dicas

Como voltar aos treinos sem perder o ânimo?

“Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto, tô voltando”. Fez muito sucesso na inconfundível voz da cantora Simone, esta música de Chico Buarque, e para a maioria de nós corredores, principalmente os amadores, diria que é praticamente um hino obrigatório, pois o “tô voltando” faz parte de nossa rotina!

Estes dias assisti a palestra de um colega meu, Prof. Luiz Fernando Bernardini, onde ele disse de forma engraçada, que a maioria dos corredores, quando lhes é perguntado como estão, costumam responder quase sempre a mesma coisa: “ tô voltando, tô voltando!” E qual de nós já não deu esta resposta básica, de uma certa forma, até meio acanhada? Pois que atire a primeira pedra quem nunca disso isso!

Realmente não é nada fácil conseguir conciliar o trabalho, a família, os estudos e as outras muitas coisas mais que fazemos nesta vida, com a corrida. Tanto que é comum volta e meia sacrificarmos nosso grande prazer, que é correr, em função de outras tarefas. E aí, quando nos ajustamos nos trilhos novamente, como é difícil voltar!

Além dos motivos citados acima, muitas pessoas acabam ficando um tempo sem correr em função de alguma lesão, de algum problema de saúde, familiar, ou após um período onde treinaram muito e acabam ficando meio saturadas. Faz parte, inclusive do processo de treinamento, ficar sem correr alguns dias após uma prova mais longa ou após uma temporada intensa de corridas. Substituir a corrida pela natação, pelo ciclismo, ou por alguma outra atividade física, sem maior compromisso, é uma grande pedida neste período, para facilitar a volta.

Embora, dificilmente fique sem correr por mais de uma semana ou 10 dias, por motivos até profissionais, para não dar mal exemplo e pelos grandes benefícios que a boa corrida me proporciona, costumo dizer que estou voltando, quando estou treinando mais forte ou mais sério para alguma prova. Até brinco com os amigos que encontro pelas pistas, parques e ruas dizendo: “tome cuidado, pois estou voltando”. Se for um atleta top então, não perco a piada!

Bem, se você que está lendo, já esteve ou está nesta situação de retorno, antes de mais nada, deve ter a consciência que ninguém deve ter vergonha de estar voltando. Quem tem que ter vergonha é quem está parado por preguiça ou por algum motivo que não seja algo mais sério. Este sim, acumulando gordura, perdendo muito em saúde e qualidade de vida, além de estar aumentando o terrível grupo dos sedentários, arrumando sempre as mais furadas desculpas para não se cuidar!

O problema é como voltar após um período sem correr. Será que devo tentar retomar fazendo os mesmo treinos que fazia em outra época? Correr com o mesmo grupo de amigos, se estes continuaram treinando em minha ausência e estão em melhor forma? Devo tentar fazer os mesmo tempos nas provas que já corri um dia? Um grande erro da maioria.

Humildade, calma e planejamento são um dos grandes segredos. Estes dias fui correr em um parque aqui perto de casa, e encontrei alguns amigos, um inclusive ex-atleta dos bons, rodando em um ritmo aparentemente bem confortável. Juntei-me ao grupo e fui embora. 1º quilômetro conversando, 2º um pouco mais forte, 3º soltando um pouco mais, 4º quilômetro já um pouco ofegante, e ops, no 5º já tive que diminuir para não sofrer, não sair totalmente do meu plano e não estragar o treino do outro dia, pois se aumentasse mais um pouco, estaria fazendo uma prova e não mais um treino!

Sempre que você estiver voltando aos treinos, tome muito cuidado com as companhias e evite correr com quem está em melhor forma. Monitore-se e siga fielmente tanto o ritmo por quilômetros, quanto a freqüência cardíaca. Em alguns casos, quando a forma física estiver muito ruim é salutar até intercalar algumas caminhadas curtas dentro do treino de corrida.

Não tenha pressa. Lembre-se que no momento você está praticamente com um outro corpo, com batimentos cardíacos mais elevados, com a capacidade pulmonar bem menor, com a musculatura menos resistente, e que, forçando o ritmo na volta, poderá inclusive sofrer uma lesão, e ter que ficar mais tempo parado.

Outra dica ainda neste sentido é não pensar somente no treino daquele dia. Lembre-se que o treino para atingir o ápice em uma determinada prova ou em um período de provas, é a somatória de vários treinos, que em conjunto, proporcionarão um bom resultado da maneira mais segura e eficaz. Pense sempre no planejamento de treinos e não somente nos treinos isoladamente.

A participação em provas também deve ser feita com sabedoria, uma vez que você já esteja conseguindo correr em um ritmo confortável. Caso não queira evitá-las para não perder a motivação, use provas preparatórias em menores distâncias, com percursos mais fáceis e em ritmo mais confortável, até que a velha e boa forma esteja em dia e você em boas condições de encarar os maiores desafios. Nada de querer obter performances memoráveis, bater recordes pessoais ou chegar a frente dos antigos adversários diretos. Em último caso, vale fazer uso do bom e velho “tô voltando”, e levar na brincadeira.

