Corrida de Montanha

Ingerir leite antes da corrida pode prejudicar desempenho?

O leite deixou de ser o queridinho das dietas e cada vez mais produtos sem lactose estão no mercado, mas será que toda essa mudança faz realmente alguma diferença? Será que para quem corre há alguma substância prejudicial ao desempenho durante treinos e provas?

Segundo a nutricionista Patrícia Cruz existem explicações para o surgimento de cada vez mais indivíduos intolerantes. “Algumas pessoas vem diminuindo o consumo de leite fazendo com que a enzima lactase, que é responsável pela digestão da lactose, diminua sua capacidade de produção e ação, impossibilitando uma digestão eficiente”, diz. Outro fator importante é o estilo de vida da população em geral. “A dieta irregular, pobre em fibra, rica em gordura entre outros fatores ocasiona alterações microbiotas intestinais e assim, as intolerâncias alimentares surgem”, diz.

Os carboidratos de rápida digestão e em menor volume são a principal sugestão de Patrícia para o consumo pré-treino. “Não costumo prescrever leite por ser líquido e causar certo desconforto no início de uma corrida. Porém, ele só deve ser cortado completamente para pessoas que apresentarem diagnóstico positivo de intolerância ou alergia”, explica.

A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio, é importante além de muitas vezes existir a necessidade de suplementação oral. “Pode ser também que a pessoa não se sinta bem ao ingerir suplementos, porque muitos são a base de proteína do soro do leite, o que pode causar desconforto”, diz.

A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/Fotolia A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/Fotolia

Corrida X Leite
A nutricionista indica que os atletas optem por versões isentas ou com baixo teor de gordura. “O mais correto é que o alimento faça parte do desjejum ou café da manhã. Ele também pode ser consumido em uma refeição pós-treino para quem não se sente mal”.

Iogurtes naturais, desnatados, integrais, light e zero são boas opções para substituir o leite em si, enquanto queijos, principalmente os amarelos, oferecem um teor maior de gordura e sal que pode fazer mal a que consumir.


Ingerir leite antes da corrida pode prejudicar desempenho?

Corrida de Montanha · 13 jul, 2016

O leite deixou de ser o queridinho das dietas e cada vez mais produtos sem lactose estão no mercado, mas será que toda essa mudança faz realmente alguma diferença? Será que para quem corre há alguma substância prejudicial ao desempenho durante treinos e provas?

Segundo a nutricionista Patrícia Cruz existem explicações para o surgimento de cada vez mais indivíduos intolerantes. “Algumas pessoas vem diminuindo o consumo de leite fazendo com que a enzima lactase, que é responsável pela digestão da lactose, diminua sua capacidade de produção e ação, impossibilitando uma digestão eficiente”, diz. Outro fator importante é o estilo de vida da população em geral. “A dieta irregular, pobre em fibra, rica em gordura entre outros fatores ocasiona alterações microbiotas intestinais e assim, as intolerâncias alimentares surgem”, diz.

Os carboidratos de rápida digestão e em menor volume são a principal sugestão de Patrícia para o consumo pré-treino. “Não costumo prescrever leite por ser líquido e causar certo desconforto no início de uma corrida. Porém, ele só deve ser cortado completamente para pessoas que apresentarem diagnóstico positivo de intolerância ou alergia”, explica.

A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio, é importante além de muitas vezes existir a necessidade de suplementação oral. “Pode ser também que a pessoa não se sinta bem ao ingerir suplementos, porque muitos são a base de proteína do soro do leite, o que pode causar desconforto”, diz.

A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/Fotolia A substituição por leites vegetais como soja, amêndoa, arroz ou aveia, de preferência enriquecidos em cálcio é importante Foto: Luigi Giordano/Fotolia

Corrida X Leite
A nutricionista indica que os atletas optem por versões isentas ou com baixo teor de gordura. “O mais correto é que o alimento faça parte do desjejum ou café da manhã. Ele também pode ser consumido em uma refeição pós-treino para quem não se sente mal”.

Iogurtes naturais, desnatados, integrais, light e zero são boas opções para substituir o leite em si, enquanto queijos, principalmente os amarelos, oferecem um teor maior de gordura e sal que pode fazer mal a que consumir.

Rosalia Guarisch e Iazaldir Feitoza triunfam nos 50 km do XTerra Costa Verde

A edição 2016 do Xterra Costa Verde foi especial para os campeões dos 50 quilômetros, Iazaldir Feitoza e Rosalia Guarisch na tarde do último domingo (10/07), em Mangaratiba (RJ). Enquanto ele alcançou sua décima vitória no circuito até hoje, ela pôde mais uma vez colher os louros da vitória após uma parada por conta da gravidez e nascimento de sua filha.

Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Mas para alcançar o feito ambos tiveram que controlar o emocional e administrar o ritmo em uma prova que teve ventos fortes, cachorros soltos e vacas atravessando o percurso. O tiro de partida foi dado às 7h no interior do Hotel Portobello Resort ao som da tradicional música Highway to Hell, da banda australiana AC/DC. Iaza saiu num grupo formado por Carlos Magno, Odilon de Jesus e Marcus Paulo Borges, que passaram a se revezara na liderança para ajudar a quebrar o vento frontal.

Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Alguns quilômetros após a saída da trilha do oleoduto, já no asfalto, o grupo foi reduzido a três, já que Marcus não conseguia mais alcançar o ritmo dos líderes. O percurso seguia alternando piso de terra com asfalto, subidas e curvas fechadas na antiga Estrada Imperial (RJ-149). Entre as mulheres, Rosalia vinha correndo junto com Vera Saporito até o primeiro terço de prova, mas na área urbana passou a liderar sozinha e tinha como meta ultrapassar alguns homens.

O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Antes do posto de abastecimento da Serra do Piloto, Iazaldir já havia deixado os adversários para trás e passou a lutar contra o relógio com o objetivo de baixar seu tempo na distância. Após uma rápida hidratação ele retornou pelo mesmo caminho de ida até entrar na trilha que o levaria de volta às imediações do Hotel Portobello Resort, trecho em que a diferença para o então segundo colocado era de menos de um minuto.

Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Iazadir não aliviou o ritmo e cumpriu a meta de bater o recorde da prova: finalizou em primeiro com 3h55min52. “Todo ano participo de alguma prova do XTerra, já fui campeão do circuito algumas vezes, mas essa tem um sabor especial porque o último ano foi muito difícil na vida pessoal”, comenta o carioca. “Eu tinha duas opções: afundar-me na depressão ou levantar a cabeça e seguir em frente. Escolhi a porta da felicidade e continuar a fazer o que mais gosto que é correr”, completa o ultramaratonista que nunca havia corrido a distância de 50 quilômetros sub 4h.

Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A prova tinha vários trechos planos e boa parte de asfalto, algo que segundo Iaza não foi um problema. “Hoje em dia para você ser um corredor de trail tem que ser versátil e achar o equilíbrio, treinando subida, descida, asfalto para fazer o melhor de si. Eu sabia que tinha muita parte plana, então escolhi o tênis certo e estudei a prova para montar minha estratégia”.

Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A segunda colocação ficou com Gleiciomar dos Santos (4h07min54) e a terceira com Odilon de Jesus Leandro (4h10min45). “Eu tenho feito várias competições e acredito que o resultado dessa prova é fruto de um bom trabalho. O percurso não tinha muitas subidas, mas castiga um pouco”, conta o vice-campeão. “Estou muito contente por ter disputado com um atleta de alto nível como o Iazaldir”, completa. Já para Odilon, o terceiro lugar tem sabor de vitória. “Quero muito vencer esse Xterra, mas sempre tem atletas muito bons competindo. Fiquei um ano parado por conta de lesões, achei que não fosse chegar entre os primeiros, mas fiquei muito feliz com o resultado”.

Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgação Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgação

O retorno de uma campeã

Rosalia Guarisch ficou dois anos longe do Xterra por conta do nascimento de sua filha Maria e se emocionou ao cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. “É muito bom estar de volta, é horrível acompanhar só de longe uma prova tão irada como essa”, conta a carioca. “Consegui me manter rápida na trilha e também no asfalto, já que a altimetria sempre variava. Estava divertido, não foi uma prova monótona”.

Assim que cruzou o pórtico de chegada ela recebeu a filha nos braços e disse que não via a hora de contar para ela a aventura de mais uma corrida. “Queria dividir com a Maria tudo o que eu experimentei nessas cinco horas. Fugi de vaca, atravessei rio, enfrentei tempestade de areia, mas faço o que eu gosto. Espero que ela um dia descubra algo que goste tanto quanto eu gosto de correr”, conta emocionada. “Acompanhei essa prova em casa nesse tempo fora e estou muito feliz com o resultado”.

Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A segunda colocação ficou com Giuliana Zanatta (5h31min) e a terceira com Vera Saporito (6h05min33). “Particularmente gostei bastante da prova por conta dos trechos de asfalto e as trilhas não muito técnicas”, conta a segunda colocada. “A parte mais complicada foi no final, quando encontrei o pessoal do short triathlon na trilha e tive que driblá-los para abrir caminho. Ultrapassei a Vera ainda no asfalto, mas alcançar a Rosalia não tem como, ela é única”, completa a dentista que mora em Itatiba (SP).

Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Já Vera Saporito confessa que o início da prova foi bastante complicado. “Sou muito ruim no asfalto, mas tudo o que eu sofri foi recompensado na parte técnica com subidas e descidas e consegui recuperar um pouco o tempo perdido”. Ela elogia a organização e diz que a cada ano os responsáveis pelo percurso se superam. “Haja criatividade desse pessoal, valeu a pena todo o perrengue”.

A próxima etapa do Circuito será em Ilhabela nos dias 27 e 28 de agosto com provas de short triathlon, corridas de 8,4 e 22,2 quilômetros, swim challenge noturno, enduro e Kids. As inscrições estão disponíveis pelo site oficial do Xterra.

Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ Webrun


Rosalia Guarisch e Iazaldir Feitoza triunfam nos 50 km do XTerra Costa Verde

Corrida de Montanha · 12 jul, 2016

A edição 2016 do Xterra Costa Verde foi especial para os campeões dos 50 quilômetros, Iazaldir Feitoza e Rosalia Guarisch na tarde do último domingo (10/07), em Mangaratiba (RJ). Enquanto ele alcançou sua décima vitória no circuito até hoje, ela pôde mais uma vez colher os louros da vitória após uma parada por conta da gravidez e nascimento de sua filha.

Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Parte da prova foi dentro do Hotel Portobello. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Mas para alcançar o feito ambos tiveram que controlar o emocional e administrar o ritmo em uma prova que teve ventos fortes, cachorros soltos e vacas atravessando o percurso. O tiro de partida foi dado às 7h no interior do Hotel Portobello Resort ao som da tradicional música Highway to Hell, da banda australiana AC/DC. Iaza saiu num grupo formado por Carlos Magno, Odilon de Jesus e Marcus Paulo Borges, que passaram a se revezara na liderança para ajudar a quebrar o vento frontal.

Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia e Vera estavam juntas no começo da corrida. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Alguns quilômetros após a saída da trilha do oleoduto, já no asfalto, o grupo foi reduzido a três, já que Marcus não conseguia mais alcançar o ritmo dos líderes. O percurso seguia alternando piso de terra com asfalto, subidas e curvas fechadas na antiga Estrada Imperial (RJ-149). Entre as mulheres, Rosalia vinha correndo junto com Vera Saporito até o primeiro terço de prova, mas na área urbana passou a liderar sozinha e tinha como meta ultrapassar alguns homens.

O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ Webrun O pelotão masculino não durou muito tempo junto. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Antes do posto de abastecimento da Serra do Piloto, Iazaldir já havia deixado os adversários para trás e passou a lutar contra o relógio com o objetivo de baixar seu tempo na distância. Após uma rápida hidratação ele retornou pelo mesmo caminho de ida até entrar na trilha que o levaria de volta às imediações do Hotel Portobello Resort, trecho em que a diferença para o então segundo colocado era de menos de um minuto.

Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia passou a liderar a prova sozinha na Rj-149. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Iazadir não aliviou o ritmo e cumpriu a meta de bater o recorde da prova: finalizou em primeiro com 3h55min52. “Todo ano participo de alguma prova do XTerra, já fui campeão do circuito algumas vezes, mas essa tem um sabor especial porque o último ano foi muito difícil na vida pessoal”, comenta o carioca. “Eu tinha duas opções: afundar-me na depressão ou levantar a cabeça e seguir em frente. Escolhi a porta da felicidade e continuar a fazer o que mais gosto que é correr”, completa o ultramaratonista que nunca havia corrido a distância de 50 quilômetros sub 4h.

Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Iaza administrou bem os techos de asfalto e trilha. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A prova tinha vários trechos planos e boa parte de asfalto, algo que segundo Iaza não foi um problema. “Hoje em dia para você ser um corredor de trail tem que ser versátil e achar o equilíbrio, treinando subida, descida, asfalto para fazer o melhor de si. Eu sabia que tinha muita parte plana, então escolhi o tênis certo e estudei a prova para montar minha estratégia”.

Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Vera aproveitou o riacho para se refrescar do calor do Rio de Janeiro. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A segunda colocação ficou com Gleiciomar dos Santos (4h07min54) e a terceira com Odilon de Jesus Leandro (4h10min45). “Eu tenho feito várias competições e acredito que o resultado dessa prova é fruto de um bom trabalho. O percurso não tinha muitas subidas, mas castiga um pouco”, conta o vice-campeão. “Estou muito contente por ter disputado com um atleta de alto nível como o Iazaldir”, completa. Já para Odilon, o terceiro lugar tem sabor de vitória. “Quero muito vencer esse Xterra, mas sempre tem atletas muito bons competindo. Fiquei um ano parado por conta de lesões, achei que não fosse chegar entre os primeiros, mas fiquei muito feliz com o resultado”.

Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgação Iaza venceu seu décimo Xterra. Foto: Bruno Meneghitti/ divulgação

O retorno de uma campeã

Rosalia Guarisch ficou dois anos longe do Xterra por conta do nascimento de sua filha Maria e se emocionou ao cruzar a linha de chegada em primeiro lugar. “É muito bom estar de volta, é horrível acompanhar só de longe uma prova tão irada como essa”, conta a carioca. “Consegui me manter rápida na trilha e também no asfalto, já que a altimetria sempre variava. Estava divertido, não foi uma prova monótona”.

Assim que cruzou o pórtico de chegada ela recebeu a filha nos braços e disse que não via a hora de contar para ela a aventura de mais uma corrida. “Queria dividir com a Maria tudo o que eu experimentei nessas cinco horas. Fugi de vaca, atravessei rio, enfrentei tempestade de areia, mas faço o que eu gosto. Espero que ela um dia descubra algo que goste tanto quanto eu gosto de correr”, conta emocionada. “Acompanhei essa prova em casa nesse tempo fora e estou muito feliz com o resultado”.

Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Rosalia dedicou a vitória à filha, Maria. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

A segunda colocação ficou com Giuliana Zanatta (5h31min) e a terceira com Vera Saporito (6h05min33). “Particularmente gostei bastante da prova por conta dos trechos de asfalto e as trilhas não muito técnicas”, conta a segunda colocada. “A parte mais complicada foi no final, quando encontrei o pessoal do short triathlon na trilha e tive que driblá-los para abrir caminho. Ultrapassei a Vera ainda no asfalto, mas alcançar a Rosalia não tem como, ela é única”, completa a dentista que mora em Itatiba (SP).

Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Giuliana é dentista e disse que usa a corrida como hobby. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Já Vera Saporito confessa que o início da prova foi bastante complicado. “Sou muito ruim no asfalto, mas tudo o que eu sofri foi recompensado na parte técnica com subidas e descidas e consegui recuperar um pouco o tempo perdido”. Ela elogia a organização e diz que a cada ano os responsáveis pelo percurso se superam. “Haja criatividade desse pessoal, valeu a pena todo o perrengue”.

A próxima etapa do Circuito será em Ilhabela nos dias 27 e 28 de agosto com provas de short triathlon, corridas de 8,4 e 22,2 quilômetros, swim challenge noturno, enduro e Kids. As inscrições estão disponíveis pelo site oficial do Xterra.

Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ Webrun Iazaldir e Rosalia voltaram para casa com uma bagagem extra. Foto: Alexandre Koda/ Webrun

Fone promete tecnologia fácil e eficaz na hora de praticar esportes

O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgação O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgação

A marca Harman apresenta o seu mais novo headphone esportivo ao mercado brasileiro: JBL Reflect Response. O fone, que conta com a tecnologia wireless, possui como um dos seus principais diferenciais a possibilidade de controlar volumes e chamadas com apenas o toque de um único botão, presente na face externa de cada concha.

Essa tecnologia oferece comodidade para o corredor que não precisa paralisar os treinos para alterar a playlist, ou ainda realizar e atender chamadas. Com o JBL Reflect Response também é possível aproveitar mais de dez horas de reprodução de som.

Sendo um headphone com bluetooth, o JBL Reflect Response foi projetado para a prática de exercícios com total liberdade. Com a proposta de ser mais leve, do que os demais headphones esportivos, ele possui um colar que repousa no pescoço aliviando assim, o peso do fone nos ouvidos ele conta ainda com ponteiras ergonômicas que proporcionam um encaixe anatômico.

À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho. Os seus cabos reflexivos, são resistentes e aprimoram a visibilidade noturna, o que os torna ideais tanto para atletas profissionais como para corredores de final de semana. O produto tem valor médio de R$ 929.

Detalhes técnicos
- Alto-falantes dinâmicos Premium de 8,6 mm
- Resposta de frequência de 10 Hz a 22 kHz
- Bluetooth

À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgação À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgação


Fone promete tecnologia fácil e eficaz na hora de praticar esportes

Caminhada · 12 jul, 2016

O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgação O produto promete duração de mais de dez horas de reprodução de som Foto: divulgação

A marca Harman apresenta o seu mais novo headphone esportivo ao mercado brasileiro: JBL Reflect Response. O fone, que conta com a tecnologia wireless, possui como um dos seus principais diferenciais a possibilidade de controlar volumes e chamadas com apenas o toque de um único botão, presente na face externa de cada concha.

Essa tecnologia oferece comodidade para o corredor que não precisa paralisar os treinos para alterar a playlist, ou ainda realizar e atender chamadas. Com o JBL Reflect Response também é possível aproveitar mais de dez horas de reprodução de som.

Sendo um headphone com bluetooth, o JBL Reflect Response foi projetado para a prática de exercícios com total liberdade. Com a proposta de ser mais leve, do que os demais headphones esportivos, ele possui um colar que repousa no pescoço aliviando assim, o peso do fone nos ouvidos ele conta ainda com ponteiras ergonômicas que proporcionam um encaixe anatômico.

À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho. Os seus cabos reflexivos, são resistentes e aprimoram a visibilidade noturna, o que os torna ideais tanto para atletas profissionais como para corredores de final de semana. O produto tem valor médio de R$ 929.

Detalhes técnicos
- Alto-falantes dinâmicos Premium de 8,6 mm
- Resposta de frequência de 10 Hz a 22 kHz
- Bluetooth

À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgação À prova de suor, o headphone permite ao usuário exercitar-se ao máximo sem que a transpiração influencie em seu desempenho Foto: divulgação

Revezamento Bertioga-Maresias terá percurso invertido pela primeira vez

A famosa Maratona de Revezamento Bertioga - Maresias terá uma nova face na edição do dia 22 de outubro. Pela primeira vez o percurso será invertido, tendo como largada a cidade de Maresias, na altura do portal 15 e terminando em Bertioga, mudando assim também o nome do evento.

Segundo Celio Balieiro, organizador da prova a intenção era fazer isto há muitos anos. “Desde o início gostaríamos de fazer uma prova que começasse em Bertioga e a outra em Maresias. Dessa vez, após tantos anos de provas nós conseguimos. Acredito que será uma corrida mais rápida, já que a serra é logo no início, então até mesmo na questão da parte psicológica, para o atleta, será um desafio melhor”.

Além disso, o organizador contou que a logística da prova que termina em Maresias é sempre mais complicada. “Fazendo ao contrário conseguimos liberar a serra bem mais cedo e os atletas correm em um horário que não há tanto movimento, bem menos perigoso, é bom para todo mundo”.

Organizadores querem aumento da prova para corredores percorrem duas vezes os 75km Foto: Divulgação/Facebook Organizadores querem aumento da prova para corredores percorrem duas vezes os 75km Foto: Divulgação/Facebook

Para os fãs do antigo percurso não ficarem chateados Celio avisa que as duas opções serão mantidas, cada uma em um período do ano. “Agora a próxima novidade é mudar o conceito da prova com o aumento da quilometragem. Depois de vários pedidos decidimos testar a proposta de uma ultra em dois dias. A ideia é que os atletas saiam no sábado e corram até Maresias e no domingo voltem a Bertioga, correndo duas vezes os 75 quilômetros”. Pode parecer impossível, mas o projeto já está em fase de teste. “Ano passado alguns corredores já fizeram a prova desta forma e queremos inserir este novo modelo oficialmente. A prova atrai até mesmo atletas estrangeiros, já temos quatro inscritos para outubro, queremos crescer mais”, diz.


