Corrida de Montanha

Marca brasileira Solo apresenta linha de roupas em camadas para o frio

Tanto para quem gosta de praticar esportes em regiões de baixa temperatura, quanto para aqueles que buscam se agasalhar casualmente nos dias frios a marca solo apresenta sua linha de equipamentos em camadas. Para se proteger não é necessário se entupir de roupas, basta se vestir “igual a uma casca de cebola” sem abrir mão do conforto e leveza.

O apelido carinhoso consiste em usar mais de uma peça de roupa, na qual cada uma tem uma função importante para manter o aquecimento do corpo. Inicia-se com a peça chave, o Base Layer – segunda pele, - que fica em contato direto com o corpo e pode ser desde uma camiseta de manga longa até uma calça para ser colocada por baixo de outra.

Esse tipo de tecido permite que o suor seque mais rápido, evitando aquela sensação de camiseta molhada, pois sua principal função é acelerar a evaporação do suor para manter a temperatura do corpo estável. Além disso, o Base Layer da Solo tem tratamento antiodor, que ajuda a diminuir o mau cheiro do corpo produzido pelo suor em contato com micro-organismos, como bactérias e fungos.

A segunda pele e o fleece substituem aquele monte de casacos. Foto: divulgação A segunda pele e o fleece substituem aquele monte de casacos. Foto: divulgação

Para completar as camadas existe a Jaqueta Microfleece, que esquenta e ao mesmo tempo oferece leveza. A jaqueta também possui proteção solar UPP 50+, além de ter costura plana que não entra em atrito com a pele.

A marca possui também linhas para corrida no frio, como a blusa X-Sensor, além da X-Power para condições mais extremas. Para o dia a dia no Brasil uma das opções é a blusa X-Thermo DS, que pode ser usada por baixo de qualquer casaco ou camisa e, dependendo da temperatura ambiente, pode ser usada sozinha. Produzida com tecido leve e de secagem rápida, ela possui como benefícios o fato de não precisar passar, secagem rápida e ainda proteção solar e costura “flat”, ou seja, não causa atrito no corpo

A linha completa de Base, Mid e Outer Layer da SOLO pode ser encontrada em diversas lojas no Brasil e no site www.solo.ind.br.


Marca brasileira Solo apresenta linha de roupas em camadas para o frio

Corrida de Montanha · 16 maio, 2016

Tanto para quem gosta de praticar esportes em regiões de baixa temperatura, quanto para aqueles que buscam se agasalhar casualmente nos dias frios a marca solo apresenta sua linha de equipamentos em camadas. Para se proteger não é necessário se entupir de roupas, basta se vestir “igual a uma casca de cebola” sem abrir mão do conforto e leveza.

O apelido carinhoso consiste em usar mais de uma peça de roupa, na qual cada uma tem uma função importante para manter o aquecimento do corpo. Inicia-se com a peça chave, o Base Layer – segunda pele, - que fica em contato direto com o corpo e pode ser desde uma camiseta de manga longa até uma calça para ser colocada por baixo de outra.

Esse tipo de tecido permite que o suor seque mais rápido, evitando aquela sensação de camiseta molhada, pois sua principal função é acelerar a evaporação do suor para manter a temperatura do corpo estável. Além disso, o Base Layer da Solo tem tratamento antiodor, que ajuda a diminuir o mau cheiro do corpo produzido pelo suor em contato com micro-organismos, como bactérias e fungos.

A segunda pele e o fleece substituem aquele monte de casacos. Foto: divulgação A segunda pele e o fleece substituem aquele monte de casacos. Foto: divulgação

Para completar as camadas existe a Jaqueta Microfleece, que esquenta e ao mesmo tempo oferece leveza. A jaqueta também possui proteção solar UPP 50+, além de ter costura plana que não entra em atrito com a pele.

A marca possui também linhas para corrida no frio, como a blusa X-Sensor, além da X-Power para condições mais extremas. Para o dia a dia no Brasil uma das opções é a blusa X-Thermo DS, que pode ser usada por baixo de qualquer casaco ou camisa e, dependendo da temperatura ambiente, pode ser usada sozinha. Produzida com tecido leve e de secagem rápida, ela possui como benefícios o fato de não precisar passar, secagem rápida e ainda proteção solar e costura “flat”, ou seja, não causa atrito no corpo

A linha completa de Base, Mid e Outer Layer da SOLO pode ser encontrada em diversas lojas no Brasil e no site www.solo.ind.br.

Indomit Bombinhas premia campeões com medalha de ouro, prata e bronze

Corrida de Montanha · 13 maio, 2016

Bombinhas se prepara para receber mais uma edição do Circuito Indomit e a data já está marcada no calendário dos corredores: seráno dia 13 de agosto com os percursos de cinco, 12 e 42 quilômetros.

Prova acontecerá pela sétima vez em Bombinhas Foto: Alexandre Koda/Webrun Prova acontecerá pela sétima vez em Bombinhas Foto: Alexandre Koda/Webrun

Para os corredores quem escolheram a maratona em solo trail, as novidades são diversas. Os três primeiros colocados da prova receberão medalhas de ouro, prata e bronze respectivamente, além de coroa de louro e ramo de flores para mulheres, como se estivessem em uma prova olímpica. Nesta edição, apenas os atletas que conseguirem finalizar a prova terão direito a comprar a camiseta de finisher e haverá ainda uma camiseta especial para quem já completou cinco vezes o percurso dos 42 quilômetros.

Segundo o organizador da prova, Juan Carlos Asef, o evento tem tudo para ser melhor que em 2015. “Temos quatro vezes mais inscritos do que em 2015 e novidades incríveis para os atletas que se inscreveram na prova. Infelizmente não há mais vagas, mas pretendemos inovar a cada edição e melhorar a qualidade da corrida para os atletas”, diz.

Crianças caiçaras correm ao lado dos ultramaratonistas do XTerra Ilhabela

Os ultramaratonistas que participaram dos 60 quilômetros do XTerra Brasil, em Ilhabela no último sábado (07/05), tiveram uma companhia especial durante o trecho da Praia de Castelhanos: crianças caiçaras. Os corredores chegavam fadigados após longos trechos de trilha com subidas e descidas íngremes e eram recepcionadas espontaneamente pelos moradores da região.

