Corrida de Montanha

No aniversário do Webrun relembramos eventos marcantes na história

Nessa quarta-feira (15/06) o Webrun completa 14 anos de história no mundo das corridas, fruto de uma parceria entre o antigo site Maratona e o Portal Webventure. Ao longo da nossa história anunciamos diversos fatos marcantes, como a primeira vitória de Marílson Gomes na Maratona de Nova York, a queda de Robert Cheriyot em Chicago, o acidente com dardo no Troféu Brasil de Atletismo, entre outros.

A seguir listamos os principais acontecimentos selecionados pela nossa redação.

2002
Primeira maratona de Vanderlei Cordeiro - Hoje aposentado do alto rendimento, Vanderlei Cordeiro de Lima foi destaque no Webrun em julho de 2002 ao anunciar que faria sua primeira maratona da carreira.

Foto: Fernanda Paradizo Foto: Fernanda Paradizo

2003
Em janeiro de 2003 Adriano Bastos dava o primeiro passo rumo ao título de “Rei da Disney” ao vencer pela primeira vez a Maratona da Disney em Orlando.

Hoje as corridas fora do asfalto são comuns no país, mas em 2003 divulgamos uma das precursoras das provas de montanha, a Maratona Trilheira em Ribeirão Pires (SP). Destaque para o ainda desconhecido José Virgínio de Morais.

Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok

2004
Durante a Olimpíada de Atenas Vanderlei Cordeiro de Lima é empurrado por um padre irlandês enquanto liderava a maratona. O fato ficou marcado para sempre na história do esporte.

Fernanda Keller vence pela primeira vez em Florianópolis o Ironman Brasil aos 40 anos.

Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo

2005
O velocista jamaicano Asafa Powell bateu o recorde mundial dos 100m em Atenas, no mês de junho.

Nesse mesmo ano o XTerra Brasil foi realizado pela primeira vez em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen

2006
O ano de 2006 foi agitado para o atletismo, começando com o recorde mundial dos 100m estabelecido pelo americano Justin Gatlin. No Brasil um acidente com dardo marcou o Troféu Brasil de Atletismo, em setembro.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda

Em outubro, durante a Maratona de Chicago, o queniano Robert Cheruiyot caiu na linha de chegada e não sabia se havia vencido a prova. No mês seguinte Marílson Gomes dos Santos vencia a Maratona de Nova York, surpreendendo brasileiros e americanos.

No final do ano a São Silvestre teve um ótimo resultado para o Brasil: a inédita dobradinha verde e amarela com Lucélia Perez e Franck Caldeira

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda

2007
Em 2007 o ultramaratonista Carlos Dias iniciou sua epopeia pelo Brasil, correndo do Oiapoque ao Chuí de Crocs. No mesmo ano os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminam com 161 medalhas para o Brasil, incluindo o ouro na maratona para Franck Caldeira

Dois recordes mundiais marcaram o ano: Asafa Powell nos 100m e Haile Gebreselassie na Maratona de Berlim.

Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86 Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86

2008
Usain Bolt brilhou nas Olimpíadas de Pequim e bateu seu próprio recorde mundial e conquistou ouro nos 100 metros. Ele venceu a prova com o tempo de 9seg68.

O ano também foi de vitória para atletas brasileiros. Marilson Gomes conquistou o bicampeonato na Maratona de Nova York.

E finalizando com chave de ouro uma das estrelas do atletismo brasileiro, Vanderlei de Oliveira, encerrou sua carreira na São Silvestre.

Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer

2009
A Nike resolveu inovar em 2009 e lançando uma prova de 600km entre São Paulo e Rio de Janeiro. 20 equipes foram selecionadas para participar da prova.

Bolt chegou com tudo mais uma vez e bateu o recorde mundial dos 200m em Berlim. Ele chegou à uma marca história, já que em 12 edições do mundial, essa foi a primeira vez que um atleta bateu o recorde nos 100 e 200m. Ele bateu a própria marca de 19seg30 obtida em Pequim.

Para a tristeza do mundo do esporte a triatleta Mariana Ohata foi pega no dopping e suspensa por seis anos. A amostra A acusou positivo para a substância proibida furosemida, que é categorizada no Código Mundial Antidoping como “diurética e agente mascarante”

Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo

2010
O ano foi de recordes importantes! A brasileira Ana Cláudia Lemos bateu o recorde sul americano de 100m e superou sua própria marca. Além disso, a atleta Zersenay Tadese, da Eritreia quebrou recorde mundial de Meia Maratona.

Finalizando o ano, Marilson Gomes conquistou o tricampeonato na São Silvestre. Inclusive, este foi a última vitória de um brasileiro até então.

Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL

2011
Em abril de 2011, o mundo do atletismo lamentava a morte de Grete Waitz, que foi nove vezes campeã da Maratona de Nova York entre 1978 e 1988.

No fim do mesmo ano, o choque era com a morte de Samuel Wanjiru, campeão olímpico de maratona.

Mas, neste ano também tivemos notícias boas como a quebra de recorde mundial do queniano Patrick Makau, que fez o tempo de 2h03min38 na Maratona de Berlim.

Valmir Nunes bate recorde em Ultramaratona de 100 milhas, nos EUA.

Tivemos um caso de doping: um com Simone Alves, vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu Brasil de Atletismo.

Após sete anos de hegemonia Adriano Bastos perde a hegemonia na Maratona da Disney para o também brasileiro Fredison Carneiro.

Foto: Montagem sobre fotos de  Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal Foto: Montagem sobre fotos de Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal

2012
O ano de 2012 foi marcado pelos Jogos Olímpicos de Londres, realizados de 27 de julho a 12 de agosto. O Brasil terminou o evento na 22ª colocação no quadro geral de medalhas.

Além disso, no mesmo ano, o americano Lance Armstrong foi banido do ciclismo por causa de doping. Ele ainda perdeu todos os sete títulos da Volta da França.

Outro fato ocorrido em 2012 foi a tempestade Sandy, que obrigou o cancelamento da Maratona de Nova York.

Infelizmente, o atletismo se despediu de mais um ícone do esporte, o medalhista olímpico e professor da UFScar Nelson Prudêncio. O ex-atleta também era vice-presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Nossa equipe fez a última cobertura do XTerra na Amazônia.

Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda

2013
No ano de 2013, o atleta paralímpico Oscar Pistorius foi acusado de ter assassinado sua namorada a tiros.

O mundo ficou chocado com o atentado terrorista na Maratona de Boston. Inclusive, nossa equipe entrevistou uma brasileira que participou da prova.

Outro recorde mundial, desta vez na Maratona de Berlim com o queniano Wilson Kipsang, que terminou a prova em 2h03min23.

Uma novidade no mundo da corrida de rua no Brasil: a primeira maratona de subida, a Mizuno UP Hill, chegou ao país.

Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/ Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/

2014
Em 2014, os ciclistas marcaram presença nas ruas em protesto à falta de segurança na USP. Também foi um ano em que os corredores sofreram com o mesmo problema na universidade, o que resultou na morte do atleta Álvaro Teno, atropelado por um motorista alcoolizado.

Este ano também foi marcado pela vitória do primeiro brasileiro no Ironman Brasil. Igor Amorelli terminou a prova em 8h07min53.

Novo recorde mundial de maratona! Dennis Kimetto finalizou a Maratona de Berlim com o tempo de 2h02min57.

Controle antidopagem pega mais uma atleta. Desta vez foi a velocista brasileira Vanda Gomes, que levou uma suspensão.

Foto: Montagem sobre fotos de  Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin Foto: Montagem sobre fotos de Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin

2015
A queniana Florence Kiplagat estabeleceu o novo recorde mundial da meia maratona feminina com a marca de 1h05min09.

Mais uma notícia triste: o médico Jaime Gold pedalava pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio Janeiro, quando foi morto a facadas.

Brasileira vence o Ironman Florianópolis 2015: O Webrun estava lá quando Ariane Monticeli fez história e se tornou a segunda triatleta do Brasil a faturar a prova.

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr

2016
O fundista brasileiro Luiz Paulo da Silva foi pego novamente em um caso de doping. O mesmo ocorreu com a velocista brasileira Ana Claudia Lemos.

A ex-atleta chinesa Wang Junxia, detentora dos recordes mundiais de 3.000 metros em 8min06seg11 e 10.000 metros em 29min31seg78, revelou o uso de doping.

Uma fatalidade e imensa perda para o esporte brasileiro: o paulista Claudio Clarindo, que fazia um treino de rodagem com outros ciclistas, foi atropelado na Rodovia Rio-Santos por um carro e acabou falecendo.

Recorde no Aconcágua: a ultramaratonista mineira Fernanda Maciel conquistou um feito inédito ao chegar até o ponto mais alto das Américas e voltar em exatas 22h52.

Foto: Montagem sobre fotos de  Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto Foto: Montagem sobre fotos de Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto


No aniversário do Webrun relembramos eventos marcantes na história

Atletismo · 15 jun, 2016

Nessa quarta-feira (15/06) o Webrun completa 14 anos de história no mundo das corridas, fruto de uma parceria entre o antigo site Maratona e o Portal Webventure. Ao longo da nossa história anunciamos diversos fatos marcantes, como a primeira vitória de Marílson Gomes na Maratona de Nova York, a queda de Robert Cheriyot em Chicago, o acidente com dardo no Troféu Brasil de Atletismo, entre outros.

A seguir listamos os principais acontecimentos selecionados pela nossa redação.

2002
Primeira maratona de Vanderlei Cordeiro - Hoje aposentado do alto rendimento, Vanderlei Cordeiro de Lima foi destaque no Webrun em julho de 2002 ao anunciar que faria sua primeira maratona da carreira.

Foto: Fernanda Paradizo Foto: Fernanda Paradizo

2003
Em janeiro de 2003 Adriano Bastos dava o primeiro passo rumo ao título de “Rei da Disney” ao vencer pela primeira vez a Maratona da Disney em Orlando.

Hoje as corridas fora do asfalto são comuns no país, mas em 2003 divulgamos uma das precursoras das provas de montanha, a Maratona Trilheira em Ribeirão Pires (SP). Destaque para o ainda desconhecido José Virgínio de Morais.

Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok Foto: Montagem sobre fotos de Fernanda Paradizo e Antonio Singhok

2004
Durante a Olimpíada de Atenas Vanderlei Cordeiro de Lima é empurrado por um padre irlandês enquanto liderava a maratona. O fato ficou marcado para sempre na história do esporte.

Fernanda Keller vence pela primeira vez em Florianópolis o Ironman Brasil aos 40 anos.

Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo Foto: Montagem sobre fotos de Wander Roberto e Fernanda Paradizo

2005
O velocista jamaicano Asafa Powell bateu o recorde mundial dos 100m em Atenas, no mês de junho.

Nesse mesmo ano o XTerra Brasil foi realizado pela primeira vez em Ilhabela, litoral norte de São Paulo.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Erik van Leeuwen

2006
O ano de 2006 foi agitado para o atletismo, começando com o recorde mundial dos 100m estabelecido pelo americano Justin Gatlin. No Brasil um acidente com dardo marcou o Troféu Brasil de Atletismo, em setembro.

Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Donata Lustosa e Alexandre Koda

Em outubro, durante a Maratona de Chicago, o queniano Robert Cheruiyot caiu na linha de chegada e não sabia se havia vencido a prova. No mês seguinte Marílson Gomes dos Santos vencia a Maratona de Nova York, surpreendendo brasileiros e americanos.

No final do ano a São Silvestre teve um ótimo resultado para o Brasil: a inédita dobradinha verde e amarela com Lucélia Perez e Franck Caldeira

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda

2007
Em 2007 o ultramaratonista Carlos Dias iniciou sua epopeia pelo Brasil, correndo do Oiapoque ao Chuí de Crocs. No mesmo ano os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminam com 161 medalhas para o Brasil, incluindo o ouro na maratona para Franck Caldeira

Dois recordes mundiais marcaram o ano: Asafa Powell nos 100m e Haile Gebreselassie na Maratona de Berlim.

Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86 Foto: Montagem sobre fotos de Thiago Padovanni SCC Running Alexxx86

2008
Usain Bolt brilhou nas Olimpíadas de Pequim e bateu seu próprio recorde mundial e conquistou ouro nos 100 metros. Ele venceu a prova com o tempo de 9seg68.

O ano também foi de vitória para atletas brasileiros. Marilson Gomes conquistou o bicampeonato na Maratona de Nova York.

E finalizando com chave de ouro uma das estrelas do atletismo brasileiro, Vanderlei de Oliveira, encerrou sua carreira na São Silvestre.

Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer Foto: montagem sobre fotos de Jmex/Divulgação/ Cbat/Ricardo Leizer

2009
A Nike resolveu inovar em 2009 e lançando uma prova de 600km entre São Paulo e Rio de Janeiro. 20 equipes foram selecionadas para participar da prova.

Bolt chegou com tudo mais uma vez e bateu o recorde mundial dos 200m em Berlim. Ele chegou à uma marca história, já que em 12 edições do mundial, essa foi a primeira vez que um atleta bateu o recorde nos 100 e 200m. Ele bateu a própria marca de 19seg30 obtida em Pequim.

Para a tristeza do mundo do esporte a triatleta Mariana Ohata foi pega no dopping e suspensa por seis anos. A amostra A acusou positivo para a substância proibida furosemida, que é categorizada no Código Mundial Antidoping como “diurética e agente mascarante”

Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo Foto: montagem sobre fotos de divulgação/andy Lyons/Getty Images/Fernanda Paradizo

2010
O ano foi de recordes importantes! A brasileira Ana Cláudia Lemos bateu o recorde sul americano de 100m e superou sua própria marca. Além disso, a atleta Zersenay Tadese, da Eritreia quebrou recorde mundial de Meia Maratona.

Finalizando o ano, Marilson Gomes conquistou o tricampeonato na São Silvestre. Inclusive, este foi a última vitória de um brasileiro até então.

Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL Foto: Montagem sobre fotos de Agifpress/BM&FBOVESPA/José Porras/Wikimedia Commons/sérgio Shibuya/ZDL

2011
Em abril de 2011, o mundo do atletismo lamentava a morte de Grete Waitz, que foi nove vezes campeã da Maratona de Nova York entre 1978 e 1988.

No fim do mesmo ano, o choque era com a morte de Samuel Wanjiru, campeão olímpico de maratona.

Mas, neste ano também tivemos notícias boas como a quebra de recorde mundial do queniano Patrick Makau, que fez o tempo de 2h03min38 na Maratona de Berlim.

Valmir Nunes bate recorde em Ultramaratona de 100 milhas, nos EUA.

Tivemos um caso de doping: um com Simone Alves, vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu Brasil de Atletismo.

Após sete anos de hegemonia Adriano Bastos perde a hegemonia na Maratona da Disney para o também brasileiro Fredison Carneiro.

Foto: Montagem sobre fotos de  Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal Foto: Montagem sobre fotos de Sven Simon/Erik van Leeuwen/Facempls/Caio Martins/Arquivo Pessoal

2012
O ano de 2012 foi marcado pelos Jogos Olímpicos de Londres, realizados de 27 de julho a 12 de agosto. O Brasil terminou o evento na 22ª colocação no quadro geral de medalhas.

Além disso, no mesmo ano, o americano Lance Armstrong foi banido do ciclismo por causa de doping. Ele ainda perdeu todos os sete títulos da Volta da França.

Outro fato ocorrido em 2012 foi a tempestade Sandy, que obrigou o cancelamento da Maratona de Nova York.

Infelizmente, o atletismo se despediu de mais um ícone do esporte, o medalhista olímpico e professor da UFScar Nelson Prudêncio. O ex-atleta também era vice-presidente da Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Nossa equipe fez a última cobertura do XTerra na Amazônia.

Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda Foto: Montagem sobre fotos de Divulgação Le Tour/LOCOG/CBAt/Licença Creative Commons/Alexandre Koda

2013
No ano de 2013, o atleta paralímpico Oscar Pistorius foi acusado de ter assassinado sua namorada a tiros.

O mundo ficou chocado com o atentado terrorista na Maratona de Boston. Inclusive, nossa equipe entrevistou uma brasileira que participou da prova.

Outro recorde mundial, desta vez na Maratona de Berlim com o queniano Wilson Kipsang, que terminou a prova em 2h03min23.

Uma novidade no mundo da corrida de rua no Brasil: a primeira maratona de subida, a Mizuno UP Hill, chegou ao país.

Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/ Foto: Montagem sobre fotos de Reprodução-Twitter/Alexandre Koda/Licença Creative Commons/

2014
Em 2014, os ciclistas marcaram presença nas ruas em protesto à falta de segurança na USP. Também foi um ano em que os corredores sofreram com o mesmo problema na universidade, o que resultou na morte do atleta Álvaro Teno, atropelado por um motorista alcoolizado.

Este ano também foi marcado pela vitória do primeiro brasileiro no Ironman Brasil. Igor Amorelli terminou a prova em 8h07min53.

Novo recorde mundial de maratona! Dennis Kimetto finalizou a Maratona de Berlim com o tempo de 2h02min57.

Controle antidopagem pega mais uma atleta. Desta vez foi a velocista brasileira Vanda Gomes, que levou uma suspensão.

Foto: Montagem sobre fotos de  Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin Foto: Montagem sobre fotos de Paulo Gomes/SCC EVENTS-PHOTORUN/Gabriel Heusi/Ricardo Bufolin

2015
A queniana Florence Kiplagat estabeleceu o novo recorde mundial da meia maratona feminina com a marca de 1h05min09.

Mais uma notícia triste: o médico Jaime Gold pedalava pela Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio Janeiro, quando foi morto a facadas.

Brasileira vence o Ironman Florianópolis 2015: O Webrun estava lá quando Ariane Monticeli fez história e se tornou a segunda triatleta do Brasil a faturar a prova.

Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr Foto: Montagem sobre fotos de Alexandre Koda/Reprodução-Facebook/Rodrigo Soldon-Flickr

2016
O fundista brasileiro Luiz Paulo da Silva foi pego novamente em um caso de doping. O mesmo ocorreu com a velocista brasileira Ana Claudia Lemos.

A ex-atleta chinesa Wang Junxia, detentora dos recordes mundiais de 3.000 metros em 8min06seg11 e 10.000 metros em 29min31seg78, revelou o uso de doping.

Uma fatalidade e imensa perda para o esporte brasileiro: o paulista Claudio Clarindo, que fazia um treino de rodagem com outros ciclistas, foi atropelado na Rodovia Rio-Santos por um carro e acabou falecendo.

Recorde no Aconcágua: a ultramaratonista mineira Fernanda Maciel conquistou um feito inédito ao chegar até o ponto mais alto das Américas e voltar em exatas 22h52.

Foto: Montagem sobre fotos de  Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto Foto: Montagem sobre fotos de Agência Luz/Reprodução Toutube/Divulgação/Red Bull Content Pool/Decio Mariotto

Suunto lança nova geração Multisport Solution de relógios com GPS

A Suunto apresenta o Suunto Spartan Ultra, relógio multisport premium para atletas e exploradores. Ao mesmo tempo, a marca está reformulando e incrementando seu serviço online de gerenciamento de atividades esportivas o Movescount.com com uma nova gama de funções, possibilidades e facilidades.

"As pessoas vem perguntando muito neste momento sobre como será a próxima geração depois do Ambit3", diz Sami Arhomaa, Diretor de Performance Business Unit da Suunto. "Então é um grande prazer apresentar a nossa próxima geração de relógios com soluções Esportivas e Multiesportivas".

O Suunto Spartan Ultra também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso Foto: Divulgação O Suunto Spartan Ultra também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso Foto: Divulgação

Suunto Spartan Ultra
O Suunto Spartan Ultra é um relógio feito à mão na Finlândia para durar em qualquer condição. Com resistência à água até 100m (Suunto tem como uma de suas especialidades a blindagem de computadores de mergulho), o novo Suunto Spartan possui display colorido touch screen durável e com uma capacidade de visão angulada.

O Spartan disponibiliza modalidades já pré-configuradas no relógio, como por exemplo triathlon, natação, corrida, ciclismo, corrida de aventura e esportes na neve, inclusive com treinos específicos. Se você é um corredor, por exemplo, pode escolher a modalidade básica de treinamento de corrida o que lhe oferecerá as informações essenciais sobre o esporte, treinos intervalados, corrida em trilhas e muito mais.

Também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso para que seja planejado seu treinamento. Além disso, o Suunto Spartan Ultra monitora sua atividade geral 24/7 contando seus passos diariamente e semanalmente, queima calórica e tempo de atividade no uso do dia-a-dia. Sincronizando seu Suunto Spartan Ultra com o app Movescoount.com em seu smartphone você receberá suas notificações desejadas. O relógio também irá mantê-lo atualizado sobre os seus recordes pessoais por modalidade esportiva.

A coleção Suunto Spartan Ultra inclui quatro modelos: Suunto Spartan Ultra All Black Titanium, Suunto Spartan Ultra Stealth Titanium, Suunto Spartan Ultra White e o Suunto Spartan Ultra Black - O preço sugerido no Brasil deverá ser na faixa de R$ 3.99 a R$ 4.999 e serão vendidos apenas na versão com monitoramento cardíaco.


Suunto lança nova geração Multisport Solution de relógios com GPS

Corrida de Montanha · 13 jun, 2016

A Suunto apresenta o Suunto Spartan Ultra, relógio multisport premium para atletas e exploradores. Ao mesmo tempo, a marca está reformulando e incrementando seu serviço online de gerenciamento de atividades esportivas o Movescount.com com uma nova gama de funções, possibilidades e facilidades.

"As pessoas vem perguntando muito neste momento sobre como será a próxima geração depois do Ambit3", diz Sami Arhomaa, Diretor de Performance Business Unit da Suunto. "Então é um grande prazer apresentar a nossa próxima geração de relógios com soluções Esportivas e Multiesportivas".

