Corrida de Montanha · 27 maio, 2016
A edição de estreia do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas teve paisagens únicas, acolhimento do povo peruano e muita dedicação dos corredores para completarem as distâncias de 12, 20 e 42 quilômetros. Separamos algumas das melhores imagens e o resultado você confere agora.
Fotos por Alexandre Koda/ Webrun
Antes da largada houve apresentação de danças típicas.
A prova contou com cerca de 400 brasileiros
O tiro de partida foi dado às 9h
Corrida de Montanha · 27 maio, 2016
A Garmin acaba de lançar o Forerunner 735XT, um relógio de corrida com GPS com recursos multiesportivos. O modelo é o mais leve da marca e oferece monitoramento da frequência cardíaca no pulso 24 horas por dia e sete dias por semana sem a necessidade de cinta cardíaca adicional, além de atividades embutidas, incluindo corrida, ciclismo, natação, caminhadas, esqui XC, treinamento de força, stand up paddle e cardio. O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino e 11 dias em modo de relógio.
O design do acessório é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Foto: DivulgaçãoO seu design é elegante, com pulseiras de silicone macias e confortáveis. Com um grande display, o relógio permite que os usuários possam visualizar o resumo de estatísticas durante as atividades esportivas. "O Forerunner 735XT é o mais novo smartwatch com GPS para os atletas que querem mensurar os dados dos treinos e de um dia de corrida", afirma o gerente nacional de vendas da Garmin Brasil, Alexandre Abreu.
Quem também fala sobre essas funcionalidades do relógio é a gerente de marketing da marca no Brasil, Ilham Harati. "Ele oferece dados abrangentes para todas as suas atividades, os mantêm conectados com funções inteligentes, incluindo notificações e sincronizações automáticas para Garmin Connect e permite que elas personalizem seus dispositivos, para atender suas necessidades com aplicativos gratuitos no Garmin Connect IQ, diz.
Seja para corrida ou para avançar no treino, os corredores podem facilmente acompanhar as métricas que importam no Forerunner 735XT. Para avançadas dinâmicas de corrida e outras métricas detalhadas, os usuários podem adicionar uma cinta cardíaca durante o treinamento e receber dados, incluindo o comprimento da passada, tempo de contato com o solo, oscilação vertical e muito mais.
O Forerunner 735XT também é compatível com o pedal medidor de potência Vector e a linha completa de acessórios Varia para maior segurança no ciclismo. Classificado à prova dágua 5 ATM (50 metros), seus recursos de natação vão estimular os usuários a colocar em prática seus treinamentos na piscina, já que o relógio irá orientar os usuários durante a atividade. Também é possível fazer a transição entre esportes facilmente pressionando um botão, ao utilizar o recurso multiesporte, no modo automático ou manual.
O Forerunner 735XT tem bateria com duração de até 14 horas em modo de treino. Foto: DivulgaçãoAplicativos adicionais
É importante destacar que o relógio é o primeiro a vir com o aplicativo Strava Live Suffer Score pré-instalado. Sua pontuação é baseada na frequência cardíaca dos usuários e diz o quão duro eles estão trabalhando. Seja um guerreiro de fim de semana ou um atleta profissional, se o coração deles estiver treinando duro, eles podem acumular uma alta pontuação. O app Strava Live Suffer está disponível para todos os usuários de dispositivos compatíveis Connect IQ, mas apenas atletas Strava Premium são capazes de rever a sua pontuação no app e compará-los com os outros. As compras do Forerunner 735XT receberão uma versão teste de 60 dias do Strava Premium e proprietários de dispositivos compatíveis do Connect IQ poderão testar gratuitamente por 30 dias.
Os usuários podem baixar aplicativos adicionais, bem como widgets, interfaces de relógios e campos de dados de graça na loja Connect IQ, para personalizar o seu acessório e atender suas preferências de estilo e modalidades esportivas.
Fique conectado
Durante todo o dia, o Forerunner 735XT sincroniza automaticamente com o Garmin Connect, uma comunidade fitness online, onde os usuários podem acompanhar treinos, padrões de sono e tendências, desafios online para competir com amigos e ganhar medalhas virtuais. Eles também podem ver o Garmin Connect Insights, percepções de bem-estar inteligentes e personalizadas para cada usuário, que fornecem dicas para ajudá-los a alcançar suas metas, alertam quando os objetivos forem atingidos e trazem recomendações saudáveis de especialistas. Além disso, os usuários também podem ver como eles estão em comparação com outras pessoas, isso como forma de motivação extra.
Outro recurso do relógio é manter os usuários totalmente conectados com rastreamento ao vivo, comandos de áudio, controle de música e compartilhamento de mídia social. Eles também podem receber qualquer notificação do smartphone compatível no Forerunner 735XT, incluindo chamadas recebidas, mensagens de texto, e-mails, app, calendário, alertas de mídias sociais e muito mais.
O modelo estará disponível a partir do início de junho em duas cores: preto/cinza ou azul gelo/azul marinho. O preço sugerido é de R$ 3.699,00. O pacote também inclui o monitor cardíaco HRM-run.
Corrida de Montanha · 27 maio, 2016
O Webrun teve acesso com exclusividade a um trecho do percurso da Indomit Mendoza 2016. Fomos até o Cerro Crocodilo (Morro do Crocodilo), onde passarão os corredores de todas as distâncias a partir dessa sexta-feira à noite (27/05).
No último domingo (22), a primeira edição do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas teve trilhas técnicas, trechos de cascalho, subidas e descidas íngremes, além de ar rarefeito por conta da altitude de quase 3.500m acima do nível do mar. Mas, os corredores dos 42, 20 e oito quilômetros gostaram dos desafios e do acolhimento do povo peruano que abraçou a prova.
O começo foi mais complicado pela falta de ar, mas depois fui me acostumando. Esperava mais estradões, mas me surpreendi com as trilhas e a parte técnica da prova, relata Ingrid Ferreira de Morais. Foi muito legal a energia das crianças e da população em geral quando nos encontrava ao longo do percurso, completa a esposa do Rei da Montanha que correu os 20 quilômetros.
