Ultra Maratona

Marque no seu calendário as próximas provas da Indomit

O ano de 2015 será recheado para os aventureiros de plantão e está mais do que na hora de planejar o calendário de provas. As etapas da Indomit já são datas reservadas para muitos corredores.

A primeira delas será a Indomit SP que acontecerá na cidade de São Bento do Sapucái, no dia 30 de maio. Pela segunda vez no estado, a prova terá três distâncias: doze, 21 e 50 quilômetros, a altimetria da ultramaratona chega aos 1257 metros.

A edição de Bombinhas, mais antiga do circuito chega à sua sétima edição no dia 15 de agosto. A linda cidade e cheia de montanhas vai receber por mais um ano os atletas que podem escolher correr entre os 42, 21 ou doze quilômetros, além do revezamento nos 21 e a prova kids, feita especialmente para os pequenos futuros corredores de trail run.

Atleta enfrenta a prova de 2014 da Indomit São Bendo do Sapucaí Foto: Alexandre Koda/Webrun Atleta enfrenta a prova de 2014 da Indomit São Bendo do Sapucaí Foto: Alexandre Koda/Webrun

E não menos importante a Indomit Costa Esmeralda Ultratrail será para os corredores que sonham alto. No dia sete de novembro a maior opção de quilometragem serão os 100 quilômetros, mas não são só os ultras que poderão correr essa prova, as distâncias de 80, 50, 21 e doze quilômetros também estarão disponíveis. O diferencial dessa corrida é ser classificatória para a Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB), a copa do mundo das corridas de montanha.


Opções não faltam, e nunca esqueça: “a força provém de uma vontade indomável”.


Marque no seu calendário as próximas provas da Indomit

Corrida de Montanha · 27 abr, 2015

O ano de 2015 será recheado para os aventureiros de plantão e está mais do que na hora de planejar o calendário de provas. As etapas da Indomit já são datas reservadas para muitos corredores.

A primeira delas será a Indomit SP que acontecerá na cidade de São Bento do Sapucái, no dia 30 de maio. Pela segunda vez no estado, a prova terá três distâncias: doze, 21 e 50 quilômetros, a altimetria da ultramaratona chega aos 1257 metros.

A edição de Bombinhas, mais antiga do circuito chega à sua sétima edição no dia 15 de agosto. A linda cidade e cheia de montanhas vai receber por mais um ano os atletas que podem escolher correr entre os 42, 21 ou doze quilômetros, além do revezamento nos 21 e a prova kids, feita especialmente para os pequenos futuros corredores de trail run.

Atleta enfrenta a prova de 2014 da Indomit São Bendo do Sapucaí Foto: Alexandre Koda/Webrun Atleta enfrenta a prova de 2014 da Indomit São Bendo do Sapucaí Foto: Alexandre Koda/Webrun

E não menos importante a Indomit Costa Esmeralda Ultratrail será para os corredores que sonham alto. No dia sete de novembro a maior opção de quilometragem serão os 100 quilômetros, mas não são só os ultras que poderão correr essa prova, as distâncias de 80, 50, 21 e doze quilômetros também estarão disponíveis. O diferencial dessa corrida é ser classificatória para a Ultra Trail du Mont Blanc (UTMB), a copa do mundo das corridas de montanha.


Opções não faltam, e nunca esqueça: “a força provém de uma vontade indomável”.

Saiba mais sobre o Congresso Online sobre Maratonas e Meias

A semana dos dias primeiro a sete de junho será revolucionária para corredores que se interessam em participar de sua primeira maratona, meia maratona, melhorar seus tempos ou, simplesmente descobrir novas dicas, estratégias e motivações com atletas profissionais e especialistas esportivos.

Pela primeira vez no Brasil será realizado um congresso com foco em maratonas e meias totalmente on-line. O Cona Maratona é direcionado à atletas iniciantes, experientes e de profissionais das áreas da saúde. Segundo Andre Holanda, maratonista e organizador do evento, o objetivo do congresso é usar a internet para revelar aos participantes todas as dicas e segredos usados pelos atletas de elite para enfrentar as maiores dificuldades durante os treinos e provas.

 O cadastro é gratuito em:http://www.conamaratona.com.br Foto: Divlgação O cadastro é gratuito em:http://www.conamaratona.com.br Foto: Divlgação

O evento contará com a participação de mais de 20 palestrantes e os mais reconhecidos profissionais e atletas de elite estarão prontos para dar diversas dicas. Dentre os convidados, estarão presentes atletas campeões, como José Virgínio (JVM Assessoria), Rafael Farnezi (Campeão Mundial de Triathlon), Roberto Tadao, Gabriel Picarelli e Cléber Isbin (1º, 2º e 3º Lugares da Mizuno Uphill 2014) e muitos outros.

"Quero que esse congresso faça diferença na vida do corredor, proporcionando os melhores treinos e resultados nunca atingidos pelos atletas", comenta Andre.

Dor e prazer combinam em uma maratona?

Outros objetivos do Cona Maratona são: ensinar como montar a estratégia de prova perfeita de acordo com a altimetria; como utilizar as técnicas corretas para economizar energia; determinar estratégia de acordo com o pace para cada prova; como encarar os longões como um ultramaratonista.

O cadastro é gratuito em: http://www.conamaratona.com.br


Saiba mais sobre o Congresso Online sobre Maratonas e Meias

Maratona · 17 abr, 2015

A semana dos dias primeiro a sete de junho será revolucionária para corredores que se interessam em participar de sua primeira maratona, meia maratona, melhorar seus tempos ou, simplesmente descobrir novas dicas, estratégias e motivações com atletas profissionais e especialistas esportivos.

Pela primeira vez no Brasil será realizado um congresso com foco em maratonas e meias totalmente on-line. O Cona Maratona é direcionado à atletas iniciantes, experientes e de profissionais das áreas da saúde. Segundo Andre Holanda, maratonista e organizador do evento, o objetivo do congresso é usar a internet para revelar aos participantes todas as dicas e segredos usados pelos atletas de elite para enfrentar as maiores dificuldades durante os treinos e provas.

 O cadastro é gratuito em:http://www.conamaratona.com.br Foto: Divlgação O cadastro é gratuito em:http://www.conamaratona.com.br Foto: Divlgação

O evento contará com a participação de mais de 20 palestrantes e os mais reconhecidos profissionais e atletas de elite estarão prontos para dar diversas dicas. Dentre os convidados, estarão presentes atletas campeões, como José Virgínio (JVM Assessoria), Rafael Farnezi (Campeão Mundial de Triathlon), Roberto Tadao, Gabriel Picarelli e Cléber Isbin (1º, 2º e 3º Lugares da Mizuno Uphill 2014) e muitos outros.

"Quero que esse congresso faça diferença na vida do corredor, proporcionando os melhores treinos e resultados nunca atingidos pelos atletas", comenta Andre.

Dor e prazer combinam em uma maratona?

Outros objetivos do Cona Maratona são: ensinar como montar a estratégia de prova perfeita de acordo com a altimetria; como utilizar as técnicas corretas para economizar energia; determinar estratégia de acordo com o pace para cada prova; como encarar os longões como um ultramaratonista.

