Onde Treinar

Quero me inscrever para minha primeira corrida, e agora?

Caminhada · 04 nov, 2016

Você é daqueles que gosta de correr, mas nunca teve coragem de se inscrever em uma prova? Se o seu problema é não saber por onde começar, já pode ir inventando outra desculpa... Nós conversamos com duas corredoras e um especialista para tirar todas suas dúvidas e te motivar a se inscrever naquela prova que você tem vontade.

Comece se preparando

Marina Ferraz/ Foto: Arquivo Pessoal Marina Ferraz/ Foto: Arquivo Pessoal

O treinador Eduardo Barbosa, da assessoria esportiva 4Any1, afirma que o primeiro passo é estar ciente de seu real condicionamento físico. “É comum que o iniciante tenha melhora no condicionamento sem nenhum treino regular, porém para realizar a inscrição a pessoa deve estar certa se não possui nenhum histórico cardíaco ou patologia que a impeça de participar da prova”.

Comece correndo 5km ou 10km na Track&Field Run Series JK Iguatemi!

Conhecer os limites do seu corpo é primordial. A diretora de escola, Marina Ferraz, conta que antes de se inscrever para sua primeira experiência, ela já estava treinando com uma assessoria esportiva. Ela tomou todos os cuidados necessários, além de ser orientada por um profissional em seus treinos, se consultou com um cardiologista e fez vários exames.

Qual eu escolho?

Se você é iniciante, não adianta se inscrever para uma prova muito longa ou com um nível de dificuldade alto. Você não vai querer apenas marcar presença, né? O ideal é traçar um planejamento com seu treinador e começar com uma corrida em que tenha chance de completar o percurso.

“Eu sugiro para quem está começando escolher provas planas ou com pouca inclinação. Corridas com altimetria elevada podem trazer um sofrimento desnecessário para iniciantes, que geralmente treinam em circuitos regulares”, ressalta Eduardo.

Até o dia da prova...

Depois de finalmente se inscrever para a corrida, é preciso ter foco. Marina afirma que é essencial manter um acompanhamento. “A pessoa tem que treinar com um profissional competente, ter sequência nos treinos, usar roupas e tênis adequados e de boa qualidade, consultar o cardiologista regularmente, além de ter uma boa alimentação e obedecer aos limites do seu corpo”.

De acordo com Eduardo, o melhor treino para os iniciantes é o intervalado. “Para quem sai do sedentarismo para a prática da corrida, recomendo vinte semanas de treinamento estruturado e regular a fim de melhorar o condicionamento cardiovascular. Também é importante a musculação ou o funcional para fortalecer os músculos”, recomenda.

Helena França (do lado esquerdo)/ Foto: Arquivo Pessoal Helena França (do lado esquerdo)/ Foto: Arquivo Pessoal

No grande dia

Depois de toda a espera entre a inscrição e o dia da prova, não basta chegar e sair correndo. Por trás de tudo existe um planejamento, por isso o treinador Eduardo listou 7 pontos que são imprescindíveis para sua primeira corrida ser uma experiência legal.

1. Descanse: não deixe a ansiedade tomar conta no dia anterior à corrida. Procure fazer atividades que te relaxem, mas que não exijam muito do corpo.

2. Sem novidades: nada de estrear aquele tênis novo no dia da prova. Procure usar apenas o que já esteja habituado para evitar bolhas e incômodos.

3. Alimente-se bem: coma até uma hora antes da prova. Aposte em sucos, pães e refeições com pouca fibra.

4. Chegue com antecedência: mudanças no trânsito e as filas para retirar o chip podem atrasá-lo.

5. Hora da largada: posicione-se no pelotão que corresponde ao seu pace de prova para evitar ser “atropelado”.

6. Não se empolgue muito: não deixe a adrenalina tomar conta. Mantenha o ritmo a que está acostumado nos treinos e deixe para acelerar apenas na reta final.

7. Sem exageros: mantenha-se hidratado e beba água sempre que sentir sede, mas não exagere! Líquido em excesso pode causar desconfortos durante as passadas (e dar vontade de ir ao banheiro…)

Calma, é só a primeira!

Se você não conseguir achar um ritmo confortável para completar a prova ou sentir algum incômodo, não se force. Não exija demais de si mesmo. O mais importante é se divertir fazendo o que gosta. Até porque, nem sempre a primeira prova será perfeita.

A professora Helena França começou a treinar em maio desse ano, ela conta que quando se inscreveu para sua primeira prova foi junto com amigos de um grupo de corrida, do qual participa. “A primeira corrida estava bem estruturada e organizada, mas o ponto negativo foi estar muito cheia e isso atrapalhou um pouco o meu desempenho”.

Nem por isso ela abriu mão de participar de outras. “Ainda me considero uma iniciante, mas para aqueles que são ainda mais 'iniciantes' do que eu, a dica é não desistam! No comecinho eu quase não ia aos treinos, sempre arranjava uma desculpa para faltar. Agora que comecei a ver resultados, vou sempre empolgada e no final de cada aula me sinto ainda melhor”.

E aí, qual sua próxima prova?



Quero me inscrever para minha primeira corrida, e agora?

Caminhada · 04 nov, 2016

Você é daqueles que gosta de correr, mas nunca teve coragem de se inscrever em uma prova? Se o seu problema é não saber por onde começar, já pode ir inventando outra desculpa... Nós conversamos com duas corredoras e um especialista para tirar todas suas dúvidas e te motivar a se inscrever naquela prova que você tem vontade.

Comece se preparando

Marina Ferraz/ Foto: Arquivo Pessoal Marina Ferraz/ Foto: Arquivo Pessoal

O treinador Eduardo Barbosa, da assessoria esportiva 4Any1, afirma que o primeiro passo é estar ciente de seu real condicionamento físico. “É comum que o iniciante tenha melhora no condicionamento sem nenhum treino regular, porém para realizar a inscrição a pessoa deve estar certa se não possui nenhum histórico cardíaco ou patologia que a impeça de participar da prova”.

Comece correndo 5km ou 10km na Track&Field Run Series JK Iguatemi!

Conhecer os limites do seu corpo é primordial. A diretora de escola, Marina Ferraz, conta que antes de se inscrever para sua primeira experiência, ela já estava treinando com uma assessoria esportiva. Ela tomou todos os cuidados necessários, além de ser orientada por um profissional em seus treinos, se consultou com um cardiologista e fez vários exames.

Qual eu escolho?

Se você é iniciante, não adianta se inscrever para uma prova muito longa ou com um nível de dificuldade alto. Você não vai querer apenas marcar presença, né? O ideal é traçar um planejamento com seu treinador e começar com uma corrida em que tenha chance de completar o percurso.

“Eu sugiro para quem está começando escolher provas planas ou com pouca inclinação. Corridas com altimetria elevada podem trazer um sofrimento desnecessário para iniciantes, que geralmente treinam em circuitos regulares”, ressalta Eduardo.

Até o dia da prova...

Depois de finalmente se inscrever para a corrida, é preciso ter foco. Marina afirma que é essencial manter um acompanhamento. “A pessoa tem que treinar com um profissional competente, ter sequência nos treinos, usar roupas e tênis adequados e de boa qualidade, consultar o cardiologista regularmente, além de ter uma boa alimentação e obedecer aos limites do seu corpo”.

De acordo com Eduardo, o melhor treino para os iniciantes é o intervalado. “Para quem sai do sedentarismo para a prática da corrida, recomendo vinte semanas de treinamento estruturado e regular a fim de melhorar o condicionamento cardiovascular. Também é importante a musculação ou o funcional para fortalecer os músculos”, recomenda.

Helena França (do lado esquerdo)/ Foto: Arquivo Pessoal Helena França (do lado esquerdo)/ Foto: Arquivo Pessoal

No grande dia

Depois de toda a espera entre a inscrição e o dia da prova, não basta chegar e sair correndo. Por trás de tudo existe um planejamento, por isso o treinador Eduardo listou 7 pontos que são imprescindíveis para sua primeira corrida ser uma experiência legal.

