triathlon

Galindez participa de triathlon na Argentina durante carnaval

Triathlon · 16 fev, 2007

O argentino Oscar Galindez passa o primeiro dia do carnaval em competição. O triathleta participa nessa sábado da primeira etapa do Circuito XTerra Global Tour, que acontece em Córdoba, Argentina.

Essa será a primeira vez que Galindez participa da prova, uma espécie de triathlon cross-country. O circuito, de distâncias olímpicas, terá os 1.500 metros de natação realizados no Lago San Roque, 30 quilômetros de mountain bike entre as cidades de Carlos Paz e Córdoba, mesmo trajeto dos 10 quilômetros de corrida.

De acordo com os competidores, o percurso da prova é considerado complicado. “O XTerra sempre oferece o risco de se machucar, de cair na bike”, comenta Galindez. “Eu espero fazer uma boa prova, que dê tudo certo”, complementa. A largada está marcada para 9h (horário local).

Mariana Ohata é tricampeã de Caiobá

Triathlon · 12 fev, 2007

No último sábado aconteceu no litoral paranaense a 19ª edição do Sesc Triathlon de Caiobá. O evento contou com a presença de 640 atletas de sete estados brasileiros e também do Distrito Federal.

Os participantes percorreram 1,5km de natação, 40km de bike e mais 10 km de corrida. Além da categoria elite, também foi realizada a categoria amadora com metade das distâncias.

A grande campeã da competição foi a triathleta Mariana Ohata, que conquistou o tricampeonato da prova em 2h06min53. O segundo lugar ficou com Sandra Soldan seguida por Vanessa Gianinni.

Entre os homens o vencedor foi Marcos Souza da Silva, que já está classificado para o Pan 2007. Esta foi a sua primeira vitória na prova. Marcos terminou a competição em 1h53min48. O segundo lugar foi para Bruno Matheus. Já a terceira posição ficou com o curitibano Frederico Monteiro.

Colucci é 2º colocado de triathlon no Chile

Triathlon · 29 jan, 2007

O brasileiro Reinaldo Colucci foi o vice-campeão nesse fim de semana do Triathlon Internacional de Villarica, que aconteceu no Chile. Colucci completou a prova no tempo de 1h48min38.

O campeão da competição foi o espanhol David Castro em 1h48min26. Já o terceiro lugar ficou com o também espanhol José Miguel Perez (1h48min44). “Pelo o que treinamos e por estarmos no início da temporada 2007, conseguimos alcançar o objetivo maior, que era estar no pódio no Chile”, comentou o treinador do brasileiro Antônio Carlos do Amaral, conhecido como Cali.

Essa foi a segunda prova do ano de Colucci que segundo seu técnico, tem muito trabalho pela frente. “Temos uma longa temporada, cujo objetivo principal é ficar mais perto da vaga para as Olimpíadas de 2008. É fundamental que o Colucci mantenha a regularidade, principalmente no circuito internacional”, acrescentou Cali.

O próximo desafio do triathleta está marcado para o dia quatro de fevereiro, no Triathlon Internacional de Santos (SP). Em abril, ele disputa a primeira prova da Copa do Mundo da modalidade, que soma pontos para os Jogos Olímpicos de Pequim.

Colucci quer ouro do Triathlon Internacional do Chile

Triathlon · 26 jan, 2007

O brasileiro Reinaldo Colucci participa no próximo domingo do Triathlon Internacional de Villarica, no Chile. A competição faz parte do circuito pan-americano da modalidade e o jovem quer mais uma vitória.

No último dia 21 ele venceu o Triathlon Internacional de La Paz, na Argentina, e por isso está cheio de gás para um novo título. “Foi um bom começo de temporada. Antes de viajar, passei cinco semanas treinando muito forte. Vi que toda a dedicação está valendo a pena. Estou bastante motivado para esse novo desafio”, comenta Colucci.

