Caminhada

New Balance lança modelo de tênis minimalista para a Maratona de SP

Atletismo · 06 jun, 2012

A marca New Balance acaba de lançar um novo modelo de calçado pensando especialmente na Maratona Internacional de São Paulo, que acontece no próximo dia 17 de junho na capital. O modelo Minimus promete “refletir de forma orgânica a sensação de correr descalço”.

O tênis para corrida é classificado como ultraleve e ainda não possui entressolas para não pesar. A parte dianteira é mais larga para permitir que o pé se expanda naturalmente ao impacto e tome uma posição mais natural.

O New Balance Minimus apresenta diferentes versões. Uma para trilhas, chamada Trail, com solado Vibram, que, segundo o fabricante, proporciona leve tração e durabilidade; a versão Road, indicada para o asfalto, com solado Revlite, que promete flexibilidade; um modelo Life, desenvolvido para a recuperação pós-corrida e que pode ser usado no dia a dia; e a versão Cross Training, para treinamentos indoor.

Onde comprar - O New Balance Minimus pode ser encontrado em lojas especializadas. Acesse: www.newbalance.com.br.

Preço sugerido - As versões Trail e Road saem por R$399 e a Life e Cross Training, por R$349.

O ultramaratonista Tony Krupicka, bi-campeão da Leadville 100 milhas, Miwok 100k, Rock Raccoon 100 milhas, entre outras, veio ao Brasil testar os seus modelos. Veja a passagem do atleta por São Paulo:

Revista premia marcas esportivas com base em votação popular

Caminhada · 05 jun, 2012

A Revista Esportiva Sport Life promove este ano pela terceira vez uma premiação para empresas ligadas ao meio, mas ao contrário de outros veículos que já o fizeram no passado, o público é quem ajudará a escolher os melhores nomes. Ao todo serão oito categorias populares e mais quatro exclusivas de um comitê de jornalistas e especialistas.

As categorias de voto aberto são:

  • A Marca Esportiva do Ano
  • A Marca de Aventura do Ano
  • A melhor marca de tênis de corrida
  • A melhor marca de frequencímetro
  • A melhor marca de equipamento de fitness
  • A melhor marca de bike nacional
  • A melhor Marca de Bike Estrangeira
  • A academia mais querida

    As marcas mais votadas passarão pela análise de um grupo de jurados especializados no assunto, que decidirão pelo primeiro, segundo e terceiro lugares.

    Já as categorias de voto exclusivo dos especialistas serão:

  • A melhor academia do Brasil
  • O Atleta e a Atleta do ano
  • O para-atleta e a para-atleta do ano
  • O atleta revelação de 2012
  • Os votos podem ser feitos até agosto e a cerimônia de entrega acontecerá no mês de outubro. Para saber todos os detalhes e como votar, basta acessar o site www.motorpressbrasil.com.br/sportlife/premio2012.

    Entenda o índice glicêmico dos alimentos

    Nas décadas de 1960 e 1970 houve uma tendência de considerar os carboidratos como fator importante para o ganho de peso, desviando-se a atenção da gordura para o carboidrato, na hipótese de um nutriente atuar como principal promotor do excesso de ingestão energética e ganho de peso. Já nas décadas de 1980 e 1990, inúmeros ensaios foram realizados para avaliar a resposta glicêmica produzida pelas diferentes fontes de carboidrato, principalmente pelo amido em diversos países.

    Assim, mais recentemente o alvo tem sido o papel do chamado índice glicêmico dos alimentos sobre a obesidade e as doenças a ela relacionadas.

    O Índice Glicêmico (IG) é um método que foi proposto em 1981 pelo Dr. David Jenkins, que indica um fator que diferencia os carboidratos e está relacionado com o nível de açúcar no sangue. Sempre que ingerimos carboidratos, estes entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades. Com base nesse fato, é possível classificá-los: quanto mais rápido o seu ingresso, maior será a libertação de insulina pelo pâncreas, pois o corpo tenta equilibrar os níveis de açúcar.

    Carboidratos - Os vários alimentos que são fonte de carboidrato levam a diferentes respostas glicêmicas (nível de açúcar no sangue) e o índice glicêmico é definido a partir dessa resposta da glicose pós-prandial (pós-alimentação), em comparação a um alimento padrão (que pode ser a glicose ou o pão branco). De maneira geral, os fatores que influenciam na resposta glicêmica são: a natureza do amido (amilose e amilopectina), a quantidade de monossacarídeos (frutose, galactose), a presença de fibras, a cocção ou o processamento, o tamanho das partículas, a presença de fatores antinutricionais (fitatos) e a proporção de macronutrientes (proteína e gordura).

    Alimentos que afetam pouco a resposta de insulina no sangue são considerados de baixo valor glicêmico e os que afetam muito, de alto valor glicêmico.

    Com a redução do índice glicêmico da dieta, tem-se menor demanda insulínica e melhor manutenção da glicemia. Estes fatores claramente têm importante papel na prevenção e no tratamento das doenças crônicas como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e até alguns tipos de câncer. Na primeira hora depois de uma refeição de alto índice glicêmico (início do período pós-prandial), a concentração de glicose pode ser o dobro da encontrada após uma refeição de baixo índice glicêmico, com os mesmos nutrientes e com mesma quantidade de calorias.

    Esta relativa hiperglicemia estimula a secreção de insulina (hormônio responsável pelo metabolismo da glicose), que leva a um maior acúmulo de gordura. Após as duas primeiras horas da refeição de alto índice glicêmico, não se tem mais absorção, mas os efeitos da hiperinsulinemia persistem, resultando numa brusca queda da glicemia e podendo levar a sensação de fome após um curto período da realização da última refeição.

    Resumindo: dietas de baixo índice glicêmico (rica em alimentos integrais e verduras) podem ser uma alternativa não só para pacientes obesos, mas também para portadores de outras doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Por isso, a reeducação alimentar é de extrema importância.

