Esporte Adaptado · 31 jan, 2011
Os cadeirantes brasileiros que estiveram na Maratona de Miami no domingo (30/01) conquistaram um desempenho acima das expectativas e trouxeram importantes títulos para o Brasil. Os paraatletas Carlos Oliveira (TNT), Carlos Neves (FILA/ADD/AVIANCA) e Heitor Mariano (ACELLERADE/FILA) finalizaram os 42 quilômetros como segundo, terceiro e quinto colocados, respectivamente, atrás apenas do colombiano Orlando Cortez, campeão da disputa.
Na meia maratona quatro brasileiros ocuparam as quatro primeiras colocações: Jaciel Paulino, (FILA/ADD/AVIANCA), seguido Rogério Lima (Porto Velho-RO), Humberto Henriques e Franklin Cunha (ambos de Fortaleza). O competidor Jaciel faria a maratona completa mas teve seu pneu furado e conseguir completar apenas a metade do percurso.
A largada para a Maratona de Miami aconteceu na Biscayne Boulevard, em frente ao American Airlines Arena, local onde o Miami Heat, equipe de basketball da NBA, faz seus jogos. Os cadeirantes e handcycles iniciaram a prova às 06h05, em seguida foi realizada a largada dos demais participantes (às 6h15). Os atletas brasileiros tiveram o apoio de inscrições e logística da Achilles international, Achilles Florida e Achilles Brazil. Já as passagens e hospedagens dos atletas cadeirantes foram pagas com seus próprios recursos ou apoiadores individuais.
Esporte Adaptado · 27 jan, 2011
O Brasil subiu para a terceira posição no quadro geral de medalhas neste sexto dia de campeonato Mundial de Atletismo, em Christchurch, na Nova Zelândia. Os atletas que representam o país conquistaram dois ouros e uma prata e agora somam 23 títulos para seleção brasileira: 10 ouros, sete pratas e seis bronzes.
Apesar do bom resultado brasileiro, quem lidera o ranking é a Rússia, com 15 ouros, oito pratas e cinco bronzes, em seguida vem a China, com 14 ouros, 21 pratas e 13 bronzes. Já a Grã Bretanha (nove ouros, sete pratas e 14 bronzes) e a França (com oito ouros, quatro pratas e quatro bronzes) aparecem na quarta e quita colocação, respectivamente.
Um dos principais destaques no Mundial é Odair dos Santos, que fechou com chave de ouro sua participação no Campeonato Mundial Paraolímpico de Atletismo ao conquistar um medalha ouro nos 5.000m T11 com 15min16seg87, novo recorde da competição. Agora sim, dever cumprido, desabafa Odair ao fim da prova.
Estou muito feliz. Se tenho que pedir alguma coisa para Deus agora seria só o ouro nas Paraolimpíadas, brinca o atleta paulista e também primeiro colocado nas provas de 10.000m e 1.500m (nesta última distância Odair bateu o recorde mundial). Ganhar vários títulos no Mundial representou uma grande superação para Odair, pois foi a primeira grande competição que ele já esteve presente e disputou na classe T11 (cego total).
No fim de agosto de 2010 ele foi reclassificado e com as vitórias em Christchurch o brasileiro ficou ainda mais confiante. O problema da minha reclassificação é que ela significa a perda da visão. Desde 2008, em Pequim, me sugeriram para mudar de T12 para T11, mas eu não quis aceitar, explica. Já adaptado, ele garante que logo quebrará os recordes mundiais dos 5.000m e 10.000m. Vai ser uma coisa natural bater os recordes novamente.
Esporte Adaptado · 26 jan, 2011
Em Christchurch, na Nova Zelândia, os paratletas brasileiros deixaram o estádio Queen Elizabeth II verde e amarelo nesta quarta-feira, quinto dia do Mundial Paraolímpico de Atletismo. Yohansson Nascimento e Terezinha Guilhermina conquistaram medalhas de ouro na provas que participaram, enquanto Alan e Ádria emocionaram com medalhas de bronze.
Em uma das primeiras provas, Yohansson Nascimento quebrou o recorde mundial dos 100m T46 (amputados) com a marca 11seg01. O melhor registro na disputa era de 11seg05 e pertencia ao nigeriano Vitalis Lanshima. "Na eliminatória não forcei tanto porque o que vale é a final. Queria chegar bem aqui", afirma o brasileiro
Ainda de acordo com o campeão, se ele não tivesse levantado o braço para comemorar a performance no final do trajeto talvez o tempo seria ainda melhor. Já fiz 10seg68 uma vez e sabia que poderia bater o recorde de novo". Além Yohansson, outros paratletas trouxeram alegria para o Brasil, como Alan Fonteles, que ultrapassou o sul africano Arnu Fourie e conquistou o terceiro lugar.