O percurso da prova chilena terá distâncias olímpicas, ou melhor, 1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10km de corrida. A largada está prevista para as 7h30 (horário local). Além de Argentina e Chile, o circuito pan-americano passará por países como Colômbia, Honduras, Peru, México, Estados Unidos, Barbados e Venezuela.

O Triathlon

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso, acreditavam os treinadores, que seus atletas descansariam do atletismo. Mas para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Surgiu então o Triathlon, que passou por várias modificações até a forma olímpica atual (1,5km da natação, 40km de bike e 10km de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Mas isso só aconteceu depois de 16 anos.

Brasil - O triathlon só integrou os Jogos Pan-Americanos no ano de 1995 em Mar del Plata, Argentina. De lá para cá o Brasil conquistou três medalhas na modalidade. A primeira foi o ouro com Leandro Macedo no ano de estréia do triathlon. Depois foi a vez de Carla Moreno conquistar a prata em 1999, nos Jogos de Winnipeg, no Canadá. Em 2003 Virgílio de Castilho também foi prata, em Santo Domingo, na República Dominicana.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida.

Na natação os participantes podem nadar do jeito que bem entender, desde que não use objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºc.

Na etapa de bicicleta, há diversas especificações desse equipamento como, por exemplo, os dois pneus devem ser do mesmo tamanho, entre outras regras. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br


O Triathlon

Triathlon · 06 jan, 2007

História - O triathlon é uma modalidade recente. De acordo com a confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri), esse esporte surgiu em 1974 nos Estados Unidos.

Um clube de atletismo resolveu inovar e colocar treinos de natação e ciclismo nas planilhas de férias dos seus atletas. Com isso, acreditavam os treinadores, que seus atletas descansariam do atletismo. Mas para saberem se eles haviam feito a planilha, após as férias, os treinadores realizavam provas com as três modalidades.

Segundo a história, durante esses testes os atletas teriam que nadar 500 metros, depois pedalar 12 quilômetros e por fim correr cinco. Todos os atletas adoraram o treino e pediram mais. Assim a cada novo teste, ou melhor, desafio, o número de participantes aumentava.

Surgiu então o Triathlon, que passou por várias modificações até a forma olímpica atual (1,5km da natação, 40km de bike e 10km de corrida). Esta foi idealizada em 1982 para ser apresentada como esporte de demonstração nas Olimpíadas de Los Angeles, em 1984. Mas isso só aconteceu depois de 16 anos.

Brasil - O triathlon só integrou os Jogos Pan-Americanos no ano de 1995 em Mar del Plata, Argentina. De lá para cá o Brasil conquistou três medalhas na modalidade. A primeira foi o ouro com Leandro Macedo no ano de estréia do triathlon. Depois foi a vez de Carla Moreno conquistar a prata em 1999, nos Jogos de Winnipeg, no Canadá. Em 2003 Virgílio de Castilho também foi prata, em Santo Domingo, na República Dominicana.

Só é considerada uma competição de triathlon aquela que tiver as três modalidades: natação, ciclismo e corrida sempre nessa ordem. Nos Jogos Pan-americanos, assim como nas Olimpíadas, a distância oficial, chamada de olímpica, deve ter 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida.

Na natação os participantes podem nadar do jeito que bem entender, desde que não use objetos que favoreçam seu desempenho. Todos devem usar touca e a roupa de neoprene só é permitida, ou melhor, obrigatória, quando a temperatura da água estiver abaixo de 14ºc.

Na etapa de bicicleta, há diversas especificações desse equipamento como, por exemplo, os dois pneus devem ser do mesmo tamanho, entre outras regras. Já na corrida, o competidor não pode correr com seu torso nu. Além disso, touca e óculos de natação não são permitidos nessa etapa, esses devem ficar na aérea de transição.

A transição é um espaço onde os atletas realizam a troca das modalidades. Lá eles guardam suas bicicletas, tênis e outros equipamentos para prosseguir na competição.

