Ultra Maratona

Monitor cardíaco Timex integra tecnologia e desempenho para atletas

A Timex desenvolveu mais um modelo com recursos high-tech para quem adora aliar praticidade e tecnologia quando o assunto é esporte. O Timex Ironman Run Trainer 2.0 é um monitor cardíaco, com GPS, projetado cuidadosamente por corredores, pensando nas necessidades de quem ama corridas.

pós a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples Foto: divulgação pós a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples Foto: divulgação

Com uma tela de alta resolução e interface fácil de usar, o Run Trainer 2.0 tem resistência à água até 5 ATM; contador de distância, velocidade e passos, em tempo real; alertas de hidratação; e temporizadores de intervalo; entre outras funcionalidades ideais para otimizar o tempo e conquistar a confiança dos atletas. É um equipamento essencial para conferir os dados e resultados de cada sessão de exercícios.

Após a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples, permitindo ao usuário rever mapas, gráficos e tabelas, para acompanhar cada etapa de suas realizações. O Run Trainer 2.0 também é compatível com vários sites de treinamento online, incluindo TrainingPeaks, MapMyRun, Endomondo e Strava. Entre suas funcionalidades, estão:

• Alarmes para lembretes de hidratação e nutrição em intervalos regulares;
• Funcionalidades de monitor cardíaco;
• 15 memórias de treino com download online;
•Dispositivo para computador que possibilita configurar e personalizar as configurações do relógio;
• Bateria recarregável li-ion com duração de 8 horas no modo GPS completo;
• Operação de cronógrafo sem o uso das mãos baseado em distância e tempo;


Monitor cardíaco Timex integra tecnologia e desempenho para atletas

Corridas de Rua · 13 ago, 2015

A Timex desenvolveu mais um modelo com recursos high-tech para quem adora aliar praticidade e tecnologia quando o assunto é esporte. O Timex Ironman Run Trainer 2.0 é um monitor cardíaco, com GPS, projetado cuidadosamente por corredores, pensando nas necessidades de quem ama corridas.

pós a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples Foto: divulgação pós a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples Foto: divulgação

Com uma tela de alta resolução e interface fácil de usar, o Run Trainer 2.0 tem resistência à água até 5 ATM; contador de distância, velocidade e passos, em tempo real; alertas de hidratação; e temporizadores de intervalo; entre outras funcionalidades ideais para otimizar o tempo e conquistar a confiança dos atletas. É um equipamento essencial para conferir os dados e resultados de cada sessão de exercícios.

Após a corrida, a sincronização do relógio com o PC ou Mac é muito simples, permitindo ao usuário rever mapas, gráficos e tabelas, para acompanhar cada etapa de suas realizações. O Run Trainer 2.0 também é compatível com vários sites de treinamento online, incluindo TrainingPeaks, MapMyRun, Endomondo e Strava. Entre suas funcionalidades, estão:

• Alarmes para lembretes de hidratação e nutrição em intervalos regulares;
• Funcionalidades de monitor cardíaco;
• 15 memórias de treino com download online;
•Dispositivo para computador que possibilita configurar e personalizar as configurações do relógio;
• Bateria recarregável li-ion com duração de 8 horas no modo GPS completo;
• Operação de cronógrafo sem o uso das mãos baseado em distância e tempo;

Endurance XTerra em Ilhabela vale pontos para UTMB 2016

Corrida de Montanha · 05 ago, 2015

Ilhabela receberá por mais um ano a etapa do circuito XTerra. O evento será no dia 29 de agosto e contará com provas de Trail Run de oito e 21 quilômetros, short triathlon, endurance 50 quilômetros e corrida kids.

A grande novidade é que a ultramaratona de 50 quilômetros vale ponto para a Ultra Trail du Mont-Blanc de 2016, a “copa do mundo” das corridas de montanha. O atleta que finalizar a prova no tempo limite vai ganhar um ponto para buscar vaga nas provas da UTMB, CCC, TDS, PTL e OCC.

Prova valerá pontos para a Copa do Mundo das corrias de montanha Foto: Thiago Diz Prova valerá pontos para a Copa do Mundo das corrias de montanha Foto: Thiago Diz

Para os amantes de triathlon haverá a prova short, com 750 metros de natação, 17,5 de MTB e 5,4 quilômetros de trail run. As crianças também terão disputa, a corrida kids será de 50 metros até um quilômetro de acordo com a faixa etária.

Câimbras: saiba como prevenir o pesadelo dos corredores

É só falar em câimbras que muita gente já entra em pânico, tanto corredores quanto pessoas que não praticam esportes têm uma lembrança da última vez que esse fantasma apareceu. As câimbras costumam vir sem avisar e podem até deixar marcas, como uma dor forte no local que apareceu.

O treinador Alessandro Costa explica que as câimbras realmente acontecem quando menos esperamos, mas são mais frequentes durante os treinamentos. “Elas são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores, por conta da repetição ou intensidade dos exercícios, utilizando quase sempre a mesma musculatura”, diz.
Quais alimentos e bebidas ajudam a evitar as temíveis câimbras?

Câimbras são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores Foto: Warren Goldswain Câimbras são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores Foto: Warren Goldswain

Na hora que elas aparecem o mais correto é alongar e ficar calmo esperando a dor passar. Mas para evitar esse tipo de angústia existem diversos exercícios de fortalecimento e alongamento, incluindo a liberação miofascial, uma técnica usada por fisioterapeutas para soltar a musculatura. Também existem as massagens desportivas que auxiliam na diminuição das câimbras.

“O importante é que no surgimento das câimbras, a pessoa procure relaxar a musculatura com exercícios de alongamento e massagem e se possível com aplicação de calor no local”, explica Alessandro.

Desidratação

Ela é um dos motivos de ocorrência de câimbras, além de complicações circulatórias e outras patologias dependendo da idade, e em condições de baixas temperaturas. Portanto uma boa hidratação aliada a uma boa alimentação com consumo de frutas ajudará na diminuição das câimbras.


