Cob_Jogos_Panamericanos_2007

Após Pan, empresa homenageia seus patrocinados

Triathlon · 31 jul, 2007

No último domingo (29), após a festa de encerramento dos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro, a companhia aérea Gol realizou um coquetel para homenagear os atletas que patrocina, entre eles Mariana Ohata. A triathleta comenta sobre o apoio e o sexto lugar na competição.

Rio de Janeiro - Mariana Ohata foi uma das atletas escolhidas pela empresa para um projeto que começou desde janeiro e teve o primeiro resultado nos Jogos Pan-americanos. Segundo ela, patrocínio no Brasil para o esporte é algo muito complicado, então é preciso parabenizar as empresas que tomam essa inicativa.

“Eu fiquei muito feliz com esse convite, venho com o Pão de Açúcar há anos e agora com a Gol me dá mais motivação para melhorar sempre”. Ela diz ainda que a companhia é inovadora, assim como os competidores que patrocina. “Ela é jovem e tem a nossa cara, isso é ótimo para nós”.

Já sobre a competição, passado o alvoroço criado sobre o mal resultado obtido pelo trio (Mariana, Carla Moreno e Sandra Soldan), ela diz que deu o máximo de si, mas o jogo de equipe das americanas dificultou um pódio. “Tentei fazer a minha prova, mas infelizmente não foi um dia bom para mim. Agora vou pensar no Mundial em setembro e manter a vaga olímpica para poder pensar em medalhas”.

Jogo de equipe - Após a prova, realizada no último dia 15, grande parte da imprensa questionou o porquê de as brasileiras não fazerem jogo de equipe para terem mais chances de medalha, como fazem muitas delegações estrangeiras. “O triathlon é um esporte individual, mas se existe um acordo com a Confederação para que o país se saia bem, aí sim poderia dar certo. Como aqui as pessoas pensam individualmente, esse jogo fica inviável”.

Juraci Moreira e Sandra Soldan haviam dito após a prova que a CBTri faz um trabalho de base com os jovens triathletas, mas esquece um pouco da geração que está atualmente na ativa. Mariana acredita que esse novo grupo possa um dia competir pensando no país. “Eu torço por isso, já que estamos precisando de uma renovação no triathlon, que é um esporte novo”.

A paraatleta Ádria dos Santos, competidora da classe T11 (baixa visão), também é uma das patrocinadas pela Gol, mas não pôde comparecer ao evento. Ela é a maior medalhista deficiente do país, com quatro ouros e oito pratas e disputará os Jogos Parapan-americanos, que acontecerão no Rio de Janeiro de 12 a 19 de agosto.


Após Pan, empresa homenageia seus patrocinados

Triathlon · 31 jul, 2007

No último domingo (29), após a festa de encerramento dos Jogos Pan-americanos no Rio de Janeiro, a companhia aérea Gol realizou um coquetel para homenagear os atletas que patrocina, entre eles Mariana Ohata. A triathleta comenta sobre o apoio e o sexto lugar na competição.

Rio de Janeiro - Mariana Ohata foi uma das atletas escolhidas pela empresa para um projeto que começou desde janeiro e teve o primeiro resultado nos Jogos Pan-americanos. Segundo ela, patrocínio no Brasil para o esporte é algo muito complicado, então é preciso parabenizar as empresas que tomam essa inicativa.

“Eu fiquei muito feliz com esse convite, venho com o Pão de Açúcar há anos e agora com a Gol me dá mais motivação para melhorar sempre”. Ela diz ainda que a companhia é inovadora, assim como os competidores que patrocina. “Ela é jovem e tem a nossa cara, isso é ótimo para nós”.

Já sobre a competição, passado o alvoroço criado sobre o mal resultado obtido pelo trio (Mariana, Carla Moreno e Sandra Soldan), ela diz que deu o máximo de si, mas o jogo de equipe das americanas dificultou um pódio. “Tentei fazer a minha prova, mas infelizmente não foi um dia bom para mim. Agora vou pensar no Mundial em setembro e manter a vaga olímpica para poder pensar em medalhas”.

Jogo de equipe - Após a prova, realizada no último dia 15, grande parte da imprensa questionou o porquê de as brasileiras não fazerem jogo de equipe para terem mais chances de medalha, como fazem muitas delegações estrangeiras. “O triathlon é um esporte individual, mas se existe um acordo com a Confederação para que o país se saia bem, aí sim poderia dar certo. Como aqui as pessoas pensam individualmente, esse jogo fica inviável”.

Juraci Moreira e Sandra Soldan haviam dito após a prova que a CBTri faz um trabalho de base com os jovens triathletas, mas esquece um pouco da geração que está atualmente na ativa. Mariana acredita que esse novo grupo possa um dia competir pensando no país. “Eu torço por isso, já que estamos precisando de uma renovação no triathlon, que é um esporte novo”.

A paraatleta Ádria dos Santos, competidora da classe T11 (baixa visão), também é uma das patrocinadas pela Gol, mas não pôde comparecer ao evento. Ela é a maior medalhista deficiente do país, com quatro ouros e oito pratas e disputará os Jogos Parapan-americanos, que acontecerão no Rio de Janeiro de 12 a 19 de agosto.

