triathlon

Sem ingressos, público lota eventos gratuitos no Pan

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Mesmo antes de começar as competições nos Jogos Pan-americanos, a grande maioria dos ingressos já havia sido vendida. Irritados, muitos torcedores fizeram protestos e se revoltaram com a organização dos Jogos, mas nada disso adiantou. O jeito foi partir para os eventos gratuitos, como o Triathlon, que aconteceu no último domingo (15) na orla da Praia de Copacabana, cartão postal do Rio do Janeiro. Em todo o percurso da competição havia torcedores vibrando com a passagem dos atletas.

“O esporte merece que todos os brasileiros estejam aqui festejando e é bem melhor que essa prova seja gratuita”, comemora Samira Matuque, que veio de São Paulo para assistir aos Jogos.

Apesar da organização afirmar que todos os ingressos já estão esgotados, é possível notar muitos lugares vazios nas competições. Na final de equipes da Ginástica Artística, por exemplo, a Arena Multiesportiva estava cheia, mas não lotada. Vários lugares não estavam ocupados.

Francisco de Castro, o Cangaceiro Maratonista, veio do Ceará para assistir aos Jogos mas não tinha ingressos. “Fui na abertura mas o ingresso era muito caro, dava quase para ir de volta para o Ceará”, lamentou o cearense que estava todo paramentado para prestigiar a prova na Praia de Copacabana.

Em muitos locais de competição, como o mountain bike e o triathlon, a organização montou arquibancadas exclusivas para convidados especiais e autoridades. Enquanto o público pisava na lama no MTB e se espremia nas grades de Copacabana, os quase 160 lugares das arquibancadas não tinham 50% de sua ocupação.

Prestígio da família - Os parentes da atleta Carla Moreno vieram em peso para vê-la nadar, correr e pedalar em Copacabana. A caravana de 15 pessoas contou com a gratuidade do evento e saiu de São José dos Campos para prestigiar o triathlon. “Fizemos camisetas e faixas e é muito emocionante estar aqui. O clima da prova é muito legal”, comenta Ari Palma, sogro da atleta.

No Pan, vale mesmo o dito popular “sou brasileiro e não desisto nunca”. Mesmo pisando na lama ou enfrentando horas debaixo de um sol de quase 30ºC, o público não deixa de lado seus atletas. “A bandeirinha do Brasil ajuda a proteger do sol”, afirma Karina Campelo, que estava com a filhinha nos braços em Copacabana. Ela só foi ver a competição porque era gratuita e não pretende ir a outras provas.

Para quem não tem ingressos mas quer aproveitar os Jogos, ainda há eventos gratuitos, como a maratona, que acontece nos dias 22 e 30 e a Vela, que começa no dia 22. Além deles, o público também poderá assistir o esqui aquático e a marcha atlética.


Sem ingressos, público lota eventos gratuitos no Pan

Triathlon · 17 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Mesmo antes de começar as competições nos Jogos Pan-americanos, a grande maioria dos ingressos já havia sido vendida. Irritados, muitos torcedores fizeram protestos e se revoltaram com a organização dos Jogos, mas nada disso adiantou. O jeito foi partir para os eventos gratuitos, como o Triathlon, que aconteceu no último domingo (15) na orla da Praia de Copacabana, cartão postal do Rio do Janeiro. Em todo o percurso da competição havia torcedores vibrando com a passagem dos atletas.

“O esporte merece que todos os brasileiros estejam aqui festejando e é bem melhor que essa prova seja gratuita”, comemora Samira Matuque, que veio de São Paulo para assistir aos Jogos.

Apesar da organização afirmar que todos os ingressos já estão esgotados, é possível notar muitos lugares vazios nas competições. Na final de equipes da Ginástica Artística, por exemplo, a Arena Multiesportiva estava cheia, mas não lotada. Vários lugares não estavam ocupados.

Francisco de Castro, o Cangaceiro Maratonista, veio do Ceará para assistir aos Jogos mas não tinha ingressos. “Fui na abertura mas o ingresso era muito caro, dava quase para ir de volta para o Ceará”, lamentou o cearense que estava todo paramentado para prestigiar a prova na Praia de Copacabana.

Em muitos locais de competição, como o mountain bike e o triathlon, a organização montou arquibancadas exclusivas para convidados especiais e autoridades. Enquanto o público pisava na lama no MTB e se espremia nas grades de Copacabana, os quase 160 lugares das arquibancadas não tinham 50% de sua ocupação.