"Fiz um tempo acima do que estou acostumado, mas é bom ser o terceiro do mundo. Sei que posso ganhar dos dois que acabaram na minha frente à qualquer momento", declara Alan, referindo-se aos primeiros colocados da disputa, Oscar Pistorius e Jerome Singleton. Aos 18 anos, o medalhista de bronze brasileiro conseguiu superar a decepção que sofreu com a prova de 200m, quando havia queimado a largada durante a eliminatória.
"Sei que poderia ter uma medalha nos 200m, mas errei. Graças à força do CPB, dos meus técnicos e companheiros consegui superar a tristeza e me preparar para os 100m." Alan agora quer ajudar o Brasil a conquistar mais um título no Mundial. "Fico feliz de dar um destaque internacional ao meu estado, o Pará. Agora vamos dar nosso máximo para ganhar o ouro no revezamento.
Brilha Terezinha - Mesmo debaixo de chuva, Terezinha Guilhermina correu os 400m T11 (deficiente visual) em 57seg16 e cravou um novo recorde da competição. Eu estou muito feliz, pois todo esse mundial foi um presente, diz a atleta que também já conquistou três medalhas douradas e quebrou dois recordes mundiais na Nova Zelândia.
Poder estar no pódio com a Ádria e pegá-la no colo depois acho que foi melhor do que bater o recorde mundial. Nós fizemos a transição de gerações, acredita Terezinha, que ainda deverá participar do revezamento 4x100 na próxima sexta à noite e já tem planos bastante ambiciosos. Essa medalha já é minha. Agora quero a de Londres. Foi ótimo ter fechado as provas individuais com os 400m, porque me lembram que tenho muito para treinar.
Para Ádria dos Santos, que não conseguiu ir às finais dos 100m e 200m, ter conquistado um bronze nos 400m foi um grande motivo para festejar. Fiquei muito triste com as outras duas provas. Eu não queria sair daqui sem uma medalha. Agora estou pronta para o revezamento, disse empolgada.
Outra brasileira que também se destacou foi a pernambucana Jenifer Santos, que faturou um bronze nesta quarta-feira (26/12), a um centésimo de distância da terceira colocada nos 100m T38 (paralisados cerebrais) e garantiu um novo recorde panamericano (13seg96). Na eliminatória dos 400m T11 masculino os brasileiros Lucas Prado e Daniel Silva garantiram vaga na final, maracada para esta quinta-feira, 9h30 (18h30 horário de Brasília).
O Brasil está em quarto lugar no quadro geral e tem 20 títulos conquistados (oito ouros, seis pratas e seis bronzes), está atrás apenas da China (13 ouros, 18 pratas e 11 bronzes), Rússia (13 ouros, oito pratas e cinco bronzes) e Grã Bretanha (oito ouros, sete pratas e 12 bronzes.
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Atletismo · 06 jan, 2011
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O ano de 2010 foi marcado por diversos acontecimentos, entre eles a quebra de recordes, a inclusão de novas provas no calendário e a vitória brasileira em diversas modalidades. Confira a seguir os principais fatos da temporada.
Janeiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Outubro
Novembro
Dezembro
Atletismo · 04 jan, 2011
O ano de 2010 foi marcado por diversos acontecimentos, entre eles a quebra de recordes, a inclusão de novas provas no calendário e a vitória brasileira em diversas modalidades. Confira a seguir os principais fatos da temporada.
Janeiro
Março
Abril
Maio
Junho
Julho
Agosto
Outubro
Novembro
Dezembro
Corridas de Rua · 23 dez, 2010
A Meia Maratona Internacional de Florianópolis, que acontece em uma região mundialmente conhecida por suas belezas naturais e exuberantes, já está com as inscrições abertas para a edição de 2011. O evento está marcado para o dia 20 de março e também oferecerá outros dois percursos, um de dez e outro de cinco quilômetros, além da Maratona Kids e da competição Cadeirantes Hand Cycle.
Os corredores se reunirão às 7h na Av. Beiramar Norte, horário e local da largada, e a expectativa é que três mil pessoas participem das disputas. Além da atividade física, que favorece a qualidade de vida, vale lembrar que a Meia de Florianópolis também comemora o aniversário de 285 anos da capital catarinense.
Ano passado, Claudir Rodrigues e Rosa Jussara foram campeões da prova com os tempos de 1h07 e 1h20, respectivamente. As inscrições para a edição do próximo ano podem ser feitas no portal Webrun até o dia 14 de Março de 2011 ou até o término das vagas disponíveis.
Atletismo · 15 dez, 2010
Nome: Ana Silvia Ferreira Martins
Idade: 41
Dúvida: Gostaria de saber quantos tipos de esporão calcâneo existem?
Resposta: Olá Ana.
Existem dois: um em baixo do calcâneo (onde você pisa) e um que fica atrás (onde o sapato encosta), na inserção do tendão de Aquiles. Esse geralmente é associado à Síndrome de haglund- esporão, bursite tendinite.
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814.
