Esporte Adaptado

Sem Limite #7: K42 Argentina, Trail Run, suplementos, 3ª idade e mais

Corrida de Montanha · 21 nov, 2014

O Sem Limite dessa semana estreia seu estúdio de verão e comenta sobre a Maratona de Curitiba, a K42 Argentina, além da Ayrton Senna Racing Day e uma clínica de Trail Run da The North Face.
Na seção Qualidade de Vida temos uma dica para a terceira idade, além de uma visão diferente sobre suplementos alimentares.
Assista, comente e compartilhe, estamos esperando sua opinião!

Wings For Life traz inovação com linha de chegada móvel

No próximo dia quatro de maio a cidade de Florianópolis receberá a primeira edição do Wings For Life World Run. A competição, que busca arrecadar fundos para a pesquisa na cura da lesão da medula espinhal, acontecerá simultaneamente em 35 países e possui um formato totalmente inovador: nessa competição não há distância definida, tudo dependerá da linha de chegada móvel: um carro perseguidor.

Os carros são equipados com uma tecnologia completamente nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o Wings for Life World Run. Foto: Samo Vidic/Red Bull Content Pool Os carros são equipados com uma tecnologia completamente nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o Wings for Life World Run. Foto: Samo Vidic/Red Bull Content Pool

O novo regulamento tem causado bastante curiosidade entre os competidores, que tem buscado diferentes técnicas para se preparar para a competição. O medalhista olímpico britânico e diretor internacional do Wings For Life World Run, Colin Jackson, afirma que o carro será a parte mais motivadora da corrida para alguns corredores e a mais temida para outros.

"O carro funciona da seguinte maneira: meia hora após o sinal da largada, os carros saem simultaneamente nas pistas e começam a perseguir os corredores", explica Colin. O ritmo do carro vai acelerar em intervalos determinados, seguindo um horário global pré-determinado e rígido. Quando o carro passar por um corredor, significa que a corrida acabou para aquele competidor.

Cada cidade-sede terá seus respectivos vencedores, mas após os carros terem alcançado todos os participantes, restarão apenas um homem e uma mulher correndo em todo o mundo. Esses serão os campeões mundiais do Wings for Life World Run.

Os carros são equipados com uma tecnologia nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o a prova. Os rankings de cada cidade e o global serão determinados pela distância que eles correrem até serem ultrapassados pelo carro e não por seu tempo na disputa.

Todos os resultados dos corredores serão gravados por uma marca individual de tempo escondida no número de cada um. Essa tag é ativada a partir do momento que eles largam e só desativam quando o carro os ultrapassa, ficando gravada sua distância final percorrida.

No momento que o carro passa o competidor, a pessoa deve desacelerar e parar no acostamento da pista. Essa é a primeira edição da corrida, que surge com um conceito nunca antes visto. 100% do dinheiro arrecadado com as inscrições irão diretamente para a Fundação Wings for Life, que visa encontrar uma cura para os efeitos da lesão da medula espinhal. Em cada local haverá provas separadas para usuários de cadeira de rodas que quiserem participar da corrida.


Wings For Life traz inovação com linha de chegada móvel

Corridas de Rua · 26 mar, 2014

No próximo dia quatro de maio a cidade de Florianópolis receberá a primeira edição do Wings For Life World Run. A competição, que busca arrecadar fundos para a pesquisa na cura da lesão da medula espinhal, acontecerá simultaneamente em 35 países e possui um formato totalmente inovador: nessa competição não há distância definida, tudo dependerá da linha de chegada móvel: um carro perseguidor.

Os carros são equipados com uma tecnologia completamente nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o Wings for Life World Run. Foto: Samo Vidic/Red Bull Content Pool Os carros são equipados com uma tecnologia completamente nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o Wings for Life World Run. Foto: Samo Vidic/Red Bull Content Pool

O novo regulamento tem causado bastante curiosidade entre os competidores, que tem buscado diferentes técnicas para se preparar para a competição. O medalhista olímpico britânico e diretor internacional do Wings For Life World Run, Colin Jackson, afirma que o carro será a parte mais motivadora da corrida para alguns corredores e a mais temida para outros.