    Acompanhe na próxima página os índices glicêmicos de alguns alimentos

    Alguns alimentos e seus respectivos índices glicêmicos:

  • Iogurte sem sacarose (27)
  • Frutose (32)
  • Lentilhas (38)
  • Leite desnatado (46)
  • Iogurte com sacarose (48)
  • Maçã (52)
  • Pêra (54)
  • Sopa de tomate (54)
  • Suco de maçã (58)
  • Espaguete (59)
  • All Bran (60)
  • Laranja (62)
  • Arroz parboilizado (68)
  • Feijão cozido (69)
  • Inhame (73)
  • Suco de laranja (74)
  • Kiwi (75)
  • Batata doce (77)
  • Aveia (78)
  • Pipoca (79)
  • Arroz integral (79)
  • Manga (80)
  • Arroz branco (81)
  • Banana (83)
  • Sopa de feijão (84)
  • Chocolate (84)
  • Bolos (87)
  • Sacarose (87)
  • Biscoitos (90)
  • Cuscuz (93)
  • Milho (98)
  • Crackers (99)
  • Farinha de trigo (99)
  • Pão branco (100)
  • Mel (104)
  • Trigo cozido (105)
  • Batata frita (107)
  • Tapioca (115)
  • Batata cozida (121)

    Fonte: GALLOP, Rick. A dieta do índice glicêmico. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. 144p.


  • Entenda o índice glicêmico dos alimentos

    Caminhada · 01 jun, 2012

    Nas décadas de 1960 e 1970 houve uma tendência de considerar os carboidratos como fator importante para o ganho de peso, desviando-se a atenção da gordura para o carboidrato, na hipótese de um nutriente atuar como principal promotor do excesso de ingestão energética e ganho de peso. Já nas décadas de 1980 e 1990, inúmeros ensaios foram realizados para avaliar a resposta glicêmica produzida pelas diferentes fontes de carboidrato, principalmente pelo amido em diversos países.

    Assim, mais recentemente o alvo tem sido o papel do chamado índice glicêmico dos alimentos sobre a obesidade e as doenças a ela relacionadas.

    O Índice Glicêmico (IG) é um método que foi proposto em 1981 pelo Dr. David Jenkins, que indica um fator que diferencia os carboidratos e está relacionado com o nível de açúcar no sangue. Sempre que ingerimos carboidratos, estes entram na corrente sanguínea com diferentes velocidades. Com base nesse fato, é possível classificá-los: quanto mais rápido o seu ingresso, maior será a libertação de insulina pelo pâncreas, pois o corpo tenta equilibrar os níveis de açúcar.

    Carboidratos - Os vários alimentos que são fonte de carboidrato levam a diferentes respostas glicêmicas (nível de açúcar no sangue) e o índice glicêmico é definido a partir dessa resposta da glicose pós-prandial (pós-alimentação), em comparação a um alimento padrão (que pode ser a glicose ou o pão branco). De maneira geral, os fatores que influenciam na resposta glicêmica são: a natureza do amido (amilose e amilopectina), a quantidade de monossacarídeos (frutose, galactose), a presença de fibras, a cocção ou o processamento, o tamanho das partículas, a presença de fatores antinutricionais (fitatos) e a proporção de macronutrientes (proteína e gordura).

    Alimentos que afetam pouco a resposta de insulina no sangue são considerados de baixo valor glicêmico e os que afetam muito, de alto valor glicêmico.

    Com a redução do índice glicêmico da dieta, tem-se menor demanda insulínica e melhor manutenção da glicemia. Estes fatores claramente têm importante papel na prevenção e no tratamento das doenças crônicas como obesidade, diabetes, doenças cardíacas e até alguns tipos de câncer. Na primeira hora depois de uma refeição de alto índice glicêmico (início do período pós-prandial), a concentração de glicose pode ser o dobro da encontrada após uma refeição de baixo índice glicêmico, com os mesmos nutrientes e com mesma quantidade de calorias.

    Esta relativa hiperglicemia estimula a secreção de insulina (hormônio responsável pelo metabolismo da glicose), que leva a um maior acúmulo de gordura. Após as duas primeiras horas da refeição de alto índice glicêmico, não se tem mais absorção, mas os efeitos da hiperinsulinemia persistem, resultando numa brusca queda da glicemia e podendo levar a sensação de fome após um curto período da realização da última refeição.

    Resumindo: dietas de baixo índice glicêmico (rica em alimentos integrais e verduras) podem ser uma alternativa não só para pacientes obesos, mas também para portadores de outras doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e colesterol alto. Por isso, a reeducação alimentar é de extrema importância.

    Acompanhe na próxima página os índices glicêmicos de alguns alimentos

    Alguns alimentos e seus respectivos índices glicêmicos:

  • Iogurte sem sacarose (27)
  • Frutose (32)
  • Lentilhas (38)
  • Leite desnatado (46)
  • Iogurte com sacarose (48)
  • Maçã (52)
  • Pêra (54)
  • Sopa de tomate (54)
  • Suco de maçã (58)
  • Espaguete (59)
  • All Bran (60)
  • Laranja (62)
  • Arroz parboilizado (68)
  • Feijão cozido (69)
  • Inhame (73)
  • Suco de laranja (74)
  • Kiwi (75)
  • Batata doce (77)
  • Aveia (78)
  • Pipoca (79)
  • Arroz integral (79)
  • Manga (80)
  • Arroz branco (81)
  • Banana (83)
  • Sopa de feijão (84)
  • Chocolate (84)
  • Bolos (87)
  • Sacarose (87)
  • Biscoitos (90)
  • Cuscuz (93)
  • Milho (98)
  • Crackers (99)
  • Farinha de trigo (99)
  • Pão branco (100)
  • Mel (104)
  • Trigo cozido (105)
  • Batata frita (107)
  • Tapioca (115)
  • Batata cozida (121)

    Fonte: GALLOP, Rick. A dieta do índice glicêmico. Rio de Janeiro: Sextante, 2006. 144p.