1. Descanse: não deixe a ansiedade tomar conta no dia anterior à corrida. Procure fazer atividades que te relaxem, mas que não exijam muito do corpo.

2. Sem novidades: nada de estrear aquele tênis novo no dia da prova. Procure usar apenas o que já esteja habituado para evitar bolhas e incômodos.

3. Alimente-se bem: coma até uma hora antes da prova. Aposte em sucos, pães e refeições com pouca fibra.

4. Chegue com antecedência: mudanças no trânsito e as filas para retirar o chip podem atrasá-lo.

5. Hora da largada: posicione-se no pelotão que corresponde ao seu pace de prova para evitar ser “atropelado”.

6. Não se empolgue muito: não deixe a adrenalina tomar conta. Mantenha o ritmo a que está acostumado nos treinos e deixe para acelerar apenas na reta final.

7. Sem exageros: mantenha-se hidratado e beba água sempre que sentir sede, mas não exagere! Líquido em excesso pode causar desconfortos durante as passadas (e dar vontade de ir ao banheiro…)

Calma, é só a primeira!

Se você não conseguir achar um ritmo confortável para completar a prova ou sentir algum incômodo, não se force. Não exija demais de si mesmo. O mais importante é se divertir fazendo o que gosta. Até porque, nem sempre a primeira prova será perfeita.

A professora Helena França começou a treinar em maio desse ano, ela conta que quando se inscreveu para sua primeira prova foi junto com amigos de um grupo de corrida, do qual participa. “A primeira corrida estava bem estruturada e organizada, mas o ponto negativo foi estar muito cheia e isso atrapalhou um pouco o meu desempenho”.

Nem por isso ela abriu mão de participar de outras. “Ainda me considero uma iniciante, mas para aqueles que são ainda mais 'iniciantes' do que eu, a dica é não desistam! No comecinho eu quase não ia aos treinos, sempre arranjava uma desculpa para faltar. Agora que comecei a ver resultados, vou sempre empolgada e no final de cada aula me sinto ainda melhor”.

E aí, qual sua próxima prova?


Aqueça antes do treino e proteja sua coxa

Maratona · 02 nov, 2016

Foto: Sunnysky69/Fotolia Foto: Sunnysky69/Fotolia

O estiramento na coxa é uma lesão que ocorre quando as fibras do músculo são esticadas além de seu limite, ou quando a amplitude do movimento na corrida é mais curta que o necessário.

A diretora do Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), Camila Paixão Jordão, explica que a frequência dessa lesão em atletas ocorre devido à falta de preparo para uma prova ou treino mais intenso ou longo.

“As pessoas pensam que só porque conseguem correr 10 quilômetros já podem correr 20 e até uma maratona, mas estão enganadas. O fato é que podem até completar uma prova longa, mas às custas de uma lesão muscular grave, que acarretará em interrupção do treinamento e até mesmo das próprias competições”.

Causa

Os principais fatores que causam o estiramento na coxa são: técnica de treino incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, falta de flexibilidade e principalmente a falta de aquecimento.

Sobretudo, em períodos do ano em que a temperaturas são mais baixas, é imprescindível aquecer o músculo e fazer com que ele “acorde” antes da prática de qualquer atividade física. “O aquecimento pode reduzir a suscetibilidade de lesões, pois proporciona maior amplitude de movimento durante o exercício”. Além disso, outro fator que pode ocasionar o estiramento muscular é o impacto forte na região, como uma pancada, por exemplo, que não é algo muito característico na corrida.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Corra a distância de uma meia maratona na Action Paraty!

Sintomas

Quem sofre um estiramento na coxa, geralmente sente na mesma hora. A dor e a perda de mobilidade local são os indícios da lesão. Mas, não é qualquer tipo de dor, de acordo com a diretora do SOCESP, existem vários graus de distensão, que variam entre lesão parcial ou completa da musculatura. O estiramento com lesão parcial também poderá ter sintomas menos intensos ou nem ser sintomático. Em alguns casos, a dor, por exemplo, só ocorre na realização de algum exercício onde há contração do músculo da coxa, por isso para ter um diagnóstico preciso deve-se consultar um médico.

Prevenção

Nem mesmo estar bem preparado é o suficiente para ficar longe do estiramento na coxa, certos fatores não são controlados por nós, mas a fisioterapeuta Fernanda Lemucchi recomenda algumas medidas. “Uma maneira de evitar esse tipo de lesão, é o atleta fazer uma avaliação da sua biomecânica durante a corrida, por um profissional especializado, para assim identificar qualquer falha adotada no gesto esportivo, como uma aterrissagem muito longe do tronco ou uma corrida ‘muito barulhenta’ que causa muito impacto”.

Além disso, o fortalecimento da musculatura é primeiro passo para prevenir qualquer tipo de lesão e respeitar sua individualidade biológica também. Cada treino deve ser adotado de acordo com seus limites.

Foto: Adam Gregor/Fotolia Foto: Adam Gregor/Fotolia

Tratamento

Lembre-se antes de tudo que cada caso é um caso. “Mas na maioria das vezes o estiramento cicatriza com tratamento conservador. Quando ocorre a lesão, o atleta deve suspender a prática esportiva e procurar um médico para realizar um diagnóstico correto e se necessário, fazer o uso de medicamentos”, afirma Fernanda.

Segundo a fisioterapeuta, se não for bem tratada, a lesão pode evoluir para uma fibrose se as fibras da musculatura não cicatrizarem direito tornará o local ainda mais vulnerável e suscetível a outras lesões.

A cura pode ser acelerada por meio de fisioterapia com o uso de equipamentos de ultrassom e a laser, que aceleram o processo de cicatrização. Após essa etapa, e se não houver dor, o atleta pode iniciar o fortalecimento com resistência leve e de baixa intensidade, aumentando conforme a progressão do tratamento. “O corredor estará apto a voltar à prática esportiva, quando estiver realizando todas as atividades, dentro da fisioterapia, com o membro lesionado igual ao outro não lesionado e sem dor”, explica Fernanda.


Aqueça antes do treino e proteja sua coxa

Maratona · 02 nov, 2016

Foto: Sunnysky69/Fotolia Foto: Sunnysky69/Fotolia

O estiramento na coxa é uma lesão que ocorre quando as fibras do músculo são esticadas além de seu limite, ou quando a amplitude do movimento na corrida é mais curta que o necessário.

A diretora do Departamento de Educação Física da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP), Camila Paixão Jordão, explica que a frequência dessa lesão em atletas ocorre devido à falta de preparo para uma prova ou treino mais intenso ou longo.

“As pessoas pensam que só porque conseguem correr 10 quilômetros já podem correr 20 e até uma maratona, mas estão enganadas. O fato é que podem até completar uma prova longa, mas às custas de uma lesão muscular grave, que acarretará em interrupção do treinamento e até mesmo das próprias competições”.

Causa

Os principais fatores que causam o estiramento na coxa são: técnica de treino incorreta, sobrecarga e fadiga muscular, postura inadequada durante a corrida, falta de flexibilidade e principalmente a falta de aquecimento.

Sobretudo, em períodos do ano em que a temperaturas são mais baixas, é imprescindível aquecer o músculo e fazer com que ele “acorde” antes da prática de qualquer atividade física. “O aquecimento pode reduzir a suscetibilidade de lesões, pois proporciona maior amplitude de movimento durante o exercício”. Além disso, outro fator que pode ocasionar o estiramento muscular é o impacto forte na região, como uma pancada, por exemplo, que não é algo muito característico na corrida.

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Corra a distância de uma meia maratona na Action Paraty!

Sintomas

Quem sofre um estiramento na coxa, geralmente sente na mesma hora. A dor e a perda de mobilidade local são os indícios da lesão. Mas, não é qualquer tipo de dor, de acordo com a diretora do SOCESP, existem vários graus de distensão, que variam entre lesão parcial ou completa da musculatura. O estiramento com lesão parcial também poderá ter sintomas menos intensos ou nem ser sintomático. Em alguns casos, a dor, por exemplo, só ocorre na realização de algum exercício onde há contração do músculo da coxa, por isso para ter um diagnóstico preciso deve-se consultar um médico.

