triathlon

Carla Moreno participa do Long Distance como preparação da Copa do Mundo de Triathlon

A triathleta Carla Moreno também confirmou presença na segunda etapa do Reebok Triathlon Long Distance, que acontece no próximo domingo em Caiobá (PR). A competição será realizada na praia Mansa e terá 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21km de corrida. A largada está prevista para as oito horas.

Além de Carla, seu irmão Rafael também participa da prova. Segundo a triathleta, a etapa do Long Distance servirá como parte de sua preparação para as etapas da Copa do Mundo de Triathlon.

“Não agüentei ficar longe”, brinca a triathleta de São Carlos que está radicada em Santos. “Na verdade, tive problemas para fazer meu treinamento da forma que queria e, como vou para as etapas da Copa do Mundo, a prova mais longa vai me ajudar na avaliação e também na preparação”, explica Carla, que viaja para a Europa logo após a participação em Caiobá. Ela vai disputar a etapa da Hungria da Copa do Mundo de Triathlon.

Em 2005, na primeira prova do Reebok Triathlon Long Distance em Caiobá, Carla completou o percurso com o tempo de 4h10min51seg, quase 13 minutos à frente da argentina Maria Soledad Omar. No masculino, a vitória foi do paranaense Juraci Moreira.

Seu irmão Rafael Moreno, que ficou em oitavo lugar no ano passado na etapa paranaense, disse estar bem preparado para tentar outro bom resultado. “Fiz uma prova em Ilhabela na semana passada, mas acabei caindo e não completei. Isso me deixou um pouco dolorido, mas estou bem e esperando completar entre os primeiros”, afirmou o atleta, de 20 anos, uma das revelações do esporte.


Carla Moreno participa do Long Distance como preparação da Copa do Mundo de Triathlon

Triathlon · 02 ago, 2006

A triathleta Carla Moreno também confirmou presença na segunda etapa do Reebok Triathlon Long Distance, que acontece no próximo domingo em Caiobá (PR). A competição será realizada na praia Mansa e terá 1,9km de natação, 90km de ciclismo e 21km de corrida. A largada está prevista para as oito horas.

Além de Carla, seu irmão Rafael também participa da prova. Segundo a triathleta, a etapa do Long Distance servirá como parte de sua preparação para as etapas da Copa do Mundo de Triathlon.

“Não agüentei ficar longe”, brinca a triathleta de São Carlos que está radicada em Santos. “Na verdade, tive problemas para fazer meu treinamento da forma que queria e, como vou para as etapas da Copa do Mundo, a prova mais longa vai me ajudar na avaliação e também na preparação”, explica Carla, que viaja para a Europa logo após a participação em Caiobá. Ela vai disputar a etapa da Hungria da Copa do Mundo de Triathlon.

Em 2005, na primeira prova do Reebok Triathlon Long Distance em Caiobá, Carla completou o percurso com o tempo de 4h10min51seg, quase 13 minutos à frente da argentina Maria Soledad Omar. No masculino, a vitória foi do paranaense Juraci Moreira.

Seu irmão Rafael Moreno, que ficou em oitavo lugar no ano passado na etapa paranaense, disse estar bem preparado para tentar outro bom resultado. “Fiz uma prova em Ilhabela na semana passada, mas acabei caindo e não completei. Isso me deixou um pouco dolorido, mas estou bem e esperando completar entre os primeiros”, afirmou o atleta, de 20 anos, uma das revelações do esporte.

10 dicas para potencializar o treino de triathlon

Todo esportista sabe que o treinamento é a base de uma boa prova. Por isso seguir algumas orientações e ter cautela durante o treino pode evitar lesões e melhorar o desempenho do atleta. Confira algumas dicas do treinador Maurílio Santana.