  • Atividade física é grande aliada para largar o cigarro

    A opinião entre médicos e ex-fumantes é unânime: fumar faz mal à saúde. O difícil mesmo é convencer quem já adquiriu o hábito (e o vício) do cigarro. A decisão não é simplesmente por parar de fumar, mas por livrar-se da dependência química do fumo. O processo pode demorar, mas os resultados são infinitamente satisfatórios.

    Leia no blog da nutricionista Bruna Iasi algumas dicas para ex-fumantes

    “O efeito do cigarro leva oito segundos para chegar ao cérebro e dura em torno de uma hora e meia, duas horas. Isso cria uma dependência química no cérebro que dificulta a abandonar o fumo”, explica o Dr. Nabil Ghorayeb, colunista do Webrun, médico especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte.

    Um efeito tão rápido que pode gerar consequências a longo prazo. Calcula-se que, no Brasil, 200 mil mortes por ano acontecem em consequência do tabagismo. Doenças como câncer de pulmão, de estômago, de mama e também derrame cerebral, enfarte do miocárdio e impotência estão relacionadas ao fumo.

    Além de terapias e remédios, Dr. Nabil sugere a atividade física como grande aliada durante e depois de largar o vício. “O cigarro atrapalha a respiração e, consequentemente, a performance física das pessoas. Não dá para fazer esporte fumando”, frisa.

    Esporte como incentivo - O professor de educação física Márcio Aldecoa é especialista em atendimentos específicos para fumantes que desejam largar o vício. “A prática do exercício físico estimula a produção de endorfinas que dá sensação de bem-estar no primeiro momento. Com o tempo, automaticamente melhora também a autoestima”, explica.

    O triatleta amador Kleber Corrêa bem que tentou conciliar suas corridas com o fumo. Ele começou a fumar quando entrou na faculdade, aos 20 anos, e entre três maços de cigarro por dia e cinco aos finais de semana, foram oito anos fumando – e correndo!

    “Eu ia para as corridas e, enquanto o pessoal estava fazendo aquecimento, eu estava fumando. No final, enquanto eles se alongavam eu também estava fumando”, conta.

    O cigarro não parecia um empecilho em sua vida de corredor até que Kleber se interessou pelo triathlon. “A hora que eu comecei a pedalar e nadar eu vi que realmente era impossível conciliar”, admite o triatleta, que se motivou a participar de um Ironman (3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida) ao acompanhar os treinos de um amigo.

    “Eu não fumava só porque era viciado, eu gostava. Mas acabei conhecendo um vicio um pouquinho melhor”, analisa, em referência ao triathlon.

    No dia 14 de fevereiro de 2006, Kleber fumou o seu último cigarro. “No dia que eu acordei no meu aniversário de 28 anos eu falei: hoje é meu último dia”, conta.

    O esporte ajudou para que o processo de resistir ao cigarro fosse mais tranquilo para Kleber. Dois anos depois, ele procurou uma assessoria esportiva e em 2008 completou o seu primeiro Ironman. “Entre largar o cigarro e fazer meu primeiro Ironman foram dois anos e dois meses”.

    “Um ex-fumante não pode brincar” - Os benefícios de ficar sem fumar podem ser sentidos nas primeiras horas. Assim como é normal que as pessoas que param de fumar comecem a engordar um pouco nos primeiros meses sem o cigarro. “O apetite volta, a pessoa sente melhor o sabor dos alimentos e tem mais vontade de comer”, explica o Dr. Nabil.

    Além de ter vontade de comer, um ex-fumante pode ter suas recaídas e vontade de fumar de novo, justamente pela dependência da química do cigarro. “Um ex-fumante não pode brincar. Se ele brincar e pegar um cigarro, ele vai voltar a ser fumante. Mesmo com o esporte [motivando], tem que tomar muito cuidado”, comenta o triatleta.


    Atividade física é grande aliada para largar o cigarro

    Atletismo · 31 maio, 2012

    A opinião entre médicos e ex-fumantes é unânime: fumar faz mal à saúde. O difícil mesmo é convencer quem já adquiriu o hábito (e o vício) do cigarro. A decisão não é simplesmente por parar de fumar, mas por livrar-se da dependência química do fumo. O processo pode demorar, mas os resultados são infinitamente satisfatórios.

    Leia no blog da nutricionista Bruna Iasi algumas dicas para ex-fumantes

    “O efeito do cigarro leva oito segundos para chegar ao cérebro e dura em torno de uma hora e meia, duas horas. Isso cria uma dependência química no cérebro que dificulta a abandonar o fumo”, explica o Dr. Nabil Ghorayeb, colunista do Webrun, médico especialista em Cardiologia e Medicina do Esporte.

    Um efeito tão rápido que pode gerar consequências a longo prazo. Calcula-se que, no Brasil, 200 mil mortes por ano acontecem em consequência do tabagismo. Doenças como câncer de pulmão, de estômago, de mama e também derrame cerebral, enfarte do miocárdio e impotência estão relacionadas ao fumo.

    Além de terapias e remédios, Dr. Nabil sugere a atividade física como grande aliada durante e depois de largar o vício. “O cigarro atrapalha a respiração e, consequentemente, a performance física das pessoas. Não dá para fazer esporte fumando”, frisa.

    Esporte como incentivo - O professor de educação física Márcio Aldecoa é especialista em atendimentos específicos para fumantes que desejam largar o vício. “A prática do exercício físico estimula a produção de endorfinas que dá sensação de bem-estar no primeiro momento. Com o tempo, automaticamente melhora também a autoestima”, explica.

    O triatleta amador Kleber Corrêa bem que tentou conciliar suas corridas com o fumo. Ele começou a fumar quando entrou na faculdade, aos 20 anos, e entre três maços de cigarro por dia e cinco aos finais de semana, foram oito anos fumando – e correndo!

