Caminhada

O que é cisto de baker no joelho?

Atletismo · 19 abr, 2008

Nome: Zivaldo
Idade: 45 anos
Dúvida: Fiz uma ressonância e foi identificado um Cisto de Baker no joelho direito. Gostaria de saber: o que é o Cisto de Baker? O que causa? Qual o tratamento? Preciso parar de correr?

Resposta: Cisto de Baker é um acúmulo anormal de líquido na bursa gastrocnêmio-semimembranosa, que fica na região posterior do joelho. Ele se forma devido a passagem de líquido da cavidade articular do joelho para a bursa, através de uma comunicação. É freqüente, pode ter tamanhos variados e geralmente não produz sintomas. Sobre tratamento e orientação quanto à corrida, sugiro que converse melhor com seu médico especialista. Boa sorte!

Resposta concedida pelo médico radiologista Milton Miszputen. Graduado em radiologia pela UNIFESP/Escola Paulista de Medicina, também é membro do setor de músculo-esquelético do departamento de diagnóstico por imagem e do CETE, ambos da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Contato: www.milton.com.br/esporte

O que é a asma induzida por esforço?

Atletismo · 18 abr, 2008

Nome: Leonardo
Idade: 37 anos
Dúvida: Gostaria de saber o que é a asma induzida por esforço?

Resposta Ao amigo Leonardo, ao contrário do que se pensa, a crise de asma consiste em dificuldade de expiração (não de inspiração - de "tomar o ar"), pois os brônquios dos pulmões sofrem um espasmo.

Há algumas teorias médicas para explicar esse quadro: o aumento da ventilação pode causar perda de água. Isso aumentaria a osmolaridade do fluido intersticial.Outras substâncias também são liberadas após contato com alergenos e exercícios, como a histamina, levando ao broncoespasmo. A respiração pela boca pode levar ao resfriamento das vias respiratórias, desencadeando o espasmo.

Resposta concedida pelo Dr. Sérgio Xavier. É médico ortopedista e traumatologista, especializado em medicina esportiva. Além de médico campeão Olímpico nas Olimpíadas de Barcelona, em 1992.

Quais são os limites da freqüência cardíaca?

Nome: Aldemir Borges
Idade: 35 anos
Dúvida: Corro entre o limite inferior e superior, através do monitor cardíaco, e vejo uma diferença muito grande entre a teoria científica e a prática. A pergunta é: Por que quando treino dentro desses parâmetros fico em ritmo de trote, quase andando?

Resposta: Aldemir, pelo que se depreende da sua pergunta é uma preocupação advinda do que está registrado no monitor. Esclarecendo sua questão: a FC (freqüência cardíaca) é dependente da adaptação cardiovascular individual, adquirida no treinamento regular e prolongado.

Por exemplo, um esportista, ou atleta que treina regularmente em alta intensidade, tem como sinal fisiológico de adaptação cardiocirculatória a bradicardia de repouso (batimentos cardíacos inferiores a 60 por minuto quando em total repouso), portanto para sabermos o que ocorre com seus batimentos cardíacos, além da avaliação médica, o teste ergométrico (TE) feito por cardiologista mostrará todo o seu perfil fisiológico e clínico de seus batimentos em repouso e durante o exercício físico. O monitor apenas registra o que você estabeleceu como limites, que deverão ser aqueles do TE.

Obs: Gostaria de saber o que você chama de limite inferior e superior e teoria científica e prática?

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.


Quais são os limites da freqüência cardíaca?

Atletismo · 17 abr, 2008

Nome: Aldemir Borges
Idade: 35 anos
Dúvida: Corro entre o limite inferior e superior, através do monitor cardíaco, e vejo uma diferença muito grande entre a teoria científica e a prática. A pergunta é: Por que quando treino dentro desses parâmetros fico em ritmo de trote, quase andando?

Resposta: Aldemir, pelo que se depreende da sua pergunta é uma preocupação advinda do que está registrado no monitor. Esclarecendo sua questão: a FC (freqüência cardíaca) é dependente da adaptação cardiovascular individual, adquirida no treinamento regular e prolongado.