O cadastro é gratuito em: http://www.conamaratona.com.br

Segunda edição do Ultratriathlon UB515 no Brasil larga amanhã

Você com certeza já ouviu falar do Ultraman, a lendária competição de triathlon realizada no Havaí, na Ilha de Kailua-Kona, há mais de 30 anos. A prova é dividida em três dias: no primeiro, os atletas nadam dez quilômetros e pedalam 145; no segundo, pedalam 276; e no terceiro, correm duas maratonas (84 quilômetros). Não satisfeitos em competir no Havaí, brasileiros resolveram trazer o desafio para o país, mais precisamente entre as cidades de Paraty e Rio de Janeiro.

A prova acontecerá nos próximos dias 17, 18 e 19 de abril, as distâncias serão as mesmas do Mundial no Havaí, mas com o detalhe da beleza natural e histórica das cidades envolvidas. A ideia partiu de dois apaixonados pelo evento, o Ultraman finisher de 2008, Alexandre Luna e o maior vencedor de todos os tempos da competição, Alexandre Ribeiro, que tem seis títulos na Ilha havaiana. “Termos participado do Ultraman do Havaí foi tão incrível que imediatamente quisemos proporcionar aos atletas da América Latina a mesma experiência transformadora que vivemos. Para a edição 2015 do UB515 temos a expectativa de que todos os atletas cruzem a linha de chegada do terceiro dia em segurança e realizem seus sonhos de conquistar a distância de 515 quilômetros”, revela Alexandre Luna.

Dor e prazer combinam em uma maratona?

O corredor Sebastião Muniz, de Alagoas finalizando o UB515 de 2014 Foto: Ricardo Ramos/Divulgação O corredor Sebastião Muniz, de Alagoas finalizando o UB515 de 2014 Foto: Ricardo Ramos/Divulgação

Houve toda uma peneira para os participantes escolhidos, tanto preferência aos atletas mais experientes em ultradistâncias. “O processo de avaliação das candidaturas é necessário, sobretudo para segurança dos atletas. Neste processo avaliamos seus currículos esportivos, solicitamos as comprovações de seus resultados e entrevistamos cada um individualmente.”, explica Alexandre.

Neste tipo de desafio extremo uma característica é marcante, a média de idade acima dos 40 anos. No UB515 deste ano a média de idade entre os homens é de 43 anos, e entre as mulheres 41 anos. Um dos maiores atletas do mundo de ultratriathlon, Sergio Cordeiro, estará presente mais uma vez e será o grande “veterano”, com “enxutos” 60 anos de idade. Na outra ponta, a mais jovem de todo evento será Luiza Tobar, com 27. Somando os currículos dos participantes chega-se à impressionante quantidade de 65 provas com as distâncias Ultraman e 229 provas com as distâncias Ironman.

Para maiores informações sobre o evento e seus participantes, visite o site ub515.com.br.


Segunda edição do Ultratriathlon UB515 no Brasil larga amanhã

Triathlon · 16 abr, 2015

Você com certeza já ouviu falar do Ultraman, a lendária competição de triathlon realizada no Havaí, na Ilha de Kailua-Kona, há mais de 30 anos. A prova é dividida em três dias: no primeiro, os atletas nadam dez quilômetros e pedalam 145; no segundo, pedalam 276; e no terceiro, correm duas maratonas (84 quilômetros). Não satisfeitos em competir no Havaí, brasileiros resolveram trazer o desafio para o país, mais precisamente entre as cidades de Paraty e Rio de Janeiro.

A prova acontecerá nos próximos dias 17, 18 e 19 de abril, as distâncias serão as mesmas do Mundial no Havaí, mas com o detalhe da beleza natural e histórica das cidades envolvidas. A ideia partiu de dois apaixonados pelo evento, o Ultraman finisher de 2008, Alexandre Luna e o maior vencedor de todos os tempos da competição, Alexandre Ribeiro, que tem seis títulos na Ilha havaiana. “Termos participado do Ultraman do Havaí foi tão incrível que imediatamente quisemos proporcionar aos atletas da América Latina a mesma experiência transformadora que vivemos. Para a edição 2015 do UB515 temos a expectativa de que todos os atletas cruzem a linha de chegada do terceiro dia em segurança e realizem seus sonhos de conquistar a distância de 515 quilômetros”, revela Alexandre Luna.

Dor e prazer combinam em uma maratona?

O corredor Sebastião Muniz, de Alagoas finalizando o UB515 de 2014 Foto: Ricardo Ramos/Divulgação O corredor Sebastião Muniz, de Alagoas finalizando o UB515 de 2014 Foto: Ricardo Ramos/Divulgação

Houve toda uma peneira para os participantes escolhidos, tanto preferência aos atletas mais experientes em ultradistâncias. “O processo de avaliação das candidaturas é necessário, sobretudo para segurança dos atletas. Neste processo avaliamos seus currículos esportivos, solicitamos as comprovações de seus resultados e entrevistamos cada um individualmente.”, explica Alexandre.

Neste tipo de desafio extremo uma característica é marcante, a média de idade acima dos 40 anos. No UB515 deste ano a média de idade entre os homens é de 43 anos, e entre as mulheres 41 anos. Um dos maiores atletas do mundo de ultratriathlon, Sergio Cordeiro, estará presente mais uma vez e será o grande “veterano”, com “enxutos” 60 anos de idade. Na outra ponta, a mais jovem de todo evento será Luiza Tobar, com 27. Somando os currículos dos participantes chega-se à impressionante quantidade de 65 provas com as distâncias Ultraman e 229 provas com as distâncias Ironman.

Para maiores informações sobre o evento e seus participantes, visite o site ub515.com.br.

Não os subestime você ainda vai precisar de um staff

O corredor nunca está sozinho, seja em sua preparação ou mesmo no dia da prova, ele sempre mobiliza um número de pessoas para trabalhar em prol de seu objetivo. No caso da prova Volta à Ilha, o que não faltavam eram essas pessoas prontas para ajudar, mais conhecidas como staffs.

O treinador Emerson Bisan, e o corredor Luiz Fernando Martins formaram uma dupla na prova que aconteceu no último fim de semana e revezaram os 140 quilômetros ao redor de Florianópolis. Junto a eles em todos os pontos de troca era possível encontrar Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi, os staffs dos atletas.

Emerson e Luiz durante uma das transições da Volta à Ilha. O Staff Tiago sempre de olho logo atrás Foto: Christina Volpe/Webrun Emerson e Luiz durante uma das transições da Volta à Ilha. O Staff Tiago sempre de olho logo atrás Foto: Christina Volpe/Webrun

“Como sempre nas provas onde se exige apoio com carros, recorremos aos nossos amigos, alunos e familiares, que pode acreditar se desgastam até mais que nós corredores”, conta Emerson. Marcelo é aluno do treinador na assessoria Nova Equipe e estava acompanhando pela primeira vez a prova. “Ainda não cheguei ao patamar desses corredores, então vim ajudar. É um trabalho ótimo e a adrenalina chega lá no alto. Fiquei com muita vontade de correr”, diz.

Para dirigir o carro da equipe o escolhido foi Tiago Pattussi, nativo de Florianópolis e piloto da equipe desde 2011. Por conhecer toda a ilha, Tiago fugia dos percursos lotados e ia por caminhos alternativos, fazendo com que as trocas acontecessem sempre com tranquilidade. “Essa estratégia é exclusiva na prova de Florianópolis, pois na maioria das provas os percursos são menores”, explica Emerson.