    “Eu ia para as corridas e, enquanto o pessoal estava fazendo aquecimento, eu estava fumando. No final, enquanto eles se alongavam eu também estava fumando”, conta.

    O cigarro não parecia um empecilho em sua vida de corredor até que Kleber se interessou pelo triathlon. “A hora que eu comecei a pedalar e nadar eu vi que realmente era impossível conciliar”, admite o triatleta, que se motivou a participar de um Ironman (3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e mais 42 de corrida) ao acompanhar os treinos de um amigo.

    “Eu não fumava só porque era viciado, eu gostava. Mas acabei conhecendo um vicio um pouquinho melhor”, analisa, em referência ao triathlon.

    No dia 14 de fevereiro de 2006, Kleber fumou o seu último cigarro. “No dia que eu acordei no meu aniversário de 28 anos eu falei: hoje é meu último dia”, conta.

    O esporte ajudou para que o processo de resistir ao cigarro fosse mais tranquilo para Kleber. Dois anos depois, ele procurou uma assessoria esportiva e em 2008 completou o seu primeiro Ironman. “Entre largar o cigarro e fazer meu primeiro Ironman foram dois anos e dois meses”.

    “Um ex-fumante não pode brincar” - Os benefícios de ficar sem fumar podem ser sentidos nas primeiras horas. Assim como é normal que as pessoas que param de fumar comecem a engordar um pouco nos primeiros meses sem o cigarro. “O apetite volta, a pessoa sente melhor o sabor dos alimentos e tem mais vontade de comer”, explica o Dr. Nabil.

    Além de ter vontade de comer, um ex-fumante pode ter suas recaídas e vontade de fumar de novo, justamente pela dependência da química do cigarro. “Um ex-fumante não pode brincar. Se ele brincar e pegar um cigarro, ele vai voltar a ser fumante. Mesmo com o esporte [motivando], tem que tomar muito cuidado”, comenta o triatleta.

    Caminhada Pare a Dor acontece no fim de semana em SP

    A Caminhada Pare a Dor realiza projetos em parques públicos de São Paulo com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre mais um benefício da prática de exercícios: a diminuição da dor crônica. No próximo sábado (02/06), o evento passa pelo Parque Ibirapuera com muita melodia em uma sessão de musicoterapia.

    A partir das 8h30 do sábado, é possível acompanhar a caminhada, que percorrerá aproximadamente quatro quilômetros, com a presença de fisioterapeutas. É só chegar ao Portão Sete do Parque com dez minutos de antecedência e se juntar aos participantes com as camisetas da Caminhada. A sessão de Musicoterapia acontece ao final do percurso.

    O projeto, encabeçado pela Sbed (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor), chama a atenção das pessoas para as formas de se lidar com a dor e os tratamentos corretos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial sofrem com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas.

    A atividade física melhora a respiração, força, flexibilidade e a proporciona conscientização da postura adequada, muitas vezes responsável pelas dores.

    “A dor normalmente faz com que as pessoas se isolem e fiquem imóveis com receio de aumentar mais ainda o sofrimento. No entanto, estudos mostram o benefício da prática de atividade física no organismo, com resultados muito positivos”, conta Dra. Fabiola Minson, diretora da Sbed e coordenadora da Caminhada Pare a Dor.


    Caminhada Pare a Dor acontece no fim de semana em SP

    Caminhada · 30 maio, 2012

    A Caminhada Pare a Dor realiza projetos em parques públicos de São Paulo com o objetivo de conscientizar as pessoas sobre mais um benefício da prática de exercícios: a diminuição da dor crônica. No próximo sábado (02/06), o evento passa pelo Parque Ibirapuera com muita melodia em uma sessão de musicoterapia.

    A partir das 8h30 do sábado, é possível acompanhar a caminhada, que percorrerá aproximadamente quatro quilômetros, com a presença de fisioterapeutas. É só chegar ao Portão Sete do Parque com dez minutos de antecedência e se juntar aos participantes com as camisetas da Caminhada. A sessão de Musicoterapia acontece ao final do percurso.

    O projeto, encabeçado pela Sbed (Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor), chama a atenção das pessoas para as formas de se lidar com a dor e os tratamentos corretos. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que 30% da população mundial sofrem com dor crônica. No Brasil, esse número chega a quase 60 milhões de pessoas.

    A atividade física melhora a respiração, força, flexibilidade e a proporciona conscientização da postura adequada, muitas vezes responsável pelas dores.

    “A dor normalmente faz com que as pessoas se isolem e fiquem imóveis com receio de aumentar mais ainda o sofrimento. No entanto, estudos mostram o benefício da prática de atividade física no organismo, com resultados muito positivos”, conta Dra. Fabiola Minson, diretora da Sbed e coordenadora da Caminhada Pare a Dor.

    Jaquetas esportivas permitem treinar com conforto no frio

    Caminhada · 29 maio, 2012

    Para não deixar o frio acabar com seus treinos, a marca de moda fitness Live! lança sua coleção Outono-Inverno 2012 e apresenta jaquetas que aquecem as corredoras sem perder o estilo. Segundo a marca, as jaquetas são confeccionas com tecidos tecnológicos para a prática de atividade física.

    São quatro modelos novos apresentados: a jaqueta Soáve, recomendada para atividades outdoor, como caminhada e corrida, e que promete minimizar a troca de temperatura entre o corpo e o meio ambiente, impedindo a passagem do vento. A peça também possui a chamada tecnologia “packability”, que é a capacidade de comprimir-se ocupando menos espaço na mochila, por exemplo.

    Entre os modelos de tecidos mais leves estão a jaqueta Light, que possui proteção contra os raios ultravioletas, e a Compress, com compressão moderada que melhor se ajusta ao corpo. O modelo tem ainda uma maga “luva” para aquecer as mãos.

    Já a jaqueta Fitness atua como um complemento no visual para ir e vir da academia. As mangas bufantes dão estilo e o capuz protege da garoa. O tecido garante secagem rápida do casaco.