Ingrid sofreu apenas no começo. Foto: Alexandre Kod/ WebrunA edição peruana do Mountain Do teve uma estreante nas trilhas: Nadja Bittar, que antes da prova só havia feito corridas em asfalto. Foi minha primeira corrida de oito quilômetros e uma emoção indescritível passar por todas aquelas montanhas. Nenhuma das que corri antes se compara a essa.
Nadja estreou em provas acima de 5 km. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Representando os gaúchos estava Cleimar Tomazelli, que sofreu bastante no percurso. Sem dúvida foi a prova mais difícil que eu fiz até hoje. Já corri 80, 100 quilômetros, mas como treino ao nível do mar, respirar aqui em cima foi muito difícil, relata o representante da equipe Companhia dos Cavalos. Depois do quilômetro 30 passei a intercalar 200m de caminhada com 300 de corrida porque me faltava fôlego. Durante a semana ainda inventei de descer os quase mil degraus da Montanha Machu Pichu correndo, então minhas pernas estavam bem fadigadas, completa.
Essa foia a prova mais dura para Cleimar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Enquanto uns sofreram com a altitude, Fabiane Galina afirma que não teve problema algum e rasga elogios à estrutura do evento. Foi sensacional. A prova superou minhas expectativas com esse percurso belíssimo e fiz os 20 quilômetros de forma bem tranquila. Foi top desde o kit, a organização e até os banheiros químicos, relata a curitibana.
Fabiane curtiu cada detalhe da provar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Dupla de Anas
As irmãs Ana Claudia e Ana Paula Nastari chegaram muito emocionadas na linha de chegada após 5h30 correndo. Foi uma prova linda, muito dura e emocionante, comenta Ana Claudia com a voz embargada e deixando a emoção tomar conta. Gostei muito da paisagem, mas por conta da altitude foi muito cansativa. Faltou ar, tive cansaço no corpo, minha mão ficou bem inchada e sofri bastante desde o começo, completa a irmã Ana Paula tentando conter as lágrimas que insistiam em cair dos olhos. Mas valeu a pena esse grande desafio e recomendo aos amigos com certeza, completa.
As irmãs Ana se emocionaram ao completar a prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun André Lemes da Silva saiu do Guarujá, litoral norte de São Paulo, para disputar os 42 quilômetros do Mountain Do e afirma que a prova foi uma superação total. Senti muita falta de ar e enjoo logo nos primeiros dias que cheguei a Cusco e durante a prova também. Tinha muita trilha pesada e cascalho, mas foi ótimo, voltarei ano que vem. O paulista marcou 6h01.
André treina ao nível do mar, então a altitude complicou sua prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Conforme o relógio de prova marcava a aproximação do limite máximo de tempo, José Virgnio de Morais se preocupava com o último aluno de sua equipe que faltava cruzar a linha de chegada e resolveu voltar para o percurso em busca de Alexandre Zacaro. A preocupação não durou muito, porque assim que ele e o também pupilo Giovani Bondança saíram em disparada logo encontraram Zacaro correndo confortavelmente ao lado de outros dois corredores.
A prova foi bem difícil, mas o tempo que fiz foi dentro do esperado, relata o paulista que fez 6h13min23. As paisagens são lindas, o percurso é bastante técnico e o que faltou de ar sobrou de entusiasmo para chegar bem ao final, completa.
Alexandre afirma ter feito a prova dentro do tempo esperado. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A maioria dos corredores do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas veio das regiões sul e sudeste do país, além de alguns estrangeiros que subiram ao pódio. Mas a região norte brasileira estava representada por Acileide Alves Souza, que saiu de Porto Velho (RO) para correr no Peru. Para mim a prova foi bem complicada, pois tive uma lesão e fiquei dois meses sem treinar, só fazendo fisioterapia. Pensei que só fosse conseguir chegar até o quilômetro 18, mas criei coragem para prosseguir e graças a Deus deu tudo certo.
Acileide representou a região norte do Brasil. Foto: Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ela treina a uma altitude de 85 metros acima do nível do mar em sua cidade e chegou com antecedência ao Peru para se aclimatar. Não senti tanta dificuldade para respirar, porque cheguei uma semana antes e fiz alguns treinos na cidade, inclusive subindo alguns morros. Pensei que fosse estourar o limite de tempo por conta de lesão, mas cheguei antes do esperado, relata a corredora que marcou 6h29min08. Já tinha corrido provas de outros organizadores, mas foi minha primeira do Mountain Do e quero voltar se a minha condição física permitir.
Na chegada foi montado um posto médico com enfermeiros e um médico cardiologista, além de balões de oxigênio para quem estivesse com dificuldades respiratórias, caso de Jacks Morgado Sobrinho. A mochila de água pesou e senti fadiga para respirar, além de ter levado um tombo e ter machucado o joelho. Senti muita canseira no final, comenta o corredor de Florianópolis que marcou 6h32min10. Mas a prova foi maravilhosa e as paisagens davam ânimo para correr. O staff peruano é incrível, assim como o povo das cidades aplaudindo a gente, completa.
Jakes foi um dos que colocou à prova o posto médico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marisa e Manuel Hashimoto chegaram muito emocionados após 6h54min31 e felizes por terem completado a prova. Foi uma prova linda, mas muito difícil por vários problemas que tivemos ao longo dos treinamentos, comenta Marisa. Tive problemas no joelho, pensei que não fosse conseguir fazer a prova, pois fiquei sem treinar no último mês fazendo apenas fisioterapia, salienta Manuel. Pensei que meu marido não fosse conseguir terminar a prova no tempo limite, mas ele se superou e conseguiu chegar, mesmo sentindo a altitude, completa a esposa orgulhosa.
O casal Hashimoto teve dificuldades no treinamento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A jornalista Ana Lucia Azevedo foi a última corredora a cruzar a linha de chegada depois de sofrer em diversas partes do percurso, mas afirma que nunca pensou em desistir. No pain, no gain. A prova foi muito mais técnica do que eu imaginava com single tracks e até precipícios, mas ao mesmo tempo muito segura e bem marcada, relata.
Fiz um treino na quarta-feira antes da prova na cidade e pensei que fosse morrer sufocada. Mas durante a corrida não senti a altitude. O problema foi no trecho de canaletas de água, porque eu não tenho ligamentos e ali precisava de muito equilíbrio. Fiquei nervosa.
