Ultra Maratona · 24 abr, 2010
A Volta à Ilha, em sua edição 2010, manteve a característica do ano anterior: chuva e vento, mas muita animação. Outra coisa que não mudou foram os primeiros a cruzar a linha da chegada, já que novamente a Paquetá Esportes/Asics de Porto Alegre chegou na frente e, provavelmente, conquistou o pentacampeonato da competição. A premiação e a confirmação dos vencedores serão neste domingo (25/04) a partir das 9h30.
A elite largou junto às 7h15 na última partida dada na Beira- Mar Norte e de lá partiu para percorrer os 150 quilômetros no melhor tempo possível. Desde o início, a Paquetá Esportes esteve em primeiro lugar, liderando com uma diferença de 30 segundos, tempo que foi aumentando a cada novo trecho percorrido pelos atletas. Apesar disso, a disputa com a Beckhauser, segunda colocada, não foi fácil.
Foi a partir do trecho percorrido entre a praia da Daniela e a Praia do Forte, que a distância entre os grupos aumentou para quase um minuto e, dali em diante, a vantagem foi apenas se consolidando. Foi uma corrida difícil, no ano passado a gente correu praticamente sozinho, mas esse ano a Beckhauser deu trabalho, analisa Eduardo Zdanowicv, coordenador da equipe.
Amadores:Nem o frio, a chuva ou o vento assustou os corajosos participantes da prova em Florianópolis. Para alguns, o dia começou cedo, com as primeiras partidas às 4h e, desde esse momento, as equipes lotaram o trapiche da Beira-Mar Norte incentivando os colegas de equipe que começavam a prova.
O trânsito foi um inimigo comum de quase todos os atletas durante dia de sábado. Segundo a organização, como a disputa tem 150 quilômetros, não é possível paralisar as vias da cidade.
Desde o início da disputa, ainda na SC 401, já se notava o intenso fluxo dos cerca de 800 veículos relacionados à prova, porém não havia reclamações. Foi no trajeto que levava até o Santinho, que os atletas começaram a demorar mais para passar pelos postos de troca e que surgiram os problemas na distribuição dos competidores pelo percurso.
Mesmo assim, a alegria das equipes era visível a cada passagem de bastão entre os participantes. As primeiras equipes começaram a chegar no trapiche da Beira-Mar depois das 15h40 e o horário limite para cruzarem a linha de chegada é as 20h15.
Ultra Maratona · 23 abr, 2010
Passada a chuva, o vento sul marca presença em Florianópolis, mas a frente fria não desanimou os competidores da 15ª edição da Volta à Ilha, que agitaram o congresso técnico e o jantar oficial da corrida na noite desta sexta-feira (23/04). Os diversos fundistas passavam tirando fotos, conversando e interagindo uns com os outros, tudo para aguentar a ansiedade para a largada da prova, que será a partir das 4h no trapiche da Beira-Mar.
Entre os mais animados, estavam os integrantes da equipe Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, uma das favoritas ao título de 2010. Eduardo Zdanowicv, coordenador da equipe, reiterou que eles chegam com o objetivo de vencer e bater o recorde da prova. Para isso, a preparação deles consiste em selecionar os melhores fundistas para competir. Nós observamos os principais atletas e o tempo que eles estão fazendo e assim escolhemos. Até hoje, nunca repetimos os mesmos competidores de um ano para o outro, conta.
Dos atletas que participaram no ano passado, apenas quatro disputarão amanhã. Claudir Rodrigues é o principal destaque da Paquetá. Em 2010, ele já foi campeão da Meia Maratona de Florianópolis e busca o bicampeonato da Maratona de São Paulo, no dia dois de maio.
A organização informou que até agora correu tudo bem e avalia que a chuva não será problema. Ela dificulta, mas mesmo com o dilúvio do ano passado a prova ocorreu e os atletas conseguiram terminar o percurso, explica Carlos Duarte, idealizador do evento. Ele aconselha aos atletas que aproveitem a Volta à Ilha e que qualquer dificuldade que apareça deve ser encarada como um desafio a mais.
