Esporte Adaptado

Existe alguma injeção para melhorar Esporão de Calcâneo?

Atletismo · 14 dez, 2010

Nome: Tânia Facchinetti

Idade: 59

Dúvida: De uma hora para outra comecei a sentir dor no calcanhar e fui ao ortopedista que constatou ser esporão. Estou apavorada, pois pelo que tenho lido cheguei a conclusão de que não tem cura. Porém soube de uma injeção que é aplicada no calcanhar e que resolve. É verdade? Que injeção é essa?

Resposta: Oi Tânia,
A infiltração é feita com corticoide e não garante a resolução do quadro inflamatório. O esporão, como é osso, realmente não sai, mas as dores causadas, sim. O ideal é você achar um especialista pra te avaliar e tratar de acordo com seu perfil.

Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814.

O que siginifica calcificação de tendão?

Caminhada · 13 dez, 2010

Nome: Silveria

Idade: 47

Dúvida: Fiz RX do pé e no laudo veio: calcificação na inserção do tendão de aquiles. O que é calcificação de tendão? Não tenho dor,o que fazer para prevenir?

Resposta: Olá Silveria.

Significa que seu tendão tem uma área onde ele se prende ao osso com calcificação, ou seja, uma ponta de osso foi formada talvez por excesso de impacto ou tração, falta de alongamento ou até mesmo degeneração. Se você não tem dor, é certo querer prevenir, mas antes é preciso descobrir a causa, sendo assim só com o especialista em tornozelo e pé analisando o seu caso para usar os artifícios que corretos ara combater a evolução.

Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814.

População mundial está acima do peso recomendado

Uma pesquisa recente causou preocupação entre os que estudam o crescimento da obesidade no mundo. Nos EUA o censo local apontou um aumento da população com IMC acima do recomendado (25), porém quando questionados sobre o próprio peso, há um aumento considerável do número de pessoas que agora se acha em forma. Ou seja, como indivíduos nos consideramos em forma, mas como população estamos de fato bem mais gordos.

O problema é que as pessoas parecem cada vez mais perder a referência do que seria estar em forma quando ela se vê rodeada por gente com sobrepeso. Por muitos anos o estudo da Nutrição apenas buscava informações sobre a composição dos alimentos e quais os efeitos em nosso organismo do consumo de gordura, carboidrato e proteína. Ainda há, obviamente, muita coisa muito útil sendo produzida nesse sentido e há também muita coisa interessante sendo produzida para compreendermos melhor hormônios e também alguns micronutrientes ainda não muito bem compreendidos.

A grande limitação dessa linha de pesquisa é que diferentemente de ratos, o ser humano é muito complexo, se não conseguimos sequer controlar bem a ingestão de proteína, como vamos controlar o de inúmeras vitaminas ou minerais? Não se consegue. Eu acredito que cada vez mais, mudanças no comportamento referente à nossa alimentação não terá absolutamente nada ligado à composição dos alimentos, mas ao nosso comportamento.

Treinadores vivem dizendo que não regulamos bem o mecanismo de sede. Isso é bobagem! Controlamos muito bem a sede, ela é quase tão automática quanto a respiração, ninguém morre de sede. O que não controlamos nada bem é a sensação de fome nem a necessidade de algum nutriente em particular, por mais vital que ele seja.

Estudos - Três estudos me chamaram muito a atenção recentemente. Em um deles as pessoas perdiam a vontade de comer quando havia um obeso desconhecido comendo, mas quando havia um magro qualquer as pessoas tinham um maior desejo pelo alimento. Um segundo estudo longitudinal mostra que quanto mais pessoas de nosso círculo social têm sobrepeso, maior é o nosso peso por assimilação de costumes e hábitos! “Diga-me com quem andas...”.

Já em um terceiro estudo, algumas escolas americanas alteraram a distribuição dos alimentos na cantina com resultados mais do que surpreendentes, pois com mudanças como deixar a bebida saudável à frente do refrigerante ou apenas perguntando se o aluno gostaria de comer salada resultou em melhoras de até 120% em alguns medidores. Sou suspeito, porque sou grande entusiasta do uso da Economia Comportamental também na Nutrição. Como já escrevi aqui a respeito, mais do que saber quantas calorias há em alguns pratos (eu confesso, não sei a maioria deles sem nenhuma vergonha) é preciso que saibamos coisas básicas ditas por qualquer avó: varie os alimentos, coma frutas, verduras e legumes, faça várias refeições ao dia, e não abuse (principalmente) do açúcar, gorduras e frituras. Quem nunca ouviu isso?

