocorre por negligência e sim por genética?

Hipertensos devem ser medicados antes de participar de qualquer atividade. Foto: Jos van Galen/ stock.xchng Hipertensos devem ser medicados antes de participar de qualquer atividade. Foto: Jos van Galen/ stock.xchng

Asma, hipertensão e diabetes são as principais doenças que dificultam esportistas a participar de competições. Porém, fazer exercícios com acompanhamento médico pode melhorar o quadro e amenizar os sintomas.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, as recomendações sempre devem ser seguidas. “Professores, técnicos e treinadores não têm autoridade de prescrever medicamentos, porque a pessoa é doente. Caso o médico não libere alguns tipos de esportes, eles não devem ser praticados”, afirma.

Asma - Primeiramente, o fisiologista alerta para um engano comum: confundir bronquite e asma. “A bronquite não é uma doença, é uma inflamação nos brônquios que ocorre com as pessoas que têm asma”, fala.

Apesar de a doença acometer todo o sistema respiratório, Paulo explica que a atividade física faz bem à saúde e pode reduzir o número de crises. “Uma vez asmático, sempre asmático, porém o exercício faz com que as crises sejam muito reduzidas. Tanto que algumas pessoas acreditam que estão curadas, mas na verdade basta um fator externo interferir para que a crise aconteça”, comenta.

Caso o esportista tenha uma crise no meio de uma competição, ele deve abandoná-la. “Utilizar a bombinha é uma opção, mas deve-se sempre lembrar que ela é um produto vasodilatador, ou seja, irá aumentar a oxigenação, fazendo a pessoa ter taquicardia. O médico sempre deve ser consultado antes do uso”, diz o profissional.

Diabéticos devem tomar cuidado com a alimentação. Foto: Michaela Kobyakov/ stock.xchng Diabéticos devem tomar cuidado com a alimentação. Foto: Michaela Kobyakov/ stock.xchng

Hipertensão - Segundo Paulo, deve-se sempre pensar duas vezes antes de pessoas hipertensas participarem de competições. “Hipertensão e competição são palavras que não combinam. Um aumento súbito de pressão no meio de uma prova pode causar enfarto, AVE (acidente vascular encefálico) ou até AVC (acidente vascular cerebral)”, alerta.

Paulo também lembra que qualquer atividade física provoca aumento da pressão arterial, portanto o hipertenso sempre irá sofrer. “A pessoa deve ser medicada e não pode se sentir mal durante a atividade física. Caso isso ocorra, o indivíduo deve ser encaminhado para o posto de atendimento médico e ficar sentado, nunca deitado, pois a pressão aumenta”, orienta.

Diabetes - Existem diabéticos que têm dependência de insulina não sofrem tanto com provas ou treinamentos, pois eles já têm uma dosagem certa para tomar antes de qualquer esforço físico. Já os que não têm a doença controlada acabam passando muito mal nas competições.

Isso ocorre porque os diabéticos não produzem a insulina, um hormônio responsável por conseguir fazer a glicose penetrar nas células, fazendo o esportista sentir fraqueza. “Outros sintomas são fome, hálito forte, dor de cabeça e, quase sempre, desmaio”, enumera o fisiologista.

Segundo Paulo, os diabéticos também devem se preocupar com a alimentação antes da prova. “Caso esses indivíduos se alimentem muito antes da prova, toda a glicose será desperdiçada e a pessoa passará mal”, conclui.


Como administrar atividades físicas com doenças genéticas?

Atletismo · 09 set, 2013

Uma das principais recomendações médicas para prevenir problemas de saúde é praticar atividades físicas regularmente e se alimentar de forma correta. Mas o que fazer quando a patologia não ocorre por negligência e sim por genética?

Hipertensos devem ser medicados antes de participar de qualquer atividade. Foto: Jos van Galen/ stock.xchng Hipertensos devem ser medicados antes de participar de qualquer atividade. Foto: Jos van Galen/ stock.xchng

Asma, hipertensão e diabetes são as principais doenças que dificultam esportistas a participar de competições. Porém, fazer exercícios com acompanhamento médico pode melhorar o quadro e amenizar os sintomas.

De acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, as recomendações sempre devem ser seguidas. “Professores, técnicos e treinadores não têm autoridade de prescrever medicamentos, porque a pessoa é doente. Caso o médico não libere alguns tipos de esportes, eles não devem ser praticados”, afirma.

Asma - Primeiramente, o fisiologista alerta para um engano comum: confundir bronquite e asma. “A bronquite não é uma doença, é uma inflamação nos brônquios que ocorre com as pessoas que têm asma”, fala.

Apesar de a doença acometer todo o sistema respiratório, Paulo explica que a atividade física faz bem à saúde e pode reduzir o número de crises. “Uma vez asmático, sempre asmático, porém o exercício faz com que as crises sejam muito reduzidas. Tanto que algumas pessoas acreditam que estão curadas, mas na verdade basta um fator externo interferir para que a crise aconteça”, comenta.

Caso o esportista tenha uma crise no meio de uma competição, ele deve abandoná-la. “Utilizar a bombinha é uma opção, mas deve-se sempre lembrar que ela é um produto vasodilatador, ou seja, irá aumentar a oxigenação, fazendo a pessoa ter taquicardia. O médico sempre deve ser consultado antes do uso”, diz o profissional.