O Suunto Spartan Ultra também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso Foto: Divulgação O Suunto Spartan Ultra também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso Foto: Divulgação

Suunto Spartan Ultra
O Suunto Spartan Ultra é um relógio feito à mão na Finlândia para durar em qualquer condição. Com resistência à água até 100m (Suunto tem como uma de suas especialidades a blindagem de computadores de mergulho), o novo Suunto Spartan possui display colorido touch screen durável e com uma capacidade de visão angulada.

O Spartan disponibiliza modalidades já pré-configuradas no relógio, como por exemplo triathlon, natação, corrida, ciclismo, corrida de aventura e esportes na neve, inclusive com treinos específicos. Se você é um corredor, por exemplo, pode escolher a modalidade básica de treinamento de corrida o que lhe oferecerá as informações essenciais sobre o esporte, treinos intervalados, corrida em trilhas e muito mais.

Também disponibilizará informações sobre intensidade de treino, tempo de recuperação e o seu progresso para que seja planejado seu treinamento. Além disso, o Suunto Spartan Ultra monitora sua atividade geral 24/7 contando seus passos diariamente e semanalmente, queima calórica e tempo de atividade no uso do dia-a-dia. Sincronizando seu Suunto Spartan Ultra com o app Movescoount.com em seu smartphone você receberá suas notificações desejadas. O relógio também irá mantê-lo atualizado sobre os seus recordes pessoais por modalidade esportiva.

A coleção Suunto Spartan Ultra inclui quatro modelos: Suunto Spartan Ultra All Black Titanium, Suunto Spartan Ultra Stealth Titanium, Suunto Spartan Ultra White e o Suunto Spartan Ultra Black - O preço sugerido no Brasil deverá ser na faixa de R$ 3.99 a R$ 4.999 e serão vendidos apenas na versão com monitoramento cardíaco.

Que tal incluir o tofu na dieta balanceada?

Com origem chinesa, o tofu é conhecido no Brasil como queijo de soja e pode resultar em diversos pratos deliciosos. Mas você sabia que esse alimento também é uma boa opção para incluir na dieta saudável?

Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0 Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0

De acordo com Maria Vitoria Curban Falcão, nutricionista clínica e esportiva, o tofu, por ser uma soja do tipo fermentada, se torna mais seguro para consumo quando comparado a outras. “Trata-se de um tipo de ‘queijo’ de soja, com bom valor proteico e pouquíssima gordura. Alguns estudos apontam sua ação na redução do risco de plaquetas e coágulos sanguíneos, além de ser considerado um antioxidante e anti-inflamatório graças às isoflavonas (compostos orgânicos naturais de origem vegetal) presentes nele”, fala.

Além de fazer bem para a saúde, o alimento pode ser um ótimo substituto dos queijos convencionais (feitos com leite de vaca). Inclusive, segundo a nutricionista, o tofu combinado com uma alimentação equilibrada pode trazer efeitos excelentes para perda de peso.

Porém, Maria Vitoria explica que esse alimento não deve ser consumido em excesso, afinal é um produto à base de soja. “Seu consumo deve ser equilibrado e não diário. Sempre que possível você deve consumir o alimento orgânico e com certificação, evitando ao máximo o uso de grãos de soja transgênica”, diz.

E qual a melhor forma para consumir o tofu? A nutricionista fala que existem diversas formas de preparo, como batido, grelhado, assado ou até cozido com outros vegetais. “O importante é estar bem temperadinho para agradar o paladar de todos. Por exemplo, o tofu pode ser temperado com açafrão-da-terra e grelhado com óleo de coco e tomate cereja. Outra opção é o tofu com abobrinha e curry ou a moqueca vegana de tofu”, finaliza Maria Vitoria.


Que tal incluir o tofu na dieta balanceada?

Caminhada · 10 jun, 2016

Com origem chinesa, o tofu é conhecido no Brasil como queijo de soja e pode resultar em diversos pratos deliciosos. Mas você sabia que esse alimento também é uma boa opção para incluir na dieta saudável?

Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0 Mas lembre-se: o consumo do tofu deve ser equilibrado e não diário! Foto: Chris 73/CC BY-SA 3.0

De acordo com Maria Vitoria Curban Falcão, nutricionista clínica e esportiva, o tofu, por ser uma soja do tipo fermentada, se torna mais seguro para consumo quando comparado a outras. “Trata-se de um tipo de ‘queijo’ de soja, com bom valor proteico e pouquíssima gordura. Alguns estudos apontam sua ação na redução do risco de plaquetas e coágulos sanguíneos, além de ser considerado um antioxidante e anti-inflamatório graças às isoflavonas (compostos orgânicos naturais de origem vegetal) presentes nele”, fala.

Além de fazer bem para a saúde, o alimento pode ser um ótimo substituto dos queijos convencionais (feitos com leite de vaca). Inclusive, segundo a nutricionista, o tofu combinado com uma alimentação equilibrada pode trazer efeitos excelentes para perda de peso.

Porém, Maria Vitoria explica que esse alimento não deve ser consumido em excesso, afinal é um produto à base de soja. “Seu consumo deve ser equilibrado e não diário. Sempre que possível você deve consumir o alimento orgânico e com certificação, evitando ao máximo o uso de grãos de soja transgênica”, diz.

E qual a melhor forma para consumir o tofu? A nutricionista fala que existem diversas formas de preparo, como batido, grelhado, assado ou até cozido com outros vegetais. “O importante é estar bem temperadinho para agradar o paladar de todos. Por exemplo, o tofu pode ser temperado com açafrão-da-terra e grelhado com óleo de coco e tomate cereja. Outra opção é o tofu com abobrinha e curry ou a moqueca vegana de tofu”, finaliza Maria Vitoria.

Naventura chega à Serra da Bodoquena com percurso belíssimo

A Naventura Serra da Bodoquena acontece no dia 25 de junho, com largada às 9 horas, na Nascente Azul, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Os corredores podem escolher entre as três opções de percurso: sete, 12 ou 21 quilômetros. Vale lembrar que as inscrições para qualquer distância continuam com o valor promocional de 110 reais até o dia 8 de junho.

Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? Foto: Alexandre Koda/Webrun Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? Foto: Alexandre Koda/Webrun

Correndo na natureza
Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? O percurso dessa etapa da Naventura passará pela nascente, sendo que aproximadamente 500 metros serão margeando o rio por meio de uma passarela. Além disso, os atletas correrão por trechos de vegetação rasteira e também por morros sem muita alteração altimétrica.

Atrativos pós-prova
E depois de superar os seus limites e concluir o percurso, ainda dá para aproveitar o local da competição e passear com toda a família. A Nascente Azul oferece diversos atrativos à parte em um lugar que realmente condiz com o nome da cidade de Bonito.

Trilha ecológica
Nessa trilha as pessoas passam pela Floresta de Bacuri, onde encontram uma longa cachoeira. Durante a caminhada também é possível admirar a linda vista da Serra da Bodoquena.

Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação. Foto: Bonito_scan Steve Taylor/CC BY 2.0 Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação. Foto: Bonito_scan Steve Taylor/CC BY 2.0

Flutuação
Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação e vejam os peixinhos, as algas, as pedras e a areia. Vale frisar que antes da atividade as pessoas vão até a sala de equipamentos, onde ficam disponíveis roupas de neoprene, coletes salva-vidas, máscaras, snorkel e calçado.

Mergulho
Para os mais aventureiros, é possível mergulhar com cilindro em meio aos cardumes em um lago de profundidade de cinco metros. A duração dessa atividade é de 40 minutos a uma hora. Importante destacar que não é necessário que o visitante tenha experiência ou saiba nadar, afinal os monitores treinados acompanham todo o mergulho.

Momento de relaxar
Caso a pessoa queira descansar, as espreguiçadeiras garantem conforto à beira dos lagos. Também vale a pena banhar-se na cascata ou na prainha do lago.

Inscrições: Os interessados em participar da prova devem acessar o site Ticket Agora


Naventura chega à Serra da Bodoquena com percurso belíssimo

Corrida de Montanha · 03 jun, 2016

A Naventura Serra da Bodoquena acontece no dia 25 de junho, com largada às 9 horas, na Nascente Azul, em Bonito, no Mato Grosso do Sul. Os corredores podem escolher entre as três opções de percurso: sete, 12 ou 21 quilômetros. Vale lembrar que as inscrições para qualquer distância continuam com o valor promocional de 110 reais até o dia 8 de junho.

Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? Foto: Alexandre Koda/Webrun Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? Foto: Alexandre Koda/Webrun

Correndo na natureza
Já imaginou competir em um lugar com paisagens belíssimas? O percurso dessa etapa da Naventura passará pela nascente, sendo que aproximadamente 500 metros serão margeando o rio por meio de uma passarela. Além disso, os atletas correrão por trechos de vegetação rasteira e também por morros sem muita alteração altimétrica.

Atrativos pós-prova
E depois de superar os seus limites e concluir o percurso, ainda dá para aproveitar o local da competição e passear com toda a família. A Nascente Azul oferece diversos atrativos à parte em um lugar que realmente condiz com o nome da cidade de Bonito.

Trilha ecológica
Nessa trilha as pessoas passam pela Floresta de Bacuri, onde encontram uma longa cachoeira. Durante a caminhada também é possível admirar a linda vista da Serra da Bodoquena.

Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação. Foto: Bonito_scan Steve Taylor/CC BY 2.0 Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação. Foto: Bonito_scan Steve Taylor/CC BY 2.0

Flutuação
Com águas cristalinas, a região possibilita que os visitantes pratiquem a flutuação e vejam os peixinhos, as algas, as pedras e a areia. Vale frisar que antes da atividade as pessoas vão até a sala de equipamentos, onde ficam disponíveis roupas de neoprene, coletes salva-vidas, máscaras, snorkel e calçado.

Mergulho
Para os mais aventureiros, é possível mergulhar com cilindro em meio aos cardumes em um lago de profundidade de cinco metros. A duração dessa atividade é de 40 minutos a uma hora. Importante destacar que não é necessário que o visitante tenha experiência ou saiba nadar, afinal os monitores treinados acompanham todo o mergulho.

Momento de relaxar
Caso a pessoa queira descansar, as espreguiçadeiras garantem conforto à beira dos lagos. Também vale a pena banhar-se na cascata ou na prainha do lago.

Inscrições: Os interessados em participar da prova devem acessar o site Ticket Agora

As melhores imagens da Indomit Mendoza Ultra Trail estão aqui

A primeira edição da Indomit Mendoza foi histórica, com a vitória da brasileira Ana Giovanelli e do espanhol José Manuel Perez. Confira as melhores imagens da prova que chegou a 3.500m de altitude com uma estrutura muito elogiada pelos corredores.

Fotos por Alexandre Koda (@kodaalex)


As melhores imagens da Indomit Mendoza Ultra Trail estão aqui

Corrida de Montanha · 02 jun, 2016

A primeira edição da Indomit Mendoza foi histórica, com a vitória da brasileira Ana Giovanelli e do espanhol José Manuel Perez. Confira as melhores imagens da prova que chegou a 3.500m de altitude com uma estrutura muito elogiada pelos corredores.

