A primeira edição da Corrida da Cooperação acontece no dia oito de julho em Belo Horizonte e as inscrições online são gratuitas e já estão abertas pelo Webrun até o dia 1º de julho ou até acabarem as vagas, limitadas a 3.000 participantes.
A prova contempla corrida nas distâncias de cinco e dez quilômetros e também uma caminhada de três quilômetros, todas com saída na Praça Nova Pampulha, na capital mineira. As largadas acontecem a partir das 8h. A praça está localizada entre a Avenida Otacílio Negrão de Lima e a Rua Exp. Celso Racioppi.
Todos os inscritos trocarão seus kits de participação por dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal e fubá), que serão doados a instituições beneficentes da cidade. Os kits contêm uma bolsa, camisa poliamida, squeeze, chip de cronometragem e número de peito.
A Corrida da Cooperação é uma iniciativa do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Sistema Ocemg, em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas.
Caminhada · 15 maio, 2012
A primeira edição da Corrida da Cooperação acontece no dia oito de julho em Belo Horizonte e as inscrições online são gratuitas e já estão abertas pelo Webrun até o dia 1º de julho ou até acabarem as vagas, limitadas a 3.000 participantes.
A prova contempla corrida nas distâncias de cinco e dez quilômetros e também uma caminhada de três quilômetros, todas com saída na Praça Nova Pampulha, na capital mineira. As largadas acontecem a partir das 8h. A praça está localizada entre a Avenida Otacílio Negrão de Lima e a Rua Exp. Celso Racioppi.
Todos os inscritos trocarão seus kits de participação por dois quilos de alimentos não perecíveis (exceto sal e fubá), que serão doados a instituições beneficentes da cidade. Os kits contêm uma bolsa, camisa poliamida, squeeze, chip de cronometragem e número de peito.
A Corrida da Cooperação é uma iniciativa do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Minas Gerais e do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo de Minas Sistema Ocemg, em comemoração ao Ano Internacional das Cooperativas.
Caminhada · 11 maio, 2012
As futuras mamães não precisam deixar de treinar quando descobrem a gravidez. Com alguns cuidados e treinos especiais, é possível praticar exercícios e manter a sua saúde e a do bebê. Para esse dias das mães, conversamos com uma médica ginecologista e um treinador especializado em mulheres para saber mais.
Continuar os treinos - A princípio, a atividade física durante a gravidez deve ser incentivada, desde que haja um contato muito próximo entre o médico da gestante e seu treinador. É importante levar em conta fatores como: o tipo de exercício que a mulher já praticava e se praticava e o tipo de gravidez que está tendo.
A pessoa que já faz exercício previamente e continua durante a gravidez vai ter uma gestação muito mais saudável, conta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Quem passa pela gestação e continua treinando não perde o condicionamento e pode ter uma volta na rotina em menos tempo depois da dar à luz. O organismo se readapta com mais facilidade aos estímulos gerados durante o treino, ele tem memória muscular, conta o treinador Jefferson Roberto.
A atividade é prazerosa e ajuda em vários aspectos, tanto na fase inicial como final da gestação. A mulher só precisa parar de treinar na hora do parto, expõe.
No entanto, o treinamento da gestante deve ser muito personalizado. Conforme o abdômen vai aumentando, o treino tem que mudar, enfatiza a Dra. Sílvia.
Como fazer - As adaptações devem ocorrer logo quando há a descoberta da gravidez, nas primeiras duas semanas, já que é o período em que o óvulo está mais vulnerável e ainda não se fixou no endométrio. Exercícios que tenham bastante impacto, como agachamento e corridas bruscas, devem ser evitados na fase inicial da gestação, explica o treinador.
Alguns médicos recomendam a prática de exercícios na água, que não causam impactos e oferecem menos riscos à gravidez. A musculação também pode trazer muitos benefícios para a flexibilidade e alongamento da mulher, como melhorar o fluxo sanguíneo e a mobilidade articular.
Uma atenção especial deve ser voltada à gestante que optou por fazer musculação. O acompanhamento de um profissional qualificado é fundamental, além do cuidado para não sobrecarregar demais a prática.
Já os exercícios aeróbicos devem ser adaptados para não causarem incômodo na mãe durante a evolução da gestação, quando as regiões da lombar e os calcanhares começam a carregar o sobrepeso do bebê.
