Caminhada

Fila lança aplicativo que produz playlist para cada tipo de rotina

Atletismo · 26 dez, 2012

Com o objetivo de ajudar os esportistas a manter o ritmo durante os treinos e no dia-a-dia, a Fila lançou um novo aplicativo que faz uma seleção de músicas que se ajusta a rotina de cada pessoa. Intitulado F.Beat, a playlist é montada por meio de características pessoais fornecidas pelo usuário em uma página da rede social facebook.

Quando acessado, o interessado deve fornecer para o aplicativo dados como tempo de treino, ritmo de corrida e estilos musicais preferidos. Caso o usuário não tenha treino regular, também é possível produzir uma trilha sonora para se preparar para atividades do dia-a-dia, como reunião com o chefe e momento de relaxamento. Assim que concluído, é possível baixar a playlist para o computador.

Antes de disponibilizar o aplicativo para os consumidores, a Fila analisou os perfis musicais do corredor tanzaniano Alphonce Simbu e da atleta queniana Nancy Kiprop, patrocinados pela marca. Enquanto Simbu escolheu um treino praticamente composto por rock, a estrangeira fez questão de se jogar nos acordes brasileiros na hora do treino.

Para produzir a sua faixa personalizada, acesse a página da Fila migre.me/cy6UT e participe. O F. Beat só funciona em computadores, mas a música baixada pode ser exportada para qualquer aparelho de reprodução.

Como prevenir e tratar a hipertensão arterial?

Você sabia que 30 milhões de brasileiros têm hipertensão arterial? Sabia que ela é uma das maiores causas de derrames cerebrais e infartos, podendo levar à morte? Sabia que uma medida de pressão de 140 por 90 mmHg já é considerada hipertensão leve?

A hipertensão arterial é uma das doenças mais comuns da atualidade. Em muitos casos, o paciente não apresenta sintomas, desconhece ser portador da doença e, portanto, não se trata, o que a torna ainda mais perigosa.

Fatores de predisposição- Existem alguns fatores que predispõem o desenvolvimento dessa doença. São eles: alimentação rica em sal ou gordura, alcoolismo, tabagismo, obesidade, estresse, sedentarismo, colesterol alto e hereditariedade.

E existem muitas formas de tratá-la; uma delas, obviamente, é com medicação. Há uma infinidade de medicamentos disponíveis para o tratamento da hipertensão; diuréticos e betabloqueadores são apenas dois exemplos. Porém, como todos os medicamentos, estes também têm um custo financeiro e causam efeitos colaterais, o que pode desestimular a adesão ao tratamento.

Contudo, é preciso mencionar que, muitas vezes, a hipertensão pode ser combatida de outra forma, sem custos financeiros. Quer saber como? Afastando os fatores de risco. Então, evite dieta rica em sal e gorduras, evite o consumo de bebidas alcoólicas, fique longe do cigarro e pratique exercícios físicos.

Efeito dos exercícios- Mas afinal, quais são os efeitos dos exercícios físicos no combate à hipertensão? Pode acreditar que são inúmeros – um verdadeiro milagre da natureza.

Em primeiro lugar, eles combatem a obesidade, o que por si só já diminui a pressão arterial. Mas eles também combatem o estresse, o colesterol alto e, ainda por cima, dão um drible na hereditariedade, ou seja, atuam nos fatores de risco.

Outros efeitos dos exercícios no controle da pressão arterial: fortalecem o coração e melhoram o calibre das artérias. O resultado disso é a diminuição tanto da pressão arterial, quanto da frequência cardíaca. É por essa razão que os atletas costumam ter frequência cardíaca baixa.

Tem mais. Os exercícios também promovem sudorese e com ela, a eliminação de água e sódio (um efeito parecido com o dos diuréticos) e diminuem o nível de adrenalina (um efeito semelhante ao dos betabloqueadores, porém, sem custos financeiros e sem efeitos colaterais).

Alimentação- A alimentação também é importante para o controle da hipertensão. Então, seguem algumas dicas: a primeira e mais importante é evitar o sal na dieta. Evite, também frituras, carnes gordas, embutidos, sorvetes, bolos, tortas e congêneres. Procure consumir as versões desnatadas do leite e seus derivados. Priorize o consumo de frutas, vegetais, azeite de oliva extra virgem, nozes, castanhas e evite a ingestão de bebidas alcoólicas.

Sono- O sono é outro fator que ajuda a controlar a pressão arterial. Quem dorme pouco ou mal corre maior risco de desenvolver hipertensão. Isso porque a privação crônica do sono promove a liberação de hormônios como a adrenalina e a noradrenalina que estreitam as artérias, favorecendo o aumento da pressão.

Quer fugir da hipertensão arterial?- Então se alimente corretamente, durma bem, mantenha o stress sob controle e, acima de tudo, faça exercícios moderados (dentro dos limites de frequência cardíaca ideal). O seu coração agradece!


Como prevenir e tratar a hipertensão arterial?

Atletismo · 17 dez, 2012

Você sabia que 30 milhões de brasileiros têm hipertensão arterial? Sabia que ela é uma das maiores causas de derrames cerebrais e infartos, podendo levar à morte? Sabia que uma medida de pressão de 140 por 90 mmHg já é considerada hipertensão leve?