Revezamento Bertioga-Maresias terá percurso invertido pela primeira vez

Corrida de Montanha · 11 jul, 2016

A famosa Maratona de Revezamento Bertioga - Maresias terá uma nova face na edição do dia 22 de outubro. Pela primeira vez o percurso será invertido, tendo como largada a cidade de Maresias, na altura do portal 15 e terminando em Bertioga, mudando assim também o nome do evento.

Segundo Celio Balieiro, organizador da prova a intenção era fazer isto há muitos anos. “Desde o início gostaríamos de fazer uma prova que começasse em Bertioga e a outra em Maresias. Dessa vez, após tantos anos de provas nós conseguimos. Acredito que será uma corrida mais rápida, já que a serra é logo no início, então até mesmo na questão da parte psicológica, para o atleta, será um desafio melhor”.

Além disso, o organizador contou que a logística da prova que termina em Maresias é sempre mais complicada. “Fazendo ao contrário conseguimos liberar a serra bem mais cedo e os atletas correm em um horário que não há tanto movimento, bem menos perigoso, é bom para todo mundo”.

Organizadores querem aumento da prova para corredores percorrem duas vezes os 75km Foto: Divulgação/Facebook Organizadores querem aumento da prova para corredores percorrem duas vezes os 75km Foto: Divulgação/Facebook

Para os fãs do antigo percurso não ficarem chateados Celio avisa que as duas opções serão mantidas, cada uma em um período do ano. “Agora a próxima novidade é mudar o conceito da prova com o aumento da quilometragem. Depois de vários pedidos decidimos testar a proposta de uma ultra em dois dias. A ideia é que os atletas saiam no sábado e corram até Maresias e no domingo voltem a Bertioga, correndo duas vezes os 75 quilômetros”. Pode parecer impossível, mas o projeto já está em fase de teste. “Ano passado alguns corredores já fizeram a prova desta forma e queremos inserir este novo modelo oficialmente. A prova atrai até mesmo atletas estrangeiros, já temos quatro inscritos para outubro, queremos crescer mais”, diz.

Conheça o Q/snack primeiro snack 100% a base de quinoa

Fonte de fósforo, ácido fólico, ferro, vitamina E, vitamina B1 e mais uma coleção de benefícios, a quinoa foi transformada em sabor em forma de snacks. Já à venda no Brasil, o Q/snack é o primeiro e único feito 100% de quinoa, sem glúten nem lactose, e pode ser consumido por crianças e adultos, com ou sem restrições alimentares.

“Além disso, é ideal para lanches rápidos, pois possui todos os nutrientes necessários para uma refeição”, conta Sergio Magalhães, um dos idealizadores do Q/snack. “A quinoa é um grão tão completo que não precisamos imputar mais nada no produto, a não ser sabor”, completa.

Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos (22g – com preço sugerido de R$ 9,90 e 44g – preço sugerido: R$ 14,90), Q/snack é integral, natural e vegano, não tem aditivos, conservantes, corantes artificiais, açúcar ou colesterol. Assim como a quinoa, é pura proteína com fibras, carboidratos e ácidos graxos essenciais (ômegas 3, 6 e 9), com adição dos temperos naturais de seus quatro diferentes sabores, cebola e salsa, sal marinho, chocolate e tomate com ervas. Mas, diferentemente da quinoa em grão, o Q/snack tem digestibilidade aumentada e não tem sabor amargo.

Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: Divulgação Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: Divulgação

Onde encontrar?

O Q/snack pode ser encontrado em alguns pontos de vendas específicos em São Paulo – Casa Santa Luzia, Empório Santa Maria e St. Marche, também pelo seu e-commerce: www.qsnack.com.br com entrega para todo o Brasil.

A cada produto comprado pelo e-commerce da marca, Q/snack doará R$ 1 para a Special Olympics Brasil, organização criada para apoiar portadores de deficiências intelectuais no treinamento e competições esportivas em diversas modalidades olímpicas, dando oportunidade para que desenvolvam suas aptidões físicas e sociais.



Conheça o Q/snack primeiro snack 100% a base de quinoa

Atletismo · 06 jul, 2016

Fonte de fósforo, ácido fólico, ferro, vitamina E, vitamina B1 e mais uma coleção de benefícios, a quinoa foi transformada em sabor em forma de snacks. Já à venda no Brasil, o Q/snack é o primeiro e único feito 100% de quinoa, sem glúten nem lactose, e pode ser consumido por crianças e adultos, com ou sem restrições alimentares.

“Além disso, é ideal para lanches rápidos, pois possui todos os nutrientes necessários para uma refeição”, conta Sergio Magalhães, um dos idealizadores do Q/snack. “A quinoa é um grão tão completo que não precisamos imputar mais nada no produto, a não ser sabor”, completa.

Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos (22g – com preço sugerido de R$ 9,90 e 44g – preço sugerido: R$ 14,90), Q/snack é integral, natural e vegano, não tem aditivos, conservantes, corantes artificiais, açúcar ou colesterol. Assim como a quinoa, é pura proteína com fibras, carboidratos e ácidos graxos essenciais (ômegas 3, 6 e 9), com adição dos temperos naturais de seus quatro diferentes sabores, cebola e salsa, sal marinho, chocolate e tomate com ervas. Mas, diferentemente da quinoa em grão, o Q/snack tem digestibilidade aumentada e não tem sabor amargo.

Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: Divulgação Com formato de rings e balls, em embalagens de dois tamanhos Foto: Divulgação

Onde encontrar?

O Q/snack pode ser encontrado em alguns pontos de vendas específicos em São Paulo – Casa Santa Luzia, Empório Santa Maria e St. Marche, também pelo seu e-commerce: www.qsnack.com.br com entrega para todo o Brasil.

A cada produto comprado pelo e-commerce da marca, Q/snack doará R$ 1 para a Special Olympics Brasil, organização criada para apoiar portadores de deficiências intelectuais no treinamento e competições esportivas em diversas modalidades olímpicas, dando oportunidade para que desenvolvam suas aptidões físicas e sociais.


Pulseira de pagamentos deixa você sem preocupações na hora do exercício

Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova d’água e sem uso de bateria.

Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação

A ideia de “livrar” as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. “Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar”, explica Emmel.

Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova d’água. “Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc.”, finaliza Purim.

Como funciona?

A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação

Por meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.

O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.


Pulseira de pagamentos deixa você sem preocupações na hora do exercício

Corrida de Montanha · 28 jun, 2016

Você já pensou em sair para praticar exercícios físicos sem precisar esconder o dinheiro ou o cartão na roupa? E se pudesse pagar a sua água com uma pulseira? Isso já é possível com a ATAR Band, o primeiro wearable (tecnologia vestível) do país, à prova d’água e sem uso de bateria.