1- O aquecimento é fundamental antes de iniciar seu treino, pois com ele é possível aumentar a temperatura corporal, lubrificar as articulações, elevar a freqüência cardíaca e a circulação sanguínea. O aquecimento pode durar de 5 a 15 minutos dependendo do objetivo do treino, quanto mais intenso o treino maior deve ser o tempo de aquecimento.

2- Após o aquecimento é hora dos alongamentos. Não subestime os alongamentos! Dê uma atenção especial aos exercícios, prestando atenção na musculatura solicitada. No ciclismo os grupos musculares mais exigidos são: quadríceps, ísquios-tibiais, panturrilha, tibiais anteriores, glúteos, lombar, pescoço, tríceps e antebraço. Permaneça em cada posição do exercício no mínimo 15 segundos.

3- Vamos para o treino propriamente dito! Inicie seu treino de maneira progressiva, isto é, aumente a intensidade ao longo do tempo, que pode variar de 5 a 15 minutos, como já dito antes dependendo do tipo de treino. O aquecimento nesse caso é para obter o melhor rendimento possível no treino, se iniciar muito forte sua capacidade aeróbia diminui, acelerando o processo de fadiga, nesse caso com a fadiga precoce instalada é necessário diminuir o ritmo, dependendo até mesmo interromper o treino.

4- Respeite a prescrição de treino feita pelo seu treinador, se a prescrição foi feita através da freqüência cardíaca, permaneça na freqüência cardíaca alvo estabelecida, mesmo que tenha de rodar em um ritmo lento. Acostumar a treinar com freqüências altas limita sua performance. No caso da prescrição ser em watts (nesse caso somente quem possui em sua bike os equipamentos chamados de “medidores de potência”) a precisão é ainda maior, pois a força relativa gerada em watts é a maneira mais específica de treinamento.

5- Procure treinar seguindo um dos princípios básicos do treinamento, o princípio da especificidade. Quando o treino proposto for de subida, por exemplo, de nada adianta pedalar em um terreno com leves subidas e descidas, ou até mesmo pedalar em pé no plano para simular a subida. Naquele treino longo, por exemplo, o ciclista começa a dar alguns sprints comprometendo o ótimo andamento do treino, salvo algumas situações, e até pior comprometendo talvez até o treino seguinte, pois o objetivo do treino longo não é força ou velocidade, mas sim resistência.

6- Desaquecimento. Nunca termine um treino com intensidade alta, dê tempo para a freqüência cardíaca e a temperatura corporal diminuírem aos poucos, baixe a intensidade do treino de maneira progressiva, voltando a calma aos poucos.

7- Hidrate-se constantemente, o ideal é hidrata-se a cada 15 minutos de atividade física contínua. Leve duas caramanholas na bike, nos treinos longos serão necessárias. Para saber a quantidade de líquido a ser reposto após o treino, o ideal é medir seu peso antes e depois do treino, a quantidade perdida de peso é a quantidade de líquidos a ser reposta. Se o peso perdido for maior que 2% do peso corporal é necessário fazer uso de bebidas isotônicas para repor os sais minerais perdidos com o suor.

8- A alimentação antes, durante e depois do treino é fundamental, digo mais, é vital para o ótimo desempenho do atleta. Até 3 horas antes do treino procure comer carboidratos complexos e alimentos com fonte de proteína, como pão branco, frutas, cereais, queijos brancos, peito de peru e sucos de frutas. Meia hora antes do treino use carboidratos com baixo índice glicêmico e sem ser integral, para facilitar a absorção dos nutrientes de maneira rápida, ou até mesmo os carboidratos em gel ou em pó. Durante o treino, o uso de suplementos a base de carboidratos deve ser usado a cada 1 hora de treino para ajudar a manter as reservas de energia. Já após o treino, o uso de carboidratos de absorção rápida até meia hora é o ideal, os chamados dextrose, para repor os estoques de glicogênio muscular e hepático.