Câimbras: saiba como prevenir o pesadelo dos corredores

Atletismo · 03 ago, 2015

É só falar em câimbras que muita gente já entra em pânico, tanto corredores quanto pessoas que não praticam esportes têm uma lembrança da última vez que esse fantasma apareceu. As câimbras costumam vir sem avisar e podem até deixar marcas, como uma dor forte no local que apareceu.

O treinador Alessandro Costa explica que as câimbras realmente acontecem quando menos esperamos, mas são mais frequentes durante os treinamentos. “Elas são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores, por conta da repetição ou intensidade dos exercícios, utilizando quase sempre a mesma musculatura”, diz.
Quais alimentos e bebidas ajudam a evitar as temíveis câimbras?

Câimbras são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores Foto: Warren Goldswain Câimbras são espasmos musculares involuntários que ocorrem geralmente nos membros inferiores Foto: Warren Goldswain

Na hora que elas aparecem o mais correto é alongar e ficar calmo esperando a dor passar. Mas para evitar esse tipo de angústia existem diversos exercícios de fortalecimento e alongamento, incluindo a liberação miofascial, uma técnica usada por fisioterapeutas para soltar a musculatura. Também existem as massagens desportivas que auxiliam na diminuição das câimbras.

“O importante é que no surgimento das câimbras, a pessoa procure relaxar a musculatura com exercícios de alongamento e massagem e se possível com aplicação de calor no local”, explica Alessandro.

Desidratação

Ela é um dos motivos de ocorrência de câimbras, além de complicações circulatórias e outras patologias dependendo da idade, e em condições de baixas temperaturas. Portanto uma boa hidratação aliada a uma boa alimentação com consumo de frutas ajudará na diminuição das câimbras.

Sete dias de corrida na esteira garantem recorde mundial para o Brasil

Marcio concentrado durante o desafio. Foto: Gerlan Cidade Marcio concentrado durante o desafio. Foto: Gerlan Cidade

Com 827,16 quilômetros percorridos em cima de uma esteira, em sete dias, o ultramaratonista Márcio Villar ultrapassou a marca mundial registrada no Guinness Book.

A distância percorrida equivale a quase 20 maratonas e para Villar conseguir essa "façanha" ele obteve apenas 18 horas de sono, e após esse sábado (4), Marcio pode dormir mais tranquilo e com a sensação de dever cumprido.

O recorde anterior pertencia ao francês Pierre-Michael Micaletti, que completou 822,31 quilômetros na mesma quantidade de dias. “Já estou cadastro no Guinness desde 2011 para tentar este recorde e agora consegui”, comentou o ultramaratonista que espera a homologação de sua marca no livro dos recordes.

O desafio foi monitorado por quatro câmeras e teve o testemunho de mais de 84 pessoas maiores de 18 anos, norma exigida pelo Guinness. A distância percorrida representa uma corrida do Rio de Janeiro a Porto Seguro, litoral sul da Bahia.

Ao todo três esteiras foram instaladas, uma para o Marcio e as outras duas para o público, o recorde aconteceu no Américas Shopping, localizado no Rio de Janeiro. “Hoje, com certeza é o dia mais feliz da minha vida”, afirmou Villar, após sua conquista.

Segundo o atleta, o desespero bateu diversas vezes e a exaustão física pesou na reta final, a tática para conseguir o recorde foi suspender o descanso de sexta para sábado. Nos últimos quilômetros, dor e sofrimento foram substituídos por festa, e após a conquista o atleta fez uma volta olímpica no shopping para comemorar.

Comemoração ao completar os 827,16 quilômetros. Foto:  Gerlan Cidade Comemoração ao completar os 827,16 quilômetros. Foto: Gerlan Cidade


Sete dias de corrida na esteira garantem recorde mundial para o Brasil

Ultra Maratona · 06 jul, 2015

Marcio concentrado durante o desafio. Foto: Gerlan Cidade Marcio concentrado durante o desafio. Foto: Gerlan Cidade

Com 827,16 quilômetros percorridos em cima de uma esteira, em sete dias, o ultramaratonista Márcio Villar ultrapassou a marca mundial registrada no Guinness Book.

A distância percorrida equivale a quase 20 maratonas e para Villar conseguir essa "façanha" ele obteve apenas 18 horas de sono, e após esse sábado (4), Marcio pode dormir mais tranquilo e com a sensação de dever cumprido.

O recorde anterior pertencia ao francês Pierre-Michael Micaletti, que completou 822,31 quilômetros na mesma quantidade de dias. “Já estou cadastro no Guinness desde 2011 para tentar este recorde e agora consegui”, comentou o ultramaratonista que espera a homologação de sua marca no livro dos recordes.

O desafio foi monitorado por quatro câmeras e teve o testemunho de mais de 84 pessoas maiores de 18 anos, norma exigida pelo Guinness. A distância percorrida representa uma corrida do Rio de Janeiro a Porto Seguro, litoral sul da Bahia.

Ao todo três esteiras foram instaladas, uma para o Marcio e as outras duas para o público, o recorde aconteceu no Américas Shopping, localizado no Rio de Janeiro. “Hoje, com certeza é o dia mais feliz da minha vida”, afirmou Villar, após sua conquista.

Segundo o atleta, o desespero bateu diversas vezes e a exaustão física pesou na reta final, a tática para conseguir o recorde foi suspender o descanso de sexta para sábado. Nos últimos quilômetros, dor e sofrimento foram substituídos por festa, e após a conquista o atleta fez uma volta olímpica no shopping para comemorar.

Comemoração ao completar os 827,16 quilômetros. Foto:  Gerlan Cidade Comemoração ao completar os 827,16 quilômetros. Foto: Gerlan Cidade

Será que os tipos de pisos influenciam na sua corrida?

