Marcha Atlética

Consumir sal faz mal?

Na nutrição poucas coisas são realmente tão mal comprovadas como a quantidade adequada de nutrientes a se consumir. Na falta do que seja adequado, passaram a estabelecer quantidades ditas “seguras” deles. O mais incrível é que mesmo essas quantidades seguras carecem de comprovação. O sal é um dos maiores exemplos.

O preconizado hoje está na casa dos seis gramas por dia (2400mg de sódio), mas a população ocidental consome algo perto de dez gramas por dia. Isto faz algum mal?

Por incrível que pareça, não sabemos. Pior! Muito provavelmente consumir 0,6g, 16g ou 26g parece não ter efeitos importantes na nossa saúde. Mas por que a comunidade médica e de nutricionistas pede tanto cuidado com o consumo de sal?

Eles não sabem. Mas fingem saber. Nos anos 40, o médico Wallace Kempner criou uma dieta para cuidar de hipertensos. Aí começou o mito, porque esta dieta continha baixa quantidade de sódio.

Isso perpetuou um equívoco (como inúmeros outros duradouros na Medicina) ignorando que esta dieta também tinha outras particularidades, como ter baixa quantidade de gordura e muito potássio. E assim, gerações de médicos e nutricionistas caíram no incrível erro de replicar algo sem entender suas reais razões.

Culpado ou inocente- Se você perguntar a algum médico a razão de um hipertenso consumir pouco sal no hospital, talvez ele lhe diga que é porque o sal cria uma pequena elevação da pressão arterial. É verdade, mas isso nos sujeitos comuns acontece de forma muito tênue e por muito pouco tempo.

Sendo assim, a lógica de restringir o consumo de sal na população “normal”, aquela que não é sódio-sensível, é a mesma que basear o consumo de açúcar em indivíduos saudáveis baseado em populações de diabéticos. O grande problema é que não sabemos ainda identificar os sódio-sensíveis, sujeitos que devem consumir sal moderadamente, então optamos pela segurança de tentar tirar o sal da dieta de todo mundo.

Muito provavelmente esse grande equívoco médico de atacar o sal dure ainda algumas décadas. Inúmeros estudos e análises epidemiológicas mostram que não há relação válida entre hipertensão e alto consumo de sal, mas o mito já está impregnado.

A maior recomendação de médicos e nutricionistas deveria ser a de a pessoa regularmente acompanhar seus valores de pressão arterial, não o consumo de sal ou sódio. Por enquanto, ele foi injustamente condenado até que se prove o contrário. O sal, nada mais é que uma das provas que na medicina e na nutrição o veredito sai muitas vezes antes das evidências científicas.


Consumir sal faz mal?

Atletismo · 19 mar, 2012

Na nutrição poucas coisas são realmente tão mal comprovadas como a quantidade adequada de nutrientes a se consumir. Na falta do que seja adequado, passaram a estabelecer quantidades ditas “seguras” deles. O mais incrível é que mesmo essas quantidades seguras carecem de comprovação. O sal é um dos maiores exemplos.

O preconizado hoje está na casa dos seis gramas por dia (2400mg de sódio), mas a população ocidental consome algo perto de dez gramas por dia. Isto faz algum mal?

Por incrível que pareça, não sabemos. Pior! Muito provavelmente consumir 0,6g, 16g ou 26g parece não ter efeitos importantes na nossa saúde. Mas por que a comunidade médica e de nutricionistas pede tanto cuidado com o consumo de sal?

Eles não sabem. Mas fingem saber. Nos anos 40, o médico Wallace Kempner criou uma dieta para cuidar de hipertensos. Aí começou o mito, porque esta dieta continha baixa quantidade de sódio.

Isso perpetuou um equívoco (como inúmeros outros duradouros na Medicina) ignorando que esta dieta também tinha outras particularidades, como ter baixa quantidade de gordura e muito potássio. E assim, gerações de médicos e nutricionistas caíram no incrível erro de replicar algo sem entender suas reais razões.

Culpado ou inocente- Se você perguntar a algum médico a razão de um hipertenso consumir pouco sal no hospital, talvez ele lhe diga que é porque o sal cria uma pequena elevação da pressão arterial. É verdade, mas isso nos sujeitos comuns acontece de forma muito tênue e por muito pouco tempo.

Sendo assim, a lógica de restringir o consumo de sal na população “normal”, aquela que não é sódio-sensível, é a mesma que basear o consumo de açúcar em indivíduos saudáveis baseado em populações de diabéticos. O grande problema é que não sabemos ainda identificar os sódio-sensíveis, sujeitos que devem consumir sal moderadamente, então optamos pela segurança de tentar tirar o sal da dieta de todo mundo.

Muito provavelmente esse grande equívoco médico de atacar o sal dure ainda algumas décadas. Inúmeros estudos e análises epidemiológicas mostram que não há relação válida entre hipertensão e alto consumo de sal, mas o mito já está impregnado.

A maior recomendação de médicos e nutricionistas deveria ser a de a pessoa regularmente acompanhar seus valores de pressão arterial, não o consumo de sal ou sódio. Por enquanto, ele foi injustamente condenado até que se prove o contrário. O sal, nada mais é que uma das provas que na medicina e na nutrição o veredito sai muitas vezes antes das evidências científicas.