Diabéticos devem tomar cuidado com a alimentação. Foto: Michaela Kobyakov/ stock.xchng Diabéticos devem tomar cuidado com a alimentação. Foto: Michaela Kobyakov/ stock.xchng

Hipertensão - Segundo Paulo, deve-se sempre pensar duas vezes antes de pessoas hipertensas participarem de competições. “Hipertensão e competição são palavras que não combinam. Um aumento súbito de pressão no meio de uma prova pode causar enfarto, AVE (acidente vascular encefálico) ou até AVC (acidente vascular cerebral)”, alerta.

Paulo também lembra que qualquer atividade física provoca aumento da pressão arterial, portanto o hipertenso sempre irá sofrer. “A pessoa deve ser medicada e não pode se sentir mal durante a atividade física. Caso isso ocorra, o indivíduo deve ser encaminhado para o posto de atendimento médico e ficar sentado, nunca deitado, pois a pressão aumenta”, orienta.

Diabetes - Existem diabéticos que têm dependência de insulina não sofrem tanto com provas ou treinamentos, pois eles já têm uma dosagem certa para tomar antes de qualquer esforço físico. Já os que não têm a doença controlada acabam passando muito mal nas competições.

Isso ocorre porque os diabéticos não produzem a insulina, um hormônio responsável por conseguir fazer a glicose penetrar nas células, fazendo o esportista sentir fraqueza. “Outros sintomas são fome, hálito forte, dor de cabeça e, quase sempre, desmaio”, enumera o fisiologista.

Segundo Paulo, os diabéticos também devem se preocupar com a alimentação antes da prova. “Caso esses indivíduos se alimentem muito antes da prova, toda a glicose será desperdiçada e a pessoa passará mal”, conclui.

Aplicativo ajusta música com ritmo de corredores

Está comprovado que a música tem uma influência direta no rendimento de corredores, que não abrem mão dos fones de ouvido para iniciar o treinamento. Para ajudar a conseguir tempos cada vez melhores foi lançado o aplicativo Cruise Control, que tem o objetivo de impulsionar a corrida por meio da frequência das músicas.

Esportista pode configurar da forma que mais se adequa ao seu treinamento. Foto: Divulgação/ Cruise Control Esportista pode configurar da forma que mais se adequa ao seu treinamento. Foto: Divulgação/ Cruise Control

Quando o aplicativo é iniciado, ele tem acesso à playlist do celular e faz uma lista das músicas de acordo com a BPM (batidas por minuto) do arquivo. Enquanto os arquivos com alto BPM entram na seleção, as de BPM baixo ficam de fora.

O Cruise Control pode ser configurado de quatro formas:

  • Corrida livre, o atleta corre no ritmo que se sente confortável e o aplicativo ajusta as melhores músicas para que o corredor não perca o ritmo.
  • Passada - O esportista começa a correr e o aplicativo analisa as passadas para aumentar ou diminuir o ritmo, sempre comparando a velocidade atual com a previamente escolhida.
  • Frequência Cardíaca - O Cruise Control irá impulsionar ou acalmar, acomparando a sua frequência cardíaca atual com a desejada. É necessário um monitor cardíaco ANT+ ou Bluetooth Smart.
  • Cadência- Nesta configuração, você escolhe quantas passadas quer dar por minuto e o aplicativo irá analisar seu ritmo durante todo o treino. Caso o atleta não esteja cumprindo o estipulado, o aplicativo seleciona músicas para fazê-lo alcançar a meta.

  • Aplicativo seleciona músicas da playlist. Foto: Divulgação/ Cruise Control Aplicativo seleciona músicas da playlist. Foto: Divulgação/ Cruise Control

    Pensando em alguns esportistas que ficam desmotivados a continuar o treinamento porque enjoaram de suas playlists, a desenvolvedora do aplicativo disponibilizou uma lista de músicas no site do Cruise Control. Para acessá-la, basta visitar o site www.cruisecontrolrun.com.

    O Cruise Control está disponível somente para Iphone por US$4,99 na iTunes Store.


    Aplicativo ajusta música com ritmo de corredores

    Atletismo · 09 set, 2013

    Está comprovado que a música tem uma influência direta no rendimento de corredores, que não abrem mão dos fones de ouvido para iniciar o treinamento. Para ajudar a conseguir tempos cada vez melhores foi lançado o aplicativo Cruise Control, que tem o objetivo de impulsionar a corrida por meio da frequência das músicas.

    Esportista pode configurar da forma que mais se adequa ao seu treinamento. Foto: Divulgação/ Cruise Control Esportista pode configurar da forma que mais se adequa ao seu treinamento. Foto: Divulgação/ Cruise Control

    Quando o aplicativo é iniciado, ele tem acesso à playlist do celular e faz uma lista das músicas de acordo com a BPM (batidas por minuto) do arquivo. Enquanto os arquivos com alto BPM entram na seleção, as de BPM baixo ficam de fora.

