Ultra Maratona

Você sabe controlar o ritmo na corrida sem a ajuda do relógio?

Acessórios como o relógio ou GPS costumam ser muito utilizados pelos esportistas para marcar o pace, que é o ritmo médio de corrida. Assim, é possível saber em quanto tempo o atleta percorre um quilômetro. Mas, como esse controle pode ser feito sem o auxílio de equipamentos?

É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho. Foto: astrosystem/Fotolia É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho. Foto: astrosystem/Fotolia

“É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho para que depois busque fazer as voltas todas no mesmo ritmo, desse modo o corpo vai absorver e gravar essas informações”, explica o treinador Leandro Sandoval.

Para isso é importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. “Os treinos longos ajudam a ajustar melhor o ritmo ideal para cada distância desejada”, afirma.

Quando o corredor encontra o pace ideal acaba se beneficiando com uma corrida mais segura e saudável. “O ritmo tem que ser cadenciado para que o corpo possa suportar a distância desejada com o menor desgaste possível”, diz o treinador.

É importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. Foto: 135pixels/Fotolia É importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. Foto: 135pixels/Fotolia

Apesar de ser possível correr apenas contando com a percepção, o atleta precisa tomar cuidado para não forçar além da conta, afinal isso pode causar lesões e outros problemas desnecessários.

Pensando nisso, o treinador listou alguns passos para que você domine seu pace:

  • Faça o volume semanal de treinos correspondente à distância ao qual correrá.
  • Evite repetir treinos intensos em dias seguidos.
  • O ritmo ideal tem que ser confortável e rápido.
  • Procure treinar corretamente, tendo sempre cautela.


  • Você sabe controlar o ritmo na corrida sem a ajuda do relógio?

    Atletismo · 28 out, 2015

    Acessórios como o relógio ou GPS costumam ser muito utilizados pelos esportistas para marcar o pace, que é o ritmo médio de corrida. Assim, é possível saber em quanto tempo o atleta percorre um quilômetro. Mas, como esse controle pode ser feito sem o auxílio de equipamentos?

    É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho. Foto: astrosystem/Fotolia É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho. Foto: astrosystem/Fotolia

    “É preciso marcar por pelo menos uma vez o tempo e a distância no aparelho para que depois busque fazer as voltas todas no mesmo ritmo, desse modo o corpo vai absorver e gravar essas informações”, explica o treinador Leandro Sandoval.

    Para isso é importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. “Os treinos longos ajudam a ajustar melhor o ritmo ideal para cada distância desejada”, afirma.

    Quando o corredor encontra o pace ideal acaba se beneficiando com uma corrida mais segura e saudável. “O ritmo tem que ser cadenciado para que o corpo possa suportar a distância desejada com o menor desgaste possível”, diz o treinador.

    É importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. Foto: 135pixels/Fotolia É importante que o praticante de corrida faça treinos ritmados. Foto: 135pixels/Fotolia

    Apesar de ser possível correr apenas contando com a percepção, o atleta precisa tomar cuidado para não forçar além da conta, afinal isso pode causar lesões e outros problemas desnecessários.

    Pensando nisso, o treinador listou alguns passos para que você domine seu pace:

  • Faça o volume semanal de treinos correspondente à distância ao qual correrá.
  • Evite repetir treinos intensos em dias seguidos.
  • O ritmo ideal tem que ser confortável e rápido.
  • Procure treinar corretamente, tendo sempre cautela.

  • Ultratriathlon UB515 já tem os selecionados para a prova de 2016

    Nos dias 1, 2 e 3 de abril de 2016 será realizada entre as cidades de Paraty e Rio de Janeiro a terceira edição do UB515, único triathlon da América do Sul na distância Ultraman. A prova no Brasil é disputada nos mesmos moldes do Mundial, no Havaí, onde no primeiro dia os atletas nadam dez quilômetros e pedalam 145; no segundo, pedalam 276 quilômetros; e no terceiro, correm duas maratonas (84 quilômetros).

    A ideia da prova em solo brasileiro partiu de Cory Foulk – americano que é uma lenda do Ultraman – e dois “Alexandres” apaixonados pelo evento, o maior vencedor de todos os tempos da competição, Alexandre Ribeiro, que tem seis títulos no Havaí, e o Ultraman finisher de 2008 Alexandre Luna."Ficamos sinceramente surpresos com o volume de candidaturas que recebemos para 2016, o maior até agora nos três anos do UB515. Entretanto, muito mais importante que números, é nossa percepção que o evento cumpre seu objetivo maior, que é o de usar o triathlon como um meio para potencializar em todos os envolvidos no evento os valores do autoconhecimento, da solidariedade, da humildade, da valorização da família e da amizade”, disse Luna.
    Será que a corrida pode virar um vício?

    Luiza Tobar campeã da última edição do Ultratriathlon no Brasil Foto: Ricardo Andrade/Divulgação Luiza Tobar campeã da última edição do Ultratriathlon no Brasil Foto: Ricardo Andrade/Divulgação

    Para Cory, que também vai competir na prova brasileira, pelo terceiro ano seguido, o UB515 é não sobre tempo, distâncias ou equipamentos, é sobre pessoas: "Como diretor de prova do eu acredito que é nossa obrigação atrair novas pessoas para o evento. O UB515 é sobre ligar as pessoas a terra, à essência espiritual da qual todos nós viemos.”

    Assim como no Havaí, para participar da prova os competidores devem ser aceitos pela organização. Este procedimento é o mesmo que acontece em outras provas de Ultraman realizadas pelo mundo, onde a preferência é dada aos atletas mais experientes em ultradistâncias. “Fizemos entrevistas individuais com todos os atletas, quando não foi possível de forma presencial, fizemos via Skype. O processo de avaliação das candidaturas é necessário sobretudo para segurança dos participantes, além de analisarmos seus currículos esportivos”, revela Ribeiro.

    Para o UB515 de 2016 foram selecionados 31 triatletas. São eles: Sergio Cordeiro, Cory Foulk, Ivan Albano, Reinaldo Bassit, Luiz Rissato, Milton Souza, Paulo Pereira, Alex Correia Pinheiro, Alexandre Fontenelle, Denilson de Freitas, Alessandro Mucknika, Cleyton de Souza, Alessandro Medeiros, Pedro Paes, Tales Galbler, Sergio Bassichetto, Sergio Cedano, Anderson Lira Dias, André Correia, Arthur Ruffato, Cesar Miguel dos Santos, Marco Rossi, João Schena, Josemar Alves, Renato de Abreu Freitas, Eduardo Netto Fadiga, Flavio Bittencourt de Sá, Fred Alves, Harryson Gomes Silva, Jaques de Almeida Jr e Aline Carvalho (única mulher).


