Triathlon · 15 jul, 2007
A largada masculina do Triathlon Pan-americano aconteceu às 8h na praia de Copacabana no Rio de Janeiro. O sol e a temperatura amena para o domingo, 23ºC, pode favorecer os atletas. Ao todo os participantes percorrerão 1,5 quilômetros de natação, 40 de bike e 10 de corrida.
O Brasil é representado pelos atletas Juraci Moreira, Virgílio de Castilho e Antonio Marcos. Mas foram os americanos que saíram em primeiro da água. O líder na transição da natação foi o americano Andy Potts seguido por seus compatritotas Jarrod Shoemaker e Brian Fleischmann.
O melhor brasileiro, que saiu da água após 1,5km de natação, foi Juraci Moreira em 17º. No pedal Juraci conseguiu se recuperar, ficou na segunda posição, apenas 24 segundos atrás do líder Andy Potts. Mas o pelotão alcançou os dois primeiros colocados e a briga pelo ouro continua.
Triathlon · 15 jul, 2007
Direto do Rio de Janeiro - Está tudo pronto para a largada do triathlon dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro. Os atletas da categoria masculina já estão alinhados na praia de Copacabana, para a saída dos 1,5 quilômetros de natação, 40 de bike e 10 de corrida.
O sol já brilha forte no mar da Cidade Maravilhosa e a temperatura gira em torno dos 20°C. Um grande número de pessoas já começa a se aproximar dos alambrados para torcer, incluindo Leandro Macedo. O triathleta brasiliense veio acompanhar de perto a competição e conversou com o Webrun sobre os favoritos.
A prova vai ser bem complicada e acho que um dos favoritos ao título seja o americano Andy Potts, que está muito bem. Já entre os brasileiros acho que o Marcos Antônio se destaca, já que ele já conhece esse percurso, ressalta Leandro. O brasiliense também aposta em Mariana Ohata e Carla Moreno. Elas estão em excelente fase e acredito que haverá chances de medalha, comenta o brasiliense.
A largada masculina está prevista para as 8h, enquanto a feminina as 10h30.
Triathlon · 14 jul, 2007
Direto do Rio de Janeiro - Nesse domingo acontece a prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos e o local escolhido para a competição foi a praia de Copacabana, uma das mais charmosas da cidade do Rio de Janeiro. Confira algumas informações importantes, como horários e ingressos e saiba quem são os brasileiros que vão competir.
A prova começa com 1,5 quilômetros de natação e a largada masculina está programada para as 8h, enquanto a feminina para as 10h30, ambas na Arena do Posto 6 da Praia de Copacabana. Em seguida os atletas seguem para os 40 quilômetros de ciclismo e 10 de corrida, disputados entre os postos dois e seis.
Pelo fato de a entrada ser livre, é bom chegar cedo, pois certamente haverá um grande número de pessoas torcendo por Carla Moreno, Mariana Ohata, Sandra Soldan, Juraci Moreira, Virgilho de Castilho e Antônio Marcos, componentes da delegação brasileira. E a torcida certamente fará uma grande diferença, já que os estrangeiros virão com suas equipes principais pelo fato de o ouro garantir uma vaga na Olimpíadas de Pequim em 2008.
Para chegar ao Posto seis, a melhor opção será o metrô, já que as ruas ao redor estarão interditadas e, nesse caso, a estação cantagalo é a mais próxima. Para quem for de ônibus vindo da zona norte, a melhor opção é descer no fim da Rua Barata Ribeiro ou na Rua Raul Pompéia; da Zona Sul, saltar no início da Av. Nossa Senhora de Copacabana.
Já quem vai para a região do Posto dois, a próximo ao número 1020 da avenida (Hotel Iberostar), a estação mais próxima é a Cardeal Arcoverde. De ônibus, vindo da Zona Norte, descer no início da Rua Barata Ribeiro, logo após saída do Túnel Novo; da Zona Sul, descer na Av. Nossa Senhora de Copacabana, na altura da Rua Prado Júnior, ou na Av. Princesa Isabel.