    Onde encontrar: As jaquetas podem ser compradas no site da marca (www.live.ind.br) e pelo SAC: (47) 2106-7400.

    Valores sugeridos

  • Jaqueta em Soáve: R$199
  • Jaqueta em Light: R$174,90
  • Jaqueta em Fitness: RS199,90
  • Jaqueta em Compress: R$229,90

  • Consequências da falta ou excesso de sono para o treino

    No primeiro artigo sobre sono, a Dra. Ana Paula falou da importância do descanso para um bom rendimento nos treinos. No segundo texto, a Dra. Passou dicas para relaxar antes de dormir. Veja agora no terceiro e último o que pode acontecer caso haja falta ou excesso de sono.

    Se o sono não for na quantidade certa e de forma adequada, você poderá sentir diferença no treino. Ao dormir tarde, ou ter um tempo reduzido de descanso, é normal se sentir cansado e não render tanto no dia seguinte devido à falha na recuperação e regeneração tecidual.

    Também é possível sentir diferença ao dormir mais do que o normal, ou seja, quando acordamos mais tarde que o comum. Isso porque o metabolismo fica lento e o atleta sente o corpo mais pesado e menos responsivo.

    Descanse após as provas (no mesmo dia por cerca de 20 horas) e faça treinos leves nos dias seguintes com uma corrida para ajudar a recuperar a musculatura. Não faça repouso absoluto caso esteja com um pouco de dor muscular no dia seguinte.

    Isso se chama descanso ativo, ou treino regenerativo, e serve para reestruturar a musculatura que sofre inúmeras microlesões durante a atividade recuperando as fontes energéticas gastas.

    Evite fazer provas com um intervalo menor de 20 dias. Isso porque competição, ao se esforçar ao máximo, a intensidade geralmente é maior que a do treino, o que gera uma sobrecarga corporal, que necessitará de tempo para recuperação.

    Suplementos alimentares e alimentação supervisionada por nutricionista aceleram a reposição dos estoques de nutrientes usados durante a corrida e ajudam no metabolismo e sono.


    Consequências da falta ou excesso de sono para o treino

    Caminhada · 29 maio, 2012

    No primeiro artigo sobre sono, a Dra. Ana Paula falou da importância do descanso para um bom rendimento nos treinos. No segundo texto, a Dra. Passou dicas para relaxar antes de dormir. Veja agora no terceiro e último o que pode acontecer caso haja falta ou excesso de sono.

    Se o sono não for na quantidade certa e de forma adequada, você poderá sentir diferença no treino. Ao dormir tarde, ou ter um tempo reduzido de descanso, é normal se sentir cansado e não render tanto no dia seguinte devido à falha na recuperação e regeneração tecidual.

    Também é possível sentir diferença ao dormir mais do que o normal, ou seja, quando acordamos mais tarde que o comum. Isso porque o metabolismo fica lento e o atleta sente o corpo mais pesado e menos responsivo.

    Descanse após as provas (no mesmo dia por cerca de 20 horas) e faça treinos leves nos dias seguintes com uma corrida para ajudar a recuperar a musculatura. Não faça repouso absoluto caso esteja com um pouco de dor muscular no dia seguinte.

    Isso se chama descanso ativo, ou treino regenerativo, e serve para reestruturar a musculatura que sofre inúmeras microlesões durante a atividade recuperando as fontes energéticas gastas.

    Evite fazer provas com um intervalo menor de 20 dias. Isso porque competição, ao se esforçar ao máximo, a intensidade geralmente é maior que a do treino, o que gera uma sobrecarga corporal, que necessitará de tempo para recuperação.

    Suplementos alimentares e alimentação supervisionada por nutricionista aceleram a reposição dos estoques de nutrientes usados durante a corrida e ajudam no metabolismo e sono.

    Life Fitness lança esteira para fazer exercícios dentro de casa

    Caminhada · 24 maio, 2012

    Não adianta mais inventar desculpas para não se exercitar, ainda mais se não precisar sair de casa. A marca Life Fitness, especializada em equipamentos profissionais para academia, acaba de lançar uma esteira adaptada para a prática de exercício em casa.

    O modelo F1 Smart possui um sistema dobrável, que ocupa menos espaço do que as esteiras comuns. Entre as características, o fabricante destaca o modo econômico de energia, a compatibilidade com iPod e painel intuitivo com exercícios pré-programados.

    A F1 Smart também integra uma ferramenta exclusiva com programação online de treinos que podem ser acessados via USB.

    O sistema de impacto Flexdeck, exclusivo da marca, promete amortecedores indestrutíveis que ajudam a reduzir o impacto no joelho e nas articulações em até 30%.

    Segundo a marca, o modelo F1 Smart tem padrão de qualidade de uma linha de equipamentos profissional, adaptada para residências.

    Onde encontrar - A esteira está sendo vendida pelo email [email protected] ou pelo telefone 0800-773-8282, de segunda a sexta, das 9h às 20h, e aos sábados, das 10h às 15h. O valor sugerido do modelo é R$12.000.

    www.lifefitness.com.br

    O que os corredores pensam?

    É cada vez maior a preocupação dos treinadores, sites, revistas, organizadores de eventos, agências de publicidade, marketing esportivo e demais setores do mercado running, tentar descobrir o que os corredores pensam. Sabem que, com isso, fica muito mais seguro direcionar as estratégia s e investimentos em um setor que movimenta cada vez mais cifras e que ainda tem muito a crescer e ser explorado.

    Mas para descobrir o que o corredor pensa, antes de tudo é importante entender que esta tribo é composta por diversos perfis e que, na maioria das vezes, pensam e possuem desejos diferentes. Não adianta criar estratégias sem conhecer estes perfis e sem definir qual ou quais destes grupos de corredores você pretende atingir.

    Podemos dividir os corredores em cinco grupos e abaixo descreveremos algumas de suas principais características.