Os dois dedicados staffs da Nova Equipe: Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi Foto: Christina Volpe/Webrun Os dois dedicados staffs da Nova Equipe: Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi Foto: Christina Volpe/Webrun

Além do apoio no transporte, os dois atletas são diabéticos, então a preocupação com a hidratação e manter o nível de insulina estável também é uma função dos staffs. Emerson faz questão de ressaltar a importância dessas pessoas, que fazem desde a cronometragem e planejamento de trechos até entregar água gelada, e finaliza: “dou muita importância à equipe de suporte e apoio, dividindo sempre minhas conquistas e medalhas com todos”.


Não os subestime você ainda vai precisar de um staff

Ultra Maratona · 15 abr, 2015

O corredor nunca está sozinho, seja em sua preparação ou mesmo no dia da prova, ele sempre mobiliza um número de pessoas para trabalhar em prol de seu objetivo. No caso da prova Volta à Ilha, o que não faltavam eram essas pessoas prontas para ajudar, mais conhecidas como staffs.

O treinador Emerson Bisan, e o corredor Luiz Fernando Martins formaram uma dupla na prova que aconteceu no último fim de semana e revezaram os 140 quilômetros ao redor de Florianópolis. Junto a eles em todos os pontos de troca era possível encontrar Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi, os staffs dos atletas.

Emerson e Luiz durante uma das transições da Volta à Ilha. O Staff Tiago sempre de olho logo atrás Foto: Christina Volpe/Webrun Emerson e Luiz durante uma das transições da Volta à Ilha. O Staff Tiago sempre de olho logo atrás Foto: Christina Volpe/Webrun

“Como sempre nas provas onde se exige apoio com carros, recorremos aos nossos amigos, alunos e familiares, que pode acreditar se desgastam até mais que nós corredores”, conta Emerson. Marcelo é aluno do treinador na assessoria Nova Equipe e estava acompanhando pela primeira vez a prova. “Ainda não cheguei ao patamar desses corredores, então vim ajudar. É um trabalho ótimo e a adrenalina chega lá no alto. Fiquei com muita vontade de correr”, diz.

Para dirigir o carro da equipe o escolhido foi Tiago Pattussi, nativo de Florianópolis e piloto da equipe desde 2011. Por conhecer toda a ilha, Tiago fugia dos percursos lotados e ia por caminhos alternativos, fazendo com que as trocas acontecessem sempre com tranquilidade. “Essa estratégia é exclusiva na prova de Florianópolis, pois na maioria das provas os percursos são menores”, explica Emerson.

Os dois dedicados staffs da Nova Equipe: Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi Foto: Christina Volpe/Webrun Os dois dedicados staffs da Nova Equipe: Marcelo Queiroz e Tiago Pattussi Foto: Christina Volpe/Webrun

Além do apoio no transporte, os dois atletas são diabéticos, então a preocupação com a hidratação e manter o nível de insulina estável também é uma função dos staffs. Emerson faz questão de ressaltar a importância dessas pessoas, que fazem desde a cronometragem e planejamento de trechos até entregar água gelada, e finaliza: “dou muita importância à equipe de suporte e apoio, dividindo sempre minhas conquistas e medalhas com todos”.

Corredores vêm de todas as partes do país para correr a Patagônia Run

A cidade de San Martin de Los Andes, na Patagônia argentina, se transformou numa “colônia” brasileira entre os dias 9 e 11 de abril. Isso porque 700 corredores canarinhos e seus respectivos acompanhantes desembarcaram na região para disputar a sexta edição da Patagônia Run, corrida de montanha que teve distâncias de dez, 21, 42, 70, 100 e 120 quilômetros.

Os primeiros a largar foram os ultramaratonistas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os primeiros a largar foram os ultramaratonistas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os primeiros a largar foram os ultramarotinistas da prova maior, às 21h30 de sexta-feira, na praça principal da cidade com uma temperatura na casa dos 15 graus. Com o avançar da madrugada a temperatura ambiente caía, mas a energia dos corredores estava a mil.

Postos de abastecimento - Os postos de abastecimento da corrida eram uma atração à parte, com a animação dos staffs incentivando cada corredor que chegava. Para repor as energias, além de água e isotônico, havia refrigerante, sopa quente, chá, café, diversos tipos de comidas e até empanadas.

As paisagens eram uma forma de manter a motivação. Foto: divulgação/ Fotos de Aventura As paisagens eram uma forma de manter a motivação. Foto: divulgação/ Fotos de Aventura

Muito chegavam aos postos batendo os dentes, já que a madrugada foi fria com temperaturas na marca dos oito graus e um amanhecer ainda mais gelado que transformou a grama verde em quase branca . Para aquecer o corpo havia fogueiras ou caldeirões com lenha. A altimetria era variada, com trechos de até 1.800 metros para os 120 quilômetros, por exemplo, mas segundo a maioria dos participantes o pior trecho foi a descida do Quilanlahue com terrenos irregulares e que exigiram muito da musculatura.

Mas o sofrimento foi compensado, já que as paisagens mudavam ao longo dos quilômetros, com pinheiros, travessias de rios, vegetação seca e a bela vista do lago. A chegada foi na cidade e mais uma vez com apoio total da comunidade, que foi torcer e aplaudir cada um dos concluintes. Alguns choravam, outros davam gritos de alívio ou beijavam o chão em forma de agradecimento, mas todos eram parabenizados e reconfortados um a um pelas staffs que entregavam as medalhas.

Os postos de abastecimento tinham diversos tipos de comida e bebida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os postos de abastecimento tinham diversos tipos de comida e bebida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os brasileiros vieram diferentes partes do país, como Francine Pires e Edna Bras, que representaram Leme (interior de São Paulo) nos 21 quilômetros. “O clima foi legal, mas os primeiros dez quilômetros eram pesados e com muita subida. Mas depois foi só controlar para descer. Com certeza voltarei ano que vem”, conta Francine. Já Edna elogia a organização do evento. “A prova estava muito bem organizada, o pessoal é bem acolhedor, mas as trilhas foram muito duras, principalmente as descidas”.

Ana Cecilia Ribeiro veio de Belo Horizonte para realizar um sonho. “Quando comecei a correr sempre pensava em fazer uma meia maratona aqui”, conta emocionada. “Confesso que mesmo morando em Minas onde há bastante subidas, não estou acostumada com tanta montanha, então sofri um pouco. Mas agradeço demais o carinho da cidade e certamente estarei aqui ano que vem”.

Ana teve a companhia da melhor amiga para a realização do sonho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana teve a companhia da melhor amiga para a realização do sonho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Claudia Pretti e Renata Duarte trocaram o calor de Vila Velha para estrearem no mundo das corridas nos dez quilômetros da Patagônia Run. “Adorei correr aqui e a paisagem era tão maravilhosa que a prova passou super rápido”, comenta Claudia. Já Renata diz que os obstáculos naturais foram a parte mais complicada. “A terra fofa complicou, assim como as subidas íngremes, a travessia do lago e ficar toda encharcada depois. Mas foi tudo de bom”.

Mila Goulart está acostumada ao frio, já que vive em Jaraguá do Sul (SC), então tirou de letra o clima patagônico. “Estava até quente para nós, então tiramos de letra”, brinca. “Foi uma prova maravilhosa, muito sofrida, mas valeu muito a pena e ano que vem volto para fazer os 42 quilômetros”, completa a meia maratonista.

Claudia e Renata vieram do calor de Vila Velha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Claudia e Renata vieram do calor de Vila Velha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Quem também veio do sul do Brasil foi o porto alegrense Marcos Scharnberg Neto para a disputa dos 42 quilômetros. “Essa foi minha primeira maratona de montanha e achei um espetáculo”, conta o campeão da categoria 60 anos+. “Estou treinando para a Comrades na África do Sul, então escolhi essa prova para fazer um treinamento mais forte”, explica.