    Ultratriathlon UB515 já tem os selecionados para a prova de 2016

    Triathlon · 22 out, 2015

    Nos dias 1, 2 e 3 de abril de 2016 será realizada entre as cidades de Paraty e Rio de Janeiro a terceira edição do UB515, único triathlon da América do Sul na distância Ultraman. A prova no Brasil é disputada nos mesmos moldes do Mundial, no Havaí, onde no primeiro dia os atletas nadam dez quilômetros e pedalam 145; no segundo, pedalam 276 quilômetros; e no terceiro, correm duas maratonas (84 quilômetros).

    A ideia da prova em solo brasileiro partiu de Cory Foulk – americano que é uma lenda do Ultraman – e dois “Alexandres” apaixonados pelo evento, o maior vencedor de todos os tempos da competição, Alexandre Ribeiro, que tem seis títulos no Havaí, e o Ultraman finisher de 2008 Alexandre Luna."Ficamos sinceramente surpresos com o volume de candidaturas que recebemos para 2016, o maior até agora nos três anos do UB515. Entretanto, muito mais importante que números, é nossa percepção que o evento cumpre seu objetivo maior, que é o de usar o triathlon como um meio para potencializar em todos os envolvidos no evento os valores do autoconhecimento, da solidariedade, da humildade, da valorização da família e da amizade”, disse Luna.
    Será que a corrida pode virar um vício?

    Luiza Tobar campeã da última edição do Ultratriathlon no Brasil Foto: Ricardo Andrade/Divulgação Luiza Tobar campeã da última edição do Ultratriathlon no Brasil Foto: Ricardo Andrade/Divulgação

    Para Cory, que também vai competir na prova brasileira, pelo terceiro ano seguido, o UB515 é não sobre tempo, distâncias ou equipamentos, é sobre pessoas: "Como diretor de prova do eu acredito que é nossa obrigação atrair novas pessoas para o evento. O UB515 é sobre ligar as pessoas a terra, à essência espiritual da qual todos nós viemos.”

    Assim como no Havaí, para participar da prova os competidores devem ser aceitos pela organização. Este procedimento é o mesmo que acontece em outras provas de Ultraman realizadas pelo mundo, onde a preferência é dada aos atletas mais experientes em ultradistâncias. “Fizemos entrevistas individuais com todos os atletas, quando não foi possível de forma presencial, fizemos via Skype. O processo de avaliação das candidaturas é necessário sobretudo para segurança dos participantes, além de analisarmos seus currículos esportivos”, revela Ribeiro.

    Para o UB515 de 2016 foram selecionados 31 triatletas. São eles: Sergio Cordeiro, Cory Foulk, Ivan Albano, Reinaldo Bassit, Luiz Rissato, Milton Souza, Paulo Pereira, Alex Correia Pinheiro, Alexandre Fontenelle, Denilson de Freitas, Alessandro Mucknika, Cleyton de Souza, Alessandro Medeiros, Pedro Paes, Tales Galbler, Sergio Bassichetto, Sergio Cedano, Anderson Lira Dias, André Correia, Arthur Ruffato, Cesar Miguel dos Santos, Marco Rossi, João Schena, Josemar Alves, Renato de Abreu Freitas, Eduardo Netto Fadiga, Flavio Bittencourt de Sá, Fred Alves, Harryson Gomes Silva, Jaques de Almeida Jr e Aline Carvalho (única mulher).

    Treinamento funcional pode ajudar na preparação dos corredores

    Todo praticante de corrida tem o objetivo de evoluir cada vez mais no esporte, procurando sempre um diferencial nos treinos semanais. Para isso, os movimentos específicos durante um treinamento funcional acabam sendo grandes aliados desses esportistas. Bola de pilates, tornozeleiras e cama elástica são alguns dos equipamentos que podem ser utilizados durante os exercícios.

    Segundo o preparador físico Marcelo Capella, que criou o método chamado de M.A.R. Training Method, esse treinamento trabalha as sete capacidades físicas em todas as aulas. “Prepara muito mais o atleta, prevenindo, recuperando e aumentando a performance e rendimento dele”, diz.

    Uma das sugestões é fazer exercícios de agachamento. Foto: Adam Gregor/Fotolia Uma das sugestões é fazer exercícios de agachamento. Foto: Adam Gregor/Fotolia

    O especialista ainda destaca a importância de trabalhar a mobilidade e flexibilidade para evitar lesões e recuperar a musculatura para o próximo treino ou competição.

    Para quem corre, a sugestão é fazer exercícios de agachamento, além de saltos, deslocamentos e giros, com velocidade alternada, mudança de direção e em desníveis. Vale lembrar que isso deve ser realizado em séries de tempo com descanso.

    “Os principais movimentos de mobilidade são os que trabalham cadeias musculares. Particularmente utilizo o método five konzept (exercícios de inclinação do corpo para trás) e o M.A.R. Training Method juntos. Fazemos três séries de 15 segundos de cada movimento para obter o maior espaço articular e o melhor alongamento”, afirma Marcelo.

    Com o treinamento funcional, o esportista pode melhorar também a força, agilidade e velocidade na corrida. Apesar de todas essas dicas, é essencial que o atleta tenha o acompanhamento de um profissional qualificado para efetuar o treino de acordo com os seus objetivos individuais.


    Treinamento funcional pode ajudar na preparação dos corredores

    Atletismo · 19 out, 2015

    Todo praticante de corrida tem o objetivo de evoluir cada vez mais no esporte, procurando sempre um diferencial nos treinos semanais. Para isso, os movimentos específicos durante um treinamento funcional acabam sendo grandes aliados desses esportistas. Bola de pilates, tornozeleiras e cama elástica são alguns dos equipamentos que podem ser utilizados durante os exercícios.

    Segundo o preparador físico Marcelo Capella, que criou o método chamado de M.A.R. Training Method, esse treinamento trabalha as sete capacidades físicas em todas as aulas. “Prepara muito mais o atleta, prevenindo, recuperando e aumentando a performance e rendimento dele”, diz.