Fotos por Alexandre Koda (@kodaalex)

Probiótica apresenta novidades na linha de suplementos alimentares

A Probiótica acaba de lançar produtos exclusivos para o pós-treino: o Isolate 100% Whey nos sabores laranja, limonada suíça e uva, o Pure Whey Black e o CarbUp 4:1.

“O Isolate 100% Whey confere a refrescância dos sabores de frutas ao Whey Protein Isolate, sendo perfeito para os dias mais quentes. Já o Pure Whey Black, composto por mais de 50 por cento de Whey Protein isolado associado ao Whey Protein concentrado, é uma fórmula premium, com baixos teores de carboidrato e gordura, ideal para o pós-treino. O CarbUp 4:1 é um repositor completo, indicado para a recuperação energética e muscular pós-treino de alta intensidade e longa duração”, explica Silvia Mantovani, nutricionista esportiva e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Probiótica.

O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação

Isolate 100% Whey® - É formulado com a proteína isolada do soro do leite, obtida pelo processo de microfiltração que eleva o grau de pureza, concentração proteica, com baixíssimos teores de gordura e carboidrato. É desenvolvido com 31 gramas de proteína na porção, além de ser fonte de 20 vitaminas e minerais. A novidade fica por conta dos sabores refrescantes de laranja, limonada suíça e uva. O produto não contém glúten e vem em embalagem de 900 gramas. Preço sugerido: R$ 220,00.

Pure Whey Black® - Cremoso shake proteico, feito com a proteína isolada e com a proteína concentrada do soro do leite. É de fácil digestão e rápida absorção. Cada porção de Pure Whey Black® fornece 24 gramas de proteínas com alta concentração de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) provenientes da Whey Protein. Além disso, o produto não contém glúten e apresenta baixo teor de gordura e menos de 120 calorias. Está disponível nos sabores chocolate, baunilha e morango, sendo que pode ser encontrado em embalagens de 900 gramas e 2 quilos. Preço sugerido: R$ 199,00 (900 gramas) e R$ 399,00 (2 quilos).

Carb Up 4:1 - Feito para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético, traz uma combinação ideal de carboidratos como dextrose, maltodextrina, frutose e proteína isolada e concentrada do soro do leite, na proporção de quatro para um. Em sua fórmula, vitaminas e minerais como as vitaminas C e E, sódio, cromo, cálcio, magnésio, zinco e potássio, nutrientes que em sinergia proporcionam reposição energética, recuperação e hidratação. O produto fornece 52 gramas de carboidratos na porção e 13 gramas de proteínas, sendo recomendado após os treinos. Além disso, não contém glúten e nem é adicionado açúcar. Está disponível nos sabores laranja e uva e em embalagem de um quilo. Preço sugerido: R$110,00.

O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação

NOVAS FÓRMULAS
Além dos lançamentos no portfólio, os produtos Monster Extreme Black, 100% Pure Whey, Isoprowhey, Whey Protein 3W e 5W ganham novas fórmulas.

Monster Extreme Black com Maca Peruana - A nova queridinha dos adeptos de musculação, a maca peruana, entra como reforço na nova fórmula do Monster Extreme Black. O produto, indicado para ganho de massa muscular, também vem com polivitamínico composto por vitaminas e minerais, além de cafeína pura, creatina com D-Ribose, ZMA (zinco monometionina aspartato), cápsula de L-Leucina e de BCAAs. Isso tudo em embalagens de 44 packs e 22 packs.

100% Pure Whey - É um suplemento proteico composto pela proteína concentrada do soro de leite, matéria-prima elaborada com alta tecnologia e elevada concentração de aminoácidos, principalmente BCAAs. De preparo instantâneo, o 100% Pure Whey® é indicado para ser tomado antes e/ou após os exercícios. Em nova fórmula, ele ganha mais cremosidade nos sabores baunilha, chocolate e morango. Está disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Isoprowhey em sabor natural – Tem como base a proteína isolada do soro de leite, uma proteína obtida por processo de microfiltração do soro de leite, que resulta num produto de alta concentração proteica com baixos teores de gordura e lactose. Isoprowhey® é instantâneo e não contém glúten. Na nova versão, ganha a opção do sabor natural, para ser diluído em sucos, suplemento energético ou no preparo de receitas proteicas. Também é encontrado nos sabores de baunilha, chocolate e morango. Disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Whey Protein 3W e 5W – O 3W® é um suplemento proteico composto por Whey Protein nas suas diversas formas: proteína concentrada, proteína isolada do soro do leite por microfiltração e proteína hidrolisada do soro de leite. É ideal para ser tomado antes, durante ou após os exercícios. Já o 5W® é elaborado com cinco diferentes tipos de proteínas do soro do leite. São elas: proteína concentrada do soro de leite, microfiltrada, proteína isolada, proteína hidrolisada, proteína isolada do soro de leite microfiltrada e proteína concentrada do soro de leite. Ambos não contem glúten e estão disponíveis nos sabores chocolate, morango e baunilha. As embalagens são de 900 gramas e 2 quilos.

Onde encontrar: os produtos podem ser encontrados nos principais sites e lojas especializadas. Para mais informações, entre em contato pelo SAC 0800 10 52 42 ou pelo site www.probiotica.com.br.


Probiótica apresenta novidades na linha de suplementos alimentares

Corrida de Montanha · 02 jun, 2016

A Probiótica acaba de lançar produtos exclusivos para o pós-treino: o Isolate 100% Whey nos sabores laranja, limonada suíça e uva, o Pure Whey Black e o CarbUp 4:1.

“O Isolate 100% Whey confere a refrescância dos sabores de frutas ao Whey Protein Isolate, sendo perfeito para os dias mais quentes. Já o Pure Whey Black, composto por mais de 50 por cento de Whey Protein isolado associado ao Whey Protein concentrado, é uma fórmula premium, com baixos teores de carboidrato e gordura, ideal para o pós-treino. O CarbUp 4:1 é um repositor completo, indicado para a recuperação energética e muscular pós-treino de alta intensidade e longa duração”, explica Silvia Mantovani, nutricionista esportiva e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Probiótica.

O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação O Isolate 100% Whey® é fonte de 20 vitaminas e minerais. Já o Pure Whey Black® é de fácil digestão e rápida absorção. Foto: divulgação

Isolate 100% Whey® - É formulado com a proteína isolada do soro do leite, obtida pelo processo de microfiltração que eleva o grau de pureza, concentração proteica, com baixíssimos teores de gordura e carboidrato. É desenvolvido com 31 gramas de proteína na porção, além de ser fonte de 20 vitaminas e minerais. A novidade fica por conta dos sabores refrescantes de laranja, limonada suíça e uva. O produto não contém glúten e vem em embalagem de 900 gramas. Preço sugerido: R$ 220,00.

Pure Whey Black® - Cremoso shake proteico, feito com a proteína isolada e com a proteína concentrada do soro do leite. É de fácil digestão e rápida absorção. Cada porção de Pure Whey Black® fornece 24 gramas de proteínas com alta concentração de aminoácidos de cadeia ramificada (BCAAs) provenientes da Whey Protein. Além disso, o produto não contém glúten e apresenta baixo teor de gordura e menos de 120 calorias. Está disponível nos sabores chocolate, baunilha e morango, sendo que pode ser encontrado em embalagens de 900 gramas e 2 quilos. Preço sugerido: R$ 199,00 (900 gramas) e R$ 399,00 (2 quilos).

Carb Up 4:1 - Feito para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético, traz uma combinação ideal de carboidratos como dextrose, maltodextrina, frutose e proteína isolada e concentrada do soro do leite, na proporção de quatro para um. Em sua fórmula, vitaminas e minerais como as vitaminas C e E, sódio, cromo, cálcio, magnésio, zinco e potássio, nutrientes que em sinergia proporcionam reposição energética, recuperação e hidratação. O produto fornece 52 gramas de carboidratos na porção e 13 gramas de proteínas, sendo recomendado após os treinos. Além disso, não contém glúten e nem é adicionado açúcar. Está disponível nos sabores laranja e uva e em embalagem de um quilo. Preço sugerido: R$110,00.

O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação O Carb Up 4:1 é ideal para esportes prolongados, que demandam alto rendimento energético. Foto: divulgação

NOVAS FÓRMULAS
Além dos lançamentos no portfólio, os produtos Monster Extreme Black, 100% Pure Whey, Isoprowhey, Whey Protein 3W e 5W ganham novas fórmulas.

Monster Extreme Black com Maca Peruana - A nova queridinha dos adeptos de musculação, a maca peruana, entra como reforço na nova fórmula do Monster Extreme Black. O produto, indicado para ganho de massa muscular, também vem com polivitamínico composto por vitaminas e minerais, além de cafeína pura, creatina com D-Ribose, ZMA (zinco monometionina aspartato), cápsula de L-Leucina e de BCAAs. Isso tudo em embalagens de 44 packs e 22 packs.

100% Pure Whey - É um suplemento proteico composto pela proteína concentrada do soro de leite, matéria-prima elaborada com alta tecnologia e elevada concentração de aminoácidos, principalmente BCAAs. De preparo instantâneo, o 100% Pure Whey® é indicado para ser tomado antes e/ou após os exercícios. Em nova fórmula, ele ganha mais cremosidade nos sabores baunilha, chocolate e morango. Está disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Isoprowhey em sabor natural – Tem como base a proteína isolada do soro de leite, uma proteína obtida por processo de microfiltração do soro de leite, que resulta num produto de alta concentração proteica com baixos teores de gordura e lactose. Isoprowhey® é instantâneo e não contém glúten. Na nova versão, ganha a opção do sabor natural, para ser diluído em sucos, suplemento energético ou no preparo de receitas proteicas. Também é encontrado nos sabores de baunilha, chocolate e morango. Disponível em embalagens de 900 gramas e 2 quilos.

Whey Protein 3W e 5W – O 3W® é um suplemento proteico composto por Whey Protein nas suas diversas formas: proteína concentrada, proteína isolada do soro do leite por microfiltração e proteína hidrolisada do soro de leite. É ideal para ser tomado antes, durante ou após os exercícios. Já o 5W® é elaborado com cinco diferentes tipos de proteínas do soro do leite. São elas: proteína concentrada do soro de leite, microfiltrada, proteína isolada, proteína hidrolisada, proteína isolada do soro de leite microfiltrada e proteína concentrada do soro de leite. Ambos não contem glúten e estão disponíveis nos sabores chocolate, morango e baunilha. As embalagens são de 900 gramas e 2 quilos.

Onde encontrar: os produtos podem ser encontrados nos principais sites e lojas especializadas. Para mais informações, entre em contato pelo SAC 0800 10 52 42 ou pelo site www.probiotica.com.br.

Corredores sofrem, mas elogiam estrutura da Indomit Mendoza

A edição inaugural da Indomit Mendoza Ultra Trail foi também a primeira do circuito fora do Brasil e os 400 participantes fizeram história num percurso de nível técnico elevado com subidas e descidas íngremes, neve e muito frio. A prova do último final de semana (27 e 28/05) surpreendeu os brasileiros e também alguns argentinos por não estarem acostumados ao clima extremo.

