Esporte Adaptado

Herói ou vilão? Muitas das impressões sobre adoçantes são falsas

Os edulcorantes, mais conhecidos como adoçantes, são as primeiras opções para quem quer saciar a vontade de um doce, mas sem ingerir os altos valores calóricos do açúcar. Porém, esse não é o único motivo que tornou essas substâncias químicas de sabor adocicado tão populares na vida moderna.

“Em situações atuais em que o excesso de peso passa a assumir condições epidêmicas e ainda juntamente com o diabetes, o raciocínio de se reduzir o consumo de açúcar faz sentido”, explica o endocrinologista Pedro Saddi.

Para o médico da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal do Estado de São Paulo, esse hábito de substituir o açúcar por adoçantes é recomendável por todas as pesquisas que a indústria farmacêutica emprega na produção desses produtos. “Os edulcorantes, de maneira geral, são bem seguros. Hoje as pessoas estão preocupadas em não usar adoçantes, quando, na verdade, eles são extramente seguros”, afirma Saddi.

Festa junina: como apreciar as comidas típicas sem fugir da dieta?

Pesquisas falsas- Essa evolução, segundo o médico, acontece não somente para deixar o produto mais palatável, mais agradável ao nosso paladar, mas também para aprimorar e entender as reações que cada tipo de adoçante provoca em nosso organismo.

Por ser um químico, os adoçantes podem apresentar reações nocivas ao nosso corpo se consumidos em excesso (veja no final da reportagem uma tabela com o limite de consumo dos adoçantes mais encontrados no mercado). O aspartame, por exemplo, produz metanol quando metabolizado, que é uma substância cancerígena, mas se ingerido dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, essa quantidade de metanol chega a ser insignificante.

“Usando o aspartame como exemplo, o limite de segurança desse adoçante é de aproximadamente 80 gotas por dia, o que chega a ser uma quantidade muito alta. Consumindo de forma segura, esses químicos não oferecem riscos”, salienta Saddi.

O endocrinologista chama atenção para as pesquisas e campanhas que povoam a internet “vendendo informações falsas a respeito de adoçantes”. Segundo Saddi, esses argumentos muitas vezes são reais, são baseados em premissas verdadeiras, mas obtém conclusões falsas. “Usando o aspartame de modelo mais uma vez, não é porque nosso organismo gera metanol quando ingerimos essa substância, que esse tipo de adoçante causa câncer”, exemplifica.

Adoçantes não são prejudiciais desde que consumidos dentro dos limites prescritos – Foto: Steve Snodgrass/ Licença Creative Commons
Adoçantes não são prejudiciais desde que consumidos dentro dos limites prescritos – Foto: Steve Snodgrass/ Licença Creative Commons

Pesquisas reais- Para Saddi, a segurança que os edulcorantes têm atualmente não abrem muitos espaços para pesquisas paralelas tentando provar os malefícios desse alimento. Segundo o endocrinologista, a agenda de pesquisas sobre os adoçantes vai em outra direção atualmente.

“A indústria está a todo momento aprimorando esses produtos. Hoje nós temos adoçantes que podem ser levados ao forno, que podem ser consumidos por uma certa parcela da população e assim por diante. O que as discussões científicas tentam estabelecer é a relação do uso de uma substância zero caloria com o ganho de peso”, afirma.

Atualmente, o que grandes pesquisadores tentam avaliar é qual a influência que os edulcorantes podem ter na dieta mundial. Grupos que estudam a obesidade procuram entender a relação entre o consumo de adoçantes e o ganho de peso.

“Esses resultados sim são relevantes e, mesmo assim, precisam ser analisados com cautela. Por enquanto, não é possível afirmar que o uso de adoçantes causa aumento de peso”, pondera o médico, já que os dados foram apenas estatísticos.

Apenas com números, Saddi afirma que é não possível obter uma informação precisa, pois não há como estabelecer uma relação de causa e efeito, já que dados comportamentais, além de outras influências não são contemplados.

“Para a comunidade científica, esses números mostram um lado novo, pois já há linhas de pesquisas que enxergam alguns adoçantes como estimulantes fome. Mas não existe nada confirmado sobre isso. Até agora não há nada que possa ser muito útil para a população em geral”, encerra Saddi.

Uma gota de doçura- Confira o limite de consumo de alguns dos mais populares adoçantes disponíveis no mercado (Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes):

  • Sacarina – Descoberta por acaso em 1879, a sacarina era usada como anti-séptico e conservante. Limite de consumo: 5mg/ dia/ kg.

  • Sucralose – Único edulcorante derivado da cana-de-açúcar, tem o sabor mais próximo do açúcar natural. Limite de consumo: 15mg/ dia/ kg.

  • Aspartame – Produzido a partir de proteínas naturais, o aspartame foi descoberto em 1965. Limite de consumo: 40mg/ dia/ kg.

  • Ciclamato de sódio – O ciclamato de sódio tem resultados polêmicos de uma pesquisa realizada em ratos na década de 1970, nos Estados Unidos. Estudos apontaram que ele poderia ser cancerígeno. Após novos estudos foi provado que o edulcorante é seguro. No Brasil seu uso é liberado. Limite de consumo: 7mg/ kg/ dia.

  • Herói ou vilão? Muitas das impressões sobre adoçantes são falsas

    Atletismo · 19 jun, 2013

    Os edulcorantes, mais conhecidos como adoçantes, são as primeiras opções para quem quer saciar a vontade de um doce, mas sem ingerir os altos valores calóricos do açúcar. Porém, esse não é o único motivo que tornou essas substâncias químicas de sabor adocicado tão populares na vida moderna.

    “Em situações atuais em que o excesso de peso passa a assumir condições epidêmicas e ainda juntamente com o diabetes, o raciocínio de se reduzir o consumo de açúcar faz sentido”, explica o endocrinologista Pedro Saddi.