Atletismo · 15 dez, 2010
Sem dúvida este problema faz parte do cotidiano de muitos corredores pelo mundo afora. Tecnicamente descrita como síndrome do stress tibial medial, a popular canelite nada mais é do que a irritação e a inflamação de uma faixa de periósteo (membrana que recobre o osso) da tíbia na parte frontal da perna ("canela"), que cursa com dor e dificuldade para caminhar e/ou correr.
Ocorre por ocasião de um aumento súbito e desproporcional do volume de treino (frequência, intensidade) sem que os músculos da parte frontal da perna estejam adequadamente preparados para atenuar esta mudança de solicitação mecânica sobre o aparelho músculo-esquelético. Ou seja, os músculos não estão suficientemente fortes para suportar o aumento de carga.
Acredita-se que esta lesão seja precursora da temível fratura de stress, portanto deve ser encarada com a devida importância. De tratamento eminentemente conservador, ela responde bem às medidas fisioterápicas para analgesia, como eletroterapia e crioterapia (compressas de gelo) e diminuição do ritmo de treino. Medicação antiinflamatória não deve ser prescrita por mais do que alguns dias e o corredor deve procurar enfatizar atividades aeróbicas alternativas durante este período de recuperação, como bicicleta, "spinning", natação ou hidroginástica.
A prevenção vem com o fortalecimento da musculatura da face anterior da perna (principalmente o músculo tibial anterior) e mudanças de alguns fatores extrínsecos do treinamento, como o uso de calçados adequados, preferência por treinos em superfícies mais macias, aumento progressivo de volume e intensidade de treino, calendário racional de corridas e respeito aos alertas do corpo, como a dor na região. Todo cuidado é pouco, pois esta é uma lesão que pode levar a uma situação crônica e se transformar em algo de difícil tratamento.
O Webrun lança esta semana uma Seção de Vídeos com dicas, entrevistas, técnicas e demais assuntos ligados às corridas de rua e triathlon. Dividida por categorias e temas, os leitores poderão navegar e assistir aos vídeos produzidos pela equipe de jornalismo do portal.
Treinadores, médicos, organizadores de eventos e atletas falarão sobre os assuntos ligados ao meio esportivo. Logo de início será possível acompanhar um pouco mais sobre o perfil dos atletas amadores na opinião do técnico Cláudio Castilho, acompanhar o que aconteceu na Maratona do Rio, conhecer as principais lesões do esporte e saber os bastidores da organização do Ironman Brasil.
Além de uma seção fixa na página principal do Portal, também é possível acessar diretamente a Home de Vídeos.
Atletismo · 14 dez, 2010
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Esporte Adaptado · 14 dez, 2010
O programa das Paraolimpíadas do Rio oferecerá mais duas modalidades para aos competidores em 2012: Triatlhon e Canoagem. A inclusão desses dois esportes foi anunciada pelo Comitê Executivo do Comitê Paraolímpico Internacional (IPC) no último dia 11, em Guangzhou, na China.
No triatlhon, o destaque brasileiro é Rivaldo Martins, vice-campeão Mundial este ano, que não esconde a felicidade com a inclusão da modalidade no programa paraolímpico. Eu que já participei de três Paraolimpíadas na modalidade de ciclismo por não haver o triatlo, seria um sonho ter uma nova chance de representar o Brasil no esporte que realmente me dedico há 25 anos, explica.
Sete modalidades disputavam o direito de fazer parte das Paraolimpíadas: badminton, canoagem, golf, futebol em cadeira de rodas elétrica, taekwondo, triatlo e basquete para pessoas com deficiência intelectual. Todas as demandas, juntamente com as 20 modalidades já existentes, foram revistas e avaliadas pelo IPC.
Em seguida uma recomendação foi apresentada ao Comitê Executivo, que de forma unânime votou a favor de manter todas as modalidades atuais no programa dos Jogos do Rio 2016. Entretanto, a maioria dos eleitores votaram pelo acréscimo de mais modalidades.
Segundo o presidente do IPC, Sir Philip Craven, todos os esportes, incluindo aqueles que já estão no programa, foram submetidos aos mesmos critérios durante um detalhado processo que começou na segunda metade de 2009. Eu gostaria de agradecer todas as sete modalidades que enviaram sua proposta para o IPC para fazerem parte do programa dos Jogos de Verão, diz Craven.
Os Jogos Paraolímpicos Rio 2016 serão realizados de sete a 18 de setembro, e além da canoagem e do triatlo, existirão as seguintes competições: tiro com arco, atletismo, bocha, ciclismo, hipismo, futebol de cinco para cegos, futebol de sete para paralisados cerebrais, goalball, judô, halterofilismo, remo, vela, tiro esportivo, natação, tênis de mesa, vôlei sentado, basquete em cadeira de rodas, esgrima em cadeira de rodas, rúgbi em cadeira de rodas e tênis em cadeira de rodas.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026