Falando nisso, finalizo o nosso papo descontraído dizendo que se nos encontrarmos estes dias em algum parque ou prova por aí, e se por acaso você estiver num ritmo muito mais forte do que o meu, não se preocupe, pois como diz outra parte da alegre música: “ pode se preparar, porque eu tô voltando”!


Como voltar aos treinos sem perder o ânimo?

Atletismo · 07 maio, 2008

“Pode ir armando o coreto e preparando aquele feijão preto, tô voltando”. Fez muito sucesso na inconfundível voz da cantora Simone, esta música de Chico Buarque, e para a maioria de nós corredores, principalmente os amadores, diria que é praticamente um hino obrigatório, pois o “tô voltando” faz parte de nossa rotina!

Estes dias assisti a palestra de um colega meu, Prof. Luiz Fernando Bernardini, onde ele disse de forma engraçada, que a maioria dos corredores, quando lhes é perguntado como estão, costumam responder quase sempre a mesma coisa: “ tô voltando, tô voltando!” E qual de nós já não deu esta resposta básica, de uma certa forma, até meio acanhada? Pois que atire a primeira pedra quem nunca disso isso!

Realmente não é nada fácil conseguir conciliar o trabalho, a família, os estudos e as outras muitas coisas mais que fazemos nesta vida, com a corrida. Tanto que é comum volta e meia sacrificarmos nosso grande prazer, que é correr, em função de outras tarefas. E aí, quando nos ajustamos nos trilhos novamente, como é difícil voltar!

Além dos motivos citados acima, muitas pessoas acabam ficando um tempo sem correr em função de alguma lesão, de algum problema de saúde, familiar, ou após um período onde treinaram muito e acabam ficando meio saturadas. Faz parte, inclusive do processo de treinamento, ficar sem correr alguns dias após uma prova mais longa ou após uma temporada intensa de corridas. Substituir a corrida pela natação, pelo ciclismo, ou por alguma outra atividade física, sem maior compromisso, é uma grande pedida neste período, para facilitar a volta.

Embora, dificilmente fique sem correr por mais de uma semana ou 10 dias, por motivos até profissionais, para não dar mal exemplo e pelos grandes benefícios que a boa corrida me proporciona, costumo dizer que estou voltando, quando estou treinando mais forte ou mais sério para alguma prova. Até brinco com os amigos que encontro pelas pistas, parques e ruas dizendo: “tome cuidado, pois estou voltando”. Se for um atleta top então, não perco a piada!

Bem, se você que está lendo, já esteve ou está nesta situação de retorno, antes de mais nada, deve ter a consciência que ninguém deve ter vergonha de estar voltando. Quem tem que ter vergonha é quem está parado por preguiça ou por algum motivo que não seja algo mais sério. Este sim, acumulando gordura, perdendo muito em saúde e qualidade de vida, além de estar aumentando o terrível grupo dos sedentários, arrumando sempre as mais furadas desculpas para não se cuidar!

O problema é como voltar após um período sem correr. Será que devo tentar retomar fazendo os mesmo treinos que fazia em outra época? Correr com o mesmo grupo de amigos, se estes continuaram treinando em minha ausência e estão em melhor forma? Devo tentar fazer os mesmo tempos nas provas que já corri um dia? Um grande erro da maioria.

Humildade, calma e planejamento são um dos grandes segredos. Estes dias fui correr em um parque aqui perto de casa, e encontrei alguns amigos, um inclusive ex-atleta dos bons, rodando em um ritmo aparentemente bem confortável. Juntei-me ao grupo e fui embora. 1º quilômetro conversando, 2º um pouco mais forte, 3º soltando um pouco mais, 4º quilômetro já um pouco ofegante, e ops, no 5º já tive que diminuir para não sofrer, não sair totalmente do meu plano e não estragar o treino do outro dia, pois se aumentasse mais um pouco, estaria fazendo uma prova e não mais um treino!

Sempre que você estiver voltando aos treinos, tome muito cuidado com as companhias e evite correr com quem está em melhor forma. Monitore-se e siga fielmente tanto o ritmo por quilômetros, quanto a freqüência cardíaca. Em alguns casos, quando a forma física estiver muito ruim é salutar até intercalar algumas caminhadas curtas dentro do treino de corrida.

Não tenha pressa. Lembre-se que no momento você está praticamente com um outro corpo, com batimentos cardíacos mais elevados, com a capacidade pulmonar bem menor, com a musculatura menos resistente, e que, forçando o ritmo na volta, poderá inclusive sofrer uma lesão, e ter que ficar mais tempo parado.

