triathlon

Brasileiros estão prontos para encarar o Pan do Rio

Os brasileiros que representarão o país nos Jogos Pan-americanos do Rio no triathlon e no atletismo estão confiantes e já se preparam para a competição, que acontece em julho. Na manhã dessa quinta-feira, 12 deles, patrocinados pelo grupo Pão de Açúcar, se reuniram em São Paulo numa coletiva de imprensa. Confira.

São Paulo - Vontade de medalha é o que não falta entre os atletas brasileiros que provavelmente estarão no Pan do Rio. Nem todos têm a certeza da vaga, que no atletismo, será definida somente no Troféu Brasil, em junho. Mas a garra para vencer é grande e conquistar uma, das duas vagas de cada modalidade do Pan, será acirrada.

No time de incertos para a competição carioca estão Marílson Gomes (cinco e 10 mil metros), Hudson de Souza (1.500 e cinco mil), Fernando Alex (três com obstáculos e cinco mil), Juliana de Paula Gomes dos Santos (800 metros e 1.500) e Fabiana Cristina da Silva (1.500 e cinco mil).

Marílson, vencedor da Maratona de Nova York 2006, desistiu de participar da Maratona do Pan e vai encarar as provas de pista. Na próxima sexta-feira ele retoma os treinos, já que estava em fase de recuperação da Maratona de Londres, que aconteceu no último dia 22 na Inglaterra. “Por enquanto eu vou ficar por São Paulo. Não tenho nenhuma pretensão de ir treinar fora do país. Conversei com o Adauto (seu treinador) e ele falou que é melhor ficar aqui. Vou fazer o que o mestre manda”, revela.

O brasileiro tem a melhor marca nos 10 mil metros, 28min28s, conquistada no Rio de Janeiro e para essa modalidade está mais tranqüilo. O seu problema, porém, será a briga pela vaga dos cinco mil metros, prova que enfrentará outro especialista da modalidade, Hudson de Souza. ”Nos cinco mil não tem ninguém garantido. Disputar com o Hudson vai ser um pega pra capar. Mas acredito que nós dois vamos tentar conquistar as duas vagas”, brinca.

Hudson também acredita que os dois irão representar o Brasil no Pan. Além dos cinco mil, ele também quer a vaga dos 1.500. “O Troféu Brasil vai ser o verdadeiro mata a mata. Ainda não fiz nenhuma prova esse ano e antes do Troféu vou para a Europa focar mais os 1.500”, conta.

Elas - No time feminino do atletismo, Juliana de Paula Gomes dos Santos, está ansiosa para conquistar a vaga do Pan nos 800 e 1.500 metros. Casada com o maratonista Marílson Gomes, se tudo der certo, essa será a primeira vez que os dois irão para o Pan juntos.

Hoje ela é a primeira do ranking nos 1.500 e a segunda nos 800. “Nesse Pan eu estou dando o máximo nos treinos para conseguir estar com ele”, diz. Ambos têm uma rotina puxada de treinos e tentam conciliar ao máximo a vida pessoal com a profissional. “Muitas vezes a gente acaba esquecendo do casal. Por que ele tem os objetivos deles e eu os meus. Mas a gente leva isso com muita felicidade. Ele muitas vezes é meu técnico, pela sua experiência. Já eu sou uma conselheira, dou o suporte antes da prova. Isso é muito bom,” revela.

Triathlon - Enquanto o atletismo ainda não está definido, o time brasileiro de triathlon já está certo. Representarão o Brasil no Pan: Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Virgílio Castilho, Juraci Moreira e Antonio Marcos.

Para eles disputar uma prova no Rio de Janeiro será um motivo a mais para conquistar o pódio. “Pode esperar que vai vir medalha para o Brasil. Um Pan na nossa casa vai ser inesquecível”, conta Sandra, que mora em Niterói.

“No Pan a gente vai levar não só o treinamento, mas a emoção de levar a bandeira do Brasil”, diz Mariana Ohata. Para ela, além desse incentivo, o percurso da prova, em Copacabana será um bom aliado. “O único problema no dia do triathlon pode ser a água fria. Fora isso, Rio de Janeiro é Rio de Janeiro. Espero que esteja um dia quente. O percurso é tranqüilo. A avenida Atlântica não tem segredo nenhum. Tanto a bike como a corrida vai acontecer lá. É só se concentrar e correr para vitória”, acrescenta.

Já Carla Moreno também aposta na sorte do dia da competição. “É uma prova que não tem nada definido, não tem uma pessoa garantida. Tudo pode acontecer, mesmo porque é um esporte que tem três modalidades diferentes. Uma delas é o ciclismo. Você não pode contar com problemas de bicicleta, como um pneu furado, que pode te tirar da prova. O favorito será aquele que cruzar primeiro a linha de chegada”.

