Cob_Jogos_Panamericanos_2007

Brasileiros chegam perto, mas não conseguem medalha na Marcha Atlética

Marcha Atlética · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - Dois quartos lugares e muito próximos da medalha. Assim terminou a prova dos 20 quilômetros da marcha atlética, que teve sua chegada no Aterro do Flamengo na tarde deste domingo (22). Os brasileiros Mario Santos Junior e Tania Spindler chegaram perto, mas não conseguiram subir ao pódio.

A prova feminina começou primeiro, e teve a vitória da salvadorenha Cristina Lopez, que entrou para a história com o primeiro ouro dos Jogos de seu país. Ela fez o tempo de 1h38min59.

No masculino, o equatoriano Jefferson Perez foi o mais rápido e ficou com o ouro. O atleta completou os 20 quilômetros em 1h22min08.

José Alessandro Bagio, outro brasileiro na prova masculina, fez o tempo de 1h34min25 e terminou na 8ª colocação. No feminino, Cisiane Lopes, também do Brasil, não completou a prova.

Atleta de El Salvador ganha o ouro na Marcha Atlética e entra para a história

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - A atleta Cristina Lopez, de El Salvador, levou 1h38min59 para completar os 20 quilômetros da marcha atlética e entrar para a história do seu país por conquistar a primeira medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos. A brasileira Tania Spindler terminou na quarta colocação.

Para realizar este feito a salvadorenha superou a equatoriana Mirian Ramon, que correu em 1h40min03, e a mexicana Maria Esther Sanchez Coyote, 1h41min47.

Grande parte das atletas reclamou do calor forte, uma vez que a prova largou às 13h. Porém, a ganhadora falou que isto não foi um problema. “Eu acho mais apropriado competir de manhã, pois é mais agradável. Porém não tenho problema com o calor, pois o clima no meu país também é muito quente”, comenta.

A equatoriana Mirian Ramon conquistou a prata após a desclassificação da boliviana Geovana Irusta, que em um momento da marcha tirou o pé do chão. “A marcha atlética não é só correr, é preciso se concentrar e se ela tirou o pé do chão é porque errou”, comenta Ramon.

A mexicana Maria Ester foi outra beneficiada com a desclassificação da boliviana e foi avisada do seu bronze no momento do exame antidoping. “É o meu primeiro Pan e não esperava uma medalha. Meu objetivo era ficar entre as cinco e foi uma surpresa poder subir ao pódio”, afirma.

A brasileira Tania Spindler, que correu em 1h42min15, também foi beneficiada com o erro de suas adversárias. Com a desclassificação da boliviana Geovana Irusta e de Evelin Nunes, da Guatemala, Tânia passou do 6º para o 4º lugar.

Nem tudo são flores - Um problema ameaça estragar a festa da salvadorenha Cristina Lopez: a cerimônia de premiação. A entrega de medalhas da prova da Marcha só será realizada nesta segunda-feira (23), no estádio João Havelange. Porém, Cristina já comprou as passagens aéreas para às 3h40 da madrugada e não poderá comparecer à premiação. A filha dela está com câncer e a atleta não queria se afastar por muito tempo do país.

A salvadorenha pediu ao Comitê Organizador (CO-RIO) para adiantar a entrega das medalhas, porém, seu pedido foi recusado. Agora a delegação de El Salvador está tentando mudar o horário da passagem da atleta para que ela fique mais um dia no Brasil e receba a medalha de ouro.


Atleta de El Salvador ganha o ouro na Marcha Atlética e entra para a história

Marcha Atlética · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - A atleta Cristina Lopez, de El Salvador, levou 1h38min59 para completar os 20 quilômetros da marcha atlética e entrar para a história do seu país por conquistar a primeira medalha de ouro nos Jogos Pan-americanos. A brasileira Tania Spindler terminou na quarta colocação.

Para realizar este feito a salvadorenha superou a equatoriana Mirian Ramon, que correu em 1h40min03, e a mexicana Maria Esther Sanchez Coyote, 1h41min47.

Grande parte das atletas reclamou do calor forte, uma vez que a prova largou às 13h. Porém, a ganhadora falou que isto não foi um problema. “Eu acho mais apropriado competir de manhã, pois é mais agradável. Porém não tenho problema com o calor, pois o clima no meu país também é muito quente”, comenta.

