Caminhada · 08 set, 2010
Se a corrida da Independência do ano passado atraiu muitos corredores e foi realizada em um belo dia de sol com céu azul, neste ano, o número de participantes foi bem menor. Em 2009 foram mais de três mil pessoas, enquanto que este ano a prova reuniu cerca de 1.600.
Pelo mau tempo não tinha muita gente, acho que o pessoal não teve coragem de vir, então havia um espaço bem bacana para correr, estava vazio, diz o atleta dos dez quilômetros, que é funcionário da rede de super mercado Carrefour e representou a empresa.
Móises Aguilera, morador do Ipiranga e corredor da prova desde que o evento começou no bairro, estranhou a pouca participação. Nos anos anteriores eu sempre vi isso aqui bem mais cheio, achei que viria mais gente, mesmo com a chuva, porque a competição é muito tradicional, afirma Aguilera.
Outro atleta amador que esteve na prova foi Carlos Roberto Lourenço, que também sempre marca presença na Corrida dos Bombeiros, prova de percurso semelhante. Ele considera que durante o feriado prolongado a maioria das pessoas vão viajar e perdem a oportunidade de celebrar a data praticando a corrida.
Para o organizador da prova, José João da Silva, a prova não poderia ser realizada em outro dia que não no feriado. As corridas que são feitas no domingo até podem atrair mais gente, mas essa prova jamais deve acontecer em outro dia que não em 7 de setembro, esse é o dia que a disputa fica mais especial, afirma João.
Creio que a chuva apenas prejudicou a cerimônia de premiação, porque muitos corredores finalizaram a prova molhados e acabaram voltando para casa mais rápido, não ficarão para o final, pondera o organizador, que também completou 55 anos na data que o Brasil comemora a Independência.
Caminhada · 08 set, 2010
Muitos paulistanos descerão a serra no próximo final de semana para participar da Meia Maratona A Tribuna Praia Grande, que contará com duas outras provas, a corrida de dez quilômetros e uma caminhada de cinco. As provas serão realizadas no domingo (12/09) de manhã, na Av. Presidente Kennedy, junto ao Paço Municipal, no bairro de Vila Mirim.
Entre os 2.500 atletas, os moradores de Santos ainda serão maioria na prova, com 643 inscritos (25,7% do total). Os paulistanos aparecem logo atrás, com 614 esportistas (24,5%), seguidos por mais 364 corredores da própria cidade da Praia Grande (14,5%). Vale lembrar que 74% dos participantes da prova serão homens.
A presença de uma mulher para a maratona, a da maranhense Maria dos Remédios, já gera expectativa, pois a corredora vem colocando no armário, em frente à sua cama, um cartaz com os dizeres Meia Maratona A Tribuna Praia Grande, Maria dos Remédios Castro, 1ª colocada geral feminina. A frase é repetida continuamente como estratégia para ajudá-la mentalmente na disputa.
Essa foi a forma que encontrei de mudar o meu perfil na meia. Esse ano eu quero ganhar essa prova. Estou decidida, afirma a líder isolada do Campeonato Santista, que também comemorou ser a melhor da região no 25º 10 KM Tribuna FM, em maio.
Para a atleta, o percurso, totalmente plano, ao nível do mar, será outro aliado. Gosto de provas assim. Não tem muito segredo. São dez quilômetros para ir e dez para voltar, acrescenta Maria. Além da participação da corredora, a meia maratona receberá a santista Clotilde Chiodi Ramos de 81 anos de idade. Já o homem mais velho do evento será o santista Kohei Choquem, de 83, que participará da caminhada.
O evento começará a partir das 8h com a concentração para a meia maratona. Depois haverá largada às 8h20 para elite feminina e 8h29 para cadeirantes e deficientes. Um minuto depois será a vez da elite masculina e dos amadores. Às 8h40 a área será liberada para concentração dos atletas da corrida de dez quilômetros e da caminhada de cinco quilômetros, que iniciam as atividades às 9h.