Não é recomendado colocar uma gestante para correr na esteira. Conforme o tamanho da barriga [a corrida] pode atrapalhar e não é segura, fica mais fácil correr riscos, conta Jefferson.
O treinador recomenda utilizar uma bicicleta ergométrica com apoio na coluna lombar, onde a mulher possa ficar sentada com leve inclinação no tronco. Uma caminhada leve também pode ser feita pela gestante.
Atletismo · 08 maio, 2012
Para emagrecer basta apenas comer menos (ou melhor) e fazer mais exercícios, certo? Muito provavelmente não. Cada vez mais sou adepto de uma menor importância do exercício no controle e perda de nosso peso. Como diz um famoso autor, exercícios nos fazem apenas ter mais fome.
Treinar então é inútil? Logicamente que não, pois o exercício traz uma gama de benefícios tão grande que seria difícil listar todos aqui. Mas entre eles, causar grande perda de peso parece cada vez mais não estar entre suas vantagens inerentes.
Uma das conclusões de uma longa revisão britânica sobre nutrição e saúde mostra que a perda de peso de quem incorporou uma rotina regular de treinos é de cerca de dois a três quilos. É muito pouco para um mundo cada vez mais tão gordo.
Uma das razões para acharmos que o exercício pode induzir a uma significante perda de peso é a presença de inúmeros exemplos que conhecemos de amigos ou conhecidos que obtiveram razoável sucesso. E dos que tentaram e não conseguiram diremos que é porque em algum momento erraram ou furaram com a dieta. Mas será mesmo? Não há uma sobrevalorização da capacidade do exercício em nos ajudar a perder peso?
Um artigo do British Journal of Sports Medicine traz uma hipótese que parece coerente: a diversidade das respostas das pessoas ao exercício sem cometer o equívoco apressado de dizer que o culpado é quem não emagrece por cometer pecados e deslizes em algum momento.
No estudo você tem desde pessoas que emagrecem muito (14 quilos) como de quem ganhou até três quilos treinando! Isso por si só já reforçaria a ideia que, no geral, treino faz perder peso sim. Não que eu queira negar, apenas refuto a ideia de que traga grandes perdas.
O artigo em si debate as possibilidades dos porquês de respostas tão diferentes ao mesmo protocolo (500 calorias de gasto em treinos). A resposta? Nunca é simples. Sou da teoria que o maior benefício intrínseco do treino é a mudança que o esporte traz na vida dos antes sedentários. Além disso, o treino pode reduzir demais a produção de insulina pelo indivíduo, hormônio esse que tem grande importância no peso dele.
O maior equívoco é achar que o esporte é indispensável na conta final e não no estilo de vida, esse sim, para mim, o maior aspecto que influencia em nosso peso. Sou suspeito para falar, mas o estudo, apesar de ser muito interessante, precisaria acompanhar a distribuição de macronutrientes (carboidrato, gordura e proteína) ingerida pelos indivíduos. Ao contrário do que possa pensar, sou teórico de que quanto mais gordura (menos carboidrato), melhor. Não, você não leu errado.
Fonte: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21596715
Caminhada · 02 maio, 2012
Além do treinamento, o sono é um importante aliado na qualidade de vida. Confira a primeira parte do artigo que aborda o tema.
A necessidade do organismo de repor os estoques energéticos e funcionais, além de regenerar tecidos durante o sono, precisa ser levada tão a sério quanto treinar. O corpo pede descanso após um treino e isso deve ser feito de maneira adequada, caso contrário não haverá tempo hábil para uma recuperação necessária antes da próxima atividade.
Para ter um bom sono afim de não afetar a qualidade do treino e ter um relaxamento adequado, é importante considerar o período da atividade.
Treinos noturnos:
Treinos diurnos:
Quem treina de manhã terá um maior período de gasto calórico, pois o corpo permanecerá em atividade durante o dia e depois o sono será mais regenerativo, mesmo que muitas horas depois da atividade. E quanto maior a recuperação do corpo à noite, ou seja, quanto maior a qualidade de sono, maior o fator emagrecimento também.
No próximo artigo vamos passar algumas dicas para regular o sono e ter um melhor aproveitamento no treino.