Mas o que pouca gente sabe é que comemos mais quando nossos amigos também comem, exageramos quando o prato (ou a tigela da guloseima) é grande, doces em potes de vidro (são sempre visíveis!) nos faz comer mais vezes, na frente da TV comemos a mais e por aí vai. Por sua vez, quando a fruta fica lá na gaveta no pé da geladeira longe de nossa vista, ela fica esquecida, a simples palavra “natural” ou “light” faz que comamos ainda mais (!) se comparado à versão “normal” e sempre que tentamos calcular calorias na base do olho, nos damos muito mal. E essas armadilhas não discriminam ninguém, desde quem mal sabe ler até quem tem PhD.

O segredo, pois, parece estar mais em percebemos pequenos truques para controlar nossa vontade pelos “pecados” sem esquecermos obviamente o que é uma boa educação alimentar (vitaminas, minerais...).


População mundial está acima do peso recomendado

Caminhada · 13 dez, 2010

Uma pesquisa recente causou preocupação entre os que estudam o crescimento da obesidade no mundo. Nos EUA o censo local apontou um aumento da população com IMC acima do recomendado (25), porém quando questionados sobre o próprio peso, há um aumento considerável do número de pessoas que agora se acha em forma. Ou seja, como indivíduos nos consideramos em forma, mas como população estamos de fato bem mais gordos.

O problema é que as pessoas parecem cada vez mais perder a referência do que seria estar em forma quando ela se vê rodeada por gente com sobrepeso. Por muitos anos o estudo da Nutrição apenas buscava informações sobre a composição dos alimentos e quais os efeitos em nosso organismo do consumo de gordura, carboidrato e proteína. Ainda há, obviamente, muita coisa muito útil sendo produzida nesse sentido e há também muita coisa interessante sendo produzida para compreendermos melhor hormônios e também alguns micronutrientes ainda não muito bem compreendidos.

A grande limitação dessa linha de pesquisa é que diferentemente de ratos, o ser humano é muito complexo, se não conseguimos sequer controlar bem a ingestão de proteína, como vamos controlar o de inúmeras vitaminas ou minerais? Não se consegue. Eu acredito que cada vez mais, mudanças no comportamento referente à nossa alimentação não terá absolutamente nada ligado à composição dos alimentos, mas ao nosso comportamento.

Treinadores vivem dizendo que não regulamos bem o mecanismo de sede. Isso é bobagem! Controlamos muito bem a sede, ela é quase tão automática quanto a respiração, ninguém morre de sede. O que não controlamos nada bem é a sensação de fome nem a necessidade de algum nutriente em particular, por mais vital que ele seja.

Estudos - Três estudos me chamaram muito a atenção recentemente. Em um deles as pessoas perdiam a vontade de comer quando havia um obeso desconhecido comendo, mas quando havia um magro qualquer as pessoas tinham um maior desejo pelo alimento. Um segundo estudo longitudinal mostra que quanto mais pessoas de nosso círculo social têm sobrepeso, maior é o nosso peso por assimilação de costumes e hábitos! “Diga-me com quem andas...”.

Já em um terceiro estudo, algumas escolas americanas alteraram a distribuição dos alimentos na cantina com resultados mais do que surpreendentes, pois com mudanças como deixar a bebida saudável à frente do refrigerante ou apenas perguntando se o aluno gostaria de comer salada resultou em melhoras de até 120% em alguns medidores. Sou suspeito, porque sou grande entusiasta do uso da Economia Comportamental também na Nutrição. Como já escrevi aqui a respeito, mais do que saber quantas calorias há em alguns pratos (eu confesso, não sei a maioria deles sem nenhuma vergonha) é preciso que saibamos coisas básicas ditas por qualquer avó: varie os alimentos, coma frutas, verduras e legumes, faça várias refeições ao dia, e não abuse (principalmente) do açúcar, gorduras e frituras. Quem nunca ouviu isso?