Os brasileiros no triathlon não pretendem trabalhar em equipe no Pan. “Como a medalha de ouro do Pan trás uma vaga garantida para as Olimpíadas de Pequim, ninguém vai estar pensando num trabalho de equipe. Todos vão lutar por essa medalha. Esse é o caminho mais curto para Pequim”, revela Mariana. Os Jogos Pan-americanos do Rio começam no dia 13 de julho na capital carioca.


Brasileiros estão prontos para encarar o Pan do Rio

Atletismo · 03 maio, 2007

Os brasileiros que representarão o país nos Jogos Pan-americanos do Rio no triathlon e no atletismo estão confiantes e já se preparam para a competição, que acontece em julho. Na manhã dessa quinta-feira, 12 deles, patrocinados pelo grupo Pão de Açúcar, se reuniram em São Paulo numa coletiva de imprensa. Confira.

São Paulo - Vontade de medalha é o que não falta entre os atletas brasileiros que provavelmente estarão no Pan do Rio. Nem todos têm a certeza da vaga, que no atletismo, será definida somente no Troféu Brasil, em junho. Mas a garra para vencer é grande e conquistar uma, das duas vagas de cada modalidade do Pan, será acirrada.

No time de incertos para a competição carioca estão Marílson Gomes (cinco e 10 mil metros), Hudson de Souza (1.500 e cinco mil), Fernando Alex (três com obstáculos e cinco mil), Juliana de Paula Gomes dos Santos (800 metros e 1.500) e Fabiana Cristina da Silva (1.500 e cinco mil).

Marílson, vencedor da Maratona de Nova York 2006, desistiu de participar da Maratona do Pan e vai encarar as provas de pista. Na próxima sexta-feira ele retoma os treinos, já que estava em fase de recuperação da Maratona de Londres, que aconteceu no último dia 22 na Inglaterra. “Por enquanto eu vou ficar por São Paulo. Não tenho nenhuma pretensão de ir treinar fora do país. Conversei com o Adauto (seu treinador) e ele falou que é melhor ficar aqui. Vou fazer o que o mestre manda”, revela.

O brasileiro tem a melhor marca nos 10 mil metros, 28min28s, conquistada no Rio de Janeiro e para essa modalidade está mais tranqüilo. O seu problema, porém, será a briga pela vaga dos cinco mil metros, prova que enfrentará outro especialista da modalidade, Hudson de Souza. ”Nos cinco mil não tem ninguém garantido. Disputar com o Hudson vai ser um pega pra capar. Mas acredito que nós dois vamos tentar conquistar as duas vagas”, brinca.

Hudson também acredita que os dois irão representar o Brasil no Pan. Além dos cinco mil, ele também quer a vaga dos 1.500. “O Troféu Brasil vai ser o verdadeiro mata a mata. Ainda não fiz nenhuma prova esse ano e antes do Troféu vou para a Europa focar mais os 1.500”, conta.

Elas - No time feminino do atletismo, Juliana de Paula Gomes dos Santos, está ansiosa para conquistar a vaga do Pan nos 800 e 1.500 metros. Casada com o maratonista Marílson Gomes, se tudo der certo, essa será a primeira vez que os dois irão para o Pan juntos.

Hoje ela é a primeira do ranking nos 1.500 e a segunda nos 800. “Nesse Pan eu estou dando o máximo nos treinos para conseguir estar com ele”, diz. Ambos têm uma rotina puxada de treinos e tentam conciliar ao máximo a vida pessoal com a profissional. “Muitas vezes a gente acaba esquecendo do casal. Por que ele tem os objetivos deles e eu os meus. Mas a gente leva isso com muita felicidade. Ele muitas vezes é meu técnico, pela sua experiência. Já eu sou uma conselheira, dou o suporte antes da prova. Isso é muito bom,” revela.

Triathlon - Enquanto o atletismo ainda não está definido, o time brasileiro de triathlon já está certo. Representarão o Brasil no Pan: Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Virgílio Castilho, Juraci Moreira e Antonio Marcos.

Para eles disputar uma prova no Rio de Janeiro será um motivo a mais para conquistar o pódio. “Pode esperar que vai vir medalha para o Brasil. Um Pan na nossa casa vai ser inesquecível”, conta Sandra, que mora em Niterói.