Ana Lucia foi a última, mas não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Euclides S. Neto, o Kiko, responsável pela empresa organizadora, a Sports Do, estava muito apreensivo no início com possíveis problemas que os corredores pudessem enfrentar durante a prova. Em um dos trechos ele pedia encarecidamente que os líderes não forçassem tanto o ritmo e que não era uma prova para tempo, mas sim para ser desfrutada. Ao final, todo o cuidado foi recompensado, segundo um dos responsáveis pela prova, André Andrade. É muito bom saber que todos chegaram sem grandes complicações. Montamos uma estrutura médica completa para atender nossos corredores, mas agora podemos respirar aliviados e dizer que essa primeira edição foi um sucesso.
A próxima etapa internacional do Mountain Do será no Deserto do Atacama (Chile) entre os dias 12 e 13 de novembro. Antes disso, entre 24 e 26 de junho acontece a tradicional disputa do Costão do Santinho em Florianópolis. As inscrições podem ser feitas pelo Ticket Agora, parceiro oficial do Webrun para inscrições online.
Corrida de Montanha · 27 maio, 2016
No último domingo (22), a primeira edição do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas teve trilhas técnicas, trechos de cascalho, subidas e descidas íngremes, além de ar rarefeito por conta da altitude de quase 3.500m acima do nível do mar. Mas, os corredores dos 42, 20 e oito quilômetros gostaram dos desafios e do acolhimento do povo peruano que abraçou a prova.
O começo foi mais complicado pela falta de ar, mas depois fui me acostumando. Esperava mais estradões, mas me surpreendi com as trilhas e a parte técnica da prova, relata Ingrid Ferreira de Morais. Foi muito legal a energia das crianças e da população em geral quando nos encontrava ao longo do percurso, completa a esposa do Rei da Montanha que correu os 20 quilômetros.
Ingrid sofreu apenas no começo. Foto: Alexandre Kod/ WebrunA edição peruana do Mountain Do teve uma estreante nas trilhas: Nadja Bittar, que antes da prova só havia feito corridas em asfalto. Foi minha primeira corrida de oito quilômetros e uma emoção indescritível passar por todas aquelas montanhas. Nenhuma das que corri antes se compara a essa.
Nadja estreou em provas acima de 5 km. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Representando os gaúchos estava Cleimar Tomazelli, que sofreu bastante no percurso. Sem dúvida foi a prova mais difícil que eu fiz até hoje. Já corri 80, 100 quilômetros, mas como treino ao nível do mar, respirar aqui em cima foi muito difícil, relata o representante da equipe Companhia dos Cavalos. Depois do quilômetro 30 passei a intercalar 200m de caminhada com 300 de corrida porque me faltava fôlego. Durante a semana ainda inventei de descer os quase mil degraus da Montanha Machu Pichu correndo, então minhas pernas estavam bem fadigadas, completa.
Essa foia a prova mais dura para Cleimar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Enquanto uns sofreram com a altitude, Fabiane Galina afirma que não teve problema algum e rasga elogios à estrutura do evento. Foi sensacional. A prova superou minhas expectativas com esse percurso belíssimo e fiz os 20 quilômetros de forma bem tranquila. Foi top desde o kit, a organização e até os banheiros químicos, relata a curitibana.
Fabiane curtiu cada detalhe da provar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Dupla de Anas
As irmãs Ana Claudia e Ana Paula Nastari chegaram muito emocionadas na linha de chegada após 5h30 correndo. Foi uma prova linda, muito dura e emocionante, comenta Ana Claudia com a voz embargada e deixando a emoção tomar conta. Gostei muito da paisagem, mas por conta da altitude foi muito cansativa. Faltou ar, tive cansaço no corpo, minha mão ficou bem inchada e sofri bastante desde o começo, completa a irmã Ana Paula tentando conter as lágrimas que insistiam em cair dos olhos. Mas valeu a pena esse grande desafio e recomendo aos amigos com certeza, completa.
As irmãs Ana se emocionaram ao completar a prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun André Lemes da Silva saiu do Guarujá, litoral norte de São Paulo, para disputar os 42 quilômetros do Mountain Do e afirma que a prova foi uma superação total. Senti muita falta de ar e enjoo logo nos primeiros dias que cheguei a Cusco e durante a prova também. Tinha muita trilha pesada e cascalho, mas foi ótimo, voltarei ano que vem. O paulista marcou 6h01.
André treina ao nível do mar, então a altitude complicou sua prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Conforme o relógio de prova marcava a aproximação do limite máximo de tempo, José Virgnio de Morais se preocupava com o último aluno de sua equipe que faltava cruzar a linha de chegada e resolveu voltar para o percurso em busca de Alexandre Zacaro. A preocupação não durou muito, porque assim que ele e o também pupilo Giovani Bondança saíram em disparada logo encontraram Zacaro correndo confortavelmente ao lado de outros dois corredores.
A prova foi bem difícil, mas o tempo que fiz foi dentro do esperado, relata o paulista que fez 6h13min23. As paisagens são lindas, o percurso é bastante técnico e o que faltou de ar sobrou de entusiasmo para chegar bem ao final, completa.
Alexandre afirma ter feito a prova dentro do tempo esperado. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A maioria dos corredores do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas veio das regiões sul e sudeste do país, além de alguns estrangeiros que subiram ao pódio. Mas a região norte brasileira estava representada por Acileide Alves Souza, que saiu de Porto Velho (RO) para correr no Peru. Para mim a prova foi bem complicada, pois tive uma lesão e fiquei dois meses sem treinar, só fazendo fisioterapia. Pensei que só fosse conseguir chegar até o quilômetro 18, mas criei coragem para prosseguir e graças a Deus deu tudo certo.
Acileide representou a região norte do Brasil. Foto: Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ela treina a uma altitude de 85 metros acima do nível do mar em sua cidade e chegou com antecedência ao Peru para se aclimatar. Não senti tanta dificuldade para respirar, porque cheguei uma semana antes e fiz alguns treinos na cidade, inclusive subindo alguns morros. Pensei que fosse estourar o limite de tempo por conta de lesão, mas cheguei antes do esperado, relata a corredora que marcou 6h29min08. Já tinha corrido provas de outros organizadores, mas foi minha primeira do Mountain Do e quero voltar se a minha condição física permitir.