Todos os inscritos devem retirar os kits nos dias nove e dez (quinta e sexta-feira), na Rua Itororó, 27, no Centro de Santos, das 10 às 16h, ou no dia do evento, junto ao local de largada, das 6 às 7h30.
Para mais informações sobre o evento, basta acessar o site
www.triesportes.com.br.
Caminhada · 06 set, 2010
A corrida da Independência, que celebra a emancipação política do Brasil, marcada para esta terça feira (07/09), promete esquentar o feriado de milhares de participantes no bairro do Ipiranga, na capital paulista.
O trajeto é pouco repetido, apenas duas vezes no ano, com trechos bastante arborizados e relevos diferentes. Além da passagem pelo Museu do Ipiranga e pelo Monumento à Independência do Brasil, o aclive da Av. Nazaré também é um dos principais atrativos da prova, por representar um desafio aos corredores no final da disputa.
A prova está marcada para começar às 7h40, com um aquecimento. Dez minutos depois ocorrerá a corrida especial, destinada aos portadores de necessidades especiais. Já a largada geral para a corrida de cinco e dez quilômetros acontecerá às 8h, mesmo horário da caminhada de cinco quilômetros.
Já o início cerimonial de premiação ocorrerá às 9h15, onde os primeiros colocados da categoria feminina e masculina ganharam R$1.500 e os segundos colocados levarão R$1.200. Haverá premiação em dinheiro até o quinto colocado. Além disso, todos que concluírem a prova ganharão Medalha alusiva ao evento.
A entrega dos kits começou nesta segunda-feira (06/09), mas quem não conseguiu retirar hoje poderá buscar amanhã, dentro do próprio Parque da Independência, das 6h30 até as 7h45. Para mais informações sobre o evento basta acessar o site www.jjseventos.com.br
Caminhada · 06 set, 2010
O maior vencedor de etapas do circuito Track & Field, Adriano Bastos, saiu vitorioso mais uma vez na Corrida & Caminhada Contra o Câncer, que aconteceu no Shopping Center Norte e reuniu cerca de dois mil atletas para a corrida, além dos 300 participantes da caminhada, na fria e nublada manhã do último domingo (05/09).
A prova, realizada às margens da Marginal Tietê, teve a largada às 8h, com percursos de três e 6,4 quilômetros, para caminha e corrida, respectivamente. O vencedor da disputa achou o ritmo inicial de prova bem forte, só a partir do quarto quilômetro que conseguiu abrir vantagem.
Até o segundo quilômetro me senti bastante desconfortável, com sensação de corpo pesado devido ao treino longo de ontem, diz Bastos, que na véspera da prova percorreu 28 quilômetros como preparação para a Maratona de Buenos Aires.
Apesar do esforço do dia anterior, o atleta não teve dificuldades para acompanhar os adversários, já que desde o inicio se manteve na cola de João Cardoso, líder de mais da metade da disputa. Quando faltava pouco mais de um quilômetro para o final percebi que Cardoso já estava bem cansado, aí acelerei e ele não conseguiu me acompanhar, acrescenta o corredor.
Bastos ganhou a prova em 19min19, seguido pelo vice-campeão, que fez o tempo de 19min29. Já o terceiro colocado, Antônio Fernandes Arruda, chegou em 19min44. Os tempos altos na disputa foram atribuídos ao aumento de 400 metros na metragem total da prova, que segundo os organizadores aconteceu por exigências do CET, para que os retornos estivessem em pontos determinados pelo órgão.
Apesar deste detalhe, nada mudou o entusiasmo e a alegria dos participantes que queriam testar os próprios limites. "Foi bem legal correr mais uma etapa da Track & Field, principalmente por uma boa causa como esta, onde o valor arrecadado com as inscrições foi doado para o Hospital do Câncer, reflete Bastos, satisfeito com a vitória e nada preocupado com o tempo maior de finalização na disputa por conta da distância.