Ultra Maratona · 22 abr, 2010
Mais uma edição do Revezamento Volta à Ilha será realizada no próximo sábado (24/04) e contará com a participação de 3.500 inscritos. Divididos em 385 equipes, brasileiros, argentinos, uruguaios, americanos e europeus buscam superar os 150 quilômetros do percurso no menor tempo possível. O primeiro pelotão sairá às 4h, enquanto os atletas de elite iniciarão o desafio a partir das 7h15, sendo que a chegada dos primeiros colocados está prevista para às 16h.
Os atletas e suas equipes atravessarão praias, dunas, estradas e outros desafios incluídos no roteiro da prova que passa por 20 pontos turísticos da cidade. Entre os trechos mais complicados, estão o Morro do Sertão, com uma subida de 250 metros em terra batida entre os Açores e o Ribeirão da Ilha, e as areias fofas do Campeche e do Moçambique. Os trechos foram escolhidos pela beleza da paisagem e também pelo nível de exigência que proporcionam aos atletas, explica o professor Carlos Duarte, organizador da prova.
A Paquetá Esportes Asics, de Porto Alegre, é a atual equipe campeã da prova na categoria principal e busca o pentacampeonato em 2010. O recorde histórico da competição data de 2002 e pertence ao Exército Brasileiro, que completou os 155 quilômetros de corrida (distância estipulada naquele ano) em 8h21min50. Há outras sete categorias competitivas, com destaque para a Feminina e a de Duplas, que vêm crescendo a cada edição.
Ultra Maratona · 19 abr, 2010
O 15º Revezamento Volta à Ilha Asics reúne corredores com diferentes objetivos. Alguns participam pelo prazer de percorrer as belas paisagens de Florianópolis, mas muitos atletas vêm com espírito competitivo, buscando a vitória e a quebra de recordes. Entre as sete categorias, destacam-se algumas equipes que já colecionam troféus e correm atrás da superação de limites. O evento será no próximo sábado (24/04) com largada e chegada no trapiche da Avenida Beira-mar Norte em Florianópolis.
A Paquetá Esportes/Asics de Porto Alegre buscará o pentacampeonato na Categoria Aberta, a principal do evento. Temos o hábito de começar a preparação um ano antes, observando atletas e definindo estratégias, explica Eduardo Zdanowicv, coordenador da equipe. Na sexta-feira à noite, o grupo se reúne para um pequeno seminário e, ainda, para concentrar pensamentos positivos. Eles pretendem encarar o desafio de bater o recorde da competição de 8h22min50, estabelecido pelo Exército Brasileiro em 2002.
A dupla favorita para esta edição, a André Villarinho/Asics, é composta pelos goianos: Cleiser Alves dos Santos e Sinei Lucio Mendanha. Cleiser foi vencedor da categoria no ano passado, mas com uma parceria diferente. Já Sinei foi descoberto há três anos e divide o tempo entre o treinamento, o trabalho e a escola. André Villarinho, o treinador da dupla, pretende aliar a experiência de Cleiser na prova ao talento natural de Sinei para conseguir um bom resultado. Melhorar o tempo do ano passado já será um grande feito, afirma.
Outro time com troféu na estante é o Projeto Mulher de São Paulo. Campeãs em 2004, elas acham que a vitória não deve ser o objetivo principal em uma corrida como o Revezamento Volta à Ilha e, sim, a consequência de um trabalho bem feito. Confiamos bastante na nossa força e formação e daremos nosso melhor, vencer é relativo, diz a atleta e treinadora da equipe, Cristina de Carvalho. Ela lembra que a equipe foi pioneira na categoria feminina no evento.
Ultra Maratona · 16 abr, 2010
Grande parte dos 3.500 corredores que disputarão o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics sabem que o caminho até a linha de chegada será um teste de equilíbrio e resistência. Divididos em equipes, até os mais preparados se preocupam com as exigências dos 150 quilômetros da prova. A competição será no dia 24 de abril e possui no percurso as belas paisagens da ilha de Florianópolis.
