Caminhada · 28 jun, 2012
A marca de moda fitness Live! lança neste mês uma linha especial para as mulheres que praticam atividade física. A linha Running é voltada para corredoras modernas que conciliam a vida agitada com os seus quilômetros diários de treinos. As 11 peças que compõem a Running prometem tecnologia têxtil, conforto e estilo durante a prática.
Alguns destaques da linha são o top com bojo removível, que garante proporcionar compressão moderada e conforto térmico, evitando que a peça fique úmida. As alças são largas e em formato de X, para a sustentação das mamas e liberdade de movimento dos braços. É recomendável que o bojo seja removido durante a corrida, para o tecido não perder suas propriedades, e utilizado em exercícios como a musculação.
O short térmico é uma combinação de bermuda em tecido de alta compressão e um short de modelagem mais solta. Ele também possui um bolsinho lateral para armazenar pequenos objetos.
A alta compressão da legging promete aumentar a resposta muscular e fazer o sangue fluir mais rápido quando usada depois do exercício. O cós alto comprime moderadamente o abdômen. O modelo também possui bolsinhos laterais.
A linha Running da Live! conta ainda com modelos de regata, saia-short, calça, colete e agasalho, em diversas cores, além de acessórios especiais para a corrida.
Preços sugeridos:
Onde encontrar: informações pelo SAC: (47) 2106-7400 ou no site: www.live.ind.br
Caminhada · 27 jun, 2012
O aplicativo Nike+ Running já tem milhares de usuários cadastrados e não para de crescer. O programa agora apresenta uma nova versão com mais ferramentas para controlar, medir, comparar e compartilhar o desempenho nos treinos.
Ele foi redesenhado para o iPhone e ganhou uma versão para o Android, que permite compartilhamento rápido pelo Facebook e Twitter dos usuários. É possível verificar estatísticas, traçar rotas e obter feedback de áudio sem perder o passo.
Além disso, o aplicativo promete ser um grande companheiro dos corredores em busca de motivação. O corredor pode ter acesso a dicas para conseguir vencer seus desafios, verificar a evolução no desempenho e sugerir novos treinos através do perfil cadastrado no site nikeplus.com.
O programa para iPhone está disponível gratuitamente na App Store e, para Android, no Google Play.
Na última matéria comemorativa do aniversário de dez anos do Webrun, o atual editor e uma recente estagiária falam sobre a experiência de atuar no jornalismo do site.
Em 2005, Alexandre Koda foi convidado para cobrir as férias de Donata Lustosa, então editora do Webrun e sua colega de faculdade. Seu trabalho foi bem recebido e pouco depois ele recebeu outra proposta de freelancer, desta vez no site irmão Webventure. A experiência lhe rendeu um convite para ser repórter fixo do site de corridas.
O Webrun precisava de um repórter e eu aceitei, no ínicio de 2006. Fiquei quatro anos na função, com a Donata e o Harry (Thomas Jr), que me ensinou bastante coisa, lembra Koda.
A partir de 2010 o repórter assumiu a função de editor e desde então é o responsável pela linha que o site segue. Começamos a buscar eventos diferentes, provas que saem um pouco do asfalto, eventos internacionais e também pelo Brasil afora. Temos que sair um pouco do eixo Rio-São Paulo, onde o mercado já está consolidado, analisa.
Mudanças- Antigamente, Koda ia às provas com disquete na mão para pegar os resultados. Além dessa evolução, hoje vejo que aumentou muito a interatividade com o público, graças às redes sociais, compara o editor.
Para Mariana Araújo, que teve passagem no Webrun como estagiária, as mudanças foram velozes. Mudou muito desde quando entrei até hoje, a parte de vídeos, guias. O pessoal está sempre procurando renovar e com investimento e vontade faz o site crescer.
Experiência- Mari fala do que mais gostou em seu período na redação do site. Cobrir eventos, pela proximidade com os atletas. Ela destaca dois momentos como marcantes.
Na minha primeira matéria assinada fiquei impressionada com a ultramaratonista que ia fazer a Volta à Ilha sozinha . E teve a cobertura do Ironman 2011, 18 horas seguidas trabalhando, foi incrível acompanhar as chegadas, conta.
Desafios e tendências- Para o atual editor, fazer internet sempre será um desafio. Todas as mídias estão convergindo para a Internet, nosso caminho é esse, ser mais multimídia e não apenas texto, avalia Koda.