Treinos de tiro ocasionam perda de massa muscular?

Atletismo · 12 mar, 2012

Nome:Marcelo

Dúvida: A corrida intervalada e intensa (no caso, correr bem forte durante 10 segundos, descansar durante dois minutos e recomeçar o processo) pode retirar massa magra ou músculo? Se sim, a partir de quanto tempo (séries)?

Resposta: Olá Marcelo, isso depende da finalidade do treino. Você corre prova de 100 metros?
De toda forma, adianto que para retirar a massa magra (massa muscular) só atividades de longa duração ou se você não se alimentar direito.

Resposta concedida pelo treinador Nelson Evêncio. É pós-graduado em treinamento desportivo (CREF n.o 016048-SP), IAAF Nível 1 - CBAT n.o 525. Sócio-fundador e atual presidente da ATC (Associação de Treinadores de Corrida) e titular da Nelson Evêncio Assessoria Esportiva.

Sinto dores onde coloquei pinos, devo retirá-los?

Atletismo · 12 mar, 2012

Nome: Natacha Barreto Rossi

Dúvida: Fraturei o tornozelo esquerdo em quatro de janeiro de 2010. Fiz a operação e foram colocados oito pinos e uma placa. Desde então não voltei mais ao hospital. Agora sinto dores no local da placa e tenho a impressão de um inchaço onde estão os parafusos. Quero saber se tenho que removê-los ou eles ficam no corpo e só são removidos em caso de rejeição.

Resposta:Oi, Natacha. Os pinos (placas e parafusos) são feitos de um material que a princípio não deve ser retirado do corpo pois é compatível (como aço e titânio) e acabam até servindo de sustentação até a função deles ser cumprida (fixação, aproximação, estabilização, depende do caso).

Em primeiro lugar e antes de mais nada, vc deve procurar um especialista, no caso um ortopedista de pé e tornozelo para fazer seu primeiro retorno pós-operatório (mesmo após dois anos) pois podem ter acontecido várias coisas que realmente pela internet e sem te examinar não podemos diagnosticar. Boa sorte e faça acompanhamento médico!

Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814

Laboratório da USP realiza estudo com corredores voluntários

Corredores que estiverem interessados em colaborar com a ciência do esporte tem uma grande oportunidade na capital paulista. O Laboratório de Biofísica da Escola de Educação Física e Esporte da USP (Universidade de São Paulo) realiza ao longo do ano diversas avaliações do movimento na corrida para utilizar os resultados em estudos.

Como é o teste- Os voluntários devem ir com roupa para corrida (shorts curto, o tênis é emprestado na hora) e correr há pelo menos um ano, com tempos menores do que uma hora em provas de dez quilômetros. Dependendo da pesquisa, a idade é um pré-requisito e o tipo de questionário a ser respondido pode variar.

No caso do tema das fisioterapeutas Raquel Castanharo e Cristina Alcântara, alunas de mestrado na EEFE-USP, são solicitados corredores de 18 a 30 anos ou com mais de 65. “Estamos analisando ângulos de movimento desenvolvidos pela coluna, quadril, joelho e tornozelo”, conta Raquel.

Depois de preenchidos os questionários, os voluntários têm refletores de infravermelho colados ao corpo para a captação de seus movimentos durante o teste, realizado em uma esteira. Um computador ao lado mostra a movimentação e o peso que cada passada tem, o que mede a sobrecarga nas articulações.

O corredor começa andando por um curto período para se adaptar à esteira, mais alta e larga do que o convencional. Depois é orientado a trotar e correr. Em tempo total, a avaliação dura pouco mais de uma hora, mas o tempo de corrida é relativamente curto.

Resultados- Sob orientação do professor Marcos Duarte, da Universidade Federal do ABC, alunos de mestrado e doutorado da EEFE-USP utilizam a estrutura do Laboratório de Biofísica para o estudo de suas dissertações e teses. Como o propósito é auxiliar nas pesquisas, a participação é voluntária e os resultados são enviados ao final dos estudos, em caráter de amostragem.

Além de colaborar com descobertas, os corredores participantes recebem uma “análise informal”. “Sou fisioterapeuta especializada em análise de corrida e marcha, então consigo olhar para o que a pessoa está fazendo e dar um toque, um feedback verbal”, diz a mestranda, exemplificando como apontamentos sobre postura e pisada.

Depois de finalizado o trabalho do Laboratório, especialistas poderão, por exemplo, prescrever reabilitação e treinamento adequados com base no que a pesquisa constatar. “Um estudo anterior verificou que idosos andam com o pé mais aberto do que adultos. Nossa hipótese é que eles andam assim porque essa posição diminui a sobrecarga no joelho. A coluna de um idoso também é mais arqueada que a de um adulto, por isso queremos medir os dois correndo, para ver as diferenças”, define Raquel.

Como participar- Interessados podem entrar em contato com o Laboratório de Biofísica da EEFE-USP pelo telefone 3091-8735ou pelo email [email protected]. A EEFE fica na Av. Prof. Mello Moraes, 65, na Cidade Universitária, em São Paulo.