Brasil termina Pan-americano com 161 medalhas

Atletismo · 30 jul, 2007

Os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminaram ontem (29) após 17 dias de competições. Com festa de encerramento, que premiou o vencedor da maratona, o brasileiro Franck Caldeira, o Brasil finalizou esse Pan com 161 medalhas, número recorde para o país.

No quadro geral de medalhas, não deu para o Brasil ficar na segunda posição. Seu maior rival, Cuba, ficou com o vice num total de 59 medalhas de ouro contra 54 do Brasil.

No atletismo os brazucas garantiram nove medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze. Uma das douradas ficou com Franck Caldeira na maratona. Já nas provas de pista o Brasil conquistou o ouro nos 1.500m feminino e masculino com Juliana Santos e Hudson de Souza.

Mais uma vez o revezamento 4x100m do Brasil comprovou favoritismo a angariou o outro ouro. Além disso, o triathlon brasileiro também subiu ao pódio com o bronze de Juraci Moreira.

Agora os atletas que ainda não conseguiram vaga ou índice para as Olimpíadas de Pequim, em 2008, vão correr atrás de mais um objetivo. Resta um ano para todos brigarem por um lugar na competição que pode ser considerada a mais importante do mundo.


Brasil termina Pan-americano com 161 medalhas

Atletismo · 30 jul, 2007

Os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro terminaram ontem (29) após 17 dias de competições. Com festa de encerramento, que premiou o vencedor da maratona, o brasileiro Franck Caldeira, o Brasil finalizou esse Pan com 161 medalhas, número recorde para o país.

No quadro geral de medalhas, não deu para o Brasil ficar na segunda posição. Seu maior rival, Cuba, ficou com o vice num total de 59 medalhas de ouro contra 54 do Brasil.

No atletismo os brazucas garantiram nove medalhas de ouro, cinco de prata e nove de bronze. Uma das douradas ficou com Franck Caldeira na maratona. Já nas provas de pista o Brasil conquistou o ouro nos 1.500m feminino e masculino com Juliana Santos e Hudson de Souza.

Mais uma vez o revezamento 4x100m do Brasil comprovou favoritismo a angariou o outro ouro. Além disso, o triathlon brasileiro também subiu ao pódio com o bronze de Juraci Moreira.

Agora os atletas que ainda não conseguiram vaga ou índice para as Olimpíadas de Pequim, em 2008, vão correr atrás de mais um objetivo. Resta um ano para todos brigarem por um lugar na competição que pode ser considerada a mais importante do mundo.

Cãibra tira Vanderlei Cordeiro do tri da maratona no Pan

Maratona · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - O corredor Vanderlei Cordeiro de Lima desistiu da maratona Pan-americana no quilômetro 38, devido a uma câimbra na perna. “Eu não tenho frustração não. Estou feliz de mais com a vitória do Franck, acho que é uma vitória do atletismo brasileiro”, diz. “Eu comecei a sentir no quilômetro 30, aguentei um pouco mais, mas tive que abandonar”.

Vanderlei vê em Franck Caldeira o surgimento de uma nova geração de corredores no atletismo. “O ciclo vai se passando e cada um tem a sua história e o Franck a partir deste momento está fazendo a historia dele”, conta. O próximo passo na história de maratonista será as Olimpíadas de Pequim: “vou buscar o índice para conseguir mas uma participação na Olimpíada e agora é focar em Pequim”.

Os torcedores vieram ao Aterro do Flamengo prestigiar os atletas, aplaudiram e deram apoio a todos. No fim da prova os maratonistas de todos os países fizeram questão de agradecer a torcida assim que cruzavam a linha de chegada. “Eu fiquei muito feliz e muito contente com toda a torcida incentivando. O Rio de Janeiro está de parabéns pela organização não só da maratona, mas dos jogos e acho que tem tudo para sediar as Olimpíadas em 2016”, conta Vanderlei.

O atleta aproveitou para elogiar o presidente Lula e se desculpar pelas vaias no Maracanã. “Eu em nome de todos os atletas acho que a gente tem o dever de pedir desculpas pela vaia que o presidente teve na abertura e agradecer a ele por tudo que fez pelo esporte e pelos jogos Pan-Americanos. Meus parabéns ao presidente Lula por todo apoio que ele deu ao esporte”.


Cãibra tira Vanderlei Cordeiro do tri da maratona no Pan

Maratona · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - O corredor Vanderlei Cordeiro de Lima desistiu da maratona Pan-americana no quilômetro 38, devido a uma câimbra na perna. “Eu não tenho frustração não. Estou feliz de mais com a vitória do Franck, acho que é uma vitória do atletismo brasileiro”, diz. “Eu comecei a sentir no quilômetro 30, aguentei um pouco mais, mas tive que abandonar”.

Vanderlei vê em Franck Caldeira o surgimento de uma nova geração de corredores no atletismo. “O ciclo vai se passando e cada um tem a sua história e o Franck a partir deste momento está fazendo a historia dele”, conta. O próximo passo na história de maratonista será as Olimpíadas de Pequim: “vou buscar o índice para conseguir mas uma participação na Olimpíada e agora é focar em Pequim”.