Outra dica ainda neste sentido é não pensar somente no treino daquele dia. Lembre-se que o treino para atingir o ápice em uma determinada prova ou em um período de provas, é a somatória de vários treinos, que em conjunto, proporcionarão um bom resultado da maneira mais segura e eficaz. Pense sempre no planejamento de treinos e não somente nos treinos isoladamente.

A participação em provas também deve ser feita com sabedoria, uma vez que você já esteja conseguindo correr em um ritmo confortável. Caso não queira evitá-las para não perder a motivação, use provas preparatórias em menores distâncias, com percursos mais fáceis e em ritmo mais confortável, até que a velha e boa forma esteja em dia e você em boas condições de encarar os maiores desafios. Nada de querer obter performances memoráveis, bater recordes pessoais ou chegar a frente dos antigos adversários diretos. Em último caso, vale fazer uso do bom e velho “tô voltando”, e levar na brincadeira.

Falando nisso, finalizo o nosso papo descontraído dizendo que se nos encontrarmos estes dias em algum parque ou prova por aí, e se por acaso você estiver num ritmo muito mais forte do que o meu, não se preocupe, pois como diz outra parte da alegre música: “ pode se preparar, porque eu tô voltando”!

Não tem banheiro e agora?

Corridas de Rua · 24 abr, 2008

São Paulo - (se Paula pode eu posso...) - Em muitas das maratonas que participei não precisei ir uma única vez ao banheiro, mas não foi isso que aconteceu no último domingo na Maratona de Santa Catarina, em Florianópolis. Lá foram quatro pit-stops! Como é uma necessidade fisiológica tem uma hora que simplesmente não dá para segurar. Tem que parar e aliviar a bexiga.

Daí a importância para que os banheiros químicos estejam bem distribuídos ao longo do percurso e não concentrados num único ponto, mesmo que os corredores passem por duas ou mais vezes por esse local. A experiência de ter quer ir literalmente atrás das moitas mostrou que esse modelo não é o ideal.

Nós homens podemos dar um jeitinho, mesmo sendo altamente constrangedor. Mas o que podemos fazer? Parar em um bar e pedir a chave para usar o banheiro? Não dá né!

Já as mulheres ficam numa situação muito pior. E para elas restam duas opções viáveis. Não parar e (se) urinar enquanto correm – saibam que muitas atletas de elite fazem isso para não perder tempo – e a outra opção é procurar uma moita como o Harry fez.

Caso, você mulher escolha a segunda opção (que pode ser com moita ou sem moita) assista ao vídeo educativo ministrado pela recordista mundial da maratona Paula Racliffe.


PS.: Mesmo precisando fazer essa parada, Racliffe venceu a Maratona de Londres e de quebra bateu o recorde mundial da distância.

Como diminuir a dor do joanete?

Nome: Rita Padilha
Idade: 41 anos
Dúvida: Que bom poder contar com essa seção agora. Tenho joanete (pé esquerdo) e sofro muito, pois após os treinos sinto ter machucado (fica muito sensível) o osso que fica abaixo do dedo, devido à deformidade que vem ocorrendo com o tempo. O único tênis que me adaptei foi o Mizuno Creation 8 (que por sinal saiu de linha).

Já fui a ortopedistas que me dizem não ter muito que fazer, pois é uma evolução contínua. Mesmo operando o joanete "volta". Pergunta: existe algum tênis apropriado ou alguma adaptação para ser colocada dentro do tênis para proteger o osso durante os treinos e provas, uma vez que sou maratonista e, sempre no final das provas sinto muito desconforto. Talvez algum exercício específico para minimizar a evolução?

Resposta: Joanete é a inflamação da articulação do dedão com o pé em função de uma alteração do alinhamento ósseo devido ao trauma excessivo direto e a pressão repetitiva do uso de sapatos com bicos mais finos ou apertados. Esta pressão acaba originando uma bolsa de líquido na região, podendo causar o pinçamento do nervo do dedão, resultando em dor e adormecimento.

O tratamento conservador através da aplicação de gelo, ultra-som e mobilização articular deve ser a primeira alternativa antes de uma cirurgia, tendo como objetivo principal diminuir a dor e a inflamação, além do alinhamento das articulações do seu pé. Não podemos esquecer também de um fortalecimento muscular desta região e muito alongamento.

Uma dica fundamental é comprar um tênis ou um sapato adequado ao seu pé, oferecendo espaço suficiente para os dedos e que obedeça as características biomecânicas do seu pé. Não conheço tênis específicos para o seu problema, mas você poderia tentar usar “band aids” de silicones importados que poderiam, quem sabe amenizar seu problema.

Resposta concedida pelo treinador Aulus Sellmer. Atualmente é diretor técnico da assessoria esportiva 4any1, coordenador corporativo da academia Companhia Athletica do departamento outdoor e personal training da Sociedade Hípica Paulista. Contato: www.4any1.com.br


Como diminuir a dor do joanete?