No feminino, até a vitória desta categoria está relacionada com o nome de Adriano Bastos, mesmo que de forma indireta; a campeã foi Vivian Oliveira, que é treinada por Bastos e concluiu a prova em 24min26, seguida pelas atletas Cilene Santos, com o tempo de 25min03, e Juliana Véras, em 25min55.
A próxima competição importante de Bastos será a Meia Maratona A Tribuna, na Praia Grande, que acontecerá no próximo domingo, dia 12, onde ele espera melhorar sua marca pessoal de meia maratona que hoje é de 1h05min47, conquistada em 2008 na Meia Maratona de Buenos Aires.
A polêmica taxa que regulamentaria a prática esportiva na Cidade Universitária de São Paulo continua despertando curiosidade entre os esportistas, sobretudo para os ciclistas e corredores. Algumas medidas para restringir o uso do campus por corredores e ciclistas devem entrar em vigor até o final deste ano.
No último dia 31/08 o campus da capital sediou o Segundo Fórum Permanente Espaço Público da USP e um dos assuntos programados foi o uso do espaço público pelos esportistas. O evento reuniu diversos participantes, entre professores, funcionários, acadêmicos e outros interessados.
Pelo tom do discurso dos representantes, as restrições permanecem e ainda podem aumentar. A USP não pode ser vista como um clube, como válvula de escape da falta de espaço público para lazer. Isso não é uma pista de corrida, afirma o professor de antropologia Pedro Jacob, que é mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade de Harvard.
Jacob acrescenta que é necessário criar regras de convivência dentro do Campus, por outro lado, um dos participantes do fórum, Nelson Evêncio, presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de Rua de São Paulo), ressalta que já foram feitas inúmeras propostas por parte da associação para regulamentar a atividade no local.
Queremos permanecer com as atividades físicas por aqui e temos contrapartidas para isso. Nós nos prontificamos a reciclar o lixo que é jogado e até a fazer uma parceria com os estudantes de educação física da USP, que se tornariam estagiários de algumas assessorias esportivas e poderiam usar os dados dos nossos atletas para pesquisa, diz Evêncio.
O presidente alega também que não é contra o pagamento de taxas, caso elas venham a ser cobradas, pois cada assessoria esportiva pagaria um valor estipulado, de acordo com o porte da empresa, classificadas em grandes, médias e pequenas. Inclusive em 2003 chegou a existir um pagamento de R$ 150 por mês para os treinadores poderem armar tendas com colchonetes e outros acessórios oferecidos como infra-estrutura aos alunos, ressalta.
Para Toninho Macchione, diretor da Sptri (Federação Paulista de Triatlon), que também esteve no fórum de discussão, todos reclamam da falta de organização dos esportistas, porém a própria USP parece às vezes não querer organizar para manter o argumento de que se não há organização, então é preciso rigidez total.
Cristina Guarnieri, diretora de Relações Institucionais da Coordenadoria do campus da capital, conta que ainda não há nada formatado. Não definimos se haverá taxa ou não. Estamos estudando e certamente um dos objetivos deste fórum é nos ajudar a resolver estas questões, explica a diretora, que já contatou a ATC em busca de uma proposta atraente.
Para a dirigente, o mais importante em tudo isso é não perder de vista a missão social da Universidade, pois ela não foi feita para suprir a carência de parques públicos na cidade. Talvez, segundo Guarnieri, seja preciso redefinir o percurso para os esportistas, assim como foi feito para os eventos de corrida, que inclusive deixaram de acontecer com tanta frequência aos finais de semana devido o transtorno que gerava para nós.
Aos sábados, por exemplo, a gente percebe que o espaço ficou segmentado e aqui não foi feito só para os corredores, mas eles tomaram conta de um tal jeito, por própria negligência da Universidade, desabafa a diretora. Ela ainda esclarece que a USP abriga um hospital, além do que muitos funcionários e professores não conseguem chegar a tempo no serviço porque as ruas estão tomadas de corredores e ciclistas.