Sandra Soldan, 33 anos, é uma das integrantes da delegação brasileira de triathlon que estará nos Jogos Pan-americanos. Natural do Rio de Janeiro, ela usará sua experiência na competção e ficará de olho nas pricipais adversárias, as americanas e canadenses. Após diversas semanas de treino, agora ela descansa e aguarda o grande dia, já que a disputa será no próximo domingo (15).
A semana que antecede a competição é bem tranqüila, ressalta. Não faço treinos de grande intensidade, apenas mantenho o metabolismo ativo e cuido bem da hidratação e da alimentação, completa. Ela competirá seu terceiro Pan-americano e pretende melhorar o oitavo lugar de Winnipeg (Canadá,) em 1999 e o quinto de Santo Domingo (República Dominicana), em 2003.
Apesar de competir em sua terra natal, ela diz que a pressão será mais intensa. A pressão para mim é mais interna, mas terei a vantagem de contar com o apoio da família, amigos e da torcida. Segundo ela, o incentivo no final da competição é fundamental para renovar as energias e seguir em diante.
Outro ponto a favor da disputa ser no Rio de Janeiro é o fato dela não sofrer o desgaste do deslocamento. A vantagem é não precisar entrar num avião, porque eu fico quebrada, não consigo dormir mais do que 15 minutos, comenta.
Alto nível - A competição intercontinental terá um incentivo a mais para os atletas de todos os países, já que uma vitória já carimba o passaporte para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008. A medalha de ouro garante uma vaga para as olimpíadas e as adversárias virão com as equipes principais, salienta a triathleta que destaca as americanas e canadenses como as principais concorrentes.
As americanas vêm com uma estratégia de colocar uma ex-jogadora de pólo aquático, que em Santo Domingo saiu da água 10 segundos à frente das primeiras e ficou assim até o final, lembra. De acordo com a carioca, o fato de não sair da água entre as primeiras colocadas certamente prejudica o resto da competição.
Além de Sandra, a delegação brasileira será composta por Carla Moreno e Mariana Ohata, mesma formação dos Pan-americanos de Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). A prova é individual, mas cada uma vai tentar se ajudar no que for possível no ciclismo, pois é a modalidade em que a gente pode combinar alguma coisa. Nas outras duas será muito complicado, adianta.
A prova de triathlon será realizada no dia 15 de julho na praia de Copacabana perto do posto seis. O Pan-americano abre oficialmente o calendário de jogos nessa sexta (13) com a cerimônia de abertura.
Triathlon · 13 jul, 2007
Sandra Soldan, 33 anos, é uma das integrantes da delegação brasileira de triathlon que estará nos Jogos Pan-americanos. Natural do Rio de Janeiro, ela usará sua experiência na competção e ficará de olho nas pricipais adversárias, as americanas e canadenses. Após diversas semanas de treino, agora ela descansa e aguarda o grande dia, já que a disputa será no próximo domingo (15).
A semana que antecede a competição é bem tranqüila, ressalta. Não faço treinos de grande intensidade, apenas mantenho o metabolismo ativo e cuido bem da hidratação e da alimentação, completa. Ela competirá seu terceiro Pan-americano e pretende melhorar o oitavo lugar de Winnipeg (Canadá,) em 1999 e o quinto de Santo Domingo (República Dominicana), em 2003.
Apesar de competir em sua terra natal, ela diz que a pressão será mais intensa. A pressão para mim é mais interna, mas terei a vantagem de contar com o apoio da família, amigos e da torcida. Segundo ela, o incentivo no final da competição é fundamental para renovar as energias e seguir em diante.
Outro ponto a favor da disputa ser no Rio de Janeiro é o fato dela não sofrer o desgaste do deslocamento. A vantagem é não precisar entrar num avião, porque eu fico quebrada, não consigo dormir mais do que 15 minutos, comenta.
