Caminhada · 25 mar, 2010
Os interessados em participar da prova de Marília do Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade, que será realizada no dia 28 de março, ganharam mais uma chance: as inscrições foram prorrogadas até a próxima sexta-feira, 26 de março. Os inscritos na corrida percorrerão seis quilômetros na Avenida das Esmeraldas, já os adeptos da caminhada apenas três. Este é o quarto ano do Circuito.
A largada da corrida está prevista para as 8h15 e a caminhada deve iniciar às 9h. Quem quiser participar pode se inscrever pela internet no site www.corridadalongevidade.com.br.São esperados, pela organização, cerca de três mil pessoas.
Desde o início, o Circuito soma a presença de quase 50 mil inscritos nas duas modalidades. Estamos bastante satisfeitos com o impacto que o Circuito tem provocado nas cidades por onde já passamos, diz Lauter Nogueira, preparador físico e coordenador técnico da prova.
Segundo ele, o Circuito tem por meta sensibilizar as pessoas para a prática da atividade física. Sabemos que o esporte feito com orientação é um dos caminhos que, com certeza, nos levam a uma vida saudável, afirma Lauter.
Tudo o que for arrecadado com as inscrições da prova será direcionado para projetos de ação social indicados pela prefeitura da cidade. Os participantes devem retirar seus kits no sábado antes do evento, no mesmo local de largada da prova, entre 9h e 17h.
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993, o Dia Mundial da Água é celebrado no dia 22 de março. O objetivo da celebração é alertar e estimular governo, empresas, instituições e as pessoas em todo mundo a conscientização do uso consciente da água.
A preocupação mundial gira em torno da escassez deste recurso tão importante para a sobrevivência da raça humana. A verdade é que a água não está acabando, mas a população mundial tem crescido gradualmente, e a poluição também não contribui para a quantidade de água potável disponível. A fonte de água mundial está concentrada em poucos países, e o Brasil é uma destas fontes.
A população vem se conscientizando mais a cada ano, principalmente preocupadas com as constantes alterações climáticas e também com a poluição de mananciais. Muitas campanhas pelo Brasil tratam da preservação do bem natural em ações simples do cotidiano, como evitar torneiras pingando, diminuir o tempo no banho, lavar calçadas sem o auxílio de mangueiras.
Água e o corpo humano - Cerca de 50 litros de água é o mínimo que a ONU indica para atender as exigências diárias do ser humano, desde higiene, saneamento, preparação de alimentos e ingestão direta. O corpo humano é formado por 75% de água e os cuidados nos dias de forte calor devem ser redobrados.
Na prática esportiva, a hidratação durante as competições é de extrema importância para evitar a desidratação e manter a temperatura corpórea. Dr. Clemar Corrêa, chefe de equipes médicas de grandes provas de aventura no Brasil como o Rally dos Sertões e Ecomotion, alerta sempre os atletas sobre os cuidados com a água. Em competições na qual o calor é forte, beber água já quente não colabora para manter a temperatura corporal.
Sobre a água, não adianta matar a sede e tomar uma água que está morna. É preciso baixar a temperatura corporal. Todos se lembram daquela atleta na chegada das Olimpíadas (a suíça Gabriele Andersen, em 1984) após a maratona, extremamente cansada e cambaleando. Aquilo é a hipetermia, com falência motora, física e mental. E pode acontecer em qualquer momento. As situações mais graves que encontrei em provas foram de calor extremo, relemba Clemar.
Confira alguns artigos relacionados à água e hidratação publicados no Webrun:
Atletismo · 22 mar, 2010
Instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1993, o Dia Mundial da Água é celebrado no dia 22 de março. O objetivo da celebração é alertar e estimular governo, empresas, instituições e as pessoas em todo mundo a conscientização do uso consciente da água.
A preocupação mundial gira em torno da escassez deste recurso tão importante para a sobrevivência da raça humana. A verdade é que a água não está acabando, mas a população mundial tem crescido gradualmente, e a poluição também não contribui para a quantidade de água potável disponível. A fonte de água mundial está concentrada em poucos países, e o Brasil é uma destas fontes.