Caminhada · 30 abr, 2012
Um dos maiores e mais promissores campos da Nutrição diz respeito ao estudo da necessidade ou não do suplemento de micronutrientes (vitaminas e minerais). Muito provavelmente uma grande parcela dos profissionais se suplementa com polivitamínicos e antioxidantes. Mas esses mesmos profissionais não prescrevem aos seus clientes, ou pelo menos não deveriam. Por quê? Porque não há evidências de que haja benefícios nem de que sejam todos eles seguros. Quem prescreve está muito mais para curandeiro e feiticeiro do que para Nutricionista.
Os estudos com consumidores não resolvem a questão por não serem nada conclusivos. Há estudos que apontam que os consumidores desses polivitamínicos (similares àqueles do tipo de A a Zinco) às vezes vivem dois a três anos a mais e outros dizem que vivem dois a três anos a menos.
O que precisamos sempre levar em conta é que, teoricamente, quem produz esses suplementos vive justamente de vender pílulas, venham elas acompanhadas de saúde ou não. E por isso é mais seguro esperar o passo lento da ciência do que apostar em algo que pode ser inócuo, ou pior, fazer mal, muito mal.
Mas sabe-se que há agora outro motivo implícito para que não apostemos tanto no consumo de pílulas de saúde, uma vez ao dia junto com as refeições. Um estudo de Taiwan mostrou o que acontece no COMPORTAMENTO de quem toma supostas pílulas com micronutrientes. Estes indivíduos, considerando-se com melhor saúde e maior senso de imunidade devido essa suplementação, demonstravam menos interesse em praticar atividade física e assumiam hábitos não tão saudáveis como maior ingestão de álcool e menos uso de protetor solar.
Pior! Quando expostos à escolha de refeições, os que tomavam pílulas preferiam as refeições tidas hoje como menos saudáveis.
A conclusão é que quem usa desse recurso se considera mais imunizado. Assim, cometemos pequenos sacrifícios (tomar pílulas) para poder cometer os grandes (desandar com a saúde). É sempre assim que nos comportamos, seja na vida ou nas escolhas nutricionais.
Fonte: http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/21764996
Atualizado em três de maio de 2012 às 17h50
Ainda não se sabe ao certo os reais benefícios das meias de compressão para o esporte, mas produtos para diferentes necessidades não faltam no mercado. A marca Sigvaris acaba de lançar novos modelos que possuem compressão graduada um pouco acima da média das comuns.
O fabricante indica para a prática de exercícios os modelos Sigvaris Performance (meia esportiva feita com fibras de bambu), e a Sigvaris Pulse Road (polaina esportiva), ambas com compressão graduada de 20-30 mmHg (normalmente, a compressão varia de 15 a 25 mm Hg).
O modelo Sigvaris Recovery foi desenvolvido para ser usado por duas a três horas logo após os exercícios. Segundo a marca, a compressão graduada menor do que as outras, de 15-20 mm Hg, favorece a recuperação muscular.
As meias de compressão estão nas lojas do segmento desde de abril. O modelo Pulse Road está disponível nas cores vermelha (lisa ou com desenho), grafite, vinho (lisa ou com desenho) e branca. A meia Performance possui cores cinza com prata e preto com prata, e a Recovery pode ser encontrada na cor branca com detalhes em cinza.
Contato: www.sigvaris.com.br
SAC: 0800 707 7311
Atletismo · 28 abr, 2012
Atualizado em três de maio de 2012 às 17h50
Ainda não se sabe ao certo os reais benefícios das meias de compressão para o esporte, mas produtos para diferentes necessidades não faltam no mercado. A marca Sigvaris acaba de lançar novos modelos que possuem compressão graduada um pouco acima da média das comuns.
O fabricante indica para a prática de exercícios os modelos Sigvaris Performance (meia esportiva feita com fibras de bambu), e a Sigvaris Pulse Road (polaina esportiva), ambas com compressão graduada de 20-30 mmHg (normalmente, a compressão varia de 15 a 25 mm Hg).
O modelo Sigvaris Recovery foi desenvolvido para ser usado por duas a três horas logo após os exercícios. Segundo a marca, a compressão graduada menor do que as outras, de 15-20 mm Hg, favorece a recuperação muscular.