Laboratório da USP realiza estudo com corredores voluntários

Caminhada · 01 mar, 2012

Corredores que estiverem interessados em colaborar com a ciência do esporte tem uma grande oportunidade na capital paulista. O Laboratório de Biofísica da Escola de Educação Física e Esporte da USP (Universidade de São Paulo) realiza ao longo do ano diversas avaliações do movimento na corrida para utilizar os resultados em estudos.

Como é o teste- Os voluntários devem ir com roupa para corrida (shorts curto, o tênis é emprestado na hora) e correr há pelo menos um ano, com tempos menores do que uma hora em provas de dez quilômetros. Dependendo da pesquisa, a idade é um pré-requisito e o tipo de questionário a ser respondido pode variar.

No caso do tema das fisioterapeutas Raquel Castanharo e Cristina Alcântara, alunas de mestrado na EEFE-USP, são solicitados corredores de 18 a 30 anos ou com mais de 65. “Estamos analisando ângulos de movimento desenvolvidos pela coluna, quadril, joelho e tornozelo”, conta Raquel.

Depois de preenchidos os questionários, os voluntários têm refletores de infravermelho colados ao corpo para a captação de seus movimentos durante o teste, realizado em uma esteira. Um computador ao lado mostra a movimentação e o peso que cada passada tem, o que mede a sobrecarga nas articulações.

O corredor começa andando por um curto período para se adaptar à esteira, mais alta e larga do que o convencional. Depois é orientado a trotar e correr. Em tempo total, a avaliação dura pouco mais de uma hora, mas o tempo de corrida é relativamente curto.

Resultados- Sob orientação do professor Marcos Duarte, da Universidade Federal do ABC, alunos de mestrado e doutorado da EEFE-USP utilizam a estrutura do Laboratório de Biofísica para o estudo de suas dissertações e teses. Como o propósito é auxiliar nas pesquisas, a participação é voluntária e os resultados são enviados ao final dos estudos, em caráter de amostragem.

Além de colaborar com descobertas, os corredores participantes recebem uma “análise informal”. “Sou fisioterapeuta especializada em análise de corrida e marcha, então consigo olhar para o que a pessoa está fazendo e dar um toque, um feedback verbal”, diz a mestranda, exemplificando como apontamentos sobre postura e pisada.

Depois de finalizado o trabalho do Laboratório, especialistas poderão, por exemplo, prescrever reabilitação e treinamento adequados com base no que a pesquisa constatar. “Um estudo anterior verificou que idosos andam com o pé mais aberto do que adultos. Nossa hipótese é que eles andam assim porque essa posição diminui a sobrecarga no joelho. A coluna de um idoso também é mais arqueada que a de um adulto, por isso queremos medir os dois correndo, para ver as diferenças”, define Raquel.

Como participar- Interessados podem entrar em contato com o Laboratório de Biofísica da EEFE-USP pelo telefone 3091-8735ou pelo email [email protected]. A EEFE fica na Av. Prof. Mello Moraes, 65, na Cidade Universitária, em São Paulo.

Associação Olímpica Britânica cria regras polêmicas para delegação

A Associação Olímpica Britânica (BOA) anunciou que todos os 560 atletas que representarão o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Londres deverão assinar um livro de regras para participar. O diário britânico Telegraph teve acesso ao manual confidencial de 34 páginas e apontou os pontos mais questionáveis.

Caso um atleta se recuse a assinar o termo, sua participação nos Jogos não será permitida. Entre as regras de conduta estabelecidas, está a exigência de não criticar colegas de delegação ou denegrir algum dos patrocinadores – mesmo se algum seja alvo de controvérsia.

Além disso, os atletas britânicos serão proibidos de vender ou modificar qualquer item do uniforme oficial (linha da Adidas). Isso inclui a utilização de qualquer peça de outra marca em ambiente dos Jogos que não seja o momento exato da competição.

Por exemplo, a maratonista Paula Radcliffe – recordista mundial – é patrocinada pela Nike. Isso significa que só poderá utilizar o tênis – e apenas o tênis – de sua patrocinadora na hora de correr. Em coletivas de imprensa e uma eventual entrega de medalha, Radcliffe terá que usar o tênis da Adidas – o que gerou o boato de que atletas de outras marcas iriam descalços às premiações, em protesto.

Apesar de não poderem vender as peças, a doação para caridade “não política” é permitida e a BOA se reserva o direito de ficar com uma peça de uniforme por competidor e vendê-la para gerar dinheiro. Os atletas também serão banidos se utilizarem qualquer tatuagem, corte de cabelo, piercings, brincos ou lentes de contato com mensagens comerciais ou políticas – tatuagens já existentes com esse teor devem ser cobertas.

Reincidência- Não é a primeira vez que a Associação é criticada por formular um acordo restritivo aos seus esportistas. Antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi redigido um termo que proibia os integrantes de fazer qualquer crítica ao sistema político chinês. A forte reação negativa fez com que o texto fosse revisado na época.

Entre os impedimentos da nova versão, estão ainda comparecer em qualquer coletiva de imprensa não programada pela organização das Olimpíadas com o uniforme oficial ou medalhas; apostar ou se envolver em apostas referentes aos Jogos; e não comparecer à festa pós-Olimpíadas organizada pela BOA.