O desafio começa com a largada às 4h, quando ainda é escuro, e dali partem em direção à rodovia SC-401 que levam às estradas de Santo Antônio de Lisboa e Jurerê. Para acordarem com toda a energia, oferecemos a eles um jantar de massas na noite anterior ao Revezamento, por volta das 20 horas, conta o professor Carlos Duarte, organizador da prova.
Em seguida, os participantes encontram na praia da Daniela a primeira trilha e o primeiro trecho próximo ao mar. Mesmo que as equipes definam estratégias que privilegiam as peculiaridades físicas de cada um, nesse ponto fica claro porque o 15º Revezamento Volta à Ilha Asics exige preparo dos participantes.
A situação não muda na sequência, entre a Cachoeira de Bom Jesus e a Praia dos Ingleses, com subidas íngremes de até 100 metros de altura. O atleta deve mostrar domínio do equilíbrio corporal e boa capacidade pulmonar para transpor os morros. Logo depois, o desafio é a areia fofa, na praia de Moçambique. Ela também ataca nos quase oito quilômetros entre a Joaquina e o Campeche, exigindo esforço redobrado dos fundistas, que verão seus pés afundarem a cada passada.
Após um breve descanso pelas paisagens no sul da ilha, chega o trecho mais temido: o Morro do Sertão, entre Açores e o Ribeirão da Ilha. Quase totalmente na vertical, a subida tem 250 metros em terra batida e se chover, como em 2009, o problema aumenta. As equipes costumam colocar os corredores mais experientes no Sertão, pois ali conta muito o equilíbrio entre o preparo físico e a determinação, explica Carlos Duarte.
Depois do sertão, três longos trechos de asfalto levam as equipes do Ribeirão da Ilha até a festa da chegada, no trapiche da Avenida Beira-Mar Norte. Lá, os atletas são recebidos com medalhas e confraternizam com suas famílias e equipes. Um merecido momento de descontração após mais de 12 horas pelas estradas, trilhas e areias de Florianópolis
Ultra Maratona · 15 abr, 2010
Na 15ª edição do Revezamento Volta à Ilha Asics, que reunirá mais de 3.500 corredores em Florianópolis no dia 24 de abril, cerca de 20% dos atletas têm mais de 40 anos e o mais curioso é que muitos deles começaram a treinar há pouco tempo.
Ana Carla Gusmão começou a correr para melhorar a qualidade de vida. A dona-de-casa de Joinville sofre de asma e, após uma cirurgia no nariz, resolveu calçar os tênis de corrida para melhorar a capacidade respiratória, mas o estímulo maior só veio depois. Quando minha mãe faleceu, fiquei muito abatida e foi nas corridas que encontrei uma válvula de escape. Hoje, ela faz parte de uma equipe que estreará na Volta à Ilha em 2010.
O funcionário-público de Brasília, Marco Almeida, é outro exemplo. Depois de trabalhar muitos anos como professor de Educação Física, ele trocou de carreira e, agora, reencontrou na corrida a antiga vocação pelo esporte. Tenho participado de diversas provas pelo Brasil e, dessa maneira, vou conhecendo novos lugares e pessoas, diz.
Marco é mais um estreante na competição que foi premiada por importantes revistas especializadas. A Revista O2 premiou a Volta à Ilha com o troféu de Evento de corrida mais admirado do Brasil nos anos de 2007, 2008 e 2009. Já a Mens´s Health a elegeu em 2007 como a Melhor Corrida do Brasil, deixando a Corrida de São Silvestre em segundo lugar. Em 2006 e 2007, os leitores da Revista Running Brasil consideraram o Revezamento Volta à Ilha o Melhor Evento de Aventura do País.
Corridas de Rua · 08 abr, 2010
Se antes era comum as mulheres apenas completarem as equipes masculinas nas provas de revezamento, hoje as atletas têm categorias próprias e entram para competir. O Revezamento Volta à Ilha Asics é um exemplo do crescimento da participação feminina no esporte. A primeira vez que a competição, criada em 1996, teve uma categoria exclusiva para elas foi em 2003 e, naquele ano, apenas uma equipe composta somente por mulheres se inscreveu. Esse, no entanto, foi o empurrão que faltava, pois em 2004 foram sete times e, esse ano, serão 14.
