Caminhada

Conheça alguns fatores que influenciam o peso dos indivíduos

Nós podemos dizer que o nosso peso é uma resultante da congruência de nossos hábitos alimentares (quando, o quanto e o quê comemos) e de nosso gasto energético aplicados à nossa genética. Um dos grandes segredos que fazem essa conta não ser assim tão simples de ser fechada é que entra aí também, mas com peso diferente, a influência do meio em que vivemos sobre as nossas decisões e escolhas. Já disse aqui nesse espaço como as calorias no cardápio ou outras coisas aparentemente ainda mais simples têm influência nas nossas decisões e consequentemente em nossas medidas.

Outros exemplos interessantes vêm de uma coletânea de estudos publicada recentemente. Os pesquisadores Nicholas Christakis e James Fowler, por exemplo, examinaram uma enorme base de dados para confirmar algo que já se desconfiava: nós temos e adquirimos os mesmos hábitos alimentares de nossos amigos mais próximos. Sua silhueta pode acabar pagando a conta por causa do tipo de pessoa com quem você convive. Eles mostraram que 57% das pessoas estavam mais propensas a se tornar obesas se um dos amigos era obeso também. O mais assustador é que esse número é de ainda impressionantes 20% se um "amigo de nosso amigo" é obeso! Nesse caso, esse “risco” independe do peso do nosso amigo mais próximo, pois mesmo ele sendo magro, com o colega distante sendo gordo, temos os mesmos 20% a mais de chances!

No caso das mulheres há ainda outro comportamento peculiar. Outro estudo da University of British Columbia encontrou que, sem se dar conta, as mulheres fazem um ajuste do quanto devem comer baseado no fato da pessoa perto dela ser gorda ou magra. Se essa pessoa é magra e come muito, ela segue o mesmo ritmo, o que acaba gerando ganho de peso em muitas delas.

Se a pessoa com quem andamos pode influenciar, o que dizer do tamanho do nosso prato ou da tigela? O pesquisador Brian Wansink da Cornell University Food and Brand Lab fez um experimento no qual ele oferecia pipoca em grandes potes aos indivíduos. Quando estavam com grandes porções, as pessoas comiam 53% mais. Para piorar, em estudos com as pessoas assistindo TV, concluiu-se que as pessoas perdem alguns sinais que o cérebro envia sinalizando saciedade e pedindo para que paremos de comer. Os pesquisadores canadenses avaliaram que garotos que viam Simpsons consumiram 228 kcal a mais em pizza quando comparados com aqueles que não estavam em frente à TV.

E o que vestimos, atrapalha ou ajuda? Um estudo interessante aponta a relação do conforto da nossa roupa para a manutenção de nosso peso. Veja só, em tese, roupas apertadas ou justas supostamente fariam as pessoas notar que elas estão acima do peso, tendo assim maior cuidado com o peso e a alimentação, certo? Pois pesquisadores da University of Wisconsin-Lacrosse viram que com essas roupas as pessoas acabam se movimentando menos em função do desconforto fazendo assim com que economizem importante energia na guerra contra a balança. Vestindo estilos mais casuais as pessoas caminhavam até 8% mais do que com roupas mais formais.

E a apresentação daquilo que comemos? Todo nutricionista sabe que isso é fundamental na constituição de um bom cardápio. Muitos já devem ter ouvido a dica de fazer um prato “colorido” para que ele seja mais saudável e balanceado. Mas e quando estamos falando de doces? A regra vale? Pois tome cuidado quando o assunto não for os vegetais porque quando falamos de doces, mais cores e mais variedade também significam exagero. Em um estudo, quando havia seis cores diferentes de doces no mesmo pote, as pessoas comiam 69% mais do que quando havia potes sem diferenças nas cores. Quando havia a opção de sete e 10 diferentes cores de M&M’s, os expostos aos 10 comeram 43% a mais! Então cuidado porque a quantidade parece mais uma vez não sinalizar bem o que seria o suficiente.

E por fim, mas não menos importante, será que aquele comercial de comida ou fast food que você vê enquanto está sentado em frente à TV teria algum peso na sua dieta normal? Acredite, ele tem efeito, sim! Segundo um estudo da Health Psychology, as 120 crianças do estudo que assistiam a desenhos intercalados com comerciais consumiam até 45% mais porcarias que as não expostas. Já os 100 adultos que assistiam a um programa de TV consumiram também mais, seja alimentos saudáveis ou mesmo o junk food.

Em ambos os grupos essa propaganda aumentou o consumo não daquilo que foi anunciado, ou seja, ela não tem ação direta nesse caso, mas nos faz comer mais, sim. A teoria é que os comerciais fazem você achar que está com fome. Não importa o que esteja sendo veiculado, você então irá comer o que tiver por perto. São tantas as situações a que estamos expostos em nossa vida social que o melhor a fazer é evitar ter por perto tantas opções de alimento, dica essa que já é antiga.


Conheça alguns fatores que influenciam o peso dos indivíduos

Atletismo · 12 jan, 2010

Nós podemos dizer que o nosso peso é uma resultante da congruência de nossos hábitos alimentares (quando, o quanto e o quê comemos) e de nosso gasto energético aplicados à nossa genética. Um dos grandes segredos que fazem essa conta não ser assim tão simples de ser fechada é que entra aí também, mas com peso diferente, a influência do meio em que vivemos sobre as nossas decisões e escolhas. Já disse aqui nesse espaço como as calorias no cardápio ou outras coisas aparentemente ainda mais simples têm influência nas nossas decisões e consequentemente em nossas medidas.

Outros exemplos interessantes vêm de uma coletânea de estudos publicada recentemente. Os pesquisadores Nicholas Christakis e James Fowler, por exemplo, examinaram uma enorme base de dados para confirmar algo que já se desconfiava: nós temos e adquirimos os mesmos hábitos alimentares de nossos amigos mais próximos. Sua silhueta pode acabar pagando a conta por causa do tipo de pessoa com quem você convive. Eles mostraram que 57% das pessoas estavam mais propensas a se tornar obesas se um dos amigos era obeso também. O mais assustador é que esse número é de ainda impressionantes 20% se um "amigo de nosso amigo" é obeso! Nesse caso, esse “risco” independe do peso do nosso amigo mais próximo, pois mesmo ele sendo magro, com o colega distante sendo gordo, temos os mesmos 20% a mais de chances!