Nos 21 quilômetros a vitória foi do brasileiro André Siegl, que disputou passo a passo a vitória com o uruguaio Marcelo Casado. “Apesar de não ter trilha fechada, o cascalho deixou a prova muito técnica. Mas gostei bastante”, relata o gaúcho que assumiu a liderança no quilômetro cinco. “No quilômetro 18 o segundo me pegou, mas não adianta. Quando eu entro numa prova não é para brincar e consegui buscar de novo a ponta para ser o campeão”, comemora.

André estava decidido a não entregar o primeiro lugar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun André estava decidido a não entregar o primeiro lugar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A chegada da prova de 35 quilômetros foi uma confraternização entre os amigos Marcos Duci e Cristian Zaina, que cruzaram a faixa com um segundo de diferença depois de decidirem quem seria o campeão. “Pensei que seria mais simples, mas no final se complicou. De qualquer forma foi muito bonita”, relata o argentino de Lujan de Cuyo (Mendoza). “Vim com meu companheiro de equipe durante toda a prova e no fim decidimos que ele seria o primeiro”, completa.

Os amigos Marocs e Cristian chegaram juntos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os amigos Marocs e Cristian chegaram juntos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Seu colega Cristian agradeceu a cortesia. “Foi uma prova muito bem marcada, 100% possível de se correr, mas as subidas foram as partes mais complicadas”, relata o representante de Maipu, também na província de Mendoza.

Entre as mulheres, a argentina Sonia Procopio precisou de 3h34min15 para vencer os 35 quilômetros. “Foi uma prova duríssima, estou destruída, mas muito feliz. Foi tudo muito lindo, principalmente as paisagens e a sinalização estava perfeita. Sem dúvida foi a melhor prova que já fiz até hoje”, relata a corredora de San Juan, também em Mendoza.

Sonia chegou vibrando bastante após a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Sonia chegou vibrando bastante após a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O campeão dos 80 quilômetros foi o argentino de Bariloche, Ramiro Breski, que sentiu dificuldade principalmente na parte noturna da prova. “Sofri à noite por conta do frio e também nas descidas intermináveis. Foram quase dez quilômetros. Mas gostei bastante do resultado final”.

A neve foi um fator complicante para vários corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A neve foi um fator complicante para vários corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Nos 100 quilômetros Ozeas Freitas, de Curitiba, precisou de 18h35 para cumprir o trajeto e elogia a organização. “A Indomit está de parabéns por uma prova belíssima, não tenho nem palavras. A neve estava bastante alta, então foi um pouco difícil para correr e também senti o morro final, do Crocodilo”, relata o conterrâneo da campeã Ana Giovanelli. “Corremos à noite com uma marcação muito boa e o frio até que foi suportável”, completa.

Ozeas é conterrâneo de Ana Giovanelli. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ozeas é conterrâneo de Ana Giovanelli. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ainda na distância maior, Juan Martin Schiappa afirma que veio para a prova por saber da boa reputação dos organizadores. “A TMX já tem um nome e associada à Indomit reeditou o bom trabalho que fazem nas provas da Patagônia, com uma organização e parte técnicas muito boas”, afirma o representante de Guaymallen, também em Mendoza. “Foi ótimo que tínhamos bastante trechos que conseguíamos correr. E o grande diferencial foram as pessoas que trabalhavam no evento, sempre muito atenciosas e perguntando se estávamos bem e o que precisávamos”, completa. “Eu poderia viver para sempre nos postos de abastecimento com tanta comida e aquecimento”, brinca.

Juan queria ficar para sempre nos postos de abastecimento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Juan queria ficar para sempre nos postos de abastecimento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Gustavo Lopez elegeu os 50 quilômetros da Indomit Mendoza porque queria uma prova diferente para correr com um grupo de amigos. “Foi muito linda, mas com partes bastante complicadas como o trecho final, no Morro do Crocodilo. Subir já no fim da prova, com ladeiras bem íngremes foi um desafio grande”, relata o representante de Corrientes. “Dou nota dez aos organizadores e certamente vamos voltar ano que vem”.

Neris Besson fez os 100 quilômetros em 18h38min55 e se surpreendeu com o percurso. “É muito lindo, mas não pensei que fosse tão duro e com uma parte técnica tão pesada”, confessa o representante de Menzdoza, que já havia corrido uma etapa em Bombinhas. “Um evento como essa é importante para a região, porque não temos grandes provas, então movimenta o turismo. Dou aulas de economia de turismo na universidade, então para falar sobre isso é importante vivenciar”, completa.

Neris não achou que fosse sentir tanta dificuldade. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Neris não achou que fosse sentir tanta dificuldade. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Outro mendonzino, Marcelo Fugo, fez os 80 quilômetros por confiar na reputação dos organizadores. “Estou acostumado às provas da TMX na Patagônia e aqui eles não me decepcionaram. Tivemos condições muito duras, como altitude e cuidaram de nós muito bem”, relata o corredor que marcou 16h44min02. “A medalha, a camiseta, nada disso importa se a prova não tem uma estrutura de atendimento. Na Indomit havia pessoas nos lugares mais complicados para nos dar assistência. Espero que voltem ano que vem”, relata.

Marcelo Fugo quer a Indomit ano que vem novamente na região. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marcelo Fugo quer a Indomit ano que vem novamente na região. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ele também fala da importância do evento para o turismo. “Estamos na temporada baixa e esse evento movimentou as pousadas, hotéis e restaurantes locais. Já temos muitas corridas em San Martin de Los Andes, Villa La Angostura, Bariloche, agora é hora de consolidarmos Mendoza”.

Maria Argerich fez os 21 quilômetros em 3h51min51 e afirma que se divertiu bastante. “Foi muito divertida, pois tinha terrenos bem variados. Estou acostumada a fazer provas de aventura, então o Morro do Crocodilo não foi tão difícil, mas imagino que para os que fizeram distâncias maiores foi bem sofrido”. Agora a representante de San Isidro espera ir a Bombinhas com sol, praia e sem tanto frio.

Maria Argerich diz que se divertiu na prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Maria Argerich diz que se divertiu na prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para o estreante nos 50 quilômetros, Carlos Guagliana, as 10h41min56 de prova foram bem duras. “Achei bastante complicada, mas muito bonita, principalmente nos trechos de montanha com o sol batendo. Tenho alguma experiência em provas de aventura, mas nada como essa Indomit”, relata o representante de Buenos Aires. “Lá não há neve e nem montanhas, então correr aqui foi muito bom”.

Carlos fez sua estreia nos 50 quilômetros. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Carlos fez sua estreia nos 50 quilômetros. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A brasileira Maria Cristina Wickert foi a terceira nos 80 quilômetros com 18h02min30 e afirma que foi a prova mais complicada que já fez. “Na parte de neve eu queria ter um esqui ou snowboard para deslizar”, brinca. “Mas foi muito top, a organização está de parabéns e tomara que tenham outras edições. Agora vou tomar um Malbec e tudo o que eu tenho direito para comemorar”, completa a gaúcha radicada em Vila Velha (ES).

Maria Cristina Wickert trocou as praias do Espírito Santo pelas montanhas de Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Maria Cristina Wickert trocou as praias do Espírito Santo pelas montanhas de Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


E a Indomit Mendoza não teve apenas atletas sul-americanos. Joerg Moritz veio da Áustria para participar dos 80 quilômetros. “Já fiz a Indomit Bombinhas e a Costa Esmeralda, então resolvi vir conhecer Mendoza. Essa é espetacular e mais difícil por conta das montanhas, mas gostei do profissionalismo do pessoal”, relata o corredor que marcou 18h13min06. “A parte mais complicada foi a subida na neve, mas eu levei grampos para o calçado e ficou mais seguro”, completa o europeu que sempre está na Argentina e no Brasil por conta do trabalho.

Joerg já é fã de carteirinha da Indomit. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Joerg já é fã de carteirinha da Indomit. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de Mendoza o Circuito volta ao Brasil para a já tradicional Indomit Bombinhas no dia 13 de agosto e para a Ultra de Costa Esmeralda nos dias 28 e 29 de outubro. E seguindo com o conceito de inovação, no dia 28 de janeiro já está confirmada a etapa Caribe, na Ilha Margarita, Venezuela.

Depois do frio argentino, a próxima etapa fora do Brasil será no Caribe.  Foto: Pedro Gutiérrez/ Flickr Depois do frio argentino, a próxima etapa fora do Brasil será no Caribe. Foto: Pedro Gutiérrez/ Flickr


Corredores sofrem, mas elogiam estrutura da Indomit Mendoza

Corrida de Montanha · 01 jun, 2016

A edição inaugural da Indomit Mendoza Ultra Trail foi também a primeira do circuito fora do Brasil e os 400 participantes fizeram história num percurso de nível técnico elevado com subidas e descidas íngremes, neve e muito frio. A prova do último final de semana (27 e 28/05) surpreendeu os brasileiros e também alguns argentinos por não estarem acostumados ao clima extremo.

Nos 21 quilômetros a vitória foi do brasileiro André Siegl, que disputou passo a passo a vitória com o uruguaio Marcelo Casado. “Apesar de não ter trilha fechada, o cascalho deixou a prova muito técnica. Mas gostei bastante”, relata o gaúcho que assumiu a liderança no quilômetro cinco. “No quilômetro 18 o segundo me pegou, mas não adianta. Quando eu entro numa prova não é para brincar e consegui buscar de novo a ponta para ser o campeão”, comemora.

André estava decidido a não entregar o primeiro lugar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun André estava decidido a não entregar o primeiro lugar. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A chegada da prova de 35 quilômetros foi uma confraternização entre os amigos Marcos Duci e Cristian Zaina, que cruzaram a faixa com um segundo de diferença depois de decidirem quem seria o campeão. “Pensei que seria mais simples, mas no final se complicou. De qualquer forma foi muito bonita”, relata o argentino de Lujan de Cuyo (Mendoza). “Vim com meu companheiro de equipe durante toda a prova e no fim decidimos que ele seria o primeiro”, completa.

Os amigos Marocs e Cristian chegaram juntos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os amigos Marocs e Cristian chegaram juntos. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Seu colega Cristian agradeceu a cortesia. “Foi uma prova muito bem marcada, 100% possível de se correr, mas as subidas foram as partes mais complicadas”, relata o representante de Maipu, também na província de Mendoza.

Entre as mulheres, a argentina Sonia Procopio precisou de 3h34min15 para vencer os 35 quilômetros. “Foi uma prova duríssima, estou destruída, mas muito feliz. Foi tudo muito lindo, principalmente as paisagens e a sinalização estava perfeita. Sem dúvida foi a melhor prova que já fiz até hoje”, relata a corredora de San Juan, também em Mendoza.

Sonia chegou vibrando bastante após a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Sonia chegou vibrando bastante após a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O campeão dos 80 quilômetros foi o argentino de Bariloche, Ramiro Breski, que sentiu dificuldade principalmente na parte noturna da prova. “Sofri à noite por conta do frio e também nas descidas intermináveis. Foram quase dez quilômetros. Mas gostei bastante do resultado final”.