Atletismo · 31 mar, 2008

Nome: Rita Padilha
Idade: 41 anos
Dúvida: Que bom poder contar com essa seção agora. Tenho joanete (pé esquerdo) e sofro muito, pois após os treinos sinto ter machucado (fica muito sensível) o osso que fica abaixo do dedo, devido à deformidade que vem ocorrendo com o tempo. O único tênis que me adaptei foi o Mizuno Creation 8 (que por sinal saiu de linha).

Já fui a ortopedistas que me dizem não ter muito que fazer, pois é uma evolução contínua. Mesmo operando o joanete "volta". Pergunta: existe algum tênis apropriado ou alguma adaptação para ser colocada dentro do tênis para proteger o osso durante os treinos e provas, uma vez que sou maratonista e, sempre no final das provas sinto muito desconforto. Talvez algum exercício específico para minimizar a evolução?

Resposta: Joanete é a inflamação da articulação do dedão com o pé em função de uma alteração do alinhamento ósseo devido ao trauma excessivo direto e a pressão repetitiva do uso de sapatos com bicos mais finos ou apertados. Esta pressão acaba originando uma bolsa de líquido na região, podendo causar o pinçamento do nervo do dedão, resultando em dor e adormecimento.

O tratamento conservador através da aplicação de gelo, ultra-som e mobilização articular deve ser a primeira alternativa antes de uma cirurgia, tendo como objetivo principal diminuir a dor e a inflamação, além do alinhamento das articulações do seu pé. Não podemos esquecer também de um fortalecimento muscular desta região e muito alongamento.

Uma dica fundamental é comprar um tênis ou um sapato adequado ao seu pé, oferecendo espaço suficiente para os dedos e que obedeça as características biomecânicas do seu pé. Não conheço tênis específicos para o seu problema, mas você poderia tentar usar “band aids” de silicones importados que poderiam, quem sabe amenizar seu problema.

Resposta concedida pelo treinador Aulus Sellmer. Atualmente é diretor técnico da assessoria esportiva 4any1, coordenador corporativo da academia Companhia Athletica do departamento outdoor e personal training da Sociedade Hípica Paulista. Contato: www.4any1.com.br

Se proteja da chuva

Já postei neste espaço, que pelo menos no meu modo de ver, não devemos fugir das adversidades dos treinamentos. O ideal é fixar um horário certo para treinar e sair para correr faça tempo bom, sol, calor, frio ou chuva. Mas vou te contar uma coisa, não está fácil!

Como disse uma amiga: “férias com chuva não dá”. Já não bastasse esse mês de janeiro ter sido o mais frio no comparativo com os anos anteriores, só para citar, a cidade de São Paulo nos último três anos e Curitiba nos últimos dez, a chuva é o que está pegando. Como chove. Não que devemos deixar de treinar na chuva, mas tomar chuva todo dia, isto não deve ser nada bom.

Recebemos como instrução do Wanderlei de Oliveira intensificar as rodagens para “dar volume ao treinamento”, principalmente para aqueles que farão maratonas no primeiro semestre, o que é meu caso. Acordei às seis horas, abro janela e vejo ela, a chuva. “Vou esperar diminuir, depois eu saio”, pensei, pois o treino era livre. Às sete horas a chuva ainda estava lá, só que mais forte e às 7h30, quando sai de casa, aí piorou.

Corredores paulistanos que treinam no Ibirapuera tem sorte para situações como essa. Lá eles podem contar com a famosa marquise do Ibirapuera que tem um “circuito informal”, de cerca de 1.500m, banheiro e bebedouros a vontade.

Você que não treina em São Paulo qual é a dica para correr protegido em dias de temporais?


Se proteja da chuva

Corridas de Rua · 30 jan, 2008

Já postei neste espaço, que pelo menos no meu modo de ver, não devemos fugir das adversidades dos treinamentos. O ideal é fixar um horário certo para treinar e sair para correr faça tempo bom, sol, calor, frio ou chuva. Mas vou te contar uma coisa, não está fácil!

Como disse uma amiga: “férias com chuva não dá”. Já não bastasse esse mês de janeiro ter sido o mais frio no comparativo com os anos anteriores, só para citar, a cidade de São Paulo nos último três anos e Curitiba nos últimos dez, a chuva é o que está pegando. Como chove. Não que devemos deixar de treinar na chuva, mas tomar chuva todo dia, isto não deve ser nada bom.

Recebemos como instrução do Wanderlei de Oliveira intensificar as rodagens para “dar volume ao treinamento”, principalmente para aqueles que farão maratonas no primeiro semestre, o que é meu caso. Acordei às seis horas, abro janela e vejo ela, a chuva. “Vou esperar diminuir, depois eu saio”, pensei, pois o treino era livre. Às sete horas a chuva ainda estava lá, só que mais forte e às 7h30, quando sai de casa, aí piorou.