    Uma das sugestões é fazer exercícios de agachamento. Foto: Adam Gregor/Fotolia Uma das sugestões é fazer exercícios de agachamento. Foto: Adam Gregor/Fotolia

    O especialista ainda destaca a importância de trabalhar a mobilidade e flexibilidade para evitar lesões e recuperar a musculatura para o próximo treino ou competição.

    Para quem corre, a sugestão é fazer exercícios de agachamento, além de saltos, deslocamentos e giros, com velocidade alternada, mudança de direção e em desníveis. Vale lembrar que isso deve ser realizado em séries de tempo com descanso.

    “Os principais movimentos de mobilidade são os que trabalham cadeias musculares. Particularmente utilizo o método five konzept (exercícios de inclinação do corpo para trás) e o M.A.R. Training Method juntos. Fazemos três séries de 15 segundos de cada movimento para obter o maior espaço articular e o melhor alongamento”, afirma Marcelo.

    Com o treinamento funcional, o esportista pode melhorar também a força, agilidade e velocidade na corrida. Apesar de todas essas dicas, é essencial que o atleta tenha o acompanhamento de um profissional qualificado para efetuar o treino de acordo com os seus objetivos individuais.

    Você sabia que alguns alimentos são considerados falsos vegetarianos?

    De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, "é considerado vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os tipos de carnes, aves, peixes e seus derivados, podendo ou não utilizar laticínios ou ovos". Mas é importante destacar que alguns itens encontrados na prateleira do mercado podem enganar quem adere à essa opção alimentar.

    Os alimentos podem parecer vegetarianos, mas na realidade têm componentes animais. Foto: AntonioDiaz/Fotolia Os alimentos podem parecer vegetarianos, mas na realidade têm componentes animais. Foto: AntonioDiaz/Fotolia

    Pensando nisso, a nutricionista Nanci Fernandes Py, especialista em dietas vegetarianas, reforça a importância de analisar bem a composição dos alimentos antes do consumo. “Leia atentamente o rótulo. Se ainda tiver dúvida, recorra ao SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). Quando for se alimentar na rua, procure se informar”, afirma.

    A especialista ainda separou uma lista com alguns exemplos desses alimentos falsos vegetarianos e como os componentes animais ou derivados podem estar escondidos.

  • Iogurtes de soja, bebidas, biscoitos, balas e outras preparações de cor vermelha ou rosa (normalmente com sabor morango, cereja ou framboesa) podem conter o corante vermelho carmim que é de origem animal.
  • Biscoitos e pães podem conter soro do leite ou mesmo leite em pó na composição.
  • Granolas e barras de cereais podem conter mel.
  • A maioria das margarinas também possuem leite ou soro do leite.
  • As massas de macarrão, lasanhas e produtos similares podem ter ovo, inclusive as massas frescas.
  • Em restaurantes, o feijão ou o molho de tomate podem ser preparados com carne ou bacon para dar sabor.
  • Empadas e salgados de lanchonetes costumam pincelar gema de ovo por cima, para deixar com aspecto mais atraente. Hambúrgueres supostamente vegetarianos podem conter ovo.

    “O mercado vegano no Brasil está em fase de expansão, hoje em dia já temos disponível até queijo vegano sendo vendido em peça!”, finaliza Nanci. Mesmo assim, a melhor alternativa ainda é preparar a sua própria comida, sempre com alimentos livres de aditivos e substâncias artificiais.


  • Você sabia que alguns alimentos são considerados falsos vegetarianos?

    Atletismo · 15 out, 2015

    De acordo com a Sociedade Vegetariana Brasileira, "é considerado vegetariano todo aquele que exclui de sua alimentação todos os tipos de carnes, aves, peixes e seus derivados, podendo ou não utilizar laticínios ou ovos". Mas é importante destacar que alguns itens encontrados na prateleira do mercado podem enganar quem adere à essa opção alimentar.

    Os alimentos podem parecer vegetarianos, mas na realidade têm componentes animais. Foto: AntonioDiaz/Fotolia Os alimentos podem parecer vegetarianos, mas na realidade têm componentes animais. Foto: AntonioDiaz/Fotolia

    Pensando nisso, a nutricionista Nanci Fernandes Py, especialista em dietas vegetarianas, reforça a importância de analisar bem a composição dos alimentos antes do consumo. “Leia atentamente o rótulo. Se ainda tiver dúvida, recorra ao SAC (Serviço de Atendimento ao Consumidor). Quando for se alimentar na rua, procure se informar”, afirma.

    A especialista ainda separou uma lista com alguns exemplos desses alimentos falsos vegetarianos e como os componentes animais ou derivados podem estar escondidos.

  • Iogurtes de soja, bebidas, biscoitos, balas e outras preparações de cor vermelha ou rosa (normalmente com sabor morango, cereja ou framboesa) podem conter o corante vermelho carmim que é de origem animal.
  • Biscoitos e pães podem conter soro do leite ou mesmo leite em pó na composição.
  • Granolas e barras de cereais podem conter mel.
  • A maioria das margarinas também possuem leite ou soro do leite.
  • As massas de macarrão, lasanhas e produtos similares podem ter ovo, inclusive as massas frescas.
  • Em restaurantes, o feijão ou o molho de tomate podem ser preparados com carne ou bacon para dar sabor.
  • Empadas e salgados de lanchonetes costumam pincelar gema de ovo por cima, para deixar com aspecto mais atraente. Hambúrgueres supostamente vegetarianos podem conter ovo.

    “O mercado vegano no Brasil está em fase de expansão, hoje em dia já temos disponível até queijo vegano sendo vendido em peça!”, finaliza Nanci. Mesmo assim, a melhor alternativa ainda é preparar a sua própria comida, sempre com alimentos livres de aditivos e substâncias artificiais.

  • Superalimentos são grandes aliados do organismo

    Na busca por uma alimentação cada vez mais saudável, as pessoas acabam se deparando com os chamados superalimentos. Mas o que eles são e como podem ser benéficos para a nossa saúde?

    De acordo com Fúlvia Gomes Hazarabedian, nutricionista da Bio Ritmo, esses alimentos possuem grande quantidade de micronutrientes (vitaminas e minerais) e fibras com alto poder antioxidante. “Promovem muitos benefícios ao organismo, como por exemplo, prevenindo doenças e auxiliando no equilíbrio das funções corporais”, afirma.