Federação - Confederação Brasileira de Triathlon (Cbtri): www.cbtri.org.br

Saiba ajustar a bike para melhorar seu desempenho

Conforto, produção de energia e aerodinâmica. Essas são as três considerações básicas do ciclista. Uma bicicleta não é barata. Então, já que você vai gastar uns milhares de reais com esse equipamento, faça com que seu investimento valha a pena. Sua bike tem que vestir como uma luva.

Para achar o melhor ajuste, você terá que colocar na balança estes elementos e considerar suas características individuais, incluindo seu tipo físico, tipo de ciclismo que você pratica (MTB, contra-relógio, com vácuo ou sem, longa distância ou curta), seu nível competitivo, experiência, e ainda sua biomecânica e estilo de pedalada. Vale considerar alguma lesão ou desequilíbrio prévio que você possua.

Um bom ajuste da sua bike pode maximizar seu conforto e conseqüentemente sua potência. O conforto para um ciclista é fundamental até porque a falta de conforto limita a sua potência, isso é fato.

Tem-se observado ciclistas com uma posição aerodinâmica muito agressiva, mas com baixa produção de potência, demonstrando ser apenas desconfortável. Em muitos casos, se colocarmos o ciclista menos “aero” e mais confortável, ele será mais rápido.

Contudo, não podemos esquecer que conforto é relativo. Por exemplo, um ciclista de contra-relógio sacrifica mais seu conforto, mas ele fica relativamente menos tempo na bike. Se você é um ciclista novo, você precisará de um período de adaptação para seu corpo se ajustar. Algum desconforto é normal, mas o ciclismo não pode ser doloroso.

Dores nas costas, no pescoço ou nas articulações devem ser motivo de preocupação, talvez até necessitando uma reavaliação da posição ou até da mecânica da pedalada. Já as dores na região do períneo (contato com o selim) podem ser resolvidas com a troca do selim ou com um simples ajuste na sua regulagem.

Considere o tipo de ciclismo que você irá praticar. Para atletas competitivos, o posicionamento para uma maior obtenção de potência e aerodinâmica é de fundamental importância.

Pense quanto tempo você irá gastar em cima de sua bicicleta, o tipo de prova que você irá fazer e a intensidade de seu ciclismo (seja realista). Como exemplo, considere dois triathletas iguais em todos os aspectos, com exceção que um irá competir em provas curtas (sprints e olímpicos) e o outro ira fazer um ironman.

Conforto deve ser a grande consideração para o triathleta de ironman, que gasta horas em cima da sua bike, enquanto a aerodinâmica do atleta de provas curtas dever ser a grande preocupação.

A posição aerodinâmica é a chave para triathletas e ciclistas contra-relógios, pois ate 80% da resistência no ciclismo vem da força aerodinâmica. Vale lembrar que triathletas devem gastar horas na bike e depois ainda devem correr; também por causa disso, sua posição deve ser menos agressiva que a dos ciclistas (contra-relógio), mesmo estes parecendo ser similares. Notem que estamos falando de provas sem vácuo.

Levando-se em conta a individualidade de cada um, os atletas competitivos devem achar sua melhor posição para acentuar sua força. Podemos citar como exemplo um ciclista escalador que geralmente usa seu selim um pouco mais alto com um avanço e o guidão menores. Enquanto um sprintista prefere o guidão maior, com manetes paralelas ao chão, tacos levemente adiantados e um pé de vela menor. Já os atletas de estrada devem achar um meio termo onde se sintam confortáveis para passar horas.

O ajuste de sua bike pode ser feito num processo de tentativa e erro. Mas, não esqueça antes de mover ou trocar algum componente. Meça e marque sua posição para se certificar que será realmente necessário fazer alguma troca. Qualquer mudança deve ser gradual e lenta, pois o corpo precisa de tempo para se ajustar.