9- Relate seu treino com os dados obtidos, como tempo, distância, média de freqüência cardíaca, freqüência cardíaca máxima, percepção de esforço, temperatura, umidade, horário do treino, fatores de estresse, etc, quanto mais informações tiverem do seu treino, melhor para seu treinador avaliar e prescrever de maneira mais fidedigna seu treinamento. Tenha sempre contigo um diário de treino.

10- Descanse, recupere do estresse físico gerado pelo treino. Alimente-se bem, durma bem, alongue-se, mantenha a mente livre de aborrecimentos desnecessários, faça meditação, ouça uma boa música, brinque, durma depois do almoço se possível, leia um bom livro, assista a um bom filme, brinque com seu filho, com seu animal de estimação, crie hábitos saudáveis, com certeza sua performance nos treinos e sua vida será melhor.


10 dicas para potencializar o treino de triathlon

Triathlon · 21 jul, 2006

Todo esportista sabe que o treinamento é a base de uma boa prova. Por isso seguir algumas orientações e ter cautela durante o treino pode evitar lesões e melhorar o desempenho do atleta. Confira algumas dicas do treinador Maurílio Santana.

1- O aquecimento é fundamental antes de iniciar seu treino, pois com ele é possível aumentar a temperatura corporal, lubrificar as articulações, elevar a freqüência cardíaca e a circulação sanguínea. O aquecimento pode durar de 5 a 15 minutos dependendo do objetivo do treino, quanto mais intenso o treino maior deve ser o tempo de aquecimento.

2- Após o aquecimento é hora dos alongamentos. Não subestime os alongamentos! Dê uma atenção especial aos exercícios, prestando atenção na musculatura solicitada. No ciclismo os grupos musculares mais exigidos são: quadríceps, ísquios-tibiais, panturrilha, tibiais anteriores, glúteos, lombar, pescoço, tríceps e antebraço. Permaneça em cada posição do exercício no mínimo 15 segundos.

3- Vamos para o treino propriamente dito! Inicie seu treino de maneira progressiva, isto é, aumente a intensidade ao longo do tempo, que pode variar de 5 a 15 minutos, como já dito antes dependendo do tipo de treino. O aquecimento nesse caso é para obter o melhor rendimento possível no treino, se iniciar muito forte sua capacidade aeróbia diminui, acelerando o processo de fadiga, nesse caso com a fadiga precoce instalada é necessário diminuir o ritmo, dependendo até mesmo interromper o treino.

4- Respeite a prescrição de treino feita pelo seu treinador, se a prescrição foi feita através da freqüência cardíaca, permaneça na freqüência cardíaca alvo estabelecida, mesmo que tenha de rodar em um ritmo lento. Acostumar a treinar com freqüências altas limita sua performance. No caso da prescrição ser em watts (nesse caso somente quem possui em sua bike os equipamentos chamados de “medidores de potência”) a precisão é ainda maior, pois a força relativa gerada em watts é a maneira mais específica de treinamento.

5- Procure treinar seguindo um dos princípios básicos do treinamento, o princípio da especificidade. Quando o treino proposto for de subida, por exemplo, de nada adianta pedalar em um terreno com leves subidas e descidas, ou até mesmo pedalar em pé no plano para simular a subida. Naquele treino longo, por exemplo, o ciclista começa a dar alguns sprints comprometendo o ótimo andamento do treino, salvo algumas situações, e até pior comprometendo talvez até o treino seguinte, pois o objetivo do treino longo não é força ou velocidade, mas sim resistência.

6- Desaquecimento. Nunca termine um treino com intensidade alta, dê tempo para a freqüência cardíaca e a temperatura corporal diminuírem aos poucos, baixe a intensidade do treino de maneira progressiva, voltando a calma aos poucos.

7- Hidrate-se constantemente, o ideal é hidrata-se a cada 15 minutos de atividade física contínua. Leve duas caramanholas na bike, nos treinos longos serão necessárias. Para saber a quantidade de líquido a ser reposto após o treino, o ideal é medir seu peso antes e depois do treino, a quantidade perdida de peso é a quantidade de líquidos a ser reposta. Se o peso perdido for maior que 2% do peso corporal é necessário fazer uso de bebidas isotônicas para repor os sais minerais perdidos com o suor.