    O Cruise Control pode ser configurado de quatro formas:

  • Corrida livre, o atleta corre no ritmo que se sente confortável e o aplicativo ajusta as melhores músicas para que o corredor não perca o ritmo.
  • Passada - O esportista começa a correr e o aplicativo analisa as passadas para aumentar ou diminuir o ritmo, sempre comparando a velocidade atual com a previamente escolhida.
  • Frequência Cardíaca - O Cruise Control irá impulsionar ou acalmar, acomparando a sua frequência cardíaca atual com a desejada. É necessário um monitor cardíaco ANT+ ou Bluetooth Smart.
  • Cadência- Nesta configuração, você escolhe quantas passadas quer dar por minuto e o aplicativo irá analisar seu ritmo durante todo o treino. Caso o atleta não esteja cumprindo o estipulado, o aplicativo seleciona músicas para fazê-lo alcançar a meta.

  • Aplicativo seleciona músicas da playlist. Foto: Divulgação/ Cruise Control Aplicativo seleciona músicas da playlist. Foto: Divulgação/ Cruise Control

    Pensando em alguns esportistas que ficam desmotivados a continuar o treinamento porque enjoaram de suas playlists, a desenvolvedora do aplicativo disponibilizou uma lista de músicas no site do Cruise Control. Para acessá-la, basta visitar o site www.cruisecontrolrun.com.

    O Cruise Control está disponível somente para Iphone por US$4,99 na iTunes Store.

    Pequenos machucados causam grande dor? Saiba como evitar!

    No momento de praticar esportes ao ar livre os pequenos arranhões que são feitos pelo caminho são deixados para trás, longe da vontade de chegar ao fim. Porém, uma vez que a pele sofre com uma lesão, alguns microorganismos podem aproveitar a vulnerabilidade da área para provocar infecções.

    Curativos podem abafar o machucado e dificultar cicatrização. Foto: Foto: Gokhan Okur/ stock.xchng Curativos podem abafar o machucado e dificultar cicatrização. Foto: Foto: Gokhan Okur/ stock.xchng

    Porém, a primeira atitude ao ver o pequeno arranhão aparecer no corpo é protegê-lo com um curativo ou limpá-lo com álcool, atitudes que podem prejudicar ainda mais o ferimento. Enquanto o curativo abafa o local, o álcool pode causar mais uma lesão.

    “O álcool comercializado nos mercados atualmente não chega a higienizar o local. Na verdade, ele irá prejudicar ainda mais o machucado, pois desidrata as células que estão expostas”, explica o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo, Paulo Roberto Correia. O profissional também alerta que o líquido só pode ser usado em cima da pele.

    Outras substâncias, como água oxigenada ou iodo, eram utilizados antigamente para prevenir infecções. “A água oxigenada e o Iodo irão higienizar melhor o local, mas a pessoa também perderá tecido”, alerta o fisiologista.

    Lavar o local com água e sabão de coco é a melhor opção para prevenir infecções. Foto: Julia Freeman-Woolpert/ stock.xchng Lavar o local com água e sabão de coco é a melhor opção para prevenir infecções. Foto: Julia Freeman-Woolpert/ stock.xchng

    Solução - Segundo Paulo, nada é melhor para desinfetar o local onde houve a lesão do que água e sabão. “Preferencialmente deve ser utilizado o sabão de coco, que é mais alcalino e limpa melhor a ferida”, completa.

    Mas se engana que a recomendação é somente para pequenos machucados. “Mesmo em casos graves, como fraturas expostas, a primeira atitude dos enfermeiros do pronto atendimento é lavar o local com água e sabão”, conclui.


    Pequenos machucados causam grande dor? Saiba como evitar!

    Atletismo · 05 set, 2013

    No momento de praticar esportes ao ar livre os pequenos arranhões que são feitos pelo caminho são deixados para trás, longe da vontade de chegar ao fim. Porém, uma vez que a pele sofre com uma lesão, alguns microorganismos podem aproveitar a vulnerabilidade da área para provocar infecções.

    Curativos podem abafar o machucado e dificultar cicatrização. Foto: Foto: Gokhan Okur/ stock.xchng Curativos podem abafar o machucado e dificultar cicatrização. Foto: Foto: Gokhan Okur/ stock.xchng

    Porém, a primeira atitude ao ver o pequeno arranhão aparecer no corpo é protegê-lo com um curativo ou limpá-lo com álcool, atitudes que podem prejudicar ainda mais o ferimento. Enquanto o curativo abafa o local, o álcool pode causar mais uma lesão.

    “O álcool comercializado nos mercados atualmente não chega a higienizar o local. Na verdade, ele irá prejudicar ainda mais o machucado, pois desidrata as células que estão expostas”, explica o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo, Paulo Roberto Correia. O profissional também alerta que o líquido só pode ser usado em cima da pele.

    Outras substâncias, como água oxigenada ou iodo, eram utilizados antigamente para prevenir infecções. “A água oxigenada e o Iodo irão higienizar melhor o local, mas a pessoa também perderá tecido”, alerta o fisiologista.

    Lavar o local com água e sabão de coco é a melhor opção para prevenir infecções. Foto: Julia Freeman-Woolpert/ stock.xchng Lavar o local com água e sabão de coco é a melhor opção para prevenir infecções. Foto: Julia Freeman-Woolpert/ stock.xchng

    Solução - Segundo Paulo, nada é melhor para desinfetar o local onde houve a lesão do que água e sabão. “Preferencialmente deve ser utilizado o sabão de coco, que é mais alcalino e limpa melhor a ferida”, completa.

    Mas se engana que a recomendação é somente para pequenos machucados. “Mesmo em casos graves, como fraturas expostas, a primeira atitude dos enfermeiros do pronto atendimento é lavar o local com água e sabão”, conclui.