Na chegada foi montado um posto médico com enfermeiros e um médico cardiologista, além de balões de oxigênio para quem estivesse com dificuldades respiratórias, caso de Jacks Morgado Sobrinho. A mochila de água pesou e senti fadiga para respirar, além de ter levado um tombo e ter machucado o joelho. Senti muita canseira no final, comenta o corredor de Florianópolis que marcou 6h32min10. Mas a prova foi maravilhosa e as paisagens davam ânimo para correr. O staff peruano é incrível, assim como o povo das cidades aplaudindo a gente, completa.
Jakes foi um dos que colocou à prova o posto médico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marisa e Manuel Hashimoto chegaram muito emocionados após 6h54min31 e felizes por terem completado a prova. Foi uma prova linda, mas muito difícil por vários problemas que tivemos ao longo dos treinamentos, comenta Marisa. Tive problemas no joelho, pensei que não fosse conseguir fazer a prova, pois fiquei sem treinar no último mês fazendo apenas fisioterapia, salienta Manuel. Pensei que meu marido não fosse conseguir terminar a prova no tempo limite, mas ele se superou e conseguiu chegar, mesmo sentindo a altitude, completa a esposa orgulhosa.
O casal Hashimoto teve dificuldades no treinamento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A jornalista Ana Lucia Azevedo foi a última corredora a cruzar a linha de chegada depois de sofrer em diversas partes do percurso, mas afirma que nunca pensou em desistir. No pain, no gain. A prova foi muito mais técnica do que eu imaginava com single tracks e até precipícios, mas ao mesmo tempo muito segura e bem marcada, relata.
Fiz um treino na quarta-feira antes da prova na cidade e pensei que fosse morrer sufocada. Mas durante a corrida não senti a altitude. O problema foi no trecho de canaletas de água, porque eu não tenho ligamentos e ali precisava de muito equilíbrio. Fiquei nervosa.
Ana Lucia foi a última, mas não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Euclides S. Neto, o Kiko, responsável pela empresa organizadora, a Sports Do, estava muito apreensivo no início com possíveis problemas que os corredores pudessem enfrentar durante a prova. Em um dos trechos ele pedia encarecidamente que os líderes não forçassem tanto o ritmo e que não era uma prova para tempo, mas sim para ser desfrutada. Ao final, todo o cuidado foi recompensado, segundo um dos responsáveis pela prova, André Andrade. É muito bom saber que todos chegaram sem grandes complicações. Montamos uma estrutura médica completa para atender nossos corredores, mas agora podemos respirar aliviados e dizer que essa primeira edição foi um sucesso.
A próxima etapa internacional do Mountain Do será no Deserto do Atacama (Chile) entre os dias 12 e 13 de novembro. Antes disso, entre 24 e 26 de junho acontece a tradicional disputa do Costão do Santinho em Florianópolis. As inscrições podem ser feitas pelo Ticket Agora, parceiro oficial do Webrun para inscrições online.
A primeira edição do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas, no Peru, teve disputas entre corredores internacionais, já que vieram representantes do Uruguai, Argentina, Portugal e Alemanha, além de alguns peruanos e dos brasileiros que eram maioria. Os percursos de 42, 12 e oito quilômetros passaram por caminhos dos antigos Incas a uma altitude que chegou a 3.400m.
O domingo começou cedo para os 400 participantes que saíram da cidade de Cusco por volta das 7h para se dirigirem ao local da largada, a Vila de Huambutio. A pequena comunidade fez festa para os participantes, apresentando danças e músicas típicas de seus ancestrais.
A largada aconteceu na Vila de Huambitio. Foto: ALexandre Koda/ WebrunAntes do tiro de largada os organizadores pediram para os corredores pegarem leve no ritmo, já que o ar rarefeito reduz a capacidade cardiorrespiratória e aumenta a frequência cardíaca. Todos saíram pontualmente às 9h para um início de prova com cinco quilômetros de subida mesclando asfalto e trilhas.
Nos 42 quilômetros, o português Manuel Machado e o argentino Javier Seco saíram à frente logo de cara, deixando José Virgínio de Morais um pouco para trás. No primeiro posto de água, no quilômetro cinco, o brasileiro administrava o ritmo para evitar um desgaste excessivo. Enquanto isso, entre as mulheres, Renata Peixoto liderava soberana, tendo mais atrás Bárbara Lapertosa (Bita para os amigos) e Claudia Weise.
Manuel gosta das provas do Mountain Do. Foto: Alexandre Koda/ WebrunNo posto de abastecimento do quilômetro 30, Javier liderava um minuto à frente de Manuel e a quatro de José Virginio, que ainda precisa administrar o quarto colocado praticamente pisando em seus calcanhares. Nos últimos trechos de prova os staffs avisaram que o argentino caminhava com dores musculares, fato que fez o português tirar energias do além para ultrapassá-lo e vencer com 3h32min23.
Virginio também recebeu o aviso, aumentou as passadas, mas assim que o Hermano o avistou resolveu incorporar o Papa Léguas para evitar perder o segundo posto. Algoz antigo do Rei da Montanha desde outras edições do Mountain Do, Javier terminou com 3h42min57 contra 3h44min19 do brasileiro.
Eu estive na etapa do Deserto do Atacama e quando fiquei sabendo que teria uma no Peru logo me inscrevi, porque gosto do Mountain Do. Tive problemas com a altitude principalmente nas primeiras subidas, mas depois me acostumei, afirma o português de Cascais, Manuel Machado, que se sentiu muito acolhido pela população que a todo o momento aplaudia e gritava palavras de incentivo nos vilarejos. Certamente eles nunca tinham visto ninguém correndo por lá.
Javier teve problemas no final da prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunFoi uma corrida tão bonita quanto dura. No final não tinha mais forças e precisei caminhar, mas o carinho e receptividade do povo peruano me fizeram continuar, relata o segundo colocado Javier. Moro ao nível do mar, em Santa Fé, na Argentina, e quando corro na altitude me sinto um pouco mal. Mas estou feliz com o pódio e parabenizo a organização pela ótima prova.