Corredores paulistanos que treinam no Ibirapuera tem sorte para situações como essa. Lá eles podem contar com a famosa marquise do Ibirapuera que tem um “circuito informal”, de cerca de 1.500m, banheiro e bebedouros a vontade.

Você que não treina em São Paulo qual é a dica para correr protegido em dias de temporais?

Um acessório indispensável para o treino

Corridas de Rua · 20 jan, 2008

Esqueça o relógio GPS último modelo ou o primeiro tênis que ultrapassou a barreira do milhar de real, atualmente, nada disto para mim é mais importante do que comprar um simples colchonete para ser usado nos exercícios de alongamentos, que na Run for Life são feitos no mínimo oito vezes por semana.

A primeira medida foi pesquisar para comprar pela internet. Achei fácil depois de pesquisar em lojas especializadas. Um modelo emborrachado sai por R$ 21,90 + R$ 5,20 de frete, que totaliza R$ 27,10 – vale mais do que a pena adquirir esse acessório.

A blogaiada pode estar perguntando: mas as assessorias esportivas não disponibilizam esse equipamento básico? Diria que disponibilizam, mas de forma reduzida o que é bastante compreensível. Ou você imagina aquele personal trainer com 100, 200 e alguns dizem passar dos mil alunos, levarem colchonetes para todos?

Certamente, deveria de haver não um carro utilitário, mas sim, um caminhão somente para o transporte do acessório. Por isso, a tendência é cada aluno seja responsável por seu kit de corrida.

Grande número de provas de rua: prós e contras

Segundo os dados da Federação Paulista de Atletismo (FPA), que analisa o número de provas oficiais de corridas de rua na cidade de São Paulo, nos últimos cinco anos a corrida cresceu da seguinte forma: 17 corridas realizadas em 2002, 34 em 2003, 107 em 2004, 166 em 2005, e 187 em 2006. O número de corredores inscritos saltou de 11 mil em 2002 para 450 mil em 2006.

Além disso, o número de assessorias esportivas e equipes de corrida também cresceu bastante. Só no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, temos mais de 60 durante a semana, cada uma contando com os serviços de vários treinadores e outros profissionais da área.

Com o crescimento tão expressivo deste esporte, surgiram, naturalmente, novas organizações de prova, cada uma buscando seu diferencial em qualidade. Continuam sendo explorados novos espaços para provas na cidade, fugindo um pouco do velho eixo Ibirapuera-USP. Oferecem-se atrativos cada vez melhores, como um kit mais bacana, uma camiseta de melhor qualidade, bandas de músicas durante as provas, direito a um show, etc. É a lei do mercado.

Com isso, o público também passou a ser mais crítico, podendo traçar comparativos e optar pelo tipo de competição de sua preferência, ou seja, aquela com muitos inscritos e mais festiva, ou outra com o número limitado de participantes, ou ainda uma terceira que tenha um percurso mais confortável, e assim por diante.

É óbvio que esta concorrência entre as organizações é muito salutar, principalmente para aqueles corredores com mais experiência, já que algumas provas estavam apresentando certa monotonia, tanto pelos percursos repetitivos, quanto pelo grande número de participantes.

Problemas - Infelizmente, há também problemas. No final do ano passado estivemos reunidos com os diretores do setor de corridas de Rua da FPA para tratarmos do calendário de 2008. Para nossa grande surpresa, naquele mesmo final de semana de dezembro havia, simplesmente 10 provas onde a FPA faria sua indispensável supervisão!

Isso mesmo! 10 corridas de rua num mesmo final de semana, incluindo uma festiva com quatro mil inscritos no sábado e mais outras três importantes com mais de três mil inscritos no domingo!

Para os técnicos, seu trabalho ficou um pouco mais complicado. Além de ter que se desdobrar para acompanhar seus alunos nas mais variadas provas, a preocupação em evitar lesões por excesso de competições tem se tornado uma constante. Está cada vez mais difícil gerenciar o treino daqueles corredores inflamados pelas emoções e empurrados pelos e-mails das organizações e da facilidade das inscrições on-line.

Se for ruim para os treinadores, também o é para os corredores, que acabam não melhorando seus tempos, por não treinarem direito, ou se lesionam e ficam impossibilitados de fazer aquilo que mais gostam!

Organizadores - Para os organizadores as coisas também estão se modificando bastante, pois o fato de vários eventos coincidirem para um mesmo final de semana, está dificultando atingir um número almejado de inscritos, conforme prometido aos patrocinadores. Como conseqüência financeira, há que transpor inúmeros obstáculos para se conseguir um resultado positivo.