"O carro funciona da seguinte maneira: meia hora após o sinal da largada, os carros saem simultaneamente nas pistas e começam a perseguir os corredores", explica Colin. O ritmo do carro vai acelerar em intervalos determinados, seguindo um horário global pré-determinado e rígido. Quando o carro passar por um corredor, significa que a corrida acabou para aquele competidor.

Cada cidade-sede terá seus respectivos vencedores, mas após os carros terem alcançado todos os participantes, restarão apenas um homem e uma mulher correndo em todo o mundo. Esses serão os campeões mundiais do Wings for Life World Run.

Os carros são equipados com uma tecnologia nova de rastreamento, desenvolvida especificamente para o a prova. Os rankings de cada cidade e o global serão determinados pela distância que eles correrem até serem ultrapassados pelo carro e não por seu tempo na disputa.

Todos os resultados dos corredores serão gravados por uma marca individual de tempo escondida no número de cada um. Essa tag é ativada a partir do momento que eles largam e só desativam quando o carro os ultrapassa, ficando gravada sua distância final percorrida.

No momento que o carro passa o competidor, a pessoa deve desacelerar e parar no acostamento da pista. Essa é a primeira edição da corrida, que surge com um conceito nunca antes visto. 100% do dinheiro arrecadado com as inscrições irão diretamente para a Fundação Wings for Life, que visa encontrar uma cura para os efeitos da lesão da medula espinhal. Em cada local haverá provas separadas para usuários de cadeira de rodas que quiserem participar da corrida.

Parceria une atletas olímpicos e paralímpicos em São Caetano do Sul

A seleção paralímpica vai interagir com atletas olímpicos Foto: agência Luz/BM&Bovespa A seleção paralímpica vai interagir com atletas olímpicos Foto: agência Luz/BM&Bovespa

O Clube de Atletismo BM&FBovespa assina nesta quinta-feira (20/02) parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), em São Caetano do Sul. O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico para as mais importantes competições nacionais e internacionais.

A assinatura das parcerias contará com a presença de alguns dos principais nomes do atletismo brasileiro, como o maratonista Marílson Gomes, a saltadora Keila Costa, os lançadores e arremessadores Ronald Julião, Darlan Romani e Jucilene Sales de Lima e também campeões paralímpicos como Alan Fonteles, Terezinha Aparecida Guilhermina, Yohansson Nascimento e Daniel Mendes da Silva.

A seleção paralímpica vai interagir, no mesmo espaço, com atletas olímpicos como Marílson Gomes dos Santos, entre tantos outros recordistas sul-americanos e campeões mundiais. Serão 57 atletas treinando.

O CT ainda passa a ser referência para o treinamento dos lançamentos e do arremesso do peso.

O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico Foto: agência Luz/ BM&FBovespa O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico Foto: agência Luz/ BM&FBovespa

O convênio será assinado pela diretoria do Clube de Atletismo BM&FBovespa, por Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, e José Antônio Fernandes, que comanda a Confederação Brasileira de Atletismo.


Parceria une atletas olímpicos e paralímpicos em São Caetano do Sul

Atletismo · 19 fev, 2014

A seleção paralímpica vai interagir com atletas olímpicos Foto: agência Luz/BM&Bovespa A seleção paralímpica vai interagir com atletas olímpicos Foto: agência Luz/BM&Bovespa

O Clube de Atletismo BM&FBovespa assina nesta quinta-feira (20/02) parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e com a Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), em São Caetano do Sul. O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico para as mais importantes competições nacionais e internacionais.

A assinatura das parcerias contará com a presença de alguns dos principais nomes do atletismo brasileiro, como o maratonista Marílson Gomes, a saltadora Keila Costa, os lançadores e arremessadores Ronald Julião, Darlan Romani e Jucilene Sales de Lima e também campeões paralímpicos como Alan Fonteles, Terezinha Aparecida Guilhermina, Yohansson Nascimento e Daniel Mendes da Silva.