8- A alimentação antes, durante e depois do treino é fundamental, digo mais, é vital para o ótimo desempenho do atleta. Até 3 horas antes do treino procure comer carboidratos complexos e alimentos com fonte de proteína, como pão branco, frutas, cereais, queijos brancos, peito de peru e sucos de frutas. Meia hora antes do treino use carboidratos com baixo índice glicêmico e sem ser integral, para facilitar a absorção dos nutrientes de maneira rápida, ou até mesmo os carboidratos em gel ou em pó. Durante o treino, o uso de suplementos a base de carboidratos deve ser usado a cada 1 hora de treino para ajudar a manter as reservas de energia. Já após o treino, o uso de carboidratos de absorção rápida até meia hora é o ideal, os chamados dextrose, para repor os estoques de glicogênio muscular e hepático.

9- Relate seu treino com os dados obtidos, como tempo, distância, média de freqüência cardíaca, freqüência cardíaca máxima, percepção de esforço, temperatura, umidade, horário do treino, fatores de estresse, etc, quanto mais informações tiverem do seu treino, melhor para seu treinador avaliar e prescrever de maneira mais fidedigna seu treinamento. Tenha sempre contigo um diário de treino.

10- Descanse, recupere do estresse físico gerado pelo treino. Alimente-se bem, durma bem, alongue-se, mantenha a mente livre de aborrecimentos desnecessários, faça meditação, ouça uma boa música, brinque, durma depois do almoço se possível, leia um bom livro, assista a um bom filme, brinque com seu filho, com seu animal de estimação, crie hábitos saudáveis, com certeza sua performance nos treinos e sua vida será melhor.

Ubatuba recebe prova de triathlon no fim de semana

Triathlon · 21 jul, 2006

Nesse fim de semana acontece em Ubatuba, litoral norte de São Paulo, a etapa de abertura do Circuito de Inverno TriPaulista. A prova deve reuni 200 competidores que enfrentarão 1,5km de natação, 40km de ciclismo e 10 km de corrida. A largada será dada às 9h na praia do Cruzeiro.

Segundo os organizadores, a competição é válida pelo ranking estadual da categoria e terá a segunda etapa em outubro, na cidade de São Carlos. Além disso, o circuito classifica os melhores triathletas para o Brasileiro de distâncias olímpicas.

No sábado (22) acontece a retirada de kits das 15h às 18h. No dia da prova a área de transição abre às 7h e fecha às 8h45. Portanto os participantes terão 1h45min para arrumarem seus equipamentos.

Reinaldo Colucci vence mais uma prova na Europa

Triathlon · 17 jul, 2006

O brasileiro Reinaldo Colucci venceu nesse fim de semana o Grand Prix Nacional de Triathlon que aconteceu na cidade de Lorient, na França. Ele completou o percurso no tempo de 5h42min47. Todo os participantes tiveram que percorrer 4km de natação, 120km de bike e mais 30km de corrida.

A segunda colocação foi para o inglês Stephen Bayliss (5h42min47) seguido pelo francês Patrick Vernay (5h50min26). A prova fez parte da Copa do Mundo ITU Long Distance e marcou o segundo desafio de Reinaldo Colucci desde sua chegada a Europa.

Colucci treina e está em busca de uma vaga do Mundial de Ironman no Havaí. “Fiz uma prova bem consistente desde o início. Nadei o tempo todo com o primeiro grupo e, a partir dos primeiros quilômetros do ciclismo, já estava na frente. Depois só administrei até a vitória”, comenta.

Saiba como ganhar tempo na transição do triathlon

A evolução do triathlon tem sido extremamente rápida, isso se deve ao fato de ser um esporte relativamente novo que surgiu para o mundo no início dos anos 80. Assim as mudanças aconteceram com mais rapidez.