    Para o médico da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal do Estado de São Paulo, esse hábito de substituir o açúcar por adoçantes é recomendável por todas as pesquisas que a indústria farmacêutica emprega na produção desses produtos. “Os edulcorantes, de maneira geral, são bem seguros. Hoje as pessoas estão preocupadas em não usar adoçantes, quando, na verdade, eles são extramente seguros”, afirma Saddi.

    Festa junina: como apreciar as comidas típicas sem fugir da dieta?

    Pesquisas falsas- Essa evolução, segundo o médico, acontece não somente para deixar o produto mais palatável, mais agradável ao nosso paladar, mas também para aprimorar e entender as reações que cada tipo de adoçante provoca em nosso organismo.

    Por ser um químico, os adoçantes podem apresentar reações nocivas ao nosso corpo se consumidos em excesso (veja no final da reportagem uma tabela com o limite de consumo dos adoçantes mais encontrados no mercado). O aspartame, por exemplo, produz metanol quando metabolizado, que é uma substância cancerígena, mas se ingerido dentro dos limites estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde, essa quantidade de metanol chega a ser insignificante.

    “Usando o aspartame como exemplo, o limite de segurança desse adoçante é de aproximadamente 80 gotas por dia, o que chega a ser uma quantidade muito alta. Consumindo de forma segura, esses químicos não oferecem riscos”, salienta Saddi.

    O endocrinologista chama atenção para as pesquisas e campanhas que povoam a internet “vendendo informações falsas a respeito de adoçantes”. Segundo Saddi, esses argumentos muitas vezes são reais, são baseados em premissas verdadeiras, mas obtém conclusões falsas. “Usando o aspartame de modelo mais uma vez, não é porque nosso organismo gera metanol quando ingerimos essa substância, que esse tipo de adoçante causa câncer”, exemplifica.

    Adoçantes não são prejudiciais desde que consumidos dentro dos limites prescritos – Foto: Steve Snodgrass/ Licença Creative Commons
    Adoçantes não são prejudiciais desde que consumidos dentro dos limites prescritos – Foto: Steve Snodgrass/ Licença Creative Commons

    Pesquisas reais- Para Saddi, a segurança que os edulcorantes têm atualmente não abrem muitos espaços para pesquisas paralelas tentando provar os malefícios desse alimento. Segundo o endocrinologista, a agenda de pesquisas sobre os adoçantes vai em outra direção atualmente.

    “A indústria está a todo momento aprimorando esses produtos. Hoje nós temos adoçantes que podem ser levados ao forno, que podem ser consumidos por uma certa parcela da população e assim por diante. O que as discussões científicas tentam estabelecer é a relação do uso de uma substância zero caloria com o ganho de peso”, afirma.

    Atualmente, o que grandes pesquisadores tentam avaliar é qual a influência que os edulcorantes podem ter na dieta mundial. Grupos que estudam a obesidade procuram entender a relação entre o consumo de adoçantes e o ganho de peso.

    “Esses resultados sim são relevantes e, mesmo assim, precisam ser analisados com cautela. Por enquanto, não é possível afirmar que o uso de adoçantes causa aumento de peso”, pondera o médico, já que os dados foram apenas estatísticos.

    Apenas com números, Saddi afirma que é não possível obter uma informação precisa, pois não há como estabelecer uma relação de causa e efeito, já que dados comportamentais, além de outras influências não são contemplados.

    “Para a comunidade científica, esses números mostram um lado novo, pois já há linhas de pesquisas que enxergam alguns adoçantes como estimulantes fome. Mas não existe nada confirmado sobre isso. Até agora não há nada que possa ser muito útil para a população em geral”, encerra Saddi.

    Uma gota de doçura- Confira o limite de consumo de alguns dos mais populares adoçantes disponíveis no mercado (Fonte: Sociedade Brasileira de Diabetes):

  • Sacarina – Descoberta por acaso em 1879, a sacarina era usada como anti-séptico e conservante. Limite de consumo: 5mg/ dia/ kg.

  • Sucralose – Único edulcorante derivado da cana-de-açúcar, tem o sabor mais próximo do açúcar natural. Limite de consumo: 15mg/ dia/ kg.

  • Aspartame – Produzido a partir de proteínas naturais, o aspartame foi descoberto em 1965. Limite de consumo: 40mg/ dia/ kg.

  • Ciclamato de sódio – O ciclamato de sódio tem resultados polêmicos de uma pesquisa realizada em ratos na década de 1970, nos Estados Unidos. Estudos apontaram que ele poderia ser cancerígeno. Após novos estudos foi provado que o edulcorante é seguro. No Brasil seu uso é liberado. Limite de consumo: 7mg/ kg/ dia.
  • Novo estimulante e termogênico alia dois tipos de cafeínas concentradas

    Um estímulo às vezes é necessário para tirar o corpo da acomodação e nos motivar a praticar exercícios. Para quem já não consegue mais ficar longe das planilhas de treinos e dos tênis de corida, esse estímulo muitas vezes ajuda na hora de romper alguma barreira pessoal ou melhorar o desempenho.

    Além de estimulantes pré-treino e energéticos comuns, a indústria farmacêutica oferece produtos com dosagens de cafeína e outras substâncias estimulantes capazes de proporcionar algum ganho de desempenho físico.

    Um desses produtos é o lançamento Thermodrol, da Advanced Nutrition. Segundo a nutricionista da marca, o diferencial está no composto base, que leva mais tempo para ser absorvido pelo organismo.

    “Seu principal componente é a guaranina, um composto muito semelhante à cafeína, mas ainda assim diferente na medida em que a cafeína fornece picos de energia rápidos e curtos, enquanto a guaranina é processada mais lentamente”, afirma Carolina Marques.

    Duas fontes naturais- A fabricante do estimulante afirma que o produto possui 420 miligramas de cafeína extraídas de duas fontes naturais, a noz cola e o extrato de guaraná. Segundo a indústria, esse detalhe garante a quantidade de cafeína indicada no rótulo.