“No Pan a gente vai levar não só o treinamento, mas a emoção de levar a bandeira do Brasil”, diz Mariana Ohata. Para ela, além desse incentivo, o percurso da prova, em Copacabana será um bom aliado. “O único problema no dia do triathlon pode ser a água fria. Fora isso, Rio de Janeiro é Rio de Janeiro. Espero que esteja um dia quente. O percurso é tranqüilo. A avenida Atlântica não tem segredo nenhum. Tanto a bike como a corrida vai acontecer lá. É só se concentrar e correr para vitória”, acrescenta.

Já Carla Moreno também aposta na sorte do dia da competição. “É uma prova que não tem nada definido, não tem uma pessoa garantida. Tudo pode acontecer, mesmo porque é um esporte que tem três modalidades diferentes. Uma delas é o ciclismo. Você não pode contar com problemas de bicicleta, como um pneu furado, que pode te tirar da prova. O favorito será aquele que cruzar primeiro a linha de chegada”.

Os brasileiros no triathlon não pretendem trabalhar em equipe no Pan. “Como a medalha de ouro do Pan trás uma vaga garantida para as Olimpíadas de Pequim, ninguém vai estar pensando num trabalho de equipe. Todos vão lutar por essa medalha. Esse é o caminho mais curto para Pequim”, revela Mariana. Os Jogos Pan-americanos do Rio começam no dia 13 de julho na capital carioca.

Troféu Brasil acontece domingo na USP

Triathlon · 02 maio, 2007

A próxima etapa da 17ª edição do Troféu Brasil acontece no próximo sábado em São Paulo. O triathleta Santiago Ascenço estará na briga pela liderança do ranking já que sua meta é buscar o tricampeonato do circuito. “O trabalho ao longo do ano é para este objetivo e, paralelamente, disputar algumas provas e o mundial de meio Ironman em novembro”, conta o bicampeão de 2004 e 2006.

A prova contará com 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida. “Particularmente eu gosto da etapa, pois a natação é na raia, que se parece com um lago, o clima geralmente é fresco e o percurso tem algumas subidinhas”.

Além dele, Carla Moreno será uma das fortes participantes da competição. Mesmo em ritmo de preparação para o Pan, Carla pretende conquistar esse ano o hexacampeonato do Troféu Brasil. “O Troféu Brasil é muito importante, porque além de ser um campeonato muito organizado, que realmente prestigia os triathletas, tem um nível técnico forte, que ajuda muito na evolução”, afirma Carla.

A largada da prova será dada às 8h para amadores e às 9h20 para profissionais na USP, em São Paulo. Além da distância olímpica, também haverá a categoria revezamento e o short triathlon, com a metade do percurso.

Curiosidade: triathlon começa no Pan em 1995

Triathlon · 19 abr, 2007

O Triathlon foi inserido oficialmente como modalidade dos Jogos Pan-americanos a partir da edição de 1995, em Mar Del Plata, Argentina. O Brasil possui três medalhas, uma de ouro com Leandro Macedo em 1995; outra de prata com Carla Moreno, em 1999 (Winnipeg) e mais uma prata com Virgílio de Castilho, em 2003, em Santo Domingo.

O Canadá é a nação com mais medalhas até hoje, sendo duas de ouro, duas de prata e três de bronze, seguido pelos Estados Unidos, com duas de ouro, duas de prata e uma de bronze.

Colucci encerra temporada no oriente com 5º lugar

Triathlon · 17 abr, 2007

O brasileiro Reinaldo Colucci garantiu a quinta posição na Copa do Mundo de Triathlon do Japão, que aconteceu no último fim de semana em Ishigaki. A prova foi válida como segunda etapa do circuito que define as vagas para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008.

Colucci terminou a competição (1,5km de natação, 40km de bike e 20km de corrida) em 1h54min34. O campeão foi Atkinson com o tempo de 1h53min27, seguido por Be van Docherty (1h54min13), Kris Gemmell (1h54min26) e Shane Reed (1h54min31), todos da Nova Zelândia.

De acordo com o técnico do brasileiro, Antônio Carlos do Amaral, o Cali, o projeto dos Jogos Olímpicos está de pé. Colucci, que encerra a sua temporada de treinos e competições no oriente, irá focar agora as provas de longa distância.

“Agora ele volta para o Brasil e disputa no dia 22 deste mês o Meio Ironman de Ubatuba (no litoral paulista). O objetivo é investir na preparação para o Ironman Brasil Telecom, em maio, em Florianópolis (SC). O Colucci tem um perfil extremamente versátil, por isso, mesmo neste período de provas longas, não iremos perder o foco olímpico, dos treinos e competições de velocidade”, garantiu Cali.

Reinaldo Colucci encerra temporada no Oriente

Triathlon · 13 abr, 2007

O brasileiro Reinaldo Colucci participa nesse final de semana da Copa do Mundo de Triathlon do Japão. A competição será realizada na cidade de Ishigaki e uma boa colocação o deixará mais perto da vaga para as Olimpíadas de Pequim.