O fato de cada pessoa ser única, não torna fácil o ajuste do atleta na bike. Alguns têm o dorso maior, outros a perna ou os braços. Tudo varia de pessoa para pessoa, as vezes existe até diferença entre o lado direito e o lado esquerdo. As costas podem ser mais curvas ou mais planas na posição de força, os pés podem ter um ângulo mais para dentro ou mais para fora. Tudo isso deve ser levado em consideração na hora de ajustar a posição na bike.

Músculos desbalanceados, falta de flexibilidade e lesões podem interferir significativamente no ajuste. Quando você está lesionado, seu corpo compensa usando diferentes músculos para fazer o trabalho que seria da área lesionada. Mesmo depois de sanada a lesão você continua a trabalhar na mesma posição compensatória. Por tudo isso, o melhor e procurar um profissional especializado.

Creio que a melhor forma de determinar a mudança na bike é observar cuidadosamente como o atleta se posiciona na bike. Recomenda-se usar um rolo e uma filmadora. Assim pode-se visualizar o ciclista de vários ângulos e rever em câmera lenta, para junto com o ciclista observar melhor. Se possível usar um medidor de potência, para mensurar se o ajuste foi proveitoso. É importante distinguir quando acontece uma perda de potência ou algum desconforto, se foi pelo ajuste ou por algum mau hábito ou postura errada do atleta.


Saiba ajustar a bike para melhorar seu desempenho

Triathlon · 21 dez, 2006

Conforto, produção de energia e aerodinâmica. Essas são as três considerações básicas do ciclista. Uma bicicleta não é barata. Então, já que você vai gastar uns milhares de reais com esse equipamento, faça com que seu investimento valha a pena. Sua bike tem que vestir como uma luva.

Para achar o melhor ajuste, você terá que colocar na balança estes elementos e considerar suas características individuais, incluindo seu tipo físico, tipo de ciclismo que você pratica (MTB, contra-relógio, com vácuo ou sem, longa distância ou curta), seu nível competitivo, experiência, e ainda sua biomecânica e estilo de pedalada. Vale considerar alguma lesão ou desequilíbrio prévio que você possua.

Um bom ajuste da sua bike pode maximizar seu conforto e conseqüentemente sua potência. O conforto para um ciclista é fundamental até porque a falta de conforto limita a sua potência, isso é fato.

Tem-se observado ciclistas com uma posição aerodinâmica muito agressiva, mas com baixa produção de potência, demonstrando ser apenas desconfortável. Em muitos casos, se colocarmos o ciclista menos “aero” e mais confortável, ele será mais rápido.

Contudo, não podemos esquecer que conforto é relativo. Por exemplo, um ciclista de contra-relógio sacrifica mais seu conforto, mas ele fica relativamente menos tempo na bike. Se você é um ciclista novo, você precisará de um período de adaptação para seu corpo se ajustar. Algum desconforto é normal, mas o ciclismo não pode ser doloroso.

Dores nas costas, no pescoço ou nas articulações devem ser motivo de preocupação, talvez até necessitando uma reavaliação da posição ou até da mecânica da pedalada. Já as dores na região do períneo (contato com o selim) podem ser resolvidas com a troca do selim ou com um simples ajuste na sua regulagem.

Considere o tipo de ciclismo que você irá praticar. Para atletas competitivos, o posicionamento para uma maior obtenção de potência e aerodinâmica é de fundamental importância.

Pense quanto tempo você irá gastar em cima de sua bicicleta, o tipo de prova que você irá fazer e a intensidade de seu ciclismo (seja realista). Como exemplo, considere dois triathletas iguais em todos os aspectos, com exceção que um irá competir em provas curtas (sprints e olímpicos) e o outro ira fazer um ironman.

Conforto deve ser a grande consideração para o triathleta de ironman, que gasta horas em cima da sua bike, enquanto a aerodinâmica do atleta de provas curtas dever ser a grande preocupação.