Ao contrário do que a maioria pensa, o valor arrecadado com as inscrições não cobre os custos, tais como a elevadíssima taxa para a liberação das ruas pela CET, impostos, camisetas, medalhas, água, kit de lanches, ambulâncias e equipe médica, banheiros químicos, aluguel de grades, montagem de arena e palco, manutenção de site, “staffs”, sistema de som, supervisão da FPA, cronometragem eletrônica, despesas com telefone, e assim por diante.

Com o nível de qualidade que atingimos, só se consegue atingir o saldo zero ou obter algum lucro, quando se dispõem de bons patrocinadores. Estes, além de não serem fáceis, com a realização constante de duas ou três grandes provas concorrentes no mesmo final de semana, certamente estarão reavaliando o foco de seus investimentos.

O maior desafio, porém, é manter o interesse da mídia e do público. Até onde irá a paciência do pessoal cujas ruas em torno de suas residências são interditadas rotineiramente? Como disse o Sr. Renato Elias, Diretor da JJS Eventos Esportivos: “será que se tivéssemos várias etapas da F1 em São Paulo teríamos 60 mil pessoas de público como acontece com apenas uma etapa?”.

Por tudo isso que apresentamos, e para evitar outros problemas que possam ocorrer no futuro:

1- cabe aos organizadores entrar em acordo para evitar este prejudicial acúmulo de eventos no mesmo dia
2- cabe ao Departamento de Esportes da Cidade de São Paulo não permitir que dois eventos de grande porte sejam agendados para mesmo final de semana.

Queremos, sim, cada vez mais a massificação deste tão divertido, democrático e saudável esporte que é a corrida de rua, mas este crescimento deve ocorrer sempre de forma sustentável.

A ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo), que representa a maioria dos treinadores que orientam milhares de corredores desta cidade, tem conversado com diversos organizadores de provas e está disposta e aberta a ajudar, no que for possível, para a solução destes problemas.


Grande número de provas de rua: prós e contras

Caminhada · 18 jan, 2008

Segundo os dados da Federação Paulista de Atletismo (FPA), que analisa o número de provas oficiais de corridas de rua na cidade de São Paulo, nos últimos cinco anos a corrida cresceu da seguinte forma: 17 corridas realizadas em 2002, 34 em 2003, 107 em 2004, 166 em 2005, e 187 em 2006. O número de corredores inscritos saltou de 11 mil em 2002 para 450 mil em 2006.

Além disso, o número de assessorias esportivas e equipes de corrida também cresceu bastante. Só no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, temos mais de 60 durante a semana, cada uma contando com os serviços de vários treinadores e outros profissionais da área.

Com o crescimento tão expressivo deste esporte, surgiram, naturalmente, novas organizações de prova, cada uma buscando seu diferencial em qualidade. Continuam sendo explorados novos espaços para provas na cidade, fugindo um pouco do velho eixo Ibirapuera-USP. Oferecem-se atrativos cada vez melhores, como um kit mais bacana, uma camiseta de melhor qualidade, bandas de músicas durante as provas, direito a um show, etc. É a lei do mercado.

Com isso, o público também passou a ser mais crítico, podendo traçar comparativos e optar pelo tipo de competição de sua preferência, ou seja, aquela com muitos inscritos e mais festiva, ou outra com o número limitado de participantes, ou ainda uma terceira que tenha um percurso mais confortável, e assim por diante.

É óbvio que esta concorrência entre as organizações é muito salutar, principalmente para aqueles corredores com mais experiência, já que algumas provas estavam apresentando certa monotonia, tanto pelos percursos repetitivos, quanto pelo grande número de participantes.

Problemas - Infelizmente, há também problemas. No final do ano passado estivemos reunidos com os diretores do setor de corridas de Rua da FPA para tratarmos do calendário de 2008. Para nossa grande surpresa, naquele mesmo final de semana de dezembro havia, simplesmente 10 provas onde a FPA faria sua indispensável supervisão!

Isso mesmo! 10 corridas de rua num mesmo final de semana, incluindo uma festiva com quatro mil inscritos no sábado e mais outras três importantes com mais de três mil inscritos no domingo!

Para os técnicos, seu trabalho ficou um pouco mais complicado. Além de ter que se desdobrar para acompanhar seus alunos nas mais variadas provas, a preocupação em evitar lesões por excesso de competições tem se tornado uma constante. Está cada vez mais difícil gerenciar o treino daqueles corredores inflamados pelas emoções e empurrados pelos e-mails das organizações e da facilidade das inscrições on-line.

Se for ruim para os treinadores, também o é para os corredores, que acabam não melhorando seus tempos, por não treinarem direito, ou se lesionam e ficam impossibilitados de fazer aquilo que mais gostam!

Organizadores - Para os organizadores as coisas também estão se modificando bastante, pois o fato de vários eventos coincidirem para um mesmo final de semana, está dificultando atingir um número almejado de inscritos, conforme prometido aos patrocinadores. Como conseqüência financeira, há que transpor inúmeros obstáculos para se conseguir um resultado positivo.

