Paradizo e Bastos falam da importância do Webrun para corridas de rua

Redação Webrun | Atletismo · 19 jun, 2012

Adriano Bastos ganhou fama ao vencer sete vezes a Maratona da Disney (foto: Divulgação)
Adriano Bastos ganhou fama ao vencer sete vezes a Maratona da Disney (foto: Divulgação)

Para continuar a semana de comemoração dos dez anos do Portal Webrun, conversamos com duas figuras recorrentes em nossas matérias e no mundo das corridas: a jornalista Fernanda Paradizo e o maratonista Adriano Bastos. Os dois contam como foi o crescimento das corridas de rua no Brasil junto com o site e também a evolução da internet.

O site – Fernanda Paradizo se envolveu no projeto do Webrun ao conhecer Harry Thomas Jr., que na época havia fundado o site Maratona.com.br, incorporado ao portal. “A gente tinha muita ligação com a corrida de rua na época. O Grupo Pão de Açúcar patrocinava o Circuito Corpore, os grandes responsáveis pelo crescimento do esporte no Brasil”, conta Fernanda.

A parceria entre o portal e Fernanda dura até hoje. Quando a jornalista começou no meio, quase não havia divulgação e o número de corridas ainda era muito pequeno.

Quase na mesma época, em 2002, o atleta Adriano Bastos começava a despontar nas provas do País. Vindo do triathlon, Adriano não teve muitas dificuldades ao enfrentar os percursos de asfalto das capitais brasileiras. Entre um pódio e outro, foi conhecendo melhor o site e seus repórteres. “O site sempre acompanhou a minha trajetória, quando comecei a me destacar”, conta.

“Começamos a ter uma afinidade. Isso para mim foi legal, porque eu me sentia em casa”, recorda o maratonista, que garante que o site ajudou a alavancar sua carreira mostrando resultados e suas preparações para competições nacionais e internacionais.

Adriano diz ser assíduo leitor do conteúdo do Webrun, indispensável para o sucesso do veículo, tanto ou mais quanto a venda de fotos. “O legal do Webrun é ter matérias sobre diversos assuntos que interessam aos atletas profissionais, aos amadores e também aos treinadores, fisioterapeutas e outros profissionais do meio”, afirma. “Tornou-se uma ferramenta completa, que eu acesso quase que diariamente para ver o que está acontecendo”, comenta.

Internet e informação – Em 2002 poucas pessoas tinha acesso à internet, o sistema era lento, assim como a publicação de texto e foto, que ainda era, por incrível que pareça, bem complexa.

“Graças à internet, a informação tornou-se instantânea. As notícias estão no ar logo depois da competição”, admira Bastos.

E para que essa evolução desse certo, o jornalista passou a trabalhar mais e com mais possibilidades. “O profissional que trabalha com internet precisa saber fazer as duas coisas: a foto e o conteúdo, em vídeo ou texto. A gente acaba se virando e faz de tudo um pouco”, analisa Fernanda.

“Uma das que facilitaram eu estar hoje em todos os lugares é a possibilidade de cobrir um evento com foto e conteúdo”, continua a jornalista, que participa de maratonas no mundo inteiro, seja cobrindo ou correndo ou até mesmo as duas coisas.

E não só os jornalistas têm mais trabalho com o crescimento do mercado como principalmente os organizadores das competições, que precisam ficar mais atentos à demanda do público. “Como tem crescido o número de participantes, o público se torna mais exigente em relação aos serviços oferecidos”, afirma Adriano, que alerta também para que não se perca de vista a evolução do atletismo nacional profissional.

“Tem que valorizar o atleta de elite para fazer com que ele melhore seu nível técnica e tenha condições de disputar um grande evento internacional em igualdade com os estrangeiros”, conclui.

Este texto foi escrito por: Redação Webrun

 

Redação Webrun

Ver todos os posts

Releases, matérias elaboradas em equipe e inspirações coletivas na produção de conteúdo!