A equatoriana Mirian Ramon conquistou a prata após a desclassificação da boliviana Geovana Irusta, que em um momento da marcha tirou o pé do chão. “A marcha atlética não é só correr, é preciso se concentrar e se ela tirou o pé do chão é porque errou”, comenta Ramon.

A mexicana Maria Ester foi outra beneficiada com a desclassificação da boliviana e foi avisada do seu bronze no momento do exame antidoping. “É o meu primeiro Pan e não esperava uma medalha. Meu objetivo era ficar entre as cinco e foi uma surpresa poder subir ao pódio”, afirma.

A brasileira Tania Spindler, que correu em 1h42min15, também foi beneficiada com o erro de suas adversárias. Com a desclassificação da boliviana Geovana Irusta e de Evelin Nunes, da Guatemala, Tânia passou do 6º para o 4º lugar.

Nem tudo são flores - Um problema ameaça estragar a festa da salvadorenha Cristina Lopez: a cerimônia de premiação. A entrega de medalhas da prova da Marcha só será realizada nesta segunda-feira (23), no estádio João Havelange. Porém, Cristina já comprou as passagens aéreas para às 3h40 da madrugada e não poderá comparecer à premiação. A filha dela está com câncer e a atleta não queria se afastar por muito tempo do país.

A salvadorenha pediu ao Comitê Organizador (CO-RIO) para adiantar a entrega das medalhas, porém, seu pedido foi recusado. Agora a delegação de El Salvador está tentando mudar o horário da passagem da atleta para que ela fique mais um dia no Brasil e receba a medalha de ouro.

Equador faz dobradinha na Marcha masculina

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - O equatoriano Jefferson Perez, dono do melhor tempo do mundo na prova, confirmou seu favoritismo e ganhou com ampla vantagem a prova de 20 quilômetros da Marcha Atlética masculina, realizada na tarde deste domingo (22) no Aterro do Flamengo. Seu compatriota Jaime Saquipay ficou com a prata e o brasileiro melhor colocado foi Mario Santos Junior, que terminou em quarto.

Perez completou o percurso em 1h22min08. “Eu sempre treino para ganhar, mas sei que todos os esportistas do mundo treinam para ganhar e eu respeito todos eles. Nos jogos de Atenas eu estudei os cinco primeiros favoritos e quem ganhou foi um não favorito. Com isto aprendi a respeitar todos os atletas que competem. Para mim, não existe favoritismo. Nada está escrito”, declara o equatoriano. Saquipay chegou 1min20 atrás de Perez e o colombiano Gustavo Adolfo Restrepo Baena foi o terceiro, com o tempo de 1h24min51.

Para muitos atletas, a prova serviu como preparação para o Mundial de Osaka, no Japão. “A competição foi a melhor possível e acredito que todos querem chegar ao mundial em Osaka”, disse Perez, que quase desistiu de competir nos Jogos Pan-americanos por achar que a prova seria muito perto do mundial e um desgaste desnecessário.

Respeito pela vitória - Para Saquipay e Restrepo a participação do campeão mundial Perez foi um incentivo a mais na prova. “Eu respeito muito o Jefferson pela vitória, nós treinamos juntos, mas mesmo assim vim aqui para ganhar, para tentar ganhar do melhor do mundo” disse Saquipay. Restrepo concordou com o colega e completou: “espero um dia vencer Jefferson em uma prova”.

Perez não se preocupa com o empenho dos atletas mais jovens em derrotá-lo e disse que seu maior medo atualmente não é ser vencido em uma prova, e sim, o aeroporto de São Paulo. “Só tenho uma preocupação que é o aeroporto de São Paulo. Vou a Europa treinar e meu vôo faz escala lá. Com o acidente e com os controladores fazendo greve de vez em quando, não sei como vai ser”, comenta o atleta.


Equador faz dobradinha na Marcha masculina

Marcha Atlética · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro (RJ) - O equatoriano Jefferson Perez, dono do melhor tempo do mundo na prova, confirmou seu favoritismo e ganhou com ampla vantagem a prova de 20 quilômetros da Marcha Atlética masculina, realizada na tarde deste domingo (22) no Aterro do Flamengo. Seu compatriota Jaime Saquipay ficou com a prata e o brasileiro melhor colocado foi Mario Santos Junior, que terminou em quarto.