    Uma sugestão é consumir mingau de fruta sem açúcar. Foto: cook_inspire/Fotolia Uma sugestão é consumir mingau de fruta sem açúcar. Foto: cook_inspire/Fotolia

    Inclusive alguns desses alimentos podem ser incluídos diariamente na dieta. Neste caso, uma sugestão da especialista é a aveia em flocos que pode ser consumida de diversas maneiras no café da manhã: com iogurte, batida com alguma variedade de leite e frutas, misturada com salada de fruta ou até um mingau de fruta sem açúcar.

    A nutricionista separou alguns exemplos desses superalimentos e seus respectivos benefícios:

  • Açaí: alto poder antioxidante e auxilia na prevenção de arteriosclerose (desgaste de artérias).

  • Castanha-do-pará: alto teor de selênio, mineral que atua no equilíbrio da tiroide, evitando oscilações de peso. Previne tumores, fortalece o sistema imunológico e protege contra a ação dos radicais livres, que tem sua produção aumentada com a prática de atividade física.

  • Aveia: Possui alta quantidade de fibras hidrossolúveis e consegue reduzir o nível de colesterol sanguíneo. Auxilia no controle de diabetes e na regulação intestinal. Rica em vitaminas B, cálcio, fósforo, ferro, sódio, potássio, cloro, magnésio e manganês.

  • Romã: Potente antioxidante, rico em vitaminas do complexo B, A e C, sendo assim, atua no antienvelhecimento.

    É importante contar sempre com o acompanhamento de um nutricionista! Foto: stokkete/Fotolia É importante contar sempre com o acompanhamento de um nutricionista! Foto: stokkete/Fotolia

    Quais alimentos e bebidas ajudam a evitar as temíveis câimbras?

    Apesar das vantagens desses alimentos, é importante frisar que o consumo deve ser equilibrado e sempre com o acompanhamento de um nutricionista. De qualquer forma, não há contra indicação.

    “Sempre que programamos um plano alimentar preconizamos que haja um equilíbrio nutricional entre macro, micronutrientes, fibras, calorias, entre outros. Por isso, a incidência, frequência, preparo e quantidade são personalizadas”, finaliza Fúlvia.


  • Superalimentos são grandes aliados do organismo

    Atletismo · 13 out, 2015

    Na busca por uma alimentação cada vez mais saudável, as pessoas acabam se deparando com os chamados superalimentos. Mas o que eles são e como podem ser benéficos para a nossa saúde?

    De acordo com Fúlvia Gomes Hazarabedian, nutricionista da Bio Ritmo, esses alimentos possuem grande quantidade de micronutrientes (vitaminas e minerais) e fibras com alto poder antioxidante. “Promovem muitos benefícios ao organismo, como por exemplo, prevenindo doenças e auxiliando no equilíbrio das funções corporais”, afirma.

    Uma sugestão é consumir mingau de fruta sem açúcar. Foto: cook_inspire/Fotolia Uma sugestão é consumir mingau de fruta sem açúcar. Foto: cook_inspire/Fotolia

    Inclusive alguns desses alimentos podem ser incluídos diariamente na dieta. Neste caso, uma sugestão da especialista é a aveia em flocos que pode ser consumida de diversas maneiras no café da manhã: com iogurte, batida com alguma variedade de leite e frutas, misturada com salada de fruta ou até um mingau de fruta sem açúcar.

    A nutricionista separou alguns exemplos desses superalimentos e seus respectivos benefícios:

  • Açaí: alto poder antioxidante e auxilia na prevenção de arteriosclerose (desgaste de artérias).

  • Castanha-do-pará: alto teor de selênio, mineral que atua no equilíbrio da tiroide, evitando oscilações de peso. Previne tumores, fortalece o sistema imunológico e protege contra a ação dos radicais livres, que tem sua produção aumentada com a prática de atividade física.

  • Aveia: Possui alta quantidade de fibras hidrossolúveis e consegue reduzir o nível de colesterol sanguíneo. Auxilia no controle de diabetes e na regulação intestinal. Rica em vitaminas B, cálcio, fósforo, ferro, sódio, potássio, cloro, magnésio e manganês.

  • Romã: Potente antioxidante, rico em vitaminas do complexo B, A e C, sendo assim, atua no antienvelhecimento.

    É importante contar sempre com o acompanhamento de um nutricionista! Foto: stokkete/Fotolia É importante contar sempre com o acompanhamento de um nutricionista! Foto: stokkete/Fotolia

    Quais alimentos e bebidas ajudam a evitar as temíveis câimbras?

    Apesar das vantagens desses alimentos, é importante frisar que o consumo deve ser equilibrado e sempre com o acompanhamento de um nutricionista. De qualquer forma, não há contra indicação.

    “Sempre que programamos um plano alimentar preconizamos que haja um equilíbrio nutricional entre macro, micronutrientes, fibras, calorias, entre outros. Por isso, a incidência, frequência, preparo e quantidade são personalizadas”, finaliza Fúlvia.

  • Gomes da Costa apresenta novas linhas de saladas

    A Gomes da Costa amplia o seu portfólio de produtos práticos e saudáveis com dois lançamentos de dar água na boca. São as saladas de atum, batata doce e azeite e de salmão, batata e maionese. Ricas em proteínas e ômega 3, as novidades são ideais para quem tem uma rotina agitada, conciliando trabalho e atividades físicas.

    Além disso, já vêm prontas para o consumo, economizando tempo na cozinha, e acompanham, inclusive, um garfinho, para poder ser degustado em qualquer lugar, a qualquer hora. As novas saladas da marca são as primeiras do mercado a trazer essas duas opções de sabores. Ambas possuem validade de 18 meses, a partir da data de fabricação.

    Produtos trazem benefícios à saúde, além de serem práticos. Foto: Divulgação Produtos trazem benefícios à saúde, além de serem práticos. Foto: Divulgação


    Salada de atum, batata doce e azeite

    Traz todos os benefícios do atum (proteínas e ômega 3) e ainda ajuda no emagrecimento, graças à grande quantidade de fibras presente na batata doce. Também proporciona energia aos atletas que precisam queimar gorduras e aumentar o ganho da massa muscular. Estão à venda em todo o Brasil em embalagens de 150 gramas.