As meias de compressão estão nas lojas do segmento desde de abril. O modelo Pulse Road está disponível nas cores vermelha (lisa ou com desenho), grafite, vinho (lisa ou com desenho) e branca. A meia Performance possui cores cinza com prata e preto com prata, e a Recovery pode ser encontrada na cor branca com detalhes em cinza.
Contato: www.sigvaris.com.br
SAC: 0800 707 7311
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Atletismo · 26 abr, 2012
O cardiologista Dr. Nabil Ghorayeb define: Hipertenso é aquele que tem a pressão acima de 13,5 por 8,5. A hipertensão arterial é uma doença crônica, incurável, mas tratável. Dr. Nabil explica que o tratamento tem três vertentes, o remédio, a dieta e a atividade física.
O consenso- Tanto Dr. Nabil quanto o nutricionista Danilo Balu concordam neste ponto. A atividade aeróbica, como a corrida em ritmo de trote praticada de forma regular (quatro vezes por semana)é muito boa para o hipertenso. Mas ele tem que tomar os remédios antes de sair para sua corrida, adverte o cardiologista.
Doping no esporte: entenda como as substâncias agem no corpo humano
Balu endossa o o discurso. A prática física regular mantém o sistema circulatório melhor, assim como a resistência vascular, que ajuda a manter a pressão saudável, diz. Para Balu, a comunidade científica valoriza demais os efeitos do sal no organismo O foco dos problemas de hipertensão deveria sair do sal e ir atrás dos carboidratos em geral, conta.
A discórdia- O sal não traz problemas para a maioria absoluta da população, defende o nutricionista. Em uma pessoa em condições comuns o sal traz um aumento de pressão muito baixo e apenas momentâneo. Aquela história de colocar sal na língua para quem está com pressão baixa realmente funciona, mas é um aumento pequeno e de curta duração, declara. O sal está longe de ser o responsável.
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| Ficar de olho na pressão permite que o atleta não tenha surpresas desagradáveis enquanto pratica atividade física. Foto: Jarsem/ stock.xchng |
Dr. Nabil rechaça com intensidade os argumentos defendidos por Balu que já sugeriu desmistificar o consumo de sal em artigo no Webrun . O sal é o nosso maior inimigo!, exclama o cardiologista.
A Sociedade Brasileira de Cardiologia alerta que o sal é o principal problema para pressão alta no Brasil e no mundo. Uma pessoa tem que consumir no máximo de quatro a cinco gramas de sal por dia. Não dá para fazer esse cálculo com facilidade na hora de consumir, então acaba-se medindo pelo sódio. Mas não conseguimos tratar bem um hipertenso sem a restrição de sal, álcool e isotônicos, esclarece.
Quem tem pessoas na família com histórico da doença é mais propenso à hipertensão, mas isso não exime alguém sem histórico de maneirar no consumo de sal. O principal causador de hipertensão hoje em dia é o sal, reforça mais uma vez.
Os carboidratos- Danilo Balu justifica porque os carboidratos é que deveriam passar por maior policiamento. Muito carboidrato causa retenção líquida e consequentemente aumento de pressão. Isso é relevado, as pessoas não prestam atenção. Combatendo sal, esquecem do açúcar. O efeito do açúcar na pressão é crônico, enquanto o do sal é agudo (repentino), explica.
Comprar o tênis específico para cada pisada é necessário?
Mais uma vez, Dr. Nabil é veemente para negar a hipótese. Carboidrato não tem nada a ver, só se for em pessoas obesas. A principal parte de casos de hipertensão no mundo tem como causa o consumo de sal. Apenas de três a cinco por cento são por outras causas, enfatiza.
Para reforçar seu ponto de vista, acrescenta que a Sociedade Brasileira de Cardiologia propôs a diminuição do sal como conservante nos produtos da indústria alimentícia em 20%. Na dúvida, o melhor é não exagerar na comida salgada e investir na corrida: ela só traz benefícios.
Atletismo · 13 abr, 2012
Não há mulher no mundo que não se preocupe com o aparecimento dos indesejáveis vasinhos, principalmente nas pernas. Muitas vezes, a prática de exercícios físicos, como a corrida, fica conhecida como a principal vilã para quem tem as marquinhas.
