Cob_Jogos_Panamericanos_2007

Medalhistas dos 100m reclamam da torcida

Direto do Rio de Janeiro - Os medalhistas dos 100 metros rasos masculino, prova realizada na noite dessa terça-feira no Estádio João Havelange, o Engenhão, reclamaram do barulho da torcida brasileira, que incentivou Vicente Lenílson com gritos e palmas. Confira o que disseram Churandy Martina (ouro); Doc Darvis Patton (prata) e Brendam Christian (bronze).

“Fui afetado pelo barulho, que era tão alto que não dava para ouvir o tiro do juiz”, ressalta Brendam, das Antilhas. Já Patton, dos Estados Unidos, comenta que apesar do problema, conseguiu fazer uma boa prova. “Fiquei muito ansioso, mas consegui me concentrar e garantir a prata”. Já Martina, das Antilhas Holandesas, queimou a largada uma vez.

Apesar das reclamações, os três disseram que em outros países é comum a torcida incentivar os atletas nacionais. “Em Atenas vi um comportamento parecido com o dos brasileiros aqui”, ressalta Martina. “Nos Estados Unidos o povo faz o mesmo barulho”, completa Patton.

A prova - Já sobre a competição em si, as Antilhas Holandesas conquistou a primeira medalha nessa edição dos Jogos Pan-americanos. “Estou muito orgulhoso disso, já recebi vários telefonemas de amigos e familiares me cumprimentando”, comenta o campeão.

Assim como a maioria dos americanos que veio aos jogos, Patton diz que o Brasil montou uma ótima estrutura e que ele está adorando sua estada no país. “Fiz uma ótima prova, perdi o equilíbrio na chegada, mas não foi nada sério”, comenta sobre a cena curiosa ao final que levou o público às gargalhadas. Após cruzar a linha, ele tropeçou, caiu de bruços na pista e começou a fazer flexões.

A medalha de bronze das Antilhas parece ter sido uma zebra, já que Brendam estava muito surpreso com a conquista. “Eu não vim para cá com intuito de medalha, mas consegui a terceira do meu país em Pans”.

Depois da competição intercontinental, o objetivo dos três é conseguir um bom resultado no Mundial de Osaka (Japão), já em fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008.


Medalhistas dos 100m reclamam da torcida

Atletismo · 25 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Os medalhistas dos 100 metros rasos masculino, prova realizada na noite dessa terça-feira no Estádio João Havelange, o Engenhão, reclamaram do barulho da torcida brasileira, que incentivou Vicente Lenílson com gritos e palmas. Confira o que disseram Churandy Martina (ouro); Doc Darvis Patton (prata) e Brendam Christian (bronze).

“Fui afetado pelo barulho, que era tão alto que não dava para ouvir o tiro do juiz”, ressalta Brendam, das Antilhas. Já Patton, dos Estados Unidos, comenta que apesar do problema, conseguiu fazer uma boa prova. “Fiquei muito ansioso, mas consegui me concentrar e garantir a prata”. Já Martina, das Antilhas Holandesas, queimou a largada uma vez.

Apesar das reclamações, os três disseram que em outros países é comum a torcida incentivar os atletas nacionais. “Em Atenas vi um comportamento parecido com o dos brasileiros aqui”, ressalta Martina. “Nos Estados Unidos o povo faz o mesmo barulho”, completa Patton.

A prova - Já sobre a competição em si, as Antilhas Holandesas conquistou a primeira medalha nessa edição dos Jogos Pan-americanos. “Estou muito orgulhoso disso, já recebi vários telefonemas de amigos e familiares me cumprimentando”, comenta o campeão.

Assim como a maioria dos americanos que veio aos jogos, Patton diz que o Brasil montou uma ótima estrutura e que ele está adorando sua estada no país. “Fiz uma ótima prova, perdi o equilíbrio na chegada, mas não foi nada sério”, comenta sobre a cena curiosa ao final que levou o público às gargalhadas. Após cruzar a linha, ele tropeçou, caiu de bruços na pista e começou a fazer flexões.

A medalha de bronze das Antilhas parece ter sido uma zebra, já que Brendam estava muito surpreso com a conquista. “Eu não vim para cá com intuito de medalha, mas consegui a terceira do meu país em Pans”.

Depois da competição intercontinental, o objetivo dos três é conseguir um bom resultado no Mundial de Osaka (Japão), já em fase de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008.