Essa prova encerra a participação do atleta no oriente. “Para o nosso foco, que está voltado para os Jogos Olímpicos, esta disputa é a mais importante do momento. Acredito que as chances dele estar entre os 10 primeiros colocados são grandes”, conta Antônio Carlos do Amaral, o Calí, técnico brasileiro do triathleta.

Durante essa temporada ele venceu o 1º Triathlon de Bangkok e do ITU Triathlon da cidade de Mekong River, ambas na Tailândia. A prova em Ishigaki é válida como segunda etapa do Circuito Mundial de Triathlon e será realizada em um circuito olímpico. São 1,5 quilômetro de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida. O Circuito Mundial conta ainda com mais 14 etapas, sendo que Colucci não participou da primeira, na Austrália. Após a competição, Colucci retorna ao Brasil onde participa de provas nacionais, entre elas o Ironman Brasil.

Confira algumas curiosidades do XTerra

No último domingo aconteceu em Angra dos Reis a primeira edição do XTerra Regional, prova de triathlon cross-country. O vencedor da competição foi o atleta Alexandre Manzas. Entre as mulheres a campeã foi Carla Prada.

O curioso é que essa edição da competição não foi feita apenas de sol, calor, lama e muita briga pelo pódio. Os participantes e espectadores puderam ver a superação de limites de André Eward e até vivenciarem uma cena romântica típica de filme. Confira essas e outras curiosidades que aconteceram no XTerra Regional:

  • André Eward, o atleta que caiu de pára-quedas e perdeu seu tálamo esquerdo completou a prova após 5h40min. Chegou durante a premiação, e ao cruzar a linha de chegada fez com que todos parassem para aplaudi-lo. “Eu estou muito feliz, muito cansado também, mas eu sabia que tinha de passar por cima deste cansaço e completar o percurso”, conta.

  • Na noite do lual um dos triathletas resolveu subir ao palco e pedir a mão de sua namorada em casamento. Ele já tinha combinado previamente com a organização do evento, mas foi uma surpresa para sua noiva. O casal estava junto há 22 anos e na hora de dizer o “sim” a noiva brincou: “não sei. Acho que preciso de mais tempo”. Mas logo em seguida ela estendendo a mão para o anel ser colocado.

  • No release que a imprensa recebeu havia o perfil de cada atleta, a vencedora da prova, Carla Prado, escreveu que sua expectativa para o XTerra era “curtir cada segundo”. E Lígia Martins Nerici, que chegou em terceiro lugar disse que sua principal conquista é: “todos os dias conciliar família, estudos, esporte e vida social. Para mim todas as provas que participo são conquistas, já que é um reflexo do estilo de vida que escolhi”.

  • Não é só Ligia que se esforça para conciliar tudo, Lindomar Castilhos Sales, ganhador do XTerra Trail Run disse que tem dificuldades na hora de treinar. “Eu sou pintor jatista, então acabo sem tempo para treinar, eu corro às cinco da manhã, antes de ir para o trabalho porque é o único horário que posso”, diz o atleta que teve seu esforço recompensado com uma medalha de ouro em seu peito.

  • Nessa primeira edição do evento as únicas provas disponíveis eram o triathlon e a Trail Run, mas o objetivo de Bernardo Fonseca, um dos organizadores, é no próximo ano aumentar o número de provas. Ele espera poder realizar também competições somente de natação e de ciclismo.

  • O percurso que os atletas percorreram de bicicleta foi de 28 quilômetros e não de 29 como tinha sido anunciado que seria. Segundo Bernardo, eles fizeram alguns ajustes na trilha e quando foram medir descobriram que o percurso tinha um quilômetro a menos. Nenhum atleta reclamou deste percurso menor.

  • Apesar do nome da etapa do evento ser XTerra Angra, o local onde foram realizadas as provas foi em Mangaratiba, uma pequena cidade que dista 60 quilômetros de Angra dos Reis. Resolveu se chamar esta etapa de XTerra Angra pelo fato da cidade ser mais famosa e conhecida.

  • Confira algumas curiosidades do XTerra

    Triathlon · 02 abr, 2007

    No último domingo aconteceu em Angra dos Reis a primeira edição do XTerra Regional, prova de triathlon cross-country. O vencedor da competição foi o atleta Alexandre Manzas. Entre as mulheres a campeã foi Carla Prada.