A seleção paralímpica vai interagir, no mesmo espaço, com atletas olímpicos como Marílson Gomes dos Santos, entre tantos outros recordistas sul-americanos e campeões mundiais. Serão 57 atletas treinando.

O CT ainda passa a ser referência para o treinamento dos lançamentos e do arremesso do peso.

O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico Foto: agência Luz/ BM&FBovespa O CT torna-se a base de preparação do atletismo olímpico e paralímpico Foto: agência Luz/ BM&FBovespa

O convênio será assinado pela diretoria do Clube de Atletismo BM&FBovespa, por Andrew Parsons, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, e José Antônio Fernandes, que comanda a Confederação Brasileira de Atletismo.

Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.


    Testamos: novo Mio Alpha é um frequencímetro de pulso

    Atletismo · 11 nov, 2013

    O relógio Mio Alpha caracteriza-se pelo design inovador e pela sua simplicidade no fornecimento dos dados. Recomendo esse relógio para todo o tipo de pessoas, pois além de funcionar como um relógio convencional de punho, a disponibilização de dados, como batimentos cardíacos por minuto (BPM), é imprescindível em diversos casos: de praticantes de atividade física a atletas profissionais.

    Os sensores de LED e sonoro são bem interessantes, pois indicam em tempo real o nível de intensidade que você está, o que possibilita controlar o seu ritmo. O Mio mensura a pulsação pelo sensor de LED, enquanto os convencionais captam diretamente pelos sinais elétricos do coração.

    Ao ativar o modo de frequência cardíaca, o relógio pode ser conectado com um iPhone via Bluetooth. Como não treino com celular, não testei e não posso dar minha opinião sobre como funciona a conexão do Mio com qualquer aplicativo de fitness. Porém, para quem treina com celular, acredito que é mais uma maneira para enviar e armazenar informações.

    Conforto- O fato de não precisar da cinta, como em todo frequencímetro, faz com que o Mio não seja tão preciso. A pulseira do relógio é confortável, porém, por ser mais largo, dificulta na extensão do punho durante a musculação, por exemplo – para o triathlon não interfere. Um ponto negativo é a ausência de iluminação interna. Quem gosta de treinar durante a noite terá dificuldades na hora de enxergar o que o visor mostra (segundo o site, haverá iluminação interna nas versões futuras).

    Não achei no manual nem no site da fabricante uma forma de transmitir os dados captados durante o treino para o computador e assim ter uma leitura precisa de como foi o treino. Isso seria imprescindível.

    Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha Sistema diferenciado do Mio Alpha permite aferir a frequência cardíaca sem a necessidade da cinta peitoral - Foto: Divulgação/ Mio Alpha

    Pontos positivos e negativos- Vou relatar agora alguns pontos positivos e uns negativos sobre o Mio:

  • Treino de musculação: a largura da pulseira limita os movimentos;
  • Treino de corrida: utilizei o Polar e o Mio. Enquanto o Polar marcava 167 BPM, o Mio marcava 154. Não posso afirmar qual dos dois estava mais preciso. No caso do Mio, não consigo buscar dados de frequência cardíaca máxima ou média. Talvez com um aplicativo isso seja possível;
  • Treino bike: não precisa de cinta. Durante o tempo todo marcou minha frequência cardíaca;
  • Treino natação: não tem como ficar controlando durante o treino, porém ao finalizar o treino pode-se realizar um mapeamento da sessão e aos poucos conhecer o próprio metabolismo e controlar a intensidade.
  • Desta maneira, posso concluir que qualquer praticante de atividade física que utilize o Mio receberá apenas informações sobre tempo e frequência cardíaca. Pela facilidade da utilização, talvez seja um ponto positivo para adquiri o Mio, mas se você busca velocímetro, gasto calórico, trajeto realizado, entre outros em um único só produto, esse relógio não e recomendado. Pessoas que necessitam somente mensurar a frequência cardíaca, este relógio é ideal.