A hipertensão arterial é uma das doenças mais comuns da atualidade. Em muitos casos, o paciente não apresenta sintomas, desconhece ser portador da doença e, portanto, não se trata, o que a torna ainda mais perigosa.

Fatores de predisposição- Existem alguns fatores que predispõem o desenvolvimento dessa doença. São eles: alimentação rica em sal ou gordura, alcoolismo, tabagismo, obesidade, estresse, sedentarismo, colesterol alto e hereditariedade.

E existem muitas formas de tratá-la; uma delas, obviamente, é com medicação. Há uma infinidade de medicamentos disponíveis para o tratamento da hipertensão; diuréticos e betabloqueadores são apenas dois exemplos. Porém, como todos os medicamentos, estes também têm um custo financeiro e causam efeitos colaterais, o que pode desestimular a adesão ao tratamento.

Contudo, é preciso mencionar que, muitas vezes, a hipertensão pode ser combatida de outra forma, sem custos financeiros. Quer saber como? Afastando os fatores de risco. Então, evite dieta rica em sal e gorduras, evite o consumo de bebidas alcoólicas, fique longe do cigarro e pratique exercícios físicos.

Efeito dos exercícios- Mas afinal, quais são os efeitos dos exercícios físicos no combate à hipertensão? Pode acreditar que são inúmeros – um verdadeiro milagre da natureza.

Em primeiro lugar, eles combatem a obesidade, o que por si só já diminui a pressão arterial. Mas eles também combatem o estresse, o colesterol alto e, ainda por cima, dão um drible na hereditariedade, ou seja, atuam nos fatores de risco.

Outros efeitos dos exercícios no controle da pressão arterial: fortalecem o coração e melhoram o calibre das artérias. O resultado disso é a diminuição tanto da pressão arterial, quanto da frequência cardíaca. É por essa razão que os atletas costumam ter frequência cardíaca baixa.

Tem mais. Os exercícios também promovem sudorese e com ela, a eliminação de água e sódio (um efeito parecido com o dos diuréticos) e diminuem o nível de adrenalina (um efeito semelhante ao dos betabloqueadores, porém, sem custos financeiros e sem efeitos colaterais).

Alimentação- A alimentação também é importante para o controle da hipertensão. Então, seguem algumas dicas: a primeira e mais importante é evitar o sal na dieta. Evite, também frituras, carnes gordas, embutidos, sorvetes, bolos, tortas e congêneres. Procure consumir as versões desnatadas do leite e seus derivados. Priorize o consumo de frutas, vegetais, azeite de oliva extra virgem, nozes, castanhas e evite a ingestão de bebidas alcoólicas.

Sono- O sono é outro fator que ajuda a controlar a pressão arterial. Quem dorme pouco ou mal corre maior risco de desenvolver hipertensão. Isso porque a privação crônica do sono promove a liberação de hormônios como a adrenalina e a noradrenalina que estreitam as artérias, favorecendo o aumento da pressão.

Quer fugir da hipertensão arterial?- Então se alimente corretamente, durma bem, mantenha o stress sob controle e, acima de tudo, faça exercícios moderados (dentro dos limites de frequência cardíaca ideal). O seu coração agradece!

Participar de provas internacionais é tendência entre brasileiros

Participar de corridas em outros países tem sido uma prática e um sonho para muitos atletas brasileiros que querem ultrapassar seus limites no exterior, conciliando turismo e esporte. Entre eles está Cadu Soares, treinador de corrida e diretor-técnico do projeto Ponto Corrido, que assessora corredores. Ele irá testar o resultado de seus treinos na Meia Maratona Llao Llao, em Bariloche, neste sábado (08/12).

Porém, antes de decidir arrumar as malas e pegar o primeiro avião, o atleta adverte que é necessário planejamento e bom treinamento para se aventurar nas terras estrangeiras. “A dica é procurar um técnico que possa orientar nos treinos, para que se realize uma prova tranquila e segura. Mas o importante é curtir a viagem e a experiência”, conta.

O corredor conta que, antes de decidir o próximo destino, prefere conferir se o lugar é bonito, sossegado e se o destino vale a pena financeiramente. Caso as respostas sejam positivas, as corridas com mais de dez quilômetros são bem vindas. “Tento conciliar as viagens com as minhas férias”, disse.

Quando a questão é organização, Cadu afirma que as corridas sul-americanas são muito boas, mas não conseguem atingir o nível das provas americanas e europeias. “Apesar de só Bogotá possuir o selo Gold da Iaaf, a Maratona de Buenos Aires vem superando a nossa em todos os termos”, afirma, “mas a melhor prova que já corri foi a Two Oceans, na África do Sul”, completa.

Coração disparado-Depois de acertar todos os detalhes da viagem, o corredor conta que a expectativa toma conta de seus pensamentos. “A expectativa é enorme, gera emoção, vontade de superar sua marca pessoal. A atmosfera, o clima e o evento em si ajudam a alimentar esse sentimento. Você acaba representando o seu país e isso já é muito gratificante. É algo único e diferente que gera um frio na barriga, e isso é muito bom”, diz.

Mas às vezes a expectativa é tanta que o competidor esquece que está fora do Brasil e que as sensações climáticas que irá enfrentar são bem diferentes. “Uma vez eu fui correr em Buenos Aires e, de acordo com a previsão, iria fazer muito frio. Eu disse que o frio era psicológico e decidi ir até o local da largada de camiseta e shorts. Passei muito frio”, encerra.