Entre as emoções dos corredores que cruzavam a “meta”, como dizem os hermanos, uma garota de 17 anos chamava a atenção por não conseguir segurar as lágrimas. Era a argentina Valentina Ceballos que após 5h09min03 completava sua primeira maratona na vida.

Marcos usou a prova como treino para a Comrades. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marcos usou a prova como treino para a Comrades. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

“Até mais da metade da prova fui muito bem, inclusive passando outros corredores. Mas os últimos dez quilômetros pareciam uma eternidade e só tive forças porque pensava no meu pai e nos meus amigos que me esperavam na chegada, além do meu treinador que estava correndo os 120 quilômetros”, desabafa. “Eu já estava sem pernas, mas não parei nunca e estou muito contente. Agora vou aproveitar para descansar e curtir um pouco a cidade de San Martin de Los Andes que é uma das mais bonitas da Patagônia”, completa a representante de General Roca (sul da Argentina) que de quebra faturou o primeiro lugar na categoria.

Os interessados em participar da edição 2016 já podem ficar de olho no site oficial (patagoniarun.com) porque em breve as inscrições estarão em abertas. O evento acontecerá entre os dias 8 e 9 de abril.

Valentina mesclava sorriso e lágrimas na chegada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Valentina mesclava sorriso e lágrimas na chegada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Corredores vêm de todas as partes do país para correr a Patagônia Run

Corrida de Montanha · 14 abr, 2015

A cidade de San Martin de Los Andes, na Patagônia argentina, se transformou numa “colônia” brasileira entre os dias 9 e 11 de abril. Isso porque 700 corredores canarinhos e seus respectivos acompanhantes desembarcaram na região para disputar a sexta edição da Patagônia Run, corrida de montanha que teve distâncias de dez, 21, 42, 70, 100 e 120 quilômetros.

Os primeiros a largar foram os ultramaratonistas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os primeiros a largar foram os ultramaratonistas. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os primeiros a largar foram os ultramarotinistas da prova maior, às 21h30 de sexta-feira, na praça principal da cidade com uma temperatura na casa dos 15 graus. Com o avançar da madrugada a temperatura ambiente caía, mas a energia dos corredores estava a mil.

Postos de abastecimento - Os postos de abastecimento da corrida eram uma atração à parte, com a animação dos staffs incentivando cada corredor que chegava. Para repor as energias, além de água e isotônico, havia refrigerante, sopa quente, chá, café, diversos tipos de comidas e até empanadas.

As paisagens eram uma forma de manter a motivação. Foto: divulgação/ Fotos de Aventura As paisagens eram uma forma de manter a motivação. Foto: divulgação/ Fotos de Aventura

Muito chegavam aos postos batendo os dentes, já que a madrugada foi fria com temperaturas na marca dos oito graus e um amanhecer ainda mais gelado que transformou a grama verde em quase branca . Para aquecer o corpo havia fogueiras ou caldeirões com lenha. A altimetria era variada, com trechos de até 1.800 metros para os 120 quilômetros, por exemplo, mas segundo a maioria dos participantes o pior trecho foi a descida do Quilanlahue com terrenos irregulares e que exigiram muito da musculatura.

Mas o sofrimento foi compensado, já que as paisagens mudavam ao longo dos quilômetros, com pinheiros, travessias de rios, vegetação seca e a bela vista do lago. A chegada foi na cidade e mais uma vez com apoio total da comunidade, que foi torcer e aplaudir cada um dos concluintes. Alguns choravam, outros davam gritos de alívio ou beijavam o chão em forma de agradecimento, mas todos eram parabenizados e reconfortados um a um pelas staffs que entregavam as medalhas.

Os postos de abastecimento tinham diversos tipos de comida e bebida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os postos de abastecimento tinham diversos tipos de comida e bebida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os brasileiros vieram diferentes partes do país, como Francine Pires e Edna Bras, que representaram Leme (interior de São Paulo) nos 21 quilômetros. “O clima foi legal, mas os primeiros dez quilômetros eram pesados e com muita subida. Mas depois foi só controlar para descer. Com certeza voltarei ano que vem”, conta Francine. Já Edna elogia a organização do evento. “A prova estava muito bem organizada, o pessoal é bem acolhedor, mas as trilhas foram muito duras, principalmente as descidas”.

Ana Cecilia Ribeiro veio de Belo Horizonte para realizar um sonho. “Quando comecei a correr sempre pensava em fazer uma meia maratona aqui”, conta emocionada. “Confesso que mesmo morando em Minas onde há bastante subidas, não estou acostumada com tanta montanha, então sofri um pouco. Mas agradeço demais o carinho da cidade e certamente estarei aqui ano que vem”.

Ana teve a companhia da melhor amiga para a realização do sonho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana teve a companhia da melhor amiga para a realização do sonho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Claudia Pretti e Renata Duarte trocaram o calor de Vila Velha para estrearem no mundo das corridas nos dez quilômetros da Patagônia Run. “Adorei correr aqui e a paisagem era tão maravilhosa que a prova passou super rápido”, comenta Claudia. Já Renata diz que os obstáculos naturais foram a parte mais complicada. “A terra fofa complicou, assim como as subidas íngremes, a travessia do lago e ficar toda encharcada depois. Mas foi tudo de bom”.

Mila Goulart está acostumada ao frio, já que vive em Jaraguá do Sul (SC), então tirou de letra o clima patagônico. “Estava até quente para nós, então tiramos de letra”, brinca. “Foi uma prova maravilhosa, muito sofrida, mas valeu muito a pena e ano que vem volto para fazer os 42 quilômetros”, completa a meia maratonista.

Claudia e Renata vieram do calor de Vila Velha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Claudia e Renata vieram do calor de Vila Velha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Quem também veio do sul do Brasil foi o porto alegrense Marcos Scharnberg Neto para a disputa dos 42 quilômetros. “Essa foi minha primeira maratona de montanha e achei um espetáculo”, conta o campeão da categoria 60 anos+. “Estou treinando para a Comrades na África do Sul, então escolhi essa prova para fazer um treinamento mais forte”, explica.

Entre as emoções dos corredores que cruzavam a “meta”, como dizem os hermanos, uma garota de 17 anos chamava a atenção por não conseguir segurar as lágrimas. Era a argentina Valentina Ceballos que após 5h09min03 completava sua primeira maratona na vida.

Marcos usou a prova como treino para a Comrades. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marcos usou a prova como treino para a Comrades. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

“Até mais da metade da prova fui muito bem, inclusive passando outros corredores. Mas os últimos dez quilômetros pareciam uma eternidade e só tive forças porque pensava no meu pai e nos meus amigos que me esperavam na chegada, além do meu treinador que estava correndo os 120 quilômetros”, desabafa. “Eu já estava sem pernas, mas não parei nunca e estou muito contente. Agora vou aproveitar para descansar e curtir um pouco a cidade de San Martin de Los Andes que é uma das mais bonitas da Patagônia”, completa a representante de General Roca (sul da Argentina) que de quebra faturou o primeiro lugar na categoria.

Os interessados em participar da edição 2016 já podem ficar de olho no site oficial (patagoniarun.com) porque em breve as inscrições estarão em abertas. O evento acontecerá entre os dias 8 e 9 de abril.