Falta de opções - Já estamos na segunda edição do fórum, mas infelizmente na USP a gente percebe que questões importantes como estas acabam sempre em filosofia, com pouca prática, comenta Nelson Evêncio. Já para o professor Euler Sandeville, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade, a situação é bastante delicada e a própria Universidade está aprendendo muito com o que está acontecendo.
Agora a pergunta central de Euler é o porquê das pessoas treinarem na USP e não em outros lugares. Há outros locais que poderiam ser usados para várias práticas esportivas aqui perto, mas as pessoas não têm essa visibilidade e a gente precisa amarrar a USP num projeto de entorno, reflete. O professor também diz que há muitas áreas verdes em volta do campus, que poderiam se transformar em locais para esporte. " São políticas públicas que precisam acontecer, pois os recursos financeiros já estão na cidade, só precisam ser usados de outras formas.
Euler defende também que se todos continuarem no mesmo lugar não existirá pressão social para que se criem outros espaços para a prática do esporte, ou haja investimento nos que já foram criados. Opinião contrária a essa é a do diretor Toninho, da Sptri. Falar que os ciclistas estão liberados para pedalar em outros lugares, como Interlagos, de madrugada, por exemplo, não faz o menor sentido diz. Para Toninho, a USP continua sendo o lugar mais seguro para os atletas e não há alternativas, já que a extensão das ciclovias de São Paulo são muito pequenas quando comparado ao tamanho da cidade.
Benefícios sociais da corrida - Se o Campus está lotado de esportistas sem dúvida nenhuma isso não pode ser visto como algo negativo, ao contrário, é uma vantagem, pois quanto mais pessoas no local, menor os riscos de assalto e outros tipos de violência, relembra Evêncio, presidente da ATC, que também confessa existir muito desconhecimento sobre os benefícios sociais da corrida de rua.
É a única modalidade onde todos podem conversar enquanto praticam, despertando características como companheirismo, trabalho em equipe e disciplina, diz o diretor. Já para o presidente da Sptri, mesmo com tantos benefícios, a USP é uma autarquia (onde o recurso financeiro é público, mas o espaço não). "Sem dúvida nenhuma eles têm o direito de fechar o portão e deixar entrar quem quiser".
No começo deste ano a USP informou que corredores e ciclistas deveriam se cadastrar e fazer uma carteirinha para ter acesso ao campus. A medida entraria em vigor após o Carnaval, mas até o fechamento desta matéria não havia sido implementada.
O que você achou das restrições? Deixe seu comentário no Fórum.
Caminhada · 02 set, 2010
A polêmica taxa que regulamentaria a prática esportiva na Cidade Universitária de São Paulo continua despertando curiosidade entre os esportistas, sobretudo para os ciclistas e corredores. Algumas medidas para restringir o uso do campus por corredores e ciclistas devem entrar em vigor até o final deste ano.
No último dia 31/08 o campus da capital sediou o Segundo Fórum Permanente Espaço Público da USP e um dos assuntos programados foi o uso do espaço público pelos esportistas. O evento reuniu diversos participantes, entre professores, funcionários, acadêmicos e outros interessados.
Pelo tom do discurso dos representantes, as restrições permanecem e ainda podem aumentar. A USP não pode ser vista como um clube, como válvula de escape da falta de espaço público para lazer. Isso não é uma pista de corrida, afirma o professor de antropologia Pedro Jacob, que é mestre em Planejamento Urbano e Regional pela Universidade de Harvard.
Jacob acrescenta que é necessário criar regras de convivência dentro do Campus, por outro lado, um dos participantes do fórum, Nelson Evêncio, presidente da ATC (Associação dos Treinadores de Corrida de Rua de São Paulo), ressalta que já foram feitas inúmeras propostas por parte da associação para regulamentar a atividade no local.