Já me tornei um Inca depois dessa prova. Correr os 42 quilômetros aqui foram mais difíceis do que 30 na rua, comenta Virginio. Tive cautela do começo ao fim e a altitude junto com a parte técnica da prova me limitaram a um ritmo de 5 a 5min05 por quilômetro bem no limite. Mas a organização está de parabéns e estou feliz com a meta alcançada.
Virginio correu com o quarto colocado em seu encalço. Foto: ALexandre Koda/ WebrunEntre as mulheres, Renata manteve a ponta até o terço final da prova enquanto Claudia e Bita lutavam contra o cansaço, uma puxando a outra para evitar um possível abandono. Com isso, Claudia foi perdendo terreno e acabou ultrapassada pela dupla de amigas que no último instante decidiu quem cruzaria em primeiro. Melhor para Bitaa, que fechou em 4h51min03, seguida por Claudia com 4h51min16 e Renata com 5h14min08.
Eu não entrei para vencer a prova, ainda mais porque senti muito a altitude logo na primeira subida. Eu estava com uma mochila muito pesada no início, sofri até deixá-la pelo caminho e ainda segui um pessoal dos 20 quilômetros pensando que fossem da maratona, conta Bita, que teve que fazer uma prova de recuperação. Ela chegou a pensar em desistir, mas recebeu incentivos de Claudia para seguir no caminho. Esse primeiro lugar é meu e dela.
Bita e Claudia decidiram no final quem venceria a prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocada, Claudia, diz que o mais complicado não foi o nível técnico da prova, mas sim a altitude. O mais desafiador foi correr na altitude. Corri junto com a Bita desde o quilômetro 15 e no final eu disse pra ela chegar em primeiro que eu viria alguns segundos atrás, relata a alemã radicada em Belo Horizonte.
Já Renata, disse que não sentiu dificuldades com a respiração. Parecia que algo estava diferente no rendimento, mas eu posso dizer que venci o Vale Sagrado. O grande diferencial foram as pessoas, com a comunidade toda engajada para nós. Eu me emociono só de lembrar deles fazendo um corredor para tocar nas nossas mãos.
Renata perdeu forças no fim da prova. Foto: ALexandre Koda/ WebrunNos 20 quilômetros a vitória ficou com Edinilson Cardoso (1h27min51), seguido por Rojany Amarildo De Souza (1h29min06) e Jabson Batista Ascenso (1h33min26). No feminino quem levou a melhor foi Rosimeire Cemin Da Luz (1h54min34), seguida por Raquel De Almeida Macedo Freitas (2h03min26) e Claudia Renate Wagner.
Por fim, nos oito quilômetros o título foi para Anna Clara Sancho De Oliveira (51min08), seguida por Sarila Hali Kloster Lopes (53min43) e Denise Sette Rocha De Menezes (53min51). No masculino Anderson Rocha Montoro venceu com 40 minutos cravados, seguido por Ruben Andres Apud Tourn (41min12) e Athos Cajado Azevedo Mesquita (43min23).
O acolhimento do povo peruano fez toda a diferença para os atletas. Foto: Alexandre Koda/ WebrunCorrida de Montanha · 25 maio, 2016
A primeira edição do Mountain Do Vale Sagrado dos Incas, no Peru, teve disputas entre corredores internacionais, já que vieram representantes do Uruguai, Argentina, Portugal e Alemanha, além de alguns peruanos e dos brasileiros que eram maioria. Os percursos de 42, 12 e oito quilômetros passaram por caminhos dos antigos Incas a uma altitude que chegou a 3.400m.
O domingo começou cedo para os 400 participantes que saíram da cidade de Cusco por volta das 7h para se dirigirem ao local da largada, a Vila de Huambutio. A pequena comunidade fez festa para os participantes, apresentando danças e músicas típicas de seus ancestrais.
A largada aconteceu na Vila de Huambitio. Foto: ALexandre Koda/ WebrunAntes do tiro de largada os organizadores pediram para os corredores pegarem leve no ritmo, já que o ar rarefeito reduz a capacidade cardiorrespiratória e aumenta a frequência cardíaca. Todos saíram pontualmente às 9h para um início de prova com cinco quilômetros de subida mesclando asfalto e trilhas.
Nos 42 quilômetros, o português Manuel Machado e o argentino Javier Seco saíram à frente logo de cara, deixando José Virgínio de Morais um pouco para trás. No primeiro posto de água, no quilômetro cinco, o brasileiro administrava o ritmo para evitar um desgaste excessivo. Enquanto isso, entre as mulheres, Renata Peixoto liderava soberana, tendo mais atrás Bárbara Lapertosa (Bita para os amigos) e Claudia Weise.
Manuel gosta das provas do Mountain Do. Foto: Alexandre Koda/ WebrunNo posto de abastecimento do quilômetro 30, Javier liderava um minuto à frente de Manuel e a quatro de José Virginio, que ainda precisa administrar o quarto colocado praticamente pisando em seus calcanhares. Nos últimos trechos de prova os staffs avisaram que o argentino caminhava com dores musculares, fato que fez o português tirar energias do além para ultrapassá-lo e vencer com 3h32min23.
Virginio também recebeu o aviso, aumentou as passadas, mas assim que o Hermano o avistou resolveu incorporar o Papa Léguas para evitar perder o segundo posto. Algoz antigo do Rei da Montanha desde outras edições do Mountain Do, Javier terminou com 3h42min57 contra 3h44min19 do brasileiro.
Eu estive na etapa do Deserto do Atacama e quando fiquei sabendo que teria uma no Peru logo me inscrevi, porque gosto do Mountain Do. Tive problemas com a altitude principalmente nas primeiras subidas, mas depois me acostumei, afirma o português de Cascais, Manuel Machado, que se sentiu muito acolhido pela população que a todo o momento aplaudia e gritava palavras de incentivo nos vilarejos. Certamente eles nunca tinham visto ninguém correndo por lá.