    Profissionais ou Elite - São um grupo que normalmente compõe cerca de 1% a 3% dos inscritos nas provas de rua e que vivem ou esforçam-se para viver somente da corrida. Pessoas muito privilegiadas geneticamente e que tem por objetivo principais: viver do que recebem nas provas e ou patrocinadores, ganhar ou sempre estar entre os primeiros colocados, melhorar suas marcas pessoais e representar seus clubes e seu país em grandes competições nacionais e internacionais.

    Para isso treinam arduamente, procurando extrair ao máximo de seus organismos, tendo o esporte como prioridade em suas vidas. Gostam de ser respeitados e de ter seus esforços reconhecidos, principalmente pelos organizadores de eventos, mas não tem muita ou nenhuma preocupação com camiseta, medalha, kit e demais brindes alusivos. Recebendo pela participação e de preferência sem muito atraso, para eles faz daquela corrida uma das melhores do mundo! São grandes consumidores de produtos esportivos, pois sabem que estes fazem parte de seu equipamento de trabalho. Mas infelizmente nem todos em nosso país possuem equipamento e infraestrutura necessárias para atingirem seu potencial máximo.

    Amadores competitivos - São aqueles corredores que correm bem, que não vivem da corrida, mas que priorizam recordes pessoais e as disputas nas categorias. Buscam sempre melhorar seus tempos e treinar cada vez mais forte. Disputam com os colegas de treino, com os de suas faixas etárias, mas principalmente com seus próprios organismos, hipervalorizando cada vez mais os segundos. Dificilmente conformam-se em não diminuí-los em treinos e principalmenteem provas. Ficam de mau humor quando não correm e quando não conseguem atingir seus objetivos, mesmo que seja por alguns míseros segundos.

    Não costumam ter medo da chuva, do calor ou do frio. Seus maiores temores são terem que ficar sem correr por algum motivo, estacionarem ou piorarem em seus desempenhos. Alguns os tem chamado de “corredores de verdade”, o que particularmente vejo como um grande equívoco, preferindo e achando mais justo chamá-los de competitivos ou de corredores mais sérios. São grandes consumidores dos produtos direcionados a corrida, principalmente daqueles que garantem ou prometem auxiliá-los nesta constante briga contra o cronômetro.

    Apaixonados: pessoas que muitas vezes nem gostam de competir, que nem sempre possuem biótipo favorável à corrida, mas que dificilmente faltam aos treinos, faça chuva ou frio. São aqueles que curtem o correr simplesmente por correr. Querem sim ir mais longe e talvez mais rápido, mas nem sempre é esse o principal motivo que os faz correr. Preocupam-se sim com a estética, mas o prazer de correr é sempre o que mais importa. É uma tremenda injustiça pelo fato de alguns não visarem recordes e marcas pessoais não considerá-los “corredores de verdade”, até porque quem chegar aos parques da cidade antes das 6h30 da manhã, provavelmente encontrará com muitos já em final de treino, mesmo nos dias de condições climáticas mais adversas.

    Também costumam ficar de muito mau humor quando não correm e encaram os treinos mesmo cansados ou com muito sacrifício, pois vale tudo para satisfazer a paixão de correr. Alguns gostam de participar de muitas provas, tantas quanto forem possíveis e outros de nem de tantas. Preferem participar dos eventos que lhes proporcione uma ótima viagem e, independente do resultado obtido, costumam orgulhar-se e falar delas com brilho nos olhos. São disparados os maiores consumidores dos produtos esportivos. Buscam e compram os de melhor qualidade e, de preferência, os que também sejam bonitos. Colecionam tênis e na dúvida entre comprar um sapato e um tênis, optam pela segunda opção, mesmo que com isso tenham que gastar o dobro ou o triplo do valor.

    Turistas e ou exibicionistas: Não costumam frequentar muito os treinos, normalmente só nas semanas que antecedem alguma prova ou na seguinte, para poderem compartilhar suas histórias. Gostam de dizer a todo mundo de seu circulo de amizades, de boca cheia, que são corredores e adoram espalhar isso pelas redes sociais, pois correm mais por status. Costumam sempre ser os mais críticos com relação às provas, os kits e tudo aquilo que os eventos oferecem, afinal, alguém tem que levar a culpa de suas performances incompatíveis com seus desejos e mais compatíveis com seus poucos treinos.

    São o grande temor dos treinadores, pois correm o risco de se machucarem pela falta de treinos, estão sempre parando e voltando a treinar no limar entre se tornarem corredores de fato ou buscarem uma nova modalidade e sumirem. Compram tudo quanto é equipamento que os identifique como corredores, principalmente os lançamentos, mas dificilmente os utilizam ou exploram todos os seus benefícios. Gostam de usar tênis bacanas e tecnológicos, mas normalmente não compram muitos, já que pouco costumam gastar os que possuem.

    Dentre os perfis citados acima, vale lembrar que a maioria se encaixa facilmente em uma categoria, porém com uma pequena ou grande inclinação para outra. A pessoa pode ser apaixonada pela corrida, mas ter enrustida ou bem transparecida uma queda pelo lado competitivo. Ela pode correr para perder ou manter o peso corporal e encaixar-se no grupo dos competitivos, dos apaixonados, dos turistas/ exibicionistas, ou até mesmo nos três grupos.

    Pode ser competitiva, mas ao mesmo tempo ser muito apaixonada e ou exibicionista. Pode até ser uma apaixonada, porém com inclinação mais para turista do que para competitiva. Aqueles que sentem prazer em correr e que gostam de serem identificados como corredores, mas que se assustam e somem do treino com qualquer chuvinha ou mudança de tempo.

    E você leitor, em qual ou quais deles se encaixa?


    O que os corredores pensam?

