Ultra Maratona · 30 abr, 2011
Todas as equipes da 16ª edição da Volta à Ilha já largaram em direção ao Jardim Baia Norte, primeiro trecho, na manhã deste sábado (30/04). Com o dia claro e sensação térmica mais baixa que no início da prova, os últimos corredores a iniciarem o revezamento de 150 quilômetros foram os competidores de elite.
Mais uma vez viemos fortes, mas a concorrência sempre aumenta, comenta Paula Cassilas, da equipe Paquetá Esports Asics, que tentará o hexacampeonato. Estamos de olho nos concorrentes e queremos subir no alto do pódio principal, acrescenta.
O evento oferecerá 22 postos de troca e passará por praias, trilhas e outros locais da Ilha da Magia. No total serão mais de 300 equipes e 3.600 atletas participando da disputa em Florianópolis, no sul do país.
Ultra Maratona · 30 abr, 2011
Nesta sábado (30/04), que ainda nem amanheceu, dezenas de atletas já estão concentrados no pórtico de largada da Volta à Ilha, na Av. Beira Mar Norte, em Florianópolis. O clima de festa e comemoração predomina e cada equipe faz contagem regressiva para o início da disputa.
Sei que a prova ainda não começou, mas minha maior expectativa é terminar a competição, afima Marcelo Olivan, do Grupo We Can. Já Guilherme Corrêa, da Top Spors, que participa pela primeira vez do evento, garante que seu maior desejo é passar um dia inédito em sua vida. Ficarei o percurso todo com o celular para fotografar. Dizem que as paisagens são belíssimas.
O corredor, com feição alegre, também afirma que será o grande aventureiro de sua equipe. Eu vou encarar o Morro do Sertão [Morro Maldito] e vou subir correndo, brinca o competidor. As largadas seguem até às 7h30 e as últimas equipes a iniciarem à disputa são as de elite.
Ultra Maratona · 30 abr, 2011
Direto de Florianópolis - Ainda na madrugada deste sábado as primeiras equipes começam a sair rumo ao percurso de 150 quilômetros da Volta à Ilha, em Florianópolis (SC). Com temperatura agradável e sem chuva, quatro grupos já saíram rumo ao primeiro posto de troca.
O tiro de partida está sendo dado em frente ao Trapiche da Avenida Beira Mar Norte e os atletas seguem rumo a João Paulo, Jardim Baía Norte. De lá eles seguirão para a SC 401, onde farão a próxima troca.
Ultra Maratona · 29 abr, 2011
Direto de Florianópolis - O Congresso Técnico realizado na noite desta sexta-feira (29/04) foi importante para as equipes tirarem as últimas dúvidas sobre a edição 2011 do Revezamento Volta à Ilha. A prova acontece em Florianópolis (SC) a partir das 4h deste sábado (20/04) para as equipes iniciantes.
Ao contrário do ano passado, em que a prova foi marcada por chuva forte, a meteorologia prevê um dia de sol e calor. Se por um lado o desgaste dos atletas aumenta, as belezas naturais da Ilha da Magia são enaltecidas.
O sol sempre traz alegria para as pessoas, conta Carlos Duarte, responsável pela organização do evento. A prova continua com o mesmo formato e praticamente o mesmo número de equipes. Além disso, mantivemos o percurso igual ao das outras edições, completa.
A disputa tem 150 quilômetros e dá uma volta completa na ilha, com largada e chegada no trapiche da Avenida Beira Mar Norte, na região central. As equipes iniciantes largam às 4h, enquanto os atletas de elite sairão a partir das 7h30.
O Webrun vai acompanhar a prova desde a concentração das primeiras equipes e trará informações atualizadas em diversos pontos. No Twitter @Webrun também haverá informações atualizadas.
Ultra Maratona · 27 abr, 2011
A largada da 16ª edição do Revezamento Volta à Ilha, corrida pedestre que dá a volta na Ilha de Florianópolis (SC), será neste sábado, dia 30 de abril, a partir das 4h, no trapiche da Avenida Beira-mar Norte. Este ano teremos 3600 atletas participando e de 400 a 500 pessoas envolvidas na organização no dia da prova, conta o professor Carlos Duarte, presidente da Eco Floripa Eventos Esportivos e organizador da prova.
A prova é de revezamento para equipes de duas, oito ou doze pessoas e tem distância de 150 quilômetros. É uma corrida inclusiva porque permite que pessoas de diferentes níveis de condicionamento físico participem. Os graus de dificuldade da prova variam de acordo com o tipo de terreno, como trilhas na mata, areia fofa, chão batido, asfalto, aclives e declives.