Participar de provas internacionais é tendência entre brasileiros

Caminhada · 06 dez, 2012

Participar de corridas em outros países tem sido uma prática e um sonho para muitos atletas brasileiros que querem ultrapassar seus limites no exterior, conciliando turismo e esporte. Entre eles está Cadu Soares, treinador de corrida e diretor-técnico do projeto Ponto Corrido, que assessora corredores. Ele irá testar o resultado de seus treinos na Meia Maratona Llao Llao, em Bariloche, neste sábado (08/12).

Porém, antes de decidir arrumar as malas e pegar o primeiro avião, o atleta adverte que é necessário planejamento e bom treinamento para se aventurar nas terras estrangeiras. “A dica é procurar um técnico que possa orientar nos treinos, para que se realize uma prova tranquila e segura. Mas o importante é curtir a viagem e a experiência”, conta.

O corredor conta que, antes de decidir o próximo destino, prefere conferir se o lugar é bonito, sossegado e se o destino vale a pena financeiramente. Caso as respostas sejam positivas, as corridas com mais de dez quilômetros são bem vindas. “Tento conciliar as viagens com as minhas férias”, disse.

Quando a questão é organização, Cadu afirma que as corridas sul-americanas são muito boas, mas não conseguem atingir o nível das provas americanas e europeias. “Apesar de só Bogotá possuir o selo Gold da Iaaf, a Maratona de Buenos Aires vem superando a nossa em todos os termos”, afirma, “mas a melhor prova que já corri foi a Two Oceans, na África do Sul”, completa.

Coração disparado-Depois de acertar todos os detalhes da viagem, o corredor conta que a expectativa toma conta de seus pensamentos. “A expectativa é enorme, gera emoção, vontade de superar sua marca pessoal. A atmosfera, o clima e o evento em si ajudam a alimentar esse sentimento. Você acaba representando o seu país e isso já é muito gratificante. É algo único e diferente que gera um frio na barriga, e isso é muito bom”, diz.

Mas às vezes a expectativa é tanta que o competidor esquece que está fora do Brasil e que as sensações climáticas que irá enfrentar são bem diferentes. “Uma vez eu fui correr em Buenos Aires e, de acordo com a previsão, iria fazer muito frio. Eu disse que o frio era psicológico e decidi ir até o local da largada de camiseta e shorts. Passei muito frio”, encerra.

Recordista Kenenisa Bekele constrói pista e planeja treinar atletas

Depois de sofrer lesões e sentir dores ao treinar na pista do estádio nacional de Addis Abeba, o etíope Kenenisa Bekele, recordista mundial dos dez e cinco mil metros, decidiu construir sua própria pista. Erguida na cidade de Sululta, dez quilômetros de distância da capital, a pista tem seis raias e conta com um hotel com trinta quartos logo em frente, também de propriedade de Bekele, para hospedar outros atletas.

Para não piorar o estado das lesões do corredor, seu empresário Jos Hermens consultou a empresa GCC Sport Surfaces para que fosse usada um material mais macio na cobertura das raias. O produto usado também irá proporcionar mais conforto para atletas que correm longas distâncias. Para conseguir realizar seu sonho, Bekele gastou mais de 1,5 milhão de dólares (cerca de R$ 3 milhões).

Segundo o recordista, além de melhorar a qualidade de seus treinos, o objetivo do local é receber corredores do mundo todo, que terão que se esforçar para acompanhar Bekele no percurso. “Claro que eu irei treiná-los e compartilharei minha experiência. Eles poderão ver o que é treinar comigo, se conseguirem”, conta.

Objetivos-Apesar do plano do atleta ser de aumentar duas raias da pista e sediar competições de alto nível no futuro, o local não conta com arquibancada para poder receber espectadores. O espaço receberá competidores que gostam de treinar nas pistas ou em montanhas, já que fica em uma altitude de 2.750 metros.

A inauguração ocorrerá em janeiro de 2013, quando o recordista irá apresentar as instalações para atletas etíopes e de outras nacionalidades. O hotel próximo oferecerá diárias entre 50 e 60 dólares (R$ 100 a R$ 120) com refeições inclusas.


Recordista Kenenisa Bekele constrói pista e planeja treinar atletas

Atletismo · 05 dez, 2012

Depois de sofrer lesões e sentir dores ao treinar na pista do estádio nacional de Addis Abeba, o etíope Kenenisa Bekele, recordista mundial dos dez e cinco mil metros, decidiu construir sua própria pista. Erguida na cidade de Sululta, dez quilômetros de distância da capital, a pista tem seis raias e conta com um hotel com trinta quartos logo em frente, também de propriedade de Bekele, para hospedar outros atletas.

Para não piorar o estado das lesões do corredor, seu empresário Jos Hermens consultou a empresa GCC Sport Surfaces para que fosse usada um material mais macio na cobertura das raias. O produto usado também irá proporcionar mais conforto para atletas que correm longas distâncias. Para conseguir realizar seu sonho, Bekele gastou mais de 1,5 milhão de dólares (cerca de R$ 3 milhões).

Segundo o recordista, além de melhorar a qualidade de seus treinos, o objetivo do local é receber corredores do mundo todo, que terão que se esforçar para acompanhar Bekele no percurso. “Claro que eu irei treiná-los e compartilharei minha experiência. Eles poderão ver o que é treinar comigo, se conseguirem”, conta.