Prevenção

Nem mesmo estar bem preparado é o suficiente para ficar longe do estiramento na coxa, certos fatores não são controlados por nós, mas a fisioterapeuta Fernanda Lemucchi recomenda algumas medidas. “Uma maneira de evitar esse tipo de lesão, é o atleta fazer uma avaliação da sua biomecânica durante a corrida, por um profissional especializado, para assim identificar qualquer falha adotada no gesto esportivo, como uma aterrissagem muito longe do tronco ou uma corrida ‘muito barulhenta’ que causa muito impacto”.

Além disso, o fortalecimento da musculatura é primeiro passo para prevenir qualquer tipo de lesão e respeitar sua individualidade biológica também. Cada treino deve ser adotado de acordo com seus limites.

Foto: Adam Gregor/Fotolia Foto: Adam Gregor/Fotolia

Tratamento

Lembre-se antes de tudo que cada caso é um caso. “Mas na maioria das vezes o estiramento cicatriza com tratamento conservador. Quando ocorre a lesão, o atleta deve suspender a prática esportiva e procurar um médico para realizar um diagnóstico correto e se necessário, fazer o uso de medicamentos”, afirma Fernanda.

Segundo a fisioterapeuta, se não for bem tratada, a lesão pode evoluir para uma fibrose se as fibras da musculatura não cicatrizarem direito tornará o local ainda mais vulnerável e suscetível a outras lesões.

A cura pode ser acelerada por meio de fisioterapia com o uso de equipamentos de ultrassom e a laser, que aceleram o processo de cicatrização. Após essa etapa, e se não houver dor, o atleta pode iniciar o fortalecimento com resistência leve e de baixa intensidade, aumentando conforme a progressão do tratamento. “O corredor estará apto a voltar à prática esportiva, quando estiver realizando todas as atividades, dentro da fisioterapia, com o membro lesionado igual ao outro não lesionado e sem dor”, explica Fernanda.

Sem montanhas? Sem problemas!

Atletismo · 21 out, 2016

Para competir nas corridas de montanha o ideal certamente é treinar nas trilhas que se assemelhem o máximo possível da prova que será disputada. Mas infelizmente nem todas as grandes cidades brasileiras possuem locais como esses.

Participe da inédita Santa Marta Amazing Runs!

Foto: Brian Jackson/Fotolia Foto: Brian Jackson/Fotolia

Atletas de ponta e treinadores têm diversas táticas e treinos especiais para driblar essas adversidades, saiba como você também pode fazer isso!

Se você vive em uma cidade com trilhas por perto, a melhor opção é equilibrar os treinos entre corridas na rua e fortalecimento muscular com a prática direta em montanhas aos finais de semana.

A atleta paulistana, Vanessa Moura, separa dicas de destinos próximos a São Paulo perfeitos para treinar sem viajar longas distâncias.

- Pedra Grande, Atibaia

- Serra da Cantareira

- Pico do Jaraguá (Trilha do Pai Zé)

- Serra do Japi

- Aldeia da Serra

- Parque Estadual do Juquery, Franco da Rocha

“Realizo os treinos de montanha apenas aos finais de semana, normalmente aos sábados e dependendo da fase de treinamento acrescentamos os domingos”, completa Vanessa.

Nem todos os lugares têm montanhas por perto, mas nem por isso os corredores devem se sentir intimidados por grandes subidas e descidas. Esse é o caso da brasiliense Julia Moura, que participa de corridas de montanha há 4 anos.

“A esteira é ponto chave nas minhas preparações, as opções de inclinação sempre me ajudaram muito. Além disso as escadas são grande aliadas, corro entre subidas e descidas de 15 a 20 minutos, sempre o mais rápido que eu posso”, conta a atleta.

Foto: lzf3/Fotolia Foto: lzf3/Fotolia

Algumas esteiras contam com a opção que simula descidas, a inclinação miníma geralmente é de 2%, porém é possível aumentá-la se mantendo na extremidade traseira da esteira.

Durante a semana, quando os treinos ocorrem dentro das áreas urbanas, é necessário aliar conhecimento à criatividade. Vanessa Moura, por exemplo, conta que junto com seu treinador, Sidney Togumi, elaborara uma rotina que envolve treinos puxando pneus, utilizando mochilas com pesos e correndo em rampas, tudo para aliar força à agilidade.

Para simular ainda mais os desafios que uma corrida de montanha reserva, o atleta deve usar a técnica de Pliometria, que se caracteriza por exercícios com saltos, combinados ao percurso do treino. É importante também não deixar de lado os exercícios estabilizadores, já que o corredor irá encontrar superfícies irregulares na prova, que podem ocasionar diversas lesões, e o preparo dos membros inferiores podem prevenir uma série delas.



Sem montanhas? Sem problemas!

Atletismo · 21 out, 2016

Para competir nas corridas de montanha o ideal certamente é treinar nas trilhas que se assemelhem o máximo possível da prova que será disputada. Mas infelizmente nem todas as grandes cidades brasileiras possuem locais como esses.

Participe da inédita Santa Marta Amazing Runs!

Foto: Brian Jackson/Fotolia Foto: Brian Jackson/Fotolia

Atletas de ponta e treinadores têm diversas táticas e treinos especiais para driblar essas adversidades, saiba como você também pode fazer isso!

Se você vive em uma cidade com trilhas por perto, a melhor opção é equilibrar os treinos entre corridas na rua e fortalecimento muscular com a prática direta em montanhas aos finais de semana.

A atleta paulistana, Vanessa Moura, separa dicas de destinos próximos a São Paulo perfeitos para treinar sem viajar longas distâncias.

- Pedra Grande, Atibaia

- Serra da Cantareira

- Pico do Jaraguá (Trilha do Pai Zé)

- Serra do Japi

- Aldeia da Serra

- Parque Estadual do Juquery, Franco da Rocha

“Realizo os treinos de montanha apenas aos finais de semana, normalmente aos sábados e dependendo da fase de treinamento acrescentamos os domingos”, completa Vanessa.

Nem todos os lugares têm montanhas por perto, mas nem por isso os corredores devem se sentir intimidados por grandes subidas e descidas. Esse é o caso da brasiliense Julia Moura, que participa de corridas de montanha há 4 anos.

“A esteira é ponto chave nas minhas preparações, as opções de inclinação sempre me ajudaram muito. Além disso as escadas são grande aliadas, corro entre subidas e descidas de 15 a 20 minutos, sempre o mais rápido que eu posso”, conta a atleta.

Foto: lzf3/Fotolia Foto: lzf3/Fotolia

Algumas esteiras contam com a opção que simula descidas, a inclinação miníma geralmente é de 2%, porém é possível aumentá-la se mantendo na extremidade traseira da esteira.

Durante a semana, quando os treinos ocorrem dentro das áreas urbanas, é necessário aliar conhecimento à criatividade. Vanessa Moura, por exemplo, conta que junto com seu treinador, Sidney Togumi, elaborara uma rotina que envolve treinos puxando pneus, utilizando mochilas com pesos e correndo em rampas, tudo para aliar força à agilidade.

Para simular ainda mais os desafios que uma corrida de montanha reserva, o atleta deve usar a técnica de Pliometria, que se caracteriza por exercícios com saltos, combinados ao percurso do treino. É importante também não deixar de lado os exercícios estabilizadores, já que o corredor irá encontrar superfícies irregulares na prova, que podem ocasionar diversas lesões, e o preparo dos membros inferiores podem prevenir uma série delas.


9 desafios que o corredor enfrenta durante sua semana de treinos

Atletismo · 20 out, 2016

Atire a primeira pedra quem nunca falhou em uma planilha semanal, afinal é aparentemente fácil completar todos os treinos, mas desafios não param de surgir e abdicar de algum deles torna-se realmente difícil.