    GeralUma tecnologia interessante aplicada ao Mio é a forma de carregar a bateria. Diferente de um relógio convencional, não há necessidade de abrir a caixa para realizar essa operação. Basta apenas acoplar o Mio ao computador e ele carrega automaticamente.

    Saiba como superar a dor nas costas

    Você sabia que 80% dos brasileiros têm ou já tiveram dor nas costas? A boa notícia é que, muitas vezes, ela pode ser superada com medidas simples e econômicas. Quer saber como? Então vamos lá.

    A dor nas costas é um mal que atormenta a vida de muita gente. Porém, em 90% dos casos, ela decorre de vícios posturais e/ou hábitos inadequados que as pessoas adotam em sua rotina.

    Lombalgia nem sempre é excesso de esforço. Entenda cada tipo de dor

    Causas de dor nas costas- Manter uma postura arqueada, permanecer muito tempo sentado, permanecer muito tempo em pé, usar calçado inadequado, carregar peso excessivo, ignorar as regras de ergonomia, estar acima do peso, fumar, ser sedentário, dormir pouco, ter joelhos ou pés em posição viciosa (para dentro ou para fora), ter desvio na coluna ou hérnia de disco, são algumas das possíveis causas de dor nas costas.

    Como combater a dor nas costas- Sendo a dor nas costas decorrente de vícios posturais e/ou hábitos inadequados, muitas vezes uma simples mudança de hábitos é suficiente para superá-la. Vamos aos exemplos: quem permanece muito tempo sentado deve respeitar as regras de ergonomia e adotar uma postura correta: as costas necessitam de apoio e devem ficar em contato com o encosto da cadeira, em ângulo de 90 a 110 graus.

    Abdômen e lombar fortalecidos ajudam a evitar dores nas costas

    É conveniente que a cadeira tenha braços de apoio, evitando assim a sobrecarga dos ombros e os pés devem estar apoiados no chão. Fazer pausas no trabalho, caminhar um pouco, beber água e amassar uma bolinha massageadora, são atitudes que ajudam a combater a dor nas costas.

    A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena
    A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena

    Quem permanece muito tempo em pé deve manter uma postura ereta: os ombros retos e o abdome firme. Procure usar meias elásticas, caminhar um pouco e beber água. O uso frequente de sapatos de salto alto deve ser evitado. Deve-se dar preferência aos sapatos de salto baixo ou sandálias.

    Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

    Carregar objetos pesados durante o trabalho ou mesmo peso excessivo em bolsas ou mochilas, também são atitudes que devem ser evitadas, pois sobrecarregam a coluna, gerando dor nas costas.Vários outros exemplos poderiam ser mencionados, mas vamos ficar apenas nesses.

    A dor nas costas e os exercícios- Existem exercícios específicos para prevenir ou controlar a dor nas costas: flexão ou extensão da coluna, fortalecimento dos músculos abdominais, alongamento dos músculos das costas são alguns deles.

    A prática de exercícios aeróbicos também está indicada, já que ter um bom condicionamento físico às vezes confere maior proteção contra a dor nas costas do que os exercícios específicos.

    Portanto, exercite-se, durma bem e hidrate-se! Beber água com regularidade pode evitar o ressecamento dos discos intervertebrais, outra causa de dor nas costas.


    Saiba como superar a dor nas costas

    Atletismo · 09 ago, 2013

    Você sabia que 80% dos brasileiros têm ou já tiveram dor nas costas? A boa notícia é que, muitas vezes, ela pode ser superada com medidas simples e econômicas. Quer saber como? Então vamos lá.

    A dor nas costas é um mal que atormenta a vida de muita gente. Porém, em 90% dos casos, ela decorre de vícios posturais e/ou hábitos inadequados que as pessoas adotam em sua rotina.