A neve foi um fator complicante para vários corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A neve foi um fator complicante para vários corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Nos 100 quilômetros Ozeas Freitas, de Curitiba, precisou de 18h35 para cumprir o trajeto e elogia a organização. “A Indomit está de parabéns por uma prova belíssima, não tenho nem palavras. A neve estava bastante alta, então foi um pouco difícil para correr e também senti o morro final, do Crocodilo”, relata o conterrâneo da campeã Ana Giovanelli. “Corremos à noite com uma marcação muito boa e o frio até que foi suportável”, completa.

Ozeas é conterrâneo de Ana Giovanelli. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ozeas é conterrâneo de Ana Giovanelli. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ainda na distância maior, Juan Martin Schiappa afirma que veio para a prova por saber da boa reputação dos organizadores. “A TMX já tem um nome e associada à Indomit reeditou o bom trabalho que fazem nas provas da Patagônia, com uma organização e parte técnicas muito boas”, afirma o representante de Guaymallen, também em Mendoza. “Foi ótimo que tínhamos bastante trechos que conseguíamos correr. E o grande diferencial foram as pessoas que trabalhavam no evento, sempre muito atenciosas e perguntando se estávamos bem e o que precisávamos”, completa. “Eu poderia viver para sempre nos postos de abastecimento com tanta comida e aquecimento”, brinca.

Juan queria ficar para sempre nos postos de abastecimento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Juan queria ficar para sempre nos postos de abastecimento. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Gustavo Lopez elegeu os 50 quilômetros da Indomit Mendoza porque queria uma prova diferente para correr com um grupo de amigos. “Foi muito linda, mas com partes bastante complicadas como o trecho final, no Morro do Crocodilo. Subir já no fim da prova, com ladeiras bem íngremes foi um desafio grande”, relata o representante de Corrientes. “Dou nota dez aos organizadores e certamente vamos voltar ano que vem”.

Neris Besson fez os 100 quilômetros em 18h38min55 e se surpreendeu com o percurso. “É muito lindo, mas não pensei que fosse tão duro e com uma parte técnica tão pesada”, confessa o representante de Menzdoza, que já havia corrido uma etapa em Bombinhas. “Um evento como essa é importante para a região, porque não temos grandes provas, então movimenta o turismo. Dou aulas de economia de turismo na universidade, então para falar sobre isso é importante vivenciar”, completa.

Neris não achou que fosse sentir tanta dificuldade. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Neris não achou que fosse sentir tanta dificuldade. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Outro mendonzino, Marcelo Fugo, fez os 80 quilômetros por confiar na reputação dos organizadores. “Estou acostumado às provas da TMX na Patagônia e aqui eles não me decepcionaram. Tivemos condições muito duras, como altitude e cuidaram de nós muito bem”, relata o corredor que marcou 16h44min02. “A medalha, a camiseta, nada disso importa se a prova não tem uma estrutura de atendimento. Na Indomit havia pessoas nos lugares mais complicados para nos dar assistência. Espero que voltem ano que vem”, relata.

Marcelo Fugo quer a Indomit ano que vem novamente na região. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Marcelo Fugo quer a Indomit ano que vem novamente na região. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ele também fala da importância do evento para o turismo. “Estamos na temporada baixa e esse evento movimentou as pousadas, hotéis e restaurantes locais. Já temos muitas corridas em San Martin de Los Andes, Villa La Angostura, Bariloche, agora é hora de consolidarmos Mendoza”.

Maria Argerich fez os 21 quilômetros em 3h51min51 e afirma que se divertiu bastante. “Foi muito divertida, pois tinha terrenos bem variados. Estou acostumada a fazer provas de aventura, então o Morro do Crocodilo não foi tão difícil, mas imagino que para os que fizeram distâncias maiores foi bem sofrido”. Agora a representante de San Isidro espera ir a Bombinhas com sol, praia e sem tanto frio.

Maria Argerich diz que se divertiu na prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Maria Argerich diz que se divertiu na prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para o estreante nos 50 quilômetros, Carlos Guagliana, as 10h41min56 de prova foram bem duras. “Achei bastante complicada, mas muito bonita, principalmente nos trechos de montanha com o sol batendo. Tenho alguma experiência em provas de aventura, mas nada como essa Indomit”, relata o representante de Buenos Aires. “Lá não há neve e nem montanhas, então correr aqui foi muito bom”.

Carlos fez sua estreia nos 50 quilômetros. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Carlos fez sua estreia nos 50 quilômetros. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A brasileira Maria Cristina Wickert foi a terceira nos 80 quilômetros com 18h02min30 e afirma que foi a prova mais complicada que já fez. “Na parte de neve eu queria ter um esqui ou snowboard para deslizar”, brinca. “Mas foi muito top, a organização está de parabéns e tomara que tenham outras edições. Agora vou tomar um Malbec e tudo o que eu tenho direito para comemorar”, completa a gaúcha radicada em Vila Velha (ES).

Maria Cristina Wickert trocou as praias do Espírito Santo pelas montanhas de Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Maria Cristina Wickert trocou as praias do Espírito Santo pelas montanhas de Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


E a Indomit Mendoza não teve apenas atletas sul-americanos. Joerg Moritz veio da Áustria para participar dos 80 quilômetros. “Já fiz a Indomit Bombinhas e a Costa Esmeralda, então resolvi vir conhecer Mendoza. Essa é espetacular e mais difícil por conta das montanhas, mas gostei do profissionalismo do pessoal”, relata o corredor que marcou 18h13min06. “A parte mais complicada foi a subida na neve, mas eu levei grampos para o calçado e ficou mais seguro”, completa o europeu que sempre está na Argentina e no Brasil por conta do trabalho.

Joerg já é fã de carteirinha da Indomit. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Joerg já é fã de carteirinha da Indomit. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de Mendoza o Circuito volta ao Brasil para a já tradicional Indomit Bombinhas no dia 13 de agosto e para a Ultra de Costa Esmeralda nos dias 28 e 29 de outubro. E seguindo com o conceito de inovação, no dia 28 de janeiro já está confirmada a etapa Caribe, na Ilha Margarita, Venezuela.

Depois do frio argentino, a próxima etapa fora do Brasil será no Caribe.  Foto: Pedro Gutiérrez/ Flickr Depois do frio argentino, a próxima etapa fora do Brasil será no Caribe. Foto: Pedro Gutiérrez/ Flickr

Você sabe quais alimentos consumir durante as corridas mais longas?

Provas mais longas como ultramaratonas acabam exigindo muito dos competidores. Além do esforço físico e até mental, os participantes dessas corridas precisam fazer paradas para consumir alguns lanchinhos. Isso dá aquela energia a mais para concluir os percursos mais extensos.

Mas quais alimentos podem ser levados para esses desafios? A nutróloga Camila Perlin Ramos responde essa pergunta. “Como o atleta deve repor carboidratos durante a prova (na quantidade de 30 a 60 gramas a cada hora), ele pode levar alimentos como frutas secas que podem ser consumidas ao longo do percurso”, diz. Outra ótima opção são as frutas in natura, como as tâmaras, que contam com uma boa quantidade de açúcar própria do alimento e magnésio.

Frutas in natura são boas opções para provas longas! Foto: Alexander Lupin/Fotolia Frutas in natura são boas opções para provas longas! Foto: Alexander Lupin/Fotolia


E para repor o sal perdido devido ao esforço físico, a especialista cita as bolachas de água e sal. Neste caso, devem ser consumidas de uma a duas bolachas a cada 40 minutos, sempre acompanhadas de água. “Também pode ser necessário levar tabletes de sal para serem ingeridos durante a corrida, a fim de sanar a perda de sódio e evitar a hiponatremia (baixo nível de sódio no sangue)”, completa a nutróloga.

Caso a pausa na corrida seja maior e o atleta prefira algo mais próximo de uma refeição, as massas instantâneas podem ser incluídas no cardápio. “São alimentos que podem ser mantidos na temperatura ambiente, e vão fornecer os carboidratos para reposição”, explica Camila. Seguindo essa linha de raciocínio, os esportistas também podem levar ovos já cozidos para fornecer proteínas.

E como esses alimentos podem ser conservados? A recomendação da especialista é levá-los em bolsas térmicas especiais, evitando incluir qualquer alimento cru.

Por fim, podemos destacar a castanha, a amêndoa, o amendoim e a avelã como bons itens para a alimentação. “As oleaginosas ajudam a repor as energias perdidas e dão saciedade, além do conteúdo de minerais e também suportam muito bem qualquer temperatura”, fala Camila.

Pronto, agora é só preparar a mochila com os lanchinhos e competir!


Você sabe quais alimentos consumir durante as corridas mais longas?

Corrida de Montanha · 01 jun, 2016

Provas mais longas como ultramaratonas acabam exigindo muito dos competidores. Além do esforço físico e até mental, os participantes dessas corridas precisam fazer paradas para consumir alguns lanchinhos. Isso dá aquela energia a mais para concluir os percursos mais extensos.

Mas quais alimentos podem ser levados para esses desafios? A nutróloga Camila Perlin Ramos responde essa pergunta. “Como o atleta deve repor carboidratos durante a prova (na quantidade de 30 a 60 gramas a cada hora), ele pode levar alimentos como frutas secas que podem ser consumidas ao longo do percurso”, diz. Outra ótima opção são as frutas in natura, como as tâmaras, que contam com uma boa quantidade de açúcar própria do alimento e magnésio.

Frutas in natura são boas opções para provas longas! Foto: Alexander Lupin/Fotolia Frutas in natura são boas opções para provas longas! Foto: Alexander Lupin/Fotolia


E para repor o sal perdido devido ao esforço físico, a especialista cita as bolachas de água e sal. Neste caso, devem ser consumidas de uma a duas bolachas a cada 40 minutos, sempre acompanhadas de água. “Também pode ser necessário levar tabletes de sal para serem ingeridos durante a corrida, a fim de sanar a perda de sódio e evitar a hiponatremia (baixo nível de sódio no sangue)”, completa a nutróloga.

Caso a pausa na corrida seja maior e o atleta prefira algo mais próximo de uma refeição, as massas instantâneas podem ser incluídas no cardápio. “São alimentos que podem ser mantidos na temperatura ambiente, e vão fornecer os carboidratos para reposição”, explica Camila. Seguindo essa linha de raciocínio, os esportistas também podem levar ovos já cozidos para fornecer proteínas.

E como esses alimentos podem ser conservados? A recomendação da especialista é levá-los em bolsas térmicas especiais, evitando incluir qualquer alimento cru.

Por fim, podemos destacar a castanha, a amêndoa, o amendoim e a avelã como bons itens para a alimentação. “As oleaginosas ajudam a repor as energias perdidas e dão saciedade, além do conteúdo de minerais e também suportam muito bem qualquer temperatura”, fala Camila.

Pronto, agora é só preparar a mochila com os lanchinhos e competir!