    Segundo fabricante, a cafeína do Thermodrol é extraída do guaraná – Foto: Cleverson/ Stock.xchng
    Segundo fabricante, a cafeína do Thermodrol é extraída do guaraná – Foto: Cleverson/ Stock.xchng

    Além de estimulante, a Advanced Nutrition também classifica o Thermodrol como termogênico, já que o novo produto ativa o sistema metabólico, o que contribuí no ganho de energia e queima de gorduras.

    Contra indicação- Apesar dos benefícios que podem ser alcançados com estimulantes à base de cafeína, alguns profissionais têm opiniões contrárias. Em março desse ano, a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira, em entrevista ao Webrun afirmou que a cafeína pode sim trazer benefícios, como “capacidade para trabalhar e produzir estímulos nervosos, além de maior contração muscular”.

    Bebidas energéticas ajudam ou atrapalham em treinos e competições?

    Porém, a nutricionista afirma que o consumo diário de doses de cafeína superiores a 400 miligramas podem levar ao chamado “cafeinismo”. “Quando se atinge esse estágio, os sintomas mais comuns são ansiedade, inquietação, irritabilidade, tremores, perda de apetite, tensão muscular e palpitações no coração”, concluiu Joyce.


    Novo estimulante e termogênico alia dois tipos de cafeínas concentradas

    Corrida de Montanha · 13 jun, 2013

    Um estímulo às vezes é necessário para tirar o corpo da acomodação e nos motivar a praticar exercícios. Para quem já não consegue mais ficar longe das planilhas de treinos e dos tênis de corida, esse estímulo muitas vezes ajuda na hora de romper alguma barreira pessoal ou melhorar o desempenho.

    Além de estimulantes pré-treino e energéticos comuns, a indústria farmacêutica oferece produtos com dosagens de cafeína e outras substâncias estimulantes capazes de proporcionar algum ganho de desempenho físico.

    Um desses produtos é o lançamento Thermodrol, da Advanced Nutrition. Segundo a nutricionista da marca, o diferencial está no composto base, que leva mais tempo para ser absorvido pelo organismo.

    “Seu principal componente é a guaranina, um composto muito semelhante à cafeína, mas ainda assim diferente na medida em que a cafeína fornece picos de energia rápidos e curtos, enquanto a guaranina é processada mais lentamente”, afirma Carolina Marques.

    Duas fontes naturais- A fabricante do estimulante afirma que o produto possui 420 miligramas de cafeína extraídas de duas fontes naturais, a noz cola e o extrato de guaraná. Segundo a indústria, esse detalhe garante a quantidade de cafeína indicada no rótulo.

    Segundo fabricante, a cafeína do Thermodrol é extraída do guaraná – Foto: Cleverson/ Stock.xchng
    Segundo fabricante, a cafeína do Thermodrol é extraída do guaraná – Foto: Cleverson/ Stock.xchng

    Além de estimulante, a Advanced Nutrition também classifica o Thermodrol como termogênico, já que o novo produto ativa o sistema metabólico, o que contribuí no ganho de energia e queima de gorduras.

    Contra indicação- Apesar dos benefícios que podem ser alcançados com estimulantes à base de cafeína, alguns profissionais têm opiniões contrárias. Em março desse ano, a nutricionista Joyce Nunes de Oliveira, em entrevista ao Webrun afirmou que a cafeína pode sim trazer benefícios, como “capacidade para trabalhar e produzir estímulos nervosos, além de maior contração muscular”.

    Bebidas energéticas ajudam ou atrapalham em treinos e competições?

    Porém, a nutricionista afirma que o consumo diário de doses de cafeína superiores a 400 miligramas podem levar ao chamado “cafeinismo”. “Quando se atinge esse estágio, os sintomas mais comuns são ansiedade, inquietação, irritabilidade, tremores, perda de apetite, tensão muscular e palpitações no coração”, concluiu Joyce.

    Chocolate é bom para o coração?

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria do Dr. Nabil Ghorayeb publicada em 2003:

    Na antiga civilização Maia foi chamado de ALIMENTO dos DEUSES. Delicioso, energético e muitos dos seus consumidores adoram serem chamados de “chocólatras”, mas afinal podemos consumi-lo sem culpa?

    A ciência responde SIM! Porém, OK! Chocolate é bom para o coração, mas quanto? Buscamos as explicações com a nutricionista Miriam Topein Ghorayeb e de artigos médicos da revista Lancet, de enorme impacto e credibilidade científica.

    O chocolate como é apresentado hoje em dia, resulta da elaboração da fava do cacaueiro, que tem caroço e polpa branca. Na composição do chocolate temos cacau, manteiga de cacau, leite, açúcar (exceto nos chocolates dietéticos) e outros elementos que podem ser acrescidos como passas, amendoim, avelãs, amêndoas etc. O cacau contém substâncias chamados fenóis ou flavonóides, os mesmos antioxidantes encontrados no vinho tinto.

    Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostram que consumidores diários de 30 a 50g de chocolate com alta concentração de cacau (56 a 85%, ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam menores índices do chamado mau colesterol (fração LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral. O chocolate é uma boa fonte de energia e com alto nível calórico, dependendo da proporção da manteiga de cacau ou açúcar ou leite. Cada 100g pode conter de 350 a 500 calorias e é aí que mora o pecado!

    Um dos aspectos negativos do consumo de chocolate é o de que algumas pessoas relacionam o aparecimento de acne, pedras no rim, dores de cabeça, alergias, cárie dentária e tensão pré-menstrual. Porém, as evidências científicas da relação direta do consumo e esses problemas são fracas, na verdade os hábitos de vida pouco saudáveis: alimentação rica em gordura animal (colesterol), gorduras saturadas e gordura trans, sedentarismo, diabete, obesidade abdominal, hipertensão arterial não tratada, etc. são os mais importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

    O consumo moderado de chocolate hoje é aceitável, até 30g por dia, compondo uma alimentação balanceada em calorias e nutrientes. Ultrapassar os limites, apesar dos benefícios descritos e do sabor, acaba por elevar a quantidade diária de calorias, o que é indesejável, além disso, não é recomendável trocar as frutas e vegetais de uma refeição pelo chocolate.