O que chamamos de vasinhos são capilares invisíveis responsáveis pela irrigação sanguínea da pele e, quando eles se rompem, adquirem uma cor arroxeada e tornam-se visíveis. Porém a relação entre eles e a corrida é muito variada e depende exclusivamente da genética de cada mulher.
Quem já tem uma predisposição genética pode desencadear o aparecimento dos vasinhos por diversos fatores, entre eles os exercícios de impacto, como a corrida. Alguns medicamentos, como a pílula anticoncepcional, também facilitam o seu aparecimento.
Se a mulher não tem a predisposição genética, ela pode correr o tanto que for que ela não vai ter nenhum vasinho. A corrida, sozinha, não vai provocar os vasinhos, ressalta Sílvia Casseb, médica ginecologista do Setor de Ginecologia do Esporte da Escola Paulista de Medicina (Unifesp).
A ideia que a prática esportiva faz aparecer vasinhos vai contra o principal benefício da corrida, que é a melhora da circulação global do organismo, principalmente nas veias maiores da perna, que são veias mais profundas, nas varizes pélvicas, no interior do abdômen, nos ovários e no útero.
Durante o exercício físico, o sangue flui mais rápido por todas as veias, evitando a estase venosa, que é um fator de risco para varizes, expõe a doutora.
Isso significa que, apesar de a corrida ser um fator desencadeante dos vasinhos, ela, ao mesmo tempo, inibe o rompimento dos capilares. O fator de risco mais importante é a predisposição genética, enfatiza Sílvia.
É importante lembrar que os vasinhos são apenas marcas superficiais e puramente estéticas. Eles não causam nenhum mal à saúde e a circulação sanguínea da pele não é prejudicada, pois existem centenas de microvasinhos que fazem a função daquele que se rompeu.
Atletismo · 12 abr, 2012
Já aprovado no exterior, o Asics Piranha SP 4 chega ao Brasil em sua quarta edição e promete repetir o sucesso em território nacional. O lançamento pesa apenas 122 gramas e é considerado o calçado de competição mais leve da categoria Speed.
O modelo é indicado para pisadas neutras e supinadas e promete ser ideal para corredores que buscam velocidade e alta performance em treinos e competições. Segundo o fabricante, o tênis foi projetado para deixar os pés respirarem e evitar qualquer tipo de irritação, por causa das pequenas costuras.
As tecnologias da Asics utilizadas no Piranha SP 4 são a Solyte, na entressola, que promete uma plataforma confortável para melhor resposta nas passadas, e a DuoSole, na sola exterior, que anuncia propriedades de tração diferenciadas.
O Asics Piranha SP 4 será vendido exclusivamente nas lojas Procorrer virtual (www.procorrer.com.br) e na unidade em Curitiba (Avenida Vicente Machado, 320). O tênis custa R$359,90 e está disponível nos tamanhos 38 até 44.
Atletismo · 11 abr, 2012
A Adidas divulgou nesta terça-feira (10/04) o lançamento de um novo modelo de calçado, o adiPure Trainer. O produto se assemelha muito à linha Five Fingers, da Vibram, que oferece vários modelos com diferentes propósitos (corrida em trilha, passeio, corrida em asfalto, entre outros).
Pojetado para ser uma segunda pele, o calçado é minimalista, mantendo o pé mais próximo do solo e com um design que mantém cada dedo do pé isolado como o Five Fingers. No entanto, ao contrário dos modelos da Vibram, o foco do adiPure Trainer é o treinamento em academias.
A proposta é permitir movimentos naturais, dando total liberdade à articulação dos pés. Segundo a marca, a maleabilidade do calçado permite que os pés se movam naturalmente em todas as direções trabalhando os músculos desde os dedos até os quadris.
Para atingir desempenho máximo, é necessário se concentrar em como os pés interagem com o solo da mesma maneira que as mãos se relacionam com uma bola. Usar a força e o movimento natural dos pés irá ajudar no fortalecimento de músculos nunca antes ativados nos pés, panturrilhas e tronco, diz Mark Verstegen, embaixador Adidas.
O adiPure Trainer estará disponível no mercado a partir da segunda quinzena de abril, com o valor médio de R$ 299,90.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026