Perez completou o percurso em 1h22min08. “Eu sempre treino para ganhar, mas sei que todos os esportistas do mundo treinam para ganhar e eu respeito todos eles. Nos jogos de Atenas eu estudei os cinco primeiros favoritos e quem ganhou foi um não favorito. Com isto aprendi a respeitar todos os atletas que competem. Para mim, não existe favoritismo. Nada está escrito”, declara o equatoriano. Saquipay chegou 1min20 atrás de Perez e o colombiano Gustavo Adolfo Restrepo Baena foi o terceiro, com o tempo de 1h24min51.

Para muitos atletas, a prova serviu como preparação para o Mundial de Osaka, no Japão. “A competição foi a melhor possível e acredito que todos querem chegar ao mundial em Osaka”, disse Perez, que quase desistiu de competir nos Jogos Pan-americanos por achar que a prova seria muito perto do mundial e um desgaste desnecessário.

Respeito pela vitória - Para Saquipay e Restrepo a participação do campeão mundial Perez foi um incentivo a mais na prova. “Eu respeito muito o Jefferson pela vitória, nós treinamos juntos, mas mesmo assim vim aqui para ganhar, para tentar ganhar do melhor do mundo” disse Saquipay. Restrepo concordou com o colega e completou: “espero um dia vencer Jefferson em uma prova”.

Perez não se preocupa com o empenho dos atletas mais jovens em derrotá-lo e disse que seu maior medo atualmente não é ser vencido em uma prova, e sim, o aeroporto de São Paulo. “Só tenho uma preocupação que é o aeroporto de São Paulo. Vou a Europa treinar e meu vôo faz escala lá. Com o acidente e com os controladores fazendo greve de vez em quando, não sei como vai ser”, comenta o atleta.

Cubana comenta a vitória na maratona

Maratona · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A cubana Mariela Gonzalez levou 2h43min11 para conquistar o ouro que já era considerado do Brasil. A brasileira Márcia Narloch, medalha de prata, já tinha corrido contra a cubana em outras duas competições e até hoje não tinha chegado atrás.

“Eu conheci a Mariela em Winnipeg quando ela ficou em oitavo e eu em sexto, depois fomos a Santo Domingo juntas, ela foi prata e eu fui ouro. Hoje inverteu.”, conta Márcia.

Mariela diz que para ganhar esta prova utilizou uma estratégia progressiva, ou seja, ganhar posições aos poucos. Quando chegou no quilômetro 31 ela passou Sirlene Pinho, que ficou com o bronze e vinha liderando a prova até então.

“A minha maior dificuldade foi o calor, está muito quente”, explica a atleta que passou mal logo após cruzar a linha de chegada e foi levada para o Centro Médico. Lá ela teve problema com a temperatura, que estava muito fria, por causa do ar condicionado e, para evitar um choque térmico, preferiu ficar sentada no parapeito do local para se recuperar

O primeiro lugar nos jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro é considerado pela atleta uma de suas maiores vitórias conquistadas ao longo de sua carreira. “Para mim é muito importante, eu queria muito a dourada”.

Ao receber as flores pela vitória, Mariela foi junto com as atletas brasileiras agradecer a torcida que estava presente. “O público da cidade me tratou muito bem, fui bem recebida”, fala.

Sirlene e Narloch fazem prova de superação

A experiente Márcia Narloch e a novata Sirlene Pinho foram as representantes brasileiras na maratona feminina dos Jogos Pan-americanos e conquistaram uma prata e um bronze respectivamente. As duas sentiram dores durante o trajeto e só não desistiram pois Filé, treinador de Márcia, a todo o momento as incentivou.

Direto do Rio de Janeiro - "Ainda tenho muito o que aprender com a Márcia. Eu quis definir logo de cara, mas a maratona precisa de uma estratégia diferente”, comenta Sirlene. Longe da filha Beatriz há dois meses para se dedicar aos treinamentos, ela fala que esperava o ouro, mas o bronze já é uma vitória. “Eu até decorei o hino nacional para cantar no pódio, mas ainda sou nova e espero trazer o ouro em outros Pans”, completa.