Será que você já enfrentou algum deles? Confira!

1. O crush

Sempre tem uma paixão que te faz ficar em dúvida sobre escolher um tênis ou uma roupinha para sair. A gente sabe que a disputa entre um encontro e correr realmente pode parecer difícil, mas ele precisa entender que o esporte é necessidade e você ficará até mais feliz para o date pós treino (ou mais cansada).

2. Abandonar o netflix

Você sabia que se der pause em um episódio, quando voltar da corrida, ele vai tá estar no mesmo lugarzinho que você deixou né? Esse botão é mágico e antigo, mas tem gente que ainda insiste em não usar.

Chega de desculpas! Nós sabemos que a programação do Netflix não é ao vivo. Vá correr!

3. Estou cansado!

Segundo nosso departamento científico, o cansaço aparece como o primeiro sintoma para abandonar o treino. Cuidado, já que isso te faz trocar o parque pelo sofá, a orla da praia pela cama e os tênis pela roupinha de dormir.

Participe da Indomit Costa Esmeralda. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Daxiao Productions/Fotolia Foto: Daxiao Productions/Fotolia


4. O pecado mortal

Você achou que iríamos esquecer? Nada disso amigo, a gula é o pecado mortal dos corredores. Fuja das guloseimas que te deixarão pesado e sem disposição para o treino.

5. O tão temido Happy Hour

Correr ninguém quer, mas para tomar uns bons drinks toda desculpa é válida. Se você é bom de gole deveria experimentar o juízo, a bebida com um teor altíssimo de disciplina.

6. Amizades tensas

Os amigo sempre marcam uma social para abrir a geladeira e pegar a sobremesa, enquanto você acha que é água. Lembre-se, amizade verdadeira não te pede para ficar em casa, mas sim calça o tênis e vai correr junto.

Repasse agora esse texto até aquele amigo que te vive furando o treino.

7. Aquela frase que significa muita coisa

“Depois eu vou!”

Precisamos dizer mais alguma coisa?

8. Não dá… Vai chover

Sobra até para São Pedro quando a disposição está lá embaixo.

9. Tô sem bateria no celular

Não tem música, não tem como somar os quilômetros… Melhor ficar em casa mesmo né?


9 desafios que o corredor enfrenta durante sua semana de treinos

Atletismo · 20 out, 2016

Atire a primeira pedra quem nunca falhou em uma planilha semanal, afinal é aparentemente fácil completar todos os treinos, mas desafios não param de surgir e abdicar de algum deles torna-se realmente difícil.

Será que você já enfrentou algum deles? Confira!

1. O crush

Sempre tem uma paixão que te faz ficar em dúvida sobre escolher um tênis ou uma roupinha para sair. A gente sabe que a disputa entre um encontro e correr realmente pode parecer difícil, mas ele precisa entender que o esporte é necessidade e você ficará até mais feliz para o date pós treino (ou mais cansada).

2. Abandonar o netflix

Você sabia que se der pause em um episódio, quando voltar da corrida, ele vai tá estar no mesmo lugarzinho que você deixou né? Esse botão é mágico e antigo, mas tem gente que ainda insiste em não usar.

Chega de desculpas! Nós sabemos que a programação do Netflix não é ao vivo. Vá correr!

3. Estou cansado!

Segundo nosso departamento científico, o cansaço aparece como o primeiro sintoma para abandonar o treino. Cuidado, já que isso te faz trocar o parque pelo sofá, a orla da praia pela cama e os tênis pela roupinha de dormir.

Participe da Indomit Costa Esmeralda. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Daxiao Productions/Fotolia Foto: Daxiao Productions/Fotolia


4. O pecado mortal

Você achou que iríamos esquecer? Nada disso amigo, a gula é o pecado mortal dos corredores. Fuja das guloseimas que te deixarão pesado e sem disposição para o treino.

5. O tão temido Happy Hour

Correr ninguém quer, mas para tomar uns bons drinks toda desculpa é válida. Se você é bom de gole deveria experimentar o juízo, a bebida com um teor altíssimo de disciplina.

6. Amizades tensas

Os amigo sempre marcam uma social para abrir a geladeira e pegar a sobremesa, enquanto você acha que é água. Lembre-se, amizade verdadeira não te pede para ficar em casa, mas sim calça o tênis e vai correr junto.

Repasse agora esse texto até aquele amigo que te vive furando o treino.

7. Aquela frase que significa muita coisa

“Depois eu vou!”

Precisamos dizer mais alguma coisa?

8. Não dá… Vai chover

Sobra até para São Pedro quando a disposição está lá embaixo.

9. Tô sem bateria no celular

Não tem música, não tem como somar os quilômetros… Melhor ficar em casa mesmo né?

Enjoou ou não come carne? Veja opções de refeições sem a proteína

Atletismo · 18 out, 2016

A alimentação é um dos momentos mais importantes do dia, é através dela que nos mantemos saudáveis, nutridos e com bem estar para trabalhar, praticar esportes e se divertir. Uma boa alimentação aliada a noites bem dormidas e uma rotina saudável de treinamento são a chave para o equilíbrio corporal.

Em busca desse tão sonhado equilíbrio, diversos tipos de dieta e formas de consumo surgiram. Entre elas está a opção vegetariana e a de pessoas que apenas evitam a carne, tanto por não gostarem do sabor, quanto por se sentirem pesadas.

Ao optarem por essa opção alguns sentem dificuldades, com isso separamos três alternativas de refeição que não incluem a carne.

Café da manhã - Ovo

Se você não for vegano a opção de ovo está liberada e o alimento combina com digamos, praticamente tudo.

Deixe para trás o pão com presunto e queijo para incluir a tão amada (no mundo fitness) crepioca. A receita é simples: misture um ovo com uma colher de tapioca e bora para a frigideira. Você pode acrescentar chia, pimenta, queijo e tudo mais que gostar, invente!

Almoço - Lasanha

Substitua as camadas da lasanha tradicional por berinjela ou abobrinha. Para o recheio diversas opções estão disponíveis como brócolis, cenoura, palmito ou proteína de soja. Faça um molho com tomate orgânico e torne sua refeição ainda mais saudável.

Já pensou em correr a Maratona de Curitiba? As inscrições para 2016 estão abertas, confira no Ticket Agora!

Foto: Peteers/Fotolia Foto: Peteers/Fotolia

Jantar - Estrogonofe

Um dos pratos mais tradicionais e preferidos das mamães de todo Brasil é o tão querido estrogonofe. A refeição é paixão nacional e não há necessidade de evitá-la se você parou de comer carne, use o palmito!

O esquema é o mesmo, você apenas deve trocar a proteína pelo palmito e mandar bala!


Enjoou ou não come carne? Veja opções de refeições sem a proteína

Atletismo · 18 out, 2016

A alimentação é um dos momentos mais importantes do dia, é através dela que nos mantemos saudáveis, nutridos e com bem estar para trabalhar, praticar esportes e se divertir. Uma boa alimentação aliada a noites bem dormidas e uma rotina saudável de treinamento são a chave para o equilíbrio corporal.

Em busca desse tão sonhado equilíbrio, diversos tipos de dieta e formas de consumo surgiram. Entre elas está a opção vegetariana e a de pessoas que apenas evitam a carne, tanto por não gostarem do sabor, quanto por se sentirem pesadas.

Ao optarem por essa opção alguns sentem dificuldades, com isso separamos três alternativas de refeição que não incluem a carne.

Café da manhã - Ovo

Se você não for vegano a opção de ovo está liberada e o alimento combina com digamos, praticamente tudo.

Deixe para trás o pão com presunto e queijo para incluir a tão amada (no mundo fitness) crepioca. A receita é simples: misture um ovo com uma colher de tapioca e bora para a frigideira. Você pode acrescentar chia, pimenta, queijo e tudo mais que gostar, invente!