No caso das mulheres há ainda outro comportamento peculiar. Outro estudo da University of British Columbia encontrou que, sem se dar conta, as mulheres fazem um ajuste do quanto devem comer baseado no fato da pessoa perto dela ser gorda ou magra. Se essa pessoa é magra e come muito, ela segue o mesmo ritmo, o que acaba gerando ganho de peso em muitas delas.

Se a pessoa com quem andamos pode influenciar, o que dizer do tamanho do nosso prato ou da tigela? O pesquisador Brian Wansink da Cornell University Food and Brand Lab fez um experimento no qual ele oferecia pipoca em grandes potes aos indivíduos. Quando estavam com grandes porções, as pessoas comiam 53% mais. Para piorar, em estudos com as pessoas assistindo TV, concluiu-se que as pessoas perdem alguns sinais que o cérebro envia sinalizando saciedade e pedindo para que paremos de comer. Os pesquisadores canadenses avaliaram que garotos que viam Simpsons consumiram 228 kcal a mais em pizza quando comparados com aqueles que não estavam em frente à TV.

E o que vestimos, atrapalha ou ajuda? Um estudo interessante aponta a relação do conforto da nossa roupa para a manutenção de nosso peso. Veja só, em tese, roupas apertadas ou justas supostamente fariam as pessoas notar que elas estão acima do peso, tendo assim maior cuidado com o peso e a alimentação, certo? Pois pesquisadores da University of Wisconsin-Lacrosse viram que com essas roupas as pessoas acabam se movimentando menos em função do desconforto fazendo assim com que economizem importante energia na guerra contra a balança. Vestindo estilos mais casuais as pessoas caminhavam até 8% mais do que com roupas mais formais.

E a apresentação daquilo que comemos? Todo nutricionista sabe que isso é fundamental na constituição de um bom cardápio. Muitos já devem ter ouvido a dica de fazer um prato “colorido” para que ele seja mais saudável e balanceado. Mas e quando estamos falando de doces? A regra vale? Pois tome cuidado quando o assunto não for os vegetais porque quando falamos de doces, mais cores e mais variedade também significam exagero. Em um estudo, quando havia seis cores diferentes de doces no mesmo pote, as pessoas comiam 69% mais do que quando havia potes sem diferenças nas cores. Quando havia a opção de sete e 10 diferentes cores de M&M’s, os expostos aos 10 comeram 43% a mais! Então cuidado porque a quantidade parece mais uma vez não sinalizar bem o que seria o suficiente.

E por fim, mas não menos importante, será que aquele comercial de comida ou fast food que você vê enquanto está sentado em frente à TV teria algum peso na sua dieta normal? Acredite, ele tem efeito, sim! Segundo um estudo da Health Psychology, as 120 crianças do estudo que assistiam a desenhos intercalados com comerciais consumiam até 45% mais porcarias que as não expostas. Já os 100 adultos que assistiam a um programa de TV consumiram também mais, seja alimentos saudáveis ou mesmo o junk food.

Em ambos os grupos essa propaganda aumentou o consumo não daquilo que foi anunciado, ou seja, ela não tem ação direta nesse caso, mas nos faz comer mais, sim. A teoria é que os comerciais fazem você achar que está com fome. Não importa o que esteja sendo veiculado, você então irá comer o que tiver por perto. São tantas as situações a que estamos expostos em nossa vida social que o melhor a fazer é evitar ter por perto tantas opções de alimento, dica essa que já é antiga.

Saiba alongar corretamente e evite lesões na corrida

Os 30 minutos que antecedem o início de uma competição ou sessão de treinamento constituem um de seus momentos mais importantes. Durante este período, o atleta deverá se alongar seja ele profissional, amador ou praticante de atividade física.

O alongamento é muito mais do que tocar a ponta dos pés por algumas vezes antes de começar a praticar alguma atividade. É a chance de sentir o próprio corpo e começar a se preparar para o jogo ou treino, tanto fisicamente quanto psicologicamente. O músculo que não está adequadamente alongado torna-se muito mais suscetível a estiramentos ou rupturas (lesões) quando submetido a forças repentinas. Já o músculo alongado permite ao atleta movimentos mais completos, mínimo risco de lesões e melhor desempenho físico.

A rotina de alongamentos também proporciona ao esportista uma excelente oportunidade para começar a se concentrar, rever sua tática para a prova e mentalizar a técnica correta de seus movimentos. Qualquer alongamento é sinônimo de relaxamento e, portanto não deve causar dor. Sempre deve ser realizado com movimentos suaves e contínuos, com ênfase no tempo de execução das diversas posições e não no número de repetições dos exercícios.

Apesar da prática do alongamento ser recomendada por inúmeros profissionais da área da atividade física, seu benefício para a prevenção de lesões não é consensual na literatura científica especializada. Entretanto, diversos estudos mostram que corredores com lesões prévias são menos propensos a incorporar uma rotina de alongamentos durante seus treinamentos1, e outros apontam uma redução drástica no índice de lesões em atletas que se alongam regularmente2.

A tabela a seguir apresenta a divisão dos períodos de uma sessão de treinamento em relação ao tempo total disponível, em porcentagem de minutos, contemplando os períodos de preparação pré-treino e recuperação pós-treino normalmente negligenciada pelos corredores.

1) Rotina de treino (% em relação ao tempo total disponível)

- Aquecimento = 5%
- Alongamento = 15%
- TREINO = 60%
- Desaquecimento = 5%
- Alongamento = 15%

Note que o alongamento inicial é precedido por um curto aquecimento para que a musculatura não seja submetida às forças deste estiramento controlado estando totalmente despreparada, enquanto que o alongamento final é precedido pelo desaquecimento e possui outra finalidade: promover ganhos de amplitude da musculatura e auxiliar sua recuperação metabólica após o trabalho físico realizado.