A posição aerodinâmica é a chave para triathletas e ciclistas contra-relógios, pois ate 80% da resistência no ciclismo vem da força aerodinâmica. Vale lembrar que triathletas devem gastar horas na bike e depois ainda devem correr; também por causa disso, sua posição deve ser menos agressiva que a dos ciclistas (contra-relógio), mesmo estes parecendo ser similares. Notem que estamos falando de provas sem vácuo.

Levando-se em conta a individualidade de cada um, os atletas competitivos devem achar sua melhor posição para acentuar sua força. Podemos citar como exemplo um ciclista escalador que geralmente usa seu selim um pouco mais alto com um avanço e o guidão menores. Enquanto um sprintista prefere o guidão maior, com manetes paralelas ao chão, tacos levemente adiantados e um pé de vela menor. Já os atletas de estrada devem achar um meio termo onde se sintam confortáveis para passar horas.

O ajuste de sua bike pode ser feito num processo de tentativa e erro. Mas, não esqueça antes de mover ou trocar algum componente. Meça e marque sua posição para se certificar que será realmente necessário fazer alguma troca. Qualquer mudança deve ser gradual e lenta, pois o corpo precisa de tempo para se ajustar.

O fato de cada pessoa ser única, não torna fácil o ajuste do atleta na bike. Alguns têm o dorso maior, outros a perna ou os braços. Tudo varia de pessoa para pessoa, as vezes existe até diferença entre o lado direito e o lado esquerdo. As costas podem ser mais curvas ou mais planas na posição de força, os pés podem ter um ângulo mais para dentro ou mais para fora. Tudo isso deve ser levado em consideração na hora de ajustar a posição na bike.

Músculos desbalanceados, falta de flexibilidade e lesões podem interferir significativamente no ajuste. Quando você está lesionado, seu corpo compensa usando diferentes músculos para fazer o trabalho que seria da área lesionada. Mesmo depois de sanada a lesão você continua a trabalhar na mesma posição compensatória. Por tudo isso, o melhor e procurar um profissional especializado.

Creio que a melhor forma de determinar a mudança na bike é observar cuidadosamente como o atleta se posiciona na bike. Recomenda-se usar um rolo e uma filmadora. Assim pode-se visualizar o ciclista de vários ângulos e rever em câmera lenta, para junto com o ciclista observar melhor. Se possível usar um medidor de potência, para mensurar se o ajuste foi proveitoso. É importante distinguir quando acontece uma perda de potência ou algum desconforto, se foi pelo ajuste ou por algum mau hábito ou postura errada do atleta.

Temporada 2007 de triathlon começa em Santa Catarina

Triathlon · 07 dez, 2006

A temporada 2007 da Confederação Brasileira de Triathlon começa no dia quatro de fevereiro. A primeira prova, que acontece nessa data, será o Campeonato Ibero-Americano de Fast Triathlon Feminino, no balneário de Camboriú, em Santa Catarina (SC). A competição também contará com a categoria masculina.

Além disso, 2007 será o ano dos Jogos Pan-Americanos, que serão realizados no Rio de Janeiro. A equipe brasileira para o triathlon está definida e o país será representado por Mariana Ohata, Sandra Soldan, Carla Moreno, Juraci Moreira, Antônio Marcos da Silva e Virgílio de Castilho.

Segundo a Confederação Brasileira de Triathlon, a primeira competição do ano servirá, dentre outras coisas, para os atletas brasileiros começar a obter ritmo de competição visando os Jogos Pan-Americanos.

“Apesar de o pessoal estar voltando das férias, temos certeza de que teremos uma excelente representação, pois competiremos com força máxima”, destacou o presidente da Cbtri, Carlos Alberto Machado Fróes.