Uma das equipes estreantes em 2010 é a Tigre em Ação Rosa, de Joinville. A empresa, que dá nome à equipe, observou a demanda dos funcionários e montou um grupo de corridas há dez anos, mas as mulheres só ganharam um time de competições no ano passado. O coordenador sempre teve vontade de montar uma equipe feminina, mas não havia atletas suficientes. Com a divulgação interna, começamos meio acanhadas, mas hoje estamos em todas, diz a integrante Ana Carla Gusmão, 40.
Ana Carla conta que os treinos são intensos, com corridas, musculação e práticas específicas perto das provas, além de uma avaliação de perfis que faz com que cada corredora se especialize em um tipo de terreno e distância. É importante para nós também preservar a qualidade de vida, a amizade, o companheirismo e a evolução em grupo, lembra a atleta, já que nos tornamos amigas de verdade e nos preocupamos com o bem-estar de todas.
Já a Mega Girls, quatro vezes presente na prova, pode se considerar uma veterana na Volta à Ilha Asics. É uma equipe competitiva, estamos sempre renovando e constantemente procurando evoluir. Somos uma família, temos encontros e reuniões fora treino com objetivo de integrar o grupo, conta Vanuza Maciel, 40, responsável técnica e integrante do time.
Ana Carla e Vanuza concordam que a competitividade estimula o desenvolvimento das atletas. Quando corríamos no grupo misto, os homens faziam os trechos mais difíceis, mas agora somos nós que enfrentamos, o que é muito bom!, conta a joinvilense. Para Vanuza as equipes femininas são mais guerreiras. Todas dão o máximo sempre e acabam até nascendo rivalidades, mas conseguimos equilibrar, explica.
A vilã comum de todas as atletas é a TPM, mas essa também é encarada de formas diferentes. Vanuza diz que uma atleta nesses dias pode ter dificuldades no desempenho e, isso, prejudica o grupo todo. Já Ana Maria pensa que é possível ignorá-la. Deixamos a TPM no chão e corremos sobre ela, diverte-se a corredora.
Corridas de Rua · 07 abr, 2010
Este é o segundo ano consecutivo que a atleta amadora Karina Taques comemora seu aniversário participando da Volta à Ilha. Curioso? Para ela, o motivo é simples: Sei que é uma competição, mas não vejo só como uma disputa. Eu vou para relaxar, conta Taques, entre risos, por saber que será difícil relaxar nos 150 quilômetros da prova que a esperam em Florianópolis. A Volta à Ilha será realizada no dia 24 de abril com largada no trapiche da avenida Beira-Mar Norte.
Karina, que trabalha como gerente de uma loja de confecções em São Paulo, corre há apenas seis anos e começou a praticar o esporte por acaso. Uma noite decidi aceitar o convite do meu marido para uma prova de 10 quilômetros e, além de participar, consegui terminar correndo, revela. Ainda no fim daquele ano, Taques disputou sua primeira Meia Maratona em Buenos Aires na Argentina.
De lá pra cá, Karina treina cinco vezes por semana e passou a competir em pelo menos uma Maratona por ano, incluindo provas importantes do calendário mundial como a Maratona de Nova York e a de Chicago. A Volta à Ilha se tornou uma das competições especiais para a corredora, não perdeu uma edição desde que começou a correr. Gosto muito de Floripa pela viagem, pela praia e por ser uma prova de revezamento, conta. Eu acho o máximo passar meu aniversário lá, não trocaria por nenhuma festa. Para mim, não tem comemoração melhor, conta.
A novidade para a atleta em 2010 é que Taques vai correr com uma equipe nova da 4any1 e competindo com seu marido. A gente andava brigando muito nas corridas, então esse ano resolvemos separar, confessa rindo.
Ultra Maratona · 31 mar, 2010
A Volta à Ilha está completando este ano 15 edições da prova. Tudo começou com a vontade de mostrar que um esporte essencialmente solitário poderia ter um lado coletivo, aproximando pessoas em grupos que têm em comum a paixão por gastar a sola do tênis. Em 1996, eram 220 corredores participando e agora serão 3.500 atletas que vão largar do trapiche da avenida Beira-Mar Norte, em Florianópolis, no dia 24 de abril.