    Salada de salmão, batata e maionese

    Depois do sucesso das saladas de atum, a Gomes da Costa atende aos pedidos dos consumidores e lança a sua primeira linha de saladas prontas com salmão. Além do sabor único e benefícios saudáveis desse pescado – rico em ômega 3, ácido graxo poli-insaturado que ajuda na redução do colesterol, além de combater os triglicerídeos –, acrescenta a combinação deliciosa da batata e da maionese. Estão à venda em todo o Brasil, em embalagens de 170 gramas.


    Gomes da Costa apresenta novas linhas de saladas

    Atletismo · 08 out, 2015

    A Gomes da Costa amplia o seu portfólio de produtos práticos e saudáveis com dois lançamentos de dar água na boca. São as saladas de atum, batata doce e azeite e de salmão, batata e maionese. Ricas em proteínas e ômega 3, as novidades são ideais para quem tem uma rotina agitada, conciliando trabalho e atividades físicas.

    Além disso, já vêm prontas para o consumo, economizando tempo na cozinha, e acompanham, inclusive, um garfinho, para poder ser degustado em qualquer lugar, a qualquer hora. As novas saladas da marca são as primeiras do mercado a trazer essas duas opções de sabores. Ambas possuem validade de 18 meses, a partir da data de fabricação.

    Produtos trazem benefícios à saúde, além de serem práticos. Foto: Divulgação Produtos trazem benefícios à saúde, além de serem práticos. Foto: Divulgação


    Salada de atum, batata doce e azeite

    Traz todos os benefícios do atum (proteínas e ômega 3) e ainda ajuda no emagrecimento, graças à grande quantidade de fibras presente na batata doce. Também proporciona energia aos atletas que precisam queimar gorduras e aumentar o ganho da massa muscular. Estão à venda em todo o Brasil em embalagens de 150 gramas.

    Salada de salmão, batata e maionese

    Depois do sucesso das saladas de atum, a Gomes da Costa atende aos pedidos dos consumidores e lança a sua primeira linha de saladas prontas com salmão. Além do sabor único e benefícios saudáveis desse pescado – rico em ômega 3, ácido graxo poli-insaturado que ajuda na redução do colesterol, além de combater os triglicerídeos –, acrescenta a combinação deliciosa da batata e da maionese. Estão à venda em todo o Brasil, em embalagens de 170 gramas.

    Ultramaratona: rodagem semanal deve superar em até 40% a distância

    O atleta que pretende correr uma distância acima dos 42 quilômetros deve ter conhecimento de que a preparação é ainda maior do que a feita para uma maratona. Se o desafio antes já era grande nas provas menores, agora é que o praticante de corrida vai ter que provar que realmente está pronto!

    A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Foto: lukasx/Fotolia A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Foto: lukasx/Fotolia

    Manuel Lago, que é atleta de ultra trail e treinador de corrida, afirma que o atleta deve treinar quase que diariamente, sendo de cinco a seis vezes por semana. É indicado que boa parte desse volume seja com intensidade leve a moderada e apenas um treino forte. Outra dica é priorizar a variação de terrenos, principalmente nos longões.

    “A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Obviamente, há uma tendência em diminuir essa quantidade com a experiência, já que o corpo aprende muito com o tempo”, diz o treinador.

    Vale lembrar que a preparação para esse tipo de prova é gradual. Sendo assim, o praticante de corrida passa por fases de treinamento como os treinos regenerativos, os que priorizam o volume e os que equilibram as variáveis. O corredor também não pode esquecer da fase de polimento.

    Em relação aos exercícios semanais, a recomendação de Manuel é que o atleta faça musculação de duas a três na semana com duração de 30 a 45 minutos. Outras atividades que também ajudam são o pilates, yoga, mountain bike e natação. Mas é importante destacar que tudo ser feito sem exageros.

    Na véspera da prova é fundamental que o competidor relaxe, afinal se foi feito o treinamento adequado não tem com o que se preocupar. Ainda mais se seguir alguns conselhos indispensáveis e respeitar o seu corpo. “Fazer a última visualização do percurso na cabeça, checar regulamento da prova pela última vez, fazer um trote leve de 30 a 40 minutos e manter a ida ao banheiro normal”, orienta Manuel.

    É importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. Foto: Dangubic/Fotolia É importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. Foto: Dangubic/Fotolia

    Garmin apresenta relógio Fēnix 3 em novo design

    Energia necessária

    Manter o peso corporal e a saúde em dia é essencial para aqueles corredores que têm o objetivo de correr uma ultramaratona. “O baixo consumo de energia pode resultar em perda de massa muscular, um aumento do risco de fadiga, lesões e doenças, e um processo de recuperação prolongado”, afirma a nutricionista Patrícia Marques.

    A especialista ainda orienta que sejam consumidos alimentos ou suplementos fontes de carboidratos em treinos com duração de uma hora ou mais. Neste caso, o atleta deve fazer isso a cada 30 ou 40 minutos de corrida. “O ideal é que sejam práticos de carregar e de fácil digestão, sendo sempre consumidos com água”, completa.

    Alguns exemplos de alimentos sólidos que podem ser ingeridos ao longo do percurso são as frutas como banana e laranja, biscoitos salgados, chocolate e batata cozida. Também é importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. “Pelo menos quatro horas antes do exercício, o corredor deve beber cerca de cinco a sete mililitros por quilo de peso corporal de água ou uma bebida esportiva. Por exemplo, uma pessoa de 70 quilos deve consumir entre 350 a 490 mililitros”, finaliza a nutricionista.


    Ultramaratona: rodagem semanal deve superar em até 40% a distância

    Ultra Maratona · 07 out, 2015

    O atleta que pretende correr uma distância acima dos 42 quilômetros deve ter conhecimento de que a preparação é ainda maior do que a feita para uma maratona. Se o desafio antes já era grande nas provas menores, agora é que o praticante de corrida vai ter que provar que realmente está pronto!

    A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Foto: lukasx/Fotolia A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Foto: lukasx/Fotolia

    Manuel Lago, que é atleta de ultra trail e treinador de corrida, afirma que o atleta deve treinar quase que diariamente, sendo de cinco a seis vezes por semana. É indicado que boa parte desse volume seja com intensidade leve a moderada e apenas um treino forte. Outra dica é priorizar a variação de terrenos, principalmente nos longões.

    “A quilometragem semanal deve superar em até 40% a distância pretendida. Obviamente, há uma tendência em diminuir essa quantidade com a experiência, já que o corpo aprende muito com o tempo”, diz o treinador.