Os torcedores vieram ao Aterro do Flamengo prestigiar os atletas, aplaudiram e deram apoio a todos. No fim da prova os maratonistas de todos os países fizeram questão de agradecer a torcida assim que cruzavam a linha de chegada. “Eu fiquei muito feliz e muito contente com toda a torcida incentivando. O Rio de Janeiro está de parabéns pela organização não só da maratona, mas dos jogos e acho que tem tudo para sediar as Olimpíadas em 2016”, conta Vanderlei.

O atleta aproveitou para elogiar o presidente Lula e se desculpar pelas vaias no Maracanã. “Eu em nome de todos os atletas acho que a gente tem o dever de pedir desculpas pela vaia que o presidente teve na abertura e agradecer a ele por tudo que fez pelo esporte e pelos jogos Pan-Americanos. Meus parabéns ao presidente Lula por todo apoio que ele deu ao esporte”.

Franck diz que a arriscou tudo na vitória

Maratona · 29 jul, 2007

O brasileiro Franck Caldeira comenta que a vitória de hoje se deve à uma tática arriscada e que só deu certo pois aumentou os treinamentos longos durante o tempo de preparação. Ele vinha atrás de Amado Garcia até o quilômetro 28, ocasião em que aumentou a passada, encostou no corredor da Guatemala e o ultrapassou.

Direto do Rio de Janeiro - “Fiz um mês de treinos na altitude da Bolívia e três semanas de preparação e aclimatação no Rio de Janeiro. Em vez de fazer duas sessões de 10 quilômetros por dia, aumentei para 15 e, nos longões chegava ao final dos 40 quilômetros com sobra, o que me permitiu fazer o que fiz hoje”, ressalta o campeão.

A idéia inicial era sair para a definição no quilômetro 38, mas ao ver o adversário se distanciar muito antes dessa marca, ele resolveu ir atrás. “O ritmo estava muito forte, mas eu não poderia deixar de pegar o ponteiro e consegui abrir para vencer”. Na São Silvestre do ano passado muitos disseram que ele só ganhou, pois corredores fortes como Marílson Gomes, Vanderlei Cordeiro e Paul Tergat não participaram.

“Não pode-se ter rivalidade no atletismo, temos todos que representar o Brasil. Hoje mais uma vez mostrei que tenho potencial e dedico a medalha às pessoas que acreditaram em mim desde o início. Aos poucos as outras pessoas reconhecerão meu trabalho e isso é o mais importante”, desabafa o corredor. De acordo com ele, no Brasil há uma cultura de que maratonistas tem que ser mais velhos e geralmente em fim de carreira.

“No Japão e em alguns países da África garotos de 19 e 20 anos já fazem preparação para maratonas. No meu caso eu optei essa distância para poder ganhar mais dinheiro”, ressalta sobre a falta de reconhecimento que os cinco e 10 mil metros de pista têm no país.

Jogo de equipe - Já sobre um assunto muito corriqueiro nas provas de triathlon e também na maratona feminina, o jogo de equipe, Franck comenta se houve algum tipo de estratégia com Vanderlei Cordeiro. “Ele era um adversário para mim e vice-versa. Eu sabia que se ele estivesse na frente, faria de tudo para me desgastar e garantir a vitória”. Apesar de se considerarem adversários, eles deixariam a briga apenas para o final da prova. “Fiz o trabalho de me manter com o pelotão até o quilômetro 28 junto com o Vanderlei e achei estranho quando ele não veio atrás na minha disparada contra o guatemalteco”.

O medalhista de ouro só ficou sabendo que o compatriota teve problemas de cãimbras ao cruzar a linha de chegada e obter informações com a comissão técnica. “Achei que ele pudesse ter uma estratégia diferente, mas é uma pena que não tenha completado, ele é uma herói para todos nós”.

Ele agradeceu muito ao público, que a todo o momento o incentivou e deu forças para que continuasse rumo à vitória Pan-americana. “Esse apoio é importante para os maratonistas não se sentirem tão solitários”, comenta Franck. “A torcida me incentivou desde a época da qualificação para o Pan”.

Ainda sem índice para chegar às Olimpíadas de Pequim em 2008, ele diz que pretende correr uma Maratona na Europa, provavelmente na Itália, para assegurar a participação. “Eu tenho minha melhor marca nos 10 mil na Itália, é uma percurso muito rápido”.


Franck diz que a arriscou tudo na vitória

Maratona · 29 jul, 2007

O brasileiro Franck Caldeira comenta que a vitória de hoje se deve à uma tática arriscada e que só deu certo pois aumentou os treinamentos longos durante o tempo de preparação. Ele vinha atrás de Amado Garcia até o quilômetro 28, ocasião em que aumentou a passada, encostou no corredor da Guatemala e o ultrapassou.

Direto do Rio de Janeiro - “Fiz um mês de treinos na altitude da Bolívia e três semanas de preparação e aclimatação no Rio de Janeiro. Em vez de fazer duas sessões de 10 quilômetros por dia, aumentei para 15 e, nos longões chegava ao final dos 40 quilômetros com sobra, o que me permitiu fazer o que fiz hoje”, ressalta o campeão.