Carla Moreno é penta; Santiago é bi no Troféu BR

A paulista Carla Moreno venceu a última etapa do Troféu Brasil de Triathlon no último domingo (3) em Santos e assegurou o pentacampeonato da competição; enquanto que o goiano Santiago Ascenço obteve a segunda colocação e comemorou o bicampeonato. A competição contou com cerca de 987 triatletas de 25 estados e de outros países.

Fábio Carvalho e Santiago disputavam o título e Fabinho fez a parte dele: venceu a prova, porém, a regularidade de Ascenço nas outras etapas fez com que ele obtivesse o título. Ele saiu da água na oitava colocação, forçou no ciclismo e na metade do percurso atingiu a vice-liderança para faturar o título por 1,5 pontos de diferença em relação a seu adversário (698,5 a 697).

“Agora é buscar o tri em 2007 e por aí vai. Esse título encerrou uma temporada muito boa. No Troféu Brasil eu fui o mais constante. Fui o segundo colocado cinco vezes e venci outra etapa. Só o Fabinho venceu duas este ano. Esta etapa foi linda e o público ajudou muito”, disse o campeão.

Já Fabinho venceu de ponta a ponta e recebeu uma calorosa recepção da torcida ao cruzar a linha de chegada com o tempo de 1h49min15. “Foi um ano muito bom. Comecei com o vice no Internacional de Santos, fui o melhor brasileiro no Ironman Brasil e agora venci muito bem esta etapa”, festejou. “Nos dois anos anteriores eu fui o 3º colocado no ranking. Agora fui o vice, quem sabe em 2007 venha o título”, disse.

Já entre as mulheres, Carla Moreno competiu sem muita pressão, pois até um 15º lugar a deixaria com o título. Porém, isso não desmotivou a triatleta, que liderou a prova toda e obteve a quinta vitória na competição com 2h04min51. “Estou feliz de comemorar este resultado na minha casa, perto de todos que gostam de mim. Tive vários problemas este ano, mas passei por cima de tudo e consegui os meus dois objetivos, a vaga para os Jogos Pan-Americanos do Rio e agora o penta do Troféu Brasil”.

A alemã Nina Kraft, segunda colocada, ameaçou Carla em alguns momentos, mas ao final foi desclassificada por ter contornado o ciclismo antes da placa de identificação. Assim, Ana Boccanera assumiu o segundo posto, mas não teve chances de tirar o título de Carla. “Fiz o Circuito Mundial este ano e cheguei brigando pelo tri no Troféu Brasil. Foi o melhor ano da minha carreira”, comentou Ana.

Vanessa Gianinni, de Campinas, foi a terceira colocada na etapa, seguida da “prata da casa”, Fernanda Garcia e por Taísa Gentina, representantes brasileiras nos Jogos Sul-Americanos de Buenos Aires. Fernandinha assegurou a sua melhor colocação no ranking final como profissional em quarto lugar, atrás da argentina Maria Soledad Omar.

Em 2007, a 17ª edição já está confirmada, com sete etapas. Serão quatro disputas em Santos, uma em São Paulo (na USP), uma em Goiânia e uma em Nova Lima (MG). ). “Tivemos um ano sensacional, com uma participação de atletas e público excelente. Só temos de comemorar esse sucesso e trabalhar cada vez mais para sempre colaborar com o triathlon brasileiro”, destacou Núbio de Almeida, organizador do Circuito.


Carla Moreno é penta; Santiago é bi no Troféu BR

Triathlon · 04 dez, 2006

A paulista Carla Moreno venceu a última etapa do Troféu Brasil de Triathlon no último domingo (3) em Santos e assegurou o pentacampeonato da competição; enquanto que o goiano Santiago Ascenço obteve a segunda colocação e comemorou o bicampeonato. A competição contou com cerca de 987 triatletas de 25 estados e de outros países.