Ao contrário do que a maioria pensa, o valor arrecadado com as inscrições não cobre os custos, tais como a elevadíssima taxa para a liberação das ruas pela CET, impostos, camisetas, medalhas, água, kit de lanches, ambulâncias e equipe médica, banheiros químicos, aluguel de grades, montagem de arena e palco, manutenção de site, “staffs”, sistema de som, supervisão da FPA, cronometragem eletrônica, despesas com telefone, e assim por diante.

Com o nível de qualidade que atingimos, só se consegue atingir o saldo zero ou obter algum lucro, quando se dispõem de bons patrocinadores. Estes, além de não serem fáceis, com a realização constante de duas ou três grandes provas concorrentes no mesmo final de semana, certamente estarão reavaliando o foco de seus investimentos.

O maior desafio, porém, é manter o interesse da mídia e do público. Até onde irá a paciência do pessoal cujas ruas em torno de suas residências são interditadas rotineiramente? Como disse o Sr. Renato Elias, Diretor da JJS Eventos Esportivos: “será que se tivéssemos várias etapas da F1 em São Paulo teríamos 60 mil pessoas de público como acontece com apenas uma etapa?”.

Por tudo isso que apresentamos, e para evitar outros problemas que possam ocorrer no futuro:

1- cabe aos organizadores entrar em acordo para evitar este prejudicial acúmulo de eventos no mesmo dia
2- cabe ao Departamento de Esportes da Cidade de São Paulo não permitir que dois eventos de grande porte sejam agendados para mesmo final de semana.

Queremos, sim, cada vez mais a massificação deste tão divertido, democrático e saudável esporte que é a corrida de rua, mas este crescimento deve ocorrer sempre de forma sustentável.

A ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo), que representa a maioria dos treinadores que orientam milhares de corredores desta cidade, tem conversado com diversos organizadores de provas e está disposta e aberta a ajudar, no que for possível, para a solução destes problemas.

Confira um checklist para correr a S. Silvestre

A Corrida Internacional de São Silvestre atrai milhares de pessoas para a Avenida Paulista todos os anos, dentre eles muitos amadores e pessoas que nunca correram a tão famosa competição. Para não ficar na mão no dia D, confira algumas dicas que certamente farão a diferença no desempenho.

Para o treinador Wanderlei de Oliveira a alimentação no dia 31 deve ter uma atenção rigorosa, já que deverá ser feita em horários não convencionais para muitos, o que requer uma adaptação alguns dias antes. Confira algumas dicas.


  • Alimentação

    - Homens e Mulheres devem tomar café às 7h e almoçar no máximo até 12h30.

    - Aconselha-se comer salada, massa e pequenas quantidades de frutas.

  • Hidratação

    - Por causa do calor o atleta não deve dispensar os postos de hidratação.

    - Beba um pouco de água em cada posto durante o percurso.

  • Roupa

    - Um dia antes da corrida separe a roupa que irá usar.

    - Já vá para a prova com o número de peito preso na camiseta e o chip no tênis.

    - Use roupas leves e confortáveis. De preferência aos shorts e regatas ao invés de calça e camiseta.

  • Proteção

    - Use protetor solar fator 30 que não sai na água.

    - Aconselha-se usar boné.

  • Horário de chegada

    - Chegar no mínimo uma hora antes da largada. A largada feminina e masculina será às 17h.

    - Ficar na sombra até que a prova comece.

    - 30 minutos antes da largada aconselha-se fazer um trote de 15 minutos e mais o alongamento.

    - Se posicionar na largada cinco minutos antes da prova para evitar o calor e o sol forte.


  • Confira um checklist para correr a S. Silvestre

    Corridas de Rua · 21 dez, 2007

    A Corrida Internacional de São Silvestre atrai milhares de pessoas para a Avenida Paulista todos os anos, dentre eles muitos amadores e pessoas que nunca correram a tão famosa competição. Para não ficar na mão no dia D, confira algumas dicas que certamente farão a diferença no desempenho.

    Para o treinador Wanderlei de Oliveira a alimentação no dia 31 deve ter uma atenção rigorosa, já que deverá ser feita em horários não convencionais para muitos, o que requer uma adaptação alguns dias antes. Confira algumas dicas.


  • Alimentação

    - Homens e Mulheres devem tomar café às 7h e almoçar no máximo até 12h30.

    - Aconselha-se comer salada, massa e pequenas quantidades de frutas.

  • Hidratação

    - Por causa do calor o atleta não deve dispensar os postos de hidratação.

    - Beba um pouco de água em cada posto durante o percurso.

  • Roupa

    - Um dia antes da corrida separe a roupa que irá usar.