A idéia inicial era sair para a definição no quilômetro 38, mas ao ver o adversário se distanciar muito antes dessa marca, ele resolveu ir atrás. “O ritmo estava muito forte, mas eu não poderia deixar de pegar o ponteiro e consegui abrir para vencer”. Na São Silvestre do ano passado muitos disseram que ele só ganhou, pois corredores fortes como Marílson Gomes, Vanderlei Cordeiro e Paul Tergat não participaram.

“Não pode-se ter rivalidade no atletismo, temos todos que representar o Brasil. Hoje mais uma vez mostrei que tenho potencial e dedico a medalha às pessoas que acreditaram em mim desde o início. Aos poucos as outras pessoas reconhecerão meu trabalho e isso é o mais importante”, desabafa o corredor. De acordo com ele, no Brasil há uma cultura de que maratonistas tem que ser mais velhos e geralmente em fim de carreira.

“No Japão e em alguns países da África garotos de 19 e 20 anos já fazem preparação para maratonas. No meu caso eu optei essa distância para poder ganhar mais dinheiro”, ressalta sobre a falta de reconhecimento que os cinco e 10 mil metros de pista têm no país.

Jogo de equipe - Já sobre um assunto muito corriqueiro nas provas de triathlon e também na maratona feminina, o jogo de equipe, Franck comenta se houve algum tipo de estratégia com Vanderlei Cordeiro. “Ele era um adversário para mim e vice-versa. Eu sabia que se ele estivesse na frente, faria de tudo para me desgastar e garantir a vitória”. Apesar de se considerarem adversários, eles deixariam a briga apenas para o final da prova. “Fiz o trabalho de me manter com o pelotão até o quilômetro 28 junto com o Vanderlei e achei estranho quando ele não veio atrás na minha disparada contra o guatemalteco”.

O medalhista de ouro só ficou sabendo que o compatriota teve problemas de cãimbras ao cruzar a linha de chegada e obter informações com a comissão técnica. “Achei que ele pudesse ter uma estratégia diferente, mas é uma pena que não tenha completado, ele é uma herói para todos nós”.

Ele agradeceu muito ao público, que a todo o momento o incentivou e deu forças para que continuasse rumo à vitória Pan-americana. “Esse apoio é importante para os maratonistas não se sentirem tão solitários”, comenta Franck. “A torcida me incentivou desde a época da qualificação para o Pan”.

Ainda sem índice para chegar às Olimpíadas de Pequim em 2008, ele diz que pretende correr uma Maratona na Europa, provavelmente na Itália, para assegurar a participação. “Eu tenho minha melhor marca nos 10 mil na Itália, é uma percurso muito rápido”.

Franck Caldeira é ouro na Maratona do Pan

Maratona · 29 jul, 2007

No último dia de competições dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro aconteceu a maratona masculina. Numa prova de recuperação, o brasileiro Franck Caldeira garantiu o ouro depois de assumir a liderança nos dois últimos quilômetros de competição.

O mineiro de Sete Lagoas cruzou a linha de chegada com a bandeira do Brasil sob forte chuva em 2h14min03. “Eu quero agradecer a todo o Brasil. Foi uma prova tática para buscar a medalha. No início eu foquei o Vanderlei e os mexicanos. No quilômetro 31 eu estava muito bem e corri num ritmo forte. Estava determinado e deu certo”, conta o campeão.

Além de Franck, o Brasil foi representando por Vanderlei Cordeiro, que não completou a prova. A prata foi para o atleta da Guatemala Amado Garcia e o bronze para o mexicano Procópio Franco.

A largada foi dada na praia de São Conrado com baixa temperatura para a capital carioca, 15°C, e umidade relativa do ar de 68%. O destaque da prova ficou com os guatemalenses Alfredo Arevalo e Amado Garcia. Os dois lideraram boa parte do percurso. Enquanto um segundo pelotão, formado por Vanderlei Cordeiro e Franck, tentou em diversos momentos alcança-los.

Após o quilômetro 22, Amado Garcia apertou mais e seguiu sozinho na liderança. Depois de Vanderlei Cordeiro assumir a segunda colocação, Franck Caldeira aumentou o ritmo, ultrapassou o seu companheiro e apertou para alcançar o guatemalense restando dois quilômetros para o final.

Após ultrapassar o adversário, ele recebeu muito incentivo do público local e, ao mesmo tempo em que a chuva começou a cair no Rio de Janeiro, ele abriu uma larga vantagem. Nos metros finais ele pegou uma bandeira do Brasil, deu um sorriso e começou a mandar beijos para a torcida.

Com o ouro de Franck, o Brasil ficou com 52 medalhas no quadro dos Jogos, só no atletismo foram nove douradas para os brazucas. Ainda hoje acontece também a festa de encerramento do Pan.


Franck Caldeira é ouro na Maratona do Pan

Maratona · 29 jul, 2007

No último dia de competições dos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro aconteceu a maratona masculina. Numa prova de recuperação, o brasileiro Franck Caldeira garantiu o ouro depois de assumir a liderança nos dois últimos quilômetros de competição.