Almoço - Lasanha

Substitua as camadas da lasanha tradicional por berinjela ou abobrinha. Para o recheio diversas opções estão disponíveis como brócolis, cenoura, palmito ou proteína de soja. Faça um molho com tomate orgânico e torne sua refeição ainda mais saudável.

Já pensou em correr a Maratona de Curitiba? As inscrições para 2016 estão abertas, confira no Ticket Agora!

Foto: Peteers/Fotolia Foto: Peteers/Fotolia

Jantar - Estrogonofe

Um dos pratos mais tradicionais e preferidos das mamães de todo Brasil é o tão querido estrogonofe. A refeição é paixão nacional e não há necessidade de evitá-la se você parou de comer carne, use o palmito!

O esquema é o mesmo, você apenas deve trocar a proteína pelo palmito e mandar bala!

O horário de verão chegou, que tal aproveitá-lo? Te damos 10 dicas

Atletismo · 17 out, 2016

As opiniões divergem, mas ainda é maioria a opinião de que uma horinha a mais no dia faz tudo ficar mais leve. Afinal, quem não gosta de chegar após o trabalho e ainda estar claro? Ou mesmo curtir o calor para aproveitar uma piscina ou praia com as crianças? Aquela uma hora a mais pode fazer falta no início, mas ela logo é esquecida com os benefícios da luz do dia.

As primeiras ideias sobre o horário de verão surgiram no fim do século 18 e um de seus maiores defensores foi o patriarca americano Benjamin Franklin. Ele dizia que a mudança no horário era necessária para gerar "economia tanto em velas como em querosene". No Brasil, ele começou a ser adotado na década de 30 e segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a iniciativa economiza e gera um ganho de R$ 147,5 milhões.

O treinador Nelson Evêncio aprova o horário, mas cita alguns cuidados que devem ser tomados pelos corredores, principalmente entre os que correm na parte da manhã, como por exemplo, usar roupas claras para ficar mais visível para os veículos. “Como está mais escuro fica difícil ser enxergado, então use roupas com reflexivos e tente correr sempre acompanhado”, diz.

Inscreva-se para a Track & Field Shopping Villa Lobos aqui!

Foto: Stasique/Fotolia Foto: Stasique/Fotolia

“Também é importante evitar o treinamento em temperaturas elevadas. Procure horários mais frescos, já que você pode desgastar o organismo e o treino que seria de performance pode piorar seu desempenho”, explica Nelson.

Entre os amantes do esporte o horário pode ser cheio de benefícios, confira alguns que o Webrun separou.

1. Treino pela manhã

Você que corre pela amanhã pode não gostar muito, afinal a noite dura mais do que o costume. O lado positivo disso é que o treino também será bem mais fresquinho, já que o sol nem vai ter nascido para te esquentar.

2. Treino no fim de tarde

Chega de treinar de noite! Você também pode ser um dos privilegiados que corre a luz do dia. Use esse período para aproveitar o fim de tarde e ter a visão de um belo pôr-do-sol.

3. Aproveite o calor

Sentir calor não é lá uma sensação muito boa, mas mesmo assim dá para tirar proveito dela. Passe a escolher roupas mais leves, entre as mulheres os vestidos são uma ótima opção e para os homens, use bermudas e tire um pouco da cor de escritório.

4. Vá para a praia

Nada mais justo que pegar um fim de semana e ir treinar na praia, que tal? A areia é um ótimo terreno para correr, já que proporciona menos impacto.

5. Ajuste seu relógio biológico

Existe uma tendência entre a maioria das pessoas em sentir mais sono nos primeiros dias do horário. Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos e sem traumas.

6. Use a luz a seu favor

Os impulsos que chegam através da luz do sol vão para regiões do cérebro relacionadas a emoções e à regulação e produção de hormônios, que são responsáveis pela sensação de bem-estar, como a melatonina. Por isso, é mais fácil encontrar pessoas depressivas em locais de clima frio e acinzentado.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em seus conceitos básicos sobre iluminação, afirma “a presença de luz natural pode garantir uma sensação de bem-estar e um relacionamento com o ambiente maior no qual estamos inseridos”.

7. Use filtro solar

Ele não deve ser esquecido nunca, ainda mais em dias ensolarados. Passe o protetor e evite problemas futuros devido ao abuso do sol.

8. Hidrate

Outra dica essencial para todos dias, mas que vem seguindo a mesma linha do uso do protetor solar é: hidrate-se. Quanto mais calor, mais suor, mais perda de água e mais sede!

Ande sempre com sua garrafinha.

Foto: Antonioguillem/Fotolia Foto: Antonioguillem/Fotolia

9. Corra para a…. piscina

Você mora há mais de um ano no mesmo prédio e nunca deu nem um mergulho na piscina? Acho que esse pode ser o momento perfeito

10. Esqueça o carro

Aproveite que sua volta ao trabalho será na luz do dia e escolha alternativas como corrida e bike para ir para casa.

Lembre-se: o horário de verão vai até o dia 19 de fevereiro de 2017. Nesse período, o relógio é adiantado em uma hora. Ele vigora no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.


O horário de verão chegou, que tal aproveitá-lo? Te damos 10 dicas

Atletismo · 17 out, 2016

As opiniões divergem, mas ainda é maioria a opinião de que uma horinha a mais no dia faz tudo ficar mais leve. Afinal, quem não gosta de chegar após o trabalho e ainda estar claro? Ou mesmo curtir o calor para aproveitar uma piscina ou praia com as crianças? Aquela uma hora a mais pode fazer falta no início, mas ela logo é esquecida com os benefícios da luz do dia.

As primeiras ideias sobre o horário de verão surgiram no fim do século 18 e um de seus maiores defensores foi o patriarca americano Benjamin Franklin. Ele dizia que a mudança no horário era necessária para gerar "economia tanto em velas como em querosene". No Brasil, ele começou a ser adotado na década de 30 e segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico, a iniciativa economiza e gera um ganho de R$ 147,5 milhões.

O treinador Nelson Evêncio aprova o horário, mas cita alguns cuidados que devem ser tomados pelos corredores, principalmente entre os que correm na parte da manhã, como por exemplo, usar roupas claras para ficar mais visível para os veículos. “Como está mais escuro fica difícil ser enxergado, então use roupas com reflexivos e tente correr sempre acompanhado”, diz.

Inscreva-se para a Track & Field Shopping Villa Lobos aqui!

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“Também é importante evitar o treinamento em temperaturas elevadas. Procure horários mais frescos, já que você pode desgastar o organismo e o treino que seria de performance pode piorar seu desempenho”, explica Nelson.

Entre os amantes do esporte o horário pode ser cheio de benefícios, confira alguns que o Webrun separou.

1. Treino pela manhã

Você que corre pela amanhã pode não gostar muito, afinal a noite dura mais do que o costume. O lado positivo disso é que o treino também será bem mais fresquinho, já que o sol nem vai ter nascido para te esquentar.

2. Treino no fim de tarde

Chega de treinar de noite! Você também pode ser um dos privilegiados que corre a luz do dia. Use esse período para aproveitar o fim de tarde e ter a visão de um belo pôr-do-sol.

3. Aproveite o calor

Sentir calor não é lá uma sensação muito boa, mas mesmo assim dá para tirar proveito dela. Passe a escolher roupas mais leves, entre as mulheres os vestidos são uma ótima opção e para os homens, use bermudas e tire um pouco da cor de escritório.

4. Vá para a praia

Nada mais justo que pegar um fim de semana e ir treinar na praia, que tal? A areia é um ótimo terreno para correr, já que proporciona menos impacto.

5. Ajuste seu relógio biológico

Existe uma tendência entre a maioria das pessoas em sentir mais sono nos primeiros dias do horário. Uma receita é ir acordando 15 minutos mais cedo diariamente, para que a transição ocorra aos poucos e sem traumas.