    Vale lembrar que a preparação para esse tipo de prova é gradual. Sendo assim, o praticante de corrida passa por fases de treinamento como os treinos regenerativos, os que priorizam o volume e os que equilibram as variáveis. O corredor também não pode esquecer da fase de polimento.

    Em relação aos exercícios semanais, a recomendação de Manuel é que o atleta faça musculação de duas a três na semana com duração de 30 a 45 minutos. Outras atividades que também ajudam são o pilates, yoga, mountain bike e natação. Mas é importante destacar que tudo ser feito sem exageros.

    Na véspera da prova é fundamental que o competidor relaxe, afinal se foi feito o treinamento adequado não tem com o que se preocupar. Ainda mais se seguir alguns conselhos indispensáveis e respeitar o seu corpo. “Fazer a última visualização do percurso na cabeça, checar regulamento da prova pela última vez, fazer um trote leve de 30 a 40 minutos e manter a ida ao banheiro normal”, orienta Manuel.

    É importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. Foto: Dangubic/Fotolia É importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. Foto: Dangubic/Fotolia

    Garmin apresenta relógio Fēnix 3 em novo design

    Energia necessária

    Manter o peso corporal e a saúde em dia é essencial para aqueles corredores que têm o objetivo de correr uma ultramaratona. “O baixo consumo de energia pode resultar em perda de massa muscular, um aumento do risco de fadiga, lesões e doenças, e um processo de recuperação prolongado”, afirma a nutricionista Patrícia Marques.

    A especialista ainda orienta que sejam consumidos alimentos ou suplementos fontes de carboidratos em treinos com duração de uma hora ou mais. Neste caso, o atleta deve fazer isso a cada 30 ou 40 minutos de corrida. “O ideal é que sejam práticos de carregar e de fácil digestão, sendo sempre consumidos com água”, completa.

    Alguns exemplos de alimentos sólidos que podem ser ingeridos ao longo do percurso são as frutas como banana e laranja, biscoitos salgados, chocolate e batata cozida. Também é importante que o praticante de corrida se mantenha sempre hidratado. “Pelo menos quatro horas antes do exercício, o corredor deve beber cerca de cinco a sete mililitros por quilo de peso corporal de água ou uma bebida esportiva. Por exemplo, uma pessoa de 70 quilos deve consumir entre 350 a 490 mililitros”, finaliza a nutricionista.

    Pela primeira vez Mundial de Ultramaratona tem brasileiras competindo

    Atualizada em 29/09 às 22:15

    A corrida de longa distância vem se tornando popular para os apaixonados pelo esporte, e cada vez mais vemos atletas correndo 50, 100 e até 150 quilômetros. Nesse mês de setembro a delegação brasileira foi convidada por mais um ano a participar do Mundial de Ultramaratona, na Holanda. E junto a eles Débora Simas e Cláudia Souto se tornaram as primeiras mulheres brasileiras a participarem do mundial.

    A prova que consistiu em dez voltas de dez quilômetros dentro da cidade de Winschoten fez Débora mudar sua rotina. Ao ser convidada em maio deste ano, ela sentou com seu treinador e juntos alinharam os treinos, a parte psicológica e também a alimentação com a nutricionista.

    Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu dever de casa Foto: Arquivo pessoal Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu dever de casa Foto: Arquivo pessoal

    “Sou atleta há doze anos, e a oito participo de ultramaratonas. Desde que soube do convite passei a treinar de segunda a sexta, após as 21h, corrida, musculação, fisioterapia e pilates. E no fim de semana vinham os longões, mais ou menos 60 a 80 quilômetros nesses dois dias”, conta a atleta.

    Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu “dever de casa”. “O resultado é consequência de um trabalho árduo. Mesmo assim fiquei muito emocionada, nem nos meus sonhos como corredora eu imaginei isso. Aproveitei cada minuto, chorei, sofri um pouco, mas sorri demais, fui interagindo com o público em todas as voltas. São memórias que jamais esquecerei”, lembra.

    A atleta finalizou os 100 quilômetros em 9h39min20, ficando em 44º lugar entre 4.000 atletas, e foi a segunda brasileira melhor colocada. Mas pensa que ela cansou? Nada disso: “já tenho outras provas em vista, porque ficar parada enferruja!”.


    Pela primeira vez Mundial de Ultramaratona tem brasileiras competindo

    Mulheres · 29 set, 2015

    Atualizada em 29/09 às 22:15

    A corrida de longa distância vem se tornando popular para os apaixonados pelo esporte, e cada vez mais vemos atletas correndo 50, 100 e até 150 quilômetros. Nesse mês de setembro a delegação brasileira foi convidada por mais um ano a participar do Mundial de Ultramaratona, na Holanda. E junto a eles Débora Simas e Cláudia Souto se tornaram as primeiras mulheres brasileiras a participarem do mundial.

    A prova que consistiu em dez voltas de dez quilômetros dentro da cidade de Winschoten fez Débora mudar sua rotina. Ao ser convidada em maio deste ano, ela sentou com seu treinador e juntos alinharam os treinos, a parte psicológica e também a alimentação com a nutricionista.

    Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu dever de casa Foto: Arquivo pessoal Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu dever de casa Foto: Arquivo pessoal

    “Sou atleta há doze anos, e a oito participo de ultramaratonas. Desde que soube do convite passei a treinar de segunda a sexta, após as 21h, corrida, musculação, fisioterapia e pilates. E no fim de semana vinham os longões, mais ou menos 60 a 80 quilômetros nesses dois dias”, conta a atleta.

    Débora conta que entrou na prova confiante já que tinha treinado bastante e feito seu “dever de casa”. “O resultado é consequência de um trabalho árduo. Mesmo assim fiquei muito emocionada, nem nos meus sonhos como corredora eu imaginei isso. Aproveitei cada minuto, chorei, sofri um pouco, mas sorri demais, fui interagindo com o público em todas as voltas. São memórias que jamais esquecerei”, lembra.

    A atleta finalizou os 100 quilômetros em 9h39min20, ficando em 44º lugar entre 4.000 atletas, e foi a segunda brasileira melhor colocada. Mas pensa que ela cansou? Nada disso: “já tenho outras provas em vista, porque ficar parada enferruja!”.

    Será que a bandagem elástica funcional é realmente eficiente?