Hoje as mudanças são cada vez mais rápidas e é exigida agilidade de quem faz. Daqui a dez anos espero estarmos com equipes consolidadas em várias praças, principalmente no Nordeste, região que, segundo o jornalista, tem um potencial de mercado muito grande.
Mariana resume a experiência de trabalhar no Webrun em uma única frase. Aprendi muito mais aqui do que na faculdade, jornalismo se aprende fazendo, encerra.
Atletismo · 21 jun, 2012
Na última matéria comemorativa do aniversário de dez anos do Webrun, o atual editor e uma recente estagiária falam sobre a experiência de atuar no jornalismo do site.
Em 2005, Alexandre Koda foi convidado para cobrir as férias de Donata Lustosa, então editora do Webrun e sua colega de faculdade. Seu trabalho foi bem recebido e pouco depois ele recebeu outra proposta de freelancer, desta vez no site irmão Webventure. A experiência lhe rendeu um convite para ser repórter fixo do site de corridas.
O Webrun precisava de um repórter e eu aceitei, no ínicio de 2006. Fiquei quatro anos na função, com a Donata e o Harry (Thomas Jr), que me ensinou bastante coisa, lembra Koda.
A partir de 2010 o repórter assumiu a função de editor e desde então é o responsável pela linha que o site segue. Começamos a buscar eventos diferentes, provas que saem um pouco do asfalto, eventos internacionais e também pelo Brasil afora. Temos que sair um pouco do eixo Rio-São Paulo, onde o mercado já está consolidado, analisa.
Mudanças- Antigamente, Koda ia às provas com disquete na mão para pegar os resultados. Além dessa evolução, hoje vejo que aumentou muito a interatividade com o público, graças às redes sociais, compara o editor.
Para Mariana Araújo, que teve passagem no Webrun como estagiária, as mudanças foram velozes. Mudou muito desde quando entrei até hoje, a parte de vídeos, guias. O pessoal está sempre procurando renovar e com investimento e vontade faz o site crescer.
Experiência- Mari fala do que mais gostou em seu período na redação do site. Cobrir eventos, pela proximidade com os atletas. Ela destaca dois momentos como marcantes.
Na minha primeira matéria assinada fiquei impressionada com a ultramaratonista que ia fazer a Volta à Ilha sozinha . E teve a cobertura do Ironman 2011, 18 horas seguidas trabalhando, foi incrível acompanhar as chegadas, conta.
Desafios e tendências- Para o atual editor, fazer internet sempre será um desafio. Todas as mídias estão convergindo para a Internet, nosso caminho é esse, ser mais multimídia e não apenas texto, avalia Koda.
Hoje as mudanças são cada vez mais rápidas e é exigida agilidade de quem faz. Daqui a dez anos espero estarmos com equipes consolidadas em várias praças, principalmente no Nordeste, região que, segundo o jornalista, tem um potencial de mercado muito grande.
Mariana resume a experiência de trabalhar no Webrun em uma única frase. Aprendi muito mais aqui do que na faculdade, jornalismo se aprende fazendo, encerra.
Orgulhosas do projeto do Webrun,, Cristiane Savieto, diretora de marketing, e Donata Lustosa, ex-editora do portal, contam como é fazer parte dessa história desde o começo.
O mercado - Eu vi todo o projeto nascer e crescer. Ajudei com ideias e parcerias, conta Cristiane sobre o período em que falar de internet para o mercado publicitário era um desafio. A internet era desconhecida há dez anos. Os clientes não sabiam o que a gente podia fazer. Então o desafio era colocar essa cultura sobre as possibilidades de coisas legais que poderiam ser feitas em nosso portal.
Para Cristiane, o mercado de corrida, além de estar em constante crescimento, é muito gratificante. A gente fala de bem estar, qualidade de vida, esporte e saúde. É um mercado apaixonante.
A dinâmica das possibilidades da rede online exige sempre mudanças e inovações nos veículos da internet. Acompanhar essas mudanças é fundamental para o desenvolvimento do portal como um todo.
Estamos falando com corredores e com possíveis corredores, então precisamos estar sempre junto deles para saber o que eles querem. E também oferecer serviços úteis, garante a diretora.
Jornalismo - A corrida de rua também ganhou mais adeptos e organizadores de competições nesses anos, sendo acompanha de perto pelo Webrun.