    Caminhada · 17 maio, 2012

    É cada vez maior a preocupação dos treinadores, sites, revistas, organizadores de eventos, agências de publicidade, marketing esportivo e demais setores do mercado running, tentar descobrir o que os corredores pensam. Sabem que, com isso, fica muito mais seguro direcionar as estratégia s e investimentos em um setor que movimenta cada vez mais cifras e que ainda tem muito a crescer e ser explorado.

    Mas para descobrir o que o corredor pensa, antes de tudo é importante entender que esta tribo é composta por diversos perfis e que, na maioria das vezes, pensam e possuem desejos diferentes. Não adianta criar estratégias sem conhecer estes perfis e sem definir qual ou quais destes grupos de corredores você pretende atingir.

    Podemos dividir os corredores em cinco grupos e abaixo descreveremos algumas de suas principais características.

    Profissionais ou Elite - São um grupo que normalmente compõe cerca de 1% a 3% dos inscritos nas provas de rua e que vivem ou esforçam-se para viver somente da corrida. Pessoas muito privilegiadas geneticamente e que tem por objetivo principais: viver do que recebem nas provas e ou patrocinadores, ganhar ou sempre estar entre os primeiros colocados, melhorar suas marcas pessoais e representar seus clubes e seu país em grandes competições nacionais e internacionais.

    Para isso treinam arduamente, procurando extrair ao máximo de seus organismos, tendo o esporte como prioridade em suas vidas. Gostam de ser respeitados e de ter seus esforços reconhecidos, principalmente pelos organizadores de eventos, mas não tem muita ou nenhuma preocupação com camiseta, medalha, kit e demais brindes alusivos. Recebendo pela participação e de preferência sem muito atraso, para eles faz daquela corrida uma das melhores do mundo! São grandes consumidores de produtos esportivos, pois sabem que estes fazem parte de seu equipamento de trabalho. Mas infelizmente nem todos em nosso país possuem equipamento e infraestrutura necessárias para atingirem seu potencial máximo.

    Amadores competitivos - São aqueles corredores que correm bem, que não vivem da corrida, mas que priorizam recordes pessoais e as disputas nas categorias. Buscam sempre melhorar seus tempos e treinar cada vez mais forte. Disputam com os colegas de treino, com os de suas faixas etárias, mas principalmente com seus próprios organismos, hipervalorizando cada vez mais os segundos. Dificilmente conformam-se em não diminuí-los em treinos e principalmenteem provas. Ficam de mau humor quando não correm e quando não conseguem atingir seus objetivos, mesmo que seja por alguns míseros segundos.

    Não costumam ter medo da chuva, do calor ou do frio. Seus maiores temores são terem que ficar sem correr por algum motivo, estacionarem ou piorarem em seus desempenhos. Alguns os tem chamado de “corredores de verdade”, o que particularmente vejo como um grande equívoco, preferindo e achando mais justo chamá-los de competitivos ou de corredores mais sérios. São grandes consumidores dos produtos direcionados a corrida, principalmente daqueles que garantem ou prometem auxiliá-los nesta constante briga contra o cronômetro.

    Apaixonados: pessoas que muitas vezes nem gostam de competir, que nem sempre possuem biótipo favorável à corrida, mas que dificilmente faltam aos treinos, faça chuva ou frio. São aqueles que curtem o correr simplesmente por correr. Querem sim ir mais longe e talvez mais rápido, mas nem sempre é esse o principal motivo que os faz correr. Preocupam-se sim com a estética, mas o prazer de correr é sempre o que mais importa. É uma tremenda injustiça pelo fato de alguns não visarem recordes e marcas pessoais não considerá-los “corredores de verdade”, até porque quem chegar aos parques da cidade antes das 6h30 da manhã, provavelmente encontrará com muitos já em final de treino, mesmo nos dias de condições climáticas mais adversas.

    Também costumam ficar de muito mau humor quando não correm e encaram os treinos mesmo cansados ou com muito sacrifício, pois vale tudo para satisfazer a paixão de correr. Alguns gostam de participar de muitas provas, tantas quanto forem possíveis e outros de nem de tantas. Preferem participar dos eventos que lhes proporcione uma ótima viagem e, independente do resultado obtido, costumam orgulhar-se e falar delas com brilho nos olhos. São disparados os maiores consumidores dos produtos esportivos. Buscam e compram os de melhor qualidade e, de preferência, os que também sejam bonitos. Colecionam tênis e na dúvida entre comprar um sapato e um tênis, optam pela segunda opção, mesmo que com isso tenham que gastar o dobro ou o triplo do valor.

    Turistas e ou exibicionistas: Não costumam frequentar muito os treinos, normalmente só nas semanas que antecedem alguma prova ou na seguinte, para poderem compartilhar suas histórias. Gostam de dizer a todo mundo de seu circulo de amizades, de boca cheia, que são corredores e adoram espalhar isso pelas redes sociais, pois correm mais por status. Costumam sempre ser os mais críticos com relação às provas, os kits e tudo aquilo que os eventos oferecem, afinal, alguém tem que levar a culpa de suas performances incompatíveis com seus desejos e mais compatíveis com seus poucos treinos.

    São o grande temor dos treinadores, pois correm o risco de se machucarem pela falta de treinos, estão sempre parando e voltando a treinar no limar entre se tornarem corredores de fato ou buscarem uma nova modalidade e sumirem. Compram tudo quanto é equipamento que os identifique como corredores, principalmente os lançamentos, mas dificilmente os utilizam ou exploram todos os seus benefícios. Gostam de usar tênis bacanas e tecnológicos, mas normalmente não compram muitos, já que pouco costumam gastar os que possuem.

    Dentre os perfis citados acima, vale lembrar que a maioria se encaixa facilmente em uma categoria, porém com uma pequena ou grande inclinação para outra. A pessoa pode ser apaixonada pela corrida, mas ter enrustida ou bem transparecida uma queda pelo lado competitivo. Ela pode correr para perder ou manter o peso corporal e encaixar-se no grupo dos competitivos, dos apaixonados, dos turistas/ exibicionistas, ou até mesmo nos três grupos.