Valentina mesclava sorriso e lágrimas na chegada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Valentina mesclava sorriso e lágrimas na chegada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Volta à Ilha comemora sua 20ª edição com prova emocionante

Com mais uma edição a prova Volta à Ilha moveu multidões, a cidade de Florianópolis recebeu amantes da corrida do Brasil inteiro e literalmente parou. Em todo lugar era possível ver um atleta superando seus limites para ajudar sua equipe.

O dia começou fresco e pelo céu estrelado visto pelos primeiros corredores que largaram às 4h15 da manhã, o dia ia ser de sol. Não deu outra, um lindo dia fez com que as paisagens da Ilha da Magia se tornassem ainda mais belas. As equipes percorreram 18 pontos somando 140 quilômetros nos mais diversos terrenos: asfalto, areia fofa, terra, morro e dunas sem esquecer é claro do mar de águas claras que rodeia Florianópolis.

As belas paisagens acompanharam os corredores por todo percurso, como essa linda vista do Forte São José Foto: Christina Volpe/Webrun As belas paisagens acompanharam os corredores por todo percurso, como essa linda vista do Forte São José Foto: Christina Volpe/Webrun

Como sempre um dos pontos mais comentados e temidos pelos corredores foi o Morro do Sertão, mais conhecido como Morro Maldito. Para quem fez esse trecho, além de enfrentar a altimetria de 250 metros o corredor percorreu 15 quilômetros do percurso dito como o mais difícil. Na transição deste ponto, era possível ver atletas exaustos, chegando mancando e com cãibra, mas isso não afastou o entusiasmo dos outros, muitos já planejavam estar naquele percurso na próxima edição da prova.

A maioria das equipes, sem dúvida, tinha o principal intuito de se divertir apoiando um ao outro e ficando feliz em somente completar o percurso. Mas teve gente que foi mesmo para ganhar, e os primeiros a cruzarem a linha de chegada foram os corredores da equipe Cia dos Cavalos/Flex Nutrition, com o tempo de 8h53min19. A equipe de Porto Alegre veio determinada a vencer, mesclando uma equipe jovem e velozes corredores, com atletas mais experientes.

Atletas iniciam a subida no Morro Maldito, trecho mais temido pelos corredores Foto: Christina Volpe/Webrun Atletas iniciam a subida no Morro Maldito, trecho mais temido pelos corredores Foto: Christina Volpe/Webrun

Confira todos os campeões do revezamento:

Campeão Geral: Cia dos Cavalos/ Flex Nutrition (RS) – 08h53min19

Aberta
1º - Supermercado Jacomar (PR) – 09h15min06
2º - SEM Apiúna/Acara (SC) – 09h31min47
3º - D-Run Bionexo I (SP) – 09h39min57

Aberta Mista
1º - Base 1 (RS) – 10h04min04
2º - Equipiazza (PR) – 10h25min15
3º - Sprint Assessoria Esportiva (SC) – 10h30min19

Dupla
1º - André Villarinho (GO) – 10h41min39
2º - Acrimet/ Tem Esportes/ Agnaldo S (SP) – 11h31min37
3º - Gustavo Ponto – GPAE (SC) – 12h02min56

Veterana 40
1º - Nossa Saúde (PR) – 10h23min56
2º - Relouvox/Hidra (PR) – 10h48min15
3º - Oxteam The Eagles (MT) – 10h52min23

Veterana 50
1º - Companhia dos Cavalos/POUPEX (RS) – 10h49min32
2º - Chão do Aterro (RJ) – 11h03min53
3º - Corre-Bloc (SC) – 11h06min47

Veterana Mista
1º - Campos Running/Paquetá Esportes (RS) – 10h29min41
2º - Clube de Corrida Formacco 1 (SC) – 11h14min43
3º - Chão de Aterro 2 (RJ) – 11h52min24

O revezamento é um dos momentos mais importantes para as equipes Foto: Christina Volpe/Webrun O revezamento é um dos momentos mais importantes para as equipes Foto: Christina Volpe/Webrun


Volta à Ilha comemora sua 20ª edição com prova emocionante

Corrida de Montanha · 13 abr, 2015

Com mais uma edição a prova Volta à Ilha moveu multidões, a cidade de Florianópolis recebeu amantes da corrida do Brasil inteiro e literalmente parou. Em todo lugar era possível ver um atleta superando seus limites para ajudar sua equipe.

O dia começou fresco e pelo céu estrelado visto pelos primeiros corredores que largaram às 4h15 da manhã, o dia ia ser de sol. Não deu outra, um lindo dia fez com que as paisagens da Ilha da Magia se tornassem ainda mais belas. As equipes percorreram 18 pontos somando 140 quilômetros nos mais diversos terrenos: asfalto, areia fofa, terra, morro e dunas sem esquecer é claro do mar de águas claras que rodeia Florianópolis.

As belas paisagens acompanharam os corredores por todo percurso, como essa linda vista do Forte São José Foto: Christina Volpe/Webrun As belas paisagens acompanharam os corredores por todo percurso, como essa linda vista do Forte São José Foto: Christina Volpe/Webrun

Como sempre um dos pontos mais comentados e temidos pelos corredores foi o Morro do Sertão, mais conhecido como Morro Maldito. Para quem fez esse trecho, além de enfrentar a altimetria de 250 metros o corredor percorreu 15 quilômetros do percurso dito como o mais difícil. Na transição deste ponto, era possível ver atletas exaustos, chegando mancando e com cãibra, mas isso não afastou o entusiasmo dos outros, muitos já planejavam estar naquele percurso na próxima edição da prova.

A maioria das equipes, sem dúvida, tinha o principal intuito de se divertir apoiando um ao outro e ficando feliz em somente completar o percurso. Mas teve gente que foi mesmo para ganhar, e os primeiros a cruzarem a linha de chegada foram os corredores da equipe Cia dos Cavalos/Flex Nutrition, com o tempo de 8h53min19. A equipe de Porto Alegre veio determinada a vencer, mesclando uma equipe jovem e velozes corredores, com atletas mais experientes.

Atletas iniciam a subida no Morro Maldito, trecho mais temido pelos corredores Foto: Christina Volpe/Webrun Atletas iniciam a subida no Morro Maldito, trecho mais temido pelos corredores Foto: Christina Volpe/Webrun

Confira todos os campeões do revezamento:

Campeão Geral: Cia dos Cavalos/ Flex Nutrition (RS) – 08h53min19

Aberta
1º - Supermercado Jacomar (PR) – 09h15min06
2º - SEM Apiúna/Acara (SC) – 09h31min47
3º - D-Run Bionexo I (SP) – 09h39min57

Aberta Mista
1º - Base 1 (RS) – 10h04min04
2º - Equipiazza (PR) – 10h25min15
3º - Sprint Assessoria Esportiva (SC) – 10h30min19

Dupla
1º - André Villarinho (GO) – 10h41min39
2º - Acrimet/ Tem Esportes/ Agnaldo S (SP) – 11h31min37
3º - Gustavo Ponto – GPAE (SC) – 12h02min56

Veterana 40
1º - Nossa Saúde (PR) – 10h23min56
2º - Relouvox/Hidra (PR) – 10h48min15
3º - Oxteam The Eagles (MT) – 10h52min23

Veterana 50
1º - Companhia dos Cavalos/POUPEX (RS) – 10h49min32
2º - Chão do Aterro (RJ) – 11h03min53
3º - Corre-Bloc (SC) – 11h06min47

Veterana Mista
1º - Campos Running/Paquetá Esportes (RS) – 10h29min41
2º - Clube de Corrida Formacco 1 (SC) – 11h14min43
3º - Chão de Aterro 2 (RJ) – 11h52min24

O revezamento é um dos momentos mais importantes para as equipes Foto: Christina Volpe/Webrun O revezamento é um dos momentos mais importantes para as equipes Foto: Christina Volpe/Webrun

Conheça os diferentes tipos de câncer de pele e como atuam no corpo

Muito se fala sobre câncer de pele, mas poucos sabem realmente o que ele é, seus sintomas e tratamento. “Os cânceres são multiplicações celulares que geram células diferentes das que já existem no organismo”, segundo a dermatologista Michele Haikal.