    Xô mau cheiro: desodorantes antitranspirantes podem fazer mal à saúde?

    Mesmo nos dias mais frios do inverno brasileiro, a correria do dia-a-dia não nos deixa ileso de sofrer com a transpiração. Ao perceber essa necessidade, as marcas de desodorantes lançaram no mercado os produtos com ação antitranspirante, que não apresenta álcool na fórmula e garante axilas secas.

    Porém, de acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, essa troca pode trazer consequências graves à saúde. “A ação antitranspirante impede que as glândulas sudoríparas se livrem do suor e o excesso do uso de sais de alumínio nos produtos pode causar câncer”, afirma.

    Além disso, Paulo também alerta que não é somente o desodorante em spray que pode trazer complicações. “Mesmo os modelos em roll-on, creme ou bastão podem conter a substância. Não informa a forma e sim a fórmula”, explica.

    Encontrar desodorantes sem essa ação tem sido cada vez mais difícil, uma vez que os produtos ganham a atenção dos consumidores. “A alternativa é produzir seu próprio desodorante em casa utilizando álcool 70% e ¼ de uma pedra de cânfora misturados em um frasco, assim você obtém um produto que não faz mal à saúde”, sugere o fisiologista.

    Segundo o profissional, essa mistura impede a ação da cadaverina, a parte morta das células, que exalam o mau odor. “O álcool mantém o local higienizado enquanto a cânfora mantém um aroma agradável nas axilas”

    Consumidor pode produzir o próprio desodorante em casa. Foto: Alaa Hamed/ stock.xchng Consumidor pode produzir o próprio desodorante em casa. Foto: Alaa Hamed/ stock.xchng

    Inalação - Em agosto desde ano o garoto inglês Jonathan Capewell, de 16 anos, faleceu após inalar quantidades exorbitantes de propeno, gás que faz parte da composição do desodorante. Segundo o pai, Keith Capewell, o adolescente estava com o corpo em transformação e não raramente tomava cerca de três banhos por dia, sempre passando muito desodorante nas axilas, peito e até nos cabelos.

    De acordo com o fisiologista Paulo Roberto, o uso diário e contínuo do produto não causa problemas à saúde. “O caso foi extremo, porque provavelmente o menino usava quantidades excedentes de desodorante em um ambiente fechado diversas vezes ao dia”, conclui.


    Xô mau cheiro: desodorantes antitranspirantes podem fazer mal à saúde?

    Atletismo · 04 set, 2013

    Mesmo nos dias mais frios do inverno brasileiro, a correria do dia-a-dia não nos deixa ileso de sofrer com a transpiração. Ao perceber essa necessidade, as marcas de desodorantes lançaram no mercado os produtos com ação antitranspirante, que não apresenta álcool na fórmula e garante axilas secas.

    Porém, de acordo com o fisiologista do exercício e professor da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo), Paulo Roberto Correia, essa troca pode trazer consequências graves à saúde. “A ação antitranspirante impede que as glândulas sudoríparas se livrem do suor e o excesso do uso de sais de alumínio nos produtos pode causar câncer”, afirma.

    Além disso, Paulo também alerta que não é somente o desodorante em spray que pode trazer complicações. “Mesmo os modelos em roll-on, creme ou bastão podem conter a substância. Não informa a forma e sim a fórmula”, explica.

    Encontrar desodorantes sem essa ação tem sido cada vez mais difícil, uma vez que os produtos ganham a atenção dos consumidores. “A alternativa é produzir seu próprio desodorante em casa utilizando álcool 70% e ¼ de uma pedra de cânfora misturados em um frasco, assim você obtém um produto que não faz mal à saúde”, sugere o fisiologista.

    Segundo o profissional, essa mistura impede a ação da cadaverina, a parte morta das células, que exalam o mau odor. “O álcool mantém o local higienizado enquanto a cânfora mantém um aroma agradável nas axilas”

    Consumidor pode produzir o próprio desodorante em casa. Foto: Alaa Hamed/ stock.xchng Consumidor pode produzir o próprio desodorante em casa. Foto: Alaa Hamed/ stock.xchng

    Inalação - Em agosto desde ano o garoto inglês Jonathan Capewell, de 16 anos, faleceu após inalar quantidades exorbitantes de propeno, gás que faz parte da composição do desodorante. Segundo o pai, Keith Capewell, o adolescente estava com o corpo em transformação e não raramente tomava cerca de três banhos por dia, sempre passando muito desodorante nas axilas, peito e até nos cabelos.

    De acordo com o fisiologista Paulo Roberto, o uso diário e contínuo do produto não causa problemas à saúde. “O caso foi extremo, porque provavelmente o menino usava quantidades excedentes de desodorante em um ambiente fechado diversas vezes ao dia”, conclui.

    Aplicativo permite que corredores monitorizem própria corrida

    Atletismo · 03 set, 2013

    Seja entretido durante o treinamento ou focado na diminuição de tempo e aumento da performance nas competições, o corredor sempre está preocupado com o caminho que irá seguir e com o tempo do relógio. Porém, é difícil conseguir monitorar o tempo adequadamente e definir o caminho feito quando não se sabe ao certo por onde passou.

    Para ajudar esses atletas a alcançar seu objetivo, a marca de spray anti-inflamatório Biofenac Aerosol lança o aplicativo Biofenac Runner. A novidade é gratuita e pode ser instalada em qualquer aparelho que possua sistema iOS (iPad, iPod e iPhone) e Android.