    Lombalgia nem sempre é excesso de esforço. Entenda cada tipo de dor

    Causas de dor nas costas- Manter uma postura arqueada, permanecer muito tempo sentado, permanecer muito tempo em pé, usar calçado inadequado, carregar peso excessivo, ignorar as regras de ergonomia, estar acima do peso, fumar, ser sedentário, dormir pouco, ter joelhos ou pés em posição viciosa (para dentro ou para fora), ter desvio na coluna ou hérnia de disco, são algumas das possíveis causas de dor nas costas.

    Como combater a dor nas costas- Sendo a dor nas costas decorrente de vícios posturais e/ou hábitos inadequados, muitas vezes uma simples mudança de hábitos é suficiente para superá-la. Vamos aos exemplos: quem permanece muito tempo sentado deve respeitar as regras de ergonomia e adotar uma postura correta: as costas necessitam de apoio e devem ficar em contato com o encosto da cadeira, em ângulo de 90 a 110 graus.

    Abdômen e lombar fortalecidos ajudam a evitar dores nas costas

    É conveniente que a cadeira tenha braços de apoio, evitando assim a sobrecarga dos ombros e os pés devem estar apoiados no chão. Fazer pausas no trabalho, caminhar um pouco, beber água e amassar uma bolinha massageadora, são atitudes que ajudam a combater a dor nas costas.

    A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena
    A dor nas costas acomete homens e mulheres. Medidas simples ajudam a evitar esse incômodo - Foto: Blickwinkel/ Imago/ Fotoarena

    Quem permanece muito tempo em pé deve manter uma postura ereta: os ombros retos e o abdome firme. Procure usar meias elásticas, caminhar um pouco e beber água. O uso frequente de sapatos de salto alto deve ser evitado. Deve-se dar preferência aos sapatos de salto baixo ou sandálias.

    Salto alto: aprenda a usar o calçado sem comprometer a saúde

    Carregar objetos pesados durante o trabalho ou mesmo peso excessivo em bolsas ou mochilas, também são atitudes que devem ser evitadas, pois sobrecarregam a coluna, gerando dor nas costas.Vários outros exemplos poderiam ser mencionados, mas vamos ficar apenas nesses.

    A dor nas costas e os exercícios- Existem exercícios específicos para prevenir ou controlar a dor nas costas: flexão ou extensão da coluna, fortalecimento dos músculos abdominais, alongamento dos músculos das costas são alguns deles.

    A prática de exercícios aeróbicos também está indicada, já que ter um bom condicionamento físico às vezes confere maior proteção contra a dor nas costas do que os exercícios específicos.

    Portanto, exercite-se, durma bem e hidrate-se! Beber água com regularidade pode evitar o ressecamento dos discos intervertebrais, outra causa de dor nas costas.

    Doença de Chacot Tooth leva a atrofia da panturrilha e dedos em garra

    Uma patologia rara, chamada de Doença de Chacot Too, pode causar sintomas que dificultam a corrida, pois leva a atrofia do músculo da panturrilha e provoca dedos em garra. Também conhecida como atrofia peronial muscular (APM) é um conjunto de neuropatias (doenças neurológicas) genéticas que afetam os nervos periféricos e apresentam sintomas muito variados. A doença atinge os nervos que realizam a ligação entre a medula espinhal e os músculos, comprometendo a condução dos impulsos nervosos.

    Tendinite Patelar: o pesadelo de muitos corredores

    Apesar de ser rara, é uma doença que provoca danos na bainha de mielina (cobertura) das células nervosas dos nervos periféricos e a degeneração das mesmas, responsáveis pela condução dos impulsos. Dessa forma, a condução é alterada nos nervos acometidos, prejudicando a sensibilidade dos membros (pernas e pés), movimento, cognição e outras funções também.

    No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados
    No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados

    Ao exame físico, a doença se caracteriza pela atrofia muscular progressiva da panturrilha, elevação do arco plantar (pé cavo) e dedos em garra. Pode trazer problemas com a marcha, mas não altera a expectativa de vida tampouco causa retardo mental.