Prestígio da família - Os parentes da atleta Carla Moreno vieram em peso para vê-la nadar, correr e pedalar em Copacabana. A caravana de 15 pessoas contou com a gratuidade do evento e saiu de São José dos Campos para prestigiar o triathlon. “Fizemos camisetas e faixas e é muito emocionante estar aqui. O clima da prova é muito legal”, comenta Ari Palma, sogro da atleta.

No Pan, vale mesmo o dito popular “sou brasileiro e não desisto nunca”. Mesmo pisando na lama ou enfrentando horas debaixo de um sol de quase 30ºC, o público não deixa de lado seus atletas. “A bandeirinha do Brasil ajuda a proteger do sol”, afirma Karina Campelo, que estava com a filhinha nos braços em Copacabana. Ela só foi ver a competição porque era gratuita e não pretende ir a outras provas.

Para quem não tem ingressos mas quer aproveitar os Jogos, ainda há eventos gratuitos, como a maratona, que acontece nos dias 22 e 30 e a Vela, que começa no dia 22. Além deles, o público também poderá assistir o esqui aquático e a marcha atlética.

Sandra Soldan comenta jogo de equipe no triathlon

Triathlon · 16 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Em Olimpíadas, Pan-americanos e outros campeonatos é comum o jogo de equipe por parte de atletas dos Estados Unidos, Canadá e outros países de tradição no triathlon, fato que não ocorre com o Brasil. Depois da explicação de Juraci Moreira, bronze na prova desse domingo, Sandra Soldan também comenta o assunto.

Juraci disse que aqui no Brasil não é possível fazer jogo de equipe devido ao diferente nível de condicionamento dos atletas, já que cada um treina em um local diferente e de maneiras distintas. Soldan ratifica as palavras do companheiro e diz que falta apoio da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

Segundo ela, os estrangeiros tem todas as despesas pagas em viagens, coisa que não acontece no Brasil, o que dificulta uma possível estratégia coletiva. “O jogo de equipe das estrangeiras vem das Confederações que mantém os atletas e pagam para eles treinarem. Elas ditam o que cada um faz e quem vai trabalhar para quem”.

Apesar das dificuldades encontradas, os brasileiros sempre arrumam um jeitinho de beliscar bons resultados. “A Confederação acha que somos geração passada, eles estão focados apenas na geração mais nova. Fiquei muito feliz pelo Juraci, ele representou muito bem nossa equipe de triathlon com o bronze”, desabafa.

Vencedoras do triathlon avaliam a prova do Pan

Direto do Rio de Janeiro - Para garantir a medalha de ouro e a prata dos Jogos Pan-americanos, as triathletas americanas Julie Ertel e Sarah Haskins usaram uma estratégia peculiar na prova: jogo de equipe. A canadense Lauren Groves, medalha bronze, também usou a mesma estratégia com suas compatriotas.

Julie, ex-jogadora de pólo aquático, diz que elas sempre procuram colocar o maior número de americanas no pódio. No Pan esse objetivo foi primordial, já que a primeira colocada também garantiu uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. “Já competimos juntas há algum tempo e isso facilita bastante o jogo de equipe”, comenta em relação à sua companheira Sarah. “Não importa quem vença, estamos sempre trabalhando pela equipe”, ressalta a vice-campeã.

Sobre a estratégia coletiva, Julie diz que é forte na natação, enquanto Sarah se dá melhor na corrida. Além disso, dependendo do momento, aquela que estiver melhor na prova aumenta a velocidade no final para faturar a primeira colocação.

Apesar do esforço, não há garantias que as medalhistas de ouro cheguem até Pequim. “A vaga olímpica não ficará comigo, mas sim com a equipe e depois teremos eliminatórias para ver quem se classificará para os jogos”, ressalta Ertel, que afirma gostar muito de participar de competições onde pode se integrar com atletas de vários países diferentes.

Já a canadense Laure Groves, que começou a carreira nas competições de pista, parece não ter sentido o forte calor do Rio de Janeiro. “Apesar do Canadá ser um país frio, eu treino muito no Colorado (EUA), onde é muito quente. Lá não tem a umidade daqui, mas estou acostumada com as altas temperaturas”, comenta com uma simpatia contagiante.


Vencedoras do triathlon avaliam a prova do Pan

Triathlon · 16 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Para garantir a medalha de ouro e a prata dos Jogos Pan-americanos, as triathletas americanas Julie Ertel e Sarah Haskins usaram uma estratégia peculiar na prova: jogo de equipe. A canadense Lauren Groves, medalha bronze, também usou a mesma estratégia com suas compatriotas.