    O curioso é que essa edição da competição não foi feita apenas de sol, calor, lama e muita briga pelo pódio. Os participantes e espectadores puderam ver a superação de limites de André Eward e até vivenciarem uma cena romântica típica de filme. Confira essas e outras curiosidades que aconteceram no XTerra Regional:

  • André Eward, o atleta que caiu de pára-quedas e perdeu seu tálamo esquerdo completou a prova após 5h40min. Chegou durante a premiação, e ao cruzar a linha de chegada fez com que todos parassem para aplaudi-lo. “Eu estou muito feliz, muito cansado também, mas eu sabia que tinha de passar por cima deste cansaço e completar o percurso”, conta.

  • Na noite do lual um dos triathletas resolveu subir ao palco e pedir a mão de sua namorada em casamento. Ele já tinha combinado previamente com a organização do evento, mas foi uma surpresa para sua noiva. O casal estava junto há 22 anos e na hora de dizer o “sim” a noiva brincou: “não sei. Acho que preciso de mais tempo”. Mas logo em seguida ela estendendo a mão para o anel ser colocado.

  • No release que a imprensa recebeu havia o perfil de cada atleta, a vencedora da prova, Carla Prado, escreveu que sua expectativa para o XTerra era “curtir cada segundo”. E Lígia Martins Nerici, que chegou em terceiro lugar disse que sua principal conquista é: “todos os dias conciliar família, estudos, esporte e vida social. Para mim todas as provas que participo são conquistas, já que é um reflexo do estilo de vida que escolhi”.

  • Não é só Ligia que se esforça para conciliar tudo, Lindomar Castilhos Sales, ganhador do XTerra Trail Run disse que tem dificuldades na hora de treinar. “Eu sou pintor jatista, então acabo sem tempo para treinar, eu corro às cinco da manhã, antes de ir para o trabalho porque é o único horário que posso”, diz o atleta que teve seu esforço recompensado com uma medalha de ouro em seu peito.

  • Nessa primeira edição do evento as únicas provas disponíveis eram o triathlon e a Trail Run, mas o objetivo de Bernardo Fonseca, um dos organizadores, é no próximo ano aumentar o número de provas. Ele espera poder realizar também competições somente de natação e de ciclismo.

  • O percurso que os atletas percorreram de bicicleta foi de 28 quilômetros e não de 29 como tinha sido anunciado que seria. Segundo Bernardo, eles fizeram alguns ajustes na trilha e quando foram medir descobriram que o percurso tinha um quilômetro a menos. Nenhum atleta reclamou deste percurso menor.

  • Apesar do nome da etapa do evento ser XTerra Angra, o local onde foram realizadas as provas foi em Mangaratiba, uma pequena cidade que dista 60 quilômetros de Angra dos Reis. Resolveu se chamar esta etapa de XTerra Angra pelo fato da cidade ser mais famosa e conhecida.
  • Trail Run: corrida para os acompanhantes do XTerra

    Angra dos Reis - Na manhã desse domingo (1) quem não quis participar do triathlon Xterra (natação, bike e corrida) teve a opção de percorrer somente os nove quilômetros da corrida Trail Run. “A corrida é uma grande brincadeira para os amigos dos triathletas ou para aqueles que acham que ainda não podem participar do triathlon, mas querem participar do XTerra. É uma forma de trazer mais pessoas para a tribo”, afirma Bernardo Fonseca, organizador do XTerra no Brasil.

    O vencedor da corrida na categoria masculino foi Lindomar Castilhos Sales, que completou a prova em 41min20s. “Eu adorei o percurso, é muito bonito. Só achei que a corrida teve mais do que os nove quilômetros que a organização falou”, revela o atleta. Ele afirmou ainda que não teve problemas com o calor. “Eu sou de Angra então estou acostumado com o calor daqui”, explica.

    A primeira mulher a terminar a prova foi Rizia de Almeida Mendes Silva, ela levou 56min42s para percorrer os nove quilômetros. De acordo com a atleta, ela sentiu certa dificuldade com o calor, porém, elogiou o percurso. “Eu achei a prova muito legal, é um percurso difícil com muito calor, mas bonito com rio no meio da prova”, conta Rizia que é da equipe dos Correios, vencedora do revezamento do XTerra.

    Cerca de 150 pessoas participaram da corrida que começou um pouco atrasada por causa da chegada do triathlon. O percurso foi o mesmo da corrida do Xterra e foi feito com muito bom humor por parte dos participantes, que estavam empolgados por participarem do evento.