O triathlon que agora ostenta o status de esporte Olímpico, desde 2000, está cada vez mais profissional. Com boas premiações e patrocinadores de grande porte envolvidos, a modalidade cresce muito e chama a atenção da mídia tanto quanto outros esportes mais antigos, como atletismo, natação e o ciclismo. Isso naturalmente gera uma competitividade extremamente acirrada, aumentando assim o investimento na tecnologia de materiais como: bicicletas, roupas, capacetes, óculos e roupa de natação, tênis de corrida, etc.

Os profissionais envolvidos estão cada vez mais gabaritados e os treinos logicamente mais elaborados. Com isso, as provas que tem sido disputadas ao redor do mundo, cada vez mais estão sendo decididas nos últimos metros. Tanto em distâncias Olímpicas (1,5km/40km/10km) quanto em distâncias maiores como Meio Ironman (1,9km/90km/21km) e Ironman (3,8km/180km/42km).

Sendo assim, uma das etapas do triathlon que se tornou de extrema importância foi a transição. Muitas vezes a transição pode decidir uma prova. Os atletas de alto nível, hoje em dia, treinam quatro modalidades: natação, ciclismo, corrida e transição. Então vamos agora tentar seguir alguns passos, para se fazer uma boa transição (dentro do triathlon).

  • Ao entrar na área de transição, vá direto para seu lugar no cavalete e posicione sua bike sempre de frente para a saída. Levando-se em conta a melhor maneira de retira-la do cavalete.

  • Deixe a bike sempre numa relação de marchas que não seja nem muito pesado, nem muito leve, para que se possa executar as primeiras pedaladas. Para os amadores recomenda-se 53/17 se o início for plano.

  • Para os que já possuem um pouco mais de experiência, pode-se deixar a sapatilha já presa no pedal, bem aberta. Em alguns casos um pouco de vaselina no calcanhar pode ajudar a colocação da sapatilha. Aos que ainda não estão com tanta confiança em calçar a sapatilha já em cima da bike recomenda-se calça-las antes de pegar a bike.

  • Deixe o capacete também aberto e virado para o lado que você vai chegar na sua bike. Se você tem o costume de pedalar com óculos, deixe-os dentro do capacete e coloque-os sempre antes. Teste pelo menos duas vezes para pegar o jeito da presilha.

  • Coloque os tênis de corrida ao lado da sua bike, prestando a atenção em deixa-los do lado em que você sairá para a corrida. Passe também vaselina nos calcanhares dos tênis para que seu pé entre com mais facilidade. Deixe-os com a lingüeta já para fora.

  • Após ter feito tudo isso, vá em direção a saída da transição e visualize sua bike, tendo algum ponto como referência, para não perde-la de vista quando sair da água.

  • Ao final da natação, nos últimos 150 a 200 metros, aumente seu ritmo de batida de pernas. Isso aumentará o volume do fluxo sanguíneo nos membros inferiores, que durante a natação se concentra nos membros superiores. Não deixando que isso aconteça somente quando você levantar da água. Com certeza você se sentirá mais rápido na corrida para a transição e também no início do ciclismo.

  • A partir da última bóia da natação, procure visualizar toda sua transição, desde o momento que você sair da água até quando estiver pedalando. Isso evitará que você tenha surpresa na transição como, por exemplo, perder sua bike, não conseguir colocar o capacete, etc.

  • Se você já é um atleta mais avançado use pequenos elásticos para prender a sapatilha no quadro da bike. Isso a manterá estável e paralela ao solo, não deixando assim que ela fique girando enquanto você tenta calça-la.

  • Se você tem um ciclismo forte, recomenda-se que no último quilômetro, coloque uma relação de marcha um pouco mais leve, para aumentar um pouco sua RPM. Depois mude ligeiramente de posição em cima da bike, para soltar e descomprimir a musculatura das pernas.