    Não vamos aos extremos da proibição nem da liberação total e irrestrita, porém, não esqueçamos de que muitas verdades científicas atuais podem mudar amanhã, portanto mantenha seu apetite moderado e esteja saudável em todas as épocas do ano!


    Chocolate é bom para o coração?

    Atletismo · 29 mar, 2013

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria do Dr. Nabil Ghorayeb publicada em 2003:

    Na antiga civilização Maia foi chamado de ALIMENTO dos DEUSES. Delicioso, energético e muitos dos seus consumidores adoram serem chamados de “chocólatras”, mas afinal podemos consumi-lo sem culpa?

    A ciência responde SIM! Porém, OK! Chocolate é bom para o coração, mas quanto? Buscamos as explicações com a nutricionista Miriam Topein Ghorayeb e de artigos médicos da revista Lancet, de enorme impacto e credibilidade científica.

    O chocolate como é apresentado hoje em dia, resulta da elaboração da fava do cacaueiro, que tem caroço e polpa branca. Na composição do chocolate temos cacau, manteiga de cacau, leite, açúcar (exceto nos chocolates dietéticos) e outros elementos que podem ser acrescidos como passas, amendoim, avelãs, amêndoas etc. O cacau contém substâncias chamados fenóis ou flavonóides, os mesmos antioxidantes encontrados no vinho tinto.

    Estudos feitos na Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos, mostram que consumidores diários de 30 a 50g de chocolate com alta concentração de cacau (56 a 85%, ou seja, chocolate amargo ou extra amargo) apresentam menores índices do chamado mau colesterol (fração LDL). No cérebro, o chocolate eleva os níveis de serotonina e feniletilamina melhorando o ânimo e disposição geral. O chocolate é uma boa fonte de energia e com alto nível calórico, dependendo da proporção da manteiga de cacau ou açúcar ou leite. Cada 100g pode conter de 350 a 500 calorias e é aí que mora o pecado!

    Um dos aspectos negativos do consumo de chocolate é o de que algumas pessoas relacionam o aparecimento de acne, pedras no rim, dores de cabeça, alergias, cárie dentária e tensão pré-menstrual. Porém, as evidências científicas da relação direta do consumo e esses problemas são fracas, na verdade os hábitos de vida pouco saudáveis: alimentação rica em gordura animal (colesterol), gorduras saturadas e gordura trans, sedentarismo, diabete, obesidade abdominal, hipertensão arterial não tratada, etc. são os mais importantes fatores de risco para as doenças cardiovasculares.

    O consumo moderado de chocolate hoje é aceitável, até 30g por dia, compondo uma alimentação balanceada em calorias e nutrientes. Ultrapassar os limites, apesar dos benefícios descritos e do sabor, acaba por elevar a quantidade diária de calorias, o que é indesejável, além disso, não é recomendável trocar as frutas e vegetais de uma refeição pelo chocolate.

    Não vamos aos extremos da proibição nem da liberação total e irrestrita, porém, não esqueçamos de que muitas verdades científicas atuais podem mudar amanhã, portanto mantenha seu apetite moderado e esteja saudável em todas as épocas do ano!

    Fibromialgia: a dor no corpo que melhora correndo

    Fibromialgia (FM) é uma desordem complexa de dor crônica que afeta cerca de 10 milhões de americanos. Ocorre mais frequentemente em mulheres, mas também atinge homens e crianças, e todas as etnias em menores proporções. Essa doença, para aqueles que desenvolvem sintomas graves, pode ser extremamente debilitante e interferir com atividades básicas diárias.

    Diagnóstico - Os critérios de diagnóstico para FM foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) e adotados no Brasil. Inclui uma história de dor generalizada em todos os quatro quadrantes do corpo por um período mínimo de três meses, e/ou dor em pelo menos 11 pontos dos 18 designados na figura, quando uma quantidade especifica de pressão é aplicada.

    É preciso descartar outras causas dos sintomas antes de fazer um diagnóstico de fibromialgia, já que à primeira vista a pessoa não apresenta as características típicas da doença.

    Sintomas - Embora crônica, a dor corporal generalizada é o principal sintoma da fibromialgia, uma variedade de outros sintomas são comuns e incluem: fadiga de moderada à grave, distúrbios do sono, problemas de funcionamento cognitivo, insônia ou dificuldade para dormir, dores de cabeça e enxaquecas, ansiedade e depressão, além de alteração de sensibilidade ao toque, luz e som.

    A investigação deve seguir com exames neuroendócrinos, buscar alterações fisiológicas que podem contribuir para os sintomas e condições de sobreposição, tais como a síndrome do intestino irritável, lúpus e artrite. Alterações neurológicas também ocorrem, tais como dormência, formigamento e queimação – as quais muitas vezes apresentam desconforto ao paciente.

    A gravidade da dor e rigidez muscular é frequentemente pior de manhã. Fatores agravantes que afetam a dor incluem frio, umidade, sono não reparador, fadiga física e mental, atividade física excessiva, inatividade física, ansiedade e estresse.

    Causas - Pesquisas recentes têm sugerido um componente genético. O distúrbio é muitas vezes visto nas famílias, entre irmãos ou mães e seus filhos. Fibromialgia usualmente ocorre depois de um trauma físico, tal como uma doença ou lesão aguda, a qual pode atuar como um "gatilho" para o desenvolvimento do distúrbio. A dor desencadeia alterações musculares como a tensão/contração e vira um ciclo.

    Deve-se dar atenção às alterações do sistema nervoso central, como o mecanismo subjacente de FM. Estudos têm sugerido que os pacientes com FM têm distúrbio generalizado no processamento da dor e uma resposta amplificada para estímulos que não seriam normalmente dolorosos em indivíduos saudáveis.