Comece a rotina de alongamentos com um leve trote de cinco a 10 minutos de duração (uma ou duas voltas na pista de atletismo). Durante os exercícios, os 10 segundos iniciais dos alongamentos compõem a fase de relaxamento, feitos de forma muito lenta e relaxada.

Segue-se então a fase de desenvolvimento, com movimentos mais intensos (sem causar dor) que devem duram por volta de 20-30 segundos. Nessa etapa respire de maneira lenta e controlada, pois respiração difícil é sinônimo de esforço desnecessário.

Produtos tópicos como cremes ou loções podem proporcionar uma sensação de alívio e calor pelo aumento da temperatura local da pele, porém, jamais devem substituir os alongamentos. Ao final do treino ou competição repita a rotina de alongamentos após o desaquecimento. Desta forma, seus músculos conseguirão metabolizar mais facilmente os resíduos biológicos produzidos pelo exercício físico e você estará mais bem recuperado e preparado para seu próximo treino.


Referências:
1. McCrory et al., ACSM, 1999
2. D’Ambrosia, Clin Sports Med, 1985


Saiba alongar corretamente e evite lesões na corrida

Atletismo · 08 jan, 2010

Os 30 minutos que antecedem o início de uma competição ou sessão de treinamento constituem um de seus momentos mais importantes. Durante este período, o atleta deverá se alongar seja ele profissional, amador ou praticante de atividade física.

O alongamento é muito mais do que tocar a ponta dos pés por algumas vezes antes de começar a praticar alguma atividade. É a chance de sentir o próprio corpo e começar a se preparar para o jogo ou treino, tanto fisicamente quanto psicologicamente. O músculo que não está adequadamente alongado torna-se muito mais suscetível a estiramentos ou rupturas (lesões) quando submetido a forças repentinas. Já o músculo alongado permite ao atleta movimentos mais completos, mínimo risco de lesões e melhor desempenho físico.

A rotina de alongamentos também proporciona ao esportista uma excelente oportunidade para começar a se concentrar, rever sua tática para a prova e mentalizar a técnica correta de seus movimentos. Qualquer alongamento é sinônimo de relaxamento e, portanto não deve causar dor. Sempre deve ser realizado com movimentos suaves e contínuos, com ênfase no tempo de execução das diversas posições e não no número de repetições dos exercícios.

Apesar da prática do alongamento ser recomendada por inúmeros profissionais da área da atividade física, seu benefício para a prevenção de lesões não é consensual na literatura científica especializada. Entretanto, diversos estudos mostram que corredores com lesões prévias são menos propensos a incorporar uma rotina de alongamentos durante seus treinamentos1, e outros apontam uma redução drástica no índice de lesões em atletas que se alongam regularmente2.

A tabela a seguir apresenta a divisão dos períodos de uma sessão de treinamento em relação ao tempo total disponível, em porcentagem de minutos, contemplando os períodos de preparação pré-treino e recuperação pós-treino normalmente negligenciada pelos corredores.

1) Rotina de treino (% em relação ao tempo total disponível)

- Aquecimento = 5%
- Alongamento = 15%
- TREINO = 60%
- Desaquecimento = 5%
- Alongamento = 15%

Note que o alongamento inicial é precedido por um curto aquecimento para que a musculatura não seja submetida às forças deste estiramento controlado estando totalmente despreparada, enquanto que o alongamento final é precedido pelo desaquecimento e possui outra finalidade: promover ganhos de amplitude da musculatura e auxiliar sua recuperação metabólica após o trabalho físico realizado.

Comece a rotina de alongamentos com um leve trote de cinco a 10 minutos de duração (uma ou duas voltas na pista de atletismo). Durante os exercícios, os 10 segundos iniciais dos alongamentos compõem a fase de relaxamento, feitos de forma muito lenta e relaxada.

Segue-se então a fase de desenvolvimento, com movimentos mais intensos (sem causar dor) que devem duram por volta de 20-30 segundos. Nessa etapa respire de maneira lenta e controlada, pois respiração difícil é sinônimo de esforço desnecessário.

Produtos tópicos como cremes ou loções podem proporcionar uma sensação de alívio e calor pelo aumento da temperatura local da pele, porém, jamais devem substituir os alongamentos. Ao final do treino ou competição repita a rotina de alongamentos após o desaquecimento. Desta forma, seus músculos conseguirão metabolizar mais facilmente os resíduos biológicos produzidos pelo exercício físico e você estará mais bem recuperado e preparado para seu próximo treino.


Referências:
1. McCrory et al., ACSM, 1999
2. D’Ambrosia, Clin Sports Med, 1985

Em 2010, só corra para ganhar!

Estou decidido. Em 2010 só vou correr para ganhar. Cansei de ouvir pessoas, que não andam nem cinco minutos parar ir à padaria, perguntarem o que eu ganho correndo? Se pretendo ganhar a São Silvestre e coisas deste gênero. Chega! Agora só vou correr para ganhar.

Vou correr para ganhar saúde. A corrida bem orientada e praticada regularmente é um grande aliado no aumento da saúde. Você diminui o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL), regula a pressão arterial, torna seu coração mais eficiente diminuindo os batimentos cardíacos, melhora a oxigenação sanguínea, diminui seu percentual de gordura, aumenta sua massa muscular facilitando seu deslocamento e sua força útil, aumenta seu metabolismo tornando seus órgãos vitais mais eficientes, aumenta sua disposição e com isso torna-se uma pessoa mais útil a sociedade e feliz.

Vou correr pra ganhar mais inteligência. Estes dias li um estudo interessante publicado na “Proceedings of the National Academy of Sciences” e realizado pela Universidade de Gotemburgo (Suécia) com mais de um milhão de homens entre 15 a 18 anos, onde concluiu-se que exercícios físicos aeróbios estão associados a uma melhor cognição (capacidade do cérebro em processar informações e cruzá-las, dando resposta a um estímulo) em jovens.

Observou-se que os indivíduos que apresentaram melhores condições nos testes ergométricos (que mede a condição aeróbia) também se saíram melhor em testes de QI, especialmente nas áreas de compreensão verbal e pensamento lógico. Verdade, quem corre regularmente ganha mais inteligência. Agora quando perguntarem por que eu corro, responderei que é para ficar mais inteligente!