    Diagnóstico - O diagnóstico da doença é obtido através de minuciosa história clínica, incluindo o levantamento da herança genética do paciente, exame físico, em especial o exame neurológico com testes sensitivos e reflexos de tendões e o resultado da eletroneuromiografia, exame que verifica a condição da integridade dos impulsos nervosos através da atividade bioelétrica dos músculos.

    Frequentemente a doença de Charcot é descoberta durante as duas primeiras décadas de vida e evolui pouco a partir daí. O tratamento se resume a sessões de fisioterapia e o uso eventual de próteses ortopédicas para o melhor suporte dos pés.

    Alimentação é estímulo positivo para ganho muscular

    Corredores portadores desta síndrome podem correr, porém devem alertar seus treinadores em relação à doença e necessitam permanecer atentos aos sintomas de desconforto em pernas e pés, pois possuem alterações de sensibilidade. Portanto, o volume e intensidade dos treinos deve ser muito bem dosada e mantida em limites seguros.


    Doença de Chacot Tooth leva a atrofia da panturrilha e dedos em garra

    Atletismo · 05 ago, 2013

    Uma patologia rara, chamada de Doença de Chacot Too, pode causar sintomas que dificultam a corrida, pois leva a atrofia do músculo da panturrilha e provoca dedos em garra. Também conhecida como atrofia peronial muscular (APM) é um conjunto de neuropatias (doenças neurológicas) genéticas que afetam os nervos periféricos e apresentam sintomas muito variados. A doença atinge os nervos que realizam a ligação entre a medula espinhal e os músculos, comprometendo a condução dos impulsos nervosos.

    Tendinite Patelar: o pesadelo de muitos corredores

    Apesar de ser rara, é uma doença que provoca danos na bainha de mielina (cobertura) das células nervosas dos nervos periféricos e a degeneração das mesmas, responsáveis pela condução dos impulsos. Dessa forma, a condução é alterada nos nervos acometidos, prejudicando a sensibilidade dos membros (pernas e pés), movimento, cognição e outras funções também.

    No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados
    No músculo afetado os tecidos ficam desorganizados

    Ao exame físico, a doença se caracteriza pela atrofia muscular progressiva da panturrilha, elevação do arco plantar (pé cavo) e dedos em garra. Pode trazer problemas com a marcha, mas não altera a expectativa de vida tampouco causa retardo mental.

    Diagnóstico - O diagnóstico da doença é obtido através de minuciosa história clínica, incluindo o levantamento da herança genética do paciente, exame físico, em especial o exame neurológico com testes sensitivos e reflexos de tendões e o resultado da eletroneuromiografia, exame que verifica a condição da integridade dos impulsos nervosos através da atividade bioelétrica dos músculos.

    Frequentemente a doença de Charcot é descoberta durante as duas primeiras décadas de vida e evolui pouco a partir daí. O tratamento se resume a sessões de fisioterapia e o uso eventual de próteses ortopédicas para o melhor suporte dos pés.

    Alimentação é estímulo positivo para ganho muscular

    Corredores portadores desta síndrome podem correr, porém devem alertar seus treinadores em relação à doença e necessitam permanecer atentos aos sintomas de desconforto em pernas e pés, pois possuem alterações de sensibilidade. Portanto, o volume e intensidade dos treinos deve ser muito bem dosada e mantida em limites seguros.

    Vídeo conta que atitude negativa é a única deficiência que limita

    Atletismo · 05 ago, 2013

    Vídeos de superação têm ganhado cada vez mais espaço na internet, principalmente quando são publicadas no Facebook. A possibilidade de compartilhar experiências de vida e a luta de deficientes foi mais um passo em busca da diminuição do preconceito.

    Uma produção que tem emocionado os internautas é o “A Vida que Você Escolheu”, uma produção de Renato Cabral, que inicia com a frase "Só existe um tipo de deficiência: a atitude negativa". Nela, a voz do locutor aparece por trás de uma música instrumental para narrar um texto sobre o significado de viver.