Na pele é possível ter diversos tipos de câncer, a especialista explica alguns deles:

Carcinoma basocelular: que é tumor maligno cutâneo mais frequente em nosso meio, representando 71,4% dos tumores malignos de pele e começam da epiderme. O fator mais importante envolvido na evolução da doença é exposição da pele à radiação dos raios ultravioletas B, único que oferece riscos à saúde humana. Tem baixo risco de metástase, mas pode crescer muito radialmente e não ter cura, causando deformidades.

Carcinoma espinocelular: é o segundo tumor maligno mais frequente na pele (21,7%), podendo causar metástase. Origina-se da proliferação atípica de células da camada espinhosa da epiderme e sua incidência tem aumentado drasticamente nos últimos anos. O fator mais importante envolvido é o raio ultravioleta B com contribuição do ultravioleta A. A lesão prévia mais frequente é a queratose actínica, lesões grossas que surgem em cima de pele muito exposta ao sol. A redução da eficiência do sistema imunológico aumenta o risco do seu desenvolvimento.

Melanoma: ocorre pela transformação do melanócito (célula que dá cor à pele e a pintas). Representa 4% dos tumores malignos de pele e é o de maior mortalidade. Quando não diagnosticado no início ele infiltra a derme e torna-se com elevado índice de metástase e resistente a terapias, sendo responsável por 77% das mortes por câncer de pele. Sua incidência tem dobrado a cada dez anos e é o câncer mais fatal entre adultos jovens. Os fatores de risco são ambientais e também genéticos. A exposição solar é o principal fator ambiental, mas 10% dos casos ocorrem por histórico familiar.

Carcinoma de células de Merkel: é um tumor raro, mas muito agressivo, que se origina da transformação desordenada das células de Merkel (responsáveis pelo tato). A redução da eficiência do sistema imunológico (imunossupressão) é um fator de risco para o seu desenvolvimento. Atualmente reconhece-se a presença de um vírus, o polyomavirus, envolvido em sua gênese.

Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista Foto: Instituo Christiana Care/Licence CC BY-NC-SA 2.0 Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista Foto: Instituo Christiana Care/Licence CC BY-NC-SA 2.0

A frequência é igual para ambos os sexos, porém em alguns países há estatísticas sobre a doença. “O melanoma tem um predomínio um pouco maior em mulheres, segundo estatísticas de países desenvolvidos, mas tem aumentado à incidência em homens. No Brasil não temos estas estatísticas”, explica Michele. O Carcinoma de células de Merkel (que é muito raro) tem um discreto predomínio em homens.

Precauções
A principal precaução que está em nossas mãos, é o uso de protetor solar diariamente e evitar exposição excessiva ao sol. Existem também outros fatores envolvidos como a genética e a imunossupressão que são mais difíceis de atuar.

Sintomas
Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista. Michele diz que devemos ficar atentos às lesões pigmentadas quando há o desenvolvimento de melanomas. “Se um nevo (pinta) se torna sintomático (coceira, sangramento, crescimento rápido), ou se ele tem o tamanho maior que seis milímetros, irregularidade de bordas, variedade de cores e assimetria de sua forma, deve ser mostrada a um especialista rapidamente”, diz.

Tratamento
A dermatologista explica que existe variação de acordo com cada tipo de câncer de pele e do tempo em que ele foi encontrado, indo desde o uso de substância local ou remoção simples por exérese (cirurgia de retirada de corpo estranho), até a quimio e radioterapia.


Conheça os diferentes tipos de câncer de pele e como atuam no corpo

Caminhada · 08 abr, 2015

Muito se fala sobre câncer de pele, mas poucos sabem realmente o que ele é, seus sintomas e tratamento. “Os cânceres são multiplicações celulares que geram células diferentes das que já existem no organismo”, segundo a dermatologista Michele Haikal.

Na pele é possível ter diversos tipos de câncer, a especialista explica alguns deles:

Carcinoma basocelular: que é tumor maligno cutâneo mais frequente em nosso meio, representando 71,4% dos tumores malignos de pele e começam da epiderme. O fator mais importante envolvido na evolução da doença é exposição da pele à radiação dos raios ultravioletas B, único que oferece riscos à saúde humana. Tem baixo risco de metástase, mas pode crescer muito radialmente e não ter cura, causando deformidades.

Carcinoma espinocelular: é o segundo tumor maligno mais frequente na pele (21,7%), podendo causar metástase. Origina-se da proliferação atípica de células da camada espinhosa da epiderme e sua incidência tem aumentado drasticamente nos últimos anos. O fator mais importante envolvido é o raio ultravioleta B com contribuição do ultravioleta A. A lesão prévia mais frequente é a queratose actínica, lesões grossas que surgem em cima de pele muito exposta ao sol. A redução da eficiência do sistema imunológico aumenta o risco do seu desenvolvimento.

Melanoma: ocorre pela transformação do melanócito (célula que dá cor à pele e a pintas). Representa 4% dos tumores malignos de pele e é o de maior mortalidade. Quando não diagnosticado no início ele infiltra a derme e torna-se com elevado índice de metástase e resistente a terapias, sendo responsável por 77% das mortes por câncer de pele. Sua incidência tem dobrado a cada dez anos e é o câncer mais fatal entre adultos jovens. Os fatores de risco são ambientais e também genéticos. A exposição solar é o principal fator ambiental, mas 10% dos casos ocorrem por histórico familiar.

Carcinoma de células de Merkel: é um tumor raro, mas muito agressivo, que se origina da transformação desordenada das células de Merkel (responsáveis pelo tato). A redução da eficiência do sistema imunológico (imunossupressão) é um fator de risco para o seu desenvolvimento. Atualmente reconhece-se a presença de um vírus, o polyomavirus, envolvido em sua gênese.

Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista Foto: Instituo Christiana Care/Licence CC BY-NC-SA 2.0 Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista Foto: Instituo Christiana Care/Licence CC BY-NC-SA 2.0

A frequência é igual para ambos os sexos, porém em alguns países há estatísticas sobre a doença. “O melanoma tem um predomínio um pouco maior em mulheres, segundo estatísticas de países desenvolvidos, mas tem aumentado à incidência em homens. No Brasil não temos estas estatísticas”, explica Michele. O Carcinoma de células de Merkel (que é muito raro) tem um discreto predomínio em homens.

Precauções
A principal precaução que está em nossas mãos, é o uso de protetor solar diariamente e evitar exposição excessiva ao sol. Existem também outros fatores envolvidos como a genética e a imunossupressão que são mais difíceis de atuar.

Sintomas
Alterações na pele, presença de protuberâncias novas, que podem coçar ou sangrar devem sempre ser mostradas a um especialista. Michele diz que devemos ficar atentos às lesões pigmentadas quando há o desenvolvimento de melanomas. “Se um nevo (pinta) se torna sintomático (coceira, sangramento, crescimento rápido), ou se ele tem o tamanho maior que seis milímetros, irregularidade de bordas, variedade de cores e assimetria de sua forma, deve ser mostrada a um especialista rapidamente”, diz.

