Os escândalos de doping envolvendo os velocistas jamaicanos Asafa Powell, Sherone Simpson e o americano Tyson Gay abalaram o mundo do atletismo. Afinal, os resultados obtidos por eles acabaram sendo questionados. Prontamente a Iaaf (Associação Internacional das Federações de Atletismo) se pronunciou e considerou os flagrantes como algo que aumenta a credibilidade do sistema antidoping e do esporte.
Vídeo: saiba como é feito um teste antidoping
Esse posicionamento mostra que a entidade máxima do atletismo no mundo continua sendo rigorosa com os atletas profissionais. Especialistas enxergam essa postura como algo positivo para a manutenção do esporte, mas levantam uma ressalva importante quanto à imagem que esses atletas passam para seus fãs e atletas amadores.
Controle antidoping da Iaaf é um dos mais rigorosos do mundo
A questão doping precisa ser discutida como um problema de saúde pública. O maior problema é a forma que ele se espalha nessa sociedade imediatista em que vivemos. Hoje, aquele adolescente na academia vê atletas de elite usando substâncias ilegais e acha que está tudo bem acelerar o processo de treinamento com essas drogas, explica Thomaz Mattos, presidente da Agência Nacional Antidoping da Confederação Brasileira de Atletismo.
O médico e treinador de corrida da Pé de Vento, Henrique Viana, afirma que muitos medicamentos e, principalmente, suplementos possuem substâncias que se usadas em excesso podem ser muito prejudiciais ao organismo. É preocupante a quantidade de substâncias proibidas em suplementos. A orientação que eu dou aos meus atletas é de não tomar nem um antigripal sem antes me consultar, diz.
Confira abaixo como essas drogas atuam no corpo humano e quais os riscos que essas substâncias trazem ao organismo.
Eritropoietina
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Hormônios
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Estimulantes e diuréticos
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| Arte: Paulo Alexandre/ Webrun.com.br |
Este texto foi escrito por: Renato Aranda