    O aplicativo calcula o tempo gasto nos exercícios, além de traçar a rota percorrida em um mapa. Depois de terminar o treinamento, o esportista ainda pode conferir quantas calorias foram gastas e fazer um comparativo dos históricos de cada treino.

    Novidade pode ser adquirida gratuitamente. Foto: Divulgação/ Biofenac Runner
    Novidade pode ser adquirida gratuitamente. Foto: Divulgação/ Biofenac Runner

    O lançamento também permite que o usuário acesse notícias relacionadas ao esporte.

    De cara limpa: maquiagem deve ficar fora do treinamento

    Antenado às preocupações da população com a beleza, o setor de produtos estéticos tem ganho mais espaço no mercado a cada dia, tendo como consumidor tanto homens quanto mulheres. Porém, é o público feminino que está ficando cada vez mais refém das maquiagens, principalmente os cosméticos com finalidade de esconder imperfeições e pequenas rugas que surgem com a idade.

    Portanto, com o intuito de se sentirem mais bonitas, os produtos se tornam companheiros inseparáveis das mulheres, até mesmo em competições e dentro da academia. Esse hábito proporciona problemas dermatológicos, como ressecamento da pele ou surgimento de acne.

    De acordo com a dermatologista Camila Hofbauer, o aliado da mulherada deve ficar longe das práticas esportivas. “Quando a pessoa se exercita há um aumento da secreção sebácea e da produção de suor. Essas substâncias precisam sair do corpo e a base ou pó compacto obstruem parcialmente os poros, causando a chamada acne cosmética”, explica.

    A situação se agrava ainda mais quando os produtos utilizados são à prova d’água, principalmente se serão passados em toda a pele do rosto. “Essas maquiagens são mais espessas e aderem mais à pele, pois isso fixam por mais tempo. Portanto, elas impedem a transpiração do local”, relata a dermatologista.
    Camila recomenda que a pele esteja limpa na hora dos treinos. “O esportista também não pode esquecer de usar protetor solar oil free FPS 30”, completa.

    Produtos à prova d'água pioram a situação da pele. Foto: Flavio Takemoto/ stock.xchng
    Produtos à prova d'água pioram a situação da pele. Foto: Flavio Takemoto/ stock.xchng

    Suplementação - A suplementação é outro fator que pode agravar a acne, porém não tem relação direta com a maquiagem. “Existem relatos de agravação causada pelo excesso de derivados do leite, como o famoso Whey Protein”, exemplifica a profissional.

    Maquiagem definitiva - Por conveniência e impaciência de buscar o “make” perfeito todos os dias, muitas mulheres optam pela maquiagem definitiva, feita por meio de agulhas. O mais comum são os traços de delineador, em cima das pálpebras, e do lápis de olho, marcado por cima da linha d’água dos olhos.

    Segundo Camila, esse tipo de maquiagem não interfere na transpiração e pode ser utilizado. “A maquiagem definitiva nada mais é do que uma tatuagem, portanto não há riscos de praticar esportes com ela”, finaliza.


    De cara limpa: maquiagem deve ficar fora do treinamento

    Atletismo · 30 ago, 2013

    Antenado às preocupações da população com a beleza, o setor de produtos estéticos tem ganho mais espaço no mercado a cada dia, tendo como consumidor tanto homens quanto mulheres. Porém, é o público feminino que está ficando cada vez mais refém das maquiagens, principalmente os cosméticos com finalidade de esconder imperfeições e pequenas rugas que surgem com a idade.

    Portanto, com o intuito de se sentirem mais bonitas, os produtos se tornam companheiros inseparáveis das mulheres, até mesmo em competições e dentro da academia. Esse hábito proporciona problemas dermatológicos, como ressecamento da pele ou surgimento de acne.

    De acordo com a dermatologista Camila Hofbauer, o aliado da mulherada deve ficar longe das práticas esportivas. “Quando a pessoa se exercita há um aumento da secreção sebácea e da produção de suor. Essas substâncias precisam sair do corpo e a base ou pó compacto obstruem parcialmente os poros, causando a chamada acne cosmética”, explica.

    A situação se agrava ainda mais quando os produtos utilizados são à prova d’água, principalmente se serão passados em toda a pele do rosto. “Essas maquiagens são mais espessas e aderem mais à pele, pois isso fixam por mais tempo. Portanto, elas impedem a transpiração do local”, relata a dermatologista.
    Camila recomenda que a pele esteja limpa na hora dos treinos. “O esportista também não pode esquecer de usar protetor solar oil free FPS 30”, completa.

    Produtos à prova d'água pioram a situação da pele. Foto: Flavio Takemoto/ stock.xchng
    Produtos à prova d'água pioram a situação da pele. Foto: Flavio Takemoto/ stock.xchng

    Suplementação - A suplementação é outro fator que pode agravar a acne, porém não tem relação direta com a maquiagem. “Existem relatos de agravação causada pelo excesso de derivados do leite, como o famoso Whey Protein”, exemplifica a profissional.

    Maquiagem definitiva - Por conveniência e impaciência de buscar o “make” perfeito todos os dias, muitas mulheres optam pela maquiagem definitiva, feita por meio de agulhas. O mais comum são os traços de delineador, em cima das pálpebras, e do lápis de olho, marcado por cima da linha d’água dos olhos.