    Você já deve ter visto algum atleta usando uma fita colorida em determinada parte do corpo durante uma competição ou até mesmo nos treinos de corrida. A bandagem elástica funcional pode ser encontrada em diversas cores, como a rosa, azul e amarela. Mas a dúvida é: ela é realmente terapêutica ou seus resultados não passam de mero efeito psicológico?

    O objetivo principal da aplicação da bandagem é ativar ou inibir músculos específicos. Foto: Andre Bonn/Fotolia O objetivo principal da aplicação da bandagem é ativar ou inibir músculos específicos. Foto: Andre Bonn/Fotolia

    “A aplicação destas bandagens com elasticidade tem como objetivo principal ativar ou inibir músculos específicos, de acordo com a técnica que se usa, por um estímulo proprioceptivo na pele. É muito utilizada também para estimular a drenagem de tecidos mais superficiais”, explica o fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter.

    O especialista usa técnicas de liberação miofascial (músculos e fáscias) há mais de 15 anos e afirma que essa técnica da bandagem pode servir como complemento de sua terapia. Claudio ainda conta que alguns pacientes acabam passando com ele somente uma vez por semana e podem ficar com a fita por até cinco dias. “Essa leve tração provocada pela bandagem na pele gera micromovimentos constantes nos tecidos adjacentes e subjacentes que são capazes não só de estimular a drenagem, mas também de melhorar o deslizamento entre estes tecidos”, diz.

    Na prevenção e tratamento de lesões, a bandagem auxilia na intensificação de estímulos de drenagem, mobilização tecidual e estabilização. É importante destacar que a pele de idosos e de crianças costuma ser mais sensível, por isso o cuidado deve ser redobrado durante a aplicação. “Devem ser aplicadas sempre com a pele bem limpa e respeitando a biomecânica, por isso que é importante fazer apenas com profissionais bem treinados”, orienta Claudio.

    Para aplicar a bandagem, é imprescindível sempre procurar um profissional com experiência. Foto: Photographee.eu/Fotolia Para aplicar a bandagem, é imprescindível sempre procurar um profissional com experiência. Foto: Photographee.eu/Fotolia

    O fato é que a utilização da bandagem ainda é muito discutida e não tem como garantir que seja realmente eficiente para um esportista. Às vezes o que funciona para um atleta não tem o mesmo resultado em outro. “O problema é quando começamos a buscar o milagre em determinada técnica, pois não existe bandagem nem órtese (tala) que seja capaz de estabilizar uma articulação”, finaliza.

    Confira as dicas do fisioterapeuta sobre os cuidados gerais sobre aplicação, conservação e retirada da bandagem:

  • É imprescindível sempre procurar um profissional com experiência.
  • Sempre que molhar a região em que está aplicada a bandagem, o esportista deve usar o secador quente para preservar o efeito da cola termoativada (ativada com o calor).
  • Quando as pontas da bandagem começarem a levantar, a sugestão é cortar para que ela dure mais tempo.
  • O atleta deve retirar a bandagem com cuidado, sendo que o ideal é molhar a área da aplicação.
  • Não é recomendável usar 100% da elasticidade durante a aplicação, pois pode causar ferimentos.


  • Será que a bandagem elástica funcional é realmente eficiente?

    Atletismo · 28 set, 2015

    Você já deve ter visto algum atleta usando uma fita colorida em determinada parte do corpo durante uma competição ou até mesmo nos treinos de corrida. A bandagem elástica funcional pode ser encontrada em diversas cores, como a rosa, azul e amarela. Mas a dúvida é: ela é realmente terapêutica ou seus resultados não passam de mero efeito psicológico?

    O objetivo principal da aplicação da bandagem é ativar ou inibir músculos específicos. Foto: Andre Bonn/Fotolia O objetivo principal da aplicação da bandagem é ativar ou inibir músculos específicos. Foto: Andre Bonn/Fotolia

    “A aplicação destas bandagens com elasticidade tem como objetivo principal ativar ou inibir músculos específicos, de acordo com a técnica que se usa, por um estímulo proprioceptivo na pele. É muito utilizada também para estimular a drenagem de tecidos mais superficiais”, explica o fisioterapeuta e colunista do Webrun, Claudio Cotter.

    O especialista usa técnicas de liberação miofascial (músculos e fáscias) há mais de 15 anos e afirma que essa técnica da bandagem pode servir como complemento de sua terapia. Claudio ainda conta que alguns pacientes acabam passando com ele somente uma vez por semana e podem ficar com a fita por até cinco dias. “Essa leve tração provocada pela bandagem na pele gera micromovimentos constantes nos tecidos adjacentes e subjacentes que são capazes não só de estimular a drenagem, mas também de melhorar o deslizamento entre estes tecidos”, diz.

    Na prevenção e tratamento de lesões, a bandagem auxilia na intensificação de estímulos de drenagem, mobilização tecidual e estabilização. É importante destacar que a pele de idosos e de crianças costuma ser mais sensível, por isso o cuidado deve ser redobrado durante a aplicação. “Devem ser aplicadas sempre com a pele bem limpa e respeitando a biomecânica, por isso que é importante fazer apenas com profissionais bem treinados”, orienta Claudio.

    Para aplicar a bandagem, é imprescindível sempre procurar um profissional com experiência. Foto: Photographee.eu/Fotolia Para aplicar a bandagem, é imprescindível sempre procurar um profissional com experiência. Foto: Photographee.eu/Fotolia

    O fato é que a utilização da bandagem ainda é muito discutida e não tem como garantir que seja realmente eficiente para um esportista. Às vezes o que funciona para um atleta não tem o mesmo resultado em outro. “O problema é quando começamos a buscar o milagre em determinada técnica, pois não existe bandagem nem órtese (tala) que seja capaz de estabilizar uma articulação”, finaliza.

    Confira as dicas do fisioterapeuta sobre os cuidados gerais sobre aplicação, conservação e retirada da bandagem:

  • É imprescindível sempre procurar um profissional com experiência.
  • Sempre que molhar a região em que está aplicada a bandagem, o esportista deve usar o secador quente para preservar o efeito da cola termoativada (ativada com o calor).
  • Quando as pontas da bandagem começarem a levantar, a sugestão é cortar para que ela dure mais tempo.
  • O atleta deve retirar a bandagem com cuidado, sendo que o ideal é molhar a área da aplicação.
  • Não é recomendável usar 100% da elasticidade durante a aplicação, pois pode causar ferimentos.