Por exemplo, um esportista, ou atleta que treina regularmente em alta intensidade, tem como sinal fisiológico de adaptação cardiocirculatória a bradicardia de repouso (batimentos cardíacos inferiores a 60 por minuto quando em total repouso), portanto para sabermos o que ocorre com seus batimentos cardíacos, além da avaliação médica, o teste ergométrico (TE) feito por cardiologista mostrará todo o seu perfil fisiológico e clínico de seus batimentos em repouso e durante o exercício físico. O monitor apenas registra o que você estabeleceu como limites, que deverão ser aqueles do TE.

Obs: Gostaria de saber o que você chama de limite inferior e superior e teoria científica e prática?

Resposta concedida pelo Dr. Nabil Ghorayeb. Especialista em Cardiologia e em Medicina do Esporte. É chefe da seção médica de cardiologia do exercício e esporte do Instituto Dante Pazzanese e coordenador clínico do Sport Check-up do Hospital do Coração.

Maltodextrina é bom para atleta?

Atletismo · 16 abr, 2008

Nome: Dorival Jr.
Idade: 24 anos
Dúvida: Maltodextrina é bom para atleta? Eu tomo em treinos e competições.

Resposta: A maltodextrina é uma ótima opção para os atletas, ela é um carboidrato complexo de absorção gradativa proveniente do amido de milho e fornece energia durante a atividade física de longa duração, retardando a fadiga, através da liberação gradual de glicose para o sangue. A maltodextrina contém polímeros de dextrose/glicose, compostos de açúcar unidos que são mais fácil para o corpo assimilar e usar.

Estes polímeros são metabolizados de forma lenta e constante o que pode ajudar a sustentar os níveis de energia durante atividades que necessitam resistência (ex: jogo de futebol, uma partida de tênis, um jogo de basquete, uma partida de vôlei, maratona, etc.). Os suplementos de maltodextrina são uma fonte conveniente e econômica de energia para pessoas ativas e são uma ótima opção para treinos e competições, principalmente quando for de longa duração (tempo maior do que 45 minutos).

Resposta concedida pela nutricionista Bruna Iasi. É bacharel em nutrição pela São Camilo e especialista em fisiologia do exercício pela UNIFESP - EPM. Trabalha no Hospital Professor Edmundo Vasconcelos e atende na Clínica Dr. Osmar de Oliveira.

Circuito Viva Bem de Corrida de Rua em Taubaté abre inscrições

Caminhada · 15 abr, 2008

Já estão abertas as inscrições para a primeira etapa do Circuito Viva Bem de Corrida de Rua, prova de cinco e 10 quilômetros que acontece no dia primeiro de junho na cidade de Taubaté (SP). O evento deverá reunir cerca de 800 pessoas, com o objetivo de promover o bem estar e a qualidade de vida.

A largada será às 8h30 no Taubaté Shopping, mesmo local da chegada, num trajeto quase totalmente plano, o que certamente propiciará uma melhora nos tempos de cada competidor. Todos os que completarem o percurso receberão medalhas de participação e os três primeiros colocados de cada categoria levarão para casa troféus.

As inscrições podem ser feitas no Webrun, sob o valor de R$ 30 para a caminhada e para a corrida, até o dia 25 de maio. Para efetivar a participação, basta acessar a seção de Inscrições Online.

Cirurgia ou não no Tendão de Aquiles?

Atletismo · 14 abr, 2008

Nome: João Neto
Idade: 29 anos
Dúvida: Ruptura parcial do tendão de Aquiles, cirurgia ou não? Sou ativo e no hospital aconselharam-me fazer seis semanas de gesso. É correto?

Resposta: Oi João. Hoje existem técnicas minimamente invasivas, como por exemplo, aplicação de fator de regeneração (crescimento celular). Temos resultados de recuperação total após um mês, sem precisar de imobilização. Apenas fisioterapia, após aplicação. Converse com seu médico!

Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É integrante da equipe de medicina esportiva Dr. Osmar de Oliveira, além de médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo. Atual médica da seleção feminina de futebol

O que é um entesófito?

Atletismo · 13 abr, 2008

Nome: Edson Luiz Martins
Idade: 43 anos
Dúvida: Por favor, tenho dores no lado interno do joelho há mais de um ano, até que no último dia 17 de março fiz uma ressonância magnética e o único problema apontado foi este: "nota-se um entesófito na inserção do tendão do quadríceps". O que é isso, como curar? Pois realmente dói muito. Obrigado.

Resposta: Caro Edson, Entesófito é uma saliência óssea na origem ou inserção de um tendão. No seu caso, no pólo superior da patela, que é o local de inserção do tendão quadríceps. Na maioria dos casos esta alteração não produz sintomas. O seu médico poderá relacionar este achado de imagem com seus sintomas e seu exame clínico para determinar se essa é a sua causa de dor, ou se você tem alguma outra lesão.

Resposta concedida pelo médico radiologista Milton Miszputen. Graduado em radiologia pela UNIFESP/Escola Paulista de Medicina, também é membro do setor de músculo-esquelético do departamento de diagnóstico por imagem e do CETE, ambos da UNIFESP/Escola Paulista de Medicina. Contato: www.milton.com.br/esporte

Sempre sinto dores no joelho, é normal?

Caminhada · 12 abr, 2008

Nome: Janslley Daniel Ferreira Pinto
Idade: 27 anos
Dúvida: Sempre que vou disputar uma corrida, ou fazer um treino longo, sinto dores no joelho, uma dor que incomoda sempre. Aí a única solução que encontro e tomar antiinflamatórios. Assim a dor passa, mas depois ela volta, o que pode ser? Sigo planilhas de treinamento, treino na maioria das vezes em terra batida e evito sempre asfalto.

Resposta: Oi Daniel. Primeiramente é preciso diagnosticar o que você tem. Dor no joelho é muito superficial. Onde localiza? Incha? Trava? Crepita? Tem instabilidade? São algumas questões a serem investigadas. Se incomoda sempre, deve ser algo crônico, e antes que piore procure um especialista para fazer uma avaliação.

Não tome medicações sintomáticas, que você mascara o problema e continua correndo, agravando ainda mais o seu problema! Boa sorte!

Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É integrante da equipe de medicina esportiva Dr. Osmar de Oliveira, além de médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo. Atual médica da seleção feminina de futebol

Prova do Sindeepres premia com viagem a Pequim

Caminhada · 11 abr, 2008

Uma semana em Pequim, durante as olimpíadas, com direito a passagem aérea e hospedagem, além de ingressos para competições com participação brasileira. Este será o prêmio para os vencedores da terceira edição da Corrida do Trabalhador, a ser realizada no dia primeiro de maio no Parque do Carmo, em São Paulo.

Serão 10 quilômetros de percurso para a corrida e cinco para a caminhada, com organização do Sindeepres, Sindicato dos Empregados em Empresas de Prestação de Serviços a Terceiros. O tiro inicial será dado às 9h e os atletas correrão num percurso misto de asfalto e terra.

Após parceria firmada com a Associação Cultural Chinesa do Brasil, o campeão entre os homens e entre a campeã entre as mulheres poderão desfrutar de uma semana em Pequim com todas as despesas pagas. Além do prêmio principal, serão oferecidas bonificações em dinheiro paras as categorias geral (masculino e feminino), faixa etária e categoria associados do Sindeepres.

As inscrições são gratuitas para associados da entidade e seus dependentes, assim como para os deficientes físicos. Pra os demais interessados, o valor varia de R$ 15 a R$ 25 e as inscrições podem ser feitas no site da entidade, o www.sindeepres.org.br.

Osteoporose: uma doença silenciosa

Atualmente, nos Estados Unidos, 10 milhões de pessoas sofrem de osteoporose, e 18 milhões apresentam baixa massa óssea, tendo, portanto risco de fraturas. Oitenta por cento desses pacientes são do sexo feminino, entretanto, o índice do sexo masculino aumenta na medida em que a média de vida continua a se estender.