“Ficar lonnge da Beatriz foi a pior parte, pois não conseguia vê-la quando estava concentrada em Águas de Lindóia, mas o esforço valeu a pena”, ressalta a atleta de 31 anos. A temperatura na cidade do Rio de Janeiro chegou a 29º e Sirlene não conseguiu pegar seus suplementos energéticos em alguns pontos da prova.

Ela não teve a companhia do treinador Valmir Nunes, que está nos Estados Unidos para disputar uma ultramaratona, mas Filé o substituiu bem. “Toda vez que eu pensava em desistir ele dizia que eu ainda podia dar mais de mim”. A baiana radicada em Santos chegou a liderar até o quilômetro 31, ocasião em que foi ultrapassada pela cubana Mariela Gonzalez, vencedora da prova.

A maratona do Pan foi a terceira prova dessa distância que Sirlene competiu e ela afirma que nunca imaginou disputar uma competição como o Pan. “Hoje eu aprendi muito, quero agradecer ao público que me incentivou desde o começo, eles ficavam gritando meu nome a todo o momento”.

Narloch - Já Márcia diz que a dor que sentiu hoje, foi a mesma que a tirou da São Silvestre e da Maratona de São Paulo ano passado. “Venho sentindo desde a olimpíada de Atenas, mas não queria ficar de fora do Pan do Brasil. Conversei com o meu treinador e decidi correr”. A partir do quilômetro 17 ela já pensava em abandonar a maratona, mas após o incentivo externo decidiu continuar e conseguiu chegar na segunda colocação. Segundo ela, 80% da conquista é do seu técnico.

Ela diz que não consegue mais realizar treinos de tiros sem sentir dores e, para não comprometer a participação no Pan, reduziu a carga de treinos às vésperas da competição, para tentar soltar a musculatura. Narloch se mostrou muito patriota ao afirmar que tentou combinar um jogo de equipe com Sirlene.

“Estávamos hoje aqui não para competir individualmente, mas para representar o Brasil. Eu queria montar uma estratégia, mas ela não me ouviu e disparou na frente. Na maratona deve-se começar mais leve e de forma progressiva aumentar o ritmo para chegar bem no final”, comenta a atleta que possui uma medalha de ouro no Pan de Santo Domingo. “Foi um aprendizado para ela, o bronze é um ótimo resultado”, ressalta como forma de incentivo à companheira.

Depois de passar por tantos esforços e sacrifícios, ela tem consciência que essa foi sua última participação em Pan-americanos e não sabe se vai continuar a correr, ou se a aposentadoria já faz parte de seus planos. “Agora vou competir provas importantes durante o ano e dia 31 de dezembro decido o rumo que vou tomar na carreira.”

A prova de maratona masculina acontece no próximo domingo (29) e os destaques brasileiros são Vanderlei Cordeiro de Lima e Franck Caldeira.


Sirlene e Narloch fazem prova de superação

Maratona · 22 jul, 2007

A experiente Márcia Narloch e a novata Sirlene Pinho foram as representantes brasileiras na maratona feminina dos Jogos Pan-americanos e conquistaram uma prata e um bronze respectivamente. As duas sentiram dores durante o trajeto e só não desistiram pois Filé, treinador de Márcia, a todo o momento as incentivou.

Direto do Rio de Janeiro - "Ainda tenho muito o que aprender com a Márcia. Eu quis definir logo de cara, mas a maratona precisa de uma estratégia diferente”, comenta Sirlene. Longe da filha Beatriz há dois meses para se dedicar aos treinamentos, ela fala que esperava o ouro, mas o bronze já é uma vitória. “Eu até decorei o hino nacional para cantar no pódio, mas ainda sou nova e espero trazer o ouro em outros Pans”, completa.

“Ficar lonnge da Beatriz foi a pior parte, pois não conseguia vê-la quando estava concentrada em Águas de Lindóia, mas o esforço valeu a pena”, ressalta a atleta de 31 anos. A temperatura na cidade do Rio de Janeiro chegou a 29º e Sirlene não conseguiu pegar seus suplementos energéticos em alguns pontos da prova.

Ela não teve a companhia do treinador Valmir Nunes, que está nos Estados Unidos para disputar uma ultramaratona, mas Filé o substituiu bem. “Toda vez que eu pensava em desistir ele dizia que eu ainda podia dar mais de mim”. A baiana radicada em Santos chegou a liderar até o quilômetro 31, ocasião em que foi ultrapassada pela cubana Mariela Gonzalez, vencedora da prova.