O mineiro de Sete Lagoas cruzou a linha de chegada com a bandeira do Brasil sob forte chuva em 2h14min03. “Eu quero agradecer a todo o Brasil. Foi uma prova tática para buscar a medalha. No início eu foquei o Vanderlei e os mexicanos. No quilômetro 31 eu estava muito bem e corri num ritmo forte. Estava determinado e deu certo”, conta o campeão.

Além de Franck, o Brasil foi representando por Vanderlei Cordeiro, que não completou a prova. A prata foi para o atleta da Guatemala Amado Garcia e o bronze para o mexicano Procópio Franco.

A largada foi dada na praia de São Conrado com baixa temperatura para a capital carioca, 15°C, e umidade relativa do ar de 68%. O destaque da prova ficou com os guatemalenses Alfredo Arevalo e Amado Garcia. Os dois lideraram boa parte do percurso. Enquanto um segundo pelotão, formado por Vanderlei Cordeiro e Franck, tentou em diversos momentos alcança-los.

Após o quilômetro 22, Amado Garcia apertou mais e seguiu sozinho na liderança. Depois de Vanderlei Cordeiro assumir a segunda colocação, Franck Caldeira aumentou o ritmo, ultrapassou o seu companheiro e apertou para alcançar o guatemalense restando dois quilômetros para o final.

Após ultrapassar o adversário, ele recebeu muito incentivo do público local e, ao mesmo tempo em que a chuva começou a cair no Rio de Janeiro, ele abriu uma larga vantagem. Nos metros finais ele pegou uma bandeira do Brasil, deu um sorriso e começou a mandar beijos para a torcida.

Com o ouro de Franck, o Brasil ficou com 52 medalhas no quadro dos Jogos, só no atletismo foram nove douradas para os brazucas. Ainda hoje acontece também a festa de encerramento do Pan.

Corredores da Guatemala lideram a maratona

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A maratona masculina dos Jogos Pan-americanos começou às 8h30 desse domingo na Praia de São Conrado e, após a passagem dos 18 quilômetros pelo Aterro do Flamengo, a liderança era do brasileiro Vanderlei Cordeiro. Porém, pouco após a passagem pelo pequeno público, os guatemalenses Alfredo Arevalo e Amado Garcia abriram uma diferença para o brasileiro.

Após uma noite de muita chuva no Rio de Janeiro, o dia amanheceu encobeto, mas São Pedro ajudou e cessou a lavagem celestial. Nesse momento a temperatura é de 16°C, a umidade relativa do ar é de 68% e o vento sopra a 16 quilômetros por hora.

Agora os atletas seguem para o centro da cidade pela Avenida Rio Branco até a Avenida Chile, onde fica a Candelária, para marcar exatamente a metade da prova. Os ponteiros estão a uma velocidade média de 18 quilômetros por hora.

Arevalo passou com o tempo de 47min54 e Franco com 47min55. Os outros corredores vêm na mesma passada e Vanderlei aparece sexto junto com Franck Caldeira, com o tempo de 48min02.


Corredores da Guatemala lideram a maratona

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A maratona masculina dos Jogos Pan-americanos começou às 8h30 desse domingo na Praia de São Conrado e, após a passagem dos 18 quilômetros pelo Aterro do Flamengo, a liderança era do brasileiro Vanderlei Cordeiro. Porém, pouco após a passagem pelo pequeno público, os guatemalenses Alfredo Arevalo e Amado Garcia abriram uma diferença para o brasileiro.

Após uma noite de muita chuva no Rio de Janeiro, o dia amanheceu encobeto, mas São Pedro ajudou e cessou a lavagem celestial. Nesse momento a temperatura é de 16°C, a umidade relativa do ar é de 68% e o vento sopra a 16 quilômetros por hora.

Agora os atletas seguem para o centro da cidade pela Avenida Rio Branco até a Avenida Chile, onde fica a Candelária, para marcar exatamente a metade da prova. Os ponteiros estão a uma velocidade média de 18 quilômetros por hora.

Arevalo passou com o tempo de 47min54 e Franco com 47min55. Os outros corredores vêm na mesma passada e Vanderlei aparece sexto junto com Franck Caldeira, com o tempo de 48min02.

Ouro fica com brasileiros nos 4x100m masculino

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A equipe brasileira de revezamento conquistou o ouro na prova dos 4X100m e comemorou muito emocionada. “É bom poder competir de igual para igual com as equipes dos Estados Unidos e do Canadá que são muito boas e ganhar”, diz Vicente Lenilson no papel de porta-voz da equipe.

Em uma coletiva extremamente descontraída, os “meninos” como diz Vicente, contaram como batalharam para chegar ao ouro e o estilo de cada um deles. “Todos aqui são nova geração, menos eu que sou o tiozinho daqui e eles me chamam de chato, porque fico pegando no pé deles para se esforçarem. Podem me chamar de chato agora que tenho a medalha no peito”, fala. Em seguida ouve-se todos os corredores chamá-lo de chato e todos riem juntos.