    Tratamento- Uma vez que não existe uma cura conhecida para FM, o tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a função do corpo. Uma variedade de medicamentos de prescrição médica são muitas vezes utilizados para reduzir os níveis de dor e melhorar o sono.

    Corrida-Entre as substâncias aprovadas pela Food and Drug Administration dos EUA para tratamento da doença estão Lyrica (pregabalina), Cymbalta (duloxetina) foi aprovada em junho de 2008, e Savella (milnaciprano) em janeiro de 2009. Terapias alternativas, tais como a liberação de massagem, miofasical, acupuntura, quiropraxia, suplementos de ervas e ioga, podem ser ferramentas eficazes no manejo de sintomas de FM mas nenhuma tem mostrado tantos resultados positivos quanto a corrida.

    A corrida atua reduzindo o estresse, ajuda no relaxamento e melhora a função cognitiva cerebral, já que estimula a liberação de hormônios que pode ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos fibromiálgicos.

    Fonte: National Fibromyalgia Association (NFA)


    Fibromialgia: a dor no corpo que melhora correndo

    Atletismo · 27 mar, 2013

    Fibromialgia (FM) é uma desordem complexa de dor crônica que afeta cerca de 10 milhões de americanos. Ocorre mais frequentemente em mulheres, mas também atinge homens e crianças, e todas as etnias em menores proporções. Essa doença, para aqueles que desenvolvem sintomas graves, pode ser extremamente debilitante e interferir com atividades básicas diárias.

    Diagnóstico - Os critérios de diagnóstico para FM foram estabelecidos em 1990 pelo Colégio Americano de Reumatologia (ACR) e adotados no Brasil. Inclui uma história de dor generalizada em todos os quatro quadrantes do corpo por um período mínimo de três meses, e/ou dor em pelo menos 11 pontos dos 18 designados na figura, quando uma quantidade especifica de pressão é aplicada.

    É preciso descartar outras causas dos sintomas antes de fazer um diagnóstico de fibromialgia, já que à primeira vista a pessoa não apresenta as características típicas da doença.

    Sintomas - Embora crônica, a dor corporal generalizada é o principal sintoma da fibromialgia, uma variedade de outros sintomas são comuns e incluem: fadiga de moderada à grave, distúrbios do sono, problemas de funcionamento cognitivo, insônia ou dificuldade para dormir, dores de cabeça e enxaquecas, ansiedade e depressão, além de alteração de sensibilidade ao toque, luz e som.

    A investigação deve seguir com exames neuroendócrinos, buscar alterações fisiológicas que podem contribuir para os sintomas e condições de sobreposição, tais como a síndrome do intestino irritável, lúpus e artrite. Alterações neurológicas também ocorrem, tais como dormência, formigamento e queimação – as quais muitas vezes apresentam desconforto ao paciente.

    A gravidade da dor e rigidez muscular é frequentemente pior de manhã. Fatores agravantes que afetam a dor incluem frio, umidade, sono não reparador, fadiga física e mental, atividade física excessiva, inatividade física, ansiedade e estresse.

    Causas - Pesquisas recentes têm sugerido um componente genético. O distúrbio é muitas vezes visto nas famílias, entre irmãos ou mães e seus filhos. Fibromialgia usualmente ocorre depois de um trauma físico, tal como uma doença ou lesão aguda, a qual pode atuar como um "gatilho" para o desenvolvimento do distúrbio. A dor desencadeia alterações musculares como a tensão/contração e vira um ciclo.

    Deve-se dar atenção às alterações do sistema nervoso central, como o mecanismo subjacente de FM. Estudos têm sugerido que os pacientes com FM têm distúrbio generalizado no processamento da dor e uma resposta amplificada para estímulos que não seriam normalmente dolorosos em indivíduos saudáveis.

    Tratamento- Uma vez que não existe uma cura conhecida para FM, o tratamento se concentra em aliviar os sintomas e melhorar a função do corpo. Uma variedade de medicamentos de prescrição médica são muitas vezes utilizados para reduzir os níveis de dor e melhorar o sono.

    Corrida-Entre as substâncias aprovadas pela Food and Drug Administration dos EUA para tratamento da doença estão Lyrica (pregabalina), Cymbalta (duloxetina) foi aprovada em junho de 2008, e Savella (milnaciprano) em janeiro de 2009. Terapias alternativas, tais como a liberação de massagem, miofasical, acupuntura, quiropraxia, suplementos de ervas e ioga, podem ser ferramentas eficazes no manejo de sintomas de FM mas nenhuma tem mostrado tantos resultados positivos quanto a corrida.

    A corrida atua reduzindo o estresse, ajuda no relaxamento e melhora a função cognitiva cerebral, já que estimula a liberação de hormônios que pode ajudar a minimizar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos fibromiálgicos.

    Fonte: National Fibromyalgia Association (NFA)

    Chocolate pode ser bom para a saúde?

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria de Bruna Iasi publicada em 2008:

    Quem nunca sentiu uma vontade louca de devorar uma caixa de bombom inteira que atire a primeira pedra! Por este motivo o chocolate é muitas vezes associado com a sensação de prazer, mas junto vem a sensação de culpa (de comer demais e engordar). Mas afinal será que ele também pode fazer bem para a saúde?

    O chocolate é apresentado de diversas formas e sabores. Existem algumas diferenças entre os tipos principais:

  • O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas (100g = aprox. 519cal).

  • O chocolate ao leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de cacau (100g = aprox. 529cal).

  • O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina (100g= aprox. 540cal).

    O seu consumo nos últimos tempos, esteve associado à maior ingestão de gorduras saturadas com conseqüente elevação do colesterol e aumento do risco de doenças crônicas (pressão alta, diabetes). No entanto, atualmente verifica-se uma tendência à valorização do chocolate, com realização de estudos comprovando seus benefícios à saúde e estimulando o seu consumo diário.