Para fazer um pagamento, basta aproximar a ATAR Band da máquina de cartão e digitar a senha, sem precisar da carteira. O wearable funciona por meio da tecnologia de transmissão de dados sem fio por aproximação (NFC). A pulseira vestível é integrada a um aplicativo mobile, que permite ao usuário receber notificações a cada compra e acompanhar o histórico de pagamentos. "Pensamos também nos adeptos de esportes, que muitas vezes deixam de fazer compras porque não têm como carregar a carteira ou o cartão", comenta Orlando Purim Junior, CEO da startup.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira Foto: Divulgação

A ideia de “livrar” as carteiras surgiu em 2014, entre os amigos Orlando, 25, Mike Allan, 25, e Luiz Fernando Heidrich, 30. Depois de muitos testes e validações, inclusive de diretores do banco Bradesco, o produto já ganhou adeptos. Os primeiros produtos chegam no segundo semestre e prometem mudar o cotidiano dos esportistas brasileiros.

Independente do valor da compra, o usuário da tecnologia precisa digitar a senha para garantir a segurança financeira. Esse foi o principal diferencial ressaltado pelo estudante Pedro Kol Emmel, um dos primeiros usuários do wearable. “Além de ser uma opção mais rápida, é muito seguro porque não deixa nenhuma informação visível. O acessório não precisa de bateria e o custo é relativamente baixo. Acho que até por questão de segurança todos deveriam usar”, explica Emmel.

Outro destaque é o design da ATAR Band. Inicialmente nas cores preta e branca, a pulseira, além de discreta e inovadora, é maleável. O acessório também não precisa ser conectado a nenhum fio, dispensa bateria e é totalmente à prova d’água. “Com isso, o wearable contempla qualquer esporte, inclusive os aquáticos, como surf, natação e etc.”, finaliza Purim.

Como funciona?

A primeira coisa a fazer para usar a ATAR band é inserir carga na pulseira. Para por carga, o usuário acessa o aplicativo da ATAR e gera um boleto com o valor que quer colocar na pulseira, depois é só pagar o boleto no internet banking de seu banco.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos. Pagar com wearable é muito fácil: o estabelecimento precisa contar com uma máquina de cartão que aceite a tecnologia contactless (NFC). Após inserir o valor da compra na máquina de cartão, o usuário aproxima o acessório da máquina, coloca a sua senha pessoal e o pagamento está feito. O pagamento leva segundos para ser feito.

Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação Depois que o usuário tiver carga na pulseira, já é possível usar a fazer pagamentos nos estabelecimentos Foto: Divulgação

Por meio do aplicativo o usuário também receberá uma notificação quando realizar um pagamento e poderá acompanhar o histórico de tudo que foi gasto, sem precisar empilhar recibos. Além disso, o app tem a função "segurança", que permite bloquear a pulseira de forma simples, segura e rápida.

O acessório desenvolvido pela startup ATAR, está disponível para compra online no site: www.wearatar.com, no valor de R$ 249.

Costão do Santinho recebe Mountain Do para prova cheia de aventura

O fim de semana foi movimentado no lado Norte de Florianópolis, a Ilha da Magia recebeu mais uma edição do Mountain Do Costão do Santinho e cerca de 900 atletas correram as distâncias de oito, 21 e 42 quilômetros por diversos trechos de praia, single track e visuais de tirar o fôlego.
Existe segurança e responsabilidade no Trail Run?

Atletas largaram na praia do Costão do Santinho neste sábado (25) Foto: Christina Volpe/Webrun Atletas largaram na praia do Costão do Santinho neste sábado (25) Foto: Christina Volpe/Webrun

A sexta-feira (24) foi dia de retirada de kit na Expo, que estava localizada ao lado do Resort Costão do Santinho. Os atletas receberam suas mochilas da prova com camiseta, chip e diversos mimos dos patrocinadores da prova e além disso, podiam curtir estandes como a Salomon, Garmin, Probiótica entre muitas outras.

Iniciando os trabalhos e dando uma injeção de incentivo aos corredores na noite anterior a prova, o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima, que correu o percurso de oito quilômetros, conversou com atletas e fez com que a animação para o dia seguinte crescesse mais ainda, logo depois Kiko, o organizador do evento deu as últimas orientações aos atletas e desejou boa sorte a todos.

Vanderlei Cordeiro foi padrinho da prova e escolheu o percurso de oito quilômetros para correr pela primeira vez uma prova de montanha Foto: Christina Volpe/Webrun Vanderlei Cordeiro foi padrinho da prova e escolheu o percurso de oito quilômetros para correr pela primeira vez uma prova de montanha Foto: Christina Volpe/Webrun

Dia da prova

O inverno catarinense proporcionou um dia de céu ensolarado aos atletas neste sábado (25), e a primeira largada foi a dos 42 quilômetros, às 8h30 da manhã. O percurso teve mudanças em relação ano passado, sendo que o primeiro trecho de dunas foi tirado e o final da prova ficou mais desafiador, com uma trilha com cerca de 4,5 quilômetros com muita lama e diversas single tracks, mas que valiam a pena quando o corredor olhava para a vista do mar.

Elina Maria foi a terceira colocada dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe Elina Maria foi a terceira colocada dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe

A meia maratona que largou às 9h da manhã também teve o trecho de trilha incluído, tornando ainda mais desafiadora a conclusão da prova. Os oito quilômetros foi o percurso que possuiu mais atletas inscritos e teve sua largada às 9h30, assim a festa estava oficialmente iniciada.

Campeões 42km

O lugar mais alto do pódio foi do corredor Hamilton Kravice, que se tornou bicampeão do percurso e finalizou a prova em 3h12min25. “Esta é minha segunda participação na prova e segundo pódio, isso é muito legal. Além disso, correr em Floripa é lindo principalmente no Costão. Tive dificuldades na areia já que não costumo treinar nela, mesmo assim abaixei meu tempo em relação ao ano passado”, diz.

Hamilton baixou seu tempo em relação ao ano passado Foto: Christina Volpe/Webrun Hamilton baixou seu tempo em relação ao ano passado Foto: Christina Volpe/Webrun

A segunda colocação ficou com Vinicius Anzolim, com o tempo de 3h32min29. O atleta que trabalha embarcado em navio vinha há 15 dias sem treinar, mesmo assim se superou e teve uma ótima colocação. “A prova estava muito dura, foi meu primeiro Mountain Do e achei a organização incrível, sem dúvida eu faria outro”, diz.

Pódio masculino dos 42 quilômetros. Hamilton se tornou bicampeão da prova Foto: Christina Volpe/Webrun Pódio masculino dos 42 quilômetros. Hamilton se tornou bicampeão da prova Foto: Christina Volpe/Webrun

E o carioca Leonardo Ferreira Schwab, terminou em terceiro lugar com 3h35min18. “A prova estava perfeita, em relação a organização foi sensacional! Esta foi minha primeira Mountain Do e quero voltar. O que mais gosto de lembrar é que a competição existe mas é contra você mesmo, o objetivo ao final de tudo é se divertir passando por todas as dificuldades de uma trail run, fazendo valer a pena todas as coisas que foram abdicadas e conseguindo atingir o objetivo!”, conta.