Mas o que pouca gente sabe é que comemos mais quando nossos amigos também comem, exageramos quando o prato (ou a tigela da guloseima) é grande, doces em potes de vidro (são sempre visíveis!) nos faz comer mais vezes, na frente da TV comemos a mais e por aí vai. Por sua vez, quando a fruta fica lá na gaveta no pé da geladeira longe de nossa vista, ela fica esquecida, a simples palavra “natural” ou “light” faz que comamos ainda mais (!) se comparado à versão “normal” e sempre que tentamos calcular calorias na base do olho, nos damos muito mal. E essas armadilhas não discriminam ninguém, desde quem mal sabe ler até quem tem PhD.

O segredo, pois, parece estar mais em percebemos pequenos truques para controlar nossa vontade pelos “pecados” sem esquecermos obviamente o que é uma boa educação alimentar (vitaminas, minerais...).

Como faço para calcular a FC max? e mínima?

Atletismo · 12 dez, 2010

Nome: Simone Carvalho

Idade: 38

Dúvida: Tenho 1,69 e 95 quilos, e estou começando a alternar caminhada com trote. Como faço para calcular a FC max? e mínima? Fico preocupada em não forçar demais. Agradeço.

Resposta: Apesar de sua pouca idade (algumas diretrizes médicas exigem o teste ergométrico quando com mais de 50 anos) eu recomendaria fazer teste ergométrico com cardiologista, até atingir a exaustão ou batimentos máximos e o período de recuperação pós teste, de seis minutos no minimo (confira e exija isso onde for fazer o teste ) para então ter uma ótima informação fisiológica e médica. Outra maneira usual, mas não muito rigorosa cientificamente é calcular a FC max: 220 – a idade e a sub-máxima 195 – a idade. Existem outras fórmulas, mas te indico o teste ergométrico como o ideal.

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

Quanto tempo demora para que os batimentos voltem ao normal

Atletismo · 11 dez, 2010

Nome: Kledir Ball

Idade: 26

Dúvida: Quanto tempo demora para que os batimentos cardíacos voltem ao normal (entre 60 e 100 BTM) após fazer exercício físico??

Resposta: Num indivíduo considerado condicionado fisicamente, em seis minutos os batimentos retornam ao nível inicial. Esses dados são registrados no teste ergométrico feito com cardiologista habilitado

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

Por que meus batimentos se elevam muito rapidamente?

Atletismo · 10 dez, 2010

Nome: Beto ferreira

Idade: 28

Dúvida: Estou começando a fazer exercícios agora, e meu batimento cardíaco fica muito elevado muito rápido, em uma corrida de 1 minuto a 8km/h meus batimentos vão a 165 e outro dia quando eu parei de correr e comecei a andar meus batimentos subiram ao invés de cair, isso é normal? Outro dia meus batimentos cardíacos foram a 224 (no monitor cardíaco), isso pode acontecer ou será q foi erro do meu monitor?

Resposta: Fica difícil saber o que houve com o registro do frequencímetro cardíaco. Quanto à sua pergunta inicial, a rápida aceleração pode ser falta de condicionamento físico/cardiológico no exercício. Recomendo fazer consulta cardiológica do esporte para afastar qualquer problema cardiovascular e depois contate uma assessoria ou personal (formados em educação física) para lhe orientar com uma planilha.

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

Participe da pesquisa Webrun e concorra a prêmios

Atletismo · 09 dez, 2010

O Webrun lança nesta semana a pesquisa anual sobre o perfil do público e o mercado de corridas de rua.

Para participar é bem simples. Basta preencher o questionário online e responder a pergunta: "Qual sua motivação para correr/ pedalar em 2011?" Os autores das melhores frases ganharão prêmios. A promoção é válida até as 13h do dia 17/01/2011 e os resultados serão divulgados no dia 21/01/2011.

Serão distribuídos 13 prêmios para os vencedores: 1º ao 12º colocados levam um par de Tênis Fila Neo ou Way; o 13º leva uma avaliação postural e teste da pisada com o Fisioterapeuta David Homsi, do 14º ao 18º, um Theraband Physio pilates (cada); 19º ao 23º uma Reflex Ball 8cm Phisio pilates (cada), do 24º ao 33º um kit Kellogs cada um e o 34º um kit com camiseta e shorts Cris Racca.

Participe agora mesmo da pesquisa e concorra aos prêmios. Clique aqui.