A maratona do Pan foi a terceira prova dessa distância que Sirlene competiu e ela afirma que nunca imaginou disputar uma competição como o Pan. “Hoje eu aprendi muito, quero agradecer ao público que me incentivou desde o começo, eles ficavam gritando meu nome a todo o momento”.

Narloch - Já Márcia diz que a dor que sentiu hoje, foi a mesma que a tirou da São Silvestre e da Maratona de São Paulo ano passado. “Venho sentindo desde a olimpíada de Atenas, mas não queria ficar de fora do Pan do Brasil. Conversei com o meu treinador e decidi correr”. A partir do quilômetro 17 ela já pensava em abandonar a maratona, mas após o incentivo externo decidiu continuar e conseguiu chegar na segunda colocação. Segundo ela, 80% da conquista é do seu técnico.

Ela diz que não consegue mais realizar treinos de tiros sem sentir dores e, para não comprometer a participação no Pan, reduziu a carga de treinos às vésperas da competição, para tentar soltar a musculatura. Narloch se mostrou muito patriota ao afirmar que tentou combinar um jogo de equipe com Sirlene.

“Estávamos hoje aqui não para competir individualmente, mas para representar o Brasil. Eu queria montar uma estratégia, mas ela não me ouviu e disparou na frente. Na maratona deve-se começar mais leve e de forma progressiva aumentar o ritmo para chegar bem no final”, comenta a atleta que possui uma medalha de ouro no Pan de Santo Domingo. “Foi um aprendizado para ela, o bronze é um ótimo resultado”, ressalta como forma de incentivo à companheira.

Depois de passar por tantos esforços e sacrifícios, ela tem consciência que essa foi sua última participação em Pan-americanos e não sabe se vai continuar a correr, ou se a aposentadoria já faz parte de seus planos. “Agora vou competir provas importantes durante o ano e dia 31 de dezembro decido o rumo que vou tomar na carreira.”

A prova de maratona masculina acontece no próximo domingo (29) e os destaques brasileiros são Vanderlei Cordeiro de Lima e Franck Caldeira.

Cubana garante o ouro da maratona do Pan-americano

A maratona feminina abriu as competições do atletismo Pan-americano nesse domingo no Rio de Janeiro. A campeã foi a cubana Mariela Gonzalez que apareceu na liderança nos últimos quilômetros da prova e manteve a posição até a linha de chegada em 2h43min.

“Essa medalha foi muito importante. Eu queria a dourada”, revela a campeã. Mariela também disse que se esforçou muito para vencer e que esse foi o título mais importante da sua carreira. Logo que cruzou a linha de chegada, a cubana recebeu atendimento médico devido fadiga, mas optou em ficar do lado de fora da tenda médica, por causa da baixa temperatura que estava lá dentro.

As brasileiras Márcia Narloch e Sirlene Pinho completaram o pódio, respectivamente com as medalhas de prata e bronze. Ao todo 12 competidoras participaram da maratona, que teve largada às 8h30 na praia de São Conrado e chegada no Aterro do Flamengo, após 42 quilômetros de prova.

Os primeiros cinco quilômetros da competição foram liderados pela argentina Claudia Camargo. Mas logo depois as brasileiras alcançaram a líder e Sirlene assumiu sozinha a primeira posição até o quilômetro 35, quando foi ultrapassada pela cubana Mariela Gonzalez.

Márcia Narloch, que oscilou entre a quarta e a terceira posição, aumentou o ritmo nos últimos quilômetros e garantiu a prata. Mas ao cruzar a linha de chegada, a atleta de 38 anos, foi levada de maca para atendimento. Sirlene Pinho também precisou de ajuda médica quando finalizou a competição.

De acordo com o treinador Ricardo D´Angelo, as duas chegaram com hipotermia, mas já estão bem. Durante o percurso as mulheres enfrentaram sol e calor. Os termômetros do Rio de Janeiro já marcavam 22 graus e umidade relativa do ar de 83% no início da prova.

A maratona masculina do Pan-americano acontece no próximo domingo (29) e o Brasil será representado pelo experiente Vanderlei Cordeiro de Lima e pelo estreante Franck Caldeira. O Webrun acompanha tudo direto do Rio de Janeiro.