Fábio Carvalho e Santiago disputavam o título e Fabinho fez a parte dele: venceu a prova, porém, a regularidade de Ascenço nas outras etapas fez com que ele obtivesse o título. Ele saiu da água na oitava colocação, forçou no ciclismo e na metade do percurso atingiu a vice-liderança para faturar o título por 1,5 pontos de diferença em relação a seu adversário (698,5 a 697).

“Agora é buscar o tri em 2007 e por aí vai. Esse título encerrou uma temporada muito boa. No Troféu Brasil eu fui o mais constante. Fui o segundo colocado cinco vezes e venci outra etapa. Só o Fabinho venceu duas este ano. Esta etapa foi linda e o público ajudou muito”, disse o campeão.

Já Fabinho venceu de ponta a ponta e recebeu uma calorosa recepção da torcida ao cruzar a linha de chegada com o tempo de 1h49min15. “Foi um ano muito bom. Comecei com o vice no Internacional de Santos, fui o melhor brasileiro no Ironman Brasil e agora venci muito bem esta etapa”, festejou. “Nos dois anos anteriores eu fui o 3º colocado no ranking. Agora fui o vice, quem sabe em 2007 venha o título”, disse.

Já entre as mulheres, Carla Moreno competiu sem muita pressão, pois até um 15º lugar a deixaria com o título. Porém, isso não desmotivou a triatleta, que liderou a prova toda e obteve a quinta vitória na competição com 2h04min51. “Estou feliz de comemorar este resultado na minha casa, perto de todos que gostam de mim. Tive vários problemas este ano, mas passei por cima de tudo e consegui os meus dois objetivos, a vaga para os Jogos Pan-Americanos do Rio e agora o penta do Troféu Brasil”.

A alemã Nina Kraft, segunda colocada, ameaçou Carla em alguns momentos, mas ao final foi desclassificada por ter contornado o ciclismo antes da placa de identificação. Assim, Ana Boccanera assumiu o segundo posto, mas não teve chances de tirar o título de Carla. “Fiz o Circuito Mundial este ano e cheguei brigando pelo tri no Troféu Brasil. Foi o melhor ano da minha carreira”, comentou Ana.

Vanessa Gianinni, de Campinas, foi a terceira colocada na etapa, seguida da “prata da casa”, Fernanda Garcia e por Taísa Gentina, representantes brasileiras nos Jogos Sul-Americanos de Buenos Aires. Fernandinha assegurou a sua melhor colocação no ranking final como profissional em quarto lugar, atrás da argentina Maria Soledad Omar.

Em 2007, a 17ª edição já está confirmada, com sete etapas. Serão quatro disputas em Santos, uma em São Paulo (na USP), uma em Goiânia e uma em Nova Lima (MG). ). “Tivemos um ano sensacional, com uma participação de atletas e público excelente. Só temos de comemorar esse sucesso e trabalhar cada vez mais para sempre colaborar com o triathlon brasileiro”, destacou Núbio de Almeida, organizador do Circuito.

Colucci é nono colocado em Mundial de Longa Distância

O brasileiro Reinaldo Colucci participou nesse domingo do Mundial de Longa Distância, que aconteceu na cidade de Canberra, Austrália, e conquistou o nono lugar da prova. O triathleta encerrou o percurso composto por quatro quilômetros de natação, 120 de ciclismo e 30 de corrida em 6h09min35.

Colucci admite não ter acertado na estratégia escolhida. "Meu dia não foi exatamente como eu previa. Fiz uma natação boa e saí da água em um grupo intermediário. Em torno dos 60 quilômetros do ciclismo, confesso que me empolguei por saber que estava em uma forma física muito boa. Abri distância do pelotão e agora vejo que foi uma atitude precipitada demais. Nos últimos quilômetros já sofria com o desgaste do ritmo forte que havia realizado. Entrei na corrida em quarto lugar onde permaneci até a metade da modalidade. Depois comecei a sofrer demais e não consegui manter minhas posições", comentou.