Julie, ex-jogadora de pólo aquático, diz que elas sempre procuram colocar o maior número de americanas no pódio. No Pan esse objetivo foi primordial, já que a primeira colocada também garantiu uma vaga nas Olimpíadas de Pequim. “Já competimos juntas há algum tempo e isso facilita bastante o jogo de equipe”, comenta em relação à sua companheira Sarah. “Não importa quem vença, estamos sempre trabalhando pela equipe”, ressalta a vice-campeã.

Sobre a estratégia coletiva, Julie diz que é forte na natação, enquanto Sarah se dá melhor na corrida. Além disso, dependendo do momento, aquela que estiver melhor na prova aumenta a velocidade no final para faturar a primeira colocação.

Apesar do esforço, não há garantias que as medalhistas de ouro cheguem até Pequim. “A vaga olímpica não ficará comigo, mas sim com a equipe e depois teremos eliminatórias para ver quem se classificará para os jogos”, ressalta Ertel, que afirma gostar muito de participar de competições onde pode se integrar com atletas de vários países diferentes.

Já a canadense Laure Groves, que começou a carreira nas competições de pista, parece não ter sentido o forte calor do Rio de Janeiro. “Apesar do Canadá ser um país frio, eu treino muito no Colorado (EUA), onde é muito quente. Lá não tem a umidade daqui, mas estou acostumada com as altas temperaturas”, comenta com uma simpatia contagiante.

Público “empurra” Juraci na conquista do bronze

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Milhares de pessoas lotaram a orla da Praia de Copacabana na manhã deste domingo (15) e foram brindadas pelo bronze de Juraci Moreira, no triathlon. “A torcida quase pula dentro da pista para te empurrar e é isso que nos move. Mesmo tendo dor ou estando cansado, conseguimos nos superar”, afirma o medalhista brasileiro.

O atleta chegou a perder algumas posições na parte do ciclismo, mas recuperou na corrida e conquistou o bronze. “Missão cumprida. Claro que queremos sempre o ouro, mas esse bronze está maravilhoso, é um sonho ganhar essa medalha no Pan do Rio”, comemora Juraci. “Fazer parte dessa festa como medalhista para mim é muito bom. Com certeza será um dia inesquecível”, completa.

O triatlhon masculino foi vencido pelo norte-americano Andy Potts, seguido do canadense Brent McMahon. Já no feminino, dobradinha norte-americana, com Julie Ertel e Sarah Haskins. Em terceiro, Lauren Groves, do Canadá.

Torcida - O triatlhon é uma das poucas provas do Pan em que não há cobrança de ingressos, motivo a mais que levou cariocas e turistas a lotar a praia de Copacabana.

“Sendo no Rio de Janeiro eu já esperava um público como esse. Estava todo mundo aqui, prova lotada, cartão postal do Rio, não tinha lugar melhor para ser realizada”, afirma Juraci.

O público acompanhou todos os momentos da prova, “desde a largada até o final do percurso tinha gente torcendo e incentivando”, observa Juraci.


Público “empurra” Juraci na conquista do bronze

Triathlon · 15 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Milhares de pessoas lotaram a orla da Praia de Copacabana na manhã deste domingo (15) e foram brindadas pelo bronze de Juraci Moreira, no triathlon. “A torcida quase pula dentro da pista para te empurrar e é isso que nos move. Mesmo tendo dor ou estando cansado, conseguimos nos superar”, afirma o medalhista brasileiro.

O atleta chegou a perder algumas posições na parte do ciclismo, mas recuperou na corrida e conquistou o bronze. “Missão cumprida. Claro que queremos sempre o ouro, mas esse bronze está maravilhoso, é um sonho ganhar essa medalha no Pan do Rio”, comemora Juraci. “Fazer parte dessa festa como medalhista para mim é muito bom. Com certeza será um dia inesquecível”, completa.

O triatlhon masculino foi vencido pelo norte-americano Andy Potts, seguido do canadense Brent McMahon. Já no feminino, dobradinha norte-americana, com Julie Ertel e Sarah Haskins. Em terceiro, Lauren Groves, do Canadá.

Torcida - O triatlhon é uma das poucas provas do Pan em que não há cobrança de ingressos, motivo a mais que levou cariocas e turistas a lotar a praia de Copacabana.

“Sendo no Rio de Janeiro eu já esperava um público como esse. Estava todo mundo aqui, prova lotada, cartão postal do Rio, não tinha lugar melhor para ser realizada”, afirma Juraci.

O público acompanhou todos os momentos da prova, “desde a largada até o final do percurso tinha gente torcendo e incentivando”, observa Juraci.

EUA dominam pódio no triathlon do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

Após competição masculina, foi a vez das mulheres disputarem o pódio do triathlon Pan-americano. A delegação dos Estados Unidos liderou a competição do começo ao fim e as duas competidoras, Julie Ertel e Sarah Haskins abocanharam respectivamente a ouro, a prata.