Vou correr para ganhar mais amigos. Você já percebeu quantos amigos tem um corredor? Sem dúvida um dos fatores mais importantes pelo crescimento da corrida no Brasil é o fato das pessoas que correm serem mais susceptíveis a novas amizades. Outro dia um professor meu, que também corre, fez a importante observação: a maioria dos corredores se cumprimenta quando se encontram correndo nos locais de treino, mesmo sem se conhecerem. Identificação.

Desde os primórdios é comum o ser humano se aglutinar em tribos. Pessoas que treinam nos mesmos lugares, nos mesmo grupos, que participam das mesmas provas, que tem o mesmo tipo de vestimenta, os mesmos hábitos, os mesmos horários de treinos, que optam pelas mesmas viagens e por aí vai. Hoje em dia até pelo tipo de tênis, ou pelo tipo de relógio, você identifica um corredor e puxa conversa, mesmo que este não esteja em um parque e nem vestido de shorts e camiseta. É isso aí, em 2010 vou correr para ganhar ainda mais amigos.

Vou correr pra ganhar mais persistência e disposição. Um dos grandes baratos do corredor é que quando ele treina regularmente e bem orientado, fica muito visível perceber a facilidade com que evolui na superação dos treinos, distâncias e provas, além de ter seus outros limites também ampliados, como a perseverança a persistência o limiar de dor, a capacidade de suportar pressões internas e externas e etc. Às vezes você acorda cedo, com aquela indisposição para treinar, ou vem direto de uma reunião de trabalho pesada, chega no treino, olha a planilha e pensa que é simplesmente impossível cumpri-la. Começa o treino, vai aquecendo aos poucos e quando menos percebe já realizou o proposto até com certa facilidade.

Quando termina um treino mais longo ou mais intenso, em um dia de calor, muito frio ou chuva, daqueles que a maioria daria tudo para ficar pegando sol no clube ou embrulhado debaixo das cobertas é impressionante o efeito positivo que isto provoca nas demais áreas da vida. Definitivamente os limites de quem corre vão bem além dos limites dos que não correm e é por isso que vou correr ainda mais em 2010.

Vou correr para ampliar meus negócios. Se o Golf e o Tênis sempre foram os esportes
onde mais se fechava negócios entre executivos, a corrida nos últimos tempos, sobretudo no Brasil, tornou-se um grande aliado de quem quer divulgar ou vender algum produto ou serviço. Tanto que há muitas pessoas que freqüentam grupos de corridas não somente pelo treino, mas pensando em ter acesso ao público alvo que treina naquele horário e acaba estando mais próximo.

É cada vez mais comum as pessoas trocarem cartões durante os treinos, agendarem reuniões e fecharem bons negócios. Também é comum pessoas trocarem de emprego ou conseguirem recolocação no mercado de trabalho através dos contatos da corrida.

Anos atrás um cidadão me disse que não corria, pois preferia jogar tênis já que conseguia ganhar de muita gente. Desistiu da corrida, por não ter biótipo e acabar ficado para atrás nas provas, muitas vezes até de pessoas mais velhas. Como se isso fosse algum demérito.


Muito tempo se passou e volta e meia me pego fazendo um balanço de quantas coisas ganhei com a corrida desde aquela época, independente de ter subido ao pódio, de estar correndo um pouco mais longe ou mais rápido e de ter batido meus recordes pessoais. Quanto em saúde, quantos amigos, quantos problemas resolvidos, quantas soluções me vieram à mente enquanto corria e quantas novas oportunidades a corrida me proporcionou. Por outro lado fico pensando quanto deixou de ganhar o cidadão acima citado que pensa equivocadamente que no mundo da corrida só ganha algo quem chega nas primeiras colocações.

Em fim, quem não corre está perdendo muito e se você já corre, não tenha a menor vergonha de dizer que em 2010, assim como eu, será mais um dos que só correrá para ganhar!


Em 2010, só corra para ganhar!

Atletismo · 04 jan, 2010

Estou decidido. Em 2010 só vou correr para ganhar. Cansei de ouvir pessoas, que não andam nem cinco minutos parar ir à padaria, perguntarem o que eu ganho correndo? Se pretendo ganhar a São Silvestre e coisas deste gênero. Chega! Agora só vou correr para ganhar.

Vou correr para ganhar saúde. A corrida bem orientada e praticada regularmente é um grande aliado no aumento da saúde. Você diminui o colesterol ruim (LDL), aumenta o colesterol bom (HDL), regula a pressão arterial, torna seu coração mais eficiente diminuindo os batimentos cardíacos, melhora a oxigenação sanguínea, diminui seu percentual de gordura, aumenta sua massa muscular facilitando seu deslocamento e sua força útil, aumenta seu metabolismo tornando seus órgãos vitais mais eficientes, aumenta sua disposição e com isso torna-se uma pessoa mais útil a sociedade e feliz.

Vou correr pra ganhar mais inteligência. Estes dias li um estudo interessante publicado na “Proceedings of the National Academy of Sciences” e realizado pela Universidade de Gotemburgo (Suécia) com mais de um milhão de homens entre 15 a 18 anos, onde concluiu-se que exercícios físicos aeróbios estão associados a uma melhor cognição (capacidade do cérebro em processar informações e cruzá-las, dando resposta a um estímulo) em jovens.

Observou-se que os indivíduos que apresentaram melhores condições nos testes ergométricos (que mede a condição aeróbia) também se saíram melhor em testes de QI, especialmente nas áreas de compreensão verbal e pensamento lógico. Verdade, quem corre regularmente ganha mais inteligência. Agora quando perguntarem por que eu corro, responderei que é para ficar mais inteligente!

Vou correr para ganhar mais amigos. Você já percebeu quantos amigos tem um corredor? Sem dúvida um dos fatores mais importantes pelo crescimento da corrida no Brasil é o fato das pessoas que correm serem mais susceptíveis a novas amizades. Outro dia um professor meu, que também corre, fez a importante observação: a maioria dos corredores se cumprimenta quando se encontram correndo nos locais de treino, mesmo sem se conhecerem. Identificação.