Asfalto, concreto, grama, areia ou esteira? Existem diversos tipos de terrenos para a prática da corrida, além das diferenças que envolvem a absorção de impacto e o fortalecimento da musculatura. Outra questão discutida é se o calçado interfere mesmo no desempenho do atleta.

Correr na grama é bom para a recuperação de lesões. Foto: micromonkey/ Fotolia Correr na grama é bom para a recuperação de lesões. Foto: micromonkey/ Fotolia

Asfalto - Para Ana Paula Simões, médica ortopedista e especialista em traumatologia esportiva, correr no asfalto gera um alto impacto no pé. “Você tem uma energia muito grande que é acionada diretamente para os ossos, então é como se fosse um lutador de boxe treinando na parede”, explica.

Com a grande quantidade de corridas de rua, o piso duro é muito utilizado, sendo uma boa alternativa para quem quer melhorar a velocidade. Neste caso, a dica de Raquel Castanharo, fisioterapeuta mestre em biomecânica da corrida, é usar a musculatura da forma mais correta possível, absorvendo assim o impacto.

Concreto - Já quando o atleta parte para a atividade no concreto, a preocupação com a maneira de correr deve ser redobrada. Neste caso, o essencial é o esportista fazer uma aterrissagem mais suave. “Em um terreno mais duro, você tem que prestar ainda mais atenção no seu corpo, para absorver esse impacto. Uma das dicas é tentar correr sem fazer barulho”, recomenda a fisioterapeuta.

Por ser mais rígido, o terreno deve ser evitado, caso a pessoa não tenha uma boa mecânica de corrida.

Grama - Para aquele atleta que se lesionou e está voltando gradativamente aos treinos, a grama é uma boa opção. “É uma superfície mais macia e um pouco mais fácil de correr, mas não é ela que vai te impedir de se machucar”, declara Raquel Castanharo.

Como é uma superfície que pode ter irregularidades, é uma opção interessante para quem está treinando para corridas de montanha. Nessas condições, o essencial é tomar cuidado para não lesionar o tornozelo.

Areia - Assim como na grama, o corredor deve se atentar aos desníveis que pode encontrar ao longo do percurso na areia. É um piso ideal para treino de estabilidade de tornozelo e força muscular.

Esteira - Por permitir uma corrida com menor força de impulsão, é também indicada para o retorno após alguma lesão. Na esteira, o atleta corre em uma superfície que facilita a aterrissagem, assim como os treinos de mecânica da corrida.

O calçado não é um fator tão determinante quanto à biomecânica. Foto: rukawajung/ Fotolia O calçado não é um fator tão determinante quanto à biomecânica. Foto: rukawajung/ Fotolia

Calçado x Pisada

Independente do calçado e sua função de proteger os pés contra objetos cortantes, por exemplo, ele não previne e nem trata lesões. O que realmente faz a diferença é o jeito que o atleta corre. “Existe uma ideia de que um tênis com muito amortecimento e muita tecnologia vai proteger a pessoa do impacto, isso não é verdade. O tênis gera uma sensação de conforto, certa maciez na pisada, mas o impacto continua ali”, conta Raquel Castanharo.

Mesmo não sendo o principal fator no momento da corrida, Ana Paula Simões recomenda que o atleta priorize os calçados com melhor sistema de amortecimento e que possibilite inverter a pressão em cima do pé. Além disso, é importante fortalecer bastante a musculatura e investir nas palmilhas.

Já os tênis minimalistas são indicados para quem já é corredor profissional, por ter a musculatura mais preparada. Afinal, são calçados que não absorvem nenhum impacto e dão a sensação correr descalço. “Eles forçam muito a estrutura do pé, que não é preparada para receber tanta energia”, finaliza a doutora.

Com todas essas dicas, o essencial para o esportista é intercalar os treinos sempre que possível, principalmente para não correr apenas em superfícies muito duras, como o asfalto e o concreto.


Será que os tipos de pisos influenciam na sua corrida?

Corrida de Montanha · 26 jun, 2015

Asfalto, concreto, grama, areia ou esteira? Existem diversos tipos de terrenos para a prática da corrida, além das diferenças que envolvem a absorção de impacto e o fortalecimento da musculatura. Outra questão discutida é se o calçado interfere mesmo no desempenho do atleta.

Correr na grama é bom para a recuperação de lesões. Foto: micromonkey/ Fotolia Correr na grama é bom para a recuperação de lesões. Foto: micromonkey/ Fotolia

Asfalto - Para Ana Paula Simões, médica ortopedista e especialista em traumatologia esportiva, correr no asfalto gera um alto impacto no pé. “Você tem uma energia muito grande que é acionada diretamente para os ossos, então é como se fosse um lutador de boxe treinando na parede”, explica.

Com a grande quantidade de corridas de rua, o piso duro é muito utilizado, sendo uma boa alternativa para quem quer melhorar a velocidade. Neste caso, a dica de Raquel Castanharo, fisioterapeuta mestre em biomecânica da corrida, é usar a musculatura da forma mais correta possível, absorvendo assim o impacto.

Concreto - Já quando o atleta parte para a atividade no concreto, a preocupação com a maneira de correr deve ser redobrada. Neste caso, o essencial é o esportista fazer uma aterrissagem mais suave. “Em um terreno mais duro, você tem que prestar ainda mais atenção no seu corpo, para absorver esse impacto. Uma das dicas é tentar correr sem fazer barulho”, recomenda a fisioterapeuta.

Por ser mais rígido, o terreno deve ser evitado, caso a pessoa não tenha uma boa mecânica de corrida.

Grama - Para aquele atleta que se lesionou e está voltando gradativamente aos treinos, a grama é uma boa opção. “É uma superfície mais macia e um pouco mais fácil de correr, mas não é ela que vai te impedir de se machucar”, declara Raquel Castanharo.

Como é uma superfície que pode ter irregularidades, é uma opção interessante para quem está treinando para corridas de montanha. Nessas condições, o essencial é tomar cuidado para não lesionar o tornozelo.