  • Corrida com ou sem música?

    A resposta para essa questão é direta e muito particular. Inclusive, você leitor já deve ter respondido. A reflexão se torna ainda mais interessante quando desmembramos suas variáveis. Você, corredor que respondeu “corrida com música, sempre”, chegará naturalmente à outra pergunta: “mas se eu correr sem música, melhora meu desempenho?”.

    Estudos apontam que não utilizar os fones de ouvido, aproxima as pessoas dos sons produzidos pelo ato de correr, como respiração, batimentos cardíacos, tensão muscular, impacto das passadas. Essas são informações preciosas, pois fornecem feedback imediato sobre seu esforço. Geralmente, pessoas que optam pela opção “sem música” têm a performance nos treinos e competições como prioridade.

    Retornando rápido aos questionamentos iniciais, do outro lado, temos a corrente de quem prefere “corrida sem música”. Logo, o que aconteceria “se eu correr com música? Melhora meu desempenho?”. Estudos que defendem o uso de fones de ouvido colocam a música como um “anestésico”, isto é, a corrida parece mais fácil, reduzindo a percepção de intensidade do exercício em cerca de 10%.

    Um estímulo externo como a música é capaz de literalmente bloquear alguns dos estímulos internos que tentam chegar ao cérebro, como mensagens sobre fadiga enviadas por músculos e órgãos do nosso corpo.

    A música trabalha na questão emocional do corredor. Foto: gpointstudio/Fotolia A música trabalha na questão emocional do corredor. Foto: gpointstudio/Fotolia

    Quando essas mensagens são bloqueadas, a percepção de esforço do corredor é reduzida e você tem a sensação de que pode correr mais rápido e por mais tempo. Por isso, a música pode ajudar no desempenho, já que trabalha na questão emocional do corredor. A música também eleva seu humor, como entusiasmo e felicidade, enquanto reduz aspectos negativos como tensão, cansaço e confusão.

    A saber: Só existe uma situação em que a música não exerce nenhuma influência. Em níveis extremos de esforço o organismo trabalha somente com estímulos internos. Nesta situação, que geralmente é a partir de seu limiar anaeróbio, correr com música não é recomendado.

    Em minha opinião, depois de toda essa investigação, os benefícios da música tendem a se manifestar em corridas de intensidades leves e moderadas. Minha sugestão é contar com ela em seus dias de treinos mais leves, caso precise de um estímulo. No meu caso, sinceramente, sem música, tenho grandes chances de abortar a corrida.

    Nessas ocasiões, a intensidade não é maior que 60% do meu máximo, uma intensidade que não prejudica meu nível de atenção com o mundo exterior. Já para intensidades médias e fortes, sua atenção precisa ser redobrada e a música pode atrapalhar. Ainda mais se for uma corrida na rua, onde os carros transitam livremente o que não aconselho de forma alguma.

    Opte em correr com música em parques, na praia ou em locais que o risco de acidentes seja praticamente zero. Outra situação que não recomendo é correr com música quando estiver correndo com um grupo. Aí é uma questão de educação, pois nada melhor que jogar conversa fora em uma corrida leve com seu grupo de amizade. Bons treinos!


    Corrida com ou sem música?

    Atletismo · 04 set, 2015

    A resposta para essa questão é direta e muito particular. Inclusive, você leitor já deve ter respondido. A reflexão se torna ainda mais interessante quando desmembramos suas variáveis. Você, corredor que respondeu “corrida com música, sempre”, chegará naturalmente à outra pergunta: “mas se eu correr sem música, melhora meu desempenho?”.

    Estudos apontam que não utilizar os fones de ouvido, aproxima as pessoas dos sons produzidos pelo ato de correr, como respiração, batimentos cardíacos, tensão muscular, impacto das passadas. Essas são informações preciosas, pois fornecem feedback imediato sobre seu esforço. Geralmente, pessoas que optam pela opção “sem música” têm a performance nos treinos e competições como prioridade.

    Retornando rápido aos questionamentos iniciais, do outro lado, temos a corrente de quem prefere “corrida sem música”. Logo, o que aconteceria “se eu correr com música? Melhora meu desempenho?”. Estudos que defendem o uso de fones de ouvido colocam a música como um “anestésico”, isto é, a corrida parece mais fácil, reduzindo a percepção de intensidade do exercício em cerca de 10%.

    Um estímulo externo como a música é capaz de literalmente bloquear alguns dos estímulos internos que tentam chegar ao cérebro, como mensagens sobre fadiga enviadas por músculos e órgãos do nosso corpo.

    A música trabalha na questão emocional do corredor. Foto: gpointstudio/Fotolia A música trabalha na questão emocional do corredor. Foto: gpointstudio/Fotolia

    Quando essas mensagens são bloqueadas, a percepção de esforço do corredor é reduzida e você tem a sensação de que pode correr mais rápido e por mais tempo. Por isso, a música pode ajudar no desempenho, já que trabalha na questão emocional do corredor. A música também eleva seu humor, como entusiasmo e felicidade, enquanto reduz aspectos negativos como tensão, cansaço e confusão.

    A saber: Só existe uma situação em que a música não exerce nenhuma influência. Em níveis extremos de esforço o organismo trabalha somente com estímulos internos. Nesta situação, que geralmente é a partir de seu limiar anaeróbio, correr com música não é recomendado.

    Em minha opinião, depois de toda essa investigação, os benefícios da música tendem a se manifestar em corridas de intensidades leves e moderadas. Minha sugestão é contar com ela em seus dias de treinos mais leves, caso precise de um estímulo. No meu caso, sinceramente, sem música, tenho grandes chances de abortar a corrida.

    Nessas ocasiões, a intensidade não é maior que 60% do meu máximo, uma intensidade que não prejudica meu nível de atenção com o mundo exterior. Já para intensidades médias e fortes, sua atenção precisa ser redobrada e a música pode atrapalhar. Ainda mais se for uma corrida na rua, onde os carros transitam livremente o que não aconselho de forma alguma.

    Opte em correr com música em parques, na praia ou em locais que o risco de acidentes seja praticamente zero. Outra situação que não recomendo é correr com música quando estiver correndo com um grupo. Aí é uma questão de educação, pois nada melhor que jogar conversa fora em uma corrida leve com seu grupo de amizade. Bons treinos!