Quem confirma é Donata Lustosa, ex-editora do site. A corrida de rua era bem diferente do que a gente vê hoje. Tinham menos corredores, poucas provas. Foi um grande desafio comunicar sobre esse novo esporte para as pessoas, diz Donata, que começou como estagiária no portal.
Com o passar do tempo, a jornalista conta que aprendeu não só sobre corridas e o fazer jornalístico como também a ver uma empresa como um todo, na busca por parcerias e negócios.
Com o Harry[Thomas Jr., idealizador do site] aprendi muito sobre corrida. Quem eram os atletas, os tipos de corrida etc. Com o André e o Renato[sócios do portal], eu aprendi muito de internet, rapidez, agilidade e um pouco também de visão de negócios, importante para amadurecer esse outro lado profissional meu, avalia.
O envolvimento de Donata com o Webrun ultrapassou o jornalismo. Quando viu Marílson Gomes vencer a Maratona de Nova York pela primeira vez, deixou o profissionalismo de lado por alguns instantes para vibrar pelo atleta brasileiro. Eu era a única brasileira cobrindo a prova. De jornalista eu virei torcedora, afirma.
A ex-editora também teve a oportunidade de conhecer o ídolo Lance Armstrong e ainda trocou algumas palavras com ele. Ele é uma pessoa que me inspira tanto que quase não tive reação.
Atletismo · 20 jun, 2012
Orgulhosas do projeto do Webrun,, Cristiane Savieto, diretora de marketing, e Donata Lustosa, ex-editora do portal, contam como é fazer parte dessa história desde o começo.
O mercado - Eu vi todo o projeto nascer e crescer. Ajudei com ideias e parcerias, conta Cristiane sobre o período em que falar de internet para o mercado publicitário era um desafio. A internet era desconhecida há dez anos. Os clientes não sabiam o que a gente podia fazer. Então o desafio era colocar essa cultura sobre as possibilidades de coisas legais que poderiam ser feitas em nosso portal.
Para Cristiane, o mercado de corrida, além de estar em constante crescimento, é muito gratificante. A gente fala de bem estar, qualidade de vida, esporte e saúde. É um mercado apaixonante.
A dinâmica das possibilidades da rede online exige sempre mudanças e inovações nos veículos da internet. Acompanhar essas mudanças é fundamental para o desenvolvimento do portal como um todo.
Estamos falando com corredores e com possíveis corredores, então precisamos estar sempre junto deles para saber o que eles querem. E também oferecer serviços úteis, garante a diretora.
Jornalismo - A corrida de rua também ganhou mais adeptos e organizadores de competições nesses anos, sendo acompanha de perto pelo Webrun.
Quem confirma é Donata Lustosa, ex-editora do site. A corrida de rua era bem diferente do que a gente vê hoje. Tinham menos corredores, poucas provas. Foi um grande desafio comunicar sobre esse novo esporte para as pessoas, diz Donata, que começou como estagiária no portal.
Com o passar do tempo, a jornalista conta que aprendeu não só sobre corridas e o fazer jornalístico como também a ver uma empresa como um todo, na busca por parcerias e negócios.
Com o Harry[Thomas Jr., idealizador do site] aprendi muito sobre corrida. Quem eram os atletas, os tipos de corrida etc. Com o André e o Renato[sócios do portal], eu aprendi muito de internet, rapidez, agilidade e um pouco também de visão de negócios, importante para amadurecer esse outro lado profissional meu, avalia.
O envolvimento de Donata com o Webrun ultrapassou o jornalismo. Quando viu Marílson Gomes vencer a Maratona de Nova York pela primeira vez, deixou o profissionalismo de lado por alguns instantes para vibrar pelo atleta brasileiro. Eu era a única brasileira cobrindo a prova. De jornalista eu virei torcedora, afirma.
A ex-editora também teve a oportunidade de conhecer o ídolo Lance Armstrong e ainda trocou algumas palavras com ele. Ele é uma pessoa que me inspira tanto que quase não tive reação.
Atletismo · 19 jun, 2012
Onde fica o osso sesamóide?- Os sesamóides são encontrados embaixo da articulação do dedo grande (hálux) e são tipicamente de tamanho pequeno (como dois feijões). Há dois ossos sesamóides em cada pé, sendo um medial e outro lateral (como mostra a figura1). Mas algumas pessoas podem tê-los ainda separados ao meio, o que chamamos de sesamóide bipartido.