Cerca de seis garotos, com média de idade entre sete e oito anos, percorriam um trecho de aproximadamente 1,5 quilômetro até o posto de hidratação junto com os corredores, os deixavam na companhia dos staffs e retornavam ao fim da trilha para buscar mais uma leva de pessoas. O tímido Itamar, por exemplo, prometeu para alguns dos corredores que um dia faria o percurso inteiro.

Enquanto para os pequenos a corrida fazia parte de mais uma brincadeira, para os atletas era o incentivo que eles precisavam. “O Itamar foi um parceiro e tanto, me acompanhou e me deu um apoio nesse trecho. É o futuro do XTerra”, comenta Fabio Bonetti. Os incansáveis pacers não foram embora até se certificarem que todos já haviam passado.

As crianças caiçaras corriam de forma lúdica. Foto: Alexandre Koda/ Webrun As crianças caiçaras corriam de forma lúdica. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Sugestão

Além das crianças, outro fato chamou a atenção durante os 60 quilômetros. Alguns corredores mandaram um recado à organização do evento, pedindo que para o próximo ano algumas placas de sinalização de trânsito da Estrada que liga Castelhanos ao centro da cidade fossem cobertas durante a passagem deles. Estevam Colombo fala sobre o pedido no vídeo a seguir.

Sanduba

No posto de hidratação de Castelhanos, muitos corredores aproveitavam a oferta de água, refrigerante e comida para fazer um pit stop maior e descansar um pouco. Alguns deles até tiravam da mochila seu próprio lanche, como é o caso de Adevan Pereira, que sacou um hambúrguer dos seus pertences.

Missão cumprida

Muitos corredores chegavam exaustos ao pórtico de chegada na Praia do Perequê, alguns após mais de oito ou nove horas correndo. “Foi uma prova dura, principalmente as descidas que machucam o joelho, mas com um visual fantástico”, afirma Jorge Robles, colombiano radicado em São Paulo há 25 anos. Já Marcio Kakoi, ao longo dos últimos quilômetros ligava para sua esposa para dizer sua localização, mas ela não ficou tranquila até vê-lo cruzar a linha. “Eu não chegava nunca, ela ficava preocupada, mas foi tudo bem. Os sobes e desces foram insanos”, relata.

Para Mauricio Coti, a prova foi boa pela variação de terreno. “Tivemos single track, estrada de terra, subidas, enfim, uma prova que exigiu um conhecimento e muito esforço do atleta. Mas gostamos assim, sofremos e já estamos pensando na próxima”.

Adevan Pereira, que já não ostentava mais seu hambúrguer na chegada, completou com 10h15min e comemorou bastante. “É mais fácil correr do que organizar evento, mas dedico a prova à minha esposa que me deu a maior força para estar em Ilhabela. E também ao Maurício, que conheci aqui e me ajudou bastante”, relata o organizador do Circuito APTR. “A gente sofre muito nas descidas, mas o visual compensa”, completa o atleta que ainda teve tempo de passar em uma lanchonete no fim do percurso para comer uma coxinha de frango.

A próxima etapa do Circuito XTerra será na cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, ente os dias quatro e cinco de dia. As inscrições já estão abertas pelo site oficial, o http://www.xterrabrasil.com.br/.


Crianças caiçaras correm ao lado dos ultramaratonistas do XTerra Ilhabela

Corrida de Montanha · 12 maio, 2016

Os ultramaratonistas que participaram dos 60 quilômetros do XTerra Brasil, em Ilhabela no último sábado (07/05), tiveram uma companhia especial durante o trecho da Praia de Castelhanos: crianças caiçaras. Os corredores chegavam fadigados após longos trechos de trilha com subidas e descidas íngremes e eram recepcionadas espontaneamente pelos moradores da região.

Cerca de seis garotos, com média de idade entre sete e oito anos, percorriam um trecho de aproximadamente 1,5 quilômetro até o posto de hidratação junto com os corredores, os deixavam na companhia dos staffs e retornavam ao fim da trilha para buscar mais uma leva de pessoas. O tímido Itamar, por exemplo, prometeu para alguns dos corredores que um dia faria o percurso inteiro.

Enquanto para os pequenos a corrida fazia parte de mais uma brincadeira, para os atletas era o incentivo que eles precisavam. “O Itamar foi um parceiro e tanto, me acompanhou e me deu um apoio nesse trecho. É o futuro do XTerra”, comenta Fabio Bonetti. Os incansáveis pacers não foram embora até se certificarem que todos já haviam passado.

As crianças caiçaras corriam de forma lúdica. Foto: Alexandre Koda/ Webrun As crianças caiçaras corriam de forma lúdica. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Sugestão

Além das crianças, outro fato chamou a atenção durante os 60 quilômetros. Alguns corredores mandaram um recado à organização do evento, pedindo que para o próximo ano algumas placas de sinalização de trânsito da Estrada que liga Castelhanos ao centro da cidade fossem cobertas durante a passagem deles. Estevam Colombo fala sobre o pedido no vídeo a seguir.

Sanduba

No posto de hidratação de Castelhanos, muitos corredores aproveitavam a oferta de água, refrigerante e comida para fazer um pit stop maior e descansar um pouco. Alguns deles até tiravam da mochila seu próprio lanche, como é o caso de Adevan Pereira, que sacou um hambúrguer dos seus pertences.

Missão cumprida

Muitos corredores chegavam exaustos ao pórtico de chegada na Praia do Perequê, alguns após mais de oito ou nove horas correndo. “Foi uma prova dura, principalmente as descidas que machucam o joelho, mas com um visual fantástico”, afirma Jorge Robles, colombiano radicado em São Paulo há 25 anos. Já Marcio Kakoi, ao longo dos últimos quilômetros ligava para sua esposa para dizer sua localização, mas ela não ficou tranquila até vê-lo cruzar a linha. “Eu não chegava nunca, ela ficava preocupada, mas foi tudo bem. Os sobes e desces foram insanos”, relata.

Para Mauricio Coti, a prova foi boa pela variação de terreno. “Tivemos single track, estrada de terra, subidas, enfim, uma prova que exigiu um conhecimento e muito esforço do atleta. Mas gostamos assim, sofremos e já estamos pensando na próxima”.