Participei de uma prova de revezamento nos Estados Unidos em 1990 e 91 e fiquei com uma pulga atrás da orelha: não havia nada parecido no Brasil, conta o professor Carlos Duarte, um dos organizadores. Algum tempo depois, ao passar pelo Pântano do Sul e por outras praias de Florianópolis, o professor percebeu que a cidade seria o lugar ideal para um evento assim.
Como organizar é diferente de participar, o planejamento foi bastante cuidadoso. Foram dois anos conhecendo todos os detalhes da Ilha, mapeando estradas e trilhas e analisando a viabilidade, conta Duarte. Isso tudo foi feito antes da popularização da internet e dos aparelhos de medição por GPS, um tempo anterior ao google maps também. Consegui mapear 155 quilômetros (atualmente são 150), privilegiando as paisagens mais bonitas de Florianópolis, para que as 22 equipes corressem admirando a natureza, diz.
Com o passar dos anos, o Revezamento Volta à Ilha Asics foi se profissionalizando e se tornando melhor e mais atrativo, tanto que as 22 equipes iniciais aumentaram para 385. Os atletas profissionais hoje dividem as ruas e trilhas de Florianópolis com pessoas que procuram a prova para se divertir, para curtir a natureza ou apenas para fazer amigos.
O número de participantes de fora de Santa Catarina também cresceu. Em 1996, apenas três grupos não eram de catarinenses, enquanto hoje somente 16,5% das inscrições correspondem aos naturais do Estado.
Carlos Duarte admitiu que algumas alterações no trajeto foram necessárias. Tivemos que adaptar alguns trechos porque precisávamos de estacionamentos para os carros de apoio dos corredores, diz. Mas é um problema bom, que mostra que o evento cresceu e que é um sucesso, o que nos faz desejar que ainda venham muitas edições, cada vez melhores. As inscrições da prova de 2010 já estão encerradas.
Ultra Maratona · 24 mar, 2010
Mais de mil pessoas de diversos estados brasileiros vão a Florianópolis participar da Volta à Ilha, prova de 150 quilômetros realizada em equipes de duas a 12 pessoas, que se revezam pelas ruas e praias da capital catarinense. A competição deste ano será realizada no dia 24 de abril.
Diferente de outras corridas, a Volta à Ilha precisa de uma logística entre as equipes que envolve: distribuição dos atletas ao longo do percurso, alimentação correta e balanceada, estratégia para alcançar o melhor tempo, hidratação, entre outros.
Como a disputa é em Santa Catarina, mas grande parte dos competidores vem de outros estados (entre os paulistas, por exemplo, são 100 equipes) a adaptação não é simples. Este ano, uma opção diferente pode ajudar melhor os atletas: um kit especial para a prova com a finalidade de facilitar a logística alimentícia.
É muito comum ver na Volta à Ilha equipes se reunindo de última hora para ir ao supermercado comprar a alimentação da prova, com problemas para definir quem irá fazer os sanduíches dos atletas, como será a entrega desses lanches para cada integrante da equipe, entre outros, revela Fábio Pomes, um dos organizadores do produto.
A ideia é oferecer a cada atleta a alimentação funcional no dia da prova através de materiais distribuídos anteriormente. São alimentos para melhorar o desempenho do corredor e com o índice glicêmico correto para a prova como: isotônico, energético, frutas secas, nozes, sanduíches balanceados, entre outros. Dentro do kit também estará um boné e uma pulseira para a área VIP em duas paradas estratégicas da prova, onde estarão tendas de reposição dos alimentos funcionais, hidratação e massagem. Um ponto será montado no Costão do Santinho e outro na praia da Joaquina.
Com o kit, o corredor adquire um convite para o jantar e depois para a entrada no camarote da festa de confraternização na casa noturna El Divino Club, também em Florianópolis. O valor total é de R$ 300 e ele é produzido pela empresa Helix. Os corredores podem obter mais informações sobre o produto através do telefone (11) 3081-1125 ou pelo e-mail [email protected].
Alimentação · 17 jun, 2026
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