Associação Olímpica Britânica cria regras polêmicas para delegação

Atletismo · 29 fev, 2012

A Associação Olímpica Britânica (BOA) anunciou que todos os 560 atletas que representarão o Reino Unido nos Jogos Olímpicos de Londres deverão assinar um livro de regras para participar. O diário britânico Telegraph teve acesso ao manual confidencial de 34 páginas e apontou os pontos mais questionáveis.

Caso um atleta se recuse a assinar o termo, sua participação nos Jogos não será permitida. Entre as regras de conduta estabelecidas, está a exigência de não criticar colegas de delegação ou denegrir algum dos patrocinadores – mesmo se algum seja alvo de controvérsia.

Além disso, os atletas britânicos serão proibidos de vender ou modificar qualquer item do uniforme oficial (linha da Adidas). Isso inclui a utilização de qualquer peça de outra marca em ambiente dos Jogos que não seja o momento exato da competição.

Por exemplo, a maratonista Paula Radcliffe – recordista mundial – é patrocinada pela Nike. Isso significa que só poderá utilizar o tênis – e apenas o tênis – de sua patrocinadora na hora de correr. Em coletivas de imprensa e uma eventual entrega de medalha, Radcliffe terá que usar o tênis da Adidas – o que gerou o boato de que atletas de outras marcas iriam descalços às premiações, em protesto.

Apesar de não poderem vender as peças, a doação para caridade “não política” é permitida e a BOA se reserva o direito de ficar com uma peça de uniforme por competidor e vendê-la para gerar dinheiro. Os atletas também serão banidos se utilizarem qualquer tatuagem, corte de cabelo, piercings, brincos ou lentes de contato com mensagens comerciais ou políticas – tatuagens já existentes com esse teor devem ser cobertas.

Reincidência- Não é a primeira vez que a Associação é criticada por formular um acordo restritivo aos seus esportistas. Antes dos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, foi redigido um termo que proibia os integrantes de fazer qualquer crítica ao sistema político chinês. A forte reação negativa fez com que o texto fosse revisado na época.

Entre os impedimentos da nova versão, estão ainda comparecer em qualquer coletiva de imprensa não programada pela organização das Olimpíadas com o uniforme oficial ou medalhas; apostar ou se envolver em apostas referentes aos Jogos; e não comparecer à festa pós-Olimpíadas organizada pela BOA.

Excesso de hidratação pode causar complicações ao organismo

Recomenda-se com veemência que os corredores mantenham um alto nível de hidratação de seu corpo para superarem suas provas com relativa tranquilidade. No entanto, casos recentes de morte por excesso de ingestão de água chamaram atenção para o tema.

Em 2007, a norte-americana Jennifer Strange faleceu após participar de um concurso que consistia em beber o máximo de água sem urinar. No ano seguinte, a britânica Jacqueline Henson ingeriu grandes quantidades do líquido como parte de sua dieta de emagrecimento e também pereceu.

São casos extremos, mas de pessoas que teoricamente não tinham uma perda considerável de líquidos. No entanto, a morte de Cynthia Lucero na Maratona de Boston em 2002 serve de alerta para todos os corredores.

O médico do esporte e colunista do Webrun, Dr. José Marques Neto, explica o que acontece em nosso organismo quando o excesso se torna perigoso. “Com a ingestão exagerada de água, o líquido extracelular fica muito diluído e o líquido interno mais concentrado”, conta.

“Com isso, a água migra de fora para dentro da célula, que incha e leva a um edema cerebral. O cérebro incha e pressiona os centros do bulbo, que controlam o funcionamento cardiorrespiratório e vascular do nosso corpo”, esclarece o médico.

Segundo o Dr. Neto, não há um parâmetro bem definido para evitar complicações dessa natureza. “Não tem essa de ‘ah, se eu tomar três copos estou bem hidratado, se tomar quatro eu morro’, é algo subjetivo e razão de controvérsia na literatura médica”.

Urina é indicativo- Dr. Neto afirma que o consenso entre os fisiologistas é de que a sede já caracteriza um quadro de desidratação, por isso é encorajada a ingestão de água nas corridas mesmo que não haja sede. “A cor da urina é o melhor parâmetro para o leigo, porque serve como indicativo”, pondera.

Neste caso, vale o bom senso. A urina escura, assim como a sede, já é um claro sinal de desidratação e, portanto, não deve ocorrer. “Sinais de hiperidratação são uma urina extremamente clara, transparente. Se ela estiver apenas razoavelmente clara, você está bem hidratado”, define.

“Existe uma variabilidade individual, são vários parâmetros que mudam de pessoa para pessoa. O importante é se manter hidratado ao longo do dia, andar sempre com uma garrafinha”, recomenda o médico.

Isotônicos- Há também a crença de que tomar muito isotônico pode criar pedra nos rins. “Isso também é referência individual. Teoricamente causa cálculo renal pelo excesso de sódio, mas é mais na esfera da teoria do que na prática. O importante é usar apenas como propósito de reposição, quando houver desgaste”, diz Dr. Neto.