Cubana garante o ouro da maratona do Pan-americano

Maratona · 22 jul, 2007

A maratona feminina abriu as competições do atletismo Pan-americano nesse domingo no Rio de Janeiro. A campeã foi a cubana Mariela Gonzalez que apareceu na liderança nos últimos quilômetros da prova e manteve a posição até a linha de chegada em 2h43min.

“Essa medalha foi muito importante. Eu queria a dourada”, revela a campeã. Mariela também disse que se esforçou muito para vencer e que esse foi o título mais importante da sua carreira. Logo que cruzou a linha de chegada, a cubana recebeu atendimento médico devido fadiga, mas optou em ficar do lado de fora da tenda médica, por causa da baixa temperatura que estava lá dentro.

As brasileiras Márcia Narloch e Sirlene Pinho completaram o pódio, respectivamente com as medalhas de prata e bronze. Ao todo 12 competidoras participaram da maratona, que teve largada às 8h30 na praia de São Conrado e chegada no Aterro do Flamengo, após 42 quilômetros de prova.

Os primeiros cinco quilômetros da competição foram liderados pela argentina Claudia Camargo. Mas logo depois as brasileiras alcançaram a líder e Sirlene assumiu sozinha a primeira posição até o quilômetro 35, quando foi ultrapassada pela cubana Mariela Gonzalez.

Márcia Narloch, que oscilou entre a quarta e a terceira posição, aumentou o ritmo nos últimos quilômetros e garantiu a prata. Mas ao cruzar a linha de chegada, a atleta de 38 anos, foi levada de maca para atendimento. Sirlene Pinho também precisou de ajuda médica quando finalizou a competição.

De acordo com o treinador Ricardo D´Angelo, as duas chegaram com hipotermia, mas já estão bem. Durante o percurso as mulheres enfrentaram sol e calor. Os termômetros do Rio de Janeiro já marcavam 22 graus e umidade relativa do ar de 83% no início da prova.

A maratona masculina do Pan-americano acontece no próximo domingo (29) e o Brasil será representado pelo experiente Vanderlei Cordeiro de Lima e pelo estreante Franck Caldeira. O Webrun acompanha tudo direto do Rio de Janeiro.

Cubana é a nova líder da maratona do Pan

Maratona · 22 jul, 2007

Após liderar boa parte da maratona do Pan-americano a brasileira Sirlene Pinho caiu para a terceira posição. No quilômetro 35 a cubana Mariela Gonzalez passou a liderar a competição com tempo parcial de 2h12min27.

Já Márcia Narloch, que estava mais atrás é a segunda colocada e pode fazer prova de recuperação para brigar pelo primeiro lugar. O Webrun acompanha toda a competição direto do Rio de Janeiro.

Maratona Pan: Narloch cai para quarto lugar

Maratona · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - As maratonistas já passaram pelo quilômetro 25 da prova, região de Presidente Vargas e a liderança continua com a brasileira Sirlene Pinho, com o tempo de 1h32min52. A segunda colocada é a cubana Mariela Gonzalez, com 1h33min53 e a terceira Yailen Garcia, com 1h34min08.

A outra brasileira na prova, Márcia Narloch, caiu para a quarta colocação e ostenta o tempo de 1h34min48. Agora elas fazem o retorno e se dirigem à Avenida Perimetral. Nesse momento a temperatura é de 23º C, a umidade relativa do ar é 78%, o índice ultra violeta é baixo (4) e o vento sopra de norte a 10 quilômetros por hora.

Maratona: Sirlene e Narloch passam na frente no km 18

Maratona · 22 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - A maratona feminina do Pan largou às 8h30 desse domingo na Praia de São Conrado, com direção ao Aterro do Flamengo. O começo da prova teve temperatura de 22 graus e umidade relativa do ar de 83%. Na marca dos 18 quilômetros de prova a liderança é da brasileira Sirlene Pinho, seguida por Márcia Narloch.

Sirlene passou na frente das arquibancadas do Aterro com o tempo de 1h05min11, enquanto Márcia passou com pouco mais de um minuto depois. A terceira colocada é a cubana Mariela Gonzalez. Elas agora se dirigem ao centro da cidade pela Avenida Rio Branco até a Avenida Chile, onde fica a Candelária, para marcar exatamente a metade da prova.