Areia - Assim como na grama, o corredor deve se atentar aos desníveis que pode encontrar ao longo do percurso na areia. É um piso ideal para treino de estabilidade de tornozelo e força muscular.

Esteira - Por permitir uma corrida com menor força de impulsão, é também indicada para o retorno após alguma lesão. Na esteira, o atleta corre em uma superfície que facilita a aterrissagem, assim como os treinos de mecânica da corrida.

O calçado não é um fator tão determinante quanto à biomecânica. Foto: rukawajung/ Fotolia O calçado não é um fator tão determinante quanto à biomecânica. Foto: rukawajung/ Fotolia

Calçado x Pisada

Independente do calçado e sua função de proteger os pés contra objetos cortantes, por exemplo, ele não previne e nem trata lesões. O que realmente faz a diferença é o jeito que o atleta corre. “Existe uma ideia de que um tênis com muito amortecimento e muita tecnologia vai proteger a pessoa do impacto, isso não é verdade. O tênis gera uma sensação de conforto, certa maciez na pisada, mas o impacto continua ali”, conta Raquel Castanharo.

Mesmo não sendo o principal fator no momento da corrida, Ana Paula Simões recomenda que o atleta priorize os calçados com melhor sistema de amortecimento e que possibilite inverter a pressão em cima do pé. Além disso, é importante fortalecer bastante a musculatura e investir nas palmilhas.

Já os tênis minimalistas são indicados para quem já é corredor profissional, por ter a musculatura mais preparada. Afinal, são calçados que não absorvem nenhum impacto e dão a sensação correr descalço. “Eles forçam muito a estrutura do pé, que não é preparada para receber tanta energia”, finaliza a doutora.

Com todas essas dicas, o essencial para o esportista é intercalar os treinos sempre que possível, principalmente para não correr apenas em superfícies muito duras, como o asfalto e o concreto.

Descubra se a cerveja é uma boa hidratação pós-corrida

Completar uma prova ou treino e se hidratar com água ou isotônico é algo bem comum, mas e quando esses líquidos são substituídos pela cerveja? A bebida não tem uma fama muito boa quando o assunto é saúde, ainda mais se for relacionada a algum esporte. Mesmo assim, existem atletas que já aderiram a esse tipo de hidratação e até organizações de provas que servem cerveja aos competidores.

O atleta pode consumir a cerveja em quantidades moderadas. Foto: alexlukin/ Fotolia O atleta pode consumir a cerveja em quantidades moderadas. Foto: alexlukin/ Fotolia

De acordo com a nutricionista clínica e esportiva, Vanessa Pimentel, os componentes presentes na cerveja podem ser benéficos aos atletas. “Por ser formada por 90 a 95% de água, pode facilitar a reidratação do corredor após a prova, além de contribuir com um aporte de minerais que podem ter sido perdidos durante a corrida, afinal de contas ela é riquíssima em magnésio, potássio e cálcio”, explica.

Em relação à quantidade, o praticante de corrida pode ingerir de forma moderada, sendo que a bebida é capaz de fornecer 80 calorias a cada 200 ml. Assim, a cerveja pode ser uma forma de compensar a energia gasta durante a atividade. “Ao contrário do que muitos pensam, ela não é rica em sódio, portanto não causaria retenção hídrica se consumida após a corrida”, afirma a nutricionista.

Após a corrida, a hidratação tanto com água quanto com cerveja pode ser adotada. Foto: geronimo / Fotolia Após a corrida, a hidratação tanto com água quanto com cerveja pode ser adotada. Foto: geronimo / Fotolia

Para o atleta de ultra trail e treinador de corrida, Manuel Lago, a cerveja já é uma bebida presente em suas competições, sendo que ele acredita ser uma fonte importante contra a ansiedade antes da prova ou depois para comemorar o resultado. “Acho que faz parte do cenário de socialização pós-prova, cria um ambiente amigável, descontraído e gera várias conversas interessantes, sobre treinamento, sobre provas, entre outros”, conta.

Além de se alimentar corretamente e beber um repositor mais completo com proteína, Manuel costuma variar a quantidade de acordo com o seu estado físico após o término da corrida. “Ano passado, em uma prova de 100 milhas no Colorado, bebi umas 5 a 6 tulipas de chopp”, lembra. Porém, apesar de ser adepto desse hábito, ele não acredita que a bebida possa ser a única fonte de hidratação e aconselha que a cada dose de cerveja, o atleta consuma duas de água.

Segundo uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Granada, na Espanha, a bebida é tão eficiente quanto a água, desde que seja ingerida de forma moderada – o equivalente a duas latinhas - em até duas horas depois do exercício físico. Sendo assim, o esportista pode tomar sua cervejinha gelada sem culpa, afinal se estiver alinhada a uma dieta equilibrada, não terá perda de desempenho e nem prejuízo para a saúde. O consumo ainda ajuda na proteção aos ossos, no sistema cardiovascular, contra alergias, entre outros benefícios. Mas, beba sempre com moderação, corredor!


Descubra se a cerveja é uma boa hidratação pós-corrida

Caminhada · 17 jun, 2015

Completar uma prova ou treino e se hidratar com água ou isotônico é algo bem comum, mas e quando esses líquidos são substituídos pela cerveja? A bebida não tem uma fama muito boa quando o assunto é saúde, ainda mais se for relacionada a algum esporte. Mesmo assim, existem atletas que já aderiram a esse tipo de hidratação e até organizações de provas que servem cerveja aos competidores.

O atleta pode consumir a cerveja em quantidades moderadas. Foto: alexlukin/ Fotolia O atleta pode consumir a cerveja em quantidades moderadas. Foto: alexlukin/ Fotolia

De acordo com a nutricionista clínica e esportiva, Vanessa Pimentel, os componentes presentes na cerveja podem ser benéficos aos atletas. “Por ser formada por 90 a 95% de água, pode facilitar a reidratação do corredor após a prova, além de contribuir com um aporte de minerais que podem ter sido perdidos durante a corrida, afinal de contas ela é riquíssima em magnésio, potássio e cálcio”, explica.