Organizadora da Gonzaguinha não permite participação de Handcycles

Um ACD que treino e encontrou no handcycle sua razão esportiva de prazer e qualidade de vida, ex-militar, afastado de suas funções devido a sua deficiência adquirida em um assalto em farol quando ainda servia o exército, este cadeirante viu na prova Sargento Gonzaguinha uma motivação extra em participar do evento, prova esta que é em comemoração a policia militar. Anos anteriores diversos atletas participaram de handcycle, inclusive foi a primeira prova a contar com os atletas desta categoria em São Paulo.

Porém, este sonho não poderá se realizar, pois nenhuma prova que a Yescom organiza desde a Meia do Rio poderá receber os atletas deficientes que quiserem participar com seus handcycles. O motivo? Ela é considerada uma bicicleta, não diga!!!! Ninguém sabia!!!! E por este motivo a organização alega que eles devem participar nos eventos de ciclismo, quais hein? Alguém tem visto na cidade estes eventos? Três vezes por ano? Quatro?

Ora, nosso país é muito terceiro mundo mesmo, em minha opinião em muitos casos deveria ser rotulado como país de décimo mundo, pois é retrógrado demais! Fico inconformado em verificar que, ao surgir um equipamento que viabiliza a participação do atleta deficiente com mais conforto e facilidade nos eventos de corrida de rua, ele é podado pela organização.

Em Nova Iorque tivemos este ano nada mais nada menos que 82 atletas deficientes terminando a maratona de handcycle. Em Chicago, Berlin, Londres e dezenas de provas pelo mundo todo, estes equipamentos tem suas portas abertas aos atletas com deficiência. Isso pelo simples motivo de proporcionar a participação no evento, uma vez que muitos deles não teriam condições de correr de cadeiras de rodas, pois o esforço é muito maior e impossibilita a participação de muitos atletas.

Sobre o Handcycle - O handcycle é uma porta fantástica para a inclusão de atletas com deficiência no mundo esportivo e em particular a corrida de rua, claro que ela faz o papel da bicicleta, mas é um equipamento que permite a inclusão do atleta com deficiência no mundo da corrida e não atrapalha em nada o evento, pelo contrário deixa até mais bonito! Conheço muitos atletas que não optaram por cadeiras, desejam apenas participar com qualidade de vida dos eventos. Ele tem crescido lentamente devido ao valor alto do equipamento e falta de fabricantes no Brasil, mas cresce muito mais do que a categoria dos cadeirantes, qual o problema de deixá-los participar dos eventos?

Enquanto no mundo inteiro o handcycle cresce nas maratonas e corridas de rua, aqui no Brasil estamos remando na contramão.

Sou representante da Achilles International no Brasil, uma entidade americana que vive para motivar mais atletas com deficiência a participar e praticar corrida de rua, a luta é difícil, pois neste Brasil se anda só para traz! Motivar não existe, só desmotivar, é isso que fazem!

Parabéns à Spyridon que organiza a maratona do Rio, à Latin Sports que organiza o circuito Track & Field, à Corpore com sua meia maratona e a todos os organizadores que entendem que, para o esporte evoluir, é necessário motivar e ainda bem que todos não pensam como os organizadores da São Silvestre e desta forma ainda conseguimos participar de outros eventos com os hands.


Organizadora da Gonzaguinha não permite participação de Handcycles

Esporte Adaptado · 09 dez, 2010

Um ACD que treino e encontrou no handcycle sua razão esportiva de prazer e qualidade de vida, ex-militar, afastado de suas funções devido a sua deficiência adquirida em um assalto em farol quando ainda servia o exército, este cadeirante viu na prova Sargento Gonzaguinha uma motivação extra em participar do evento, prova esta que é em comemoração a policia militar. Anos anteriores diversos atletas participaram de handcycle, inclusive foi a primeira prova a contar com os atletas desta categoria em São Paulo.

Porém, este sonho não poderá se realizar, pois nenhuma prova que a Yescom organiza desde a Meia do Rio poderá receber os atletas deficientes que quiserem participar com seus handcycles. O motivo? Ela é considerada uma bicicleta, não diga!!!! Ninguém sabia!!!! E por este motivo a organização alega que eles devem participar nos eventos de ciclismo, quais hein? Alguém tem visto na cidade estes eventos? Três vezes por ano? Quatro?