    Segundo Camila, esse tipo de maquiagem não interfere na transpiração e pode ser utilizado. “A maquiagem definitiva nada mais é do que uma tatuagem, portanto não há riscos de praticar esportes com ela”, finaliza.

    Novo New Balance tem drop de 8 milímetros e 271 gramas

    Atletismo · 30 ago, 2013

    A New Balance traz ao mercado nacional o novo 890v3. O tênis, desenvolvido para alto desempenho, tem tecnologia inovadora que reduz em 30% o peso do calçado. Outra característica é o drop baixo do calçado. Segundo a marca americana, a diferença entre a altura do calcanhar e a parte da frente do pé é de oito milímetros.

    A Revlite está presente nas espumas que compões a entressola do calçado. Segundo fabricante, essa nova composição desse produto oferece maior durabilidade e também resposta mais sensível. O 890v3 pesa 271 gramas.

    Outra preocupação da fabricante na elaboração do novo calçado está presente no acabamento do cabedal. Para evitar incômodos durante a corrida, não há costuras sobrepostas em áreas estratégicas. Além disso, há inserção de TPU (poliuretano termoplástico, em inglês) nessa parte do tênis para minimizar o vai e vem das linhas.

    Pesando 271 gramas, o novo New Balance tem drop de 8 milímetros, de acordo com a fabricante - Divulgação/ New Balance
    Pesando 271 gramas, o novo New Balance tem drop de 8 milímetros, de acordo com a fabricante - Divulgação/ New Balance

    Preço médio: R$ 449,90

    Peso médio: 271 gramas

    Onde encontrar: Nas melhores lojas do segmento.

    Medicina alternativa: o poder das plantas no aumento de rendimento

    Com tantos atletas profissionais sendo pegos nos exames antidoping, resta a pergunta: existem substâncias capazes de aumentar a performance, não prejudicar a saúde e não serem ilegais? Sim, elas existem e podem estar espalhadas pelo nosso quintal.

    Segundo o Odair Albano, especialista em fitomedicamentos da Unicamp (Universidade de Campinas), as plantas chamadas adaptógenas, que são reconhecidas pelos benefícios no treinamento de atletas, podem ajudar esportistas a alcançar seus objetivos mais rapidamente. “A mais comercializada atualmente é a Rhodiola Rósea L. Ela compreende o aumento da oferta de energia (ergogênico), propiciando um aumento do tempo de exaustão ao esforço físico e a melhora na recuperação pós-exercício”, conta.

    A planta também ajuda problemas relacionados com o psicológico. “Na área psíquica, reduzem os prejuízos causados pelo estresse, pela modulação dos níveis de neurotransmissores cerebrais, proporcionando tranquilidade emocional e benefícios à cognição e a memória”, revela Odair.

    O extrato da planta não é considerado doping pela WADA (World Anti-Doping Agency) porque sua ação é moduladora da resposta ao estresse, e não estimulante físico ou mental. “Seus componentes produzem um aumento do desempenho e da resistência ao estresse e propicia excelente recuperação após grande atividade física e poucos efeitos adversos, diferentemente do que ocorre com os estimulantes”, explica o especialista.

    Extrato é utilizado para melhorar performance sem que atleta seja pego no doping. Foto: WildBoar/ Licença Creative Commons
    Extrato é utilizado para melhorar performance sem que atleta seja pego no doping. Foto: WildBoar/ Licença Creative Commons

    Estimulante - De acordo com Odair, a diferença do extrato da planta para as substâncias estimulantes ocorre porque a primeira te deixa no seu melhor estado, enquanto a segunda faz seu corpo ultrapassar o próprio limite. “O estimulante desequilibra as funções orgânicas, aumenta o dispêndio de energia, o risco de lesões e o desgaste pós-exercício”, completa.

    Posologia - Caso o esportista esteja interessado em consumir o produto, não pode esquecer que ele também tem propriedades medicinais. “Não existem evidências de prejuízos a saúde, pelo uso prolongado, por exemplo, do extrato de Rhodiola rósea L. para prevenção dos danos causados pelo estresse físico ou mental e no tratamento dos quadros de fadiga e astenia”, diz o profissional.

    A média é tomar cerca de 400 miligramas de extrato ao dia, preferencialmente no período da manhã. Pessoas com insuficiência renal e hepática não devem consumir a substância.


    Medicina alternativa: o poder das plantas no aumento de rendimento

    Atletismo · 29 ago, 2013

    Com tantos atletas profissionais sendo pegos nos exames antidoping, resta a pergunta: existem substâncias capazes de aumentar a performance, não prejudicar a saúde e não serem ilegais? Sim, elas existem e podem estar espalhadas pelo nosso quintal.

    Segundo o Odair Albano, especialista em fitomedicamentos da Unicamp (Universidade de Campinas), as plantas chamadas adaptógenas, que são reconhecidas pelos benefícios no treinamento de atletas, podem ajudar esportistas a alcançar seus objetivos mais rapidamente. “A mais comercializada atualmente é a Rhodiola Rósea L. Ela compreende o aumento da oferta de energia (ergogênico), propiciando um aumento do tempo de exaustão ao esforço físico e a melhora na recuperação pós-exercício”, conta.