A população vem se conscientizando mais a cada ano, principalmente preocupadas com as constantes alterações climáticas e também com a poluição de mananciais. Muitas campanhas pelo Brasil tratam da preservação do bem natural em ações simples do cotidiano, como evitar torneiras pingando, diminuir o tempo no banho, lavar calçadas sem o auxílio de mangueiras.
Água e o corpo humano - Cerca de 50 litros de água é o mínimo que a ONU indica para atender as exigências diárias do ser humano, desde higiene, saneamento, preparação de alimentos e ingestão direta. O corpo humano é formado por 75% de água e os cuidados nos dias de forte calor devem ser redobrados.
Na prática esportiva, a hidratação durante as competições é de extrema importância para evitar a desidratação e manter a temperatura corpórea. Dr. Clemar Corrêa, chefe de equipes médicas de grandes provas de aventura no Brasil como o Rally dos Sertões e Ecomotion, alerta sempre os atletas sobre os cuidados com a água. Em competições na qual o calor é forte, beber água já quente não colabora para manter a temperatura corporal.
Sobre a água, não adianta matar a sede e tomar uma água que está morna. É preciso baixar a temperatura corporal. Todos se lembram daquela atleta na chegada das Olimpíadas (a suíça Gabriele Andersen, em 1984) após a maratona, extremamente cansada e cambaleando. Aquilo é a hipetermia, com falência motora, física e mental. E pode acontecer em qualquer momento. As situações mais graves que encontrei em provas foram de calor extremo, relemba Clemar.
Confira alguns artigos relacionados à água e hidratação publicados no Webrun:
Atletismo · 17 mar, 2010
O colunista do Webrun Nelson Evêncio escreveu este artigo originalmente em outubro de 2005, mas como o assunto sempre volta à tona com acirradas discussões, nada melhor do que trazer a opinião do atual presidente da ATC SP sobre assunto.
Um dia desses estava reunido na sede da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de São Paulo) com alguns colegas treinadores quando discutíamos o grande crescimento da corrida de rua no Brasil e, conseqüentemente, os pontos positivos e negativos que este crescimento tem trazido.
Um dos aspectos positivos é que milhares de novos empregos diretos e indiretos têm surgido na esteira deste movimento, principalmente em favor da qualidade de vida. Ao mesmo tempo, cada vez mais profissionais da área da saúde têm procurado estudar e especializar-se, visando obter novos conhecimentos e atender melhor a necessidade de seus clientes, pacientes, alunos ou atletas.
Em contrapartida, há as questões negativas, como o crescente aparecimento de pessoas não qualificadas, querendo aproveitar este momento para exercer ilegalmente as atividades do Profissional de Educação Física, prescrevendo treinamento, mesmo que de uma forma mais disfarçada, e cada vez mais publicações em algumas revistas e sites de corrida, com as famosas planilhas coletivas, receitas de bolo, as quais desrespeitam as diferenças individuais, colocando em risco a saúde dos incautos. Houve até um caso de uma publicação vendida atualmente nas bancas, cujo tema, diga-se de passagem, muito infeliz, é: Seja Seu próprio Treinador.
Normalmente a estratégia destas publicações é tentar camuflar a intenção de vender mais revistas ou aumentar as visitas aos sites, utilizando o famoso expediente de prestar serviço à população que não tem acesso a um treinador. Na verdade, este incentivo é um ato de grande irresponsabilidade, pois o indivíduo que treina por conta própria ou sem a orientação de um profissional qualificado, habilitado e próximo, corre o sério risco de sofrer uma lesão, overtraining, ou até mesmo um enfarto!
Continuemos seguindo este raciocínio: imagine a confusão que seria se o nutricionista resolvesse exercer o papel do médico; o fisioterapeuta a função do nutricionista; o médico a função do treinador, e o treinador a função de dentista... É arriscada a ideia de apregoar como algo comum o indivíduo que não tenha estudado para tal possa ser seu próprio treinador. É como se dispensasse o trabalho do médico ortopedista e resolvesse operar seu próprio joelho!
Nós, os profissionais de Educação Física que estudamos e estamos habilitados a prescrever os treinamentos, sentimos uma profunda indignação ao nos depararmos com tamanho descaso em tratar um tema desta complexidade com tanta simplicidade.