Adevan Pereira, que já não ostentava mais seu hambúrguer na chegada, completou com 10h15min e comemorou bastante. “É mais fácil correr do que organizar evento, mas dedico a prova à minha esposa que me deu a maior força para estar em Ilhabela. E também ao Maurício, que conheci aqui e me ajudou bastante”, relata o organizador do Circuito APTR. “A gente sofre muito nas descidas, mas o visual compensa”, completa o atleta que ainda teve tempo de passar em uma lanchonete no fim do percurso para comer uma coxinha de frango.

A próxima etapa do Circuito XTerra será na cidade de Paraty, no Rio de Janeiro, ente os dias quatro e cinco de dia. As inscrições já estão abertas pelo site oficial, o http://www.xterrabrasil.com.br/.

Cão vira pacer para vitória de Celio Augusto nos 60 km do XTerra BR

Por volta das 6h e com clima encoberto, cerca de 90 corredores se aqueciam na Praia do Perequê, em Ilhabela, para a disputa dos 60 quilômetros do XTerra Brasil nesse sábado (07/04). A largada cedo não impediu a empolgação e animação dos ultramaratonistas que saíram às 7h pontualmente para um percurso de alta dificuldade e cheio de obstáculos naturais.

A largada foi na praia do Perequê. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A largada foi na praia do Perequê. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Logo de cara um pelotão formado por quatro corredores e um cachorro local da ilha passou a liderar a prova. Celio Augusto, Gleiciomar Pereira dos Santos, Jose Mario Rodrigues, Robson Vigilato e o vira lata passaram a se revezar durante os trechos de trilha e estrada, começando pelo primeiro desafio, o Morro da Cruz, com um aperitivo de 200m de altitude.

Os 4 mosqueteiros e o cão foram incansáveis. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os 4 mosqueteiros e o cão foram incansáveis. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Enquanto isso, na prova feminina, Lara Martins saiu na frente num ritmo controlado e disposta a evitar que suas concorrentes se aproximassem. Zebra ao vencer a etapa de Tiradentes ano passado, a corredora já estava marcada por Vera Saporito e Elizabete Aparecida, que a todo o momento se esforçavam para alcançá-la.

Mesmo se poupando, Lara conseguiu a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mesmo se poupando, Lara conseguiu a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Passado o “mamão com açúcar” do primeiro morro, os atletas começaram a subir em direção à Praia de Castelhanos, localizada do lado oposto da Praia do Perequê e acessível por trilhas e estrada de terra. A altimetria máxima alcançada foi de 700m acima do nível do mar e, enquanto Celio lutava pela ponta, Lara corria sem ser ameaçada.

Na chegada a Castelhanos o posto de hidratação estava recheado de petiscos como amendoim, biscoitos, além de água e refrigerante para repor as energias. Sem perder tempo os corredores retornaram para a trilha e estrada e foram até o ponto máximo novamente antes de cruzar a linha de chegada no mesmo ponto de largada.

A chegada a Castelhanos foi sob um sol fraco. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A chegada a Castelhanos foi sob um sol fraco. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de acompanhar os corredores por 60 quilômetros, o cachorro diminuiu o ritmo no fim da prova para não ofuscar a vitória de Celio com 5h44min04. Ele preferiu chegar com Gleiciomar Pereira dos Santos e marcar 5h58min03, seguido por Leonardo Torres Alves com 6h06min02.

“Eu vim de lesão há duas semanas depois da Indomit em São Bento do Sapucaí, tive que desistir de uma prova semana passada, então hoje aqui vim sonhando com a vitória”, comenta o campeão. “Um dos corredores escapou no quilômetro 30, mas consegui buscá-lo nos 50 e graças a Deus fui campeão”, completa. Para Gleiciomar, o vice teve gosto de vitória. “Foi bastante difícil a prova, mas como treinei bem acompanhei o pessoal logo de cara nessa minha estreia na distância. Eu estava bem, mas no final me distrai com o ritmo e quebrei um pouco. Quero dedicar esse segundo lugar com sabor de primeiro à minha equipe, Torres Trail Run.

O cachorro virou atração entre os corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O cachorro virou atração entre os corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Já ao terceiro colocado, Leonardo, disse que a prova foi dura. “Os últimos 10 quilômetros castigaram por serem mais técnicos. Aqui a dificuldade é muito grande, mas a organização foi perfeita”.

Entre as mulheres, Lara fechou em primeiro tranquilamente com 7h27min58, seguida por Vera Saporito com 8h23min47 e Elizabete Aparecida Dias com 8h40min52. “Eu estava na dúvida se viria, porque estou me preparando para o Mont Blanc e estava cheia de dores. Mas o médico me liberou na terça-feira e ainda assim vim com dores”, comenta a campeã. “Resolvi fazer uma prova conservadora e consegui me poupar para os 12 quilômetros finais que são complicados”, completa a arquiteta.

Vera Saporito começou bem a prova, mas teve um problema que comprometeu seu rendimento. “Por volta do quilômetro dez torci o tornozelo e isso complicou minha prova. Mas resolvi não desistir, segui em frente e ainda garanti um segundo lugar”. Para a terceira colocada, Elizabete, quando a distância foi anunciada ela correu para se inscrever. “Essa prova é meu xodó. Saí na frente, mas fui ultrapassada e passei a colar na Vera para garantir um pódio, o que deu certo”.

Mesmo com dores Vera não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mesmo com dores Vera não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A próxima etapa do XTerra será nos dias quatro e cinco de junho na cidade de Paraty (RJ), com disputas de triathlon, corrida, corrida noturna, natação, mountain bike e kids. As inscrições já estão abertas pelo site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.


Cão vira pacer para vitória de Celio Augusto nos 60 km do XTerra BR

Corrida de Montanha · 07 maio, 2016

Por volta das 6h e com clima encoberto, cerca de 90 corredores se aqueciam na Praia do Perequê, em Ilhabela, para a disputa dos 60 quilômetros do XTerra Brasil nesse sábado (07/04). A largada cedo não impediu a empolgação e animação dos ultramaratonistas que saíram às 7h pontualmente para um percurso de alta dificuldade e cheio de obstáculos naturais.