O que faz o osso sesamóide?- Os ossos sesamóides estão embutidos no tendão flexor do hálux, mas o que torna estes ossos pequenos tão importantes não é a sua localização, mas a natureza. Eles foram concebidos para funcionar como um ponto de apoio ou um braço de alavanca para os tendões flexores. Equivalente ao seu trabalho como um ponto de apoio, os ossos sesamóides também atuam como um guarda-costas para seus tendões circundantes, onde sua função é a de atuar como um fulcro para segurar os tendões mais longe da articulação. Em cima da proteção, os sesamóides também servem para reforçar os efeitos de tendões do ponto de vista mecânico, como roldanas (como na figura 2).
Por que eles doem?- O problema com os ossos sesamóides é a sua localização (em alguns indivíduos o tamanho deles também influencia). Como você pode ver na imagem 2, eles estão situados em uma área de alta pressão. Este simples fato, combinado com a sua proximidade com os tendões e esportes de impacto, propicia inflamação e dor, o que damos o nome de sesamoidite.
Uma pisada pronada no antepé e sobrepeso também contribuem para o aumento de carga e pressão na região. Assim como andar, dançar e correr na meia ponta. Além de inflamar eles podem até fraturar (figura 3).
Como tratar?- Em casos menos graves, medicamentos anti-inflamatórios funcionam muito bem na redução da dor. Há também cintas ou órteses que são usadas para segurar o hálux ou bandagens que evitam a hiperextensão, movimento que irrita os tendões em torno do osso sesamóide. Solas de sapatos almofadadas ou palmilhas também pode ser usados para reduzir a dor.
Mas o ideal é procurar um médico para fazer o diagnóstico correto pois existem casos em que ocorrem necroses desses ossos e o tratamento pode variar desde fisioterapia, infiltrações, podendo chegar a ser cirúrgico em alguns casos.
Atletismo · 19 jun, 2012
Para continuar a semana de comemoração dos dez anos do Portal Webrun, conversamos com duas figuras recorrentes em nossas matérias e no mundo das corridas: a jornalista Fernanda Paradizo e o maratonista Adriano Bastos. Os dois contam como foi o crescimento das corridas de rua no Brasil junto com o site e também a evolução da internet.
O site - Fernanda Paradizo se envolveu no projeto do Webrun ao conhecer Harry Thomas Jr., que na época havia fundado o site Maratona.com.br, incorporado ao portal. A gente tinha muita ligação com a corrida de rua na época. O Grupo Pão de Açúcar patrocinava o Circuito Corpore, os grandes responsáveis pelo crescimento do esporte no Brasil, conta Fernanda.
A parceria entre o portal e Fernanda dura até hoje. Quando a jornalista começou no meio, quase não havia divulgação e o número de corridas ainda era muito pequeno.
Quase na mesma época, em 2002, o atleta Adriano Bastos começava a despontar nas provas do País. Vindo do triathlon, Adriano não teve muitas dificuldades ao enfrentar os percursos de asfalto das capitais brasileiras. Entre um pódio e outro, foi conhecendo melhor o site e seus repórteres. O site sempre acompanhou a minha trajetória, quando comecei a me destacar, conta.
Começamos a ter uma afinidade. Isso para mim foi legal, porque eu me sentia em casa, recorda o maratonista, que garante que o site ajudou a alavancar sua carreira mostrando resultados e suas preparações para competições nacionais e internacionais.
Adriano diz ser assíduo leitor do conteúdo do Webrun, indispensável para o sucesso do veículo, tanto ou mais quanto a venda de fotos. O legal do Webrun é ter matérias sobre diversos assuntos que interessam aos atletas profissionais, aos amadores e também aos treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais do meio, afirma. Tornou-se uma ferramenta completa, que eu acesso quase que diariamente para ver o que está acontecendo, comenta.
Internet e informação - Em 2002 poucas pessoas tinha acesso à internet, o sistema era lento, assim como a publicação de texto e foto, que ainda era, por incrível que pareça, bem complexa.
Graças à internet, a informação tornou-se instantânea. As notícias estão no ar logo depois da competição, admira Bastos.