Javier teve problemas no final da prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunFoi uma corrida tão bonita quanto dura. No final não tinha mais forças e precisei caminhar, mas o carinho e receptividade do povo peruano me fizeram continuar, relata o segundo colocado Javier. Moro ao nível do mar, em Santa Fé, na Argentina, e quando corro na altitude me sinto um pouco mal. Mas estou feliz com o pódio e parabenizo a organização pela ótima prova.
Já me tornei um Inca depois dessa prova. Correr os 42 quilômetros aqui foram mais difíceis do que 30 na rua, comenta Virginio. Tive cautela do começo ao fim e a altitude junto com a parte técnica da prova me limitaram a um ritmo de 5 a 5min05 por quilômetro bem no limite. Mas a organização está de parabéns e estou feliz com a meta alcançada.
Virginio correu com o quarto colocado em seu encalço. Foto: ALexandre Koda/ WebrunEntre as mulheres, Renata manteve a ponta até o terço final da prova enquanto Claudia e Bita lutavam contra o cansaço, uma puxando a outra para evitar um possível abandono. Com isso, Claudia foi perdendo terreno e acabou ultrapassada pela dupla de amigas que no último instante decidiu quem cruzaria em primeiro. Melhor para Bitaa, que fechou em 4h51min03, seguida por Claudia com 4h51min16 e Renata com 5h14min08.
Eu não entrei para vencer a prova, ainda mais porque senti muito a altitude logo na primeira subida. Eu estava com uma mochila muito pesada no início, sofri até deixá-la pelo caminho e ainda segui um pessoal dos 20 quilômetros pensando que fossem da maratona, conta Bita, que teve que fazer uma prova de recuperação. Ela chegou a pensar em desistir, mas recebeu incentivos de Claudia para seguir no caminho. Esse primeiro lugar é meu e dela.
Bita e Claudia decidiram no final quem venceria a prova. Foto: Alexandre Koda/ WebrunA segunda colocada, Claudia, diz que o mais complicado não foi o nível técnico da prova, mas sim a altitude. O mais desafiador foi correr na altitude. Corri junto com a Bita desde o quilômetro 15 e no final eu disse pra ela chegar em primeiro que eu viria alguns segundos atrás, relata a alemã radicada em Belo Horizonte.
Já Renata, disse que não sentiu dificuldades com a respiração. Parecia que algo estava diferente no rendimento, mas eu posso dizer que venci o Vale Sagrado. O grande diferencial foram as pessoas, com a comunidade toda engajada para nós. Eu me emociono só de lembrar deles fazendo um corredor para tocar nas nossas mãos.
Renata perdeu forças no fim da prova. Foto: ALexandre Koda/ WebrunNos 20 quilômetros a vitória ficou com Edinilson Cardoso (1h27min51), seguido por Rojany Amarildo De Souza (1h29min06) e Jabson Batista Ascenso (1h33min26). No feminino quem levou a melhor foi Rosimeire Cemin Da Luz (1h54min34), seguida por Raquel De Almeida Macedo Freitas (2h03min26) e Claudia Renate Wagner.
Por fim, nos oito quilômetros o título foi para Anna Clara Sancho De Oliveira (51min08), seguida por Sarila Hali Kloster Lopes (53min43) e Denise Sette Rocha De Menezes (53min51). No masculino Anderson Rocha Montoro venceu com 40 minutos cravados, seguido por Ruben Andres Apud Tourn (41min12) e Athos Cajado Azevedo Mesquita (43min23).
O acolhimento do povo peruano fez toda a diferença para os atletas. Foto: Alexandre Koda/ WebrunCorrida de Montanha · 24 maio, 2016
Com opções de sete, 12 e 21 quilômetros, a competição Naventura Serra da Bodoquena será disputada no dia 25 de junho, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. A novidade é que a Naventura irá manter os valores promocionais por um período maior em comemoração aos dez anos da empresa. Sendo assim, até o dia oito de junho, em qualquer distância, o preço da inscrição é de 110 reais.
Vale destacar o local da prova, a Nascente Azul. Foto: Alexandre Koda/WebrunO percurso passará pela nascente e terá cerca de 500 metros margeando o rio através de uma passarela. Terá muitos trechos de vegetação rasteira e passará por alguns morros sem muita alteração altimétrica. As distâncias da prova terão apenas uma grande elevação, alcançando quase 600 metros de altitude (a largada será em 380 metros de altitude), conhecido na região como o morro da antena.
Vale destacar o local da prova, a Nascente Azul. As atrações que este lugar oferece são de marcar a memória e fazer com que o visitante volte mais vezes.
Local belíssimo
Para aqueles que ficam impressionados quando vão à praia e veem os peixinhos embaixo da água clara, vão ficar chocados quando vierem para a Nascente Azul. A água é absurdamente cristalina e é possível ver qualquer coisa embaixo da água, inclusive a areia, as pedras e as algas.
Em Bonito, a flutuação é uma atividade muito prazerosa. Mas, além disso, a dica é conhecer mais a fundo a região e são diversas as atividades oferecidas pela "Disney Ecológica, como é conhecida a Nascente Azul.
Uma fazenda com estrutura de lazer incrível, com lagos, espreguiçadeiras, quedas artificiais para banho e muita área verde. De fato, o visitante deve separar um longo tempo para conseguir conhecer tudo.
Para mais informações, acesse os sites www.naventura.com.br e www.nascenteazul.com.br.
Corrida de Montanha · 20 maio, 2016
A Indomit vai expandir os horizontes em 2017 e terá uma nova etapa em Ilha de Margarita, um paraíso na Venezuela. A prova contará com as opções de percurso de 100, 80, 30 e 14 quilômetros, além da corrida kids para os papais corredores incentivarem os filhos nas pistas.
Segundo o organizador John Carlos Diaz a prova contará com o visual incrível da Ilha de Margarita, passando por praias, montanhas e algumas salinas. A corrida é perfeita para aqueles que querem estrear em longas distâncias, já que não haverão muitos desníveis. Já para os 100 quilômetros é necessário que o corredor confirme sua experiência em provas longas, diz.
Foto: La Galera/WikipediaA prova pretende receber público argentino e principalmente brasileiro, já que a Indomit disponibilizará no site pacotes turísticos para quem além de ir correr, quiser passear.