Empurrões impedem festa brasileira nos 800m

Direto do Rio de Janeiro - Correndo sob garoa, a brasileira Josiane Tito chegou em quinto lugar na prova dos 800 metros e reclamou da violência das adversárias. “Não sou uma pessoa de violência, essas meninas batem muito. Não dá para correr levando cotoveladas e chutes”. Ela diz ainda que não se incomoda em perder se for uma corrida limpa. Para a brasileira, a canadense, a cubana e a colombiana (respectivamente ouro, prata e bronze) foram agressivas.

“Os árbitros têm o vídeo e viram na prova, agora tem que ver o que eles vão fazer”, ressalta Josiane, explicando que começou a correr a prova dos 800 metros a pouco tempo e por isso foi surpreendida com a violência. “Eu comecei a correr agora, não estou acostumada e não conhecia a tática delas”.

Ontem Ednalva Laureano, a Pretinha, também reclamou da violência das competidoras internacionais e afirmou que nos 10 mil “teve muita porrada". Ela disse também que levou muito chute no pé.

As atletas ganhadoras dos 800m negaram e a canadense Diane Cummins revelou que viu Josiane empurrando a atleta cubana no treino. “Ontem (23) eu vi a atleta brasileira empurrando a Zulia (Calatayud) e por isto minha estratégia na corrida de hoje foi de não me envolver”.

Diane diz que infelizmente isso é uma prática comum nas competições e reclama dos juízes: “eu acho que se os juízes prestassem mais atenção e punissem, isto não ocorreria”.

Já Rosibel Garcia Mena, da Colômbia e Zulia Catayud, de Cuba, afirmam não terem visto nenhum empurrão durante a prova. “Eu não vi nada, mas se ela acha que foi prejudicada pode pedir o vídeo da prova”, se defende.


Empurrões impedem festa brasileira nos 800m

Atletismo · 25 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Correndo sob garoa, a brasileira Josiane Tito chegou em quinto lugar na prova dos 800 metros e reclamou da violência das adversárias. “Não sou uma pessoa de violência, essas meninas batem muito. Não dá para correr levando cotoveladas e chutes”. Ela diz ainda que não se incomoda em perder se for uma corrida limpa. Para a brasileira, a canadense, a cubana e a colombiana (respectivamente ouro, prata e bronze) foram agressivas.

“Os árbitros têm o vídeo e viram na prova, agora tem que ver o que eles vão fazer”, ressalta Josiane, explicando que começou a correr a prova dos 800 metros a pouco tempo e por isso foi surpreendida com a violência. “Eu comecei a correr agora, não estou acostumada e não conhecia a tática delas”.

Ontem Ednalva Laureano, a Pretinha, também reclamou da violência das competidoras internacionais e afirmou que nos 10 mil “teve muita porrada". Ela disse também que levou muito chute no pé.

As atletas ganhadoras dos 800m negaram e a canadense Diane Cummins revelou que viu Josiane empurrando a atleta cubana no treino. “Ontem (23) eu vi a atleta brasileira empurrando a Zulia (Calatayud) e por isto minha estratégia na corrida de hoje foi de não me envolver”.

Diane diz que infelizmente isso é uma prática comum nas competições e reclama dos juízes: “eu acho que se os juízes prestassem mais atenção e punissem, isto não ocorreria”.

Já Rosibel Garcia Mena, da Colômbia e Zulia Catayud, de Cuba, afirmam não terem visto nenhum empurrão durante a prova. “Eu não vi nada, mas se ela acha que foi prejudicada pode pedir o vídeo da prova”, se defende.

Americana quebra recorde do Pan nos 100m

Atletismo · 25 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Na prova mais nobre do atletismo as atletas americanas fizeram dobradinha no pódio e Mikele Barber quebrou o recorde dos jogos Pan-americanos, ao correr os 100 metros em apenas 11seg02, contra os 11seg05 da marca anterior .

Mikele disse que por causa do barulho da torcida, teve que se esforçar para manter o foco na prova. “Eu precisei me concentrar porque era uma prova muito difícil e acreditei que dessa forma conseguiria uma boa corrida, que foi o que ocorreu”.

A também americana Mechelle Lewis afirma ter tentado o ouro, porém a companheira foi mais rápida. “Foi uma boa prova, eu me esforcei ao máximo, mas a Mikele correu mais”.

Já Chandra Strrup, de Bahamas, se mostrou muito feliz com a sua medalha de bronze. “Eu fiz uma cirurgia e ainda estou em processo de recuperação. As meninas correram muito rápido e eu ainda tenho outras provas pela frente”, diz a atleta que ainda competirá o 4X100.