Vicente então resolve entregar os companheiros. “Eu sou o chato, Sandro (Viana) é o teimoso, Basílio (Moraes Junior) é o dorminhoco, pois está sempre com sono, Rafael o Namorador e o Nilson (de Oliveira) é o quietinho”, conta.

Sandro Viana, que começou a correr aos 24 anos, buscava aproveitar ao máximo a emoção da medalha de ouro, pois crê que não competirá daqui há quatro anos. “Eu sou aquele que não pode errar, porque não tenho tempo para isto. Eu sabia que este pan poderia ser a minha última chance porque não me vejo num pan daqui há quatro anos”. Ele aproveitou a deixa para fazer piada com o companheiro que estava ao lado. “Achei que o Chato (Vicente) não ia me deixar pegar o microfone do jeito que estava falando”, brinca.

O Brasil completou o percurso em 38seg81, seguido de perto pela equipe do Canadá, que correu em 38seg87. O bronze ficou para a equipe dos Estados Unidos, que demorou 38seg88 para fechar a prova.


Ouro fica com brasileiros nos 4x100m masculino

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A equipe brasileira de revezamento conquistou o ouro na prova dos 4X100m e comemorou muito emocionada. “É bom poder competir de igual para igual com as equipes dos Estados Unidos e do Canadá que são muito boas e ganhar”, diz Vicente Lenilson no papel de porta-voz da equipe.

Em uma coletiva extremamente descontraída, os “meninos” como diz Vicente, contaram como batalharam para chegar ao ouro e o estilo de cada um deles. “Todos aqui são nova geração, menos eu que sou o tiozinho daqui e eles me chamam de chato, porque fico pegando no pé deles para se esforçarem. Podem me chamar de chato agora que tenho a medalha no peito”, fala. Em seguida ouve-se todos os corredores chamá-lo de chato e todos riem juntos.

Vicente então resolve entregar os companheiros. “Eu sou o chato, Sandro (Viana) é o teimoso, Basílio (Moraes Junior) é o dorminhoco, pois está sempre com sono, Rafael o Namorador e o Nilson (de Oliveira) é o quietinho”, conta.

Sandro Viana, que começou a correr aos 24 anos, buscava aproveitar ao máximo a emoção da medalha de ouro, pois crê que não competirá daqui há quatro anos. “Eu sou aquele que não pode errar, porque não tenho tempo para isto. Eu sabia que este pan poderia ser a minha última chance porque não me vejo num pan daqui há quatro anos”. Ele aproveitou a deixa para fazer piada com o companheiro que estava ao lado. “Achei que o Chato (Vicente) não ia me deixar pegar o microfone do jeito que estava falando”, brinca.

O Brasil completou o percurso em 38seg81, seguido de perto pela equipe do Canadá, que correu em 38seg87. O bronze ficou para a equipe dos Estados Unidos, que demorou 38seg88 para fechar a prova.

Brasil fica com Prata e Bronze nos 800 masculino

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Cuba atrapalhou novamente a festa brasileira, desta vez na prova dos 800 metros masculino, onde Kleberson Davide e Fabiano Peçanha depois de liderarem a prova conquistaram a prata e o bronze respectivamente.

Os dois atletas brasileiros obtiveram índice B para o mundial. Pelas regras, o Brasil só pode mandar um atleta com nível B e até quatro atletas com nível A, por isto provavelmente irá Kleberson Davide que é campeão sul-americano. “Foi uma prova boa, rápida e o resultado foi muito bom”, conta.

Os corredores se lamentaram do dia chuvoso, pois acreditavam que com pista seca poderiam ter feito um tempo mais rápido. “Se tivesse sol esta prova seria mais rápida, provavelmente uma das provas mais rápidas do mundo”, diz Luciano.

O responsável por estragar a festa brasileira foi Yeimer Lopez, que correu em 1min44seg58 e fez o novo recorde Pan-americano. O antigo recorde de 1min45seg05 era do canadense Tadii Achraf. “A prova foi muito rápida, não esperava alcançar a marca que alcancei. Vou com grande expectativa para o mundial de Osaka (Japão)”, diz.


Brasil fica com Prata e Bronze nos 800 masculino

Atletismo · 29 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Cuba atrapalhou novamente a festa brasileira, desta vez na prova dos 800 metros masculino, onde Kleberson Davide e Fabiano Peçanha depois de liderarem a prova conquistaram a prata e o bronze respectivamente.

Os dois atletas brasileiros obtiveram índice B para o mundial. Pelas regras, o Brasil só pode mandar um atleta com nível B e até quatro atletas com nível A, por isto provavelmente irá Kleberson Davide que é campeão sul-americano. “Foi uma prova boa, rápida e o resultado foi muito bom”, conta.

Os corredores se lamentaram do dia chuvoso, pois acreditavam que com pista seca poderiam ter feito um tempo mais rápido. “Se tivesse sol esta prova seria mais rápida, provavelmente uma das provas mais rápidas do mundo”, diz Luciano.