Quando as brasileiras passaram pelo público que se concentra no Parque do Flamengo, receberam muitos aplausos e gritos de incentivo. Apesar de a quantidade de pessoas não ser tão grande quanto na competição de triathlon domingo passado, a energia é contagiante.

Marílson Gomes já está no RJ e fala sobre o Pan

Direto do Rio de Janeiro - Marílson Gomes dos Santos já está no Rio de Janeiro para a disputa dos Jogos Pan-americanos e, após o primeiro dia de treinamentos, comenta sobre a expectativa para as provas de cinco e 10 mil metros. Após confirmar essa semana que defenderá o título da Maratona de Nova York esse ano, ele está completamente focado para a competição intercontinental.

“Minha primeira prova é a de cinco mil, mas mesmo sendo muito forte eu já vou com força total na busca de uma medalha”, comenta. Para alcançar esse feito, ele diz quem serão os principais adversários. “Em provas de fundo os mexicanos sempre são fortes, mas alguns americanos também vêm bem e será uma prova bem disputada”.

Acomodado na Vila Pan-americana, ele ainda está em processo de adaptação para conhecer o local, que segundo ele é muito grande. “Já conversei com alguns atletas estrangeiros que conheço das provas internacionais, principalmente os sul-americanos”, ressalta. Segundo ele, também faz parte do espírito do Pan conhecer novos amigos, pois dentro da pista os outros atletas são adversários, mas fora são todos amigos. “A gente tenta arranhar um espanhol para falar com eles”, brinca.

Quem também está animada é Juliana Gomes, esposa de Marílson, convocada para as provas de 800m e 1.500m. “O Estádio está lindo, coisa de primeiro mundo”, ressalta a atleta que diz que está feliz por participar da festa Pan-americana. “Agora vem o resultado do treinamento que é a competição e estou muito animada”, completa.

Marílson compete os cinco mil na segunda feira, dia 23, mesmo dia em que Juliana disputará a semifinal dos 800m. Já os 10 mil acontecem na sexta-feira, dia 27 data em que sua esposa participará da final dos 1.500m. Todas as provas acontecem no Estádio João Havelange, o Engenhão e o Webrun fará a cobertura completa de todas as provas de pista do Pan.


Marílson Gomes já está no RJ e fala sobre o Pan

Atletismo · 21 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Marílson Gomes dos Santos já está no Rio de Janeiro para a disputa dos Jogos Pan-americanos e, após o primeiro dia de treinamentos, comenta sobre a expectativa para as provas de cinco e 10 mil metros. Após confirmar essa semana que defenderá o título da Maratona de Nova York esse ano, ele está completamente focado para a competição intercontinental.

“Minha primeira prova é a de cinco mil, mas mesmo sendo muito forte eu já vou com força total na busca de uma medalha”, comenta. Para alcançar esse feito, ele diz quem serão os principais adversários. “Em provas de fundo os mexicanos sempre são fortes, mas alguns americanos também vêm bem e será uma prova bem disputada”.

Acomodado na Vila Pan-americana, ele ainda está em processo de adaptação para conhecer o local, que segundo ele é muito grande. “Já conversei com alguns atletas estrangeiros que conheço das provas internacionais, principalmente os sul-americanos”, ressalta. Segundo ele, também faz parte do espírito do Pan conhecer novos amigos, pois dentro da pista os outros atletas são adversários, mas fora são todos amigos. “A gente tenta arranhar um espanhol para falar com eles”, brinca.

Quem também está animada é Juliana Gomes, esposa de Marílson, convocada para as provas de 800m e 1.500m. “O Estádio está lindo, coisa de primeiro mundo”, ressalta a atleta que diz que está feliz por participar da festa Pan-americana. “Agora vem o resultado do treinamento que é a competição e estou muito animada”, completa.

Marílson compete os cinco mil na segunda feira, dia 23, mesmo dia em que Juliana disputará a semifinal dos 800m. Já os 10 mil acontecem na sexta-feira, dia 27 data em que sua esposa participará da final dos 1.500m. Todas as provas acontecem no Estádio João Havelange, o Engenhão e o Webrun fará a cobertura completa de todas as provas de pista do Pan.