    A planta também ajuda problemas relacionados com o psicológico. “Na área psíquica, reduzem os prejuízos causados pelo estresse, pela modulação dos níveis de neurotransmissores cerebrais, proporcionando tranquilidade emocional e benefícios à cognição e a memória”, revela Odair.

    O extrato da planta não é considerado doping pela WADA (World Anti-Doping Agency) porque sua ação é moduladora da resposta ao estresse, e não estimulante físico ou mental. “Seus componentes produzem um aumento do desempenho e da resistência ao estresse e propicia excelente recuperação após grande atividade física e poucos efeitos adversos, diferentemente do que ocorre com os estimulantes”, explica o especialista.

    Extrato é utilizado para melhorar performance sem que atleta seja pego no doping. Foto: WildBoar/ Licença Creative Commons
    Extrato é utilizado para melhorar performance sem que atleta seja pego no doping. Foto: WildBoar/ Licença Creative Commons

    Estimulante - De acordo com Odair, a diferença do extrato da planta para as substâncias estimulantes ocorre porque a primeira te deixa no seu melhor estado, enquanto a segunda faz seu corpo ultrapassar o próprio limite. “O estimulante desequilibra as funções orgânicas, aumenta o dispêndio de energia, o risco de lesões e o desgaste pós-exercício”, completa.

    Posologia - Caso o esportista esteja interessado em consumir o produto, não pode esquecer que ele também tem propriedades medicinais. “Não existem evidências de prejuízos a saúde, pelo uso prolongado, por exemplo, do extrato de Rhodiola rósea L. para prevenção dos danos causados pelo estresse físico ou mental e no tratamento dos quadros de fadiga e astenia”, diz o profissional.

    A média é tomar cerca de 400 miligramas de extrato ao dia, preferencialmente no período da manhã. Pessoas com insuficiência renal e hepática não devem consumir a substância.

    Asics Gel Nimbus recebe duas novas tecnologias em sua nova versão

    Atletismo · 27 ago, 2013

    O tênis mais tradicional da Asics acaba de ganhar novas tecnologias e cores. A coleção do Nimbus 15 tem doze opções de modelos e segundo a fabricante, continua a oferecer passadas suaves e estáveis para corredores com pisada neutra ou supinada e leve pronada.

    As duas novas inovações agregadas ao calçado são a Fluid Ride, que promete uma melhor densidade na entressola e melhor resposta de impulsão, e a Fluid Fit, um tecido no cabedal que diz proporcionar um calce personalizado e confortável.

    Além dessas duas inovações, o Nimbus 15 ainda tem uma tecnologia que guia o movimento natural do pé desde o contato do tornozelo até a propulsão. Além disso, os novos modelos ainda têm o clássico sistema de amortecimento em gel da Asics.

    Principal tênis da marca agora agrega materiais que prometem entregar mais conforto durante a corrida - Foto: Divulgação/ Asics
    Principal tênis da marca agora agrega materiais que prometem entregar mais conforto durante a corrida - Foto: Divulgação/ Asics

    Preço médio: R$ 599,90

    Peso médio: 326 gramas

    Onde encontrar: Nas melhores lojas do segmento.

    Alimentação saudável dispensa uso de cosméticos e garante saúde e beleza

    Atualmente as drogarias estão reservando cada vez mais espaço em seu estoque para abrigar os múltiplos produtos cosméticos, que prometem saúde e beleza. Porém, manter uma alimentação saudável pode trazer todos os benefícios encontrados nas cápsulas ou cremes espalhados pelas prateleiras.

    Segundo a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira, cabelos sedosos, pele hidratada e sem acne, além de unhas fortes têm relação direta com o que comemos. “A alimentação equilibrada e balanceada é o que fornece as vitaminas e minerais essenciais para essas áreas do corpo”, informa.

    Água de coco: bom para a pele, saúde e cabelos!

    Pele - Além de prejudicar a saúde do fígado, a ingestão de álcool em excesso também pode aumentar a oleosidade da pele. “Os alimentos como o leite de vaca, açúcar ou uma dieta rica em aminoácidos e gorduras, sejam insaturadas, saturadas ou trans, devem ser evitados por pessoas que apresentam pele oleosa, pois aumenta o trabalho das glândulas sebáceas, o que gera acne”, completa a nutricionista.

    Para pessoas com pele seca, a sugestão é ingerir alimentos com menos gordura e grande teor de água. “Melancia, abacaxi, melão, pêra, laranja e limão são ótimos hidratantes. O adequado é que se busque uma dieta rica e mesclada em frutas, legumes e verduras, respeitando a quantidade ideal diária, para cada indivíduo, de carboidratos, proteínas e gorduras”, indica Joyce.

    Outro segredo para ter uma pele aveludada é dar um basta nas comidas fast food, que são repletas de gordura. “Os alimentos industrializados, com muito corante e conservante, como os salgadinhos, só fazem mal à beleza. Além deles, a combinação de hambúrguer e batata frita, cheia de gordura, também não ajuda a deixar a pele e o cabelo mais vistosos”, afirma a profissional de saúde.

    Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng
    Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng

    Cabelos - De acordo com Joyce, alimentos ricos em zinco, manganês, selênio e ferro, assim como vitaminas C, K e complexo B são essenciais para dar vitalidade aos fios. “Produtos ricos em enxofre também devem ser introduzidos na dieta, pois a substância é um mineral básico para a formação de queratina, proteína que dá estrutura às madeixas”, conta.