A escolha do percurso do evento, que aproveita as belezas naturais de Florianópolis, passa por Jurerê Internacional, Forte de São José, Cachoeira do Bom Jesus, Praia Brava, Ingleses, Santinho, Moçambique, Rio Vermelho, Joaquina, Campeche, Armação, Açores e Ribeirão da Ilha.
Este ano, o Volta à Ilha terá 390 equipes participantes e cerca de 350 equipes não conseguiram vagas e, portanto, não participarão da corrida. As expectativas para o evento são ótimas. Apesar de ser a 16ª edição, sempre nos empenhamos em atender melhor as pessoas e fazer um grande evento. Estamos esperando ansiosos todos os atletas do Brasil aqui em Florianópolis, no sábado, para fazer uma grande festa, revela o organizador.
Ultra Maratona · 28 mar, 2011
Débora Simas vai percorrer sozinha a corrida pedestre em equipe Revezamento Volta à Ilha, cujo percurso contorna a ilha de Florianópolis e tem 150 quilômetros de extensão. A atleta que não está inscrita na prova vai realizar seu trajeto para apoiar a instituição Casa Lar Vovó Sebatiana, que fica em Biguaçu (SC).
Especialista em competições de trilha e longa distância Débora percorreu em 2008 192,8 quilômetros de distância na Ultramaratona 24h de Curitiba. Também é tricampeã do Desafrio em Urubici, uma prova que exige muito fisicamente e psicologicamente de seus participantes por ter 24 quilômetros seguidos de subidas e 26 de descida.
A atleta tem como objetivo completar a prova e apoiar a causa da Casa Lar Vovó Sebastiana, arrecadando fundos provenientes de doações, mas não vai competir com outros atletas por não estar inscrita. Mesmo assim Débora se mostra animada para a corrida: "Estou ansiosa para correr essa prova. Como já queria correr o Volta à Ilha solo é um bom motivo para fazer isto. Então vou correr por esta Instituição".
Por não estar inscrita a corredora não terá acesso aos pontos de parada do evento. "Vou correr pelo meu motivo. Não vou usar estrutura, no caso, o apoio da prova. Pretendo largar no mínimo uma ou duas horas antes, para não atrapalhar a competição. Vou ter um carro de apoio, umas duas ou três pessoas que correrão comigo. De jeito nenhum quero atrapalhar a prova deles", afirma Débora.
Como preparação para a prova, além dos treinos, a atleta conta com a ajuda de uma nutricionista e durante a corrida seu carro de apoio é responsável por levar sua alimentação, hidratação e suplementação, além de ter roupas e um tênis reserva, para o caso de chover ou fazer muito calor. "É legal eu fazer isto porque é uma prova que tem uma grande visibilidade, então muita gente vai ficar sabendo que eu vou enfrentar este desafio sozinha", comenta Débora orgulhosa de sua iniciativa.
A instituição Casa Lar Vovó Sebastiana conta hoje com sete funcionários e uma média de 12 crianças que foram abandonadas ou sofreram abuso sexual. A Casa Lar ajuda essas crianças que estão regularmente matriculadas em escolas municipais e algumas frequentam atividades extracurriculares como esportes e cursos profissionalizantes.
As equipes da prova são compostas por dois, oito ou doze componentes e, para seu organizador, Carlos Duarte, o trabalho em equipe e a coletividade para chegar à linha de chegada são as principais características desta corrida. O organizador afirma que não há como proibir atletas de seguirem o exemplo de Débora: "A gente não tem como proibir, a rua é livre. Quem quer correr na rua pode fazer isto quando quiser a hora que quiser".
De acordo com Duarte, a criação de uma categoria solo para a Volta à Ilha é inviável. "A prova de ultamaratona tem todo um comportamento diferente e atendimento aos atletas e achamos que não conseguiríamos fazer as duas coisas ao mesmo tempo. A gente tem que montar toda uma logística complicada e fazer duas provas em uma só".
Para o organizador, competições como o Desafio Praias e Trilhas, que tem distância de 84 quilômetros, e o Desafrio de Ubiraci, com distância de 50 quilômetros, foram criadas justamente para corredores que desejam percorrer longas distâncias na categoria solo.
A competição vai acontecer no dia 30 de abril em Florianópolis. O evento, que é organizado pela Eco Floripa, terá cinco equipes a mais do que em 2010 e está em sua 16ª edição.
Ultra Maratona · 27 jan, 2011
A edição 2011 do Revezamento Volta à Ilha, prova marcada para o dia 30 de abril em Florianópolis (SC), contará este ano com 390 equipes, cinco a mais do em 2010. A competição chega ao 16º ano de realização e já se tornou tradicional no calendário da modalidade.