O objetivo das corredoras agora é o mundial de Osaka (Japão), onde as americanas irão competir no revezamento e Chandra nos 100 metros. “Espero conquistar o 1º lugar no mundial”, ressalta a corredora de Bahamas.

Vicente Lenílson explica o 7° lugar nos 100m

Direto do Rio de Janeiro - O brasileiro Vicente Lenílson não conseguiu a tão desejada medalha Pan-americana. Apesar de muito confiante antes da prova, ele fechou com o sétimo tempo, 10seg37, contra 10seg15 de Churandy Martina, das Antilhas Holandesas.

O estádio do Engenhão não estava completamente lotado hoje, mas o número de brasileiros torcendo para Lenílson foi suficiente para incomodar dois atletas que pediram tempo ao juiz. Kim Collins, de São Cristóvão e Névis chegou a pedir silêncio para os espectadores e recebeu uma salva de vaias em retribuição.

Esses problemas, somado à queima da largada pelo atleta das Antilhas Holandesas, tirou a concentração de alguns velocistas. Vicente largou bem e até os 50 metros disputou a liderança com o cubano Jenris Vizcaino, mas não manteve a velocidade e cruzou na penúltima posição.

“Todas essas ameaças de saídas desconcentram um pouco a gente, mas esse não foi o motivo de eu ter chegado em sétimo. A prova foi muito dura e todos correram o máximo de si hoje”. Segundo o brasileiro, o vencedor da prova poderia ter corrido ainda mais rápido. “Todos esperavam que o Martina corresse abaixo de nove segundos, mas os 10seg15 foi um tempo fraco para ele”.

Vicente explica também que os outros atletas fizeram um treinamento mais forte e aponta onde errou. “Sempre no final da prova eu atraso o tronco um pouco. Agora eu vou descansar e me focar para a prova de revezamento, onde tenho mais chances de medalha do que no individual”.

Com índice para disputar os 100m no Mundial de Osaka, no Japão, ele diz que só vai pensar nisso depois de passada a prova coletiva. Ele disputará os 4X100 nesse sábado (28) às 18h35.


Vicente Lenílson explica o 7° lugar nos 100m

Atletismo · 25 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - O brasileiro Vicente Lenílson não conseguiu a tão desejada medalha Pan-americana. Apesar de muito confiante antes da prova, ele fechou com o sétimo tempo, 10seg37, contra 10seg15 de Churandy Martina, das Antilhas Holandesas.

O estádio do Engenhão não estava completamente lotado hoje, mas o número de brasileiros torcendo para Lenílson foi suficiente para incomodar dois atletas que pediram tempo ao juiz. Kim Collins, de São Cristóvão e Névis chegou a pedir silêncio para os espectadores e recebeu uma salva de vaias em retribuição.

Esses problemas, somado à queima da largada pelo atleta das Antilhas Holandesas, tirou a concentração de alguns velocistas. Vicente largou bem e até os 50 metros disputou a liderança com o cubano Jenris Vizcaino, mas não manteve a velocidade e cruzou na penúltima posição.

“Todas essas ameaças de saídas desconcentram um pouco a gente, mas esse não foi o motivo de eu ter chegado em sétimo. A prova foi muito dura e todos correram o máximo de si hoje”. Segundo o brasileiro, o vencedor da prova poderia ter corrido ainda mais rápido. “Todos esperavam que o Martina corresse abaixo de nove segundos, mas os 10seg15 foi um tempo fraco para ele”.

Vicente explica também que os outros atletas fizeram um treinamento mais forte e aponta onde errou. “Sempre no final da prova eu atraso o tronco um pouco. Agora eu vou descansar e me focar para a prova de revezamento, onde tenho mais chances de medalha do que no individual”.

Com índice para disputar os 100m no Mundial de Osaka, no Japão, ele diz que só vai pensar nisso depois de passada a prova coletiva. Ele disputará os 4X100 nesse sábado (28) às 18h35.

Vicente Lenílson fica em sétimo na final dos 100m

Atletismo · 24 jul, 2007

O brasileiro Vicente Lenílson representou o país na final dos 100m rasos do Pan e garantiu a sétima posição. Na mais rápida prova do atletismo, Lenílson largou forte na raia número um, mas não conseguiu acompanhar o gás final dos adversários.