E para que essa evolução desse certo, o jornalista passou a trabalhar mais e com mais possibilidades. O profissional que trabalha com internet precisa saber fazer as duas coisas: a foto e o conteúdo, em vídeo ou texto. A gente acaba se virando e faz de tudo um pouco, analisa Fernanda.
Uma das que facilitaram eu estar hoje em todos os lugares é a possibilidade de cobrir um evento com foto e conteúdo, continua a jornalista, que participa de maratonas no mundo inteiro, seja cobrindo ou correndo ou até mesmo as duas coisas.
E não só os jornalistas têm mais trabalho com o crescimento do mercado como principalmente os organizadores das competições, que precisam ficar mais atentos à demanda do público. Como tem crescido o número de participantes, o público se torna mais exigente em relação aos serviços oferecidos, afirma Adriano, que alerta também para que não se perca de vista a evolução do atletismo nacional profissional.
Tem que valorizar o atleta de elite para fazer com que ele melhore seu nível técnica e tenha condições de disputar um grande evento internacional em igualdade com os estrangeiros, conclui.
Depois de contar a origem do Portal e os desafios da Internet, mostramos a opinião de dois renomados treinadores sobre o papel do Webrun no meio das corridas brasileiras.
O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun desde 2005, assume: Sou viciado no portal. Acesso todos os dias para me atualizar sobre as notícias e calendário. Nelson explica que escreve para acrescentar algo ao público corredor. Meu esforço é publicar algo que não fique datado, que o leitor possa ler sempre.
Para Wanderlei de Oliveira que treina corredoras como Ana Luiza Garcez (a Animal), Dona Mitiko Nakatani (famosa por ganhar provas de longa distância em sua categoria, com 80 anos) e Fernanda Paradizo (jornalista) há dez anos era o tempo das cavernas. Wanderlei conta que o então editor do Webrun, Harry Thomas Jr, foi fazer uma matéria com ele em Campos do Jordão (SP) e o treinador só colaborou depois que Harry correu 21 quilômetros em trilhas na região.
O que eu queria passar para ele era que com a vivência ficaria mais fácil de escrever a respeito, explica. O técnico acredita que o site tem muito a ver com o crescimento de corridas no País. É referência em notícias, também como calendário de provas e expandiu isso para o triathlon.
Evolução- Nelson Evêncio afirma que apesar da massificação das corridas de rua, houve uma redução na seriedade do esporte. As pessoas estão mais participativas, só o número de mulheres em provas aumentou 20% em São Paulo no ano passado. Mas acho que hoje os corredores treinam menos. A corrida também entrou em classes mais altas da sociedade e as pessoas hoje reclamam mais das organizadoras, pondera.
Wanderlei concorda com a última afirmação. O público hoje é mais exigente. Com a internet, pode reclamar mais, se a corrida não foi boa pode protestar no site, nas redes sociais. Isso força os organizadores a valorizar o corredor, aponta.
Desafios- Para o que pode ser feito no futuro, os treinadores também tem uma opinião em comum: a de que a prioridade dos organizadores e imprensa deve ser sempre o corredor. Tem que usar a tecnologia para aprimorar as provas, tendo grandes eventos internacionais como referência, aposta Wanderlei.
Nelson indica como principal ponto a ser resolvido o congestionamento nas largadas. Editorialmente, pede novidades. Muito já foi dito sobre nutrição e treinamento. O desafio para a imprensa é trazer novas abordagens, define.
Atletismo · 18 jun, 2012
Depois de contar a origem do Portal e os desafios da Internet, mostramos a opinião de dois renomados treinadores sobre o papel do Webrun no meio das corridas brasileiras.
O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun desde 2005, assume: Sou viciado no portal. Acesso todos os dias para me atualizar sobre as notícias e calendário. Nelson explica que escreve para acrescentar algo ao público corredor. Meu esforço é publicar algo que não fique datado, que o leitor possa ler sempre.
Para Wanderlei de Oliveira que treina corredoras como Ana Luiza Garcez (a Animal), Dona Mitiko Nakatani (famosa por ganhar provas de longa distância em sua categoria, com 80 anos) e Fernanda Paradizo (jornalista) há dez anos era o tempo das cavernas. Wanderlei conta que o então editor do Webrun, Harry Thomas Jr, foi fazer uma matéria com ele em Campos do Jordão (SP) e o treinador só colaborou depois que Harry correu 21 quilômetros em trilhas na região.