Nunca é demais lembrar que a regulamentação da profissão de Educação Física foi sancionada através da Lei 9.696/98, de 1º de setembro de 1998 e que, para exercê-la, o profissional precisa ter conhecimentos técnicos, científicos e práticos, que devem estar atualizados para que, em qualquer situação, principalmente em casos de emergência, possa atuar com competência, responsabilidade e ética.
Estão habilitados para exercer a profissão os profissionais graduados em curso superior na área, e os profissionais que já atuavam no mercado, anteriormente a lei de 1.998, que conseguiram comprovar esta experiência e fizeram cursos de qualificação. Ambos devem possuir registro no CREF (Conselho Regional de Educação Física), registro este que pode ser de Profissional Graduado (com curso superior) ou de Provisionado (sem curso superior).
Não coloque sua saúde em risco tentando ser seu próprio treinador, ou realizando uma planilha que não tenha sido elaborada somente para você. Consulte sempre um profissional de Educação Física especializado em corrida, seja você um iniciante, amador ou atleta profissional.
Caminhada · 15 mar, 2010
Neste artigo abordaremos um assunto frequentemente negligenciado em nosso meio: os fatores preventivos de lesões em corredores. Em outras palavras, são aquelas medidas práticas que todos os corredores devem adotar para reduzir ao máximo os riscos de lesões.
De acordo com a literatura especializada, as lesões em corredores de longa distância normalmente são causadas por fatores extrínsecos (inerentes ao meio externo), como erros de treinamento, desgaste do equipamento (tênis) e superfície de corrida, e/ou fatores intrínsecos (relacionados ao atleta): déficit de flexibilidade, desalinhamento de membros inferiores, fatores antropométricos (altura, peso, biotipo), lesões prévias e experiência de corrida. Enfatizaremos aqui os quatro principais fatores apontados pela maior parte dos estudos: treinamento, equipamento, alongamento e fortalecimento muscular.
Mudança de treino: As três variáveis mais importantes que compõem um plano de treinamento são frequência, intensidade e distância. A modificação do treinamento em relação a estes três fatores demonstrou forte evidência na redução de lesões de acordo com uma revisão britânica de 12 artigos científicos. Porém, a simples redução destes três componentes poderia causar um comprometimento da performance do atleta. O mais indicado é uma composição adequada entre frequência, intensidade e distância de treino que proporcione ao corredor ganhos em sua condição física com riscos mínimos de lesões.
Progressão e preparação - A progressão do treinamento deve obedecer a um acréscimo semanal entre 10 e 15% da quilometragem total, e a rotina da sessão de treino necessita contemplar períodos de preparação pré-treino e recuperação pós-treino que normalmente são negligenciados pelos corredores.
Calçado - O calçado esportivo é o item mais importante do equipamento do corredor e pode ser responsável pelo surgimento de lesões se alguns cuidados não forem tomados. Atualmente, o avanço tecnológico no desenvolvimento dos calçados para corredores é muito grande, e existem diferentes tipos de tênis para cada tipo de pé: amortecimento estruturado para pés normais (tendem à pisada normal), amortecimento para pés cavos (tendem à pisada supinada), e controle de mobilidade para pés planos (tendem à pisada pronada). É muito importante a avaliação do tipo de pé do corredor, para que seja feita a correta prescrição do tipo de tênis mais adequado, afim de que sejam minimizados os riscos de lesões provenientes da utilização de um modelo impróprio de calçado esportivo.
O principal desgaste no tênis ocorre em sua entressola, parte situada internamente entre o solado externo e o cabedal (parte superior). Portanto, mesmo que o tênis seja conservado como novo por fora, a entressola sofre um desgaste irreversível. Estudos indicam que a quilometragem ideal para a troca do tênis seja por volta de 500 milhas (800 km), desde que usado sob condições normais. O uso frequente na chuva, terra ou areia tende a encurtar sua vida útil, pois a água e as pequenas partículas acentuam o desgaste da entressola.
A prática do revezamento entre dois pares de tênis para o treinamento é preconizado pelos especialistas pois a deformidade elástica dos materiais que compõem o mecanismo anti-impacto dos calçados esportivos se restitui em 24 horas aproximadamente, ou seja, o tênis necessita de um dia para reassumir sua capacidade de absorção de impacto, cuja diminuição varia entre 30 e 50% após 400 km de uso, segundo artigo da revista Sports Medicine.