Desde os primórdios é comum o ser humano se aglutinar em tribos. Pessoas que treinam nos mesmos lugares, nos mesmo grupos, que participam das mesmas provas, que tem o mesmo tipo de vestimenta, os mesmos hábitos, os mesmos horários de treinos, que optam pelas mesmas viagens e por aí vai. Hoje em dia até pelo tipo de tênis, ou pelo tipo de relógio, você identifica um corredor e puxa conversa, mesmo que este não esteja em um parque e nem vestido de shorts e camiseta. É isso aí, em 2010 vou correr para ganhar ainda mais amigos.

Vou correr pra ganhar mais persistência e disposição. Um dos grandes baratos do corredor é que quando ele treina regularmente e bem orientado, fica muito visível perceber a facilidade com que evolui na superação dos treinos, distâncias e provas, além de ter seus outros limites também ampliados, como a perseverança a persistência o limiar de dor, a capacidade de suportar pressões internas e externas e etc. Às vezes você acorda cedo, com aquela indisposição para treinar, ou vem direto de uma reunião de trabalho pesada, chega no treino, olha a planilha e pensa que é simplesmente impossível cumpri-la. Começa o treino, vai aquecendo aos poucos e quando menos percebe já realizou o proposto até com certa facilidade.

Quando termina um treino mais longo ou mais intenso, em um dia de calor, muito frio ou chuva, daqueles que a maioria daria tudo para ficar pegando sol no clube ou embrulhado debaixo das cobertas é impressionante o efeito positivo que isto provoca nas demais áreas da vida. Definitivamente os limites de quem corre vão bem além dos limites dos que não correm e é por isso que vou correr ainda mais em 2010.

Vou correr para ampliar meus negócios. Se o Golf e o Tênis sempre foram os esportes
onde mais se fechava negócios entre executivos, a corrida nos últimos tempos, sobretudo no Brasil, tornou-se um grande aliado de quem quer divulgar ou vender algum produto ou serviço. Tanto que há muitas pessoas que freqüentam grupos de corridas não somente pelo treino, mas pensando em ter acesso ao público alvo que treina naquele horário e acaba estando mais próximo.

É cada vez mais comum as pessoas trocarem cartões durante os treinos, agendarem reuniões e fecharem bons negócios. Também é comum pessoas trocarem de emprego ou conseguirem recolocação no mercado de trabalho através dos contatos da corrida.

Anos atrás um cidadão me disse que não corria, pois preferia jogar tênis já que conseguia ganhar de muita gente. Desistiu da corrida, por não ter biótipo e acabar ficado para atrás nas provas, muitas vezes até de pessoas mais velhas. Como se isso fosse algum demérito.


Muito tempo se passou e volta e meia me pego fazendo um balanço de quantas coisas ganhei com a corrida desde aquela época, independente de ter subido ao pódio, de estar correndo um pouco mais longe ou mais rápido e de ter batido meus recordes pessoais. Quanto em saúde, quantos amigos, quantos problemas resolvidos, quantas soluções me vieram à mente enquanto corria e quantas novas oportunidades a corrida me proporcionou. Por outro lado fico pensando quanto deixou de ganhar o cidadão acima citado que pensa equivocadamente que no mundo da corrida só ganha algo quem chega nas primeiras colocações.

Em fim, quem não corre está perdendo muito e se você já corre, não tenha a menor vergonha de dizer que em 2010, assim como eu, será mais um dos que só correrá para ganhar!

Inscrições abertas para a Corrida Cidade de São Paulo

Caminhada · 04 jan, 2010

No dia 25 de janeiro acontece a tradicional corrida Troféu Cidade de São Paulo. Como em todos os anos a prova é realizada no dia do aniversário da capital paulista. Esse ano a largada da prova será dada às 8h no Obelisco do Ibirapuera.

As inscrições para a corrida já estão abertas e podem ser feitas no site oficial do evento: www.jjseventos.com.br. Os interessados na prova também podem garantir uma vaga através dos postos de inscrição, que também serão divulgados no site da prova.

A corrida principal terá 10 quilômetros e também outra corrida e caminhada de seis quilômetros. De acordo com os organizadores, haverá uma premiação de R$12.400 aos vencedores tanto no feminino quanto no masculino.

Vale lembrar que a retirada de kits deverá ser feita na véspera da prova, dia 24 de janeiro, das 10h às 18h, no estacionamento do Carrefour Pamplona. Este fica na Rua Pamplona, número 1.704, Jardins.

Retrospectiva 2009: bons e maus momentos

O ano de 2009 começou na incerteza. Com a crise financeira, o mercado estava com medo de arriscar. Mas no mundo running, essa crise parece que passou longe. A corrida de rua no Brasil mostrou mais uma vez que só cresce. E não é preciso de pesquisas para constar, basta ver a quantidade de eventos que encontramos em todo país.

E um dos eventos que mais marcaram o ano no Brasil foi o Desafio 600k SP-Rio. A corrida aconteceu no mês de outubro e reuniu 20 equipes (cada uma com 12 integrantes), que se revezaram para correr entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro num período de quatro dias.

O Desafio passou por belas paisagens e mostrou que o corredor é capaz de enfrentar qualquer dificuldade. Para quem completou a prova, o revezamento foi indescritível. Para aqueles que acompanharam as notícias ficou a vontade de participar. Ainda não sabemos se o evento acontece novamente em 2010. Mas se rolar com certeza será muito desejado.

No atletismo o jamaicano Usain Bolt superou seus próprios recordes. Ele bateu novamente a melhor marca dos 100 e dos 200 metros rasos. O feito foi angariado no Mundial de Berlim em agosto. Ele completou os 100m em 9seg58 e os 200m 19seg19. Assim, Bolt confirmou mais uma vez que é o homem mais rápido do mundo.