Em termos gerais, tanto para água quanto para isotônicos o médico afirma que “o problema está no abuso, não no uso. É muito mais importante estar hidratado antes da prova, ao longo da semana, do que chegar no dia e querer recuperar tudo durante a corrida”, conclui.


Excesso de hidratação pode causar complicações ao organismo

Atletismo · 21 fev, 2012

Recomenda-se com veemência que os corredores mantenham um alto nível de hidratação de seu corpo para superarem suas provas com relativa tranquilidade. No entanto, casos recentes de morte por excesso de ingestão de água chamaram atenção para o tema.

Em 2007, a norte-americana Jennifer Strange faleceu após participar de um concurso que consistia em beber o máximo de água sem urinar. No ano seguinte, a britânica Jacqueline Henson ingeriu grandes quantidades do líquido como parte de sua dieta de emagrecimento e também pereceu.

São casos extremos, mas de pessoas que teoricamente não tinham uma perda considerável de líquidos. No entanto, a morte de Cynthia Lucero na Maratona de Boston em 2002 serve de alerta para todos os corredores.

O médico do esporte e colunista do Webrun, Dr. José Marques Neto, explica o que acontece em nosso organismo quando o excesso se torna perigoso. “Com a ingestão exagerada de água, o líquido extracelular fica muito diluído e o líquido interno mais concentrado”, conta.

“Com isso, a água migra de fora para dentro da célula, que incha e leva a um edema cerebral. O cérebro incha e pressiona os centros do bulbo, que controlam o funcionamento cardiorrespiratório e vascular do nosso corpo”, esclarece o médico.

Segundo o Dr. Neto, não há um parâmetro bem definido para evitar complicações dessa natureza. “Não tem essa de ‘ah, se eu tomar três copos estou bem hidratado, se tomar quatro eu morro’, é algo subjetivo e razão de controvérsia na literatura médica”.

Urina é indicativo- Dr. Neto afirma que o consenso entre os fisiologistas é de que a sede já caracteriza um quadro de desidratação, por isso é encorajada a ingestão de água nas corridas mesmo que não haja sede. “A cor da urina é o melhor parâmetro para o leigo, porque serve como indicativo”, pondera.

Neste caso, vale o bom senso. A urina escura, assim como a sede, já é um claro sinal de desidratação e, portanto, não deve ocorrer. “Sinais de hiperidratação são uma urina extremamente clara, transparente. Se ela estiver apenas razoavelmente clara, você está bem hidratado”, define.

“Existe uma variabilidade individual, são vários parâmetros que mudam de pessoa para pessoa. O importante é se manter hidratado ao longo do dia, andar sempre com uma garrafinha”, recomenda o médico.

Isotônicos- Há também a crença de que tomar muito isotônico pode criar pedra nos rins. “Isso também é referência individual. Teoricamente causa cálculo renal pelo excesso de sódio, mas é mais na esfera da teoria do que na prática. O importante é usar apenas como propósito de reposição, quando houver desgaste”, diz Dr. Neto.

Em termos gerais, tanto para água quanto para isotônicos o médico afirma que “o problema está no abuso, não no uso. É muito mais importante estar hidratado antes da prova, ao longo da semana, do que chegar no dia e querer recuperar tudo durante a corrida”, conclui.

Saiba o que é a hérnia discal e qual a melhor forma de tratamento

Atletismo · 20 fev, 2012

A hérnia de disco é uma das lesões mais comuns nos dias de hoje. Decorrente de posturas inadequadas, a hérnia discal é uma condição frequente no nosso cotidiano, caracterizada pelo enfraquecimento do anel externo, o ânulo fibroso, do disco localizado entre as vértebras da coluna vertebral – portanto chamado de intervertebral – e pelo consequente extravasamento do conteúdo gelatinoso do centro do disco.

Quando ocorre o vazamento desse conteúdo, chamado de núcleo pulposo, as raízes nervosas da medula são comprimidas e provoca um quadro clínico característico do portador desta condição: dor e parestesias em membros inferiores.

As parestesias são alterações subjetivas de sensibilidade e incluem sensações espontâneas de dor, adormecimento, formigamento e queimação. Além disso, o paciente pode experimentar uma sensação de travamento nos membros inferiores e dificuldade para a movimentação dos mesmos, com perda de força nestes músculos.

Tratamento- O tratamento para a hérnia discal envolve desde medidas fisioterápicas iniciais, como analgesia e cinesioterapia, sessões de acupuntura, medicação antiinflamatória hormonal e não-hormonal. Em alguns casos há até a opção pela cirurgia, que deve ser considerada na vigência de alterações neurológicas significativas e se o tratamento conservador não resultar em melhora dos sintomas.

A nova moda: levar comida para o trabalho

Quem diria que a famosa “marmita” seria a nova moda do momento? O que antigamente era uma opção de pessoas de renda mais baixa e que não tinham como pagar por uma refeição no local de trabalho, se tornou uma opção de muitas pessoas que desejam uma alimentação mais saudável, incluindo atores e famosos em geral.