A grande novidade é que o campeão dos 100 quilômetros da Indomit Costa Esmeralda ganhará a inscrição e hotel totalmente pagos pela organização.
As inscrições estão abertas a partir do fim do mês de maio pelo site do evento.
Corrida de Montanha · 19 maio, 2016
A ultramaratona de montanha Indomit Mendoza terá percursos de 12, 21, 35, 50, 80 e 100 quilômetros a serem disputados entre os próximos dias 27 e 28. As provas mais longas passarão por trechos de alta montanha com elevações que chegam a 2.900m acima do nível do mar, condição que exige um protocolo rígido de segurança.
Entre os itens de segurança estão inclusos a presença de patrulheiros experientes em condições de alta montanha e comunicação por rádio entre eles numa distância de um quilômetro uns dos outros. Todos eles estarão munidos de uma mochila de equipamentos, que inclui cobertor térmico disponível para enfrentar a eventual espera de um concorrente havendo necessidade de evacuação.
Refúgio de Montanha onde será montado um posto de abastecimento. Foto: divulgaçãoHaverá diversas ambulâncias preparadas para receber eventuais acidentados, equipadas com macas e equipamentos para imobilização cervical. Todos os paramédicos e staffs de segurança são treinados com protocolos que visam localizar a vítima, transferir para a área de resgate, estabilizar e realizar uma segunda evacuação para cuidados médicos hospitalares em caso de necessidade.
Todos os protocolos são baseados para minimizar problemas em caso de boas condições meteorológicas e, caso as condições climáticas coloquem em risco a segurança dos atletas, os percursos serão modificados. É obrigatório a todos os participantes portarem os equipamentos obrigatórios durante toda a prova sob pena de desqualificação.
Também é obrigatória a participação no congresso técnico na sexta-feira (27) no Gran Hotel Potrerillos. Para os participantes dos 100, 80, 50 e 35, ela será realizada entre 10h e 20h, enquanto para os participantes dos 35, 21 e 12 acontecerá entre 14h e 15h.
Para quem ainda tem dúvidas sobre a participação, as inscrições estão disponíveis até essa sexta-feira (20/05) pelo site oficial, o bombinhasrunners.com.br/mendoza/.
Na página seguinte publicamos na íntegra o documento de protocolos, com os termos técnicos e equipamentos a serem utilizados.
Este plano tem como parâmetros a elevação altimétrica da base do Centro de Esqui de Vallecitos, situada a 2.900 metros acima do nível do mar.
Segurança
A premissa principal é a segurança e nós trabalhamos com um sistema de prevenção e controle para precaver eventuais problemas. O percurso global do evento é concebido para ser levado a cabo em condições meteorológicas favoráveis. Vale ressaltar que, em caso de condições adversas (chuva, vento, neve, etc), o percurso será analisado, podendo ser modificado por razões de segurança.
Como pontos importantes a serem ressaltados, segue:
Protocolo De Resgate
Recursos humanos, materiais e procedimentos:
Perto da área do percurso na base do Centro De Esqui, a organização terá um SEM (Sistema de Emergência Médica) composto por equipe médica com ambulância em um contingente necessário para cobrir o evento de forma extremamente segura. Haverá também macas adequadas para possível transporte e imobilização da coluna vertebral.
Procedimento De Emergência
Estágios de emergência:
Localização (1-a)
No caso em que um participante esteja em situação de emergência e em uma localização incerta, exclusivamente o coordenador da Equipe De Alta Montanha deverá avaliar o "nível de resposta" e a designação de recursos para áreas de busca, sendo decidido com base no método Mattson (http : //www.aventurarse.com/red/relatos/randis3.html).
First Aid Medical Estabilização (2-a):
A equipe fará avaliação conforme S.E.P. seguindo os protocolos Wilderness Medical Society adquiridos em cursos WFR / WAFA.
Remoção (2-b):
Sistema conforme S.E.P. para decidir o momento correto e meios de iniciar a remoção, efetuando comunicações usando VHF 151500 ou 151515. Executar remoções com os melhores meios disponíveis até aos veículos que se encontrem esperando e coordenando ponto de encontro por VHF 151500 ou 151515.
O Protocolo acima é assinado pelo Diretor Técnico Alejandro Luchini, que possui as seguintes provas em seu currículo:
José Virginio de Morais, o Rei da Montanha, estará no próximo domingo (22) no Mountain Do Vale Sagrado dos Incas para disputar a prova de 42 quilômetros que chegará a 3.200m de altitude acima do nível do mar. Apesar de não existirem montanhas altas e com ar rarefeito no Brasil, o ultramaratonista de montanha conta como adaptou o treino para as condições adversas.
É possível investir em tecnologia usando uma máscara especial, ou ainda procurar locais com trechos de quatro a cinco quilômetros em subida e se colocar em situação de apneia para simular a falta de oxigênio na altitude, conta o proprietário da assessoria esportiva JVM Trail Run. Moro em São Paulo, onde a altitude máxima é de 1.100m. Quando passamos dos 2.000m temos que respeitar a natureza e o corpo para fazer uma boa prova, completa.
O blogueiro do Webrun conta ainda que o ideal seria chegar com antecedência de meses pra se aclimatar, mas isso é algo praticamente impossível devido ao custo e ao tempo disponível das pessoas. A dica então é chegar entre três e quatro dias antes da prova, tempo que deve ser suficiente para o corpo se acostumar com a adversidade.
Virginio vai representar o Brasil em terras peruanas. Foto: arquivo pessoalChegando antes você pode ter a dor de cabeça, sentir o processo de digestão que é mais demorado e até se acostumar com a gastronomia diferente sem correr risco de passar mal durante a prova, afirma Virginio. Ele sugere ainda que os participantes consultem uma nutricionista esportiva que certamente fará recomendações do que comer e o que evitar, principalmente nas refeições feitas no dia da corrida.
Foco na prova - Quem corre dez quilômetros aqui em 30 minutos, por exemplo, certamente terá um aumento no tempo de três a quatro minutos, com mais transpiração e respiração ofegante. E, por falar em foco, o treinador conta que durante uma competição ele busca se concentrar 100% do tempo e nem olha para os lados, independente do cenário que apareça. Infelizmente é foco o tempo todo, tento desligar o mínimo possível. Corro no limite e qualquer descuido do pace pode prejudicar o resultado final.