Alto nível - A competição intercontinental terá um incentivo a mais para os atletas de todos os países, já que uma vitória já carimba o passaporte para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008. A medalha de ouro garante uma vaga para as olimpíadas e as adversárias virão com as equipes principais, salienta a triathleta que destaca as americanas e canadenses como as principais concorrentes.
As americanas vêm com uma estratégia de colocar uma ex-jogadora de pólo aquático, que em Santo Domingo saiu da água 10 segundos à frente das primeiras e ficou assim até o final, lembra. De acordo com a carioca, o fato de não sair da água entre as primeiras colocadas certamente prejudica o resto da competição.
Além de Sandra, a delegação brasileira será composta por Carla Moreno e Mariana Ohata, mesma formação dos Pan-americanos de Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). A prova é individual, mas cada uma vai tentar se ajudar no que for possível no ciclismo, pois é a modalidade em que a gente pode combinar alguma coisa. Nas outras duas será muito complicado, adianta.
A prova de triathlon será realizada no dia 15 de julho na praia de Copacabana perto do posto seis. O Pan-americano abre oficialmente o calendário de jogos nessa sexta (13) com a cerimônia de abertura.
Triathlon · 11 jul, 2007
A brasileira Carla Moreno irá representar o país no triathlon do Pan, prova que acontece no próximo domingo (15) em Copacabana, Rio de Janeiro. Essa será a terceira vez que a atleta participa da competição. Com importantes títulos na bagagem como, por exemplo, a medalha de prata do Pan de Winnipeg em 1999, suas expectativas para a prova ainda são de uma estreante.
É muito legal você ligar a televisão e ver notícias, várias coisas do Pan. O clima lá vai estar muito bom. Estou contando os dias para chegar de tão feliz que estou. É como fazer uma festa de aniversário. Você planeja tudo e é uma emoção quando você chega na festa, conta.
De acordo com a atleta, ela embarca na quinta-feira (12) para a capital carioca e lá fica hospedada na Vila Pan-americana. Provavelmente Carla irá dividir o quarto com as duas outras integrantes da Delegação Brasileira de Triathlon, Mariana Ohata e Sandra Soldan, que apesar de reapresentarem o Brasil, também brigarão pelo pódio. Não encaro minhas adversárias como um duelo. Eu entro na prova feliz para poder fazer o que venho treinando. O mais importante de tudo é ver o Brasil subir no pódio, diz.
Na última semana Carla participou e venceu a terceira etapa do Troféu Brasil de Triathlon. O desafio fazia parte do seu treinamento mais intenso. Mas agora ela descansa e espera o grande dia. Estou bem tranqüila e descansando bem. Estou me sentindo bem da recuperação dos treinos e bastante motivada.
Além de toda responsabilidade de vestir a camisa do Brasil, essa prova será a primeira competição com seu novo técnico, Marcos Paulo Reis. É o meu primeiro grande objetivo desde que eu venho treinando como o meu novo técnico. Após isso tem muitos objetivos. Tem Pequim e várias etapas da Copa do Mundo, anuncia.
Se vencer o triathlon do Pan, Carla Moreno já terá uma vaga garantida nas Olimpíadas de Pequim. É um caminho mais curto para ir para Pequim. Mas acredito que a delegação brasileira de triathlon focou o Pan não por causa da Olimpíada, mas para fazer bonito. Muitas cotas de patrocinadores podem se abrir depois desse evento.
A prova de triathlon será realizada no dia 15 de julho na praia de Copacabana perto do posto seis. O Pan-americano abre oficialmente o calendário de jogos nessa sexta (13) com a cerimônia de abertura.
Mais Carla Moreno
Comida: japonesa
Ídolo: eu admiro cada pessoa. Torço pelo Brasil e cada um que sobe no pódio.
Filme: Meninas de Ouro, além de comédias para rir bastante.