Antes da largada um atleta pediu tempo, depois aconteceu uma queimada e depois outro atleta pediu silêncio no estádio. “A prova parou e isso tira um pouco de concentração. Tivemos que fazer quatro largadas. Gostei da prova foi bem disputada. Eu entrei para ganhar, mas não ganhei é uma conseqüência”, conta o brasileiro que marcou 10seg37.

Sob chuva, no estádio do Engenhão, no Rio, o ouro ficou com o atleta das Antilhas Holandesas, Churandy Martina, com 10seg15. O segundo lugar foi para o norte-americano Darvis Patton (10seg16). Já Christian Brendan (ANT) garantiu o bronze com 10seg17.

Essa foi a última final de pista do dia. Amanhã acontece a final dos 400m (masculino e feminino), além da final dos 1500m masculino. As provas de atletismo seguem até o próximo domingo (29) com a maratona masculina.

Dobradinha americana nos 100m do Pan

Atletismo · 24 jul, 2007

A final feminina da prova mais rápida do atletismo, os 100 metros rasos, foi realizada nessa segunda-feira no estádio Engenhão, Rio de Janeiro. O ouro ficou com a norte-americana Mikele Barber. A velocista garantiu a dourada com o tempo de 11seg02, recorde do Pan-americano que era de 11seg05.

A segunda colocada foi a atleta também dos Estados Unidos Mechelle Lewis, que cruzou a linha de chegada em 11seg04. O bronze ficou com Chandra Sturrup, 11seg09, de Bahamas.

A final dos 100m masculino acontece ainda hoje às 19h20. O Brasil será representado por Vicente Lenílson, que irá brigar pelo pódio.

Canadá é ouro nos 800m feminino

Atletismo · 24 jul, 2007

A primeira grande final do atletismo no 11º dia dos Jogos Pan-americanos foi a disputa dos 800 metros rasos feminino. A medalha de ouro ficou com a canadense Diane Cummins em 1min59seg76.

A única representante do Brasil na competição foi Josiane Tito, que chegou na quinta posição.“Foi difícil. Aconteceram muitos erros da minha parte. Além disso, teve muitas cotoveladas de todas as atletas. Eu corri bem e elas correram melhor”, conta a brasileira.

A prata foi para a colombiana Rosibel Garcia. Já o bronze ficou com a cubana Zulia Calatayud, atual campeã mundial da modalidade. A final dos 800m masculino acontece no próximo sábado (28) também no Estádio João Havelange, o Engenhão, no Rio de Janeiro.

Brasil fica de fora da final dos 400m do Pan

Atletismo · 24 jul, 2007

A semifinal dos 400m do Pan-americano aconteceu nessa terça-feira no Estádio João Havelange, o Engenhão. A brasileira Maria Laura Almirão participou da primeira, das três baterias semifinais, e ficou na quarta posição com 52seg72. Por causa do seu tempo ela não se classificou para a final.

As atletas que irão para a final foram as duas primeiras colocadas de cada série e mais os dois melhores tempos do grupo de não classificadas. Na primeira série a vencedora foi a mexicana Ana Guevara com 51seg10. Ela chegou com tranqüilidade e deve ser umas das favoritas para a final.

Na segunda bateria a melhor atleta foi a cubana Indira Terrero em 51seg56. Já na última série, foi a jamaicana Shereefa Llyod com 51seg66. A outra brasileira que participou da semifinal, Sheila Ferreira, não conseguiu a vaga para a última etapa.

A final dos 400m acontece amanhã no Engenhão, Rio de Janeiro, às 18h40. A final masculina da modalidade também será na quarta-feira.

Animal é convocada para o Pan… como voluntária

Direto do Rio de Janeiro - Ana Luiza dos Anjos Garcez, a Animal, figura carimbada nas principais corridas de rua de São Paulo, está no Rio de Janeiro para participar dos Jogos Pan-americanos como voluntária. Ana é a responsável por entregar os kits com lanche e almoço para os staffs que trabalham no Estádio João Havelange durante as competições de atletismo.

“Estou desde o dia oito de julho trabalhando aqui. Era para ficar na sala de imprensa, mas como eu não falo outras línguas me colocaram para entregar a comida para os voluntários”, comenta a corredora que já foi staff no Troféu Brasil de Atletismo e em outras competições da Confederação Brasileira de Atletismo. “Adoro ficar entre o público e os atletas”, ressalta.