Em relação à quantidade, o praticante de corrida pode ingerir de forma moderada, sendo que a bebida é capaz de fornecer 80 calorias a cada 200 ml. Assim, a cerveja pode ser uma forma de compensar a energia gasta durante a atividade. “Ao contrário do que muitos pensam, ela não é rica em sódio, portanto não causaria retenção hídrica se consumida após a corrida”, afirma a nutricionista.

Após a corrida, a hidratação tanto com água quanto com cerveja pode ser adotada. Foto: geronimo / Fotolia Após a corrida, a hidratação tanto com água quanto com cerveja pode ser adotada. Foto: geronimo / Fotolia

Para o atleta de ultra trail e treinador de corrida, Manuel Lago, a cerveja já é uma bebida presente em suas competições, sendo que ele acredita ser uma fonte importante contra a ansiedade antes da prova ou depois para comemorar o resultado. “Acho que faz parte do cenário de socialização pós-prova, cria um ambiente amigável, descontraído e gera várias conversas interessantes, sobre treinamento, sobre provas, entre outros”, conta.

Além de se alimentar corretamente e beber um repositor mais completo com proteína, Manuel costuma variar a quantidade de acordo com o seu estado físico após o término da corrida. “Ano passado, em uma prova de 100 milhas no Colorado, bebi umas 5 a 6 tulipas de chopp”, lembra. Porém, apesar de ser adepto desse hábito, ele não acredita que a bebida possa ser a única fonte de hidratação e aconselha que a cada dose de cerveja, o atleta consuma duas de água.

Segundo uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Granada, na Espanha, a bebida é tão eficiente quanto a água, desde que seja ingerida de forma moderada – o equivalente a duas latinhas - em até duas horas depois do exercício físico. Sendo assim, o esportista pode tomar sua cervejinha gelada sem culpa, afinal se estiver alinhada a uma dieta equilibrada, não terá perda de desempenho e nem prejuízo para a saúde. O consumo ainda ajuda na proteção aos ossos, no sistema cardiovascular, contra alergias, entre outros benefícios. Mas, beba sempre com moderação, corredor!

Conheça Mirlene Picin a melhor brasileira na Comrades 2015

A atleta de ski cross country e biathlon (esporte olímpicos de inverno), Mirlene Picin iniciou nas ultra distâncias por acaso, no ano de 2013, também na África do Sul. A estreia na Two Oceans 56 quilômetros ultramarathon em Cape Town naquele ano, rendeu a brasileira o melhor tempo do ano de 2013 entre homens e mulheres e o melhor tempo brasileiro feminino em todas as edições da competição. Entrou para o top 100 da prova com mais de quatro mil mulheres concluintes.

De lá pra cá, o foco foram corridas de montanha de média distância. Em 2014 a atleta participou do o XTerra Paraty de 50 quilômetros e terminou com a terceira colocação.

A atleta pensou em desistir várias vezes, mas completou a prova como melhor brasileira em 9h09 Foto: Arquivo Pessoal A atleta pensou em desistir várias vezes, mas completou a prova como melhor brasileira em 9h09 Foto: Arquivo Pessoal

Mas o verdadeiro desafio estava para chegar, eram os 87,7 quilômetros da Comrades. A prova é conhecida como uma das provas mais difíceis do mundo e para Mirlene não foi diferente, ela também pensou em desistir. "Poderia ter feito uma prova melhor, mas no final de tudo fiquei muito feliz por ter concluído, pois houve momentos em que a vontade de abandonar era muito grande. Foi a coisa mais difícil que eu já fiz. Essa distância ainda é muito pra mim. São anos e anos de treino e maturidade do corpo e mente para formar um ultramaratonista."

A brasileira terminou a prova em 9h09 minutos, como a 177ª mulher a cruzar a linha de chegada, entre as 3456 que largaram. Em sua categoria de idade (18/39 anos) foi 105ª de 1512 corredoras que largaram.

Edição de 2015

Neste ano a prova completou 90 anos e contou com a inscrição de 25 mil pessoas. Nos anos pares a prova desce de Pietermaritzburg a Durban completando 89 quilômetros de percurso. Nos anos impares o sentido da prova é o invertido com largada em Durban e chegada em Pietermaritzburg completando 87,7 quilômetros e acumulando aproximadamente 2.300m de ascensão.

Foram 131 brasileiros inscritos no evento e segundo dados da organização 87 completaram a prova entre homens e mulheres; Há um limite de 12 horas para que os participantes concluam o percurso. Há vários pontos de corte durante o trajeto com determinados tempos que devem ser cumpridos para assegurar a continuidade na competição.


Conheça Mirlene Picin a melhor brasileira na Comrades 2015

Ultra Maratona · 11 jun, 2015

A atleta de ski cross country e biathlon (esporte olímpicos de inverno), Mirlene Picin iniciou nas ultra distâncias por acaso, no ano de 2013, também na África do Sul. A estreia na Two Oceans 56 quilômetros ultramarathon em Cape Town naquele ano, rendeu a brasileira o melhor tempo do ano de 2013 entre homens e mulheres e o melhor tempo brasileiro feminino em todas as edições da competição. Entrou para o top 100 da prova com mais de quatro mil mulheres concluintes.

De lá pra cá, o foco foram corridas de montanha de média distância. Em 2014 a atleta participou do o XTerra Paraty de 50 quilômetros e terminou com a terceira colocação.