A osteoporose é uma doença que se caracteriza por baixa densidade óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea, portanto, um maior risco de fraturas após traumas mínimos.

Durante a vida, o osso está em contínua renovação; o osso velho vai sendo removido e depositado osso novo. Esse processo é denominado de remodelação óssea e consiste de basicamente dois estágios diferentes: reabsorção e formação ósseas. Quando o osso removido pela reabsorção é completamente substituído, a resistência óssea é mantida. Na osteoporose, muito osso é removido e pouco é formado, levando a perda óssea e menor resistência.

A osteoporose é conhecida como doença “silenciosa”, pois as primeiras manifestações ocorrem apenas quando houve perda de 30 a 40% da massa óssea. Os primeiros sinais da doença são as fraturas, que ocorrem freqüentemente nas vértebras, terço distal do rádio, fêmur, úmero e pequenos ossos periféricos. Este quadro quando não tratado pode tornar-se uma doença dolorosa, desfigurante, incapacitante, com importante repercussão na qualidade de vida.

Os principais fatores de risco para a doença são:

  • Sexo: mulheres têm mais osteoporose que os homens, pois tem os ossos mais finos e mais leves e apresentam perda importante durante a menopausa;

  • Idade: quanto maior a longevidade do indivíduo, maior é o risco de desenvolver osteoporose;

  • História familiar: a susceptibilidade a doença é, em parte, hereditária;

  • Tamanho dos ossos: indivíduos pequenos, com ossos finos, são de maior risco que indivíduos maiores, com ossos largos;

  • Etnia: mulheres brancas e amarelas têm maior risco de desenvolver osteoporose do que negros;

  • Níveis hormonais: estrogênios protegem a massa óssea, na sua diminuição o risco de desenvolver o quadro aumenta;

  • Dieta: ingestão inadequada de cálcio e vitamina D é ruim para o tecido ósseo. O excesso de proteínas, fibras e sódio podem reduzir a absorção de cálcio;

  • Exercícios: a imobilização, o sedentarismo e períodos prolongados na cama são fatores de risco;

  • Fumo: mulheres fumantes apresentam níveis mais baixos de estrogênio e entram na menopausa mais cedo;

  • Álcool: o consumo regular de mais de dois drinques por dia pode ser danoso para o tecido ósseo.

    O tratamento consiste de medidas gerais e medicamentosas:

  • Diminuição do consumo de álcool e café;

  • Diminuição do fumo;

  • Atividade física, principalmente quando realizadas contra força da gravidade (caminhadas e corridas leves);

  • Exposição ao sol por pelo menos 15 minutos por dia, para aumentar a quantidade de vitamina D;

  • Dieta rica em cálcio, que está presente no leite (alimento mais rico neste nutriente) e derivados, hortaliças verde escuras (couve, folhas de nabo, folhas de mostarda e brócolis), sardinhas, mexilhões, mariscos, ostras e salmão enlatado;

  • Tratamento medicamentoso: consultar um médico.

    Bom, para ajudar nesta prevenção vou sugerir uma receita fácil e gostosa rica em cálcio: pudim de chocolate com creme de leite. Só não pode exagerar para não engordar!

    Ingredientes:

  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 1 lata(s) de leite
  • 200 gr de chocolate em pó
  • 1 lata(s) de creme de leite
  • 1/2 xícara(s) (chá) de água
  • 1 envelope(s) de gelatina incolor sem sabor

    Preparação:
    Coloque a gelatina na água e leve ao fogo para derreter (não deixe ferver). Leve ao liquidificador, juntamente com todos os ingredientes restantes (não precisa bater muito). Derrame a massa em um pirex de buraco e leve à geladeira até endurecer.

    Rendimento: 10 porções


  • Osteoporose: uma doença silenciosa

    Atletismo · 10 abr, 2008

    Atualmente, nos Estados Unidos, 10 milhões de pessoas sofrem de osteoporose, e 18 milhões apresentam baixa massa óssea, tendo, portanto risco de fraturas. Oitenta por cento desses pacientes são do sexo feminino, entretanto, o índice do sexo masculino aumenta na medida em que a média de vida continua a se estender.