Sempre com um penteado diferente que chama a atenção, ela é bem popular entre os atletas da delegação brasileira. “Ela conhece todo mundo e todos gostam dela, é impressionante”, comenta Mara Ayres, coordenadora da área onde Animal trabalha. Segundo ela, todos estavam preocupados com a Ana Luiza em São Paulo e queriam saber se ela estava se comportando bem no Rio. “Eu disse que estava tudo bem e que ela é a campeã do Pan no quesito ajuda”.

Mãe adotiva - “A Mara é como se fosse uma mãe para mim. Ela é uma chefe muito legal, me ajuda muito”, ressalta a corredora de 44 anos. A irreverência e simplicidade de animal conquistaram desde os responsáveis pela limpeza do local, até policiais federais que circulam pelo estádio. Seu jeito malandro, herdado da época em que morava nas ruas, lhe rendeu vários “rolos”, como ela mesma explica.

“Já consegui uma camiseta do Haiti, uma de Cuba e uma da Jamaica e também pins de quase todos os países”. Como parte da integração entre os povos no Pan, cada delegação recebe um lote de pins (broches) para trocar com atletas de outros países.

Em São Paulo Ana treina com o técnico Wanderlei de Oliveira na pista de atletismo do Ginásio do Ibirapuera e, ao ver a pista do Engenhão, não resistiu e resolveu testar o piso. “Já fiz alguns tiros de 500m e de mil metros”, comenta animada. “Também fiz um pouco de rodagem. Isso aqui está muito lindo, parece coisa de primeiro mundo”, completa.

Animal seguirá no Pan até o término das competições de atletismo no Estádio João Havelange, no dia 28 de julho e depois retornará a São Paulo.


Animal é convocada para o Pan… como voluntária

Atletismo · 24 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Ana Luiza dos Anjos Garcez, a Animal, figura carimbada nas principais corridas de rua de São Paulo, está no Rio de Janeiro para participar dos Jogos Pan-americanos como voluntária. Ana é a responsável por entregar os kits com lanche e almoço para os staffs que trabalham no Estádio João Havelange durante as competições de atletismo.

“Estou desde o dia oito de julho trabalhando aqui. Era para ficar na sala de imprensa, mas como eu não falo outras línguas me colocaram para entregar a comida para os voluntários”, comenta a corredora que já foi staff no Troféu Brasil de Atletismo e em outras competições da Confederação Brasileira de Atletismo. “Adoro ficar entre o público e os atletas”, ressalta.

Sempre com um penteado diferente que chama a atenção, ela é bem popular entre os atletas da delegação brasileira. “Ela conhece todo mundo e todos gostam dela, é impressionante”, comenta Mara Ayres, coordenadora da área onde Animal trabalha. Segundo ela, todos estavam preocupados com a Ana Luiza em São Paulo e queriam saber se ela estava se comportando bem no Rio. “Eu disse que estava tudo bem e que ela é a campeã do Pan no quesito ajuda”.

Mãe adotiva - “A Mara é como se fosse uma mãe para mim. Ela é uma chefe muito legal, me ajuda muito”, ressalta a corredora de 44 anos. A irreverência e simplicidade de animal conquistaram desde os responsáveis pela limpeza do local, até policiais federais que circulam pelo estádio. Seu jeito malandro, herdado da época em que morava nas ruas, lhe rendeu vários “rolos”, como ela mesma explica.

“Já consegui uma camiseta do Haiti, uma de Cuba e uma da Jamaica e também pins de quase todos os países”. Como parte da integração entre os povos no Pan, cada delegação recebe um lote de pins (broches) para trocar com atletas de outros países.

Em São Paulo Ana treina com o técnico Wanderlei de Oliveira na pista de atletismo do Ginásio do Ibirapuera e, ao ver a pista do Engenhão, não resistiu e resolveu testar o piso. “Já fiz alguns tiros de 500m e de mil metros”, comenta animada. “Também fiz um pouco de rodagem. Isso aqui está muito lindo, parece coisa de primeiro mundo”, completa.

Animal seguirá no Pan até o término das competições de atletismo no Estádio João Havelange, no dia 28 de julho e depois retornará a São Paulo.

Marílson diz que ficou assustado com a torcida

Direto do Rio de Janeiro - Marílson Gomes dos Santos faturou a medalha de bronze na disputa dos cinco mil metros do Pan, com direito a uma briga emocionante pela prata com o mexicano Luis Juan Barrios. Muito aplaudido e incentivado pela torcida, ele comenta que se sentiu um pouco nervoso antes de entrar no estádio.