Ora, nosso país é muito terceiro mundo mesmo, em minha opinião em muitos casos deveria ser rotulado como país de décimo mundo, pois é retrógrado demais! Fico inconformado em verificar que, ao surgir um equipamento que viabiliza a participação do atleta deficiente com mais conforto e facilidade nos eventos de corrida de rua, ele é podado pela organização.

Em Nova Iorque tivemos este ano nada mais nada menos que 82 atletas deficientes terminando a maratona de handcycle. Em Chicago, Berlin, Londres e dezenas de provas pelo mundo todo, estes equipamentos tem suas portas abertas aos atletas com deficiência. Isso pelo simples motivo de proporcionar a participação no evento, uma vez que muitos deles não teriam condições de correr de cadeiras de rodas, pois o esforço é muito maior e impossibilita a participação de muitos atletas.

Sobre o Handcycle - O handcycle é uma porta fantástica para a inclusão de atletas com deficiência no mundo esportivo e em particular a corrida de rua, claro que ela faz o papel da bicicleta, mas é um equipamento que permite a inclusão do atleta com deficiência no mundo da corrida e não atrapalha em nada o evento, pelo contrário deixa até mais bonito! Conheço muitos atletas que não optaram por cadeiras, desejam apenas participar com qualidade de vida dos eventos. Ele tem crescido lentamente devido ao valor alto do equipamento e falta de fabricantes no Brasil, mas cresce muito mais do que a categoria dos cadeirantes, qual o problema de deixá-los participar dos eventos?

Enquanto no mundo inteiro o handcycle cresce nas maratonas e corridas de rua, aqui no Brasil estamos remando na contramão.

Sou representante da Achilles International no Brasil, uma entidade americana que vive para motivar mais atletas com deficiência a participar e praticar corrida de rua, a luta é difícil, pois neste Brasil se anda só para traz! Motivar não existe, só desmotivar, é isso que fazem!

Parabéns à Spyridon que organiza a maratona do Rio, à Latin Sports que organiza o circuito Track & Field, à Corpore com sua meia maratona e a todos os organizadores que entendem que, para o esporte evoluir, é necessário motivar e ainda bem que todos não pensam como os organizadores da São Silvestre e desta forma ainda conseguimos participar de outros eventos com os hands.

Marca esportiva lança aplicativo de corrida para IPhone

A Nike lançou recentemente um aplicativo para Iphone, o Nike+ GPS App, cujo objetivo é usar o GPS do aparelho como uma ferramenta para complementar os treinos e as corridas. Testado pela maratonista britânica Paula Radciffe e pelo ciclista Lance Armstrong, a ferramenta permite mapear visualmente cada corrida, além de rastrear o ritmo, distância, tempo, calorias queimadas e manter a motivação com feedback instantâneo.

O aplicativo se integra com o Nike+ e permite o compartilhamento das informações com outras pessoas. “Estamos muito entusiasmados em introduzir o aplicativo para iPhone, combinando o poder dinâmico e a comunidade Nike+ com a facilidade de uso do GPS”, diz Stefan Olander, vice-presidente de esportes digitais da Nike. “Continuaremos a desenvolver opções digitais para oferecermos aos corredores uma experiência de corrida sempre única e inspiradora”, completa.

O Nike+ GPS App permite a visualização dos dados tanto em áreas externas, quanto internas, já que o GPS rastreia a corrida a partir de qualquer lugar. Mesmo que o sinal esteja indisponível no momento, o ritmo, a distância, o tempo e as calorias queimadas continuarão a serem monitorados.

Os corredores conseguem manter um registro das rotas percorridas, incluindo alterações em diferentes pontos, como queda do ritmo e alteração de distância. Todas as informações são apresentadas na tela do IPhone .

O aplicativo vem com a opção “Desafie-me”, na qual os corredores podem desafiar a si próprios a correr determinada rota de forma mais rápida, ou ainda percorrer distâncias mais longas. Após os treinos é possível se conectar na comunidade virtual Nike Plus (www.nikeplus.com.br) ou usar as redes sociais, como Twitter e Facebook para compartilhar as informações ou participar de desafios de corrida e baixar programas de treinamento.

Atletas renomados e celebridades enviam mensagens de motivação sempre que metas específicas personalizadas são alcançadas, desafios são superados, ou quando um recorde pessoal é conquistado. Além disso, é possível receber feedbacks sobre o treino/ corrida em tempo real, por meio de toques do Iphone.