    Trail Run: corrida para os acompanhantes do XTerra

    Corridas de Rua · 01 abr, 2007

    Angra dos Reis - Na manhã desse domingo (1) quem não quis participar do triathlon Xterra (natação, bike e corrida) teve a opção de percorrer somente os nove quilômetros da corrida Trail Run. “A corrida é uma grande brincadeira para os amigos dos triathletas ou para aqueles que acham que ainda não podem participar do triathlon, mas querem participar do XTerra. É uma forma de trazer mais pessoas para a tribo”, afirma Bernardo Fonseca, organizador do XTerra no Brasil.

    O vencedor da corrida na categoria masculino foi Lindomar Castilhos Sales, que completou a prova em 41min20s. “Eu adorei o percurso, é muito bonito. Só achei que a corrida teve mais do que os nove quilômetros que a organização falou”, revela o atleta. Ele afirmou ainda que não teve problemas com o calor. “Eu sou de Angra então estou acostumado com o calor daqui”, explica.

    A primeira mulher a terminar a prova foi Rizia de Almeida Mendes Silva, ela levou 56min42s para percorrer os nove quilômetros. De acordo com a atleta, ela sentiu certa dificuldade com o calor, porém, elogiou o percurso. “Eu achei a prova muito legal, é um percurso difícil com muito calor, mas bonito com rio no meio da prova”, conta Rizia que é da equipe dos Correios, vencedora do revezamento do XTerra.

    Cerca de 150 pessoas participaram da corrida que começou um pouco atrasada por causa da chegada do triathlon. O percurso foi o mesmo da corrida do Xterra e foi feito com muito bom humor por parte dos participantes, que estavam empolgados por participarem do evento.

    Atletas se preparam para o XTerra Angra

    Angra dos Reis - O primeiro dia do XTerra Angra foi marcado por muito calor e animação por parte dos atletas e dos organizadores do evento que conseguiram reunir cerca de 300 pessoas no Hotel Portobello. “O objetivo desta etapa em Angra é de trazer mais atletas para a tribo, mostrar que o XTerra é viável para todo mundo e, além disto, trazer o evento para perto do Rio”, diz Bernardo Fonseca, responsável pela organização do evento na América Latina.

    Bernardo contou ainda que a idéia é tentar fazer mais etapas do evento, além desta de Angra (RJ) e do tradicional XTerra em Ilhabela (SP), deseja realizar uma ainda este ano em Florianópolis (SC). “Eu vou tentar fazer, mas esta etapa no segundo semestre, após Ilhabela, ainda não está confirmada” explica.

    A prova começará às 9h da manhã em frente à sede do Resort Portobello com largada para as duas voltas de 750 metros da natação, depois os atletas enfrentarão 28 quilômetros de mountain bike onde passarão por rios e próximo do safári do hotel, para enfim terminar a prova com nove quilômetros de corrida.

    Atletas já experientes aprovaram o percurso. “Eu dei uma volta de bicicleta hoje e o percurso é excelente, especialmente para o atleta amador que está começando agora. O mar é sem onda, a água quentinha e o percurso de bicicleta com apenas uma subida íngreme”, fala Alexandre Ribeiro que vai competir e trouxe também uma equipe para participar da prova.

    Hoje houve um briefing onde detalhes da prova foram passados para os atletas e também a distribuição dos kits. Na parte da noite haverá um jantar de massas para os atletas e para encerrar o sábado acontecerá um lual com show da cantora Dora Vergueiro.


    Atletas se preparam para o XTerra Angra

    Triathlon · 31 mar, 2007

    Angra dos Reis - O primeiro dia do XTerra Angra foi marcado por muito calor e animação por parte dos atletas e dos organizadores do evento que conseguiram reunir cerca de 300 pessoas no Hotel Portobello. “O objetivo desta etapa em Angra é de trazer mais atletas para a tribo, mostrar que o XTerra é viável para todo mundo e, além disto, trazer o evento para perto do Rio”, diz Bernardo Fonseca, responsável pela organização do evento na América Latina.

    Bernardo contou ainda que a idéia é tentar fazer mais etapas do evento, além desta de Angra (RJ) e do tradicional XTerra em Ilhabela (SP), deseja realizar uma ainda este ano em Florianópolis (SC). “Eu vou tentar fazer, mas esta etapa no segundo semestre, após Ilhabela, ainda não está confirmada” explica.

    A prova começará às 9h da manhã em frente à sede do Resort Portobello com largada para as duas voltas de 750 metros da natação, depois os atletas enfrentarão 28 quilômetros de mountain bike onde passarão por rios e próximo do safári do hotel, para enfim terminar a prova com nove quilômetros de corrida.

    Atletas já experientes aprovaram o percurso. “Eu dei uma volta de bicicleta hoje e o percurso é excelente, especialmente para o atleta amador que está começando agora. O mar é sem onda, a água quentinha e o percurso de bicicleta com apenas uma subida íngreme”, fala Alexandre Ribeiro que vai competir e trouxe também uma equipe para participar da prova.