Na Volta à Ilha, a busca pela diversão é tão importante quanto a busca pela vitória, comenta Carlos Duarte, responsável pela organização. Num mundo no qual as pessoas vivem um ritmo alucinante no seu dia-a-dia, venha correr em um dia especial, em busca da vitória ou do simples prazer de correr, completa.
Os grupos deverão percorrer 150 quilômetros em torno da Ilha da Magia, em forma de revezamento, e serão compostos nas seguintes categorias:
A largada será no Trapiche da Avenida Beira Mar Norte das 4h às 7h30 e o horário limite para que todas as equipes cruzem a linha de chegada será as 20h15. O fiscal que fará o controle do último atleta da equipe a completar a prova se posicionará 200m antes do pórtico, de modo que os demais integrantes possam cruzar a linha junto com o corredor final.
Ultra Maratona · 28 abr, 2010
O Radio Grupo Litoral-PX é uma entidade sem fins lucrativos que oferece suporte de comunicação para vários eventos em Florianópolis e região, inclusive para a Volta à Ilha, competição de 150 quilômetros que acontece na cidade. Carlos Antonini é o responsável pelo do grupo, que coordena os rádios de comunicação da prova.
Logo cedo eles montam uma base no local de largada/ chegada da corrida e instalam antenas e aparelhos de rádio em veículos da organização. Nós contamos com o carro madrinha, que acompanha os líderes, e o carro retaguarda, que fica na cola da última equipe, conta Carlos. Além disso, as ambulâncias também são equipadas com aparelhos e podem se locomover com exatidão para os pontos de possíveis ocorrências.
É um serviço que os corredores geralmente não percebem, mas que é muito importante para o andamento da prova, ressalta Carlos. Dessa forma, os organizadores conseguem saber ao certo qual a previsão de chegada dos campeões, são informados de quantas equipes ainda estão no percurso, dentre outras informações.
Para que todos consigam uma comunicação alta e clara nos mais diversos pontos da ilha, algumas antenas (chamadas de repetidoras) são instaladas em residências de moradores, o que amplifica o sinal.
O diálogo acima reproduz de forma simplificada uma conversa entre a base e o carro madrinha da prova, indicando que a equipe campeã da Volta à Ilha 2010, a Paquetá Esportes/ Asics, já se aproximava da linha de chegada. Durante toda a prova eles se comunicam e trocam informações e só desmontam a base depois que todas as equipes cruzam a linha de chegada com segurança.
Além da Volta à Ilha e de outros eventos da Ecofloripa, como o Desafrio Urubici e o Desafio Praias e Trilhas, a equipe também desempenha papel importante em épocas de dificuldades. Durante a passagem do furacão Catarina, em 2004, a Defesa Civil nos chamou para ajudar na comunicação com as cidades atingidas, relembra Carlos.
Assim como escoteiros, que estão sempre alerta, os voluntários do Grupo estão sempre prontos para ajudar quando necessário. Somos uma grande família, todos adoram o que fazem, finaliza o coordenador.
Ultra Maratona · 26 abr, 2010
Como o interesse pela competição continua aumentando, crescer e aperfeiçoar são temas bastante debatidos ao final da Volta à Ilha. Carlos Duarte, organizador do evento, analisa que melhorar sempre é possível, mas que não há como aumentar muito mais o número de participantes e equipes. A estrutura básica é essa. Dentro da concepção criada e da estrutura de Florianópolis, não há como expandir essa quantidade, explica.
Ele confessou que ainda não pensou como ocorrerá a distribuição das vagas de participação no futuro. Se a prova continuar com mais procura, a gente vai ter que pensar para saber como administrar daqui há cinco ou 10 anos, mas ainda não sabemos. Como a disputa foi realizada com chuva, Duarte avalia que a prova contou com menos turistas na praia, mas, mesmo com tempo aberto, não há maneira de acrescentar 30 ou 40 equipes.
Um dos motivos principais para o controle de participantes é o trânsito de vans durante a prova, que também é o maior problema dos participantes na competição são cerca de 800 veículos envolvidos diretamente na Volta à Ilha. De acordo com o organizador, a ideia de fazer mais edições em outros locais já foi levantada, mas não foi viável porque o planejamento é muito complexo. Uma apenas não valeria a pena, informa.
Duarte acredita que a prova vai manter o formato, porém precisa melhorar na questão da divulgação. Tem muitas coisas para fazer no sentido de aumentar a visibilidade nacional e internacional, mas acho que o envolvimento da comunidade pode ser um pouco mais intenso. Outro ponto, lembrado por ele, é o crescimento do nível técnico das equipes.
Estreia de Fátima Duarte na corrida: A família Duarte sempre participa da prova com uma equipe, mas esta foi a primeira edição da Volta à Ilha em que a organizadora, esposa de Carlos, correu com os familiares um dos trechos que contornam a cidade. Como fico responsável pela chegada dos atletas nunca conseguia participar, mas no ano passado decidi e me organizei, conta Fátima.