O Nike+ GPS App custa 1,99 dólares na App Store (www.itunes.com/appstore) e está disponível para iPhone e iPod touch. O aplicativo é compatível com o iPhone e iPod touch, embora o aplicativo funcione somente com a tecnologia de acelerômetro no iPod.


Marca esportiva lança aplicativo de corrida para IPhone

Atletismo · 30 nov, 2010

A Nike lançou recentemente um aplicativo para Iphone, o Nike+ GPS App, cujo objetivo é usar o GPS do aparelho como uma ferramenta para complementar os treinos e as corridas. Testado pela maratonista britânica Paula Radciffe e pelo ciclista Lance Armstrong, a ferramenta permite mapear visualmente cada corrida, além de rastrear o ritmo, distância, tempo, calorias queimadas e manter a motivação com feedback instantâneo.

O aplicativo se integra com o Nike+ e permite o compartilhamento das informações com outras pessoas. “Estamos muito entusiasmados em introduzir o aplicativo para iPhone, combinando o poder dinâmico e a comunidade Nike+ com a facilidade de uso do GPS”, diz Stefan Olander, vice-presidente de esportes digitais da Nike. “Continuaremos a desenvolver opções digitais para oferecermos aos corredores uma experiência de corrida sempre única e inspiradora”, completa.

O Nike+ GPS App permite a visualização dos dados tanto em áreas externas, quanto internas, já que o GPS rastreia a corrida a partir de qualquer lugar. Mesmo que o sinal esteja indisponível no momento, o ritmo, a distância, o tempo e as calorias queimadas continuarão a serem monitorados.

Os corredores conseguem manter um registro das rotas percorridas, incluindo alterações em diferentes pontos, como queda do ritmo e alteração de distância. Todas as informações são apresentadas na tela do IPhone .

O aplicativo vem com a opção “Desafie-me”, na qual os corredores podem desafiar a si próprios a correr determinada rota de forma mais rápida, ou ainda percorrer distâncias mais longas. Após os treinos é possível se conectar na comunidade virtual Nike Plus (www.nikeplus.com.br) ou usar as redes sociais, como Twitter e Facebook para compartilhar as informações ou participar de desafios de corrida e baixar programas de treinamento.

Atletas renomados e celebridades enviam mensagens de motivação sempre que metas específicas personalizadas são alcançadas, desafios são superados, ou quando um recorde pessoal é conquistado. Além disso, é possível receber feedbacks sobre o treino/ corrida em tempo real, por meio de toques do Iphone.

O Nike+ GPS App custa 1,99 dólares na App Store (www.itunes.com/appstore) e está disponível para iPhone e iPod touch. O aplicativo é compatível com o iPhone e iPod touch, embora o aplicativo funcione somente com a tecnologia de acelerômetro no iPod.

Paulo de Almeida, amputado de membro inferior, disputa prova de 24h

Esporte Adaptado · 26 nov, 2010

A prova Ultramathon 24 horas Campinas Run estreia no interior paulista no próximo dia 27, no Parque do Taquaral, em Campinas, e terá a presença do ultramaratonista Paulo de Almeida. O atleta, amputado de membro inferior, correrá durante 24 horas seguidas em busca de mais um título para o currículo.

O atleta já participou de 50 maratonas (11 delas a de Nova York, onde é tri-campeão) e foi vencedor das maratonas de Chicago e da Disney. Além disso, participou de três ultramaratonas na África do Sul, a Comrades, na qual se consagrou como único atleta com prótese a participar da competição de 90 quilômetros. No Brasil o corredor é medalhista de ouro nas maratonas de São Paulo e Rio de Janeiro, todas na categoria amputados.

Paulo tem 43 anos e começou a se dedicar à corrida depois do acidente que sofreu em 1997, quando perdeu uma das pernas. “O esporte me ajudou muito a superar essa fase difícil de minha vida. A corrida era a oportunidade que eu tinha de compartilhar com outras pessoas uma atividade no mesmo nível, de igual para igual”, explica Almeida.

O desafio deste sábado começa às 10h e o vencedor será aquele que percorrer a maior quilometragem no prazo definido. Os interessados em participar da competição podem se inscrever pelo site http://www.ultrarunnereventos.net/regulamento24hs.asp.