    Hoje houve um briefing onde detalhes da prova foram passados para os atletas e também a distribuição dos kits. Na parte da noite haverá um jantar de massas para os atletas e para encerrar o sábado acontecerá um lual com show da cantora Dora Vergueiro.

    Reinaldo Colucci vence triathlon na Tailândia

    O triatlheta Reinaldo Colucci venceu nesse fim de semana a edição 2007 do ITU Triathlon da cidade de Mekong River, na Tailândia, prova que teve distância olímpica de 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida. Ele não deu chances aos adversários e esteve à frente em todas as pernas.

    A parte de natação foi realizada no Rio Mekong e o brasileiro não encontrou muitas dificuldades. “Esta etapa foi mais fácil, afinal nadamos apenas rio abaixo”, comenta. Já na bike a competição foi um pouco mais acirrada, já que 12 atletas compunham o pelotão da frente. “Eu estava neste grupo e todos nós trabalhamos igualmente forte durante os 40 quilômetros e com isso conseguimos evitar a aproximação do segundo grupo”, ressalta.

    Já a terceira e última etapa, a de corrida, seria decisiva e Colucci usou como estratégia estudar os cinco adversários que corriam com ele, antes de atacá-los. “Procurei acompanhar os primeiros e sentir o ritmo de cada um”, lembra. Em seguida, quando a prova estava no quilômetro quatro, ele achou que era hora de partir para cima. “Eu me sentia bem forte nesse momento, mas dois atletas húngaros me incomodavam. Comecei a puxar mais o meu ritmo e, a 1.500 metros do final, abri vantagem”, comemora.

    Pontos no ranking - Com essa vitória ele ganhou mais alguns pontos no ranking e fica em uma posição mais cômoda para o resto da temporada, principalmente para as largadas da copa do mundo. O treinador de Colucci, Antônio Carlos do Ama ral, o Calí, se disse satisfeito com o desempenho de seu pupilo. “Esse foi um importante passo para ele conquistar uma vaga nos jogos olímpicos de 2008, na China”.

    A medalha de prata da competição ficou com o húngaro Bulazs Pocsai, enquanto que o japonês Sato Harunobu garantiu o bronze. O próximo desafio do brasileiro será a Copa do Mundo do Japão, no dia 15 de abril, em Ishigaki.


    Reinaldo Colucci vence triathlon na Tailândia

    Triathlon · 26 mar, 2007

    O triatlheta Reinaldo Colucci venceu nesse fim de semana a edição 2007 do ITU Triathlon da cidade de Mekong River, na Tailândia, prova que teve distância olímpica de 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida. Ele não deu chances aos adversários e esteve à frente em todas as pernas.

    A parte de natação foi realizada no Rio Mekong e o brasileiro não encontrou muitas dificuldades. “Esta etapa foi mais fácil, afinal nadamos apenas rio abaixo”, comenta. Já na bike a competição foi um pouco mais acirrada, já que 12 atletas compunham o pelotão da frente. “Eu estava neste grupo e todos nós trabalhamos igualmente forte durante os 40 quilômetros e com isso conseguimos evitar a aproximação do segundo grupo”, ressalta.

    Já a terceira e última etapa, a de corrida, seria decisiva e Colucci usou como estratégia estudar os cinco adversários que corriam com ele, antes de atacá-los. “Procurei acompanhar os primeiros e sentir o ritmo de cada um”, lembra. Em seguida, quando a prova estava no quilômetro quatro, ele achou que era hora de partir para cima. “Eu me sentia bem forte nesse momento, mas dois atletas húngaros me incomodavam. Comecei a puxar mais o meu ritmo e, a 1.500 metros do final, abri vantagem”, comemora.

    Pontos no ranking - Com essa vitória ele ganhou mais alguns pontos no ranking e fica em uma posição mais cômoda para o resto da temporada, principalmente para as largadas da copa do mundo. O treinador de Colucci, Antônio Carlos do Ama ral, o Calí, se disse satisfeito com o desempenho de seu pupilo. “Esse foi um importante passo para ele conquistar uma vaga nos jogos olímpicos de 2008, na China”.

    A medalha de prata da competição ficou com o húngaro Bulazs Pocsai, enquanto que o japonês Sato Harunobu garantiu o bronze. O próximo desafio do brasileiro será a Copa do Mundo do Japão, no dia 15 de abril, em Ishigaki.