Foi também no atletismo que tivemos a pior notícia do ano. O técnico Jayme Netto foi o responsável pelo maior caso de doping do país. Ele ministrou EPO para seus atletas sem o conhecimento do grupo. Com isso Jorge Célio da Rocha Sena, Bruno Lins Tenório de Barros e Lucimara Silvestre foram suspensos por dois anos. Luciana França e Josiane Tito também foram flagradas no doping.


Retrospectiva 2009: bons e maus momentos

Atletismo · 28 dez, 2009

O ano de 2009 começou na incerteza. Com a crise financeira, o mercado estava com medo de arriscar. Mas no mundo running, essa crise parece que passou longe. A corrida de rua no Brasil mostrou mais uma vez que só cresce. E não é preciso de pesquisas para constar, basta ver a quantidade de eventos que encontramos em todo país.

E um dos eventos que mais marcaram o ano no Brasil foi o Desafio 600k SP-Rio. A corrida aconteceu no mês de outubro e reuniu 20 equipes (cada uma com 12 integrantes), que se revezaram para correr entre as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro num período de quatro dias.

O Desafio passou por belas paisagens e mostrou que o corredor é capaz de enfrentar qualquer dificuldade. Para quem completou a prova, o revezamento foi indescritível. Para aqueles que acompanharam as notícias ficou a vontade de participar. Ainda não sabemos se o evento acontece novamente em 2010. Mas se rolar com certeza será muito desejado.

No atletismo o jamaicano Usain Bolt superou seus próprios recordes. Ele bateu novamente a melhor marca dos 100 e dos 200 metros rasos. O feito foi angariado no Mundial de Berlim em agosto. Ele completou os 100m em 9seg58 e os 200m 19seg19. Assim, Bolt confirmou mais uma vez que é o homem mais rápido do mundo.

Foi também no atletismo que tivemos a pior notícia do ano. O técnico Jayme Netto foi o responsável pelo maior caso de doping do país. Ele ministrou EPO para seus atletas sem o conhecimento do grupo. Com isso Jorge Célio da Rocha Sena, Bruno Lins Tenório de Barros e Lucimara Silvestre foram suspensos por dois anos. Luciana França e Josiane Tito também foram flagradas no doping.

Webrun deseja boas festas e ótimas corridas

Atletismo · 25 dez, 2009

Mais um ano está no fim. Durante 2009, o Webrun esteve aqui, no ar, durante 365 dias suando a camisa para levar para você o melhor conteúdo de corrida, triathlon e qualidade de vida. E você esteve aí se esforçando para desafiar todos os limites.

Por isso, hoje, 25 de dezembro, descansem os pezinhos e curtam com os amigos e família essa data! Mas aqueles que ainda vão correr a São Silvestre, não abusem da comilança.

A equipe do Webrun deseja boas festas e um 2010 com muitos quilômetros rodados!

Boas festas e bons treinos,
Equipe Webrun
Desafie o seu limite!

Como fazer a ceia de Natal não ser um crime contra a silhueta?

O economista comportamental Dan Ariely, do MIT nos Estados Unidos, que talvez nem saiba muito bem a diferença entre um espinafre e um almeirão, parece entender como poucos os tais truques de como fugir das comidas mais “gordinhas”. Indagado recentemente em uma matéria sobre como evitar exageros no fim de ano, ele lembrou algumas dicas, que já foram inclusive dadas aqui, e me parecem mais sensatas do que muitas que provavelmente você já leu.

A primeira dica é muito simples. Coma com palitinhos japonês (os hashis), porque assim você comerá menos e mais devagar. Porém, para nós, ocidentais, o uso de hashi não é costumeiro. Por isso Ariely sugeriu uma adaptação. Durante a ceia, use pratos, copos e potes pequenos, pois sabidamente, mesmo que você possa ficar repetindo as porções, comerá bem menos por causa do menor volume de comida e bebida que cabe nesses recipientes.

Outro truque, que já falei aqui e também foi dado por Ariely, é o de deixar a comida distante de você. Infelizmente, não vale sentar no lado oposto da mesa. Se possível deixe a opção de se servir em outro recinto da casa (ou seja, deixe a comida na cozinha e coma na sala). O ato de se levantar para se servir é – acreditem! – um grande desencorajador de exageros.

Outra dica: comece a refeição sempre com uma entrada mais leve e menos calórica, isso reduz a "fúria" com que vai ao prato principal. Por outro lado, reduza o número de opções da ceia de natal e ano novo. Se você tiver a opção de quatro carnes vermelhas, três aves, três peixes e mais uns cinco outros pratos, com certeza você irá se servir para experimentar um pouco de tudo e daí o crime já terá sido consumado.

Culturalmente o brasileiro prepara alguns alimentos extremamente calóricos nas ceias de final de ano, como aquela salada de maionese que a sua tia faz questão. Mas, infelizmente, não sabemos parar de comer quando atingimos a meta numérica de calorias suficientes para o organismo. Normalmente paramos de comer – e isso é muito subjetivo – somente quando houver saciedade, seja comendo linhaça (pouca densidade energética) ou manteiga de garrafa (energia em estado puro). Esteja seguro então que haja opções mais leves na sua ceia, alimentos com densidade calórica mais reduzida como vegetais cozidos, por exemplo.

Outra dica do economista muito interessante tem como base o fato de não mais fazermos nossa própria comida. Só para ter uma idéia, hoje em dia tem gente que compra toda a ceia de natal. Mas você pode estar se perguntado, o que isso tem a ver com quilos extras no natal?

No início do século passado tudo era feito em casa e a comida era fruto do trabalho direto de alguém da família. Com isso, alguns estudiosos acreditam que na hora de comer as pessoas controlavam seus impulsos, porque sabiam o trabalho que deu para preparar toda uma ceia.

Outro conselho não usual dado é o como se vestir. Apesar de roupas mais justas atrapalhar por fazer com que caminhemos menos ao longo do dia, durante essas ocasiões ela ajudaria a mantermos a linha. Ou seja, aquela camiseta bem apertada, que ganhou no amigo-secreto, acabará servindo para algo.