    Os atores principais são Letícia Ferreira, uma cadeirante campeã mundial de natação, Roberto Carlos Silva, deficiente físico e vice-campeão mundial de triathlon, e Pedro Cordeiro, uma criança que desenvolveu uma síndrome rara no primeiro ano de vida.

    Apesar de o vídeo exibir as diversas conquistas e acontecimentos de pessoas com algum tipo de deficiência, em nenhum momento no texto elas são explícitas. Todos os públicos se identificam com o tema.


    The North Face lança colete para ajudar atletas a encarar o frio

    Atletismo · 26 jul, 2013

    Para não sofrer com as baixas temperaturas enquanto corre, a The North Face lançou um colete corta vento da linha Summit Series. Batizado de A-Back Hybrid Down, a nova peça de vestuário foi produzida para manter o corpo quente nos dias mais frios e ainda deixar a pele respirar.

    Uma das novidades é o sistema de retenção do calor do colete, que é feito com 700 plumas de ganso por centímetro cúbico. Para manter as mãos aquecidas, a peça também conta com bolsos laterais.

    Dependendo do grau de altitude a qual o corredor se submete, a quantidade de oxigênio diminui consideravelmente, fazendo com que o organismo se esforce para funcionar. Esse esforço pode resultar em um aumento na quantidade de suor, que evapora graças ao sistema de repispirabilidade.

    Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face
    Colete tem faixas defletoras na frente e nas costas. Foto: Divulgação/ The North Face

    Para os corredores que gostam de treinar à noite, a peça apresenta defletores finos na parte da frente e nas costas. Painéis de tecido elástico garantem maior mobilidade e conforto dos braços.

    Os atletas que gostaram do lançamento terão que desembolsar cerca de R$ 897 pelo colete, preço sugerido pela marca.

    Onde encontrar: - www.thenorthface.com.br

    Potencializar qualidades é a função do coaching esportivo

    Michael Phelps é um dos maiores atletas da história. Dono de 22 medalhas olímpicas, sendo 18 de ouro, o nadador ainda detém seis recordes mundiais. Essas marcas, surpreendentes por si só, não chegaram somente pelos treinos realizados nas piscinas e academias. Phelps é um tipo de atleta que está o tempo inteiro se preparando, o tempo inteiro treinando.

    Antes de se aposentar, o americano tinha um treino que fazia parte de sua planilha. Toda noite, por minutos incontáveis, o nadador se imaginava nadando todas as modalidades que competia. Phelps ensaiava cada braçada, cada movimento, calculava a distância de seu deslocamento e sentia a força que lhe impulsionava.

    Toda essa preparação mental deu a ele confiança suficiente para saber, mesmo com seus óculos de natação cheios de água, quando precisaria fazer as viradas e tocar a borda da piscina para vencer a final olímpica dos 200 metros borboleta de Pequim.

    Esse exercício mental realizado por Phelps é uma das ferramentas que os choachs esportivos utilizam para potencializar as capacidades atléticas de todas as pessoas que procuram algum auxílio desses profissionais.

    “Esses trabalhos de visualização são ferramentas muito boas, eles têm muita força”, explica a coach esportiva Vanessa de Figueiredo Protásio.

    Ferramentas- Além do método de visualização, Vanessa explica que há outras técnicas para explorar e potencializar as capacidades atléticas das pessoas, sejam elas atletas profissionais ou entusiastas de qualquer esporte.

    “A relação entre o coach e o coachee (cliente) é outra ferramenta muito poderosa. Quando as duas pessoas estão em um estado de rapport (termo que significa sintonia interpessoal) se cria um estado de integração e a coisa flui”, explica.