Com 17h51 Ana Giovanelli se torna a 1ª campeã da Indomit Mendoza 100 km

A Indomit Ultra Trail teve sua primeira edição fora do Brasil no último final de semana (27 e 28/05) na cidade argentina de Mendoza, conhecida pelos seus vinhos Malbec e pelas altas montanhas nevadas. Sob um clima com temperaturas negativas, percurso com rios, trilhas e neve, Ana Giovanelli fez história ao se tornar a primeira campeã da prova com 17h51min39, ao lado do espanhol José Manuel Perez, que marcou 13h41min53.

A arena da prova foi montada em frente ao Grand Hotel Potrerillos para disputas de 100, 80, 50, 35, 21 e 12 quilômetros repletos de desafios que fizeram a prova ser a mais “casca grossa” do circuito segundo a maioria dos atletas. A largada da corrida maior foi às 23h com uma temperatura de 5◦C .

Os brasileiros Geison (esquerda) e Ana fazem festa antes da largada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os brasileiros Geison (esquerda) e Ana fazem festa antes da largada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os primeiros quilômetros foram percorridos no asfalto e com velocidade limitada pela moto madrinha, já que o trânsito local não estava interrompido. Enquanto o brasileiro Geison Ignácio acelerou logo de cara, deixando os adversários para trás, Ana preferiu um ritmo mais controlado para não gastar todas as energias logo de cara.

No quilômetro dez foi montado um posto de abastecimento rápido com água e isotônico, já que a partir de lá Mendoza mostraria toda a sua força com o início dos trechos em trilhas. Após percorrerem alguns metros em estrada de terra, os atletas cruzaram um rio e não tiveram outra opção a não ser encharcar os pés na água gelada.

O primeiro posto de abastecimento era para uma rápida reposição de água e isotônico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O primeiro posto de abastecimento era para uma rápida reposição de água e isotônico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O primeiro posto completo de abastecimento foi no quilômetro 30, no povoado de Las Vegas. Apesar de não haver cassinos e hotéis luxuosos como na cidade homônima nos Estados Unidos, os corredores certamente se sentiram reconfortados com a lareira acesa para esquentar o corpo, além de uma fartura de comida que incluía sopa, refrigerante, bolo e até pizza recém-assada. Neste local cada um tinha uma sacola previamente enviada à organização com uma muda de roupa extra, novos tênis e outros equipamentos.

No Posto Las Vegas os corredores se sentiam em casa com o calor e a farta comida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun No Posto Las Vegas os corredores se sentiam em casa com o calor e a farta comida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ana e Geison ficaram pouco tempo no conforto e logo voltaram a encarar o frio da noite argentina num trecho de estrada de terra que levava ao leito de um rio. Nesse momento a temperatura era de três graus abaixo de zero e a neve caía fraca, mas com intensidade suficiente para cobrir de branco a vegetação desértica e até os refletivos instalados pela organização. Nessa parte era necessário cruzar um rio duas vezes antes de encarar uma subida em no meio da mata, mas por sorte as pedras permitiam uma travessia sem a necessidade de molhar os já úmidos e fadigados pés.

Com temperatura negativa ninguém queria molhar o pé. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Com temperatura negativa ninguém queria molhar o pé. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Após uma breve descida, chegou a vez de encarar a parte mais alta da prova, entre a estação de esqui Vallecitos e o Cerro Arenales, a quase 3.500m acima do nível do mar. No refúgio de montanha da estação foi montado outro posto de abastecimento completo, com sopa de frango e de lentilha, pães, bolos, jujuba, café, chá, além de uma lareira com fogo sempre alto.

José assumiu a liderança no primeiro terço da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun José assumiu a liderança no primeiro terço da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A essa altura o espanhol José Manuel já liderava, enquanto Geison aparecia entre os dez primeiros, mas o esforço feito no início da prova teve seu preço. Sentindo-se mal, o brasileiro ficou por quase quatro horas no posto, dormiu para tentar se recuperar e ainda voltou ao combate, mas preferiu abandonar alguns quilômetros depois. Com o sol já iluminando as montanhas e derretendo parte do gelo, Ana seguia na frente tendo a companhia de um cachorro local e com vantagem de mais de 1h30 para a segunda colocada, Alic Viana.

O início da subida a Vallecitos era numa estrada que misturava barro e gelo. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O início da subida a Vallecitos era numa estrada que misturava barro e gelo. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O último trecho de alta montanha foi percorrido com neve que em alguns trechos chegava até a canela. Todos retornaram do cume da montanha Arenales, passaram novamente pelo posto de abastecimento e seguiram viagem num percurso inverso rumo novamente ao Grand Hotel Potrerillos. Foram quase de 25 quilômetros de descida e, quando todos já esperavam dar de cara com o pórtico de chegada, vinha uma surpresa: o Morro do Crocodilo.

Ana teve a companhia de um cachorro durante boa parte da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana teve a companhia de um cachorro durante boa parte da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os 40 metros de desnível positivo, mais 40 negativos durante três quilômetros por um terreno de pedras soltas e barro deixou muita gente se perguntando o motivo de estar ali. Vencido esse trecho, nada melhor do que passar pelo meio de um vinhedo e cruzar a linha de chegada sob os aplausos do público presente.

“Por volta do quilômetro 20 éramos quatro corredores brigando pela ponta e, aos poucos comecei a ultrapassá-los para chegar à liderança”, afirma o campeão José Manuel que atualmente mora em Neuquén, na Argentina. “Tive que estar concentrado o tempo todo para não perder tempo nos postos de abastecimento, mas ao mesmo tempo consciente que a hidratação e alimentação eram fundamentais para chegar bem ao final”, completa o espanhol que não resistiu em admirar o sol nascendo nas montanhas. “Corro muito focado, mas não tinha como não admirar esse espetáculo da natureza”.

O Cerro Crocodilo foi o último desafio. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O Cerro Crocodilo foi o último desafio. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ele lembra ainda que em alguns momentos da madrugada o frio castigou bastante. “Além do frio, havia também uma neblina e em alguns trechos a gente não enxergava o que estava à frente. Eu não via a hora de chegar a Vallecitos para tirar o tênis molhado e trocar por um novo. A partir daí as coisas melhoraram, já que a subida estava muito bem marcada”. Apesar de preferir montanhas a percursos planos e em praias, José deve ir ao Brasil em outubro para a disputa da Indomit Costa Esmeralda, já que ganhou como prêmio hospedagem, em Bombinhas e inscrição.

José reside na Argentina temporariamente por trabalho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun José reside na Argentina temporariamente por trabalho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Algumas horas depois chegou Ana Giovanelli com a bandeira do Brasil em mãos e um sorriso largo de orelha e orelha. “Certamente essa foi a prova mais maluca que já fiz em toda a minha carreira como atleta”, afirma. “Senti um pouco de dificuldade na altitude, tive dor de cabeça, taquicardia e o frio também complicou porque o pé e a mão congelavam e nunca estava com as articulações totalmente aquecidas”.

A curitibana fez um treinamento nos morros de sua cidade, com altimetrias de até seis mil metros, mas nada que se comparasse ao que ela enfrentou na Indomit Mendoza. “Quando a gente acha que já viu de tudo, no final ainda aparece morro para escalar e pedra solta. Estou muito feliz e ainda nem consegui assimilar tudo o que passei”, finaliza.

Ana diz que foi uma prova totalmente diferente do que já fez na vida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana diz que foi uma prova totalmente diferente do que já fez na vida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O segundo colocado foi o argentino Ignacio Doheijo, com o tempo de 14h45min11 e o terceiro Diego Panazzolo, de Bento Gonçalves (RS) com 15h47min21. “Uma prova muito dura com clima extremo, neve afundando o pé, mas muito linda e aproveitei cada quilômetro”, afirma Ignacio. Já Diego, chegou muito emocionado por ter conquistado um lugar no pódio em sua primeira prova de 100 quilômetros. “Estava muito frio, faltou ar no topo da montanha, mas foi uma prova fantástica e os organizadores estão de parabéns”, relata o gaúcho que só havia corrido provas de até 80 quilômetros. “Escolhi essa prova como estreia pela dureza e porque as provas da Indomit são sempre muito bem organizadas”, completa.

Diego comemorou o terceiro lugar com a família. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Diego comemorou o terceiro lugar com a família. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

No feminino o segundo degrau mais alto do pódio ficou com Alic Viana, representante da tradicional assessoria esportiva Núcleo Aventura. “Correr estes 100 quilômetros da Indomit Mendoza foi muito difícil, mas o mais legal de tudo não foi receber um troféu, mas sim saber que estou cercada de gente do bem que torce por mim, independente de resultado”, relata a corredora que marcou 21h55min02. A terceira foi a argentina Veronica Riedmatten, com 24h08min. “Essa foi minha primeira prova de alta montanha e uma das mais difíceis que já fiz. Passar a noite correndo com frio foi muito duro, mas completar é muito reconfortante”, relata a representante de Parque Leloir.

Alic ficou um bom tempo no Posto de Vallecitos antes de voltar à prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Alic ficou um bom tempo no Posto de Vallecitos antes de voltar à prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para o idealizador da prova, Juan Carlos Asef, o resultado foi acima do esperado. “Essa não é apenas minha opinião, mas sim da maioria dos corredores. Sempre acontecem alguns imprevistos que temos que solucionar para os próximos anos, mas mesmo assim o resultado é positivo”.

Para Mariano Alvarez, diretor geral da prova, essa foi uma etapa muito especial da Indomit. “Ao mesmo tempo em que os desafios são grandes para os corredores e para nós com altitudes elevadas, frio, neve e uma geografia distinta, é uma prova para ser desfrutada”, relata o argentino responsável também por provas como a Patagônia Run e El Origem. “Como diz o meu sócio Juan Carlos Asef, ficamos muito felizes em termos essa pequena máquina de realizar sonhos “, finaliza.

Mariano e Juan Carlos aprovaram o desafio da Indomit Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mariano e Juan Carlos aprovaram o desafio da Indomit Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de Mendoza o Circuito volta ao Brasil para a já tradicional Indomit Bombinhas no dia 13 de agosto e para a Ultra de Costa Esmeralda nos dias 28 e 29 de outubro. E seguindo com o conceito de inovação, no dia 28 de janeiro já está confirmada a etapa Caribe, na Ilha Margarita, Venezuela.

O amanhecer na neve foi o grande diferencial da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O amanhecer na neve foi o grande diferencial da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Com 17h51 Ana Giovanelli se torna a 1ª campeã da Indomit Mendoza 100 km

Corrida de Montanha · 31 maio, 2016

A Indomit Ultra Trail teve sua primeira edição fora do Brasil no último final de semana (27 e 28/05) na cidade argentina de Mendoza, conhecida pelos seus vinhos Malbec e pelas altas montanhas nevadas. Sob um clima com temperaturas negativas, percurso com rios, trilhas e neve, Ana Giovanelli fez história ao se tornar a primeira campeã da prova com 17h51min39, ao lado do espanhol José Manuel Perez, que marcou 13h41min53.

A arena da prova foi montada em frente ao Grand Hotel Potrerillos para disputas de 100, 80, 50, 35, 21 e 12 quilômetros repletos de desafios que fizeram a prova ser a mais “casca grossa” do circuito segundo a maioria dos atletas. A largada da corrida maior foi às 23h com uma temperatura de 5◦C .