Segundo Colucci, essa prova serviu para ele aprender a analisar os erros e acertos e assim melhorar seu desempenho nos próximos desafios. "Estar entre os 10 melhores é excelente, mas não tenho dúvidas de que estava em condições de realizar uma prova melhor. Mesmo assim, prefiro ter errado por ter sido agressivo e lutado por uma colocação melhor do que ter ficado no pelotão e não ter arriscado como fiz", completou.

O vencedor foi o dinamarquês Torbjorn Sindballe que assumiu a liderança nos primeiros quilômetros do ciclismo e segurou a ponta até o final da disputa. Ele encerrou o circuito com o tempo de 5h59min13.


Colucci é nono colocado em Mundial de Longa Distância

Triathlon · 19 nov, 2006

O brasileiro Reinaldo Colucci participou nesse domingo do Mundial de Longa Distância, que aconteceu na cidade de Canberra, Austrália, e conquistou o nono lugar da prova. O triathleta encerrou o percurso composto por quatro quilômetros de natação, 120 de ciclismo e 30 de corrida em 6h09min35.

Colucci admite não ter acertado na estratégia escolhida. "Meu dia não foi exatamente como eu previa. Fiz uma natação boa e saí da água em um grupo intermediário. Em torno dos 60 quilômetros do ciclismo, confesso que me empolguei por saber que estava em uma forma física muito boa. Abri distância do pelotão e agora vejo que foi uma atitude precipitada demais. Nos últimos quilômetros já sofria com o desgaste do ritmo forte que havia realizado. Entrei na corrida em quarto lugar onde permaneci até a metade da modalidade. Depois comecei a sofrer demais e não consegui manter minhas posições", comentou.

Segundo Colucci, essa prova serviu para ele aprender a analisar os erros e acertos e assim melhorar seu desempenho nos próximos desafios. "Estar entre os 10 melhores é excelente, mas não tenho dúvidas de que estava em condições de realizar uma prova melhor. Mesmo assim, prefiro ter errado por ter sido agressivo e lutado por uma colocação melhor do que ter ficado no pelotão e não ter arriscado como fiz", completou.

O vencedor foi o dinamarquês Torbjorn Sindballe que assumiu a liderança nos primeiros quilômetros do ciclismo e segurou a ponta até o final da disputa. Ele encerrou o circuito com o tempo de 5h59min13.

Equipe de Triathlon do Pan está definida

Triathlon · 09 nov, 2006

A equipe que vai defender o Brasil nos Jogos Pan-Americanos 2007 será composta por Mariana Ohata (DF), Carla Moreno (SP) e Sandra Soldan (RJ) no feminino; além de Juraci Moreira (PR), Antônio Marcos da Silva (CE) e Virgílio de Castilho (RJ), no masculino. A definição final aconteceu no último fim de semana, na Copa do Mundo de Cancun (México).

Carla Moreno obteve o 15º lugar na Copa do Mundo, com 2h03min52; Ohata em 20º com 2h04min37; Ana Boccanera foi a 58º, com 2h11min47 e Sandra Soldan não completou a prova. Dessa forma, Mariana passou a somar 1244,1 pontos no ranking, Carla 575,9 e Soldan permaneceu com 441 pontos. Já Bocannera manteve os 396,8 pontos e ficou com a quarta colocação no ranking.

Entre os homens o mais bem colocado foi Antônio Marcos da Silva, com um oitavo lugar e o tempo de 1h48min25; Virgílio terminou na 25ª colocação, com 1h49min44; Juraci foi o 37º com 1h50min25 e Miyashiro foi o 52º com 1h51min31. Dessa forma Juraci ficou com 825,7 pontos no ranking, Antônio com 710,2; Virgílio 560,7 e Miyashiro 443,7.

As provas do Campeonato Brasileiro, Copas do Mundo do México (Mazathlan e Cancun), Hungria, Alemanha, China e o Mundial da Suíça somaram pontos para o ranking.