O que eu queria passar para ele era que com a vivência ficaria mais fácil de escrever a respeito, explica. O técnico acredita que o site tem muito a ver com o crescimento de corridas no País. É referência em notícias, também como calendário de provas e expandiu isso para o triathlon.
Evolução- Nelson Evêncio afirma que apesar da massificação das corridas de rua, houve uma redução na seriedade do esporte. As pessoas estão mais participativas, só o número de mulheres em provas aumentou 20% em São Paulo no ano passado. Mas acho que hoje os corredores treinam menos. A corrida também entrou em classes mais altas da sociedade e as pessoas hoje reclamam mais das organizadoras, pondera.
Wanderlei concorda com a última afirmação. O público hoje é mais exigente. Com a internet, pode reclamar mais, se a corrida não foi boa pode protestar no site, nas redes sociais. Isso força os organizadores a valorizar o corredor, aponta.
Desafios- Para o que pode ser feito no futuro, os treinadores também tem uma opinião em comum: a de que a prioridade dos organizadores e imprensa deve ser sempre o corredor. Tem que usar a tecnologia para aprimorar as provas, tendo grandes eventos internacionais como referência, aposta Wanderlei.
Nelson indica como principal ponto a ser resolvido o congestionamento nas largadas. Editorialmente, pede novidades. Muito já foi dito sobre nutrição e treinamento. O desafio para a imprensa é trazer novas abordagens, define.
Atletismo · 18 jun, 2012
O novo suplemento alimentar em gel da Probiótica Laboratórios promete recarregar as energias dos atletas. O Carb-Up Black é um gel energético de rápida absorção no organismo que contém carboidratos como Maltodextrine e Waxy Maize, que garantem a disposição por mais tempo.
O gel também apresenta em sua fórmula componentes como a cafeína, taurina, glucoronolactona, inositol e vitaminas do complexo B.
A variedade de sabores do gel pode agradar diversos paladares. O Carb-Up Black está disponível nos sabores baunilha, laranja, guaraná com açaí e morango.
Onde encontrar - O produto pode ser encontrado em lojas especializadas. Os pontos de revenda também estão disponíveis no site do fabricante: www.probiotica.com.br, ou pelo SAC: 0800 105 242
Preço sugerido - R$2,20 por sachê.
Atletismo · 15 jun, 2012
No dia 15 de junho de 2002 entrou no ar o Webrun, portal que se dedicaria a falar sobre corridas de rua, atletismo de pista e triathlon, com atualizações diárias de notícias, dicas e um calendário completo de provas. O Portal teve origem numa parceria entre Harry Thomas Jr, então proprietário do Maratona.com.br, com os sócios do Webventure focado em esportes de aventura que há cinco anos figurava no mercado.
A partir de hoje vamos publicar uma série de matérias contando a história do Webrun e seus personagens, como atletas, colaboradores, funcionários e ex-funcionários. Neste primeiro texto, Harry fala sobre o princípio de tudo e os desafios para os próximos anos.
O Maratona.com.br foi lançado em 1999 por Harry às vésperas da Maratona de São Paulo, após a conclusão de que o termo Maratona, referente a atletismo, não constava em nenhum resultado dos sites de busca da época. Percebendo um nicho de mercado, ele tinha como objetivo cobrir as cinco provas de 42 quilômetros da época no Brasil: São Paulo, Porto Alegre, Curitiba, Rio de Janeiro e Curitiba e colocar fotos e resultados 24h após o término das mesmas.
Foi um sucesso, já que na época as notícias e resultados saíam apenas nas revistas, que chegavam ao mercado muito tempo depois, conta Harry. Com o sucesso, as pessoas começaram a perguntar sobre competições de outras distâncias e em vários locais do país. Comecei a buscar sócios e cheguei até um empresário que me deu uma aula de Internet e disse que eu deveria procurar três portais: dois grandes e um pequeno, no caso o Webventure, representado por André Chaco e Renato Cukier. Harry lembra que os dois primeiros não lhe responderam, ao contrário do portal de aventura, que se mostrou interessado numa parceria.
Inicialmente Harry passou apenas a fornecer conteúdo editorial para um cliente do Webventure que trabalhava na área das corridas de rua, mas após seis meses houve uma nova conversa para formalizar a sociedade com Renato e André. Foi assim que nasceu o Webrun e no começo apenas eu é quem cuidava da parte editorial.