Mulheres

Entre as mulheres a primeira colocada foi Luisa Schäffer Vargas com o tempo de 4h17min18. Ela que é de Florianópolis e nunca tinha participado de uma prova de montanha, estava orgulhosa. “Foi uma corrida dura, as dunas no final do percurso dificultaram anda mais, mas mesmo assim foi incrível”, conta. Ana Terezinha Zottis terminou na segunda colocação com o tempo de 4h24min03. “A prova é lindíssima, com diversas paisagens diferentes e também dificuldades. Não esperava o segundo lugar, então foi um presente para mim”.

Pódio feminino dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe/Webrun Pódio feminino dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe/Webrun

A atleta carioca Elina Maria Almada foi a terceira colocada, com o tempo de 4h35min33. “O desafio da mudança contínua de terrenos torna essa prova mais complicada, como não fiz um treinamento específico para isso foi difícil, mas valeu muito a pena e o pódio foi uma surpresa”.


Costão do Santinho recebe Mountain Do para prova cheia de aventura

Corrida de Montanha · 27 jun, 2016

O fim de semana foi movimentado no lado Norte de Florianópolis, a Ilha da Magia recebeu mais uma edição do Mountain Do Costão do Santinho e cerca de 900 atletas correram as distâncias de oito, 21 e 42 quilômetros por diversos trechos de praia, single track e visuais de tirar o fôlego.
Existe segurança e responsabilidade no Trail Run?

Atletas largaram na praia do Costão do Santinho neste sábado (25) Foto: Christina Volpe/Webrun Atletas largaram na praia do Costão do Santinho neste sábado (25) Foto: Christina Volpe/Webrun

A sexta-feira (24) foi dia de retirada de kit na Expo, que estava localizada ao lado do Resort Costão do Santinho. Os atletas receberam suas mochilas da prova com camiseta, chip e diversos mimos dos patrocinadores da prova e além disso, podiam curtir estandes como a Salomon, Garmin, Probiótica entre muitas outras.

Iniciando os trabalhos e dando uma injeção de incentivo aos corredores na noite anterior a prova, o medalhista olímpico Vanderlei Cordeiro de Lima, que correu o percurso de oito quilômetros, conversou com atletas e fez com que a animação para o dia seguinte crescesse mais ainda, logo depois Kiko, o organizador do evento deu as últimas orientações aos atletas e desejou boa sorte a todos.

Vanderlei Cordeiro foi padrinho da prova e escolheu o percurso de oito quilômetros para correr pela primeira vez uma prova de montanha Foto: Christina Volpe/Webrun Vanderlei Cordeiro foi padrinho da prova e escolheu o percurso de oito quilômetros para correr pela primeira vez uma prova de montanha Foto: Christina Volpe/Webrun

Dia da prova

O inverno catarinense proporcionou um dia de céu ensolarado aos atletas neste sábado (25), e a primeira largada foi a dos 42 quilômetros, às 8h30 da manhã. O percurso teve mudanças em relação ano passado, sendo que o primeiro trecho de dunas foi tirado e o final da prova ficou mais desafiador, com uma trilha com cerca de 4,5 quilômetros com muita lama e diversas single tracks, mas que valiam a pena quando o corredor olhava para a vista do mar.

Elina Maria foi a terceira colocada dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe Elina Maria foi a terceira colocada dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe

A meia maratona que largou às 9h da manhã também teve o trecho de trilha incluído, tornando ainda mais desafiadora a conclusão da prova. Os oito quilômetros foi o percurso que possuiu mais atletas inscritos e teve sua largada às 9h30, assim a festa estava oficialmente iniciada.

Campeões 42km

O lugar mais alto do pódio foi do corredor Hamilton Kravice, que se tornou bicampeão do percurso e finalizou a prova em 3h12min25. “Esta é minha segunda participação na prova e segundo pódio, isso é muito legal. Além disso, correr em Floripa é lindo principalmente no Costão. Tive dificuldades na areia já que não costumo treinar nela, mesmo assim abaixei meu tempo em relação ao ano passado”, diz.

Hamilton baixou seu tempo em relação ao ano passado Foto: Christina Volpe/Webrun Hamilton baixou seu tempo em relação ao ano passado Foto: Christina Volpe/Webrun

A segunda colocação ficou com Vinicius Anzolim, com o tempo de 3h32min29. O atleta que trabalha embarcado em navio vinha há 15 dias sem treinar, mesmo assim se superou e teve uma ótima colocação. “A prova estava muito dura, foi meu primeiro Mountain Do e achei a organização incrível, sem dúvida eu faria outro”, diz.

Pódio masculino dos 42 quilômetros. Hamilton se tornou bicampeão da prova Foto: Christina Volpe/Webrun Pódio masculino dos 42 quilômetros. Hamilton se tornou bicampeão da prova Foto: Christina Volpe/Webrun

E o carioca Leonardo Ferreira Schwab, terminou em terceiro lugar com 3h35min18. “A prova estava perfeita, em relação a organização foi sensacional! Esta foi minha primeira Mountain Do e quero voltar. O que mais gosto de lembrar é que a competição existe mas é contra você mesmo, o objetivo ao final de tudo é se divertir passando por todas as dificuldades de uma trail run, fazendo valer a pena todas as coisas que foram abdicadas e conseguindo atingir o objetivo!”, conta.

Mulheres

Entre as mulheres a primeira colocada foi Luisa Schäffer Vargas com o tempo de 4h17min18. Ela que é de Florianópolis e nunca tinha participado de uma prova de montanha, estava orgulhosa. “Foi uma corrida dura, as dunas no final do percurso dificultaram anda mais, mas mesmo assim foi incrível”, conta. Ana Terezinha Zottis terminou na segunda colocação com o tempo de 4h24min03. “A prova é lindíssima, com diversas paisagens diferentes e também dificuldades. Não esperava o segundo lugar, então foi um presente para mim”.

Pódio feminino dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe/Webrun Pódio feminino dos 42 quilômetros Foto: Christina Volpe/Webrun

A atleta carioca Elina Maria Almada foi a terceira colocada, com o tempo de 4h35min33. “O desafio da mudança contínua de terrenos torna essa prova mais complicada, como não fiz um treinamento específico para isso foi difícil, mas valeu muito a pena e o pódio foi uma surpresa”.

Aula de jump pode melhorar o seu desempenho na corrida

As academias oferecem diversas opções de aulas, entre elas está o jump que une o som de uma música animada, pequenas camas elásticas e pessoas dispostas a se exercitar. O fato é que esses exercícios ajudam os esportistas a entrarem em forma, mas, além disso, a aula de jump pode ser uma grande aliada para os praticantes de corrida.

Segundo o educador físico Ricardo Wesley Custódio, é possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump, isso apesar dos membros inferiores serem obviamente os mais solicitados nas aulas tradicionais.