E por que levar comida para o trabalho é uma opção mais saudável? A resposta é simples. Ao fazer nossa própria comida, sabemos quanto de óleo, sal e condimentos foi colocado para fazer o arroz ou a carne. Também, escolhemos um tipo de carne mais magra, tiramos a gordura da carne antes de cozinhar e é possível evitar usar temperos muito gordurosos, como os caldos de carne e de galinha.

Além disso, outra vantagem é montar a marmita no dia anterior, o que permite que as quantidades sejam colocadas conforme a necessidade e não conforme a fome. Muitas vezes chegando ao restaurante a fome é muito grande e o olho acaba sendo maior que a boca. No final, a quantidade ingerida de comida acaba sendo maior que a necessária.

Então, como montar uma marmita saudável que ajude na dieta e a manter um peso saudável? Seguindo algumas dicas simples:

  • Leve sempre uma marmita de salada - Separada da parte quente, leve um pote com salada verde e alguns legumes (como cenoura, pepino, tomate). Esta salada oferecerá uma boa quantidade de minerais e vitaminas. Use apenas uma colher de chá de azeite, vinagre e pouco sal para temperar. Evite temperos prontos, que são altamente calóricos, gordurosos e ricos em sal.

  • Sempre coma uma fonte de carboidrato - Lembres-se sempre que o carboidrato é nossa maior fonte de energia, então, ele deve estar presente em todas as nossas refeições. Algumas opções: arroz integral, massa integral, batata cozida ou assada.

  • Uma leguminosa para acompanhar o carboidrato. As leguminosas (feijão, lentilha, ervilha) complementam a refeição e oferecem alguns nutrientes importantes, entre eles o ferro.

  • Não se esqueça da fonte de proteína - A proteína também é de extrema importância para o funcionamento do nosso organismo. Então, a marmita sempre deve ter uma carne, peixe, frango, ovo ou proteína de soja, que são as nossas boas fontes de proteínas.

  • De sobremesa uma fruta - Outra vantagem de levar comida é não sofrer com as tentações que sempre estão expostas nos restaurantes. E a maior das tentações normalmente são os doces. Então, ao levar comida de casa, opte por uma fruta de sobremesa. Escolha preferencialmente frutas ricas em vitamina C (abacaxi, laranja, mexerica) que ajudam na absorção do ferro consumido durante a refeição.

    Se onde você trabalha existe a opção de levar comida (ou seja, existe uma copa com geladeira e microondas), pense com carinho nesta possibilidade. Afinal, comida de casa é sempre mais saborosa e mais saudável. Além disso, fica muito mais fácil seguir a dieta, fracionar a comida de forma correta e não sofrer tantas tentações com as comidas dos restaurantes. E de quebra é possível economizar um bom dinheiro, uma vez que a comida feita em casa é muito mais barata do que a comida de restaurante.

    Bom apetite!!!


  • A nova moda: levar comida para o trabalho

    Atletismo · 02 fev, 2012

    Quem diria que a famosa “marmita” seria a nova moda do momento? O que antigamente era uma opção de pessoas de renda mais baixa e que não tinham como pagar por uma refeição no local de trabalho, se tornou uma opção de muitas pessoas que desejam uma alimentação mais saudável, incluindo atores e famosos em geral.

    E por que levar comida para o trabalho é uma opção mais saudável? A resposta é simples. Ao fazer nossa própria comida, sabemos quanto de óleo, sal e condimentos foi colocado para fazer o arroz ou a carne. Também, escolhemos um tipo de carne mais magra, tiramos a gordura da carne antes de cozinhar e é possível evitar usar temperos muito gordurosos, como os caldos de carne e de galinha.

    Além disso, outra vantagem é montar a marmita no dia anterior, o que permite que as quantidades sejam colocadas conforme a necessidade e não conforme a fome. Muitas vezes chegando ao restaurante a fome é muito grande e o olho acaba sendo maior que a boca. No final, a quantidade ingerida de comida acaba sendo maior que a necessária.

    Então, como montar uma marmita saudável que ajude na dieta e a manter um peso saudável? Seguindo algumas dicas simples:

  • Leve sempre uma marmita de salada - Separada da parte quente, leve um pote com salada verde e alguns legumes (como cenoura, pepino, tomate). Esta salada oferecerá uma boa quantidade de minerais e vitaminas. Use apenas uma colher de chá de azeite, vinagre e pouco sal para temperar. Evite temperos prontos, que são altamente calóricos, gordurosos e ricos em sal.

  • Sempre coma uma fonte de carboidrato - Lembres-se sempre que o carboidrato é nossa maior fonte de energia, então, ele deve estar presente em todas as nossas refeições. Algumas opções: arroz integral, massa integral, batata cozida ou assada.

  • Uma leguminosa para acompanhar o carboidrato. As leguminosas (feijão, lentilha, ervilha) complementam a refeição e oferecem alguns nutrientes importantes, entre eles o ferro.

  • Não se esqueça da fonte de proteína - A proteína também é de extrema importância para o funcionamento do nosso organismo. Então, a marmita sempre deve ter uma carne, peixe, frango, ovo ou proteína de soja, que são as nossas boas fontes de proteínas.