Os brasileiros Geison (esquerda) e Ana fazem festa antes da largada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os brasileiros Geison (esquerda) e Ana fazem festa antes da largada. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os primeiros quilômetros foram percorridos no asfalto e com velocidade limitada pela moto madrinha, já que o trânsito local não estava interrompido. Enquanto o brasileiro Geison Ignácio acelerou logo de cara, deixando os adversários para trás, Ana preferiu um ritmo mais controlado para não gastar todas as energias logo de cara.

No quilômetro dez foi montado um posto de abastecimento rápido com água e isotônico, já que a partir de lá Mendoza mostraria toda a sua força com o início dos trechos em trilhas. Após percorrerem alguns metros em estrada de terra, os atletas cruzaram um rio e não tiveram outra opção a não ser encharcar os pés na água gelada.

O primeiro posto de abastecimento era para uma rápida reposição de água e isotônico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O primeiro posto de abastecimento era para uma rápida reposição de água e isotônico. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O primeiro posto completo de abastecimento foi no quilômetro 30, no povoado de Las Vegas. Apesar de não haver cassinos e hotéis luxuosos como na cidade homônima nos Estados Unidos, os corredores certamente se sentiram reconfortados com a lareira acesa para esquentar o corpo, além de uma fartura de comida que incluía sopa, refrigerante, bolo e até pizza recém-assada. Neste local cada um tinha uma sacola previamente enviada à organização com uma muda de roupa extra, novos tênis e outros equipamentos.

No Posto Las Vegas os corredores se sentiam em casa com o calor e a farta comida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun No Posto Las Vegas os corredores se sentiam em casa com o calor e a farta comida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ana e Geison ficaram pouco tempo no conforto e logo voltaram a encarar o frio da noite argentina num trecho de estrada de terra que levava ao leito de um rio. Nesse momento a temperatura era de três graus abaixo de zero e a neve caía fraca, mas com intensidade suficiente para cobrir de branco a vegetação desértica e até os refletivos instalados pela organização. Nessa parte era necessário cruzar um rio duas vezes antes de encarar uma subida em no meio da mata, mas por sorte as pedras permitiam uma travessia sem a necessidade de molhar os já úmidos e fadigados pés.

Com temperatura negativa ninguém queria molhar o pé. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Com temperatura negativa ninguém queria molhar o pé. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Após uma breve descida, chegou a vez de encarar a parte mais alta da prova, entre a estação de esqui Vallecitos e o Cerro Arenales, a quase 3.500m acima do nível do mar. No refúgio de montanha da estação foi montado outro posto de abastecimento completo, com sopa de frango e de lentilha, pães, bolos, jujuba, café, chá, além de uma lareira com fogo sempre alto.

José assumiu a liderança no primeiro terço da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun José assumiu a liderança no primeiro terço da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A essa altura o espanhol José Manuel já liderava, enquanto Geison aparecia entre os dez primeiros, mas o esforço feito no início da prova teve seu preço. Sentindo-se mal, o brasileiro ficou por quase quatro horas no posto, dormiu para tentar se recuperar e ainda voltou ao combate, mas preferiu abandonar alguns quilômetros depois. Com o sol já iluminando as montanhas e derretendo parte do gelo, Ana seguia na frente tendo a companhia de um cachorro local e com vantagem de mais de 1h30 para a segunda colocada, Alic Viana.

O início da subida a Vallecitos era numa estrada que misturava barro e gelo. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O início da subida a Vallecitos era numa estrada que misturava barro e gelo. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O último trecho de alta montanha foi percorrido com neve que em alguns trechos chegava até a canela. Todos retornaram do cume da montanha Arenales, passaram novamente pelo posto de abastecimento e seguiram viagem num percurso inverso rumo novamente ao Grand Hotel Potrerillos. Foram quase de 25 quilômetros de descida e, quando todos já esperavam dar de cara com o pórtico de chegada, vinha uma surpresa: o Morro do Crocodilo.

Ana teve a companhia de um cachorro durante boa parte da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana teve a companhia de um cachorro durante boa parte da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Os 40 metros de desnível positivo, mais 40 negativos durante três quilômetros por um terreno de pedras soltas e barro deixou muita gente se perguntando o motivo de estar ali. Vencido esse trecho, nada melhor do que passar pelo meio de um vinhedo e cruzar a linha de chegada sob os aplausos do público presente.

“Por volta do quilômetro 20 éramos quatro corredores brigando pela ponta e, aos poucos comecei a ultrapassá-los para chegar à liderança”, afirma o campeão José Manuel que atualmente mora em Neuquén, na Argentina. “Tive que estar concentrado o tempo todo para não perder tempo nos postos de abastecimento, mas ao mesmo tempo consciente que a hidratação e alimentação eram fundamentais para chegar bem ao final”, completa o espanhol que não resistiu em admirar o sol nascendo nas montanhas. “Corro muito focado, mas não tinha como não admirar esse espetáculo da natureza”.

O Cerro Crocodilo foi o último desafio. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O Cerro Crocodilo foi o último desafio. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Ele lembra ainda que em alguns momentos da madrugada o frio castigou bastante. “Além do frio, havia também uma neblina e em alguns trechos a gente não enxergava o que estava à frente. Eu não via a hora de chegar a Vallecitos para tirar o tênis molhado e trocar por um novo. A partir daí as coisas melhoraram, já que a subida estava muito bem marcada”. Apesar de preferir montanhas a percursos planos e em praias, José deve ir ao Brasil em outubro para a disputa da Indomit Costa Esmeralda, já que ganhou como prêmio hospedagem, em Bombinhas e inscrição.

José reside na Argentina temporariamente por trabalho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun José reside na Argentina temporariamente por trabalho. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Algumas horas depois chegou Ana Giovanelli com a bandeira do Brasil em mãos e um sorriso largo de orelha e orelha. “Certamente essa foi a prova mais maluca que já fiz em toda a minha carreira como atleta”, afirma. “Senti um pouco de dificuldade na altitude, tive dor de cabeça, taquicardia e o frio também complicou porque o pé e a mão congelavam e nunca estava com as articulações totalmente aquecidas”.

A curitibana fez um treinamento nos morros de sua cidade, com altimetrias de até seis mil metros, mas nada que se comparasse ao que ela enfrentou na Indomit Mendoza. “Quando a gente acha que já viu de tudo, no final ainda aparece morro para escalar e pedra solta. Estou muito feliz e ainda nem consegui assimilar tudo o que passei”, finaliza.

Ana diz que foi uma prova totalmente diferente do que já fez na vida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Ana diz que foi uma prova totalmente diferente do que já fez na vida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

O segundo colocado foi o argentino Ignacio Doheijo, com o tempo de 14h45min11 e o terceiro Diego Panazzolo, de Bento Gonçalves (RS) com 15h47min21. “Uma prova muito dura com clima extremo, neve afundando o pé, mas muito linda e aproveitei cada quilômetro”, afirma Ignacio. Já Diego, chegou muito emocionado por ter conquistado um lugar no pódio em sua primeira prova de 100 quilômetros. “Estava muito frio, faltou ar no topo da montanha, mas foi uma prova fantástica e os organizadores estão de parabéns”, relata o gaúcho que só havia corrido provas de até 80 quilômetros. “Escolhi essa prova como estreia pela dureza e porque as provas da Indomit são sempre muito bem organizadas”, completa.

Diego comemorou o terceiro lugar com a família. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Diego comemorou o terceiro lugar com a família. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

No feminino o segundo degrau mais alto do pódio ficou com Alic Viana, representante da tradicional assessoria esportiva Núcleo Aventura. “Correr estes 100 quilômetros da Indomit Mendoza foi muito difícil, mas o mais legal de tudo não foi receber um troféu, mas sim saber que estou cercada de gente do bem que torce por mim, independente de resultado”, relata a corredora que marcou 21h55min02. A terceira foi a argentina Veronica Riedmatten, com 24h08min. “Essa foi minha primeira prova de alta montanha e uma das mais difíceis que já fiz. Passar a noite correndo com frio foi muito duro, mas completar é muito reconfortante”, relata a representante de Parque Leloir.

Alic ficou um bom tempo no Posto de Vallecitos antes de voltar à prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Alic ficou um bom tempo no Posto de Vallecitos antes de voltar à prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Para o idealizador da prova, Juan Carlos Asef, o resultado foi acima do esperado. “Essa não é apenas minha opinião, mas sim da maioria dos corredores. Sempre acontecem alguns imprevistos que temos que solucionar para os próximos anos, mas mesmo assim o resultado é positivo”.

Para Mariano Alvarez, diretor geral da prova, essa foi uma etapa muito especial da Indomit. “Ao mesmo tempo em que os desafios são grandes para os corredores e para nós com altitudes elevadas, frio, neve e uma geografia distinta, é uma prova para ser desfrutada”, relata o argentino responsável também por provas como a Patagônia Run e El Origem. “Como diz o meu sócio Juan Carlos Asef, ficamos muito felizes em termos essa pequena máquina de realizar sonhos “, finaliza.

Mariano e Juan Carlos aprovaram o desafio da Indomit Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mariano e Juan Carlos aprovaram o desafio da Indomit Mendoza. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de Mendoza o Circuito volta ao Brasil para a já tradicional Indomit Bombinhas no dia 13 de agosto e para a Ultra de Costa Esmeralda nos dias 28 e 29 de outubro. E seguindo com o conceito de inovação, no dia 28 de janeiro já está confirmada a etapa Caribe, na Ilha Margarita, Venezuela.

O amanhecer na neve foi o grande diferencial da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O amanhecer na neve foi o grande diferencial da prova. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Sony lança fone de ouvido para práticas esportivas

Corrida de Montanha · 31 maio, 2016

Música e atividade física é uma combinação perfeita. Ambos despertam emoção e ajudam a relaxar ou energizar quem está ouvindo ou praticando qualquer esporte. Para atender este público em constante crescimento, a Sony lançou no Brasil o fone de ouvido intra-auricular MDR-AS400EX.

Aparelho é ideal para a prática de atividades esportivas. Foto: divulgação Aparelho é ideal para a prática de atividades esportivas. Foto: divulgação

Ideal para a prática de atividades esportivas tanto na academia quando ao ar livre, o aparelho é feito em silicone, resiste ao suor e à água. Ele ainda acompanha quatro tamanhos de almofadas em silicone macio (PP, P, M e G), garantindo conforto máximo ao usuário mesmo após longos períodos de uso.

“Além do visual descolado, o MDR AS400EX tem excelente qualidade de som, com graves surpreendentes e variação de cores, que combinam com a alegria e energia tradicional das roupas e acessórios esportivos”, diz Alex Gombata, gerente geral de marketing e vendas da Sony Brasil para a categoria.

O aparelho está disponível nas cores branca, laranja e verde e pode ser adquirido nas principais lojas esportivas ou pelo site da marca (www.sony.com.br/store). O preço sugerido é de R$ 199,99.