Tratamento
A dermatologista explica que existe variação de acordo com cada tipo de câncer de pele e do tempo em que ele foi encontrado, indo desde o uso de substância local ou remoção simples por exérese (cirurgia de retirada de corpo estranho), até a quimio e radioterapia.

Doping natural: esse método realmente funciona?

A maioria dos corredores quer correr cada vez melhor e mais rápido. Sentir-se menos cansado então, é o sonho de todo praticante de atividade física. Para isso, muitos recorrem ao chamado “doping natural”, que promete aumentar o desempenho do corpo legalmente.

O treino em altitude e a ingestão de alimentos com alto índice de cafeína são dois desses métodos, conhecidos principalmente por atletas e treinadores. A questão é: essas ferramentas fazem mesmo a diferença no desempenho?

Nas alturas

Período de adaptação é essencial para a prática do treino em altitude. Foto: Maridav/Fotolia Período de adaptação é essencial para a prática do treino em altitude. Foto: Maridav/Fotolia

De acordo com o Dr. Ricardo Zanuto, mestre em fisiologia humana pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, para treinar em altitude é necessário passar antes pelo período de adaptação, que no início pode gerar desconfortos como dor de cabeça e enjoo. “A pessoa deve treinar com baixo volume e intensidade, para aguentar a menor pressão parcial de oxigênio”, explica.

O tempo vai depender da altitude em que a pessoa se encontra. “Por exemplo, para uma altitude de 2.000 a 3.000 metros, leva-se de duas a três semanas, e quanto mais alto o tempo de aclimatação aumenta também”, argumenta o doutor.

Depois desse período de preparo, o praticante de corrida pode ter benefícios com essa prática, sendo importante frisar que isso varia de pessoa para pessoa. “O corpo tende a se adaptar à baixa pressão de oxigênio, criando mais hemoglobina, que é a responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Se a pessoa fez a aclimatação e corre uma prova em uma altitude baixa como ao nível do mar, seu desempenho tende a melhorar, pois o corpo irá transportar mais oxigênio para os músculos”, completa.

Apesar dos pontos positivos de correr em altitude, há também as desvantagens. É o que afirma o treinador Ronaldo Martinelli, sócio diretor da 5ways Coaching e consultor do grupo Bio Ritmo. Para ele, efeitos como a diferença de temperatura e possíveis lesões causadas pelo resfriamento do ar não devem ser ignorados. “Pode ser prejudicial por conta das condições de treino em altitude serem adversas e com isto pode se perder a qualidade ou rendimento nos treinos e consequentemente na performance geral”, explica o treinador.

Vai um cafezinho aí?

A quantidade de cafeína deve ser equilibrada. Foto: jacinta lluch valero/ Licença CC BY-SA 2.0 A quantidade de cafeína deve ser equilibrada. Foto: jacinta lluch valero/ Licença CC BY-SA 2.0

Segundo a nutricionista Andrea Matarazzo, especializada em nutrição aplicada ao exercício físico, a cafeína precisa ser bem administrada. “Ao mesmo tempo em que ela pode criar um estímulo, após seu tempo de ação há a queda do mesmo, então, em esportes de longa duração isso deve ser muito bem equilibrado”, explica.

Além disso, o atleta deve se atentar também à hidratação e não deixar de tomar água. “A cafeína também é uma substância que promove uma desidratação, portanto o consumo de líquidos deve ser muito bem planejado para que o atleta não fique desidratado”, alerta a nutricionista.

Já para o Dr. Marcelo Aragão, fisiologista do exercício e médico do esporte, a substância age no sistema nervoso central, aumenta o estímulo para a prática do exercício e reduz a fadiga. Mas é necessário que a dose seja controlada. “O recomendado como pré-treino é a ingestão de, no máximo, 90mg de cafeína ao dia”, enfatiza o doutor.

Regras básicas

É certo que independente do método utilizado, nada substitui uma avaliação médica prévia, além da alimentação balanceada, boa hidratação, ingestão de carboidratos, proteínas e treinos acompanhados por um profissional especializado. Esses fatores garantem um bom desempenho do praticante de corrida e o desenvolvimento de suas habilidades, tanto nos treinamentos quanto nas competições.


Doping natural: esse método realmente funciona?

Corrida de Montanha · 07 abr, 2015

A maioria dos corredores quer correr cada vez melhor e mais rápido. Sentir-se menos cansado então, é o sonho de todo praticante de atividade física. Para isso, muitos recorrem ao chamado “doping natural”, que promete aumentar o desempenho do corpo legalmente.

O treino em altitude e a ingestão de alimentos com alto índice de cafeína são dois desses métodos, conhecidos principalmente por atletas e treinadores. A questão é: essas ferramentas fazem mesmo a diferença no desempenho?

Nas alturas

Período de adaptação é essencial para a prática do treino em altitude. Foto: Maridav/Fotolia Período de adaptação é essencial para a prática do treino em altitude. Foto: Maridav/Fotolia

De acordo com o Dr. Ricardo Zanuto, mestre em fisiologia humana pelo Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, para treinar em altitude é necessário passar antes pelo período de adaptação, que no início pode gerar desconfortos como dor de cabeça e enjoo. “A pessoa deve treinar com baixo volume e intensidade, para aguentar a menor pressão parcial de oxigênio”, explica.

O tempo vai depender da altitude em que a pessoa se encontra. “Por exemplo, para uma altitude de 2.000 a 3.000 metros, leva-se de duas a três semanas, e quanto mais alto o tempo de aclimatação aumenta também”, argumenta o doutor.

Depois desse período de preparo, o praticante de corrida pode ter benefícios com essa prática, sendo importante frisar que isso varia de pessoa para pessoa. “O corpo tende a se adaptar à baixa pressão de oxigênio, criando mais hemoglobina, que é a responsável pelo transporte de oxigênio no sangue. Se a pessoa fez a aclimatação e corre uma prova em uma altitude baixa como ao nível do mar, seu desempenho tende a melhorar, pois o corpo irá transportar mais oxigênio para os músculos”, completa.

Apesar dos pontos positivos de correr em altitude, há também as desvantagens. É o que afirma o treinador Ronaldo Martinelli, sócio diretor da 5ways Coaching e consultor do grupo Bio Ritmo. Para ele, efeitos como a diferença de temperatura e possíveis lesões causadas pelo resfriamento do ar não devem ser ignorados. “Pode ser prejudicial por conta das condições de treino em altitude serem adversas e com isto pode se perder a qualidade ou rendimento nos treinos e consequentemente na performance geral”, explica o treinador.

Vai um cafezinho aí?

A quantidade de cafeína deve ser equilibrada. Foto: jacinta lluch valero/ Licença CC BY-SA 2.0 A quantidade de cafeína deve ser equilibrada. Foto: jacinta lluch valero/ Licença CC BY-SA 2.0

Segundo a nutricionista Andrea Matarazzo, especializada em nutrição aplicada ao exercício físico, a cafeína precisa ser bem administrada. “Ao mesmo tempo em que ela pode criar um estímulo, após seu tempo de ação há a queda do mesmo, então, em esportes de longa duração isso deve ser muito bem equilibrado”, explica.