  • De sobremesa uma fruta - Outra vantagem de levar comida é não sofrer com as tentações que sempre estão expostas nos restaurantes. E a maior das tentações normalmente são os doces. Então, ao levar comida de casa, opte por uma fruta de sobremesa. Escolha preferencialmente frutas ricas em vitamina C (abacaxi, laranja, mexerica) que ajudam na absorção do ferro consumido durante a refeição.

    Se onde você trabalha existe a opção de levar comida (ou seja, existe uma copa com geladeira e microondas), pense com carinho nesta possibilidade. Afinal, comida de casa é sempre mais saborosa e mais saudável. Além disso, fica muito mais fácil seguir a dieta, fracionar a comida de forma correta e não sofrer tantas tentações com as comidas dos restaurantes. E de quebra é possível economizar um bom dinheiro, uma vez que a comida feita em casa é muito mais barata do que a comida de restaurante.

    Bom apetite!!!

  • Diet, light e zero: aprenda as diferenças entre eles

    O consumo de alimentos Diet e Light tem aumentado muito nos últimos anos. Entre 1998 e 2008 o crescimento foi de 800%. Com este consumo, surgem algumas dúvidas muito comuns, como: qual a diferença entre o Diet e o Light? O refrigerante Zero é a mesma coisa que Diet? O Light pode ser consumido por diabéticos? Entre tantas outras. Mais fácil do que responder a estas perguntas é explicar a diferença entre estas denominações.

    Diet: este termo é utilizado em alimentos que estão isentos de algum item em sua fórmula. Desta forma o termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate Diet, por exemplo, não contém açúcar. Os alimentos Diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E é exigência da Anvisa que todo produto Diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico".

    Light: a definição de alimento Light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional. Na embalagem deve constar uma tabela comparativa com o alimento convencional.

    Zero: termo muito comum utilizado para refrigerantes. Na maioria das vezes indica que o produto é “zero açúcar”, o que seria sinônimo de uma bebida Diet. Essas apostas de troca de denominação fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes (por ex: refrigerante zero e refrigerante light).


    Bom, mas o que estas definições indicam na prática? Indicam uma necessidade de atenção no rótulo e na tabela nutricional destes alimentos. Usando o chocolate de exemplo, uma pessoa pode acreditar que o chocolate Diet é menos calórico por sua denominação, porém, na prática o chocolate Diet é mais calórico que o normal. O açúcar é trocado pelo adoçante, e para se manter textura e palatabilidade a gordura é acrescentada, muitas vezes tornando-o mais calórico que o normal. Já o chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Ou seja, o Diet normalmente é mais calórico que o Light quando se fala em chocolate.

    Por isso, o ideal para quem deseja perder peso é fazer uso de alimentos Light, que são menos calóricos, normalmente com menor teor de gordura (o que é positivo quando se pensa na saúde como um todo) e baixa quantidade de açúcar.

    Outra coisa importante é sempre ler o rótulo da embalagem, Muitas vezes o produto é calórico mesmo sendo Light, afinal, o produto convencional é muito calórico e o Light precisa ser apenas 25% menos calórico que ele. Ou ainda, para alguém que esteja realizando restrição de açúcar, o produto Light pode conter açúcar em quantidade reduzida, mas ainda assim este faz parte de sua composição.

    Espero que estas dicas ajudem nas suas próximas compras!


    Diet, light e zero: aprenda as diferenças entre eles

    Atletismo · 25 jan, 2012

    O consumo de alimentos Diet e Light tem aumentado muito nos últimos anos. Entre 1998 e 2008 o crescimento foi de 800%. Com este consumo, surgem algumas dúvidas muito comuns, como: qual a diferença entre o Diet e o Light? O refrigerante Zero é a mesma coisa que Diet? O Light pode ser consumido por diabéticos? Entre tantas outras. Mais fácil do que responder a estas perguntas é explicar a diferença entre estas denominações.

    Diet: este termo é utilizado em alimentos que estão isentos de algum item em sua fórmula. Desta forma o termo só pode ser aplicado a alimentos destinados a dietas com restrição de nutrientes, como carboidrato, gordura, proteína ou sódio. Um chocolate Diet, por exemplo, não contém açúcar. Os alimentos Diet são regulamentados pela Portaria SVS/MS nº. 29/1998, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). E é exigência da Anvisa que todo produto Diet contenha no rótulo a frase "Consumir preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico".

    Light: a definição de alimento Light deve ser empregada nos produtos que apresentem redução mínima de 25% em determinado nutriente ou calorias comparado com o alimento convencional. Na embalagem deve constar uma tabela comparativa com o alimento convencional.

    Zero: termo muito comum utilizado para refrigerantes. Na maioria das vezes indica que o produto é “zero açúcar”, o que seria sinônimo de uma bebida Diet. Essas apostas de troca de denominação fazem parte de uma estratégia de marketing, que busca atingir públicos diferentes com produtos bastante semelhantes (por ex: refrigerante zero e refrigerante light).