Máscara - A máscara usada nos treinamentos promete diminuir a quantidade de ar inspirado para aumentar a capacidade cardiopulmonar. Isso acontece, segundo o fabricante, porque a pessoa é obrigada a respirar mais profundamente e inflar o pulmão com mais ar, o que leva a uma maior resistência do órgão, assim como o fortalecimento do diafragma.
Junto com Virgínio, mais 500 corredores vão se aventurar pelas terras do Vale do Sagrado dos Incas em distâncias de Maratona, 20 e oito quilômetros, com largada prevista para as 9h na Vila de Huambutio.
Corrida de Montanha · 19 maio, 2016
José Virginio de Morais, o Rei da Montanha, estará no próximo domingo (22) no Mountain Do Vale Sagrado dos Incas para disputar a prova de 42 quilômetros que chegará a 3.200m de altitude acima do nível do mar. Apesar de não existirem montanhas altas e com ar rarefeito no Brasil, o ultramaratonista de montanha conta como adaptou o treino para as condições adversas.
É possível investir em tecnologia usando uma máscara especial, ou ainda procurar locais com trechos de quatro a cinco quilômetros em subida e se colocar em situação de apneia para simular a falta de oxigênio na altitude, conta o proprietário da assessoria esportiva JVM Trail Run. Moro em São Paulo, onde a altitude máxima é de 1.100m. Quando passamos dos 2.000m temos que respeitar a natureza e o corpo para fazer uma boa prova, completa.
O blogueiro do Webrun conta ainda que o ideal seria chegar com antecedência de meses pra se aclimatar, mas isso é algo praticamente impossível devido ao custo e ao tempo disponível das pessoas. A dica então é chegar entre três e quatro dias antes da prova, tempo que deve ser suficiente para o corpo se acostumar com a adversidade.
Virginio vai representar o Brasil em terras peruanas. Foto: arquivo pessoalChegando antes você pode ter a dor de cabeça, sentir o processo de digestão que é mais demorado e até se acostumar com a gastronomia diferente sem correr risco de passar mal durante a prova, afirma Virginio. Ele sugere ainda que os participantes consultem uma nutricionista esportiva que certamente fará recomendações do que comer e o que evitar, principalmente nas refeições feitas no dia da corrida.
Foco na prova - Quem corre dez quilômetros aqui em 30 minutos, por exemplo, certamente terá um aumento no tempo de três a quatro minutos, com mais transpiração e respiração ofegante. E, por falar em foco, o treinador conta que durante uma competição ele busca se concentrar 100% do tempo e nem olha para os lados, independente do cenário que apareça. Infelizmente é foco o tempo todo, tento desligar o mínimo possível. Corro no limite e qualquer descuido do pace pode prejudicar o resultado final.
Máscara - A máscara usada nos treinamentos promete diminuir a quantidade de ar inspirado para aumentar a capacidade cardiopulmonar. Isso acontece, segundo o fabricante, porque a pessoa é obrigada a respirar mais profundamente e inflar o pulmão com mais ar, o que leva a uma maior resistência do órgão, assim como o fortalecimento do diafragma.
Junto com Virgínio, mais 500 corredores vão se aventurar pelas terras do Vale do Sagrado dos Incas em distâncias de Maratona, 20 e oito quilômetros, com largada prevista para as 9h na Vila de Huambutio.
Corrida de Montanha · 18 maio, 2016
O inverno não chegou ainda, mas as baixas temperaturas já começaram a marcar presença nas cidades brasileiras. Pensando nisso, o Webrun separou algumas opções de sopas que ajudam a aquecer o corpo nos dias mais frios e ainda por cima são aliadas da saúde e dos treinos.
As sopas ajudam a aquecer o corpo nos dias mais frios. Foto: Marco Meyer/FotoliaSOPA DE LEGUMES
O que precisa:
- 1 batata pequena
- 1 cenoura
- 3 colheres (sopa) de repolho picado
- 2 colheres (café) azeite ou óleo
- 1 pitada de sal
Como preparar:
Cozinhe os vegetais em 200 ml de água. Depois é só bater tudo no liquidificador.
SOPA VERDE
O que precisa:
- 100 gramas de coxão mole
- 1 cebola picada
- 1 maço de cheiro-verde bem picadinho
- 4 xícaras (chá) de água
- 4 mandioquinhas
- 2 xícaras (chá) de couve
- 2 dentes de alho picados
- 1 colher (chá) de azeite
- 1 vidro de palmito picado
- 1 colher (sopa) de chá verde (prepare bem concentrado)
Como preparar:
Pique a carne e refogue-a com a cebola e o cheiro-verde. Acrescente a água e a mandioquinha já picada e cozinhe por 30 minutos. Tire a carne e bata o resto no liquidificador. Reserve. Pique a couve e refogue-a com o alho no azeite. Adicione a carne, o palmito, o chá verde e o creme de mandioquinha. Depois é só consumir!
Existem diversas receitas de sopas com os mais variados ingredientes. Foto: George-Dolgikh/FotoliaSOPA DE TOMATE
O que precisa:
- 1 colher (sobremesa) de azeite
- meia cebola picada
- 1 dente de alho picado
- 3 tomates médios maduros picados (sem pele e semente)
- 200 ml de água fervente
- 1 colher (sobremesa) de purê de tomate
- 1 colher (chá) de tomilho fresco (ou seco)
- 2 colheres de sopa de queijo cottage
- sal a gosto
Como preparar:
Em uma panela, aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho. Junte com os outros ingredientes (exceto o queijo) deixando ferver por 20 minutos no fogo baixo. Depois bata no liquidificador. Por fim, misture o queijo cottage.
SOPA DE ABÓBORA
O que precisa:
- 1 quilo de abóbora
- 1 batata
- meia cebola
- 1 dente de alho
- cebolinha verde e sal.
Como preparar:
Refogue a cebola e o alho em uma panela grande com óleo. Adicione a abóbora picada e a batata. Quando estiverem cozidas, bata no liquidificador até fazer um creme. Volte para a panela e acrescente cebolinha e sal. Uma opção é colocar queijo roquefort para servir.