Sonho: conquistar tudo aquilo que eu treinei. É um sonho que eu coloco como um objetivo e luto cada dia para isso.
Triathlon · 26 jun, 2007
Todo triathleta, não importa se é um bom nadador ou um mal nadador, já teve ou ainda tem problemas com a sua largada em uma prova de triathlon. Este é um tema bastante complexo e abrangente, pois existem os atletas iniciantes; os amadores, que fazem triathlon por hobby e saúde; os amadores com ambições de performance e por último os atletas de elite. Cada um desses grupos larga de uma forma diferente.
Vou dividir este tema em dois tópicos: um para os iniciantes e amadores (hobby/saúde) e outro para os atletas de performance, que falarei na próxima oportunidade.
Muitos atletas passam semanas e até meses treinando a técnica, resistência e a velocidade para, quando chegar o grande dia, estarem em sua melhor forma. Mas muitas vezes esquecem de como tudo começa: com a largada. Uma boa largada pode fazer com que você tenha uma grande prova ou uma prova péssima.
Tipos de largada - Nos triathlons, existem três tipos de largada e os triathletas devem estar preparados para todas elas. Quando a largada é na praia, os triathletas correm juntos da areia até o mar. Esta é, no Brasil, a largada mais comum.
A segunda largada mais comum no Brasil é com a linha de largada dentro da água. E a terceira, é quando a largada é dada de cima de um píer, obrigando os atletas a mergulharem.
Na largada, uma das coisas mais difíceis é achar o seu lugar. Os melhores nadadores, normalmente, sabem onde vão ficar: na frente do grupo, pois terão um ritmo mais forte do que os demais. E normalmente é onde todos acham que podem largar, até serem atropelados pelo grande grupo, aprendendo a não cometer mais o mesmo erro.
Se você não é um grande nadador, ou ainda está adquirindo confiança, largue mais atrás do grande grupo ou pelas laterais. Nas largadas das praias, os atletas têm um tempo maior para acharem com quem podem nadar, pois até chegar na água ele terá tempo para se posicionar em um grupo que nade em seu ritmo.
Nas provas onde a linha de largada fica dentro da água, os atletas se alinham boiando, ficando com a água acima da linha do peito e após o tiro de largada, dão algumas pernadas de peito mais fortes para saírem da inércia até entrarem no estilo livre.
E por último, as largadas de píer, quase não são vistas no Brasil, mas em outros países são bastante comuns. Os atletas ficam alinhados ombro a ombro e após o tiro de largada é feito um mergulho, que não pode ser muito fundo, pois além de perder tempo, o atleta corre risco de esbarrar em alguma coisa no fundo.
Como nos outros tipos de largada, neste caso também se faz um início bastante rápido até a primeira bóia, normalmente de 300m a 400m de distância, para depois o atleta entrar em seu ritmo normal de prova.
Como treinar a largada - Para este momento da prova, seria útil treinar junto com outras pessoas; todos largando juntos até uma determinada distância estabelecida pelo técnico, tentando simular ao máximo o que ocorre em uma competição.
Este tipo de treino pode ser feito de quatro a cinco repetições, em uma distância de 200 a 300m, preferencialmente em praias. Para quem não mora no litoral, pode usar tranqüilamente rios, lagos, represas, etc.
Uma outra forma bem eficiente de se acostumar a esse momento da prova seria colocar de quatro a seis atletas do mesmo nível em uma mesma raia de piscina. Eles fariam tiros apenas de ida. Pode ser em piscina de 25m ou de 50m. Os primeiros tiros seriam mais lentos, para irem se acostumando, até aumentar o ritmo. Sempre alternando os atletas de frente, do meio e do fundo do grupo.
Um fator importante que vem a auxiliar este trabalho de largada é a conscientização do atleta, de onde ele deve largar, sendo muito importante ele ter consciência do seu nível atual. Para os atletas mais nervosos é recomendável que larguem de cinco a 15 segundos depois do grande grupo.