6. Use a luz a seu favor

Os impulsos que chegam através da luz do sol vão para regiões do cérebro relacionadas a emoções e à regulação e produção de hormônios, que são responsáveis pela sensação de bem-estar, como a melatonina. Por isso, é mais fácil encontrar pessoas depressivas em locais de clima frio e acinzentado.

A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) em seus conceitos básicos sobre iluminação, afirma “a presença de luz natural pode garantir uma sensação de bem-estar e um relacionamento com o ambiente maior no qual estamos inseridos”.

7. Use filtro solar

Ele não deve ser esquecido nunca, ainda mais em dias ensolarados. Passe o protetor e evite problemas futuros devido ao abuso do sol.

8. Hidrate

Outra dica essencial para todos dias, mas que vem seguindo a mesma linha do uso do protetor solar é: hidrate-se. Quanto mais calor, mais suor, mais perda de água e mais sede!

Ande sempre com sua garrafinha.

Foto: Antonioguillem/Fotolia Foto: Antonioguillem/Fotolia

9. Corra para a…. piscina

Você mora há mais de um ano no mesmo prédio e nunca deu nem um mergulho na piscina? Acho que esse pode ser o momento perfeito

10. Esqueça o carro

Aproveite que sua volta ao trabalho será na luz do dia e escolha alternativas como corrida e bike para ir para casa.

Lembre-se: o horário de verão vai até o dia 19 de fevereiro de 2017. Nesse período, o relógio é adiantado em uma hora. Ele vigora no Distrito Federal e nos Estados de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Espírito Santo.

Corra mais em menos tempo seguindo essas dicas

Caminhada · 13 out, 2016

Foto: Fotolia/Andrés Rodríguez Foto: Fotolia/Andrés Rodríguez

O objetivo de todo corredor é diminuir seu tempo e correr cada vez mais rápido. Só que isso não acontece de um dia para o outro, treino após treino os resultados tendem a aparecer e consequentemente as metas vão ficando cada vez mais ambiciosas.

O Carlos Goya Júnior corre desde 2011, ele começou com distâncias curtas e agora participa de maratonas. Só que nada foi do dia para noite. Nada aconteceu sem esforço, quanto mais foco mais rápido se alcança a meta.

O treino para cada quilometragem deve ser específico a fim de fazer seu corpo criar resistência e evoluir junto com você. Se tiver a ajuda de um profissional melhor ainda. “Quando o objetivo é fazer dez quilômetros em 50 minutos, você deve treinar especificamente para isso até conseguir. É preciso respeitar as planilhas do treinador para alcançar a meta com qualidade e não correr risco de lesões.”

Se você volta seus esforços para uma prova específica, quanto mais você treinar mais rápido o resultado surge e é natural que treino após treino você vá percebendo, por isso é tão importante manter a regularidade.

Mas como nem tudo são flores, os obstáculos existem. Para o Carlos a maior dificuldade para correr curtas distâncias em alta velocidade é a parte cardíaca, já que quanto maior a velocidade mais alto é o nível exigido do coração. Por isso é tão importante manter os exames em dia e sempre se consultar com um cardiologista.

Corra na 4ª edição da Rolling Stone Music & Run em São Paulo!

Foto: Fotolia/Sergey Ponomarenko Foto: Fotolia/Sergey Ponomarenko


O Carlos deu algumas dicas para quem quer diminuir e o tempo e aumentar as distâncias

1. Ter persistência, foco e determinação

A evolução ocorre de dentro para fora. Quebre as barreiras que você mesmo impõe e pare de dizer que não é capaz.

2. Respeitar sua planilha de treino e nunca se esquecer de respeitar seu próprio corpo

Não existe fórmula mágica, o metabolismo de todo mundo funciona diferente um do outro. Não adianta querer sobrecarregar seu corpo para aquilo que ele não está preparado. Comece com o fortalecimento cardíaco e muscular e consequentemente sua resistência irá aumentar.

3. Se alimente bem

Ter uma vida saudável e comer os alimentos certos é meio caminho andado. Observe suas necessidades e ingira aquilo que seu organismo necessita, tem a hora da proteína, das vitaminas, carboidratos... E sempre é hora da água!

4. Veja o descanso com outros olhos

Parar um pouco é primordial. O músculo e a mente precisam de tempo para se recuperar, nada em excesso faz bem e você não vai querer causar uma lesão por treinar demais né?!

Essas dicas deram tão certo que o Carlos continua pondo em prática, ele que começou apenas correndo, já disputa maratonas e agora está migrando para as ultramaratonas. Um degrau de cada vez. “Acreditei nisso, pois consegui colocar em prova. Depois que comecei a ser treinado, vim baixando regularmente meus tempos nas provas de dez quilômetros que fazia pra treino, e consequentemente as maratonas que fiz também fui baixando o tempo”.


Corra mais em menos tempo seguindo essas dicas

Caminhada · 13 out, 2016

Foto: Fotolia/Andrés Rodríguez Foto: Fotolia/Andrés Rodríguez

O objetivo de todo corredor é diminuir seu tempo e correr cada vez mais rápido. Só que isso não acontece de um dia para o outro, treino após treino os resultados tendem a aparecer e consequentemente as metas vão ficando cada vez mais ambiciosas.

O Carlos Goya Júnior corre desde 2011, ele começou com distâncias curtas e agora participa de maratonas. Só que nada foi do dia para noite. Nada aconteceu sem esforço, quanto mais foco mais rápido se alcança a meta.

O treino para cada quilometragem deve ser específico a fim de fazer seu corpo criar resistência e evoluir junto com você. Se tiver a ajuda de um profissional melhor ainda. “Quando o objetivo é fazer dez quilômetros em 50 minutos, você deve treinar especificamente para isso até conseguir. É preciso respeitar as planilhas do treinador para alcançar a meta com qualidade e não correr risco de lesões.”

Se você volta seus esforços para uma prova específica, quanto mais você treinar mais rápido o resultado surge e é natural que treino após treino você vá percebendo, por isso é tão importante manter a regularidade.

Mas como nem tudo são flores, os obstáculos existem. Para o Carlos a maior dificuldade para correr curtas distâncias em alta velocidade é a parte cardíaca, já que quanto maior a velocidade mais alto é o nível exigido do coração. Por isso é tão importante manter os exames em dia e sempre se consultar com um cardiologista.

Corra na 4ª edição da Rolling Stone Music & Run em São Paulo!

Foto: Fotolia/Sergey Ponomarenko Foto: Fotolia/Sergey Ponomarenko


O Carlos deu algumas dicas para quem quer diminuir e o tempo e aumentar as distâncias

1. Ter persistência, foco e determinação

A evolução ocorre de dentro para fora. Quebre as barreiras que você mesmo impõe e pare de dizer que não é capaz.

2. Respeitar sua planilha de treino e nunca se esquecer de respeitar seu próprio corpo

Não existe fórmula mágica, o metabolismo de todo mundo funciona diferente um do outro. Não adianta querer sobrecarregar seu corpo para aquilo que ele não está preparado. Comece com o fortalecimento cardíaco e muscular e consequentemente sua resistência irá aumentar.

3. Se alimente bem

Ter uma vida saudável e comer os alimentos certos é meio caminho andado. Observe suas necessidades e ingira aquilo que seu organismo necessita, tem a hora da proteína, das vitaminas, carboidratos... E sempre é hora da água!

4. Veja o descanso com outros olhos

Parar um pouco é primordial. O músculo e a mente precisam de tempo para se recuperar, nada em excesso faz bem e você não vai querer causar uma lesão por treinar demais né?!

Essas dicas deram tão certo que o Carlos continua pondo em prática, ele que começou apenas correndo, já disputa maratonas e agora está migrando para as ultramaratonas. Um degrau de cada vez. “Acreditei nisso, pois consegui colocar em prova. Depois que comecei a ser treinado, vim baixando regularmente meus tempos nas provas de dez quilômetros que fazia pra treino, e consequentemente as maratonas que fiz também fui baixando o tempo”.