    O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. O consumo moderado de chocolate amargo pode trazer benefícios para a saúde humana devido à presença de flavonóides, além das propriedades antioxidantes. Este também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina, que diminui o stress e aumenta a sensação de bem estar.

    Bom para o coração - Os flavonóides, encontrados no cacau, são os responsáveis pelos efeitos benéficos do chocolate no coração. Eles ajudam a prevenir a formação de placas de gorduras que podem levar a infartos e/ou AVC (acidente vascular cerebral), além de ajudar a diminuir a pressão arterial e aumentar os níveis do bom colesterol (HDL).

    Comparando a quantidade de flavonóides encontrados entre os três tipos de chocolates, o amargo e o meio-amargo apresenta maiores concentrações que o ao leite, já o chocolate branco não apresenta quantidades significativas. Isso porque o chocolate meio-amargo é o que possui maiores quantidades de cacau em sua composição.

    Desta forma, podemos dizer que se consumido com moderação o chocolate é o mocinho da história. Uma quantidade moderada (30g) de chocolate amargo por dia pode trazer muitos benefícios, poucas calorias, além da ótima sensação de bem estar. Porém, se consumido de forma exagerada ele pode se tornar prejudicial devido ao excesso de gordura saturada, o que anularia os seus benefícios. Então, consuma com moderação.


  • Chocolate pode ser bom para a saúde?

    Atletismo · 26 mar, 2013

    O Webrun já entrou em clima de Páscoa e fez uma seleção das principais matérias que apareceram aqui no site para deixar o seu feriado muito mais gostoso e saudável!

    Confira a matéria de Bruna Iasi publicada em 2008:

    Quem nunca sentiu uma vontade louca de devorar uma caixa de bombom inteira que atire a primeira pedra! Por este motivo o chocolate é muitas vezes associado com a sensação de prazer, mas junto vem a sensação de culpa (de comer demais e engordar). Mas afinal será que ele também pode fazer bem para a saúde?

    O chocolate é apresentado de diversas formas e sabores. Existem algumas diferenças entre os tipos principais:

  • O chocolate amargo é feito com os grãos de cacau torrados sem adição de leite, e algumas versões permitem a sua utilização como base para sobremesas, bolos e bolachas (100g = aprox. 519cal).

  • O chocolate ao leite leva na sua confecção leite ou leite em pó. As normas européias estabelecem um mínimo de 25% de cacau (100g = aprox. 529cal).

  • O chocolate branco é feito com manteiga de cacau, leite, açúcar e lecitina (100g= aprox. 540cal).

    O seu consumo nos últimos tempos, esteve associado à maior ingestão de gorduras saturadas com conseqüente elevação do colesterol e aumento do risco de doenças crônicas (pressão alta, diabetes). No entanto, atualmente verifica-se uma tendência à valorização do chocolate, com realização de estudos comprovando seus benefícios à saúde e estimulando o seu consumo diário.

    O chocolate é um alimento muito nutritivo. Contém proteínas, gorduras, cálcio, magnésio, ferro, zinco, caroteno, vitaminas E, B1, B2, B3, B6, B12 e C. O consumo moderado de chocolate amargo pode trazer benefícios para a saúde humana devido à presença de flavonóides, além das propriedades antioxidantes. Este também possui cafeína e sua ingestão faz com que o corpo libere neurotransmissores como a endorfina, que diminui o stress e aumenta a sensação de bem estar.

    Bom para o coração - Os flavonóides, encontrados no cacau, são os responsáveis pelos efeitos benéficos do chocolate no coração. Eles ajudam a prevenir a formação de placas de gorduras que podem levar a infartos e/ou AVC (acidente vascular cerebral), além de ajudar a diminuir a pressão arterial e aumentar os níveis do bom colesterol (HDL).

    Comparando a quantidade de flavonóides encontrados entre os três tipos de chocolates, o amargo e o meio-amargo apresenta maiores concentrações que o ao leite, já o chocolate branco não apresenta quantidades significativas. Isso porque o chocolate meio-amargo é o que possui maiores quantidades de cacau em sua composição.

    Desta forma, podemos dizer que se consumido com moderação o chocolate é o mocinho da história. Uma quantidade moderada (30g) de chocolate amargo por dia pode trazer muitos benefícios, poucas calorias, além da ótima sensação de bem estar. Porém, se consumido de forma exagerada ele pode se tornar prejudicial devido ao excesso de gordura saturada, o que anularia os seus benefícios. Então, consuma com moderação.

  • Hora do banho: limpeza em excesso pode causar doenças na pele

    Depois de participar de uma prova, nada melhor do que aproveitar o ritmo, correr para casa e tomar um banho para retirar as impurezas do corpo. Mas cuidado: se a ducha não for feita de maneira adequada pode ter o efeito contrário e fazer mal à saúde.

    É o que explica Camila Hofbauer, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Esfregar a pele com a bucha diariamente pode ser muito prejudicial. Esse ato remove a proteção natural que temos, o manto lipídico cutâneo, deixando a derme suscetível a algumas doenças”, explica.

    Segundo Hofbauer, as esponjas só devem ser usadas se a pessoa apresentar alguma mancha visível, como tinta ou terra, que não sai somente com a ajuda do sabão. Se o propósito é realizar uma esfoliação, a recomendação é usá-las uma vez por semana.

    No caso de atletas, o uso do sabonete é imprescindível nas dobras como axilas, virilhas, áreas íntimas e nos pés. “Nas demais partes do corpo, muitas vezes somente a água escorrendo já é suficiente, exceto se houver sujeira visível”, completa a especialista.

    Água quente - Outro hábito ruim é tomar banho com a água em temperatura muito acima do que a nossa pele suporta. O ideal é que a água esteja morna, o suficiente para não fazer grande quantidade de vapor no banheiro.

    De acordo com a dermatologista, a combinação da água quente com o excesso do uso de sabonetes e buchas pode causar doenças de pele. “Quando há a remoção da proteção natural cutânea o indivíduo pode desenvolver eczema asteatósico, uma reação que provoca muita coceira, e lesões avermelhadas e descamativas, causadas pelo ressecamento”, informa Camila.