Além disso, o atleta deve se atentar também à hidratação e não deixar de tomar água. “A cafeína também é uma substância que promove uma desidratação, portanto o consumo de líquidos deve ser muito bem planejado para que o atleta não fique desidratado”, alerta a nutricionista.

Já para o Dr. Marcelo Aragão, fisiologista do exercício e médico do esporte, a substância age no sistema nervoso central, aumenta o estímulo para a prática do exercício e reduz a fadiga. Mas é necessário que a dose seja controlada. “O recomendado como pré-treino é a ingestão de, no máximo, 90mg de cafeína ao dia”, enfatiza o doutor.

Regras básicas

É certo que independente do método utilizado, nada substitui uma avaliação médica prévia, além da alimentação balanceada, boa hidratação, ingestão de carboidratos, proteínas e treinos acompanhados por um profissional especializado. Esses fatores garantem um bom desempenho do praticante de corrida e o desenvolvimento de suas habilidades, tanto nos treinamentos quanto nas competições.

Snacks saudáveis para saciar a fome durante o dia

Durante o dia, entre os treinos, sempre bate aquela fome, não é mesmo? Geralmente nosso impulso é por comer coisas não muito saudáveis, como chocolates, biscoitos e salgadinhos.

Imagine se fosse possível você receber mensalmente snacks nutritivos e naturais para “beliscar” durante o dia.

Essa é a proposta da Made in Natural, um serviço de assinaturas que envia mensalmente um caixa com snacks variados, ricos em nutrientes e vitaminas, totalmente naturais e muito saborosos.

Os snacks são cuidadosamente selecionados. Foto: divulgação Os snacks são cuidadosamente selecionados. Foto: divulgação

A ideia é que o assinante tenha sempre à mão um snack leve e saudável para os momentos em que bate aquela fome.

A Made in Natural envia a seus clientes snacks diferentes a cada mês, variando entre nozes, futas desidratadas, biscoitos, sementes e granolas, desenvolvidas para aliarem alto poder nutritivo e sabor. Os clientes podem escolher entre três tipos de plano com valores a partir de R$ 59.

A Made in Natural, fechou uma parceria com o Webrun e está oferecendo um desconto exclusivo de 20% no primeiro mês de assinatura para os leitores do site.

Os lanches são uma ótima opção para quem gosta de praticar esportes. Foto: divulgação Os lanches são uma ótima opção para quem gosta de praticar esportes. Foto: divulgação

Para utilizar, basta acessar o site da Made in Natural e no momento do checkout inserir o código WEB_RUN no campo desconto.

Esperamos que vocês gostem destes snacks tanto quanto nós! Para mais informações sobre a Made in Natural, visite os links abaixo.


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Vídeo de divulgação

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Snacks saudáveis para saciar a fome durante o dia

Corrida de Obstáculos · 31 mar, 2015

Durante o dia, entre os treinos, sempre bate aquela fome, não é mesmo? Geralmente nosso impulso é por comer coisas não muito saudáveis, como chocolates, biscoitos e salgadinhos.

Imagine se fosse possível você receber mensalmente snacks nutritivos e naturais para “beliscar” durante o dia.

Essa é a proposta da Made in Natural, um serviço de assinaturas que envia mensalmente um caixa com snacks variados, ricos em nutrientes e vitaminas, totalmente naturais e muito saborosos.

Os snacks são cuidadosamente selecionados. Foto: divulgação Os snacks são cuidadosamente selecionados. Foto: divulgação

A ideia é que o assinante tenha sempre à mão um snack leve e saudável para os momentos em que bate aquela fome.

A Made in Natural envia a seus clientes snacks diferentes a cada mês, variando entre nozes, futas desidratadas, biscoitos, sementes e granolas, desenvolvidas para aliarem alto poder nutritivo e sabor. Os clientes podem escolher entre três tipos de plano com valores a partir de R$ 59.

A Made in Natural, fechou uma parceria com o Webrun e está oferecendo um desconto exclusivo de 20% no primeiro mês de assinatura para os leitores do site.

Os lanches são uma ótima opção para quem gosta de praticar esportes. Foto: divulgação Os lanches são uma ótima opção para quem gosta de praticar esportes. Foto: divulgação

Para utilizar, basta acessar o site da Made in Natural e no momento do checkout inserir o código WEB_RUN no campo desconto.

Esperamos que vocês gostem destes snacks tanto quanto nós! Para mais informações sobre a Made in Natural, visite os links abaixo.


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Você sabe o que é coaching no esporte?

Com certeza você já ouvir falar do termo coach, diversos pessoas e atletas estão trabalhando com a ajuda desses profissionais. O Webrun conversou com a educadora física e coach Lia Savaris e ela explicou como esse trabalho funciona.

Lia explica que o coaching é uma ciência que te tira do seu estado atual e te leva aonde você quer chegar de forma rápida e eficaz. “O trabalho é feito para que os pontos fracos sejam minimizados e os fortes potencializados. No esporte ele auxilia o atleta a se manter focado, trabalhar seus rumos e metas, eliminando possíveis interferências que possam atrapalhar o desempenho”, explica.

O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior Foto: doble.d/Fotolia O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior Foto: doble.d/Fotolia

Atletas como Felipe Moledas e o triatleta Felipe Guedes são alguns dos esportistas que procuraram Lia e seu sócio Joel Moraes, pela empresa Mundo Plus Coaching. Através de perguntas, vídeos e dinâmicas, o coach faz com que a própria pessoa encontre o melhor caminho para atingir seus objetivos. O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior.

“Após o primeiro encontro, é realizada uma sessão por semana, e nela são aplicadas protocolos para lapidar o caminho até a realização do sonho da pessoa”, diz. Para trabalhar como coaching esportivo é preciso ser formado em coaching com especialização em Vida e Carreira.

Os trabalhos individuais duram cerca de 15 semanas, enquanto os em grandes grupos podem levar até um ano.


Você sabe o que é coaching no esporte?

Corrida de Montanha · 17 mar, 2015

Com certeza você já ouvir falar do termo coach, diversos pessoas e atletas estão trabalhando com a ajuda desses profissionais. O Webrun conversou com a educadora física e coach Lia Savaris e ela explicou como esse trabalho funciona.

Lia explica que o coaching é uma ciência que te tira do seu estado atual e te leva aonde você quer chegar de forma rápida e eficaz. “O trabalho é feito para que os pontos fracos sejam minimizados e os fortes potencializados. No esporte ele auxilia o atleta a se manter focado, trabalhar seus rumos e metas, eliminando possíveis interferências que possam atrapalhar o desempenho”, explica.

O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior Foto: doble.d/Fotolia O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior Foto: doble.d/Fotolia

Atletas como Felipe Moledas e o triatleta Felipe Guedes são alguns dos esportistas que procuraram Lia e seu sócio Joel Moraes, pela empresa Mundo Plus Coaching. Através de perguntas, vídeos e dinâmicas, o coach faz com que a própria pessoa encontre o melhor caminho para atingir seus objetivos. O primeiro momento serve para definir aonde o atleta quer chegar, analisando os caminhos para se obter aquela meta e traçar uma rota rumo a um objetivo maior.

“Após o primeiro encontro, é realizada uma sessão por semana, e nela são aplicadas protocolos para lapidar o caminho até a realização do sonho da pessoa”, diz. Para trabalhar como coaching esportivo é preciso ser formado em coaching com especialização em Vida e Carreira.

Os trabalhos individuais duram cerca de 15 semanas, enquanto os em grandes grupos podem levar até um ano.