Alongamento -Em relação à prática do alongamento, seu benefício para a prevenção de lesões não é consensual na literatura. A maior parte dos estudos não aponta o alongamento como um fator preventivo de lesões, apesar daqueles corredores com lesões prévias serem menos propensos a incorporar uma rotina de alongamento durante seus treinamentos. Mesmo assim, acredito que seja fundamental orientarmos nossos atletas à prática regular do alongamento.
Força - Por outro lado, a literatura aponta que o treinamento de força deve fazer parte da rotina dos corredores como um importante coadjuvante. Diversos estudos indicam que a insuficiência muscular é fator significativo para a ocorrência de lesões por overuse (esforço repetitivo), como tendinites, bursites e periostites. O trabalho de fortalecimento muscular pode ser feito durante os treinos ou na sala de musculação, através de exercícios que mimetizem a dinâmica de corrida. Os exercícios mais apropriados são aqueles de cadeia cinética fechada, nos quais os pés são mantidos em contato com o solo ou anteparo do aparelho, evitando assim uma sobrecarga excessiva, e devem ser orientados por profissional especializado.
As lesões em corredores sempre existirão, porém podemos reduzir sua incidência por meio de algumas medidas preventivas. A utilização correta dos componentes do treinamento, o uso adequado do equipamento, a prática regular do alongamento e o trabalho muscular associado à corrida são medidas que efetivamente reduzem os riscos de lesões e contribuem para a melhor performance dos atletas.
Caminhada · 14 mar, 2010
Nome: Haroldo Ribeiro
Idade: 47 anos
Dúvida: Sempre que me dedico ao exercício aeróbico, ou seja, corridas pela manhã de aproximadamente 20 a 25 minutos, acabo perdendo a vontade de ir à academia à noite e fazer meu treino com pesos e sempre ouço da minha namorada comentários do tipo "você está muito magro". Como devo fazer para equilibrar a perda de excesso de gordura localizada sem perder músculos e massa corpórea?
Resposta: Olá Haroldo! Uma das coisas mais importantes para quem busca perda de peso é que ela seja feita de uma maneira lenta e gradual. A perda de peso nada mais é que um balanço calórico negativo, ou seja, você mais gasta do que consome calorias. Isso é um processo catabólico, de degradação. Nele você pode ter degradação basicamente de gordura (principal meta de quem quer perder gordura), mas acima de certa velocidade de perda o corpo começa também a perder massa muscular. O efeito da musculação no organismo é justamente o de estimular o ganho e/ou a manutenção de nossa massa muscular. Quando apenas corremos, como você pode notar em muitos corredores, o corpo pode perder massa muscular nos membros superiores e no tronco. Ou seja, para evitar essa aparência de extrema magreza ou a perda de massa muscular, você deve ter o cuidado de se alimentar sempre após os exercícios, fazer atividades mais intensas que estimulem a musculatura e evitar grandes perdas em prazos curtos. Podemos falar de uma maneira bem generalizada que perdas por volta de um quilo por semana estão muito acima do adequado. Bons treinos!
Resposta concedida pelo nutricionista Danilo Balu. Bacharel em Esporte pela Universidade de São Paulo (EEFE-USP) e também graduado em Nutrição (USP).
Caminhada · 12 mar, 2010
Nome: Josue Paula
Idade: 45 anos
Dúvida: Tenho desgaste na cabeça do fêmur e continuo correndo provas de 10 km e São Silvestre. Esta atividade pode ser boa ou ruim? Tem algum tratamento?
Resposta: Olá Josué,
Esportes de impacto, como o próprio nome diz, sobrecarregam as articulações. Se você já tem desgaste, é preciso fazer uma avaliação com especialista em quadril, para verificar a gravidade, tratá-la e fazer reequilíbrio muscular para absorver melhor o impacto, além de tênis, terreno e treinamentos adequados.
Boa sorte!
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814
Caminhada · 11 mar, 2010
Nome: Jussara Aparecida Guerreiro
Idade: 42 anos
Dúvida: Estou com dúvidas quanto ao tratamento do esporão calcâneo. É necessário operar, ou é possível fazer o tratamento só com anti-inflamatórios e fisioterapia?