A largada foi na praia do Perequê. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A largada foi na praia do Perequê. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Logo de cara um pelotão formado por quatro corredores e um cachorro local da ilha passou a liderar a prova. Celio Augusto, Gleiciomar Pereira dos Santos, Jose Mario Rodrigues, Robson Vigilato e o vira lata passaram a se revezar durante os trechos de trilha e estrada, começando pelo primeiro desafio, o Morro da Cruz, com um aperitivo de 200m de altitude.

Os 4 mosqueteiros e o cão foram incansáveis. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Os 4 mosqueteiros e o cão foram incansáveis. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Enquanto isso, na prova feminina, Lara Martins saiu na frente num ritmo controlado e disposta a evitar que suas concorrentes se aproximassem. Zebra ao vencer a etapa de Tiradentes ano passado, a corredora já estava marcada por Vera Saporito e Elizabete Aparecida, que a todo o momento se esforçavam para alcançá-la.

Mesmo se poupando, Lara conseguiu a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mesmo se poupando, Lara conseguiu a vitória. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Passado o “mamão com açúcar” do primeiro morro, os atletas começaram a subir em direção à Praia de Castelhanos, localizada do lado oposto da Praia do Perequê e acessível por trilhas e estrada de terra. A altimetria máxima alcançada foi de 700m acima do nível do mar e, enquanto Celio lutava pela ponta, Lara corria sem ser ameaçada.

Na chegada a Castelhanos o posto de hidratação estava recheado de petiscos como amendoim, biscoitos, além de água e refrigerante para repor as energias. Sem perder tempo os corredores retornaram para a trilha e estrada e foram até o ponto máximo novamente antes de cruzar a linha de chegada no mesmo ponto de largada.

A chegada a Castelhanos foi sob um sol fraco. Foto: Alexandre Koda/ Webrun A chegada a Castelhanos foi sob um sol fraco. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Depois de acompanhar os corredores por 60 quilômetros, o cachorro diminuiu o ritmo no fim da prova para não ofuscar a vitória de Celio com 5h44min04. Ele preferiu chegar com Gleiciomar Pereira dos Santos e marcar 5h58min03, seguido por Leonardo Torres Alves com 6h06min02.

“Eu vim de lesão há duas semanas depois da Indomit em São Bento do Sapucaí, tive que desistir de uma prova semana passada, então hoje aqui vim sonhando com a vitória”, comenta o campeão. “Um dos corredores escapou no quilômetro 30, mas consegui buscá-lo nos 50 e graças a Deus fui campeão”, completa. Para Gleiciomar, o vice teve gosto de vitória. “Foi bastante difícil a prova, mas como treinei bem acompanhei o pessoal logo de cara nessa minha estreia na distância. Eu estava bem, mas no final me distrai com o ritmo e quebrei um pouco. Quero dedicar esse segundo lugar com sabor de primeiro à minha equipe, Torres Trail Run.

O cachorro virou atração entre os corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O cachorro virou atração entre os corredores. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Já ao terceiro colocado, Leonardo, disse que a prova foi dura. “Os últimos 10 quilômetros castigaram por serem mais técnicos. Aqui a dificuldade é muito grande, mas a organização foi perfeita”.

Entre as mulheres, Lara fechou em primeiro tranquilamente com 7h27min58, seguida por Vera Saporito com 8h23min47 e Elizabete Aparecida Dias com 8h40min52. “Eu estava na dúvida se viria, porque estou me preparando para o Mont Blanc e estava cheia de dores. Mas o médico me liberou na terça-feira e ainda assim vim com dores”, comenta a campeã. “Resolvi fazer uma prova conservadora e consegui me poupar para os 12 quilômetros finais que são complicados”, completa a arquiteta.

Vera Saporito começou bem a prova, mas teve um problema que comprometeu seu rendimento. “Por volta do quilômetro dez torci o tornozelo e isso complicou minha prova. Mas resolvi não desistir, segui em frente e ainda garanti um segundo lugar”. Para a terceira colocada, Elizabete, quando a distância foi anunciada ela correu para se inscrever. “Essa prova é meu xodó. Saí na frente, mas fui ultrapassada e passei a colar na Vera para garantir um pódio, o que deu certo”.

Mesmo com dores Vera não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Mesmo com dores Vera não desistiu. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A próxima etapa do XTerra será nos dias quatro e cinco de junho na cidade de Paraty (RJ), com disputas de triathlon, corrida, corrida noturna, natação, mountain bike e kids. As inscrições já estão abertas pelo site oficial, o www.xterrabrasil.com.br.

Saiba os mitos e verdades sobre bandagens

Nos dias de hoje as bandagens são muito utilizadas no mundo esportivo, a causa disso foi uma revolução que começou há mais ou menos duas Olimpíadas atrás. Diversos atletas apareceram na televisão praticando suas atividades esportivas com bandagens elásticas coloridas em vários formatos pelo corpo.
Como tudo que aparece sendo utilizado pelos famosos vira moda, a bandagem teve um boom inicial de modismo irracional, ou seja, ninguém sabia se aquilo tinha algum tipo de comprovação científica, mas se atletas de ponta estavam usando, por que não usar?

Hoje existem várias marcas no mercado, algumas de péssima qualidade e com vários tipos de formato, outras vem pré-cortadas para serem utilizadas em determinadas localizações do corpo e outras vendem em rolos de diversos tamanhos para serem cortadas de acordo com a necessidade. O principal fator que se refere à qualidade é o quanto dura a fita ao ser colada no corpo, pois em situação normal, com o suor do dia a dia e um banho diário a fita pode durar de três a cinco dias fazendo efeito e é claro que nos primeiros dias o efeito é mais intenso, pois o tecido vai perdendo elasticidade. Se você após o banho usar o secador na bandagem isso aumenta a durabilidade da cola. Porém, quando utilizadas na piscina, por melhor que seja ela não vai durar mais que um dia.
Musculação aumenta o desempenho do corredor?

Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas Foto: Elbow/CC BY-SA 2.0 Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas Foto: Elbow/CC BY-SA 2.0

Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas, mas não é por isso que vamos deixar de usá-las, principalmente por dois motivos:

1- As bandagens sempre foram utilizadas dentro e fora do esporte como auxiliar de tratamento, ainda hoje nós utilizamos de bandagens rígidas para bloquear determinados movimentos (bandagem funcional) e a versão elástica neste sentido pode auxiliar trazendo mais percepção do movimento que deve ser corrigido.

2- O tipo de tração que a bandagem elástica imprime sobre a pele faz com que haja micromovimentos entre a pele seus tecidos subjacentes (os que estão abaixo dela), favorecendo muitas vezes a mobilidade tecidual que estimulamos nas sessões de fisioterapia.

Esta liberação tecidual é tão importante quanto as liberações profundas, para entender é só lembrar o quanto uma cicatriz de queimadura ou corte pode aderir e limitar o movimento de um membro ou do tronco. Quando liberamos estes tecidos na fisioterapia temos ótimos resultados na sensação de liberdade de movimento.

Portanto as bandagens sempre irão auxiliar o tratamento e a prevenção de lesões, sejam elásticas ou rígidas, o que temos que entender é que não existe milagre. Usar somente a bandagem sobre uma lesão não vai evitar que esta piore caso você não siga as orientações do profissional que utiliza da técnica como suporte. Para melhores resultados é importante que o profissional entenda de biomecânica, pois sem este conhecimento os resultados ficam limitados.

Aquela recomendação de sempre serve para este caso, sinta e respeite o seu corpo, assim você corre mais por muito mais tempo.

Bons treinos!


Saiba os mitos e verdades sobre bandagens

Corrida de Montanha · 02 maio, 2016

Nos dias de hoje as bandagens são muito utilizadas no mundo esportivo, a causa disso foi uma revolução que começou há mais ou menos duas Olimpíadas atrás. Diversos atletas apareceram na televisão praticando suas atividades esportivas com bandagens elásticas coloridas em vários formatos pelo corpo.
Como tudo que aparece sendo utilizado pelos famosos vira moda, a bandagem teve um boom inicial de modismo irracional, ou seja, ninguém sabia se aquilo tinha algum tipo de comprovação científica, mas se atletas de ponta estavam usando, por que não usar?

Hoje existem várias marcas no mercado, algumas de péssima qualidade e com vários tipos de formato, outras vem pré-cortadas para serem utilizadas em determinadas localizações do corpo e outras vendem em rolos de diversos tamanhos para serem cortadas de acordo com a necessidade. O principal fator que se refere à qualidade é o quanto dura a fita ao ser colada no corpo, pois em situação normal, com o suor do dia a dia e um banho diário a fita pode durar de três a cinco dias fazendo efeito e é claro que nos primeiros dias o efeito é mais intenso, pois o tecido vai perdendo elasticidade. Se você após o banho usar o secador na bandagem isso aumenta a durabilidade da cola. Porém, quando utilizadas na piscina, por melhor que seja ela não vai durar mais que um dia.
Musculação aumenta o desempenho do corredor?

Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas Foto: Elbow/CC BY-SA 2.0 Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas Foto: Elbow/CC BY-SA 2.0

Os estudos científicos não conseguiram ainda mostrar relevância na utilização destas bandagens elásticas, mas não é por isso que vamos deixar de usá-las, principalmente por dois motivos:

1- As bandagens sempre foram utilizadas dentro e fora do esporte como auxiliar de tratamento, ainda hoje nós utilizamos de bandagens rígidas para bloquear determinados movimentos (bandagem funcional) e a versão elástica neste sentido pode auxiliar trazendo mais percepção do movimento que deve ser corrigido.

2- O tipo de tração que a bandagem elástica imprime sobre a pele faz com que haja micromovimentos entre a pele seus tecidos subjacentes (os que estão abaixo dela), favorecendo muitas vezes a mobilidade tecidual que estimulamos nas sessões de fisioterapia.

Esta liberação tecidual é tão importante quanto as liberações profundas, para entender é só lembrar o quanto uma cicatriz de queimadura ou corte pode aderir e limitar o movimento de um membro ou do tronco. Quando liberamos estes tecidos na fisioterapia temos ótimos resultados na sensação de liberdade de movimento.

Portanto as bandagens sempre irão auxiliar o tratamento e a prevenção de lesões, sejam elásticas ou rígidas, o que temos que entender é que não existe milagre. Usar somente a bandagem sobre uma lesão não vai evitar que esta piore caso você não siga as orientações do profissional que utiliza da técnica como suporte. Para melhores resultados é importante que o profissional entenda de biomecânica, pois sem este conhecimento os resultados ficam limitados.

Aquela recomendação de sempre serve para este caso, sinta e respeite o seu corpo, assim você corre mais por muito mais tempo.

Bons treinos!

Existe segurança e responsabilidade no Trail Run?

Olá Trail Runner, tudo bem?

Depois do acontecimento de um óbito e duas atletas "presas" por três dias na montanha, muito se discutiu sobre a segurança e mesmo a escolha de provas por parte dos atletas. Um jornalista já escreveu algo sobre o fato, inclusive esteve presente ao evento.

Vou dar a minha opinião. Concorde ou não concorde!

O evento foi a Ultra Fiord, corrida na Patagônia Chilena (segunda edição) na cidade de Torres Del Paine, num dos locais mais inóspitos da região. Havia várias distâncias, incluindo 70, 100 e 160 quilômetros. Historicamente, é uma região de muito frio, nevascas, chuvas. Além disso, o percurso passa por terrenos de charco, lama, rochas, musgo e travessias de rio com a altura da água, muitas vezes no peito dos atletas, ou seja, é uma prova dura!
Como você planeja seu calendário de provas Trail?

Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas Foto: Arquivo pessoal Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas Foto: Arquivo pessoal

Nós brasileiros, estamos acostumados ao calor e aqui em nosso mercado, não há disponibilidade de equipamentos cinco estrelas tão acessíveis que sirvam para esse tipo de evento. Qual o grande erro? Os atletas não se preparam para tais desafios. Pulam etapas (lembram-se deste assunto?).

Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas. Deve-se começar com distâncias menores, em largadas diurnas, avaliando assim se o corpo sustenta bem determinado tipo de ambiente. Só depois disso o corredor pode partir para uma distância maior. Não podemos esquecer o período de aclimatação, onde o corredor deve testar seus equipamentos como luvas, meias, jaquetas, blusas segunda pele, gorro, manguito, pernito, calças.

Sobre a organização da prova cabe a ela enfatizar e checar se os atletas estão portando os equipamentos obrigatórios. Também faz parte, exigir comprovação de provas similares anteriores e, obviamente, estruturar o serviço de resgate, com helicóptero e barcos (quando possível), staff capacitado para ir a pé, trenó ou qualquer meio de locomoção viável. As informações e procedimentos básicos devem ser passadas no Congresso Técnico.

Em minha opinião todos têm sua parcela de culpa. Eles sabem de suas responsabilidades e devem sempre assumi-las, é sempre uma lástima quando um atleta falece em um evento desses.

Fica aqui minha homenagem e meu um minuto de silêncio.

Cruze a linha de chegada!


Existe segurança e responsabilidade no Trail Run?

Corrida de Montanha · 27 abr, 2016

Olá Trail Runner, tudo bem?

Depois do acontecimento de um óbito e duas atletas "presas" por três dias na montanha, muito se discutiu sobre a segurança e mesmo a escolha de provas por parte dos atletas. Um jornalista já escreveu algo sobre o fato, inclusive esteve presente ao evento.

Vou dar a minha opinião. Concorde ou não concorde!

O evento foi a Ultra Fiord, corrida na Patagônia Chilena (segunda edição) na cidade de Torres Del Paine, num dos locais mais inóspitos da região. Havia várias distâncias, incluindo 70, 100 e 160 quilômetros. Historicamente, é uma região de muito frio, nevascas, chuvas. Além disso, o percurso passa por terrenos de charco, lama, rochas, musgo e travessias de rio com a altura da água, muitas vezes no peito dos atletas, ou seja, é uma prova dura!
Como você planeja seu calendário de provas Trail?

Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas Foto: Arquivo pessoal Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas Foto: Arquivo pessoal

Nós brasileiros, estamos acostumados ao calor e aqui em nosso mercado, não há disponibilidade de equipamentos cinco estrelas tão acessíveis que sirvam para esse tipo de evento. Qual o grande erro? Os atletas não se preparam para tais desafios. Pulam etapas (lembram-se deste assunto?).

Para uma prova dessas, é preciso estar acostumado a tais temperaturas, não só em viagens de passeio, como principalmente em corridas. Deve-se começar com distâncias menores, em largadas diurnas, avaliando assim se o corpo sustenta bem determinado tipo de ambiente. Só depois disso o corredor pode partir para uma distância maior. Não podemos esquecer o período de aclimatação, onde o corredor deve testar seus equipamentos como luvas, meias, jaquetas, blusas segunda pele, gorro, manguito, pernito, calças.

Sobre a organização da prova cabe a ela enfatizar e checar se os atletas estão portando os equipamentos obrigatórios. Também faz parte, exigir comprovação de provas similares anteriores e, obviamente, estruturar o serviço de resgate, com helicóptero e barcos (quando possível), staff capacitado para ir a pé, trenó ou qualquer meio de locomoção viável. As informações e procedimentos básicos devem ser passadas no Congresso Técnico.

Em minha opinião todos têm sua parcela de culpa. Eles sabem de suas responsabilidades e devem sempre assumi-las, é sempre uma lástima quando um atleta falece em um evento desses.

Fica aqui minha homenagem e meu um minuto de silêncio.

Cruze a linha de chegada!

Você já ouviu falar de mindfulness?

A palavra mindfulness deriva do termo Pali Sati, um elemento essencial da prática budista. Esse termo, que tem sido traduzido para o português como Consciência Plena ou mais frequentemente como Atenção Plena, pode ser considerado como um processo de auto regulação da atenção, com o objetivo de trazer uma qualidade da consciência ao momento presente.

A prática está cada vez mais conhecida na Psiquiatria e Psicologia para aliviar uma variedade de condições físicas e mentais, incluindo TOC, ansiedade e na prevenção de recaída da depressão e dependência de drogas. O psiquiatra Daniel Sócrates explica que o mindfulness é um treino baseado na conexão "mente-corpo", podendo ajudá-lo a observar os seus padrões de pensamentos e de emoções. “Isso pode realmente mudar a maneira como alguém gera e reage a situações causadoras de stress, dando-lhe uma ferramenta valiosa para ficar mentalmente (e fisicamente) saudável”.
Quer melhorar sua corrida? Vá além do físico

Mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro Foto: Olly2/Fotolia Mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro Foto: Olly2/Fotolia

“Contrariando a crença popular, mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro”, explica Daniel. “Como mindfulness é uma abordagem a um estilo de vida, as pessoas são encorajadas a encontrar sua própria prática. Cada sujeito encontra a frequência e duração ideal para a prática dos exercícios de meditação, à medida que se encaixa e suporta as suas vidas”.

Mindfulness no esporte
Como as práticas esportivas exigem a capacidade de atenção dos atletas, a técnica é aperfeiçoada através dos treinos. “As práticas de mindfulness no contexto do esporte têm como principal função o aperfeiçoamento de algumas habilidades psicológicas, utilizando-se da capacidade de autorregulação, através do treino do foco e da atenção sobre o momento presente. Assim, vêm sendo procuradas por esportistas ao redor do mundo por serem consideradas fundamentais”, explica.

Segundo o psiquiatra, um estudo realizado na Universidade da Califórnia comprovou que por meio da meditação é possível elevar o rendimento em competições, uma vez que o treinamento mental é tão importante quanto o físico. “Os atletas de alto nível que se dedicaram à prática meditativa conseguiram evitar respostas automáticas e estresse elevado e mantêm o foco em seu desempenho”, conta.

Atletas de alto desempenho são adeptos da mindfulness, como a equipe de basquete do Chicago Bulls, do Los Angeles Lakers e LeBron James, astro do basquete norte-americano, além dos tenistas Novak Djokovic e Rafael Nadal. No Brasil, o lutador de MMA, Lyoto Machida, é praticante.