    A nutricionista também lembra que fios bem nutridos resistem melhor a agressões externas, diferente de quando estão pobres, com um bulbo capilar enfraquecido. “Para ter cabelos fortes, a dieta deve ser rica em proteínas de alto valor biológico, como carne, peixe, ovos, iogurte desnatado, verduras, frutas, sementes oleaginosas, grãos e cereais integrais”, enumera.

    Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

    Unhas - Não adianta nada marcar hora toda semana na manicure se a alimentação não está sendo suficiente para manter as unhas fortes. Para isso, a profissional recomenda a ingestão de biotina, uma substância presente em peixes de água salgada, gema cozida e grãos integrais.

    As vitaminas do complexo B e aminoácidos também são bem-vindas. “Não esqueça de colocar na dieta alimentos ricos em vitamina C, encontrada na laranja, limão, morango e goiaba, além de vitamina E, presente em vegetais de folhas verde escura e oleaginosas”, complementa Joyce.

    Quando as unhas ficam quebradiças ou esbranquiçadas, é um alerta do organismo para carência de cálcio, zinco e magnésio. “Recorra a sementes de abóbora e girassol sem casca, brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões e cereais integrais. Essa são boas fontes desses minerais fortalecem as unhas e as deixam mais bonitas e resistentes”, conclui a nutricionista.


    Alimentação saudável dispensa uso de cosméticos e garante saúde e beleza

    Atletismo · 27 ago, 2013

    Atualmente as drogarias estão reservando cada vez mais espaço em seu estoque para abrigar os múltiplos produtos cosméticos, que prometem saúde e beleza. Porém, manter uma alimentação saudável pode trazer todos os benefícios encontrados nas cápsulas ou cremes espalhados pelas prateleiras.

    Segundo a nutricionista da empresa Personal Diet, Joyce Nunes de Oliveira, cabelos sedosos, pele hidratada e sem acne, além de unhas fortes têm relação direta com o que comemos. “A alimentação equilibrada e balanceada é o que fornece as vitaminas e minerais essenciais para essas áreas do corpo”, informa.

    Água de coco: bom para a pele, saúde e cabelos!

    Pele - Além de prejudicar a saúde do fígado, a ingestão de álcool em excesso também pode aumentar a oleosidade da pele. “Os alimentos como o leite de vaca, açúcar ou uma dieta rica em aminoácidos e gorduras, sejam insaturadas, saturadas ou trans, devem ser evitados por pessoas que apresentam pele oleosa, pois aumenta o trabalho das glândulas sebáceas, o que gera acne”, completa a nutricionista.

    Para pessoas com pele seca, a sugestão é ingerir alimentos com menos gordura e grande teor de água. “Melancia, abacaxi, melão, pêra, laranja e limão são ótimos hidratantes. O adequado é que se busque uma dieta rica e mesclada em frutas, legumes e verduras, respeitando a quantidade ideal diária, para cada indivíduo, de carboidratos, proteínas e gorduras”, indica Joyce.

    Outro segredo para ter uma pele aveludada é dar um basta nas comidas fast food, que são repletas de gordura. “Os alimentos industrializados, com muito corante e conservante, como os salgadinhos, só fazem mal à beleza. Além deles, a combinação de hambúrguer e batata frita, cheia de gordura, também não ajuda a deixar a pele e o cabelo mais vistosos”, afirma a profissional de saúde.

    Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng
    Alimentação balanceada dispensa uso de produtos estéticos. Foto: Beermug / stock.xchng

    Cabelos - De acordo com Joyce, alimentos ricos em zinco, manganês, selênio e ferro, assim como vitaminas C, K e complexo B são essenciais para dar vitalidade aos fios. “Produtos ricos em enxofre também devem ser introduzidos na dieta, pois a substância é um mineral básico para a formação de queratina, proteína que dá estrutura às madeixas”, conta.

    A nutricionista também lembra que fios bem nutridos resistem melhor a agressões externas, diferente de quando estão pobres, com um bulbo capilar enfraquecido. “Para ter cabelos fortes, a dieta deve ser rica em proteínas de alto valor biológico, como carne, peixe, ovos, iogurte desnatado, verduras, frutas, sementes oleaginosas, grãos e cereais integrais”, enumera.

    Gripe: alimentação pode ajudar o sistema imunológico

    Unhas - Não adianta nada marcar hora toda semana na manicure se a alimentação não está sendo suficiente para manter as unhas fortes. Para isso, a profissional recomenda a ingestão de biotina, uma substância presente em peixes de água salgada, gema cozida e grãos integrais.

    As vitaminas do complexo B e aminoácidos também são bem-vindas. “Não esqueça de colocar na dieta alimentos ricos em vitamina C, encontrada na laranja, limão, morango e goiaba, além de vitamina E, presente em vegetais de folhas verde escura e oleaginosas”, complementa Joyce.

    Quando as unhas ficam quebradiças ou esbranquiçadas, é um alerta do organismo para carência de cálcio, zinco e magnésio. “Recorra a sementes de abóbora e girassol sem casca, brócolis, couve-de-bruxelas, lentilha, repolho, carnes magras, feijões e cereais integrais. Essa são boas fontes desses minerais fortalecem as unhas e as deixam mais bonitas e resistentes”, conclui a nutricionista.