    Pode ser competitiva, mas ao mesmo tempo ser muito apaixonada e ou exibicionista. Pode até ser uma apaixonada, porém com inclinação mais para turista do que para competitiva. Aqueles que sentem prazer em correr e que gostam de serem identificados como corredores, mas que se assustam e somem do treino com qualquer chuvinha ou mudança de tempo.

    E você leitor, em qual ou quais deles se encaixa?

    Top desenvolvido a partir de pesquisa científica é lançado no Brasil

    Na manhã desta quarta-feira (16/05) a Santaconstancia tecelagem, em parceria com a Compasso Instituto Médico, anunciou o lançamento do modelo iTop, top esportivo para mulheres, desenvolvido a partir de diversos estudos científicos.

    O top promete reduzir o impacto da corrida nas mamas e começou a ser pensado a partir das necessidades de mulheres corredoras. Elas foram ouvidas durante os quatro anos de pesquisa pela equipe multidisciplinar liderada pelo Dr. Felipe Alloza, mestre em Ortopedia e Traumatologia, Pós Graduado em Medicina Desportiva. O grupo incluía ainda fisiatra, fisiologista, dermatologista, radiologista e engenheiro.

    Em harmonia com as sugestões e resultados obtidos nos exames com as voluntárias, a equipe criou vários protótipos do top até chegarem a um modelo considerado ideal, o iTop.

    O modelo une a compressão de um top esportivo com a forma de cápsula para os seios presente em sutiãs comuns. O formato diferenciado diminui em até 28% a oscilação das mamas na lateral e 22%, na vertical.

    “Ele pôde minimizar a pressão que causa a dor miofascial devido ao modelo nadador com alças largas. Por ter sido feito com fio de poliamida, a troca de calor com o meio ambiente se deu de melhor forma e não houve problemas dermatológicos por atrito e abrasão nos seios”, conta Gabriella Pascolato Costa, diretora da Santaconstancia.

    Os resultados da pesquisa, integralmente realizada no Brasil, estão disponíveis para consulta e, a partir das indicações para o iTop, a empresa Skarp aceitou o desafio de confeccionar o Top X Skarp.

    Praticamente isento de costuras, o top é feito de tecido Compress® e não possui etiquetas, para evitar incômodos durante a corrida. A ausência de aro de sustentação também é um diferencial do produto.

    “O aro foi substituído por uma técnica de fusionamento de tecidos, tecnologia especialmente desenvolvida, que posicionou sulcos internos ao redor do aro fusionado para facilitar a passagem do suor”, explica José Favilla, consultor têxtil da Santaconstancia.

    Outra novidade do top é a tabela de numeração. A pesquisa identificou a dificuldade das mulheres em encontrar os tops adequados ao seu tamanho de busto e tórax. O Top X Skarp possui numeração especial para cada tamanho e surge no mercado ainda com uma grade limitada, mas em vias de expansão.

    É importante lembrar que o uso do top adequado é indispensável para uma boa prática de exercícios sem comprometer a saúde feminina.

    O Top X Skarp pode ser encontrado na Skarp Shop (www.skarpshop.com) com o preço sugerido de R$159.90.


    Top desenvolvido a partir de pesquisa científica é lançado no Brasil

    Atletismo · 16 maio, 2012

    Na manhã desta quarta-feira (16/05) a Santaconstancia tecelagem, em parceria com a Compasso Instituto Médico, anunciou o lançamento do modelo iTop, top esportivo para mulheres, desenvolvido a partir de diversos estudos científicos.

    O top promete reduzir o impacto da corrida nas mamas e começou a ser pensado a partir das necessidades de mulheres corredoras. Elas foram ouvidas durante os quatro anos de pesquisa pela equipe multidisciplinar liderada pelo Dr. Felipe Alloza, mestre em Ortopedia e Traumatologia, Pós Graduado em Medicina Desportiva. O grupo incluía ainda fisiatra, fisiologista, dermatologista, radiologista e engenheiro.

    Em harmonia com as sugestões e resultados obtidos nos exames com as voluntárias, a equipe criou vários protótipos do top até chegarem a um modelo considerado ideal, o iTop.

    O modelo une a compressão de um top esportivo com a forma de cápsula para os seios presente em sutiãs comuns. O formato diferenciado diminui em até 28% a oscilação das mamas na lateral e 22%, na vertical.

    “Ele pôde minimizar a pressão que causa a dor miofascial devido ao modelo nadador com alças largas. Por ter sido feito com fio de poliamida, a troca de calor com o meio ambiente se deu de melhor forma e não houve problemas dermatológicos por atrito e abrasão nos seios”, conta Gabriella Pascolato Costa, diretora da Santaconstancia.

    Os resultados da pesquisa, integralmente realizada no Brasil, estão disponíveis para consulta e, a partir das indicações para o iTop, a empresa Skarp aceitou o desafio de confeccionar o Top X Skarp.

    Praticamente isento de costuras, o top é feito de tecido Compress® e não possui etiquetas, para evitar incômodos durante a corrida. A ausência de aro de sustentação também é um diferencial do produto.

    “O aro foi substituído por uma técnica de fusionamento de tecidos, tecnologia especialmente desenvolvida, que posicionou sulcos internos ao redor do aro fusionado para facilitar a passagem do suor”, explica José Favilla, consultor têxtil da Santaconstancia.

    Outra novidade do top é a tabela de numeração. A pesquisa identificou a dificuldade das mulheres em encontrar os tops adequados ao seu tamanho de busto e tórax. O Top X Skarp possui numeração especial para cada tamanho e surge no mercado ainda com uma grade limitada, mas em vias de expansão.

    É importante lembrar que o uso do top adequado é indispensável para uma boa prática de exercícios sem comprometer a saúde feminina.

    O Top X Skarp pode ser encontrado na Skarp Shop (www.skarpshop.com) com o preço sugerido de R$159.90.