Antes de chegarem ao Brasil, o diretor da Confederação de Triathlon dos Estados Unidos, Scott Schmitzspahn, já anunciava que eles iriam ganhar mais de uma medalha. Para isso as três atletas usaram muita tática e fizeram quase toda prova juntas. O Canadá também levou um forte time e garantiu o bronze com Lauren Groves.

A melhor brasileira da competição foi Mariana Ohata com a sexta colocação. Apesar de tentar se aproximar das americanas, Mariana Ohata não conseguiu diminuir a diferença entre o primeiro e o segundo pelotão.

Ao todo foram 1,5km de natação, 40km de bike e por fim 10 de corrida. Hoje também aconteceu a competição masculina do triathlon e o brasileiro Juraci Moreira ficou com o bronze para o Brasil.

Triathletas já estão na etapa corrida do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

As atletas que participam nesse momento do triathlon do Pan-americano do Rio estão na última etapa da competição. Elas já enfrentaram 1,5km de natação, 40km de bike e agora partem para 10km de corrida.

As americanas continuam na liderança com Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty. Mas Sara passou na área de transição aparentemente cansada. No segundo pelotão da prova estão as competidores brasileiras.

Mariana Ohata saiu para a corrida na 10ª posição, Sandra Soldan em 15º lugar Carla Moreno 18º.De acordo com o treinador Carlos Eugênio Ferraro, o Neném, Carla Moreno tem uma forte corrida, só depende do pelotão que ela estiver. O Webrun acompanha a prova.

EUA usa tática de grupo para liderar triathlon no Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

A seleção americana de triathlon continua na liderança da competição Pan-americana, prova que acontece nesse momento no Rio de Janeiro. As três competidoras Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty revezam o primeiro lugar. Cada uma fica cerca de 20 segundos na primeira posição.

A tática das americanas prova que além do ouro, elas vieram ao Brasil para garantirem uma vaga para os Jogos Olímpicos de Pequim. O segundo pelotão, com 19 atletas, está 2min19s atrás e este é liderado pela brasileira Mariana Ohata.

Agora os termômetros da praia de Copacabana registram 29ºC, mais um desafio para as participantes. O público é intenso e torce bastante para o Brasil. O Webrun acompanha a prova.

Americanas lideram triathlon do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

Acontece agora no Rio de Janeiro a competição de triathlon do Pan. As participantes já concluíram a etapa de natação da prova e estão no ciclismo. Ao todo serão 40 quilômetros de bike num total de sete voltas.

As três americanas Julie Swail, Sarah Haskins e Sara Mclarty lideram a prova de bike. O Grupo se reveza nas primeiras posições. A brasileira Sandra Soldan é a quarta colocada com chances de chegar no pelotão, já que está 1min15s atrás das americanas.

Após a etapa de bike as triathletas enfrentam mais 10 quilômetros de corrida. A disputa pelo pódio continua e o Webrun acompanha toda competição.

Triathlon feminino acontece no Rio

Triathlon · 15 jul, 2007

Após a competição masculina de triathlon do Pan e o bronze do brasileiro Juraci Moreira agora é a vez das mulheres disputarem a competição. A largada foi dada às 10h30 na praia de Copacabana no Rio de Janeiro. O calor a temperatura na capital carioca está mais alta se comparada coma a prova masculina. Os termômetros marcam aproximadamente 29ºC.

Ao todo serão 1,5km de natação, 40km de bike e 10 de corrida. A primeira atleta que saiu da água foi a americana Sara McLarty. A brasileira Sandra Soldan foi a quinta colocada na transição para a bike.

O Brasil também tem como representantes Carla Moreno e Mariana Ohata. A briga pela medalha de ouro e pela vaga nas Olimpíadas de Pequim continua.

Canadenses lideram triathlon do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

A largada masculina do Triathlon Pan-americano aconteceu nessa manhã às 8h na praia de Copacabana no Rio de Janeiro. Nesse momento os competidores estão na etapa de corrida da corrida. Lideram a competição os canadenses Paul Tichelaar e Brent McMahon.

Os brasileiros Juraci Moreira, Virgílio de Castilho e Antonio Marcos estão no pelotão atrás dos dois canadenses. O triathletas já percorreram 1,5km de natação e 40 km de bike.

O melhor brasileiro na transição bike e corrida foi Juraci Moreira que chegou na área de transição em 18º. O público em Copacabana é grande e a torcida para o Brasil também. A prova feminina será realizada hoje às 10h30.