Objetivos-Apesar do plano do atleta ser de aumentar duas raias da pista e sediar competições de alto nível no futuro, o local não conta com arquibancada para poder receber espectadores. O espaço receberá competidores que gostam de treinar nas pistas ou em montanhas, já que fica em uma altitude de 2.750 metros.

A inauguração ocorrerá em janeiro de 2013, quando o recordista irá apresentar as instalações para atletas etíopes e de outras nacionalidades. O hotel próximo oferecerá diárias entre 50 e 60 dólares (R$ 100 a R$ 120) com refeições inclusas.

Personagens chamam a atenção por razões diferentes na Mexa-se

No meio dos cerca de oito mil participantes da 6ª Mexa-se - Corrida e Caminhada da Coop, algumas figuras se destacaram. Algumas pela velocidade, outras pela fama e um terceiro grupo chamava a atenção dos participantes pelos trajes e atuações bem diferentes.

No início do evento, enquanto as professoras de educação física puxavam uma sequência de alongamentos, um homem com a fantasia do personagem da Disney, Pateta, fazia o público dançar, pular e se aquecer. Quando o sol começou a aparecer, o atleta se desvinculou do personagem e voltou a ser mais um corredor na largada.

A madrinha da prova Solange Frazão seria responsável pelo aquecimento e esfriamento da prova, porém a um acidente fez a personal trainer romper os ligamentos do joelho e assistir o percurso sentada no camarote vip. “O evento está lindo! Fiquei triste por não poder animar o pessoal, mas só de estar aqui e ver todo esse público é muito bom. O Mexa-se começou com mil inscritos e só vem crescendo”, diz.

Na corrida dos dez quilômetros foi a vez do brasileiro Devid de Macedo e da tanzaniana Jackline Juma Sakilu brilharem. Os dois conquistaram o primeiro lugar da prova e levaram para casa o troféu da prova e um vale compras de R$ 5 mil na rede Coop.

Depois do percurso, os atletas que se dirigiram para a arena do Mexa-se podiam ver de longe o professor de educação física Márcio ‘Tubarão’, de 27 anos, com seu cacetete, sombrinha, luvas e um poodle, todos cor de rosa. Encarnado no personagem 'Segurança Brilhantina', o ator animou a chegada do evento. “Quem gosta muito desse personagem são os ‘bofes’, porque nos mais bonitos eu faço massagem. As mulheres não gostam muito, mas elas têm que cooperar e a gente sempre dá um jeitinho”, conta.

Já o objetivo de Leonídia dos Santos Rodrigues, de 60 anos, era outro. Vestida de Emília, personagem da história infantil “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato, ela divertia a criançada que estava no evento. “Eu me fantasio para animar as pessoas e principalmente as crianças”, fala.


Personagens chamam a atenção por razões diferentes na Mexa-se

Caminhada · 27 nov, 2012

No meio dos cerca de oito mil participantes da 6ª Mexa-se - Corrida e Caminhada da Coop, algumas figuras se destacaram. Algumas pela velocidade, outras pela fama e um terceiro grupo chamava a atenção dos participantes pelos trajes e atuações bem diferentes.

No início do evento, enquanto as professoras de educação física puxavam uma sequência de alongamentos, um homem com a fantasia do personagem da Disney, Pateta, fazia o público dançar, pular e se aquecer. Quando o sol começou a aparecer, o atleta se desvinculou do personagem e voltou a ser mais um corredor na largada.

A madrinha da prova Solange Frazão seria responsável pelo aquecimento e esfriamento da prova, porém a um acidente fez a personal trainer romper os ligamentos do joelho e assistir o percurso sentada no camarote vip. “O evento está lindo! Fiquei triste por não poder animar o pessoal, mas só de estar aqui e ver todo esse público é muito bom. O Mexa-se começou com mil inscritos e só vem crescendo”, diz.

Na corrida dos dez quilômetros foi a vez do brasileiro Devid de Macedo e da tanzaniana Jackline Juma Sakilu brilharem. Os dois conquistaram o primeiro lugar da prova e levaram para casa o troféu da prova e um vale compras de R$ 5 mil na rede Coop.

Depois do percurso, os atletas que se dirigiram para a arena do Mexa-se podiam ver de longe o professor de educação física Márcio ‘Tubarão’, de 27 anos, com seu cacetete, sombrinha, luvas e um poodle, todos cor de rosa. Encarnado no personagem 'Segurança Brilhantina', o ator animou a chegada do evento. “Quem gosta muito desse personagem são os ‘bofes’, porque nos mais bonitos eu faço massagem. As mulheres não gostam muito, mas elas têm que cooperar e a gente sempre dá um jeitinho”, conta.

Já o objetivo de Leonídia dos Santos Rodrigues, de 60 anos, era outro. Vestida de Emília, personagem da história infantil “Sítio do Pica-pau Amarelo”, de Monteiro Lobato, ela divertia a criançada que estava no evento. “Eu me fantasio para animar as pessoas e principalmente as crianças”, fala.

Para amadores, Mexa-se teve poucas subidas e foi fácil

No último domingo (25/11), quase oito mil atletas venceram a preguiça de levantar da cama cedo em um dia chuvoso para se superarem na 6ª Mexa-se - Corrida e Caminhada Coop. Com largada às 8h, os corredores participaram do aquecimento para espantar o friozinho de 19ºC e aguentar a garoa que banhava o Paço Municipal de Santo André.