Colaboradores - Com o passar do tempo os diretores perceberam a necessidade de ter alguns colaboradores, tanto internos quanto externos, o que aconteceu em 2003. Contratamos a primeira jornalista, Donata Lustosa, antes do aquecimento do mercado de corridas que veio em 2004, por conta da Olimpíada de Atenas e o incidente com o Vanderlei Cordeiro, relembra Harry.
Também começaram a surgir os especialistas, ou seja, treinadores e pessoas ligadas a outras áreas que dividiriam o conhecimento com os leitores. Tivemos o Wanderlei de Oliveira (treinador), Fernanda Paradizo (jornalista e fotógrafa), Dr. Nabil Gorayeb (médico cardiologista), André Vasquez (ultramaratonista), entre outros. Também começaram os anunciantes e o primeiro banner que entrou foi da assessoria esportiva Ação Total, de Claúdio Castilho, atual treinador da campeã Pan-americana de Maratona (2011).
Na época o Webrun era o único Portal totalmente dedicado a notícias, dicas e informações para os corredores e passou a dominar o seu segmento de mercado. Tínhamos um concorrente forte, mas o foco deles era mais serviços e menos notícias, lembra o ex-Publisher.
Em 2005 houve a contratação de mais um jornalista, Alexandre Koda, que durante quatro anos atuou como repórter até se tornar o atual editor do Portal. Sempre nos baseamos num jornalismo forte e precisávamos aumentar nosso corpo editorial.
Fim de um ciclo - Após oito anos à frente do Portal, Harry desfez a sociedade para seguir com outros projetos. Tive um relacionamento ótimo com os sócios e precisava de novos desafios. Criei um filho e agora o deixo seguindo caminhos próprios, brinca Harry.
Futuro - Harry acredita que o desafio de um portal como o Webrun é trazer uma notícia de qualidade mesmo com a concorrência das redes sociais, que multiplicam informações diversas em questão de segundos. Hoje um atleta de ponta não convoca mais uma coletiva de imprensa para contar em qual prova vai correr, por exemplo. Ele joga no Twitter, Facebook e milhares de pessoas ficando sabendo. Dessa forma, os veículos terão que se reinventar para trazer boas notícias.
No âmbito mercadológico, os organizadores também terão que trazer novos desafios a seus consumidores, já que o mercado está cada vez mais saturado e as pessoas mais exigentes. Acredito muito no crescimento do Trail Run (corridas em trilha) e em provas pequenas com percursos diferentes, finaliza.
Acompanhe nos próximos dias as entrevistas com outras pessoas que ajudaram e ainda ajudam o Webrun a ser referência em seu segmento.
Atletismo · 12 jun, 2012
Sueli Pereira da Silva foi o grande destaque feminino nas corridas de rua do Brasil em 2011. Melhor atleta brasileira em dez das provas válidas para o Ranking Caixa/CBAt de Corredores de Rua, ela bateu o recorde do Circuito Caixa em Goiânia e em Campo Grande. Por pouco não ficou com o título no final do ano.
Em 2012, a atual líder do Ranking é Marily dos Santos, fundista que está há anos na elite feminina nacional e única mulher do Brasil na Maratona dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Neste ano ela fez a sua melhor marca em maratonas, 2h31min55, na Itália.
Marido treinador- Além de estarem entre as melhores corredoras do País, Marily e Sueli tem outra coisa em comum: ambas são casadas com seus treinadores. A situação não é rara: outro exemplo é o da saltadora Fabiana Murer, esposa do técnico Elson Miranda.
Mas será que a relação atleta-treinador é abalada pelo matrimônio ou vice-versa? Marily é enfática para negar. Muito pelo contrário! Ele vira até meu psicólogo, me aconselha. Cheguei onde estou por causa dele, diz, referindo-se ao marido e técnico, Gilmário Mendes.
Sueli, casada com Ronaldo Quirino, também é só elogios. Só tenho o que agradecer. É diferente sim da relação normal entre atleta e treinador, mas para o lado bom.
Separando as coisas- As duas afirmam que não levam problemas de casa para os treinos e que as relações são muito bem resolvidas. Marido e mulher é em casa, conta Sueli.
Marily vai além. A gente não mistura as coisas, não tem nada a ver, afirma, para sem saber, repetir a frase de Sueli. Atleta é na pista, na rua. Marido e mulher em casa, define.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026