Como fazer?
Daniel explica que, assim como qualquer treinamento, há mais dificuldades no início, mas em questão de semanas o praticante consegue notar os benefícios. Em termos de tempo diário de prática, cerca de 20 minutos por dia já são suficientes para trazer resultados positivos.

“Não há uma exigência de área para a formação em meditação mindfulness. O importante é checar se o profissional que oferece esse serviço tem uma formação adequada e experiência no tema”, conta.


Você já ouviu falar de mindfulness?

Corrida de Montanha · 19 abr, 2016

A palavra mindfulness deriva do termo Pali Sati, um elemento essencial da prática budista. Esse termo, que tem sido traduzido para o português como Consciência Plena ou mais frequentemente como Atenção Plena, pode ser considerado como um processo de auto regulação da atenção, com o objetivo de trazer uma qualidade da consciência ao momento presente.

A prática está cada vez mais conhecida na Psiquiatria e Psicologia para aliviar uma variedade de condições físicas e mentais, incluindo TOC, ansiedade e na prevenção de recaída da depressão e dependência de drogas. O psiquiatra Daniel Sócrates explica que o mindfulness é um treino baseado na conexão "mente-corpo", podendo ajudá-lo a observar os seus padrões de pensamentos e de emoções. “Isso pode realmente mudar a maneira como alguém gera e reage a situações causadoras de stress, dando-lhe uma ferramenta valiosa para ficar mentalmente (e fisicamente) saudável”.
Quer melhorar sua corrida? Vá além do físico

Mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro Foto: Olly2/Fotolia Mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro Foto: Olly2/Fotolia

“Contrariando a crença popular, mindfulness não procura esvaziar a mente de pensamentos ou emoções, trata-se de prestar atenção ao momento presente, sem ficar apegado ao passado ou se preocupando com o futuro”, explica Daniel. “Como mindfulness é uma abordagem a um estilo de vida, as pessoas são encorajadas a encontrar sua própria prática. Cada sujeito encontra a frequência e duração ideal para a prática dos exercícios de meditação, à medida que se encaixa e suporta as suas vidas”.

Mindfulness no esporte
Como as práticas esportivas exigem a capacidade de atenção dos atletas, a técnica é aperfeiçoada através dos treinos. “As práticas de mindfulness no contexto do esporte têm como principal função o aperfeiçoamento de algumas habilidades psicológicas, utilizando-se da capacidade de autorregulação, através do treino do foco e da atenção sobre o momento presente. Assim, vêm sendo procuradas por esportistas ao redor do mundo por serem consideradas fundamentais”, explica.

Segundo o psiquiatra, um estudo realizado na Universidade da Califórnia comprovou que por meio da meditação é possível elevar o rendimento em competições, uma vez que o treinamento mental é tão importante quanto o físico. “Os atletas de alto nível que se dedicaram à prática meditativa conseguiram evitar respostas automáticas e estresse elevado e mantêm o foco em seu desempenho”, conta.

Atletas de alto desempenho são adeptos da mindfulness, como a equipe de basquete do Chicago Bulls, do Los Angeles Lakers e LeBron James, astro do basquete norte-americano, além dos tenistas Novak Djokovic e Rafael Nadal. No Brasil, o lutador de MMA, Lyoto Machida, é praticante.

Como fazer?
Daniel explica que, assim como qualquer treinamento, há mais dificuldades no início, mas em questão de semanas o praticante consegue notar os benefícios. Em termos de tempo diário de prática, cerca de 20 minutos por dia já são suficientes para trazer resultados positivos.

“Não há uma exigência de área para a formação em meditação mindfulness. O importante é checar se o profissional que oferece esse serviço tem uma formação adequada e experiência no tema”, conta.

Naventura une tranquilidade e percurso desafiador na prova de Garopaba

A empresa Naventura Outdoor Experiences vai mais uma vez levar corredores de montanha para correr em um local paradisíaco: Garopaba, cidade que é um dos principais destinos do litoral catarinense e costuma lotar de turistas durante feriados e no final do ano. No próximo dia 21 de maio, porém, inscritos e acompanhantes poderão aproveitar a região sem preocupações.

A prova terá distâncias de sete, 14 e 30 quilômetros e segue a filosofia da Naventura de abrir caminho para os novatos e aumentar o desafio para aqueles que já têm experiência fora do asfalto. “A natureza é o grande atrativo dessa região, que ainda conserva a tranquilidade das antigas vilas de pescadores, em meio a praias de grandes belezas naturais”, afirma Kleber Pacheco, responsável pela organização.

Garopaba une trilhas, praias e dunas. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura Garopaba une trilhas, praias e dunas. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura

Quem preferir se arriscar na prova maior vai passar pelas praias da Silveira, praia central de Garopaba e praia do Siriú, antes de enfrentar o perrengue de verdade. O Morro da Silveira, Morro do Fortunato e Morro do Macacu vão separar os meninos dos homens e as moças das mulheres. E pra os que ainda têm sede de desafios o percurso termina com as dunas do Siriú com algumas formações que chegam aos 30m de altura.

Os corredores que se inscreverem nos 14 quilômetros terão pela frente uma prova rápida, passando pelas principais praias, Morro da Silveira e dunas do Siriú. Já os novatos farão a maior parte do percurso na praia da Silveira, mas terão que encarar parte do Morro da Silveira com atitude máxima de 115m, para sentirem na pele o desafio de uma prova trail.

A largada e chegada de todas as distâncias serão à beira mar em uma região próxima a comércios, hotéis e restaurantes, para facilitar a circulação dos competidores e familiares e para que possam desfrutar do merecido descanso. As inscrições podem ser feitas no Ticket Agora, parceiro oficial de inscrições do Webrun.

As dunas farão parte do fim do percurso. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura As dunas farão parte do fim do percurso. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura


Naventura une tranquilidade e percurso desafiador na prova de Garopaba

Corrida de Montanha · 16 abr, 2016

A empresa Naventura Outdoor Experiences vai mais uma vez levar corredores de montanha para correr em um local paradisíaco: Garopaba, cidade que é um dos principais destinos do litoral catarinense e costuma lotar de turistas durante feriados e no final do ano. No próximo dia 21 de maio, porém, inscritos e acompanhantes poderão aproveitar a região sem preocupações.