    A osteoporose é uma doença que se caracteriza por baixa densidade óssea e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo, levando a um aumento da fragilidade óssea, portanto, um maior risco de fraturas após traumas mínimos.

    Durante a vida, o osso está em contínua renovação; o osso velho vai sendo removido e depositado osso novo. Esse processo é denominado de remodelação óssea e consiste de basicamente dois estágios diferentes: reabsorção e formação ósseas. Quando o osso removido pela reabsorção é completamente substituído, a resistência óssea é mantida. Na osteoporose, muito osso é removido e pouco é formado, levando a perda óssea e menor resistência.

    A osteoporose é conhecida como doença “silenciosa”, pois as primeiras manifestações ocorrem apenas quando houve perda de 30 a 40% da massa óssea. Os primeiros sinais da doença são as fraturas, que ocorrem freqüentemente nas vértebras, terço distal do rádio, fêmur, úmero e pequenos ossos periféricos. Este quadro quando não tratado pode tornar-se uma doença dolorosa, desfigurante, incapacitante, com importante repercussão na qualidade de vida.

    Os principais fatores de risco para a doença são:

  • Sexo: mulheres têm mais osteoporose que os homens, pois tem os ossos mais finos e mais leves e apresentam perda importante durante a menopausa;

  • Idade: quanto maior a longevidade do indivíduo, maior é o risco de desenvolver osteoporose;

  • História familiar: a susceptibilidade a doença é, em parte, hereditária;

  • Tamanho dos ossos: indivíduos pequenos, com ossos finos, são de maior risco que indivíduos maiores, com ossos largos;

  • Etnia: mulheres brancas e amarelas têm maior risco de desenvolver osteoporose do que negros;

  • Níveis hormonais: estrogênios protegem a massa óssea, na sua diminuição o risco de desenvolver o quadro aumenta;

  • Dieta: ingestão inadequada de cálcio e vitamina D é ruim para o tecido ósseo. O excesso de proteínas, fibras e sódio podem reduzir a absorção de cálcio;

  • Exercícios: a imobilização, o sedentarismo e períodos prolongados na cama são fatores de risco;

  • Fumo: mulheres fumantes apresentam níveis mais baixos de estrogênio e entram na menopausa mais cedo;

  • Álcool: o consumo regular de mais de dois drinques por dia pode ser danoso para o tecido ósseo.

    O tratamento consiste de medidas gerais e medicamentosas:

  • Diminuição do consumo de álcool e café;

  • Diminuição do fumo;

  • Atividade física, principalmente quando realizadas contra força da gravidade (caminhadas e corridas leves);

  • Exposição ao sol por pelo menos 15 minutos por dia, para aumentar a quantidade de vitamina D;

  • Dieta rica em cálcio, que está presente no leite (alimento mais rico neste nutriente) e derivados, hortaliças verde escuras (couve, folhas de nabo, folhas de mostarda e brócolis), sardinhas, mexilhões, mariscos, ostras e salmão enlatado;

  • Tratamento medicamentoso: consultar um médico.

    Bom, para ajudar nesta prevenção vou sugerir uma receita fácil e gostosa rica em cálcio: pudim de chocolate com creme de leite. Só não pode exagerar para não engordar!

    Ingredientes:

  • 1 lata(s) de leite condensado
  • 1 lata(s) de leite
  • 200 gr de chocolate em pó
  • 1 lata(s) de creme de leite
  • 1/2 xícara(s) (chá) de água
  • 1 envelope(s) de gelatina incolor sem sabor

    Preparação:
    Coloque a gelatina na água e leve ao fogo para derreter (não deixe ferver). Leve ao liquidificador, juntamente com todos os ingredientes restantes (não precisa bater muito). Derrame a massa em um pirex de buraco e leve à geladeira até endurecer.

    Rendimento: 10 porções