Queremos permanecer com as atividades físicas por aqui e temos contrapartidas para isso. Nós nos prontificamos a reciclar o lixo que é jogado e até a fazer uma parceria com os estudantes de educação física da USP, que se tornariam estagiários de algumas assessorias esportivas e poderiam usar os dados dos nossos atletas para pesquisa, diz Evêncio.
O presidente alega também que não é contra o pagamento de taxas, caso elas venham a ser cobradas, pois cada assessoria esportiva pagaria um valor estipulado, de acordo com o porte da empresa, classificadas em grandes, médias e pequenas. Inclusive em 2003 chegou a existir um pagamento de R$ 150 por mês para os treinadores poderem armar tendas com colchonetes e outros acessórios oferecidos como infra-estrutura aos alunos, ressalta.
Para Toninho Macchione, diretor da Sptri (Federação Paulista de Triatlon), que também esteve no fórum de discussão, todos reclamam da falta de organização dos esportistas, porém a própria USP parece às vezes não querer organizar para manter o argumento de que se não há organização, então é preciso rigidez total.
Cristina Guarnieri, diretora de Relações Institucionais da Coordenadoria do campus da capital, conta que ainda não há nada formatado. Não definimos se haverá taxa ou não. Estamos estudando e certamente um dos objetivos deste fórum é nos ajudar a resolver estas questões, explica a diretora, que já contatou a ATC em busca de uma proposta atraente.
Para a dirigente, o mais importante em tudo isso é não perder de vista a missão social da Universidade, pois ela não foi feita para suprir a carência de parques públicos na cidade. Talvez, segundo Guarnieri, seja preciso redefinir o percurso para os esportistas, assim como foi feito para os eventos de corrida, que inclusive deixaram de acontecer com tanta frequência aos finais de semana devido o transtorno que gerava para nós.
Aos sábados, por exemplo, a gente percebe que o espaço ficou segmentado e aqui não foi feito só para os corredores, mas eles tomaram conta de um tal jeito, por própria negligência da Universidade, desabafa a diretora. Ela ainda esclarece que a USP abriga um hospital, além do que muitos funcionários e professores não conseguem chegar a tempo no serviço porque as ruas estão tomadas de corredores e ciclistas.
Falta de opções - Já estamos na segunda edição do fórum, mas infelizmente na USP a gente percebe que questões importantes como estas acabam sempre em filosofia, com pouca prática, comenta Nelson Evêncio. Já para o professor Euler Sandeville, da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade, a situação é bastante delicada e a própria Universidade está aprendendo muito com o que está acontecendo.
Agora a pergunta central de Euler é o porquê das pessoas treinarem na USP e não em outros lugares. Há outros locais que poderiam ser usados para várias práticas esportivas aqui perto, mas as pessoas não têm essa visibilidade e a gente precisa amarrar a USP num projeto de entorno, reflete. O professor também diz que há muitas áreas verdes em volta do campus, que poderiam se transformar em locais para esporte. " São políticas públicas que precisam acontecer, pois os recursos financeiros já estão na cidade, só precisam ser usados de outras formas.
Euler defende também que se todos continuarem no mesmo lugar não existirá pressão social para que se criem outros espaços para a prática do esporte, ou haja investimento nos que já foram criados. Opinião contrária a essa é a do diretor Toninho, da Sptri. Falar que os ciclistas estão liberados para pedalar em outros lugares, como Interlagos, de madrugada, por exemplo, não faz o menor sentido diz. Para Toninho, a USP continua sendo o lugar mais seguro para os atletas e não há alternativas, já que a extensão das ciclovias de São Paulo são muito pequenas quando comparado ao tamanho da cidade.
Benefícios sociais da corrida - Se o Campus está lotado de esportistas sem dúvida nenhuma isso não pode ser visto como algo negativo, ao contrário, é uma vantagem, pois quanto mais pessoas no local, menor os riscos de assalto e outros tipos de violência, relembra Evêncio, presidente da ATC, que também confessa existir muito desconhecimento sobre os benefícios sociais da corrida de rua.