O percurso atraiu tantos participantes que foram necessários quinze minutos para que todos os corredores deixassem a largada. Durante o trajeto, a Av. Dom Pedro 2º foi tomada por homens, mulheres, idosos, casais de mãos dadas e adolescentes.

No meio de tantos competidores estava o eletricista Wilson José Solimão, de 55 anos, que disse ter treinado bastante e ter tirado a prova “de letra”. “É preciso correr dez quilômetros de três a quatro vezes por semana para conseguir encarar uma prova dessas”, diz. A afirmação é contrária a da campeã Jackline Juma, que disse que o percurso era difícil.

Para alguns competidores mais animados, o trajeto foi só o começo. Ao chegar, eles se dirigiram para a arena do Mexa-se e aproveitaram o resto da manhã recebendo massagens, dançando músicas e lutando contra a preguiça com as professoras de educação física que passavam séries de alongamento.

No final da prova, o segurança Juarez Soares Nascimento, de 45 anos, ainda estava próximo da linha de chegada com muito orgulho de ter a sua medalha em mãos. Porém, apesar do esforço, Nascimento acha que poderia ter se saído melhor: “consegui terminar e isso é o mais importante, mas queria ter treinado mais”, conta.


Para amadores, Mexa-se teve poucas subidas e foi fácil

Caminhada · 26 nov, 2012

No último domingo (25/11), quase oito mil atletas venceram a preguiça de levantar da cama cedo em um dia chuvoso para se superarem na 6ª Mexa-se - Corrida e Caminhada Coop. Com largada às 8h, os corredores participaram do aquecimento para espantar o friozinho de 19ºC e aguentar a garoa que banhava o Paço Municipal de Santo André.

O percurso atraiu tantos participantes que foram necessários quinze minutos para que todos os corredores deixassem a largada. Durante o trajeto, a Av. Dom Pedro 2º foi tomada por homens, mulheres, idosos, casais de mãos dadas e adolescentes.

No meio de tantos competidores estava o eletricista Wilson José Solimão, de 55 anos, que disse ter treinado bastante e ter tirado a prova “de letra”. “É preciso correr dez quilômetros de três a quatro vezes por semana para conseguir encarar uma prova dessas”, diz. A afirmação é contrária a da campeã Jackline Juma, que disse que o percurso era difícil.

Para alguns competidores mais animados, o trajeto foi só o começo. Ao chegar, eles se dirigiram para a arena do Mexa-se e aproveitaram o resto da manhã recebendo massagens, dançando músicas e lutando contra a preguiça com as professoras de educação física que passavam séries de alongamento.

No final da prova, o segurança Juarez Soares Nascimento, de 45 anos, ainda estava próximo da linha de chegada com muito orgulho de ter a sua medalha em mãos. Porém, apesar do esforço, Nascimento acha que poderia ter se saído melhor: “consegui terminar e isso é o mais importante, mas queria ter treinado mais”, conta.

Devid de Macedo passa na frente dos africanos e vence a Mexa-se

O dia nublado não impediu que os competidores da 6ª Corrida e Caminhada Mexa-se Coop acordassem cedo para participar da prova no Paço Municipal de Santo André neste domingo (25/11), às 8h. Os atletas brasileiros dividiram o percurso com angolanos, tanzanianos e quenianos.

O africano Abubaka Hussen Hamisi permaneceu na liderança nos primeiros quilômetros e deu trabalho para os brasileiros Devid Benedito de Macedo e Wellington Bezerra da Silva, que também dividiam o primeiro pelotão. Na marca dos três quilômetros, da Silva arrancou e deixou o tanzaniano para trás. Porém, quando a marca dos sete quilômetros se aproximou Macedo aumentou a passada e venceu o percurso. O campeão finalizou o trajeto em 29min56seg34 e marcou um novo recorde na prova.

De acordo com o corredor, a vitória foi uma surpresa depois de um ano de superação. “Eu vinha treinando bem, mas tive que dar uma pequena pausa no começo do ano para dar uma descansada e não forçar tanto. Minha expectativa era ficar entre os cinco primeiros colocados”. Macedo participou das duas últimas edições do evento e em ambas terminou o trajeto em terceiro lugar.

Wellington Bezerra da Silva nem descansou dos Jogos Abertos do Interior, que ocorreu na sexta-feira (23/11) em Bauru, em que terminou em segundo lugar, e já correu para Santo André para mais uma conquista. “Liderei a prova por quatro quilômetros e houve um momento em que eu realmente achei que eu fosse vencer, mas fiquei feliz com o terceiro lugar”. Segundo o competidor, o percurso foi um aquecimento para a São Silvestre.

Feminino-Já na categoria feminina, a tanzaniana Jackline Juma Sakilu voou pelas ruas andreenses e subiu no lugar mais alto do pódio. Agora, o novo objetivo da atleta é conquistar as primeiras colocações da São Silvestre. “Será muito difícil. Eu corri no ano passado e sei que é um percurso trabalhoso”, diz.

A a queniana Ednah Mukhwana também não deu trégua para as atletas brasileiras e conquistou a segunda posição. Apesar do grande número de atletas amadores afirmarem que o trajeto era simples pelo pouco número de subidas e descidas, essa não foi a opinião da africana. “O percurso era bem difícil”, conta.

