
Sandra e Mariana Ohata durante a chegada (foto: Thiago Padovanni/ www.webrun.com.br )
Direto do Rio de Janeiro – Em Olimpíadas, Pan-americanos e outros campeonatos é comum o jogo de equipe por parte de atletas dos Estados Unidos, Canadá e outros países de tradição no triathlon, fato que não ocorre com o Brasil. Depois da explicação de Juraci Moreira, bronze na prova desse domingo, Sandra Soldan também comenta o assunto.
Juraci disse que aqui no Brasil não é possível fazer jogo de equipe devido ao diferente nível de condicionamento dos atletas, já que cada um treina em um local diferente e de maneiras distintas. Soldan ratifica as palavras do companheiro e diz que falta apoio da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).
Segundo ela, os estrangeiros tem todas as despesas pagas em viagens, coisa que não acontece no Brasil, o que dificulta uma possível estratégia coletiva. O jogo de equipe das estrangeiras vem das Confederações que mantém os atletas e pagam para eles treinarem. Elas ditam o que cada um faz e quem vai trabalhar para quem.
Apesar das dificuldades encontradas, os brasileiros sempre arrumam um jeitinho de beliscar bons resultados. A Confederação acha que somos geração passada, eles estão focados apenas na geração mais nova. Fiquei muito feliz pelo Juraci, ele representou muito bem nossa equipe de triathlon com o bronze, desabafa.
Este texto foi escrito por: Alexandre Koda