Logo pela manhã, ela pegou o bastão no posto de troca do Forte São José e correu até o fim de Jurerê. É muito emocionante receber o bastão e ao entregar ver que você conseguiu cumprir no tempo previsto para não prejudicar o grupo, diz ela, que agora é a segunda mulher a integrar a equipe da família.
Ela desabafou que às vezes fica chateada com o fato de algumas pessoas não reconhecerem que a Volta à Ilha tem características próprias por ser manézinha da ilha, especialmente físicas. Fátima, no entanto, observa que sente que a prova é um novo sucesso a cada edição. Nós temos a sorte de tudo que a gente faz dar certo. A gente pega para trabalhar e é muito guerreiro, por isso, conseguimos, finaliza.
Ultra Maratona · 25 abr, 2010
Ainda com chuva, os participantes da Volta à Ilha 2010 se despedem de Florianópolis com a mesma sensação dos anos anteriores: a superação dos desafios vale toda a aventura de percorrer os 150 quilômetros para contornar a cidade. Mesmo depois de um dia inteiro de prova, uma grande parte deles agitou novamente a premiação na manhã deste domingo (25/04).
Florianópolis:Como esperado, a campeã geral foi mais uma vez a Paquetá Esportes/Asics de Porto Alegre, com o tempo de 8h36min06. De acordo com Eduardo Zdanowicv, coordenador da equipe, eles fazem durante todo o ano um trabalho para chegar com segurança ao evento, procurando atletas que estejam em seu melhor desempenho. Nós começamos a montar a equipe amanhã, buscando na internet os corredores com os melhores tempos, revela. Zdanowicv avalia a competição deste ano como a mais difícil disputada por eles.
A Beckhauser Malhas de Tubarão foi o primeiro lugar da categoria aberta, depois de completar a prova em 8h47min06, enquanto o segundo lugar ficou com a equipe CRC de Curitiba (10h19min43) e o terceiro com a Democrata Runners (10h19min50).
Já na categoria aberta e mista venceram os paranaenses da Comiran&Cia, com a marca de 9h47min31. Depois deles, chegaram a Paquetá Esportes/Campos Running 1(10h12min56) e a Race Roldão Gatorade (10h35min40).
Os goianos Cleiser Alves dos Santos e Sinei Lucio Mendanha foram os vencedores entre as duplas, depois de cruzarem a linha de chegada com o tempo de 10h55min56. Os dois disseram que uma das maiores dificuldades foi correr na areia Como em Goiânia não tem areia foi muito difícil, mas conseguimos baixar o tempo do ano passado em 40 minutos, conta Cleiser. A Run4Fun Mizuno Alucionados ficou com o segundo lugar e a Mega/Suldailha.com.br foi a terceira colocada.
Entre as equipes compostas exclusivamente por mulheres, O Clube da Endorfina Olympikus completou o percurso no melhor tempo: 11h22min34. Uma das integrantes da equipe é a maratonista Rosa Juçara Barbora, que é tetracampeã de Porto Alegre. Nunca tinha participado, mas gostei e espero voltar se o treinamento permitir, diz. A segunda posição ficou com a equipe Projeto Mulher (11h37min57) e a terceira com a D-run Girls (11h55min01).
O campeão da categoria veterana 40 foi a Relovoux (10h00min36). Depois chegaram a equipe Via Brasil Konsolle (10h12min07) e a Petrobras Paraná (10h22min26). A parte logística da prova é a maior dificuldade, sem uma boa equipe de apoio não se realiza, analisa Eloi de Souza, um dos campeões.
Já na categoria veterana 50, quem levou a melhor foi a equipe Chão do Aterro. É a segunda vez nessa prova maravilhosa. Para dar certo é preciso entender as regras e ter muita disciplina para organizar a van e a alimentação, confessa Nádia Siqueira, participante campeã. Vento Sul V1 foi a segunda colocada, com o tempo de 12h03min48.
Depois de percorrer o percurso em 10h51min33, os Amigos do Bosque Maia foram os campeões na Veterana Mista. Reinaldo Costa, integrante da equipe, conta que a maior dificuldade é montar a equipe sem recursos. A gente acabou fazendo uma coisa entre amigos, mas é muito difícil e conseguimos vencer na primeira participação. No ano que vem, voltaremos para defender o título, conta. Antílope Verde e Fundação Brigada Militar foram, respectivamente, a segunda (11h29min14) e a terceira (12h14min42) colocadas.
Alimentação · 17 jun, 2026
Saúde · 17 jun, 2026
Atletismo · 17 jun, 2026