Por fim, a piada é velha, mas boa por ser verdadeira. Na sua maior orgia gastronômica, quantas calorias você acha que pode ingerir? Seis mil? Sete mil? Pode parecer muito, mas não é nada se distribuído em um prazo mais longo. Seria um alento se algumas pessoas se preocupassem mais com o que comem durante 364 dias e não apenas no que faz durante a ceia de Natal, que sempre acaba levando toda a culpa. Tal qual diz o ditado, o problema não é o que se come do Natal ao Ano-Novo, mas sim o que comemos do Ano Novo até o Natal seguinte.

Boas festas!


Como fazer a ceia de Natal não ser um crime contra a silhueta?

Atletismo · 11 dez, 2009

O economista comportamental Dan Ariely, do MIT nos Estados Unidos, que talvez nem saiba muito bem a diferença entre um espinafre e um almeirão, parece entender como poucos os tais truques de como fugir das comidas mais “gordinhas”. Indagado recentemente em uma matéria sobre como evitar exageros no fim de ano, ele lembrou algumas dicas, que já foram inclusive dadas aqui, e me parecem mais sensatas do que muitas que provavelmente você já leu.

A primeira dica é muito simples. Coma com palitinhos japonês (os hashis), porque assim você comerá menos e mais devagar. Porém, para nós, ocidentais, o uso de hashi não é costumeiro. Por isso Ariely sugeriu uma adaptação. Durante a ceia, use pratos, copos e potes pequenos, pois sabidamente, mesmo que você possa ficar repetindo as porções, comerá bem menos por causa do menor volume de comida e bebida que cabe nesses recipientes.

Outro truque, que já falei aqui e também foi dado por Ariely, é o de deixar a comida distante de você. Infelizmente, não vale sentar no lado oposto da mesa. Se possível deixe a opção de se servir em outro recinto da casa (ou seja, deixe a comida na cozinha e coma na sala). O ato de se levantar para se servir é – acreditem! – um grande desencorajador de exageros.

Outra dica: comece a refeição sempre com uma entrada mais leve e menos calórica, isso reduz a "fúria" com que vai ao prato principal. Por outro lado, reduza o número de opções da ceia de natal e ano novo. Se você tiver a opção de quatro carnes vermelhas, três aves, três peixes e mais uns cinco outros pratos, com certeza você irá se servir para experimentar um pouco de tudo e daí o crime já terá sido consumado.

Culturalmente o brasileiro prepara alguns alimentos extremamente calóricos nas ceias de final de ano, como aquela salada de maionese que a sua tia faz questão. Mas, infelizmente, não sabemos parar de comer quando atingimos a meta numérica de calorias suficientes para o organismo. Normalmente paramos de comer – e isso é muito subjetivo – somente quando houver saciedade, seja comendo linhaça (pouca densidade energética) ou manteiga de garrafa (energia em estado puro). Esteja seguro então que haja opções mais leves na sua ceia, alimentos com densidade calórica mais reduzida como vegetais cozidos, por exemplo.

Outra dica do economista muito interessante tem como base o fato de não mais fazermos nossa própria comida. Só para ter uma idéia, hoje em dia tem gente que compra toda a ceia de natal. Mas você pode estar se perguntado, o que isso tem a ver com quilos extras no natal?

No início do século passado tudo era feito em casa e a comida era fruto do trabalho direto de alguém da família. Com isso, alguns estudiosos acreditam que na hora de comer as pessoas controlavam seus impulsos, porque sabiam o trabalho que deu para preparar toda uma ceia.

Outro conselho não usual dado é o como se vestir. Apesar de roupas mais justas atrapalhar por fazer com que caminhemos menos ao longo do dia, durante essas ocasiões ela ajudaria a mantermos a linha. Ou seja, aquela camiseta bem apertada, que ganhou no amigo-secreto, acabará servindo para algo.

Por fim, a piada é velha, mas boa por ser verdadeira. Na sua maior orgia gastronômica, quantas calorias você acha que pode ingerir? Seis mil? Sete mil? Pode parecer muito, mas não é nada se distribuído em um prazo mais longo. Seria um alento se algumas pessoas se preocupassem mais com o que comem durante 364 dias e não apenas no que faz durante a ceia de Natal, que sempre acaba levando toda a culpa. Tal qual diz o ditado, o problema não é o que se come do Natal ao Ano-Novo, mas sim o que comemos do Ano Novo até o Natal seguinte.

Boas festas!

Ainda há inscrições para a 5ª etapa do Circuito Alphaville Running

Caminhada · 02 dez, 2009

No próximo dia 12 acontece a quinta e última etapa do Circuito Alphaville Running, competição com distâncias de cinco e 10 quilômetros a serem disputadas nos arredores da Praça Dr. Dib Sauaia, em Barueri, Grande São Paulo. As inscrições ainda estão abertas e podem ser feitas até o próximo dia 8/12.

A arena estará aberta a partir das 15h, já que às 17h20 haverá um alongamento e aquecimento e às 17h30 será dado o tiro de partida oficial para um percurso plano e propício para a obtenção de recordes pessoais. A cerimônia de premiação terá início às 19h e serão contemplados com troféus os cinco melhores no geral masculino e feminino de ambas as distâncias.

A retirada de kits e chip acontecerá no dia do evento, das 15h30 às 17h na estrutura montada na área de concentração, mediante apresentação do comprovante de inscrição e documento de identidade. As inscrições custam R$ 60 e podem ser feitas no site oficial, o www.zarrobrasil.com.br.

Revista premia os melhores do mercado de corridas em 2009

A Revista O2 promoveu na noite da última segunda-feira (30/11) uma solenidade para premiar os melhores do mercado de corrida em 2009 em diversas categorias. Um dos destaques foi a presença de Walter Feldman, Secretário de Esportes da Cidade de São Paulo, que recebeu uma honra ao mérito por suas ações em prol do esporte.

A corrida é um dos esportes mais democráticos não só nas pistas, mas também em eventos como esse, já que num mesmo ambiente estavam reunidos organizadores de provas, empresários, atletas, jornalistas e outros profissionais que trabalham direta ou indiretamente com o esporte. Segundo Walter Feldman, após vários anos envolvido com a política, comandar a Secretaria de Esportes é algo em que lhe dá muito prazer. “Como é bom não ser cartola e sim ser ativo”.