  • Como na 1a transição, procure visualizar todos seus momentos dentro da área de transição, desde o momento em que você descer da bike até quando sair para a corrida.

  • Se você já tem habilidade, retire seus pés da sapatilha (um de cada vez) poucos metros antes de entrar na transição e já desça correndo, com a bike carregada com uma das mãos. Se você ainda não tem confiança bastante para isso, vá diminuindo sua velocidade até a linha de desmonte, pare, saia da bike e vá carregando-a até seu lugar no cavalete. Mas tenha cuidado para não escorregar.

  • Já de longe olhe para o lugar onde você colocará sua bike e não desvie o olhar, para não correr o risco de acabar seguindo outro atleta.

  • Coloque a bike no cavalete, tire o capacete e então coloque o tênis de corrida, que já deve estar pronto para ser calçado.

  • O número de corrida, para quem usa cinto de elástico, deve ser colocado em baixo do tênis. Apos calçar o tênis, pegue o número e coloque-o já correndo. O mesmo se aplica a bonés e óculos escuros.

    No mais e treinar e ir aperfeiçoando a sua transição a cada prova. Bons treinos!


  • Saiba como ganhar tempo na transição do triathlon

    Triathlon · 17 jul, 2006

    A evolução do triathlon tem sido extremamente rápida, isso se deve ao fato de ser um esporte relativamente novo que surgiu para o mundo no início dos anos 80. Assim as mudanças aconteceram com mais rapidez.

    O triathlon que agora ostenta o status de esporte Olímpico, desde 2000, está cada vez mais profissional. Com boas premiações e patrocinadores de grande porte envolvidos, a modalidade cresce muito e chama a atenção da mídia tanto quanto outros esportes mais antigos, como atletismo, natação e o ciclismo. Isso naturalmente gera uma competitividade extremamente acirrada, aumentando assim o investimento na tecnologia de materiais como: bicicletas, roupas, capacetes, óculos e roupa de natação, tênis de corrida, etc.

    Os profissionais envolvidos estão cada vez mais gabaritados e os treinos logicamente mais elaborados. Com isso, as provas que tem sido disputadas ao redor do mundo, cada vez mais estão sendo decididas nos últimos metros. Tanto em distâncias Olímpicas (1,5km/40km/10km) quanto em distâncias maiores como Meio Ironman (1,9km/90km/21km) e Ironman (3,8km/180km/42km).

    Sendo assim, uma das etapas do triathlon que se tornou de extrema importância foi a transição. Muitas vezes a transição pode decidir uma prova. Os atletas de alto nível, hoje em dia, treinam quatro modalidades: natação, ciclismo, corrida e transição. Então vamos agora tentar seguir alguns passos, para se fazer uma boa transição (dentro do triathlon).

  • Ao entrar na área de transição, vá direto para seu lugar no cavalete e posicione sua bike sempre de frente para a saída. Levando-se em conta a melhor maneira de retira-la do cavalete.

  • Deixe a bike sempre numa relação de marchas que não seja nem muito pesado, nem muito leve, para que se possa executar as primeiras pedaladas. Para os amadores recomenda-se 53/17 se o início for plano.

  • Para os que já possuem um pouco mais de experiência, pode-se deixar a sapatilha já presa no pedal, bem aberta. Em alguns casos um pouco de vaselina no calcanhar pode ajudar a colocação da sapatilha. Aos que ainda não estão com tanta confiança em calçar a sapatilha já em cima da bike recomenda-se calça-las antes de pegar a bike.

  • Deixe o capacete também aberto e virado para o lado que você vai chegar na sua bike. Se você tem o costume de pedalar com óculos, deixe-os dentro do capacete e coloque-os sempre antes. Teste pelo menos duas vezes para pegar o jeito da presilha.

  • Coloque os tênis de corrida ao lado da sua bike, prestando a atenção em deixa-los do lado em que você sairá para a corrida. Passe também vaselina nos calcanhares dos tênis para que seu pé entre com mais facilidade. Deixe-os com a lingüeta já para fora.