    Santos abre a 1ª etapa do Troféu Brasil de Triathlon

    Santos - A primeira etapa do 17º Troféu Brasil de Triathlon, que aconteceu neste domingo (18) em Santos, litoral de São Paulo, reuniu 937 atletas, entre amadores e profissionais. A chuva esteve presente durante toda a prova, mas não foi empecilho nem para os participantes e nem para a torcida, que acompanhou com entusiasmo os 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Além dessa categoria, a prova contou com a categoria amador com a metade do percurso.

    Sem participar do Troféu Brasil há dois anos, o triathleta santista Frederico Monteiro, de 31 anos, foi o vencedor no masculino, seguido por Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói e pelo goiano Santiago Ascenço, campeão do Troféu Brasil de 2006.

    Frederico ganhou a prova com uma folga considerável do segundo colocado, o que possibilitou até ganhar um beijo da namorada Roberta Guimarães, mesmo antes de cruzar a linha de chegada.“Minha família está sempre junto comigo e me apoiando bastante. Isso ajuda muito”, conta.

    Essa foi a primeira vitória de Monteiro no Troféu Brasil. Seu melhor resultado até então havia sido um segundo lugar numa etapa em Santos e a quarta posição no ranking final de 2004.

    Retorno triunfante de Carla Moreno - Após ter sofrido uma cirurgia de urgência para a retirada do apêndice há dois meses, Carla Moreno, de 30 anos, voltou com tudo aos campeonatos e surpreendeu até a ela mesma quando passou pela linha de chegada em primeiro lugar, seguida pela argentina Maria Soledad e pela santista Fernanda Garcia.“Tive um pouco de dificuldade na natação, fui me recuperando no ciclismo e me superei na corrida, que é a minha praia. Estou muito satisfeita com esta vitória”, diz Carla.

    Pentacampeã do circuito em 2006, Carla Moreno, que nasceu em São Carlos, mas mora em Santos desde 2004, quer conquistar este ano o hexacampeonato do Troféu Brasil, um dos principais circuitos do país na modalidade e também a vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. Mas antes Carla também deve participar dos Jogos Pan-americanos do Rio.

    Troféu Brasil - A 17ª edição do Circuito terá sete etapas e segue no dia seis de maio em São Paulo. Depois o Troféu vai para Goiânia e retorna a São Paulo e Santos.


    Santos abre a 1ª etapa do Troféu Brasil de Triathlon

    Triathlon · 18 mar, 2007

    Santos - A primeira etapa do 17º Troféu Brasil de Triathlon, que aconteceu neste domingo (18) em Santos, litoral de São Paulo, reuniu 937 atletas, entre amadores e profissionais. A chuva esteve presente durante toda a prova, mas não foi empecilho nem para os participantes e nem para a torcida, que acompanhou com entusiasmo os 1,5 km de natação, 40 km de ciclismo e 10 km de corrida. Além dessa categoria, a prova contou com a categoria amador com a metade do percurso.

    Sem participar do Troféu Brasil há dois anos, o triathleta santista Frederico Monteiro, de 31 anos, foi o vencedor no masculino, seguido por Ezequiel Morales, argentino radicado em Niterói e pelo goiano Santiago Ascenço, campeão do Troféu Brasil de 2006.

    Frederico ganhou a prova com uma folga considerável do segundo colocado, o que possibilitou até ganhar um beijo da namorada Roberta Guimarães, mesmo antes de cruzar a linha de chegada.“Minha família está sempre junto comigo e me apoiando bastante. Isso ajuda muito”, conta.

    Essa foi a primeira vitória de Monteiro no Troféu Brasil. Seu melhor resultado até então havia sido um segundo lugar numa etapa em Santos e a quarta posição no ranking final de 2004.

    Retorno triunfante de Carla Moreno - Após ter sofrido uma cirurgia de urgência para a retirada do apêndice há dois meses, Carla Moreno, de 30 anos, voltou com tudo aos campeonatos e surpreendeu até a ela mesma quando passou pela linha de chegada em primeiro lugar, seguida pela argentina Maria Soledad e pela santista Fernanda Garcia.“Tive um pouco de dificuldade na natação, fui me recuperando no ciclismo e me superei na corrida, que é a minha praia. Estou muito satisfeita com esta vitória”, diz Carla.

    Pentacampeã do circuito em 2006, Carla Moreno, que nasceu em São Carlos, mas mora em Santos desde 2004, quer conquistar este ano o hexacampeonato do Troféu Brasil, um dos principais circuitos do país na modalidade e também a vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. Mas antes Carla também deve participar dos Jogos Pan-americanos do Rio.

    Troféu Brasil - A 17ª edição do Circuito terá sete etapas e segue no dia seis de maio em São Paulo. Depois o Troféu vai para Goiânia e retorna a São Paulo e Santos.