A atleta pensou em desistir várias vezes, mas completou a prova como melhor brasileira em 9h09 Foto: Arquivo Pessoal A atleta pensou em desistir várias vezes, mas completou a prova como melhor brasileira em 9h09 Foto: Arquivo Pessoal

Mas o verdadeiro desafio estava para chegar, eram os 87,7 quilômetros da Comrades. A prova é conhecida como uma das provas mais difíceis do mundo e para Mirlene não foi diferente, ela também pensou em desistir. "Poderia ter feito uma prova melhor, mas no final de tudo fiquei muito feliz por ter concluído, pois houve momentos em que a vontade de abandonar era muito grande. Foi a coisa mais difícil que eu já fiz. Essa distância ainda é muito pra mim. São anos e anos de treino e maturidade do corpo e mente para formar um ultramaratonista."

A brasileira terminou a prova em 9h09 minutos, como a 177ª mulher a cruzar a linha de chegada, entre as 3456 que largaram. Em sua categoria de idade (18/39 anos) foi 105ª de 1512 corredoras que largaram.

Edição de 2015

Neste ano a prova completou 90 anos e contou com a inscrição de 25 mil pessoas. Nos anos pares a prova desce de Pietermaritzburg a Durban completando 89 quilômetros de percurso. Nos anos impares o sentido da prova é o invertido com largada em Durban e chegada em Pietermaritzburg completando 87,7 quilômetros e acumulando aproximadamente 2.300m de ascensão.

Foram 131 brasileiros inscritos no evento e segundo dados da organização 87 completaram a prova entre homens e mulheres; Há um limite de 12 horas para que os participantes concluam o percurso. Há vários pontos de corte durante o trajeto com determinados tempos que devem ser cumpridos para assegurar a continuidade na competição.

Saiba como deve ser feita a lavagem de roupas esportivas

Poliamida, microfibra, poliéster e outros tecidos sintéticos especiais estão presentes nas mais diversas roupas para a prática esportiva. Os nomes podem parecer complicados, mas a função é a mesma: fazer a diferença na hora da atividade física, como a promessa de equilibrar a temperatura do corpo, absorver a umidade e até ajudar na circulação sanguínea. Por conta dessa tecnologia, acabam surgindo muitas dúvidas sobre os cuidados na hora de lavar essas peças. Então, conversamos com especialistas de diferentes marcas para entender como funciona o processo de lavagem e o que deve ser feito para conservá-las.

Lavar a mão prolonga a vida útil da roupa. Foto: Rasulov/ Fotolia Lavar a mão prolonga a vida útil da roupa. Foto: Rasulov/ Fotolia

Segundo o triatleta profissional Oscar Galindez, fundador e diretor da OG Design, uma das dicas é lavar as roupas à mão, além de usar sabão neutro, secar à sombra, evitar atritos intensos, não usar alvejantes ou amaciante e nem passar a ferro, já que o tecido pode derreter. “Na nossa marca, as instruções sempre vêm especificadas na sacola de embalagem e no tag destacável. Algo importante que muitos atletas não fazem, é evitar deixar ou guardar a roupa molhada, por exemplo, depois de uma prova”, conta.

Já para a lavagem na máquina, o recomendável é sempre usar saquinhos de proteção. “É como um bolso feito de tecido, onde a roupa ficando mais protegida, evitando possíveis danos na estrutura e o peeling (bolinhas) na peça”, explica Oscar.

O ideal é usar saquinhos de proteção dentro da máquina. Foto: JackF/ Fotolia O ideal é usar saquinhos de proteção dentro da máquina. Foto: JackF/ Fotolia

Para que a roupa não perca as características tecnológicas, a gerente de criação da marca Fila, Daniela Rodrigues, enfatiza a importância de se usar produtos neutros. “O uso de amaciante não é recomendado e também não se faz necessário, pois as fibras sintéticas têm característica ‘easy care’, isto é, são mais fáceis de remover a sujeira e também são mais difíceis de amassar”, afirma.

Já os tecidos delicados devem ser lavados à mão e assim como é feito com outras roupas, o indicado é fazer a separação de cores. Por isso, é fundamental consultar as orientações presentes nas peças esportivas. “É sempre bom observar as instruções de lavagem que acompanham as etiquetas internas de todos os produtos, pois além do tecido em si, pode haver algumas outras aplicações de estampas, refletivos, ou mesmo outros detalhes que merecem algum tratamento especial”, aconselha Daniela.

Tecido sintético

Mas, e quando as roupas forem em microfibras sintéticas como a poliamida (nylon) ou poliéster? Para essa dúvida específica, o consultor têxtil da marca Santaconstancia, José Favilla, recomenda o uso do sabão líquido para roupas delicadas, sendo que a aplicação não deve ser direta na roupa. “Primeiro a água, depois o sabão, agita-se e em seguida se coloca a roupa. Estas dicas ajudam a evitar possíveis e desagradáveis desbotes. Um lembrete é não misturar na mesma água de lavagem roupas escuras com roupas claras, pois caso ocorra desbote de cor isto irá sujar a parte mais clara”, explica.

Outro cuidado a ser tomado é em relação às roupas que possuem elastano, afinal neste caso o cloro é um dos grandes inimigos. “Pode haver degradação da fibra elástica, rompendo parte da estrutura do tecido e formando um pó branco ou amarelado em sua superfície. Nesta situação e com o tempo, a roupa vai laceando e perdendo seus atributos como o de ajuste e compressão”, finaliza José.

Por mais que o treino seja pesado, até que os cuidados com as roupas são bem simples e vale a pena seguir as dicas para que tenha sempre um material de qualidade para as corridas diárias. Bons treinos!


Saiba como deve ser feita a lavagem de roupas esportivas

Caminhada · 22 maio, 2015

Poliamida, microfibra, poliéster e outros tecidos sintéticos especiais estão presentes nas mais diversas roupas para a prática esportiva. Os nomes podem parecer complicados, mas a função é a mesma: fazer a diferença na hora da atividade física, como a promessa de equilibrar a temperatura do corpo, absorver a umidade e até ajudar na circulação sanguínea. Por conta dessa tecnologia, acabam surgindo muitas dúvidas sobre os cuidados na hora de lavar essas peças. Então, conversamos com especialistas de diferentes marcas para entender como funciona o processo de lavagem e o que deve ser feito para conservá-las.