    Bom, mas o que estas definições indicam na prática? Indicam uma necessidade de atenção no rótulo e na tabela nutricional destes alimentos. Usando o chocolate de exemplo, uma pessoa pode acreditar que o chocolate Diet é menos calórico por sua denominação, porém, na prática o chocolate Diet é mais calórico que o normal. O açúcar é trocado pelo adoçante, e para se manter textura e palatabilidade a gordura é acrescentada, muitas vezes tornando-o mais calórico que o normal. Já o chocolate light traz a redução de algum nutriente específico ou do valor energético. É preciso consultar a tabela nutricional, na embalagem, para saber se essa redução é conveniente para a dieta do consumidor. Ou seja, o Diet normalmente é mais calórico que o Light quando se fala em chocolate.

    Por isso, o ideal para quem deseja perder peso é fazer uso de alimentos Light, que são menos calóricos, normalmente com menor teor de gordura (o que é positivo quando se pensa na saúde como um todo) e baixa quantidade de açúcar.

    Outra coisa importante é sempre ler o rótulo da embalagem, Muitas vezes o produto é calórico mesmo sendo Light, afinal, o produto convencional é muito calórico e o Light precisa ser apenas 25% menos calórico que ele. Ou ainda, para alguém que esteja realizando restrição de açúcar, o produto Light pode conter açúcar em quantidade reduzida, mas ainda assim este faz parte de sua composição.

    Espero que estas dicas ajudem nas suas próximas compras!

    Tênis velhos poderão ser descartados para reciclagem nas lojas Adidas

    A marca esportiva Adidas anunciou na última terça-feira (24/01) o início da campanha Pegada Sustentável, cujo objetivo é promover diversas ações com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos calçados esportivos. Qualquer pessoa poderá descartar um tênis sem condições de uso em uma das lojas da marca espalhadas pelo Brasil.

    De acordo com números apresentados pela Adidas, anualmente são consumidos 800 milhões de pares de tênis no Brasil, sendo 120 milhões calçados esportivos. A ideia é promover uma logística reversa, ou seja, retornar o produto de consumo para seu local de origem e estimular as pessoas a descartarem o que não tem mais utilidade.

    Todo o processo será feito em parceria com a RCR Ambiental, empresa especializada em gestão de produtos não comercializáveis, que cuidará do processo de transporte e reutilização do material. Todos os calçados serão triturados e servirão como combustível para fornos de cimento, sempre seguindo as normas ambientais nacionais.

    “Estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014. Mais do que um compromisso de desenvolvimento sustentável, temos aqui uma iniciativa de cidadania corporativa”, afirma Fernando Basualdo, Diretor Geral da Adidas Brasil. Cada pessoa poderá levar seu tênis esportivo de qualquer marca e modelo a um dos pontos de coleta, onde vai assinar um termo de doação e receberá um brinde especial (ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Estádio do Pacembu, em São Paulo).

    A segunda fase do projeto prevê o desmembramento dos componentes dos calçados com o intuito de gerar subprodutos, como enchimentos de quadra, por exemplo. A cidade de São Paulo será a primeira a participar do projeto e, a partir de março, as demais praças também farão parte.

    A Loja Conceito da Adidas em São Paulo funciona na Rua Oscar Freire, 1057, Cerqueira Cesar. Para conhecer os outros endereços, basta acessar o site oficial da marca, o www.adidas.com.br.


    Tênis velhos poderão ser descartados para reciclagem nas lojas Adidas

    Atletismo · 24 jan, 2012

    A marca esportiva Adidas anunciou na última terça-feira (24/01) o início da campanha Pegada Sustentável, cujo objetivo é promover diversas ações com o objetivo de minimizar os impactos ambientais causados pelo descarte inadequado dos calçados esportivos. Qualquer pessoa poderá descartar um tênis sem condições de uso em uma das lojas da marca espalhadas pelo Brasil.

    De acordo com números apresentados pela Adidas, anualmente são consumidos 800 milhões de pares de tênis no Brasil, sendo 120 milhões calçados esportivos. A ideia é promover uma logística reversa, ou seja, retornar o produto de consumo para seu local de origem e estimular as pessoas a descartarem o que não tem mais utilidade.

    Todo o processo será feito em parceria com a RCR Ambiental, empresa especializada em gestão de produtos não comercializáveis, que cuidará do processo de transporte e reutilização do material. Todos os calçados serão triturados e servirão como combustível para fornos de cimento, sempre seguindo as normas ambientais nacionais.

    “Estamos desenvolvendo um programa mais abrangente visando a Copa 2014. Mais do que um compromisso de desenvolvimento sustentável, temos aqui uma iniciativa de cidadania corporativa”, afirma Fernando Basualdo, Diretor Geral da Adidas Brasil. Cada pessoa poderá levar seu tênis esportivo de qualquer marca e modelo a um dos pontos de coleta, onde vai assinar um termo de doação e receberá um brinde especial (ingresso para visitar o Museu do Futebol, no Estádio do Pacembu, em São Paulo).

    A segunda fase do projeto prevê o desmembramento dos componentes dos calçados com o intuito de gerar subprodutos, como enchimentos de quadra, por exemplo. A cidade de São Paulo será a primeira a participar do projeto e, a partir de março, as demais praças também farão parte.

    A Loja Conceito da Adidas em São Paulo funciona na Rua Oscar Freire, 1057, Cerqueira Cesar. Para conhecer os outros endereços, basta acessar o site oficial da marca, o www.adidas.com.br.