É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr

“Atualmente é comum observar a execução de outros movimentos nessas aulas, utilizando eventualmente a cama elástica como uma plataforma de desequilíbrio para fazer flexões de braço, por exemplo. Essa é uma tentativa de tornar a aula um estímulo mais completo”, conta Ricardo.

Sendo assim, o afundo e o agachamento são exemplos de exercícios que podem ser executados nesse tipo de aula. Já em relação aos membros superiores, são comuns flexão de braço, desenvolvimento e remadas. “Normalmente utilizando elásticos ou barras montadas”, completa o educador físico.

Para os corredores, os benefícios do jump só aumentam. De acordo com o educador físico, essa aula foca no uso de força elástica dos membros inferiores, o que é importante para o praticante de corrida. “Esse tipo de estímulo vai ajudar a melhorar a performance do atleta. Alguns outros exercícios que podem ser realizados na cama elástica podem servir para melhorar a estabilidade articular, que são basicamente todos os exercícios de equilíbrio ou realizados de maneira a manter somente um pé de apoio”, afirma.

Outro lado bom da atividade para o praticante da corrida é que os demais exercícios realizados na aula são benéficos para a prevenção de lesões. Por fim, Ricardo afirma que os movimentos precisam ser realizados de maneira adequada, com a intensidade de acordo com o nível do praticante. O importante é ter sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, que vai conduzir a aula para que todos os cuidados necessários sejam tomados.

Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo

Power Jump Black Series

Falando em jump, você já imaginou uma aula dinâmica, intensa e que proporciona a queima de até 400 calorias em 30 minutos? O Power Jump Black Series é o novo treino da Bio Ritmo e promete ajudar no emagrecimento, além de melhorar equilíbrio, força, flexibilidade e resistência muscular.

O treino combina movimentos no mini trampolim com o uso de rubber bands (elástico fitness) e anilhas. O Power Jump Black Series é indicado para as pessoas que buscam treinos de curta duração, alta intensidade e que trazem resultados rápidos.

Vale destacar que essa aula foi lançada na última terça-feira (21/06), na Bio Ritmo Paulista, e já está disponível em mais de dez unidades em São Paulo.


Aula de jump pode melhorar o seu desempenho na corrida

Corrida de Montanha · 24 jun, 2016

As academias oferecem diversas opções de aulas, entre elas está o jump que une o som de uma música animada, pequenas camas elásticas e pessoas dispostas a se exercitar. O fato é que esses exercícios ajudam os esportistas a entrarem em forma, mas, além disso, a aula de jump pode ser uma grande aliada para os praticantes de corrida.

Segundo o educador físico Ricardo Wesley Custódio, é possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump, isso apesar dos membros inferiores serem obviamente os mais solicitados nas aulas tradicionais.

É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr É possível trabalhar quase todas as musculaturas na aula de jump. Foto: ACM Brasília/Flickr

“Atualmente é comum observar a execução de outros movimentos nessas aulas, utilizando eventualmente a cama elástica como uma plataforma de desequilíbrio para fazer flexões de braço, por exemplo. Essa é uma tentativa de tornar a aula um estímulo mais completo”, conta Ricardo.

Sendo assim, o afundo e o agachamento são exemplos de exercícios que podem ser executados nesse tipo de aula. Já em relação aos membros superiores, são comuns flexão de braço, desenvolvimento e remadas. “Normalmente utilizando elásticos ou barras montadas”, completa o educador físico.

Para os corredores, os benefícios do jump só aumentam. De acordo com o educador físico, essa aula foca no uso de força elástica dos membros inferiores, o que é importante para o praticante de corrida. “Esse tipo de estímulo vai ajudar a melhorar a performance do atleta. Alguns outros exercícios que podem ser realizados na cama elástica podem servir para melhorar a estabilidade articular, que são basicamente todos os exercícios de equilíbrio ou realizados de maneira a manter somente um pé de apoio”, afirma.

Outro lado bom da atividade para o praticante da corrida é que os demais exercícios realizados na aula são benéficos para a prevenção de lesões. Por fim, Ricardo afirma que os movimentos precisam ser realizados de maneira adequada, com a intensidade de acordo com o nível do praticante. O importante é ter sempre o acompanhamento de um profissional de educação física, que vai conduzir a aula para que todos os cuidados necessários sejam tomados.

Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo Power Jump Black Series. Foto: divulgação/Bio Ritmo

Power Jump Black Series

Falando em jump, você já imaginou uma aula dinâmica, intensa e que proporciona a queima de até 400 calorias em 30 minutos? O Power Jump Black Series é o novo treino da Bio Ritmo e promete ajudar no emagrecimento, além de melhorar equilíbrio, força, flexibilidade e resistência muscular.

O treino combina movimentos no mini trampolim com o uso de rubber bands (elástico fitness) e anilhas. O Power Jump Black Series é indicado para as pessoas que buscam treinos de curta duração, alta intensidade e que trazem resultados rápidos.

Vale destacar que essa aula foi lançada na última terça-feira (21/06), na Bio Ritmo Paulista, e já está disponível em mais de dez unidades em São Paulo.

APTR Ultra do Itacolomi traz cenário de beleza rara aos participantes

Ainda estão abertas as inscrições para a APTR Ultra do Itacolomi, dia dois de julho no Parque Estadual do Itacolomi, em Minas Gerais. O parque, localizado entre as cidades de Ouro Preto e Mariana, faz parte do Instituto Estadual da Floresta (IEF) e oferece aos atletas paisagens incríveis e percursos desafiadores. A prova terá as distâncias seis, 12, 25 e 55 quilômetros. Inclusive, a ultra de 55 quilômetros oferece três pontos para os atletas que buscam pontuação para a UTMB.

A terceira edição da APTR Ultra do Itacolomi tem 80% do percurso dentro do parque, o que proporciona aos atletas uma prova recheada de emoções e uma completa interação com a natureza. “O percurso é paradisíaco e desafiador. Imagina correr com um cenário que tem cachoeiras, rio e lagos”, diz Adevan Pereira, diretor da AP Trail Run.

A Ultra do Itacolomi atrai ultramaratonistas que planejam correr a Ultra Trail Du Mont Blanc, mas também aqueles que estão iniciando no trail run ou buscando aumentar as distâncias e ganhar experiência. “Pelo percurso há postos de hidratação completos, com água, Powerade, Coca-Cola, paçoca, chocolate, frutas e pães. Para os atletas da ultra, há alimentação em quentinhas com carne moída e purê de batatas. Para os que não comem carne, purê de batatas com legumes”, diz Adevan.

Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais Foto: Danylo Goto/super+ação Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais Foto: Danylo Goto/super+ação

O Parque Estadual do Itacolomi

O local possui uma área de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. Abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. Os mais importantes são os córregos do Manso, dos Prazeres, Domingos e do Benedito, o rio Acima e o ribeirão Belchior. Também há diversas espécies de animais raros e ameaçados de extinção.

Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais. O patrimônio está preservado, dando ao visitante uma real visão da paisagem contemplada pelos antigos viajantes destes caminhos. No final do século 18, na busca por riquezas, o bandeirante paulista, Antônio Dias, avistou o Pico do Itacolomi, que serviu como ponto de referência, para que outras expedições chegassem ao local com facilidade.


APTR Ultra do Itacolomi traz cenário de beleza rara aos participantes

Corrida de Montanha · 24 jun, 2016

Ainda estão abertas as inscrições para a APTR Ultra do Itacolomi, dia dois de julho no Parque Estadual do Itacolomi, em Minas Gerais. O parque, localizado entre as cidades de Ouro Preto e Mariana, faz parte do Instituto Estadual da Floresta (IEF) e oferece aos atletas paisagens incríveis e percursos desafiadores. A prova terá as distâncias seis, 12, 25 e 55 quilômetros. Inclusive, a ultra de 55 quilômetros oferece três pontos para os atletas que buscam pontuação para a UTMB.

A terceira edição da APTR Ultra do Itacolomi tem 80% do percurso dentro do parque, o que proporciona aos atletas uma prova recheada de emoções e uma completa interação com a natureza. “O percurso é paradisíaco e desafiador. Imagina correr com um cenário que tem cachoeiras, rio e lagos”, diz Adevan Pereira, diretor da AP Trail Run.

A Ultra do Itacolomi atrai ultramaratonistas que planejam correr a Ultra Trail Du Mont Blanc, mas também aqueles que estão iniciando no trail run ou buscando aumentar as distâncias e ganhar experiência. “Pelo percurso há postos de hidratação completos, com água, Powerade, Coca-Cola, paçoca, chocolate, frutas e pães. Para os atletas da ultra, há alimentação em quentinhas com carne moída e purê de batatas. Para os que não comem carne, purê de batatas com legumes”, diz Adevan.

Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais Foto: Danylo Goto/super+ação Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais Foto: Danylo Goto/super+ação

O Parque Estadual do Itacolomi

O local possui uma área de 7.543 hectares de matas onde predominam as quaresmeiras e candeias ao longo dos rios e córregos. Nas partes mais elevadas, aparecem os campos de altitude com afloramentos rochosos, onde se destacam as gramíneas e canelas de emas. Abriga muitas nascentes, escondidas nas matas, que deságuam, em sua maioria, no rio Gualaxo do Sul, afluente do rio Doce. Os mais importantes são os córregos do Manso, dos Prazeres, Domingos e do Benedito, o rio Acima e o ribeirão Belchior. Também há diversas espécies de animais raros e ameaçados de extinção.

Pelo Parque Estadual do Itacolomi e por Ouro Preto passaram as expedições em busca do ouro das Gerais. O patrimônio está preservado, dando ao visitante uma real visão da paisagem contemplada pelos antigos viajantes destes caminhos. No final do século 18, na busca por riquezas, o bandeirante paulista, Antônio Dias, avistou o Pico do Itacolomi, que serviu como ponto de referência, para que outras expedições chegassem ao local com facilidade.

XTerra Costa Verde terá triathlon e stand up noturno, em Mangaratiba

Ansiosos por novas aventuras em meio à natureza, os amantes do XTerra Brazil já têm o próximo destino definido. Após a edição de Paraty (RJ), disputada no início deste mês, os atletas colocarão novamente seus limites à prova no estado do Rio de Janeiro. Desta vez, o festival de esportes desembarca no Portobello Resort e Safari, em Mangaratiba, entre os dias nove e dez de julho. Recheado por novidades, o XTerra Costa Verde terá, entre seus atrativos, duas provas noturnas. Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto, que consiste em 750m de natação, 18 quilômetros de mountain bike e cinco de trail run -, e o XTerra Night Sup - competição de Stand Up Paddle, subdividida em quatro modalidades.

Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto Foto: Divulgação Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto Foto: Divulgação

Além das provas noturnas, o XTerra Costa Verde realizará mais cinco provas. No sábado, dia nove de julho, o Endurance abre as competições, com um percurso 50 quilômetros. Em seguida, o Half Trail Run dá sequência às disputas, com um percurso de 21,5 quilômetros. Fechando a manhã, é a vez do Short Trail Run, onde os competidores serão testados em um trajeto de 9,4 quilômetros.

No meio da tarde, o evento volta com força total com o Swim Challange, Nesta modalidade, os nadadores buscam a primeira colocação durante dois quilômetros de travessia em mar aberto. O dia, que promete ter ação de sobra, será completo com as provas noturnas. No domingo, dia dez, como de praxe, a Kids Mini Corrida reúne crianças de um a 13 anos para fechar o fim de semana de competições com muita integração com os familiares e as belezas naturais proporcionadas pelo município de Mangaratiba.

Os guerreiros interessados em participar da edições Costa Verde do XTerra Brazil Tour 2016 ainda possuem uma chance para efetuar suas inscrições nas modalidades de interesse. Basta acessar o http://www.xterrabrasil.com.br/tour-2016/xterra-costa-verde/ para obter maiores informações.



XTerra Costa Verde terá triathlon e stand up noturno, em Mangaratiba

Corrida de Montanha · 17 jun, 2016

Ansiosos por novas aventuras em meio à natureza, os amantes do XTerra Brazil já têm o próximo destino definido. Após a edição de Paraty (RJ), disputada no início deste mês, os atletas colocarão novamente seus limites à prova no estado do Rio de Janeiro. Desta vez, o festival de esportes desembarca no Portobello Resort e Safari, em Mangaratiba, entre os dias nove e dez de julho. Recheado por novidades, o XTerra Costa Verde terá, entre seus atrativos, duas provas noturnas. Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto, que consiste em 750m de natação, 18 quilômetros de mountain bike e cinco de trail run -, e o XTerra Night Sup - competição de Stand Up Paddle, subdividida em quatro modalidades.

Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto Foto: Divulgação Encabeçam a lista de disputas ao luar o Night Short XTerra Triathlon - trajeto mais curto Foto: Divulgação

Além das provas noturnas, o XTerra Costa Verde realizará mais cinco provas. No sábado, dia nove de julho, o Endurance abre as competições, com um percurso 50 quilômetros. Em seguida, o Half Trail Run dá sequência às disputas, com um percurso de 21,5 quilômetros. Fechando a manhã, é a vez do Short Trail Run, onde os competidores serão testados em um trajeto de 9,4 quilômetros.

No meio da tarde, o evento volta com força total com o Swim Challange, Nesta modalidade, os nadadores buscam a primeira colocação durante dois quilômetros de travessia em mar aberto. O dia, que promete ter ação de sobra, será completo com as provas noturnas. No domingo, dia dez, como de praxe, a Kids Mini Corrida reúne crianças de um a 13 anos para fechar o fim de semana de competições com muita integração com os familiares e as belezas naturais proporcionadas pelo município de Mangaratiba.

Os guerreiros interessados em participar da edições Costa Verde do XTerra Brazil Tour 2016 ainda possuem uma chance para efetuar suas inscrições nas modalidades de interesse. Basta acessar o http://www.xterrabrasil.com.br/tour-2016/xterra-costa-verde/ para obter maiores informações.