  • Após ter feito tudo isso, vá em direção a saída da transição e visualize sua bike, tendo algum ponto como referência, para não perde-la de vista quando sair da água.

  • Ao final da natação, nos últimos 150 a 200 metros, aumente seu ritmo de batida de pernas. Isso aumentará o volume do fluxo sanguíneo nos membros inferiores, que durante a natação se concentra nos membros superiores. Não deixando que isso aconteça somente quando você levantar da água. Com certeza você se sentirá mais rápido na corrida para a transição e também no início do ciclismo.

  • A partir da última bóia da natação, procure visualizar toda sua transição, desde o momento que você sair da água até quando estiver pedalando. Isso evitará que você tenha surpresa na transição como, por exemplo, perder sua bike, não conseguir colocar o capacete, etc.

  • Se você já é um atleta mais avançado use pequenos elásticos para prender a sapatilha no quadro da bike. Isso a manterá estável e paralela ao solo, não deixando assim que ela fique girando enquanto você tenta calça-la.

  • Se você tem um ciclismo forte, recomenda-se que no último quilômetro, coloque uma relação de marcha um pouco mais leve, para aumentar um pouco sua RPM. Depois mude ligeiramente de posição em cima da bike, para soltar e descomprimir a musculatura das pernas.

  • Como na 1a transição, procure visualizar todos seus momentos dentro da área de transição, desde o momento em que você descer da bike até quando sair para a corrida.

  • Se você já tem habilidade, retire seus pés da sapatilha (um de cada vez) poucos metros antes de entrar na transição e já desça correndo, com a bike carregada com uma das mãos. Se você ainda não tem confiança bastante para isso, vá diminuindo sua velocidade até a linha de desmonte, pare, saia da bike e vá carregando-a até seu lugar no cavalete. Mas tenha cuidado para não escorregar.

  • Já de longe olhe para o lugar onde você colocará sua bike e não desvie o olhar, para não correr o risco de acabar seguindo outro atleta.

  • Coloque a bike no cavalete, tire o capacete e então coloque o tênis de corrida, que já deve estar pronto para ser calçado.

  • O número de corrida, para quem usa cinto de elástico, deve ser colocado em baixo do tênis. Apos calçar o tênis, pegue o número e coloque-o já correndo. O mesmo se aplica a bonés e óculos escuros.

    No mais e treinar e ir aperfeiçoando a sua transição a cada prova. Bons treinos!

  • Reinaldo Colucci participa de prova na França

    Triathlon · 14 jul, 2006

    O brasileiro Reinaldo Colucci, que treina na Europa, irá participar no próximo domingo do Grand Prix Nacional de Triathlon na cidade de Lorient, França. Ele enfrentará um percurso com 4km de natação, 120km de ciclismo e 30km de corrida.

    No início do mês, Colucci ficou com a sétima posição do Ironman da Suíça. “Estou bem preparado para este desafio, pois minha recuperação do Ironman da Suíça foi muito boa e já estou treinando há alguns dias”, conta.

    Sua meta para o segundo semestre é conquistar uma vaga no Mundial da modalidade no Havaí. “Esta prova é a que mais distribui pontos no ranking da ITU (federação internacional da modalidade) e quero um bom resultado para melhorar minha colocação na tabela”, completa. Atualmente ele ocupa a 11ª posição na lista internacional.

    Santa Catarina organiza Desafio dos Pingüins para agitar o inverno

    Triathlon · 10 jul, 2006

    No próximo domingo (16) acontece em Itajaí, Santa Catarina, o prova de triathlon Desafio dos Pingüins. Segundo os organizadores, a prova tem o objetivo de preencher a lacuna da temporada de triathlon da região, época em que as competições são interrompidas por causa do frio.