Confira o resultado da Corrida e Caminhada Mexa-se - Coop:

Masculino

  • 1º Devid Benedito de Macedo – 29min56seg34
  • 2º José Rodrigues da Fonseca – 30min11seg16
  • 3º Wellington Bezerra da Silva – 30min16seg56
  • 4º Carlos Moreira dos Santos – 30min20seg83
  • 5º Abubaka Hussen Hamisi – 30min25seg23
  • Feminino

  • 1ª Jackline Juma Sakilu – 35min29seg15
  • 2ª Ednah Mukhwana – 35min31seg34
  • 3ª Andrea Celeste Coelho da Silva – 37min10seg28
  • 4ª Maria Bernadete Cabral – 37min31seg95
  • 5ª Rozirene Ferreira de Moraes – 38min20seg95

  • Devid de Macedo passa na frente dos africanos e vence a Mexa-se

    Caminhada · 25 nov, 2012

    O dia nublado não impediu que os competidores da 6ª Corrida e Caminhada Mexa-se Coop acordassem cedo para participar da prova no Paço Municipal de Santo André neste domingo (25/11), às 8h. Os atletas brasileiros dividiram o percurso com angolanos, tanzanianos e quenianos.

    O africano Abubaka Hussen Hamisi permaneceu na liderança nos primeiros quilômetros e deu trabalho para os brasileiros Devid Benedito de Macedo e Wellington Bezerra da Silva, que também dividiam o primeiro pelotão. Na marca dos três quilômetros, da Silva arrancou e deixou o tanzaniano para trás. Porém, quando a marca dos sete quilômetros se aproximou Macedo aumentou a passada e venceu o percurso. O campeão finalizou o trajeto em 29min56seg34 e marcou um novo recorde na prova.

    De acordo com o corredor, a vitória foi uma surpresa depois de um ano de superação. “Eu vinha treinando bem, mas tive que dar uma pequena pausa no começo do ano para dar uma descansada e não forçar tanto. Minha expectativa era ficar entre os cinco primeiros colocados”. Macedo participou das duas últimas edições do evento e em ambas terminou o trajeto em terceiro lugar.

    Wellington Bezerra da Silva nem descansou dos Jogos Abertos do Interior, que ocorreu na sexta-feira (23/11) em Bauru, em que terminou em segundo lugar, e já correu para Santo André para mais uma conquista. “Liderei a prova por quatro quilômetros e houve um momento em que eu realmente achei que eu fosse vencer, mas fiquei feliz com o terceiro lugar”. Segundo o competidor, o percurso foi um aquecimento para a São Silvestre.

    Feminino-Já na categoria feminina, a tanzaniana Jackline Juma Sakilu voou pelas ruas andreenses e subiu no lugar mais alto do pódio. Agora, o novo objetivo da atleta é conquistar as primeiras colocações da São Silvestre. “Será muito difícil. Eu corri no ano passado e sei que é um percurso trabalhoso”, diz.

    A a queniana Ednah Mukhwana também não deu trégua para as atletas brasileiras e conquistou a segunda posição. Apesar do grande número de atletas amadores afirmarem que o trajeto era simples pelo pouco número de subidas e descidas, essa não foi a opinião da africana. “O percurso era bem difícil”, conta.

    Confira o resultado da Corrida e Caminhada Mexa-se - Coop:

    Masculino

  • 1º Devid Benedito de Macedo – 29min56seg34
  • 2º José Rodrigues da Fonseca – 30min11seg16
  • 3º Wellington Bezerra da Silva – 30min16seg56
  • 4º Carlos Moreira dos Santos – 30min20seg83
  • 5º Abubaka Hussen Hamisi – 30min25seg23
  • Feminino

  • 1ª Jackline Juma Sakilu – 35min29seg15
  • 2ª Ednah Mukhwana – 35min31seg34
  • 3ª Andrea Celeste Coelho da Silva – 37min10seg28
  • 4ª Maria Bernadete Cabral – 37min31seg95
  • 5ª Rozirene Ferreira de Moraes – 38min20seg95
  • Começa sexta-feira (23/11) a entrega dos kits para a corrida da Coop

    Caminhada · 22 nov, 2012

    Os atletas inscritos na Mexa-se 2012 - 6º Encontro de Corrida e Caminhada, da Coop devem reservar um tempinho dos seus treinos para irem ao Paço Municipal de Santo André entre 8h e 20h de sexta-feira (23/11) ou sábado (24/11) para fazer a retirada dos kits. A prova ocorre neste domingo (25/11) e terá largada no mesmo local, às 7h.

    O kit é composto por boné, camiseta, squeeze, mochila, entre outros produtos fornecidos pelos patrocinadores da prova. Após o evento, os participantes receberão brindes, avaliação nutricional e física, massagem relaxante e acompanharão atividades no palco da arena da prova.

    O evento irá reunir corredores da Angola, Tanzânia e Quênia e a responsável por comandar o aquecimento será a personal trainer Solange Frazão. Para que os pais possam correr tranquilos, os organizadores providenciaram também um espaço infantil para as crianças passarem o dia brincando com os monitores.