Resposta: Olá Jussara,
Cirurgia para esporão plantar é o último caso. Você deve procurar um especialista de tornozelo e pé, pois existem outras formas de tratamento para ajudar na sua recuperação e evitar a recidiva da dor, como fisioterapia, acupuntura e palmilhas. Por enquanto, procure fazer exercícios sem impacto, como bicicleta, musculação e natação. E discuta seu caso com seu médico. Cada paciente é um ser único e tratado individualmente de acordo com seu perfil.
Boa sorte!
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814
Caminhada · 11 mar, 2010
Nome: Claudinei Gonçalves de Jesus
Idade: 39 anos
Dúvida: Tenho uma hérnia de disco L 5. Gostaria saber se o problema da corrida é o impacto, então se porventura eu correr com um tênis apropriado, ou seja, com amortecedores suficientes para o meu peso (79 kg) e altura 1m76, será que não consigo compensar mediante o impacto?
Resposta: Olá Claudinei,
Antes de mais nada é preciso fazer uma avaliação com especialista de coluna pra saber a gravidade da sua hérnia, e uma avaliação física para verificar se você não precisa fazer um reequilíbrio muscular. Estando tudo ok, além do tênis adequado, você deve procurar treinar em terrenos que amorteçam impactos, como areia e grama, e fazer um programa de treinamento que não te sobrecarregue.
Boa sorte!
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814
Caminhada · 10 mar, 2010
Nome: Sandra Cibin
Idade: 43anos
Dúvida: Cara Dra. Ana Paula, sou praticante de corrida de rua (10 Km), recentemente tive dor no calcanhar, recorri ao ortopedista e ele me informou que tenho esporão de calcâneo. Estou tomando celebra, fazendo alongamentos, reduzindo o uso de salto alto durante a semana e não estou praticando nenhuma atividade física até que a dor cesse e eu possa voltar aos treinos. O esporão é algo que vai e volta? Adoro corridas de rua, mas sei que sofro grande impacto com elas, qual seria uma opção de treino tão eficiente quanto a corrida e com menos impacto? Ou que evitasse esse tipo de problema?
Resposta: Olá Sandra,
O esporão é um osso, ele não sai. O que ocorre é a melhora da dor causada pelo processo inflamatório. Procure um especialista de tornozelo e pé, pois existem outras formas de tratamento para ajudar na sua recuperação e evitar a recidiva da dor, como fisioterapia e palmilhas. Por enquanto, procure fazer exercícios sem impacto, como bicicleta, musculação e natação.
Boa recuperação!
Resposta concedida pela Dra. Ana Paula Simões. Especialista em medicina e cirurgia do pé e tornozelo. É médica do grupo de trauma esportivo da Santa Casa de São Paulo e atual médica da seleção brasileira de futebol feminino. http://lattes.cnpq.br/2785121990946814
Caminhada · 09 mar, 2010
As inscrições para a sétima edição da Corrida e Caminhada Wet'n Wild já estão abertas. As provas serão no dia 28 de março em um percurso em meio à natureza para estimular os participantes. Há um limite de 1,5 mil inscritos.
Passando pelos municípios de Itupeva, Louveira e Vinhedo, o percurso da corrida 10 quilômetros será realizado nas estradas de terra ao redor do Wet'n Wild. Já a corrida e caminhada de cinco quilômetros, passará por quase os mesmo lugares, porém, com um trajeto menor. O início das atividades está previsto para às 8h e o encerramento às 11h no estacionamento do parque.
Os valores de inscrição são R$ 65 para a Corrida e R$ 60 para a Caminhada e poderão ser feitas até o dia 18 de março. Os locais são as lojas Centauro do Maxi Shopping, em Jundiaí; Shopping Dom Pedro, em Campinas e Shoppings Center Norte, em São Paulo.
No dia da competição cada atleta participante tem direito a um ingresso cortesia para passar o dia brincando no parque. Além disso, poderão comprar até quatro ingressos para acompanhantes, no valor de R$ 30, comercializados nas bilheterias do parque e válidos somente para o dia. Nesta data, o parque funcionará normalmente.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026