A cerimônia contou com 19 categorias e foi apresentada pelo jornalista da Rádio Bandeirantes Ricardo Capriotti, que todos os domingos comanda o Programa Fôlego ao lado de Sérgio Patrick. Ele teve a companhia de Juliana Veiga, tricampeã brasileira de Snowboard.

Confira a seguir os vencedores em cada uma das modalidades:

  • Atleta Profissional Feminina de Destaque na Corrida de Rua: Marily dos Santos

  • Atleta Profissional Masculino de Destaque na Corrida de Rua: Marílson Gomes dos Santos

  • Bebida Esportiva Mais Desejada: Gatorade

  • Circuito de Corridas de 10K Mais Admirado: Circuito das Estações Adidas

  • Corrida de 10K Mais Admirada: Nike Human Race

  • Equipamento de Corrida Mais Desejado: Garmin

  • Evento de Corrida Mais Admirado: Revezamento Volta à Ilha

  • Maratona Mais Admirada: Maratona Caixa do Rio de Janeiro

  • Marca de Tênis Mais Desejada: Asics

  • Marca de Vestuário Mais Desejada: Adidas

  • Meia Maratona Mais Admirada: Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro

  • Melhor Anúncio Esportivo veiculado na Revista O2: Asics

  • Organizador de Provas mais Admirado: Corpore

  • Principal Empresa Não Esportiva apoiadora da Corrida de Rua: Caixa Econômica Federal

  • Principal Marca Esportiva Apoiadora de Corrida de Rua: Adidas

  • Principal Marca Incentivadora do Ciclismo Nacional: Caloi

  • Suplemento Esportivo Mais Desejado no Mercado de Corrida: Gu

  • Varejo Esportivo Mais Admirado do Brasil: Centauro

  • Principal Marca Incentivadora do Triathlon Nacional: Santa Constância


  • Revista premia os melhores do mercado de corridas em 2009

    Caminhada · 01 dez, 2009

    A Revista O2 promoveu na noite da última segunda-feira (30/11) uma solenidade para premiar os melhores do mercado de corrida em 2009 em diversas categorias. Um dos destaques foi a presença de Walter Feldman, Secretário de Esportes da Cidade de São Paulo, que recebeu uma honra ao mérito por suas ações em prol do esporte.

    A corrida é um dos esportes mais democráticos não só nas pistas, mas também em eventos como esse, já que num mesmo ambiente estavam reunidos organizadores de provas, empresários, atletas, jornalistas e outros profissionais que trabalham direta ou indiretamente com o esporte. Segundo Walter Feldman, após vários anos envolvido com a política, comandar a Secretaria de Esportes é algo em que lhe dá muito prazer. “Como é bom não ser cartola e sim ser ativo”.

    A cerimônia contou com 19 categorias e foi apresentada pelo jornalista da Rádio Bandeirantes Ricardo Capriotti, que todos os domingos comanda o Programa Fôlego ao lado de Sérgio Patrick. Ele teve a companhia de Juliana Veiga, tricampeã brasileira de Snowboard.

    Confira a seguir os vencedores em cada uma das modalidades:

  • Atleta Profissional Feminina de Destaque na Corrida de Rua: Marily dos Santos

  • Atleta Profissional Masculino de Destaque na Corrida de Rua: Marílson Gomes dos Santos

  • Bebida Esportiva Mais Desejada: Gatorade

  • Circuito de Corridas de 10K Mais Admirado: Circuito das Estações Adidas

  • Corrida de 10K Mais Admirada: Nike Human Race

  • Equipamento de Corrida Mais Desejado: Garmin

  • Evento de Corrida Mais Admirado: Revezamento Volta à Ilha

  • Maratona Mais Admirada: Maratona Caixa do Rio de Janeiro

  • Marca de Tênis Mais Desejada: Asics

  • Marca de Vestuário Mais Desejada: Adidas

  • Meia Maratona Mais Admirada: Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro

  • Melhor Anúncio Esportivo veiculado na Revista O2: Asics

  • Organizador de Provas mais Admirado: Corpore

  • Principal Empresa Não Esportiva apoiadora da Corrida de Rua: Caixa Econômica Federal

  • Principal Marca Esportiva Apoiadora de Corrida de Rua: Adidas

  • Principal Marca Incentivadora do Ciclismo Nacional: Caloi

  • Suplemento Esportivo Mais Desejado no Mercado de Corrida: Gu

  • Varejo Esportivo Mais Admirado do Brasil: Centauro

  • Principal Marca Incentivadora do Triathlon Nacional: Santa Constância

  • Goiânia recebe segunda edição da Corrida Cultural neste domingo

    Caminhada · 01 dez, 2009

    No próximo domingo (06/12) a cidade de Goiânia (GO) receberá a segunda edição da Corrida Cultural, competição com distâncias de cinco e 10 quilômetros a serem disputadas nas imediações do Museu de Arte. As inscrições seguem abertas até essa sexta-feira (04/12).

    Segundo os organizadores, as vagas para a prova principal já estão quase totalmente preenchidas e o objetivo até o fim da semana é reunir o máximo possível de caminhantes para as 300 vagas disponíveis, inclusive pessoas que nunca participaram de uma corrida de rua. Diversas ações beneficentes acontecerão durante o evento, além de algumas apresentações culturais e de música clássica.

    Haverá exposição e venda de telhas e esculturas pintadas por artistas e crianças da região, cuja renda será revertida para o Lar Espírita Francisca de Lima, entidade que promove assistência, promoção, orientação e educação para famílias de baixa renda, priorizando as crianças. O evento contará ainda com uma ação educativa de trânsito em parceria com a Cref 14, Prefeitura, Agência Municipal de Trânsito, Polícia Militar e Guarda Municipal.

    As inscrições custam R$ 30 + dois quilos de alimento e, para garantir uma vaga basta acessar o site oficial, o www.stracks.com.br/corridacultural. Os alimentos deverão ser entregues na Loja Sport&Tracks, sito à Avenida 136, esquina com a Rua 90, Setor Sul.