10 desculpas que você já deu para não treinar

Atletismo · 13 out, 2016

Todos sabem que manter uma planilha de treinamentos zerada é missão para os fortes e focados, afinal obstáculos que acabam atrapalhando não faltam na rotina. Separamos dez deles e que, com certeza, você vai se identificar.

1. Esqueceu a roupa do treino

Corredores costumam alinhar sua planilha de treinamentos com a rotina, mas às vezes a pressa atrapalha e o planejamento não é feito com atenção. Quem nunca chegou na academia ou parque, foi se trocar e aí percebeu que esqueceu, tênis, alguma peça de roupa ou até mesmo toda? Pois é, isso rola bastante.

2. Despertador falhou

Essa desculpa muitas vezes é tida como mentira, mas quem madruga na hora de treinar sabe que isso acontece sim. A dica é: deixe no mínimo dois despertadores ativos e desapegue da soneca, ela só serve para atrasar seu dia.

3. Ressaca

O dia é belo, mas a noite ainda atrai muitos corredores. Até os mais focados já planejaram treinar pós-balada e a ressaca não deixou. Então, se você tem um treino muito importante, abdicar daquele passeio pode ser uma escolha, não muito agradável, mas necessária.

4. Overtraining

A empolgação nos treinos pode gerar o tão temido overtraining, então não exagere! Siga corretamente a planilha e deixe longe a possibilidade de lesões.

5. Muito frio

Quem lembra dos dias frios que chegaram a cidade de São Paulo nos últimos tempos? Se você é do Sul do Brasil, já está mais acostumado, mas sem dúvidas existem regiões em que o frio torna-se desculpa para escapar dos treinos.

De vez em quando acontece, mas lembre-se que os treinos indoor são permitidos e já existem diversas tecnologias para se esquentar durante a corrida.

Aventure-se na Graciosa Amazing Run. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Rita Kochmarjova/Fotolia Foto: Rita Kochmarjova/Fotolia

6. Muito… calor

Enquanto o frio faz com que pessoas deixem de treinar o calor também “mata”. Correr com “um sol para cada um” é pesado e o atleta deve ficar atento a sua hidratação, já que situações como perda de consciência podem acontecer no meio de um treino.

7. Relógio/celular sem bateria

Na nossa opinião uma desculpinha bem ruim, afinal se seu relógio não está funcionando fique de olho nos de rua ou se seu treino é indoor, a esteira está aí para isso. Lógico que existem situações em que o marcador de ritmo é essencial, mas é como dizem: quem quer arranja um jeito.

8. Minha companhia desistiu

Correr com amigos é bem mais divertido do que sozinho, afinal se você tem seu companheiro de pace firme e animado, aquele momento em que pensa em desistir estará fora das opções. Mesmo assim, se a disposição está firme, não deixe que uma desistência atrapalhe seu planejamento.

9. Não deu tempo

Tempo, tempo, tempo… Muitos pedem mais 24h na rotina diária, já que quanto mais nos envolvemos em compromissos, temos menos tempo para cuidar de nós mesmos e até de nosso lazer.

Lembre, coloque-se em primeiro lugar SEMPRE! Ajeite sua agenda e seja feliz fazendo o que ama.

10. Meu cachorro comeu meu tênis

Essa é das antigas, mas vai que né….rs


10 desculpas que você já deu para não treinar

Atletismo · 13 out, 2016

Todos sabem que manter uma planilha de treinamentos zerada é missão para os fortes e focados, afinal obstáculos que acabam atrapalhando não faltam na rotina. Separamos dez deles e que, com certeza, você vai se identificar.

1. Esqueceu a roupa do treino

Corredores costumam alinhar sua planilha de treinamentos com a rotina, mas às vezes a pressa atrapalha e o planejamento não é feito com atenção. Quem nunca chegou na academia ou parque, foi se trocar e aí percebeu que esqueceu, tênis, alguma peça de roupa ou até mesmo toda? Pois é, isso rola bastante.

2. Despertador falhou

Essa desculpa muitas vezes é tida como mentira, mas quem madruga na hora de treinar sabe que isso acontece sim. A dica é: deixe no mínimo dois despertadores ativos e desapegue da soneca, ela só serve para atrasar seu dia.

3. Ressaca

O dia é belo, mas a noite ainda atrai muitos corredores. Até os mais focados já planejaram treinar pós-balada e a ressaca não deixou. Então, se você tem um treino muito importante, abdicar daquele passeio pode ser uma escolha, não muito agradável, mas necessária.

4. Overtraining

A empolgação nos treinos pode gerar o tão temido overtraining, então não exagere! Siga corretamente a planilha e deixe longe a possibilidade de lesões.

5. Muito frio

Quem lembra dos dias frios que chegaram a cidade de São Paulo nos últimos tempos? Se você é do Sul do Brasil, já está mais acostumado, mas sem dúvidas existem regiões em que o frio torna-se desculpa para escapar dos treinos.

De vez em quando acontece, mas lembre-se que os treinos indoor são permitidos e já existem diversas tecnologias para se esquentar durante a corrida.

Aventure-se na Graciosa Amazing Run. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Rita Kochmarjova/Fotolia Foto: Rita Kochmarjova/Fotolia

6. Muito… calor

Enquanto o frio faz com que pessoas deixem de treinar o calor também “mata”. Correr com “um sol para cada um” é pesado e o atleta deve ficar atento a sua hidratação, já que situações como perda de consciência podem acontecer no meio de um treino.

7. Relógio/celular sem bateria

Na nossa opinião uma desculpinha bem ruim, afinal se seu relógio não está funcionando fique de olho nos de rua ou se seu treino é indoor, a esteira está aí para isso. Lógico que existem situações em que o marcador de ritmo é essencial, mas é como dizem: quem quer arranja um jeito.

8. Minha companhia desistiu

Correr com amigos é bem mais divertido do que sozinho, afinal se você tem seu companheiro de pace firme e animado, aquele momento em que pensa em desistir estará fora das opções. Mesmo assim, se a disposição está firme, não deixe que uma desistência atrapalhe seu planejamento.

9. Não deu tempo

Tempo, tempo, tempo… Muitos pedem mais 24h na rotina diária, já que quanto mais nos envolvemos em compromissos, temos menos tempo para cuidar de nós mesmos e até de nosso lazer.

Lembre, coloque-se em primeiro lugar SEMPRE! Ajeite sua agenda e seja feliz fazendo o que ama.

10. Meu cachorro comeu meu tênis

Essa é das antigas, mas vai que né….rs

A “gourmetização” da alimentação dos atletas

Atletismo · 12 out, 2016

Sem glúten, sem lactose, zero açúcar, integral, mil grãos, low carb, paleolítica...Ufa!!! É muita informação! O slogan do meu Bistrô Duas Terezas é: Gastronomia, simples assim. Mas como tem sido difícil manter as coisas simples. As pessoas acabam não valorizando uma comida simples, somente pelo fato de ser simples. É claro que é bacana uma comida bonita, bem feita, saudável e feliz, mas definitivamente não precisamos viver só de frango com batata doce.

E o que os atletas tem a ver com isso? Tudo rsrs... eu até entendo a necessidade de mostrar a todos a vida saudável, a alimentação, etc, mas menos moda e mais comida de verdade gente!

Também não sou contra os suplementos, e nem sou nutricionista para prescrever, mas entendo que a comida de verdade, deve ser essencial na rotina do atleta. Esses dias li um artigo sobre os irmãos Brownlee, para quem não sabe eles conquistaram a primeira e segunda colocação no Triathlon Olímpico, no Rio de Janeiro. E sabe qual a base da alimentação deles? Pasmem: Verduras, legumes e frutas! Tão simples quanto isso. Aliás, estão nos alimentos toda a riqueza que precisamos, toda a nossa energia vital para uma caminhada de cinco quilômetros até um Ultraman!

Participe da Etapa Porto Alegre no Circuito de Corridas Caixa. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Fotolia Foto: Fotolia

Só não esqueça do essencial! Menos fastfood, mais slowfood!