É a única modalidade onde todos podem conversar enquanto praticam, despertando características como companheirismo, trabalho em equipe e disciplina, diz o diretor. Já para o presidente da Sptri, mesmo com tantos benefícios, a USP é uma autarquia (onde o recurso financeiro é público, mas o espaço não). "Sem dúvida nenhuma eles têm o direito de fechar o portão e deixar entrar quem quiser".
No começo deste ano a USP informou que corredores e ciclistas deveriam se cadastrar e fazer uma carteirinha para ter acesso ao campus. A medida entraria em vigor após o Carnaval, mas até o fechamento desta matéria não havia sido implementada.
O que você achou das restrições? Deixe seu comentário no Fórum.
Atletismo · 02 set, 2010
Moradores e comerciantes do tradicional bairro do Ipiranga, em São Paulo, se reuniram para criar o movimento IpiRUNga, com o objetivo de disseminar para a comunidade os benefícios da prática do esporte. O lançamento oficial será realizado na próxima terça-feira (7/09) durante a Corrida da Independência e o local escolhido foi a lanchonete 4Runner Café, na Avenida Nazaré.
A Corrida tem chancela da JJS Eventos e será realizada no Parque da Independência com largada programada para as 8h, mas a partir das 7h os corredores se reunirão na 4Runner Café para uma confraternização. Os 250 primeiros atletas que aparecerem no local com um litro de leite para ser doado a uma instituição de caridade, ganharão uma camiseta confeccionada 100% em poliamida e, ao término da competição, haverá uma mesa de frutas, sorteio de brindes e DJ.
O movimento IpiRUNga surgiu com a empresária e corredora Valéria Spakauskas, uma das proprietárias da loja Zúnica, especializada em presentes e decoração, que logo teve apoio do também corredor Eduardo Sano, da 4Runner Café, e do instrutor Rogério de Castro, coordenador da academia Corporis. Gradativamente o trio tem recebido apoio da comunidade para a organização de corridas, passeios ciclísticos e outras atividades saudáveis.
Serviço:
Lançamento oficial do Movimento IpiRUNga
Caminhada · 02 set, 2010
Porto Alegre acolherá este ano, pela primeira vez, no dia 12 de setembro, o Circuito de Corrida e Caminhada da Longevidade Bradesco Seguros, que tem o objetivo de oferecer qualidade de vida e incentivar o exercício físico em todas as faixas etárias.
O evento está em seu quarto ano de existência e oferecerá aos gaúchos uma corrida de seis quilômetros, mais uma caminhada de três quilômetros, com ampla participação de pessoas de todas as idades. Além disso, o palco do evento também sempre oferece ao público uma série de atrações artísticas e culturais.
No domingo, a largada deverá reunir milhares de corredores no Parque Marinha do Brasil, no bairro Praia das Belas. A Corrida, com modalidade de caráter competitivo, está marcada para começar às 8h15. Já caminha de caráter não-competitivo terá a largada às 9h15. Toda a renda arrecadada com as inscrições será destinada a uma entidade de cunho social e filantrópico do município, selecionada pela Prefeitura.
A entrega dos kits será feita no sábado, no local da prova. A inscrição para atletas de até 49 anos é de R$ 20,00. Acima de 50, R$ 10,00. Já a Caminhada é aberta para pessoas de qualquer idade e custa R$ 10,00 também. Para participar basta acessar o site www.corridadalongevidade.com.br.
Caminhada · 02 set, 2010
A partir das 7h45 do dia 12 de setembro, atletas de todas as idades e níveis celebrarão a busca por uma sociedade melhor na Corrida Pela Paz Caixa, que acontecerá na Av. Jornalista Roberto Marinho, na capital paulista. A competição também terá como objetivo promover as metas da ONU para o milênio, em busca de uma sociedade melhor. Tanto que cada um dos oito quilômetros da prova representará um destes objetivos:
O evento terá dois percursos, de oito e quatro quilômetros, além de uma caminhada do Coração HCor, também com quatro quilômetros, que é feito para toda a família. A expectativa é reunir cerca de três mil corredores. Ano passado, 3.500 pessoas marcaram presença e entre os participantes estavam Adriano Bastos e Ana Luiza dos Anjos, a Animal, que foram os vencedores da disputa.