    Giomar Pereira pega 2º lugar na Maratona de Curitiba e lidera ranking

    Com a bandeira do Cruzeiro Esporte Clube tremulando em mãos, Giomar Pereira conseguiu manter a primeira posição no ranking nacional e cruzou a linha de chegada em segundo lugar na maratona Caixa de Curitiba, que ocorreu domingo (18/11). O vencedor da prova foi o queniano David Kiprotich Bowen, que terminou o percurso em 2h19min38.

    O Cruzeiro também conseguiu encaixar mais um brasileiro entre os cinco primeiros colocados. Gustavo Caurio conquistou a quarta posição e ficou na frente de Barnabas Kiplagat Kosgei, a grande aposta africana na prova. O tanzaniano foi vencedor da Volta Internacional da Pampulha de 2011 e a Corrida de Reis de Cuiabá deste ano.

    Feminino-Na categoria feminina, a festa também foi queniana. Thabita Kibet manteve a primeira posição desde a largada e cruzou a linha de chegada em 2h42min06. Em seguida, as brasileiras Marily dos Santos e Conceição Oliveira completaram o pódio com o segundo e terceiro lugar respectivamente.

    Ao todo, a Maratona Caixa de Curitiba reuniu cinco mil atletas, que tiveram que percorrer 64 ruas e 29 bairros da cidade. O trajeto é considerado um dos mais desafiadores do país, graças aos diversos trechos com subidas e descidas íngremes.

    Confira o resultado da Maratona Caixa de Curitiba:

    Masculino

  • 1º David Kiprotich Bowel - 2h19min38
  • 2º Giomar Pereira da Silva - 2h20min27
  • 3º Elson Alex Gracioli - 2h21min47
  • 4º Gustavo Caurio - 2h22min02
  • 5º Barnabas Kiplagat - 2h24min12
  • Feminino

  • 1º Thabita Kibet - 2h42min06
  • 2º Marily dos Santos - 2h48min08
  • 3º Conceição de Maria Oliveira - 2h49min42
  • 4º Roselaine de Sousa - 2h55min52
  • 5º Clarice da Luz - 2h59min36

  • Giomar Pereira pega 2º lugar na Maratona de Curitiba e lidera ranking

    Caminhada · 19 nov, 2012

    Com a bandeira do Cruzeiro Esporte Clube tremulando em mãos, Giomar Pereira conseguiu manter a primeira posição no ranking nacional e cruzou a linha de chegada em segundo lugar na maratona Caixa de Curitiba, que ocorreu domingo (18/11). O vencedor da prova foi o queniano David Kiprotich Bowen, que terminou o percurso em 2h19min38.

    O Cruzeiro também conseguiu encaixar mais um brasileiro entre os cinco primeiros colocados. Gustavo Caurio conquistou a quarta posição e ficou na frente de Barnabas Kiplagat Kosgei, a grande aposta africana na prova. O tanzaniano foi vencedor da Volta Internacional da Pampulha de 2011 e a Corrida de Reis de Cuiabá deste ano.

    Feminino-Na categoria feminina, a festa também foi queniana. Thabita Kibet manteve a primeira posição desde a largada e cruzou a linha de chegada em 2h42min06. Em seguida, as brasileiras Marily dos Santos e Conceição Oliveira completaram o pódio com o segundo e terceiro lugar respectivamente.

    Ao todo, a Maratona Caixa de Curitiba reuniu cinco mil atletas, que tiveram que percorrer 64 ruas e 29 bairros da cidade. O trajeto é considerado um dos mais desafiadores do país, graças aos diversos trechos com subidas e descidas íngremes.

    Confira o resultado da Maratona Caixa de Curitiba:

    Masculino

  • 1º David Kiprotich Bowel - 2h19min38
  • 2º Giomar Pereira da Silva - 2h20min27
  • 3º Elson Alex Gracioli - 2h21min47
  • 4º Gustavo Caurio - 2h22min02
  • 5º Barnabas Kiplagat - 2h24min12
  • Feminino

  • 1º Thabita Kibet - 2h42min06
  • 2º Marily dos Santos - 2h48min08
  • 3º Conceição de Maria Oliveira - 2h49min42
  • 4º Roselaine de Sousa - 2h55min52
  • 5º Clarice da Luz - 2h59min36
  • Como escolher o tênis ideal de corrida?

    Não tem nada melhor do que uma prova longa como uma meia maratona para nos fazer perceber que a vida do tênis que estamos usando chegou ao fim. Mas certas vezes usamos os critérios errados para chegar a esta conclusão.

    Segundo os últimos estudos, e que fique claro que estes não são estudos patrocinados por esta ou aquela marca, quanto mais você usa um calçado para correr ou caminhar, melhor ele vai se adaptar à sua pisada. Nenhum calçado vem de fábrica ajustado para sua pisada, pois a forma como cada um anda é tão específica como uma impressão digital – tanto que já existem estudos com softwares que são capazes de diferenciar os indivíduos pela marcha (a forma como a pessoa anda).

    Rodagem limite?- O primeiro mito que podemos desbancar é o de que existe uma quilometragem definida para o uso do tênis, pois se quanto mais usamos melhor ele fica, na verdade só precisaremos trocar o tênis quando a sola desgastar demais ou se a parte interna começar a desgastar antes e causar atrito contra a pele. Caso contrário não existe motivo que justifique a troca do calçado. Como já comentei no último artigo , a sensação de maciez na pisada é proporcionada pela palmilha, que pode ser trocada quando desgastada.