O treino mental também auxilia muito nesta situação. Tente visualizar sua largada, posição no grupo, contorno de bóias, e até algo inesperado como os óculos de natação saindo do rosto e você calmamente ajustando-o e voltando para sua prova.
Triathlon · 18 jun, 2007
A brasileira Mariana Ohata conquistou a terceira posição da competição Des Moines BG, que faz parte da Copa do Mundo de Triathlon, nos Estados Unidos. Mariana completou o percurso de 1,5km de natação, 42km de bike e 10km de corrida em 2h05min29, após fazer um prova de recuperação.
No trecho de bike a brasileira ficou dois minutos atrás das líderes, mas conseguiu recuperar o tempo na corrida. Eu fiz o meu melhor hoje. Estou treinando duro por causa dos Jogos Pan-americanos, revela.
De acordo com os organizadores, a prova contou com 42 atletas de elite, mas somente 26 cruzaram a linha de chegada. A grande desistência das participantes aconteceu por causa do calor, os termômetros da cidade de Des Moines marcavam 34ºC.
A vencedora da prova foi a americana Laura Bennet, que bateu o recorde da competição, com o tempo de 2h04min32. Com a conquista do título, Laura ganhou 200 mil dólares, mais 65 mil de bônus pelo recorde e um carro zero. A segunda colocada foi a australiana Annabel Luxford em 2h04min46.
Triathlon · 29 maio, 2007
O brasileiro Marcus Ornellas venceu no último domingo (27) a 4ª edição do Triathlon Reggio, na cidade de Città, Itália. Ele completou a prova, que contou com 700m de natação, 20km de ciclismo e 5km de corrida, em 51min35.
O segundo lugar ficou com o italiano Giorgio Roveda, com 51min59. Já a terceira posição foi para o também italiano Massimo Cigana em 52min06. A vitória no feminino ficou com Maria Pezzarossa, que cruzou a linha de chegada em 1h01min04.
Me senti muito bem durante a prova. Estou contente pelo meu ciclismo e minha excelente corrida, já que estava competindo com alguns dos melhores triathletas italianos, e mesmo assim consegui abrir uma vantagem boa e me manter forte até o fim da prova, conta o brasileiro.
Triathlon · 06 maio, 2007
São Paulo - A segunda etapa do Troféu Brasil de Triathlon 2007 aconteceu na manhã desse domingo na Cidade Universitária de São Paulo. Ao todo 800 triathletas amadores e profissionais participaram da competição que contou com a distância olímpica (1,5km de natação, 40km bike e 10km de corrida) e também com o short distance, metade do percurso.
Os vencedores da prova foram Fábio Carvalho e Carla Moreno. Ele cruzou a linha de chegada em 1h59min20. Já Moreno finalizou o percurso com 2h17min49. A largada para os profissionais foi dada às 9h20 na Raia Olímpica. O primeiro atleta que saiu da água foi o jovem Vinicius Fernades. Depois foi a vez de Reinaldo Colucci, Fábio Carvalho e Oberdam.
Na bike Colucci liderou parte do percurso, mas foi superado por Fábio que conquistou o lugar mais alto do pódio. A prova foi bem emocionante. Disputada até os últimos metros. Foi uma prova bem bonita para o público. A minha família toda e amigos estavam aqui, talvez se o Reinaldo (Colucci) tivesse essa mesma torcida que eu tive, ele podia ter vencido. Eles me deram aquela forcinha no final, revela.
Agora Fábio Carvalho irá se concentrar para o Ironman Brasil que acontece no dia 27 de maio em Florianópolis, Santa Catarina. A segunda colocação no masculino ficou com Reinaldo Colucci em 1h59min42 seguido por Santiago Ascenço com 2h02min24.
A briga feminina pelo lugar mais alto do pódio ficou entre Carla Moreno e a carioca Ana Cristina Boccanera. As duas saíram quase juntas da água e também chegaram na área de transição bike/corrida com pouca diferença. Mas na corrida Carla Moreno abriu vantagem e chegou com folga para a vitória.