“Fiquei um pouco assustado no começo, mas depois percebi que estavam todos ali para me incentivar. Para a disputa dos 10 mil eu já estarei mais relaxado”, comenta o medalhista que se diz contente com o resultado. “De todos os que estavam na pista hoje, eu sou o único que compete em maratonas. O mexicano, por exemplo, disputa provas de 1.500m e é um atleta muito veloz”.

Ele comenta que sempre entra nas provas com o objetivo de vencer e que hoje fez o melhor possível, mas a estratégias dos adversários, de arrancar no final, fez a diferença. “O Barrios usou a cabeça e a velocidade a seu favor. Achei estranho ele não acompanhar o americano na hora em que disparou”.

Dificuldades - Ao ser perguntado se o objetivo era uma medalha, ou baixar sua marca pessoal ele é enfático na resposta. “Essa é uma prova tática, onde se corre pela medalha e não por um recorde, até pelo fato da alta temperatura”. Além do calor característico do Rio de Janeiro, o brasileiro fala de um outro detalhe da cidade maravilhosa que o atrapalha um pouco. “Talvez por eu ser de Brasília, onde é mais seco, a umidade me prejudique um pouco. Mas tenho me saído bem ultimamente”.

Com índice para disputar a prova intercontinental nos cinco mil, 10 mil e também na maratona, ele fala o porquê de ter escolhido as competições mais curtas. “Fiz essa opção, pois sabia que tinha mais chances de medalha”. Ele também poderá disputar essas três distâncias no Mundial de Osaka (Japão). “Ainda vou definir com meu técnico Adauto Domingues se vou para essa competição e em qual modalidade”.

O medalhista de bronze venceu a Maratona de Nova York ano passado e já confirmou presença na edição desse ano da tradicional competição de 42,195 metros, mas prefere não pensar nisso por enquanto. “Agora vou descansar e me focar para os 10 mil. Vou pensar em Nova York só depois dos Jogos”.

Marílson disputará os 10 mil na pista do Engenhão nessa sexta-feira às 16h50, com total cobertura do Webrun.


Marílson diz que ficou assustado com a torcida

Atletismo · 24 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Marílson Gomes dos Santos faturou a medalha de bronze na disputa dos cinco mil metros do Pan, com direito a uma briga emocionante pela prata com o mexicano Luis Juan Barrios. Muito aplaudido e incentivado pela torcida, ele comenta que se sentiu um pouco nervoso antes de entrar no estádio.

“Fiquei um pouco assustado no começo, mas depois percebi que estavam todos ali para me incentivar. Para a disputa dos 10 mil eu já estarei mais relaxado”, comenta o medalhista que se diz contente com o resultado. “De todos os que estavam na pista hoje, eu sou o único que compete em maratonas. O mexicano, por exemplo, disputa provas de 1.500m e é um atleta muito veloz”.

Ele comenta que sempre entra nas provas com o objetivo de vencer e que hoje fez o melhor possível, mas a estratégias dos adversários, de arrancar no final, fez a diferença. “O Barrios usou a cabeça e a velocidade a seu favor. Achei estranho ele não acompanhar o americano na hora em que disparou”.

Dificuldades - Ao ser perguntado se o objetivo era uma medalha, ou baixar sua marca pessoal ele é enfático na resposta. “Essa é uma prova tática, onde se corre pela medalha e não por um recorde, até pelo fato da alta temperatura”. Além do calor característico do Rio de Janeiro, o brasileiro fala de um outro detalhe da cidade maravilhosa que o atrapalha um pouco. “Talvez por eu ser de Brasília, onde é mais seco, a umidade me prejudique um pouco. Mas tenho me saído bem ultimamente”.

Com índice para disputar a prova intercontinental nos cinco mil, 10 mil e também na maratona, ele fala o porquê de ter escolhido as competições mais curtas. “Fiz essa opção, pois sabia que tinha mais chances de medalha”. Ele também poderá disputar essas três distâncias no Mundial de Osaka (Japão). “Ainda vou definir com meu técnico Adauto Domingues se vou para essa competição e em qual modalidade”.

O medalhista de bronze venceu a Maratona de Nova York ano passado e já confirmou presença na edição desse ano da tradicional competição de 42,195 metros, mas prefere não pensar nisso por enquanto. “Agora vou descansar e me focar para os 10 mil. Vou pensar em Nova York só depois dos Jogos”.

Marílson disputará os 10 mil na pista do Engenhão nessa sexta-feira às 16h50, com total cobertura do Webrun.