Lavar a mão prolonga a vida útil da roupa. Foto: Rasulov/ Fotolia Lavar a mão prolonga a vida útil da roupa. Foto: Rasulov/ Fotolia

Segundo o triatleta profissional Oscar Galindez, fundador e diretor da OG Design, uma das dicas é lavar as roupas à mão, além de usar sabão neutro, secar à sombra, evitar atritos intensos, não usar alvejantes ou amaciante e nem passar a ferro, já que o tecido pode derreter. “Na nossa marca, as instruções sempre vêm especificadas na sacola de embalagem e no tag destacável. Algo importante que muitos atletas não fazem, é evitar deixar ou guardar a roupa molhada, por exemplo, depois de uma prova”, conta.

Já para a lavagem na máquina, o recomendável é sempre usar saquinhos de proteção. “É como um bolso feito de tecido, onde a roupa ficando mais protegida, evitando possíveis danos na estrutura e o peeling (bolinhas) na peça”, explica Oscar.

O ideal é usar saquinhos de proteção dentro da máquina. Foto: JackF/ Fotolia O ideal é usar saquinhos de proteção dentro da máquina. Foto: JackF/ Fotolia

Para que a roupa não perca as características tecnológicas, a gerente de criação da marca Fila, Daniela Rodrigues, enfatiza a importância de se usar produtos neutros. “O uso de amaciante não é recomendado e também não se faz necessário, pois as fibras sintéticas têm característica ‘easy care’, isto é, são mais fáceis de remover a sujeira e também são mais difíceis de amassar”, afirma.

Já os tecidos delicados devem ser lavados à mão e assim como é feito com outras roupas, o indicado é fazer a separação de cores. Por isso, é fundamental consultar as orientações presentes nas peças esportivas. “É sempre bom observar as instruções de lavagem que acompanham as etiquetas internas de todos os produtos, pois além do tecido em si, pode haver algumas outras aplicações de estampas, refletivos, ou mesmo outros detalhes que merecem algum tratamento especial”, aconselha Daniela.

Tecido sintético

Mas, e quando as roupas forem em microfibras sintéticas como a poliamida (nylon) ou poliéster? Para essa dúvida específica, o consultor têxtil da marca Santaconstancia, José Favilla, recomenda o uso do sabão líquido para roupas delicadas, sendo que a aplicação não deve ser direta na roupa. “Primeiro a água, depois o sabão, agita-se e em seguida se coloca a roupa. Estas dicas ajudam a evitar possíveis e desagradáveis desbotes. Um lembrete é não misturar na mesma água de lavagem roupas escuras com roupas claras, pois caso ocorra desbote de cor isto irá sujar a parte mais clara”, explica.

Outro cuidado a ser tomado é em relação às roupas que possuem elastano, afinal neste caso o cloro é um dos grandes inimigos. “Pode haver degradação da fibra elástica, rompendo parte da estrutura do tecido e formando um pó branco ou amarelado em sua superfície. Nesta situação e com o tempo, a roupa vai laceando e perdendo seus atributos como o de ajuste e compressão”, finaliza José.

Por mais que o treino seja pesado, até que os cuidados com as roupas são bem simples e vale a pena seguir as dicas para que tenha sempre um material de qualidade para as corridas diárias. Bons treinos!

Atletas dão dicas para driblar momentos difíceis em uma prova

Todos os corredores buscam se superar, e acabam sofrendo com desânimo e vontade de desistir em um treino ou prova. Para isso não acontecer, cada um tem seu jeitinho, mas algumas vezes o desânimo é inevitável e muitos acabam desistindo.

Para potencializar o ânimo dos corredores, o Webrun foi em busca de dicas com atletas casca grossa, que não desistem por pouco. O trail runner e colunista do site, Manuel Lago conta que quando se treina para uma ultramaratona é comum encarar esse tipo de situação. “Por incrível que pareça fico mentalizando nas pessoas que torcem contra mim e penso que não vou dar esse gostinho. Em seguida lembro da minha família, mulher, alunos, amigos que fazem uma torcida monstruosa para que eu tenha sucesso nos desafios”, diz.

A corredora Rosalia costuma observar a paisagem e lembrar o quanto lutou para chegar naquela prova Foto: Alexandre Koda/Webrun A corredora Rosalia costuma observar a paisagem e lembrar o quanto lutou para chegar naquela prova Foto: Alexandre Koda/Webrun

Para o corredor de elite Marcelo Cabrini, o melhor é pensar nas situações semelhantes que foram superaradas. “Lembro de todo o esforço que já fiz para estar ali e o que o esporte significa para mim”, completa. A ultramaratonista de montanha, Rosalia Camargo tem uma dica bem fácil para a hora de dificuldade, ela costuma observar a paisagem, comer algo especial que tenha levado para a prova e notar o quão feliz está por chegar a aquele lugar. “Quando sinto que a prova está muito difícil é porque não me preparei como tinha planejado”, diz Rosalia.

Disciplina é tudo

O planejamento é a principal dica entre os profissionais, Manuel explica que organizar e planejar tanto o treino quanto as estratégias de prova são fatores essenciais. “Situações adversas podem ocorrer, mas no momento que cruzamos a linha de chegada, tudo é mágico e vira aprendizado. Cada chegada ultrapassada vira uma vitória”, conta.

Cabrini aconselha aos corredores sempre estudarem a prova e suas particularidades. “O corredor deve ficar atento ao clima, percurso, altimetria e logística. Esse é o principal caminho para não ser surpreendido, além de claro, muito treinamento”, finaliza.