    Ajudar a visualizar a prova, o objetivo final, é um dos trabalhos do coach - Foto: Alexandre Koda/ Webrun.com.br
    Ajudar a visualizar a prova, o objetivo final, é um dos trabalhos do coach - Foto: Alexandre Koda/ Webrun.com.br

    Treino mental- Assim como explicou a coach Raquel G. Giannotti, a função desse profissional é a de um treinador mental, logo ele não tem interferência em outras áreas, como a nutricional e a física. “O meu papel é de fazer o atleta cumprir a planilha de treinamento dele e encontrar prazer nisso tudo. Esses resultados devem ser lavados para a vida e não guardados em uma gaveta do esporte”, complementa Vanessa.

    Coaching esportivo: como a prática melhora seus resultados?

    Além disso, o treinador mental ajuda o esportista a estar preparado para todas as interferências que podem acontecer durante uma prova, sejam elas internas ou externas.

    “Desafios acontecem e o importante é você estar preparado para isso. Às vezes o clima, que é uma interferência externa, não é o ideal ou o atleta está mal psicologicamente, mas mesmo assim ele é capaz de render bem. Isso porque ele está potencializado, pronto para qualquer desafio”, conclui Vanessa.


    Potencializar qualidades é a função do coaching esportivo

    Atletismo · 28 jun, 2013

    Michael Phelps é um dos maiores atletas da história. Dono de 22 medalhas olímpicas, sendo 18 de ouro, o nadador ainda detém seis recordes mundiais. Essas marcas, surpreendentes por si só, não chegaram somente pelos treinos realizados nas piscinas e academias. Phelps é um tipo de atleta que está o tempo inteiro se preparando, o tempo inteiro treinando.

    Antes de se aposentar, o americano tinha um treino que fazia parte de sua planilha. Toda noite, por minutos incontáveis, o nadador se imaginava nadando todas as modalidades que competia. Phelps ensaiava cada braçada, cada movimento, calculava a distância de seu deslocamento e sentia a força que lhe impulsionava.

    Toda essa preparação mental deu a ele confiança suficiente para saber, mesmo com seus óculos de natação cheios de água, quando precisaria fazer as viradas e tocar a borda da piscina para vencer a final olímpica dos 200 metros borboleta de Pequim.

    Esse exercício mental realizado por Phelps é uma das ferramentas que os choachs esportivos utilizam para potencializar as capacidades atléticas de todas as pessoas que procuram algum auxílio desses profissionais.

    “Esses trabalhos de visualização são ferramentas muito boas, eles têm muita força”, explica a coach esportiva Vanessa de Figueiredo Protásio.

    Ferramentas- Além do método de visualização, Vanessa explica que há outras técnicas para explorar e potencializar as capacidades atléticas das pessoas, sejam elas atletas profissionais ou entusiastas de qualquer esporte.

    “A relação entre o coach e o coachee (cliente) é outra ferramenta muito poderosa. Quando as duas pessoas estão em um estado de rapport (termo que significa sintonia interpessoal) se cria um estado de integração e a coisa flui”, explica.

    Ajudar a visualizar a prova, o objetivo final, é um dos trabalhos do coach - Foto: Alexandre Koda/ Webrun.com.br
    Ajudar a visualizar a prova, o objetivo final, é um dos trabalhos do coach - Foto: Alexandre Koda/ Webrun.com.br

    Treino mental- Assim como explicou a coach Raquel G. Giannotti, a função desse profissional é a de um treinador mental, logo ele não tem interferência em outras áreas, como a nutricional e a física. “O meu papel é de fazer o atleta cumprir a planilha de treinamento dele e encontrar prazer nisso tudo. Esses resultados devem ser lavados para a vida e não guardados em uma gaveta do esporte”, complementa Vanessa.

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    Além disso, o treinador mental ajuda o esportista a estar preparado para todas as interferências que podem acontecer durante uma prova, sejam elas internas ou externas.

    “Desafios acontecem e o importante é você estar preparado para isso. Às vezes o clima, que é uma interferência externa, não é o ideal ou o atleta está mal psicologicamente, mas mesmo assim ele é capaz de render bem. Isso porque ele está potencializado, pronto para qualquer desafio”, conclui Vanessa.