E pra ser bem legal, que tal uma receita de uma sobremesa incrível?

Creme de pêra com iogurte, laranja e café!

Ingredientes
- 4 peras maduras, sem sementes e raladas.
- Suco de 1 laranja
- colher de sopa de açúcar mascavo
- 1 colher de cha de café solúvel
- 1 xícara de água

Modo de fazer

Em uma panela, misture as peras raladas a xícara de água, açúcar mascavo e leve ao fogo baixo.
Mexendo de vez em quando, até virar um creme.

Leve para a geladeira e quando estiver frio, misture um iogurte natural da sua preferência. Eu gosto de usar aqueles tipo grego, fica mais cremoso. Após a mistura leve ao congelador por mais ou menos 2h. Não precisa congelar. Apenas deixe ficar bem gelado, quase congelando.

Para servir, coloque o creme de pera, um pouco do suco de laranja e salpique algumas bolinhas do café solúvel por cima.

Aproveite!


A “gourmetização” da alimentação dos atletas

Atletismo · 12 out, 2016

Sem glúten, sem lactose, zero açúcar, integral, mil grãos, low carb, paleolítica...Ufa!!! É muita informação! O slogan do meu Bistrô Duas Terezas é: Gastronomia, simples assim. Mas como tem sido difícil manter as coisas simples. As pessoas acabam não valorizando uma comida simples, somente pelo fato de ser simples. É claro que é bacana uma comida bonita, bem feita, saudável e feliz, mas definitivamente não precisamos viver só de frango com batata doce.

E o que os atletas tem a ver com isso? Tudo rsrs... eu até entendo a necessidade de mostrar a todos a vida saudável, a alimentação, etc, mas menos moda e mais comida de verdade gente!

Também não sou contra os suplementos, e nem sou nutricionista para prescrever, mas entendo que a comida de verdade, deve ser essencial na rotina do atleta. Esses dias li um artigo sobre os irmãos Brownlee, para quem não sabe eles conquistaram a primeira e segunda colocação no Triathlon Olímpico, no Rio de Janeiro. E sabe qual a base da alimentação deles? Pasmem: Verduras, legumes e frutas! Tão simples quanto isso. Aliás, estão nos alimentos toda a riqueza que precisamos, toda a nossa energia vital para uma caminhada de cinco quilômetros até um Ultraman!

Participe da Etapa Porto Alegre no Circuito de Corridas Caixa. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

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Só não esqueça do essencial! Menos fastfood, mais slowfood!

E pra ser bem legal, que tal uma receita de uma sobremesa incrível?

Creme de pêra com iogurte, laranja e café!

Ingredientes
- 4 peras maduras, sem sementes e raladas.
- Suco de 1 laranja
- colher de sopa de açúcar mascavo
- 1 colher de cha de café solúvel
- 1 xícara de água

Modo de fazer

Em uma panela, misture as peras raladas a xícara de água, açúcar mascavo e leve ao fogo baixo.
Mexendo de vez em quando, até virar um creme.

Leve para a geladeira e quando estiver frio, misture um iogurte natural da sua preferência. Eu gosto de usar aqueles tipo grego, fica mais cremoso. Após a mistura leve ao congelador por mais ou menos 2h. Não precisa congelar. Apenas deixe ficar bem gelado, quase congelando.

Para servir, coloque o creme de pera, um pouco do suco de laranja e salpique algumas bolinhas do café solúvel por cima.

Aproveite!

Aposte nos superalimentos e turbine sua disposição

Atletismo · 11 out, 2016

Presentes na alimentação de pessoas que querem potencializar a dieta e os resultados nos esportes, os superfoods ou superalimentos são, na maioria, grãos com compostos que trazem benefícios para saúde, auxiliando no equilíbrio do organismo e na prevenção de doenças.

Esses alimentos são conhecidos por proporcionar um número maior de nutrientes, melhora na qualidade de vida e até contém substâncias capazes de prevenir diversos problemas de saúde.

Veja alguns alimentos que têm essas propriedades

Açaí

A melhor forma de consumo é puro, já que as adições de açúcar, granola, leite condensado e até outras frutas torna o alimento calórico. Sem esses adicionais ele é um ótimo aliado do coração, sendo capaz de reduzir os índices ruins de colesterol.

Foto: lazyllama/Fotolia Foto: lazyllama/Fotolia

Chocolate amargo

Essa é a escolha certa! Se você quer pegar firme na dieta, mas não consegue deixar o doce de lado, ele pode ser sua salvação. Rico em antioxidantes, o chocolate precisa ter no mínimo 70% de cacau e apenas o consumo de um quadradinho por dia é aceito.

Quinoa

Definitivamente um super alimento. A quinoa é fonte de proteínas e minerais, reduz os índices de colesterol ruim e triglicerídeos, ajudando assim a evitar problemas cardiovasculares.

Participe do Circuito Rios e Ruas. Inscreva-se no site do Ticket Agora!

Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0 Foto: Meal Makeover Moms/CC BY-ND 2.0

Aveia

Importante no controle do peso e colesterol, a aveia possui fibras que ajudam na sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa demore mais para sentir fome. Pode ser utilizada em diversas receitas como mingau, bolo, frutas e até sopas.

Azeite

Ingerida em quantidade correta o óleo ajuda a evitar o acúmulo de gorduras, que provoca doenças cardiovasculares e diabetes. Substitua a manteiga por um fio de azeite no pão e se delicie.

Lembre-se que a quantidade ingerida desses alimentos deve ser avaliada por um profissional, baseado nas necessidades de cada pessoa. “O consumo diário é indicado, mas depende das características e benefícios de cada superalimento. Busque a melhor forma de inseri-los no seu dia a dia, já que quanto melhor seu organismo funciona, melhor sua saúde e performance esportiva”, diz.


Aposte nos superalimentos e turbine sua disposição

Atletismo · 11 out, 2016

Presentes na alimentação de pessoas que querem potencializar a dieta e os resultados nos esportes, os superfoods ou superalimentos são, na maioria, grãos com compostos que trazem benefícios para saúde, auxiliando no equilíbrio do organismo e na prevenção de doenças.

Esses alimentos são conhecidos por proporcionar um número maior de nutrientes, melhora na qualidade de vida e até contém substâncias capazes de prevenir diversos problemas de saúde.

Veja alguns alimentos que têm essas propriedades

Açaí

A melhor forma de consumo é puro, já que as adições de açúcar, granola, leite condensado e até outras frutas torna o alimento calórico. Sem esses adicionais ele é um ótimo aliado do coração, sendo capaz de reduzir os índices ruins de colesterol.

Foto: lazyllama/Fotolia Foto: lazyllama/Fotolia

Chocolate amargo

Essa é a escolha certa! Se você quer pegar firme na dieta, mas não consegue deixar o doce de lado, ele pode ser sua salvação. Rico em antioxidantes, o chocolate precisa ter no mínimo 70% de cacau e apenas o consumo de um quadradinho por dia é aceito.

Quinoa

Definitivamente um super alimento. A quinoa é fonte de proteínas e minerais, reduz os índices de colesterol ruim e triglicerídeos, ajudando assim a evitar problemas cardiovasculares.

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Aveia

Importante no controle do peso e colesterol, a aveia possui fibras que ajudam na sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa demore mais para sentir fome. Pode ser utilizada em diversas receitas como mingau, bolo, frutas e até sopas.

Azeite

Ingerida em quantidade correta o óleo ajuda a evitar o acúmulo de gorduras, que provoca doenças cardiovasculares e diabetes. Substitua a manteiga por um fio de azeite no pão e se delicie.

Lembre-se que a quantidade ingerida desses alimentos deve ser avaliada por um profissional, baseado nas necessidades de cada pessoa. “O consumo diário é indicado, mas depende das características e benefícios de cada superalimento. Busque a melhor forma de inseri-los no seu dia a dia, já que quanto melhor seu organismo funciona, melhor sua saúde e performance esportiva”, diz.