A taxa da inscrição para 2010 é de R$ 40,00 (quarenta reais), mas não haverá entrega de kits no dia da competição. A retirada de chip está marcada para o dia 11, das 10h às 22h, na loja Centauro do Shopping Eldorado, na Avenida Rebouças, 3970, loja 317. Para participar basta fazer a inscrição até o dia 8 de setembro pelo site oficial www.corridapelapaz2010.com.br
Caminhada · 01 set, 2010
Nome: Douglas Lima
Idade: 16
Dúvida:Olá, tenho um treino intenso, de três horas e meia, duas vezes na semana, depois da escola. Da escola ao treino, só tenho o intervalo de uma hora, sem mais nem menos. Não dá pra sair mais cedo, então não posso comer bem, se não me sinto pesado, pois os treinos são, às vezes, de matar. O que posso comer para que eu não fique sem energia durante os meus treinos? E até quanto eu posso comer?
Resposta: Olá Douglas! Tudo bem? Como você tem um horário apertado, você precisa mesmo focar em alternativas leves. Um pequeno lanche (pão francês ou de forma acompanhado de frios) logo na saída da escola, e você tem 60 minutos pra digeri-lo, é uma opção boa pra quem tem pouco tempo. Pra ajudar, não sei qual o seu peso, mas alguma fruta acompanhando já forneceria um pouco mais de carboidrato para o treino que vai começar. Acho que seria interessante também se você carregasse consigo algum suco ou bebida esportiva pra consumir durante o treino já desde o início, o que lhe fornecerá mais carboidratos. Salgadinhos e refrigerantes nesse caso são péssimas escolhas, preste atenção! Bons treinos!
Resposta concedida pelo nutricionista Danilo Balu. Bacharel em Esporte pela Universidade de São Paulo (EEFE-USP) e também graduado em Nutrição (USP). http://twitter.com/DaniloBalu
Caminhada · 01 set, 2010
A etapa paulista do circuito Corrida & Caminhada Contra o Câncer , no Shopping Center Norte, que acontece no próximo domingo (5/09), às 8h, reverterá a renda das inscrições para o Hospital do Câncer de Barretos. O evento concilia prática esportiva com ação social e oferece dois percursos, um para corrida, com seis quilômetros, e outro trajeto de três quilômetros para caminhada.
A zona Norte tem tradição esportiva e queremos difundir ainda mais esse conceito para as famílias da região. Quem ainda não é atleta poderá experimentar um circuito profissional, muito bem organizado e ainda contribuir para uma nobre causa social, afirma Gabriela Baumgart, gerente de marketing do Center Norte.
Para os organizadores do evento, o circuito é inovador e promete atrair toda família. Desde os mais experientes corredores até os que pretendem sair do sedentarismo, adotando a caminhada como atividade física. Para se inscrever na corrida é necessário ter no mínimo 18 anos, já a caminhada é a partir dos 16.
A prova paulista é limitada a 2.000 participantes e o valor da inscrição é de R$ 50,00. O kit-atleta será distribuído antes da prova e inclui uma camiseta, um boné, mas o número de peito. A retirada do material poderá ser feita entre os dias dois e quatro de setembro, na loja Track & Field do Shopping Center Norte.
Todos os atletas que cruzarem a linha de chegada receberão medalhas de "finisher" e os cinco primeiros colocados dos seis quilômetros na categoria masculina e feminina receberão troféus. O circuito ainda passará pelo Rio de Janeiro no mês de setembro. Para se inscrever na etapa paulista e carioca basta acessar o site do evento www.corridacontraocancer.com.br.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026