O responsável por estragar a festa brasileira foi Yeimer Lopez, que correu em 1min44seg58 e fez o novo recorde Pan-americano. O antigo recorde de 1min45seg05 era do canadense Tadii Achraf. “A prova foi muito rápida, não esperava alcançar a marca que alcancei. Vou com grande expectativa para o mundial de Osaka (Japão)”, diz.

Brasileiros não vão bem na marcha 50 km

Atletismo · 28 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Em um dia chuvoso, com temperatura agradável no Aterro do Flamengo, o brasileiro Cláudio Santos se esforçou, fez o seu melhor tempo da temporada, mas terminou os 50km da marcha atlética em sétimo lugar. “A prova foi boa, mas eu estava esperando uma colocação melhor, ser o quarto ou quinto colocado”, conta.

Claudio reclamou do tempo e disse que o calor que fez durante a prova feminina no domingo passado teria ajudado. “Eu acho que se tivesse sol ia ficar mais difícil para todo mundo, mas eu já estou acostumado porque treino com sol. Os estrangeiros estavam torcendo por um tempo como o que fez hoje e eu pelo calor”, diz.

O marchador ficou contente com o apoio da torcida que gritava seu nome toda vez que passava. “O pessoal foi muito acolhedor, acompanhou do começo ao fim. É de arrepiar”. Ele fez questão de antes de ir descansar tirar fotos com todos os torcedores e conversar com eles.

O maior sonho de Cláudio, que faz parte de um clube paulista e precisa trabalhar como cabeleireiro para sobreviver, é conseguir um bom patrocínio se dedicar apenas à marcha atlética. “Eu evito cortar cabelos para poder descansar paras as corridas. Mas ainda vou para algumas casas trabalhar. Os clientes me dão o maior apoio e sou muito conhecido na minha cidade”, contou o potiguar da cidade de Currais Novos.

O título foi para Xavier Moreno, do Equador, que marchou em 3h52min07. O México ficou com a prata e o bronze, Horacio Nava levou a medalha em 3h52min35 e Omar Zepeda de Leon fez um tempo de 3h56min04. E, confirmando o que o brasileiro falou, os três atletas gostaram do tempo nublado.

“O tempo ajudou muito a competição, o clima do México é muito parecido com o clima de hoje e acredito que isto beneficou nós três”, explica Omar Zepeda de Leon. Já Horacio Nava considerou a vitória como um presente de Deus. "Este clima me ajudou muito”.

O outro atleta brasileiro, Mário Santos Junior, foi desqualificado com 20km de prova por ter retirado seus dois pés do chão.


Brasileiros não vão bem na marcha 50 km

Atletismo · 28 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Em um dia chuvoso, com temperatura agradável no Aterro do Flamengo, o brasileiro Cláudio Santos se esforçou, fez o seu melhor tempo da temporada, mas terminou os 50km da marcha atlética em sétimo lugar. “A prova foi boa, mas eu estava esperando uma colocação melhor, ser o quarto ou quinto colocado”, conta.

Claudio reclamou do tempo e disse que o calor que fez durante a prova feminina no domingo passado teria ajudado. “Eu acho que se tivesse sol ia ficar mais difícil para todo mundo, mas eu já estou acostumado porque treino com sol. Os estrangeiros estavam torcendo por um tempo como o que fez hoje e eu pelo calor”, diz.

O marchador ficou contente com o apoio da torcida que gritava seu nome toda vez que passava. “O pessoal foi muito acolhedor, acompanhou do começo ao fim. É de arrepiar”. Ele fez questão de antes de ir descansar tirar fotos com todos os torcedores e conversar com eles.

O maior sonho de Cláudio, que faz parte de um clube paulista e precisa trabalhar como cabeleireiro para sobreviver, é conseguir um bom patrocínio se dedicar apenas à marcha atlética. “Eu evito cortar cabelos para poder descansar paras as corridas. Mas ainda vou para algumas casas trabalhar. Os clientes me dão o maior apoio e sou muito conhecido na minha cidade”, contou o potiguar da cidade de Currais Novos.

O título foi para Xavier Moreno, do Equador, que marchou em 3h52min07. O México ficou com a prata e o bronze, Horacio Nava levou a medalha em 3h52min35 e Omar Zepeda de Leon fez um tempo de 3h56min04. E, confirmando o que o brasileiro falou, os três atletas gostaram do tempo nublado.

“O tempo ajudou muito a competição, o clima do México é muito parecido com o clima de hoje e acredito que isto beneficou nós três”, explica Omar Zepeda de Leon. Já Horacio Nava considerou a vitória como um presente de Deus. "Este clima me ajudou muito”.

O outro atleta brasileiro, Mário Santos Junior, foi desqualificado com 20km de prova por ter retirado seus dois pés do chão.

Casal 20 do atletismo no Pan é ouro e prata

Atletismo · 28 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - “Eu sempre quis ser conhecida como atleta Juliana e não só a esposa do Marilson”, diz Juliana Santos após conquistar o ouro com uma corrida perfeita, na qual levou 4min13seg36 para percorrer os 1.500 metros.

Não que ela se incomode de ser lembrada como mulher dele. “É a atleta Juliana e esposa do Marilson”, frisa, uma vez que os dois títulos são igualmente importantes para ela que está junto com o campeão da Maratona de Nova York há cinco anos.