    - Já vá para a prova com o número de peito preso na camiseta e o chip no tênis.

    - Use roupas leves e confortáveis. De preferência aos shorts e regatas ao invés de calça e camiseta.

  • Proteção

    - Use protetor solar fator 30 que não sai na água.

    - Aconselha-se usar boné.

  • Horário de chegada

    - Chegar no mínimo uma hora antes da largada. A largada feminina e masculina será às 17h.

    - Ficar na sombra até que a prova comece.

    - 30 minutos antes da largada aconselha-se fazer um trote de 15 minutos e mais o alongamento.

    - Se posicionar na largada cinco minutos antes da prova para evitar o calor e o sol forte.

  • Cuidado com os raios quando se corre

    Corridas de Rua · 02 nov, 2007

    Primavera e verão são as estações do ano em que mais chove e normalmente não são chuvinhas e sim tempestades que se precipitam sempre após um dia abafado. Com as chuvas vêm os trovões e os temidos raios. Portanto, devemos tomar muito cuidado com os raios enquanto pratica-se corrida em locais abertos, como por exemplo parques.

    Para quem acha que é um cuidado tolo, saiba que o Brasil é o país com maior incidência no mundo, com cerca de 100 milhões de raios por ano. Alguns podem perguntar se morre gente. Sim, morre e como. Embora apenas uma entre um milhão de pessoas sejam atingidas, no Brasil somente no ano 2000, 100 pessoas morreram.

    Um cuidado muito importante ao correr nestas condições é se proteger, mas nunca sob a falsa proteção de árvores que atraem os raios. Deve-se ainda evitar ficar próximo aos trilhos, cercas, postes e linhas de energia elétrica.

    Segundo o Instituto de Tecnologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRRJ), “se você estiver em campo aberto, sem um abrigo próximo e sentir seus pelos arrepiados ou sua pele coçar, indicando que um relâmpago (raio) está prestes a cair, ajoelhe-se e curve-se para a frente, colocando suas mãos nos joelhos e sua cabeça entre eles e nunca deite-se no chão, que é pior”.

    Atingido, saiba que a chance de sobreviver é de apenas 2%!

    Focar objetivos é fundamental para um corredor

    Corridas de Rua · 28 out, 2007

    Hoje corri minha quinta prova no ano. E bati meu recorde entre as distâncias, já que percorri 5.275m do percurso montado no Autódromo de Interlagos para a disputa do Ayrton Senna Racing Day. Todas as demais provas foram de 5Km.

    Atribuo isso a falta de foco e explico: não programei nenhum objetivo factual como correr uma maratona, cravar um recorde pessoal, quebrar um desafio. E como não gosto de correr somente para completar a escolha de distâncias curtas foi a melhor opção encontrada para correr o mais próximo do meu limite. Mas na minha opinião a falta de foco é muito ruim na vida de um corredor.

    Não posso dizer que corri forte hoje. Já que fechei o octeto que montamos aqui no Webrun e comecei a correr por volta das 12h sob um sol escaldante que beirava os 35°C, portanto, meu objetivo era fechar a prova sem andar um único centímetro nas subidas de Interlagos e isso consegui fazer.

    Porém, na próxima temporada vou focar em maratonas. Pretendo fazer duas ou três provas e tentar correr o mais próximo possível da casa das três horas. Correr sub 3h está fora dos planos, mas, seria um ótimo foco para a temporada 2009.

    Para um corredor foco é fundamental!

    Cuidados com a umidade relativa do ar

    Corridas de Rua · 27 out, 2007

    Depois de meses de estiagem com escassas chuvas São Pedro resolveu dar uma força para São Paulo, a cidade. Desde que desabou um baita toró na tarde do ultimo domingo, dia 21, não pára de chover. Para se ter uma idéia, momentos antes desta chuva a temperatura estava em 35°C e a umidade relativa do ar (UR) em 30%. No momento que escrevo esse post – após outro dilúvio - a temperatura está em 20°C e a UR em 83%.

    Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) a média ideal da UR fica entre 40% a 50%. Abaixo de 40% nosso corpo sofre. Os principais problemas observados são complicações alérgicas e respiratórias, ressecamento da mucosa, sangramento pelo nariz e irritação dos olhos, além, da menor dispersão da poluição.

    As dicas básicas para amenizar o problema da baixa UR, é evitar e até suprimir exercícios físicos ao ar livre entre 10 e 16 horas, sempre se proteger do sol, usar soro fisiológico para olhos e narinas e consumir muita água.

    Por outro, lado ambientes fechados e muito úmido (+70%) também prejudicam a saúde, as principais consequências são as alergias e reumatismos. Neste caso, deve-se manter o local limpo e arejado, limpar as superfícies lisas com pano limpo e úmido e trocar regularmente as roupas de cama.

    Esses são alguns dos cuidados básicos que você deve ter!