Foi uma prova dura. Eu estou treinando para o Pan e fica difícil fazer uma prova cansada. Me achei um pouco lenta na prova. Meu pulso não condizia com minha musculatura, parecia que eu estava carregando um elefante nas costas, revela.
De acordo com a atleta, a prova foi um treino forte para um único objetivo, a medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos. Eu posso ser audaciosa e pensar sim em uma medalha no Pan, conta. Carla deve seguir também na busca do hexacampeonato do Troféu Brasil e no próximo fim de semana ela participa do pré-olímpico no México.
Atrás de Carla Moreno garantiram a segunda e a terceira colocação, Ana Boccanera (2h24min29) e Fernanda Garcia (2h26min56).
Não é só de profissionais que o Troféu Brasil é feito. Os amadores também demonstraram muita garra e determinação na competição. José Roberto da Silva Júnior é um exemplo de superação. Após acidente de carro, ele teve a perna amputada e há quatro anos participa das provas de triathlon.
Não adaptado com a prótese, ele corre de muletas. Não tem tática para correr de muletas. Vai na raça mesmo. Eu uso o braço na água, no ciclismo e na corrida. É muito treinamento físico. Já estou acostumado. As muletas já fazem parte do meu corpo, conta. Agora ele pretende treinar ainda mais para disputar o Ironman no próximo ano.
No meio de muitos marmanjos uma pequena menina também se destacou. Camila Carneiro tem 12 anos e fez a prova como gente grande. Completou o short distance junto com seu pai, incentivador e praticante do mesmo esporte.
Essa foi a sua primeira vez no Troféu Brasil. Eu treinei, então não foi difícil para mim. Terminei bem. O mais importante para as provas é treino e disciplina, ensina.
Triathleta mirim desde 2004, Camila tira de letra o colégio e os treinos para o triathlon. Indagada se um dia será como as estrelas da modalidade ela logo diz: tenho vontade de ganhar, mas a ir para as olimpíadas acho que não.
Triathlon · 04 maio, 2007
No próximo domingo acontece em São Paulo a segunda etapa do Troféu Brasil de Triathlon. A competição será realizada na USP e além de atletas de ponta, o evento contará pela primeira vez com nove participantes portadores de deficiência mental, que competirão na prova na categoria revezamento especial.
A iniciativa é uma parceria entre o idealizador e organizador do evento, Núbio de Almeida, com o projeto Por Mais Alguém e a instituição Special Olympics Brasil, dois modelos de trabalhos na inclusão social. O esporte é uma ferramenta que pode ajudar em tudo e colocamos o Troféu Brasil de Triathlon para colaborar. Formamos grandes nomes da modalidade e também queremos colaborar neste exemplo de responsabilidade social, disse Núbio.
De acordo com os organizadores, os nove atletas são de várias instituições, de São Paulo, Santos e Limeira. Eles largarão às 8 horas e estarão divididos em três equipes. Diego Andrade, Marcus Costa, Carlos Rivarolli competem com o número 813; João Paulo Galante, Enio Massaki e Pedro Aveline, com o 814; e Rodrigo Torres, Ademilson de Souza e José H. C. Mattos, com o 815.
É a primeira vez que eles participarão numa competição com pessoas sem deficiências. Isso é muito importante, porque mostramos o quanto o deficiente pode se integrar, afirma Ana Rosa Enriquez, diretora do projeto Por Mais Alguém.
A prova começa ás 8h, com os amadores. Depois é a vez dos profissionais às 9h20 também na Raia Olímpica da USP. Ao todo os participantes irão enfrentar 1,5km de natação, 40km de bike e 10km de corrida. Além da distância olímpica, também haverá a categoria revezamento e o short triathlon, com a metade do percurso.
Tecnologia · 01 jul, 2026
Saúde · 30 jun, 2026