Manuel Lago em uma de suas chegadas emocionantes pós prova Foto: Alexandre Koda/Webrun Manuel Lago em uma de suas chegadas emocionantes pós prova Foto: Alexandre Koda/Webrun


Atletas dão dicas para driblar momentos difíceis em uma prova

Corrida de Montanha · 19 maio, 2015

Todos os corredores buscam se superar, e acabam sofrendo com desânimo e vontade de desistir em um treino ou prova. Para isso não acontecer, cada um tem seu jeitinho, mas algumas vezes o desânimo é inevitável e muitos acabam desistindo.

Para potencializar o ânimo dos corredores, o Webrun foi em busca de dicas com atletas casca grossa, que não desistem por pouco. O trail runner e colunista do site, Manuel Lago conta que quando se treina para uma ultramaratona é comum encarar esse tipo de situação. “Por incrível que pareça fico mentalizando nas pessoas que torcem contra mim e penso que não vou dar esse gostinho. Em seguida lembro da minha família, mulher, alunos, amigos que fazem uma torcida monstruosa para que eu tenha sucesso nos desafios”, diz.

A corredora Rosalia costuma observar a paisagem e lembrar o quanto lutou para chegar naquela prova Foto: Alexandre Koda/Webrun A corredora Rosalia costuma observar a paisagem e lembrar o quanto lutou para chegar naquela prova Foto: Alexandre Koda/Webrun

Para o corredor de elite Marcelo Cabrini, o melhor é pensar nas situações semelhantes que foram superaradas. “Lembro de todo o esforço que já fiz para estar ali e o que o esporte significa para mim”, completa. A ultramaratonista de montanha, Rosalia Camargo tem uma dica bem fácil para a hora de dificuldade, ela costuma observar a paisagem, comer algo especial que tenha levado para a prova e notar o quão feliz está por chegar a aquele lugar. “Quando sinto que a prova está muito difícil é porque não me preparei como tinha planejado”, diz Rosalia.

Disciplina é tudo

O planejamento é a principal dica entre os profissionais, Manuel explica que organizar e planejar tanto o treino quanto as estratégias de prova são fatores essenciais. “Situações adversas podem ocorrer, mas no momento que cruzamos a linha de chegada, tudo é mágico e vira aprendizado. Cada chegada ultrapassada vira uma vitória”, conta.

Cabrini aconselha aos corredores sempre estudarem a prova e suas particularidades. “O corredor deve ficar atento ao clima, percurso, altimetria e logística. Esse é o principal caminho para não ser surpreendido, além de claro, muito treinamento”, finaliza.

Manuel Lago em uma de suas chegadas emocionantes pós prova Foto: Alexandre Koda/Webrun Manuel Lago em uma de suas chegadas emocionantes pós prova Foto: Alexandre Koda/Webrun

Selecionamos filmes inspiradores para assistir no fim de semana

O clima frio do outono é perfeito para assistir a um filme, principalmente em boa companhia. Selecionamos algumas opções inspiradoras para você curtir o fim de semana.

A seguir seguem os trailers dos filmes.

The Athlete (Atletu)

Um desconhecido correndo uma Olimpíada chama atenção, ainda mais se ele estiver participando da prova descalço. Essa é a história do maratonista Abebe Bikila que foi o primeiro a vencer dois jogos olímpicos consecutivos.

Uma trajetória emocionante que demonstra a persistência e a força de vontade desse atleta, que mesmo após sofrer um acidente não se deixa vencer pelas dificuldades.

A Longa Corrida (The Long Run)

Duas pessoas diferentes e com o mesmo objetivo, de ganhar a maratona de Comrades, uma ultramaratona de 89 quilômetros que acontece na África do Sul.

The Long Run relata a relação do treinador Berry (Armin Mueller-Stahl) e Christine (Nthati Moshesh), onde essa competição muda à vida de ambos, do treinador destituído e da imigrante ilegal.

Maratona do Amor (Run Fatboy Run)

Dennis (Simon Pegg) tem problemas com compromissos e acaba deixando sua noiva Libby (Thandie Newton) no altar, o pior é que ela ainda estava grávida. Após alguns anos sua vida não teve grandes mudanças, apesar de agora ele ser pai.

Querendo mudar a situação Dennis tenta voltar com a sua ex-noiva e descobre que ela está com um novo namorado, Whit (Hank Azaria) e ele é maratonista. Para reconquistar sua amada ele se inscreve na mesma competição e descobre que não é tão simples assim participar da prova.


Selecionamos filmes inspiradores para assistir no fim de semana

Maratona · 16 maio, 2015

O clima frio do outono é perfeito para assistir a um filme, principalmente em boa companhia. Selecionamos algumas opções inspiradoras para você curtir o fim de semana.

A seguir seguem os trailers dos filmes.

The Athlete (Atletu)

Um desconhecido correndo uma Olimpíada chama atenção, ainda mais se ele estiver participando da prova descalço. Essa é a história do maratonista Abebe Bikila que foi o primeiro a vencer dois jogos olímpicos consecutivos.

Uma trajetória emocionante que demonstra a persistência e a força de vontade desse atleta, que mesmo após sofrer um acidente não se deixa vencer pelas dificuldades.

A Longa Corrida (The Long Run)

Duas pessoas diferentes e com o mesmo objetivo, de ganhar a maratona de Comrades, uma ultramaratona de 89 quilômetros que acontece na África do Sul.

The Long Run relata a relação do treinador Berry (Armin Mueller-Stahl) e Christine (Nthati Moshesh), onde essa competição muda à vida de ambos, do treinador destituído e da imigrante ilegal.

Maratona do Amor (Run Fatboy Run)

Dennis (Simon Pegg) tem problemas com compromissos e acaba deixando sua noiva Libby (Thandie Newton) no altar, o pior é que ela ainda estava grávida. Após alguns anos sua vida não teve grandes mudanças, apesar de agora ele ser pai.

Querendo mudar a situação Dennis tenta voltar com a sua ex-noiva e descobre que ela está com um novo namorado, Whit (Hank Azaria) e ele é maratonista. Para reconquistar sua amada ele se inscreve na mesma competição e descobre que não é tão simples assim participar da prova.