    Na ducha - A dica para manter a saúde cutânea em dia é utilizar sabonetes com componente hidratante e não permanecer embaixo da água por um tempo superior a dez minutos. Na hora de passar o sabonete o recomendável é usar a espuma nas mãos para aplicá-lo e não passar o produto diretamente na pele.

    A dermatologista também sugere o uso de cremes e loções hidratantes diariamente. “Esses produtos irão recompor a hidratação perdida no banho. Eles devem ser aplicados logo após o banho com a pele ainda levemente úmida para um melhor efeito hidratante”, conclui.


    Hora do banho: limpeza em excesso pode causar doenças na pele

    Atletismo · 19 mar, 2013

    Depois de participar de uma prova, nada melhor do que aproveitar o ritmo, correr para casa e tomar um banho para retirar as impurezas do corpo. Mas cuidado: se a ducha não for feita de maneira adequada pode ter o efeito contrário e fazer mal à saúde.

    É o que explica Camila Hofbauer, dermatologista membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Esfregar a pele com a bucha diariamente pode ser muito prejudicial. Esse ato remove a proteção natural que temos, o manto lipídico cutâneo, deixando a derme suscetível a algumas doenças”, explica.

    Segundo Hofbauer, as esponjas só devem ser usadas se a pessoa apresentar alguma mancha visível, como tinta ou terra, que não sai somente com a ajuda do sabão. Se o propósito é realizar uma esfoliação, a recomendação é usá-las uma vez por semana.

    No caso de atletas, o uso do sabonete é imprescindível nas dobras como axilas, virilhas, áreas íntimas e nos pés. “Nas demais partes do corpo, muitas vezes somente a água escorrendo já é suficiente, exceto se houver sujeira visível”, completa a especialista.

    Água quente - Outro hábito ruim é tomar banho com a água em temperatura muito acima do que a nossa pele suporta. O ideal é que a água esteja morna, o suficiente para não fazer grande quantidade de vapor no banheiro.

    De acordo com a dermatologista, a combinação da água quente com o excesso do uso de sabonetes e buchas pode causar doenças de pele. “Quando há a remoção da proteção natural cutânea o indivíduo pode desenvolver eczema asteatósico, uma reação que provoca muita coceira, e lesões avermelhadas e descamativas, causadas pelo ressecamento”, informa Camila.

    Na ducha - A dica para manter a saúde cutânea em dia é utilizar sabonetes com componente hidratante e não permanecer embaixo da água por um tempo superior a dez minutos. Na hora de passar o sabonete o recomendável é usar a espuma nas mãos para aplicá-lo e não passar o produto diretamente na pele.

    A dermatologista também sugere o uso de cremes e loções hidratantes diariamente. “Esses produtos irão recompor a hidratação perdida no banho. Eles devem ser aplicados logo após o banho com a pele ainda levemente úmida para um melhor efeito hidratante”, conclui.

    São Paulo será sede de Grand Prix de atletismo paralímpico em abril

    Esporte Adaptado · 11 fev, 2013

    A cidade de São Paulo será uma das sedes do Grand Prix de atletismo paralímpico entre os dias 23 e 27 de abril. Além da capital paulista, Pequim, na China, Grosseto, na Itália, Mesa, nos Estados Unidos e Berlim, na Alemanha farão parte do calendário de competições elaborado pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês).

    O torneio dura cinco dias, sendo que os dois primeiros são destinados para provas classificatórias. Antes do início dos torneios, as delegações têm um encontro em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, que acontece em março.

    De acordo com o IPC, o objetivo do Grand Prix é preparar os atletas para competições internacionais de alto nível, desenvolver os comitês locais, além de aumentar a visibilidade dos esportes paralímpicos.

    Melhor desempenho- Durante os Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012, o Brasil obteve o melhor desempenho da história. Os para-atletas canarinhos conseguiram 43 medalhas, sendo 21 de ouro, 14 de prata e oito de bronze. O destaque ficou por conta de Alan Fonteles, velocista que bateu o sul-africano Oscar Pistorius na final dos 200 metros livres da classe T44.

    É normal sentir sono durante atividade física?

    Atletismo · 04 fev, 2013

    Nome: Heloisa

    Idade: 30


    Dúvida: Olá Dr. Neto,

    Ultimamente, venho sentindo sono durante a prática de atividade física, seja ela funcional, aeróbica ou de força. Tenho me alimentado uma hora antes de ir para a academia e gostaria de saber o que pode estar acontecendo. Durmo bem durante a noite e o sono e os bocejos aparecem somente enquanto realizo qualquer atividade física.

    Obrigada,
    Heloisa

    Resposta: Olá Heloísa. Realmente sua queixa não é comum, principalmente pois você nos relata que dorme bem à noite.

    Não creio que apresente alguma doença orgânica mais importante, mas talvez a qualidade de seu sono não seja a melhor, ou seja, não é um sono reparador. Uma das possibilidades é que durante a noite você não consiga atingir os estágios mais profundos do sono, o chamado sono REM, e aí esta sensação de cansaço durante a atividade física, que é um período de maior solicitação orgânica.

    Talvez uma visita ao Instituto do Sono, na Vila Clementino, próximo à Escola Paulista de Medicina (São Paulo), possa ajudá-la. A pesquisadora que na minha opinião mais conhece sobre o assunto chama-se Hana Kara. Boa sorte!

    Resposta concedida pelo Dr. Neto. É médico pós-graduado em Fisiologia do Exercício, especialista em Medicina do Esporte pela SBME e em Ortopedia e Traumatologia pela SBOT.