    O triathleta Juraci Moreira já confirmou participação na prova que deve reunir 100 pessoas. Marcus Ornellas também estará no evento. A largada da prova será dada na praia de Cabeçudas e contará com 750m de natação, 20km de bike e 5k de corrida.

    Os interessados ainda podem se inscrever. No dia da competição cada inscrição custará R$110 e para a categoria revezamento R$150. Mais informações no site oficial da prova:www.sb5.com.br

    Sandra Soldan embarca para os EUA e visa performance

    Triathlon · 15 maio, 2006

    A triathleta Sandra Soldan embarca nessa segunda-feira para os Estados Unidos. Segundo a triathleta, ela irá ficar no exterior durante três meses para treinar e aumentar o seu nível técnico.

    Sandra ficará na cidade de Boulder Peak, no Colorado, junto com as melhores triathletas do mundo como a americana Siri Lindley, campeã mundial em 2003. “Serei a única brasileira num grupo de dez atletas. Meu objetivo é treinar em altitude e aumentar o nível técnico. Correr com as melhores do mundo só vai me fazer ser mais rápida. Terei de acompanhá-las o tempo todo”, conta Soldan.

    A cidade de Boulder Peak oferece bons locais de treino para aos atletas. Segundo Soldan, lá é possível pedalar em estradas planas e ladeiras, correr em diversas trilhas e nadar em ótimas piscinas. “Nesta época do ano começa a esquentar e o clima fica perfeito para os treinos. A cada dia posso escolher uma rota de treinos diferente. Além disso, os habitantes respeitam muito os ciclistas”, conta Sandra, que visa a etapa da World Cup de Edmonton, no Canadá, no dia 9 de julho.

    Miyasiro participa do Mundial de Triathlon no México

    Triathlon · 05 maio, 2006

    O triathleta santista Paulo Miyasiro participa neste domingo da etapa do México da Copa do Mundo de Triathlon. A prova acontece na cidade de Mazatlan e, além de contar pontos para o ranking mundial, também será válida como a segunda seletiva para formação da equipe brasileira para os Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007.

    "Espero fazer de tudo para terminar no pelotão top 10. Já seria maravilhoso. Mas para mim, a principal meta é terminar como o melhor brasileiro na disputa, resultado que me deixaria em vantagem na luta por um lugar no Pan do Rio 2007", conta o santista.

    Como já participou da competição em 2004, Shiro, como é conhecido, sabe quais são as principais peculiaridades da prova. "Não é uma prova complicada de se fazer. O percurso é plano, não muito desafiador. O problema é o calor e o ambiente abafado, que se transformam em grandes obstáculos, já que aumentam o nível de desidratação e o desgaste do corpo", explica.

    Shiro também alerta para a força dos adversários estrangeiros. "Pela minha experiência fora do Brasil, tenho consciência que não terei caminho fácil, pois as provas no exterior reúnem um imenso número de adversários de nível elevado, provenientes de diversas partes do mundo, que tornam o desafio ainda maior. A competição será ferrenha, mas sempre entro com muito otimismo, pensando em alcançar o melhor resultado possível", conta.

    Problema de saúde afasta Carla Moreno do Mundial

    Triathlon · 05 maio, 2006

    A triathleta Carla Moreno não irá participar nesse fim de semana da etapa mexicana da Copa do Mundo de Triathlon (ITU). A brasileira está com forte sinusite e declarou que não tem condições de fazer a prova.

    "Fiquei chateada, mas não é o fim do mundo. Tenho que pensar na minha recuperação agora”, conta a atleta. Mas antes da sinusite, Carla estava com uma inflamação na vesícula.

    “Para tratar deste problema, precisei interromper meus treinamentos e, sobretudo, alterar minha dieta alimentar, consumindo alimentos sem gordura. Acabei ficando com o corpo mais enfraquecido e propensa a contrair alguma doença, fato que infelizmente aconteceu. Foi aí que tive a sinusite aguda. Só agora estou me restabelecendo", acrescenta.