Analisando a prova, ela comenta que foi muito confiante e que sua “performance não podia ter sido melhor. Eu consegui me colocar bem na prova, a americana manteve um ritmo confortável e na sua arrancada eu consegui ir com ela e decidir no final”.

Esforço extra - A atleta diz que se esforçou ao máximo para correr a prova, seguindo um importante conselho do marido. “O Marilson sempre diz que temos que dar 110% nas provas e depois de ver ele correndo se esforçando mais do que agüentava eu não podia deixar de dar estes 10% a mais na minha prova”, conta acrescentando que o apoio do marido foi fundamental para mantê-la tranqüila e confiante no Pan.

O curioso é que essa frase era muito utilizada por outro campeão das corridas: Ayrton Senna da Silva. O tricampeão mundial de Fórmula 1 costumava dizer que sempre entrava para dar 110% de si nas provas e, caso um dia não estivesse bem, garantiria “pelo menos” 100%.

A comemoração do casal 20 deve ser na Vila Panamericana, local que os corredores estão usando para namorar, pois estão hospedados em apartamentos separados e, segundo Juliana, na correria da vida a dois as vezes se esquecem de namorar. “Hoje não vou sentir falta da vida de casada, a gente chega muito cansados depois das provas, vira para o lado e dorme. O Marilson especialmente”, entrega rindo.

Agora Juliana vai tentar melhorar seu tempo para poder ir ao Mundial em Osaka, Japão, e para as Olimpíadas de 2008. “Vou tentar índice para Pequim, porque não quero deixar o Marilson ir sozinho”, conta ciumenta.

Estrangeiras - Nos 1.500, a americana Mary Jayne Harrelson terminou em segundo lugar com um tempo de 4min15seg24. Ela aproveitou a coletiva para elogiar a estrutura dos jogos Pan-americanos. “Eu estou muito impressionada com os jogos, com a forma que os atletas estão sendo tratados, a qualidade das instalações , das pistas, de tudo. Dá vontade de não sair”, diz.

A colombiana Rosibel Garcia Mena conquistou a medalha de prata e fez o melhor tempo de toda a sua temporada: 4min15seg78. “Eu achei a corrida muito boa, especialmente porque melhorou o meu tempo”, fala.


Casal 20 do atletismo no Pan é ouro e prata

Atletismo · 28 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - “Eu sempre quis ser conhecida como atleta Juliana e não só a esposa do Marilson”, diz Juliana Santos após conquistar o ouro com uma corrida perfeita, na qual levou 4min13seg36 para percorrer os 1.500 metros.

Não que ela se incomode de ser lembrada como mulher dele. “É a atleta Juliana e esposa do Marilson”, frisa, uma vez que os dois títulos são igualmente importantes para ela que está junto com o campeão da Maratona de Nova York há cinco anos.

Analisando a prova, ela comenta que foi muito confiante e que sua “performance não podia ter sido melhor. Eu consegui me colocar bem na prova, a americana manteve um ritmo confortável e na sua arrancada eu consegui ir com ela e decidir no final”.

Esforço extra - A atleta diz que se esforçou ao máximo para correr a prova, seguindo um importante conselho do marido. “O Marilson sempre diz que temos que dar 110% nas provas e depois de ver ele correndo se esforçando mais do que agüentava eu não podia deixar de dar estes 10% a mais na minha prova”, conta acrescentando que o apoio do marido foi fundamental para mantê-la tranqüila e confiante no Pan.

O curioso é que essa frase era muito utilizada por outro campeão das corridas: Ayrton Senna da Silva. O tricampeão mundial de Fórmula 1 costumava dizer que sempre entrava para dar 110% de si nas provas e, caso um dia não estivesse bem, garantiria “pelo menos” 100%.

A comemoração do casal 20 deve ser na Vila Panamericana, local que os corredores estão usando para namorar, pois estão hospedados em apartamentos separados e, segundo Juliana, na correria da vida a dois as vezes se esquecem de namorar. “Hoje não vou sentir falta da vida de casada, a gente chega muito cansados depois das provas, vira para o lado e dorme. O Marilson especialmente”, entrega rindo.

Agora Juliana vai tentar melhorar seu tempo para poder ir ao Mundial em Osaka, Japão, e para as Olimpíadas de 2008. “Vou tentar índice para Pequim, porque não quero deixar o Marilson ir sozinho”, conta ciumenta.

Estrangeiras - Nos 1.500, a americana Mary Jayne Harrelson terminou em segundo lugar com um tempo de 4min15seg24. Ela aproveitou a coletiva para elogiar a estrutura dos jogos Pan-americanos. “Eu estou muito impressionada com os jogos, com a forma que os atletas estão sendo tratados, a qualidade das instalações , das pistas, de tudo. Dá vontade de não sair”, diz.

A colombiana Rosibel Garcia Mena conquistou a medalha de prata e fez o melhor tempo de toda a sua temporada: 4min15seg78. “Eu achei a corrida muito boa, especialmente porque melhorou o meu tempo”, fala.