    Uma simples troca de palmilha pode devolver a maciez ao seu tênis antigo - Foto: D'Arcy Norman/ Stock.xchng
    Uma simples troca de palmilha pode devolver a maciez ao seu tênis antigo - Foto: D'Arcy Norman/ Stock.xchng

    Palmilhas personalizadas- Geralmente as palmilhas feitas sob medida são mais bem adaptadas já para a pisada de cada um, mas só vale à pena investir numa palmilha personalizada caso exista alguma lesão prévia que já foi tratada com fisioterapia e não obteve resultado de 100% no tratamento. Com terapia manual e trabalhos posturais a fisioterapia consegue melhorar muito a forma como é aplicada a força durante a marcha, assim como toda a coordenação do gesto da corrida, o que geralmente tem resultados excelentes não só para tratar uma lesão, como para ir direto na raiz do problema – que pode ser uma alteração postural ou alteração do gesto (coordenação motora) da marcha.

    Outro fator importantíssimo é o conforto, foi feito um estudo para verificar se o conforto do calçado é proporcional ao preço e, por incrível que pareça, sem saber a marca e o valor do calçado de corrida os participantes do estudo escolheram os mais baratos como mais confortáveis. É claro que os tênis mais caros geralmente são feitos de tecidos melhores, que permitem melhor ventilação e a sensação de conforto depende muito do formato do pé de cada indivíduo, mas temos que reconhecer que nem sempre o mais caro é o mais confortável.

    Conclusão- Vá até a loja de sua preferência, experimente vários modelos de várias marcas, não se preocupe se é o que está na moda ou não, e se possível, nas lojas que tiverem esteira, experimente correr com o calçado. Caso você não tenha nenhum problema ortopédico, compre tênis neutro, caso tenha algum problema ortopédico, consulte um especialista que possa avaliar e orientar em relação a testes fidedignos e tratamentos efetivos.

    Como sempre, está aberto o canal para interagirmos, até mesmo com sugestões para o próximo artigo.

    Até a próxima!


    Como escolher o tênis ideal de corrida?

    Atletismo · 19 nov, 2012

    Não tem nada melhor do que uma prova longa como uma meia maratona para nos fazer perceber que a vida do tênis que estamos usando chegou ao fim. Mas certas vezes usamos os critérios errados para chegar a esta conclusão.

    Segundo os últimos estudos, e que fique claro que estes não são estudos patrocinados por esta ou aquela marca, quanto mais você usa um calçado para correr ou caminhar, melhor ele vai se adaptar à sua pisada. Nenhum calçado vem de fábrica ajustado para sua pisada, pois a forma como cada um anda é tão específica como uma impressão digital – tanto que já existem estudos com softwares que são capazes de diferenciar os indivíduos pela marcha (a forma como a pessoa anda).

    Rodagem limite?- O primeiro mito que podemos desbancar é o de que existe uma quilometragem definida para o uso do tênis, pois se quanto mais usamos melhor ele fica, na verdade só precisaremos trocar o tênis quando a sola desgastar demais ou se a parte interna começar a desgastar antes e causar atrito contra a pele. Caso contrário não existe motivo que justifique a troca do calçado. Como já comentei no último artigo , a sensação de maciez na pisada é proporcionada pela palmilha, que pode ser trocada quando desgastada.

    Uma simples troca de palmilha pode devolver a maciez ao seu tênis antigo - Foto: D'Arcy Norman/ Stock.xchng
    Uma simples troca de palmilha pode devolver a maciez ao seu tênis antigo - Foto: D'Arcy Norman/ Stock.xchng

    Palmilhas personalizadas- Geralmente as palmilhas feitas sob medida são mais bem adaptadas já para a pisada de cada um, mas só vale à pena investir numa palmilha personalizada caso exista alguma lesão prévia que já foi tratada com fisioterapia e não obteve resultado de 100% no tratamento. Com terapia manual e trabalhos posturais a fisioterapia consegue melhorar muito a forma como é aplicada a força durante a marcha, assim como toda a coordenação do gesto da corrida, o que geralmente tem resultados excelentes não só para tratar uma lesão, como para ir direto na raiz do problema – que pode ser uma alteração postural ou alteração do gesto (coordenação motora) da marcha.

    Outro fator importantíssimo é o conforto, foi feito um estudo para verificar se o conforto do calçado é proporcional ao preço e, por incrível que pareça, sem saber a marca e o valor do calçado de corrida os participantes do estudo escolheram os mais baratos como mais confortáveis. É claro que os tênis mais caros geralmente são feitos de tecidos melhores, que permitem melhor ventilação e a sensação de conforto depende muito do formato do pé de cada indivíduo, mas temos que reconhecer que nem sempre o mais caro é o mais confortável.

    Conclusão- Vá até a loja de sua preferência, experimente vários modelos de várias marcas, não se preocupe se é o que está na moda ou não, e se possível, nas lojas que tiverem esteira, experimente correr com o calçado. Caso você não tenha nenhum problema ortopédico, compre tênis neutro, caso tenha algum problema ortopédico, consulte um especialista que possa avaliar e orientar em relação a testes fidedignos e tratamentos efetivos.

    Como sempre, está aberto o canal para interagirmos, até mesmo com sugestões para o próximo artigo.

    Até a próxima!