    Nutrilatina lança seis suplementos para emagrecimento e ganho de força

    Atletismo · 16 jan, 2013

    Aproveitando o início do ano e as resoluções dele recorrentes, bem como a temporada de verão e a busca por um corpo perfeito, a fabricante de suplementos nutricionais Nutrilatina aposta no lançamento de seis novos produtos. Com enfoque no emagrecimento e o aumento de força durante os exercícios, a linha pretende popularizar tipos de suplementos menos conhecidos.

    Emagrecimento- São três produtos ligados à perda de gordura. O Green Coffee é um termogênico, que acelera o metabolismo e inibe a ingestão calórica (reduz o apetite). Já o Super HD estimula a eliminação de líquidos, o que favorece a definição muscular. O X Shred é semelhante: acelera o metabolismo e a queima de gordura, também com controle de apetite.

    Preços médios:

  • Green Coffee - R$ 99,00
  • Super HD - R$ 99,00
  • X Shred - R$ 129,00
  • Força- Outros três dos lançamentos da Nutrilatina estão relacionados com o ganho de força para melhor performance em exercícios de hipertrofia ou definição muscular. O Testo Booster auxilia na produção de testosterona, o que resulta em mais potência. O N.O. Intense é um vasodilatador, que aumenta a irrigação de sangue nos tecidos e consequentemente aumenta a performance. Por fim, o Vitplex é um complexo vitamínico com ação antioxidante, que protege o corpo da ação dos radicais livres.

    Preços médios:

  • Testo Booster - R$ 99,00
  • N.O. Intense - R$ 99,00
  • Vitplex - R$ 39,00
  • Herbalife entra no mercado de suplementação esportiva

    Voltada para o mercado de produtos destinados ao emagrecimento, a Herbalife inicia o ano anunciando o lançamento de suplementos esportivos. A linha 24 Hours é destinada para atletas – profissionais ou amadores – que buscam complementar a dieta, maximizar os ganhos dos treinos, acelerar a recuperação ou otimizar o rendimento.

    A divulgação da linha ocorre em meio à polêmica que a empresa enfrenta nos Estados Unidos – acusações de que seu modelo de negócio é baseado no recrutamento de distribuidores e não na venda de produtos. Apesar do momento conturbado com as críticas ao esquema de “pirâmide” praticado pela Herbalife, a aposta na linha de suplementos foi mantida.

    “As pessoas estão cada vez mais preocupadas em inserirem hábitos saudáveis em sua rotina e a linha Herbalife24 Hours chega como mais uma opção aos atletas que buscam melhorar seu desempenho”, diz o Diretor de Marketing da empresa no Brasil.

    A linha chega ao país com quatro produtos: Hydrate, Prolong, Rebuild Endurance e Rebuild Strength. Como os nomes em inglês sugerem, cada um tem um propósito bem definido.

    Hydrate- Hidroeletrolítico, este suplemento é designado para prevenir desidratação e repor os minerais perdidos com a prática de atividades físicas. À base de dextrose, é recomendado para antes, durante e depois do treino.

    Preço médio: R$ 125,00

    Prolong- Para ser consumido durante o exercício, este suplemento tem como objetivo manter os estoques de energia altos, evitando uma queda de rendimento. Tem em sua composição maltodextrina, frutose e whey protein (proteína isolada do soro do leite).

    Preço médio: R$ 187,00

    Rebuild Endurance- Indicado para ser consumido após treinos intensos com mais de uma hora de duração, este suplemento traz maltodextrina, sacarose, whey protein e caseína em sua composição. É recomendado para reposição energética.

    Preço médio: R$ 249,00

    Rebuild Strength- Voltado para crescimento muscular, este produto é o equivalente ao whey protein – traz 25 gramas de proteína por porção (50,5 gramas). Assim como o Rebuild Endurance, é indicado para consumo pós-treino.

    Preço médio: R$ 307,00


    Herbalife entra no mercado de suplementação esportiva

    Atletismo · 15 jan, 2013

    Voltada para o mercado de produtos destinados ao emagrecimento, a Herbalife inicia o ano anunciando o lançamento de suplementos esportivos. A linha 24 Hours é destinada para atletas – profissionais ou amadores – que buscam complementar a dieta, maximizar os ganhos dos treinos, acelerar a recuperação ou otimizar o rendimento.

    A divulgação da linha ocorre em meio à polêmica que a empresa enfrenta nos Estados Unidos – acusações de que seu modelo de negócio é baseado no recrutamento de distribuidores e não na venda de produtos. Apesar do momento conturbado com as críticas ao esquema de “pirâmide” praticado pela Herbalife, a aposta na linha de suplementos foi mantida.

    “As pessoas estão cada vez mais preocupadas em inserirem hábitos saudáveis em sua rotina e a linha Herbalife24 Hours chega como mais uma opção aos atletas que buscam melhorar seu desempenho”, diz o Diretor de Marketing da empresa no Brasil.

    A linha chega ao país com quatro produtos: Hydrate, Prolong, Rebuild Endurance e Rebuild Strength. Como os nomes em inglês sugerem, cada um tem um propósito bem definido.

    Hydrate- Hidroeletrolítico, este suplemento é designado para prevenir desidratação e repor os minerais perdidos com a prática de atividades físicas. À base de dextrose, é recomendado para antes, durante e depois do treino.

    Preço médio: R$ 125,00

    Prolong- Para ser consumido durante o exercício, este suplemento tem como objetivo manter os estoques de energia altos, evitando uma queda de rendimento. Tem em sua composição maltodextrina, frutose e whey protein (proteína isolada do soro do leite).

    Preço médio: R$ 187,00

    Rebuild Endurance- Indicado para ser consumido após treinos intensos com mais de uma hora de duração, este suplemento traz maltodextrina, sacarose, whey protein e caseína em sua composição. É recomendado para reposição energética.

    Preço médio: R$ 249,00

    Rebuild Strength- Voltado para crescimento muscular, este produto é o equivalente ao whey protein – traz 25 gramas de proteína por porção (50,5 gramas). Assim como o Rebuild Endurance, é indicado para consumo pós-treino.

    Preço médio: R$ 307,00