A prova terá distâncias de sete, 14 e 30 quilômetros e segue a filosofia da Naventura de abrir caminho para os novatos e aumentar o desafio para aqueles que já têm experiência fora do asfalto. “A natureza é o grande atrativo dessa região, que ainda conserva a tranquilidade das antigas vilas de pescadores, em meio a praias de grandes belezas naturais”, afirma Kleber Pacheco, responsável pela organização.

Garopaba une trilhas, praias e dunas. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura Garopaba une trilhas, praias e dunas. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura

Quem preferir se arriscar na prova maior vai passar pelas praias da Silveira, praia central de Garopaba e praia do Siriú, antes de enfrentar o perrengue de verdade. O Morro da Silveira, Morro do Fortunato e Morro do Macacu vão separar os meninos dos homens e as moças das mulheres. E pra os que ainda têm sede de desafios o percurso termina com as dunas do Siriú com algumas formações que chegam aos 30m de altura.

Os corredores que se inscreverem nos 14 quilômetros terão pela frente uma prova rápida, passando pelas principais praias, Morro da Silveira e dunas do Siriú. Já os novatos farão a maior parte do percurso na praia da Silveira, mas terão que encarar parte do Morro da Silveira com atitude máxima de 115m, para sentirem na pele o desafio de uma prova trail.

A largada e chegada de todas as distâncias serão à beira mar em uma região próxima a comércios, hotéis e restaurantes, para facilitar a circulação dos competidores e familiares e para que possam desfrutar do merecido descanso. As inscrições podem ser feitas no Ticket Agora, parceiro oficial de inscrições do Webrun.

As dunas farão parte do fim do percurso. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura As dunas farão parte do fim do percurso. Foto: Kleber Pacheco/ Naventura

Mountain Do Costão é opção de 42km com requinte em meio à natureza

A Ilha da Magia, como é conhecida a cidade de Florianópolis (SC), receberá entre os dias 24 a 26 de junho a edição 2015 do Mountain Do Costão do Santinho, prova de trilhas com distâncias de oito, 21 e 42 quilômetros pela parte norte da ilha. A prova é realizada desde 2008 e ficou famosa entre os corredores por percorrer paisagens rústicas da região com poucos trechos urbanos.

Os trechos em trilha ajudam a refrescar durante o calor. Foto: divulgação Os trechos em trilha ajudam a refrescar durante o calor. Foto: divulgação

A largada acontece em frente ao Costão do Santinho Resort e em seguida os corredores seguem em direção ao sul da ilha subindo o Morro das Aranhas até alcançar as dunas da Praia dos Ingleses e entram na Trilha da Lomba do Ingá, com um túnel natural de vegetação. O próximo trecho é a Praia de Moçambique, que leva até o bairro dos Ingleses.

Mas não é só a praia que fará brilhar os olhos de quem correr pelo Mountain Do Costão, já que os trechos de trilha na Barra da Lagoa são de mata preservada e servem para amenizar o calor em caso de sol forte. Voltando para o norte aparecem as dunas que conectam a Praia do Santinho com os Ingleses e são uma atração à parte.

O vídeo a seguir mostra um pouco do que é a prova.

Além do percurso repleto de natureza selvagem, a prova oferece aos participantes coquetel de boas vindas na sexta-feira durante o congresso técnico, almoço de premiação no domingo e um kit recheado de produtos alusivos ao evento, como camiseta de tecido tecnológico, mochila, boné e squeeze. Todos que completarem no tempo determinado receberão um medalhão de participação e uma toalha.

As inscrições podem ser feitas no Ticket Agora, parceiro oficial do Webrun para inscrições de eventos.


Mountain Do Costão é opção de 42km com requinte em meio à natureza

Corrida de Montanha · 14 abr, 2016

A Ilha da Magia, como é conhecida a cidade de Florianópolis (SC), receberá entre os dias 24 a 26 de junho a edição 2015 do Mountain Do Costão do Santinho, prova de trilhas com distâncias de oito, 21 e 42 quilômetros pela parte norte da ilha. A prova é realizada desde 2008 e ficou famosa entre os corredores por percorrer paisagens rústicas da região com poucos trechos urbanos.

Os trechos em trilha ajudam a refrescar durante o calor. Foto: divulgação Os trechos em trilha ajudam a refrescar durante o calor. Foto: divulgação

A largada acontece em frente ao Costão do Santinho Resort e em seguida os corredores seguem em direção ao sul da ilha subindo o Morro das Aranhas até alcançar as dunas da Praia dos Ingleses e entram na Trilha da Lomba do Ingá, com um túnel natural de vegetação. O próximo trecho é a Praia de Moçambique, que leva até o bairro dos Ingleses.

Mas não é só a praia que fará brilhar os olhos de quem correr pelo Mountain Do Costão, já que os trechos de trilha na Barra da Lagoa são de mata preservada e servem para amenizar o calor em caso de sol forte. Voltando para o norte aparecem as dunas que conectam a Praia do Santinho com os Ingleses e são uma atração à parte.

O vídeo a seguir mostra um pouco do que é a prova.

Além do percurso repleto de natureza selvagem, a prova oferece aos participantes coquetel de boas vindas na sexta-feira durante o congresso técnico, almoço de premiação no domingo e um kit recheado de produtos alusivos ao evento, como camiseta de tecido tecnológico, mochila, boné e squeeze. Todos que completarem no tempo determinado receberão um medalhão de participação e uma toalha.

As inscrições podem ser feitas no Ticket Agora, parceiro oficial do Webrun para inscrições de eventos.

As melhores imagens da Indomit São Paulo estão aqui

Corrida de Montanha · 06 abr, 2016

A Indomit São Paulo agitou a cidade de São Bento do Sapucaí no último fim de semana (02 e 03/04). Reveja os perrengues que os corredores passaram no sol escaldante e se prepare para correr ano que vem novamente! Fotos por Alexandre Koda/ Webrun


E aí, se animou para correr uma prova da Indomit? Esse ano ainda tem etapas em Bombinhas e Mendoza! Então corre no http://bombinhasrunners.com.br/ para garantir uma vaga!