sandra soldan

Internacional mescla experiência e juventude

O Triathlon Internacional de Santos, prova disputada no último domingo (24) no litoral paulista teve uma mescla de profissionais experientes com jovens competidores, que começam a despontar no cenário profissional da modalidade. É o caso de Sandra Soldan, primeira brasileira a quebrar a hegemonia internacional e Fernanda Garcia, que nos últimos anos tem obtido ótimos resultados.

Aos 34 anos, 12 deles dedicados ao triathlon, Sandra treinou muito para os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, no ano passado, onde pretendia obter uma medalha e coroar o esforço. Decepcionada com a 16ª colocação ela havia decidido parar de competir para se dedicar à profissão de médica, mas esfriou a cabeça e retornou com fôlego renovado.

Durante a transição da bike para a corrida no Internacional, ela ocupou a segunda colocação, atrás de Carla Moreno, mas durante a corrida não conseguiu manter o mesmo ritmo e completou a prova na quinta colocação. A Doutora Sandra, que atualmente ocupa o cargo de médica na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, disse que esperava um pouco mais.

Rendimento - “A prova foi razoável, ainda estou aquém do que posso render, ainda não estou na minha plenitude da forma física. Estou conseguindo treinar legal, esta foi minha primeira prova em dois meses e espero que seja a primeira de muitas”. Ela diz ainda que a maioria dos atletas se cobra demais e ela não foge à regra, quer sempre superar seus limites.

“A cobrança serve também como motivação para melhorar a performance, superar o limite”, conclui a carioca que pretende incluir em seu calendário deste ano provas de longa distância. Soldan defendeu o Brasil em duas olimpíadas, Sidney 2000, onde foi a 11ª colocada e melhor sul-americana e Atenas 2004, onde abandonou no trecho de ciclismo.

Já Fernanda Garcia, que em maio completa 25 anos, compete na categoria profissional desde 2002, após ser revelada no SP Open de Biathlon, prova em que obteve o título nos anos de 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2004 e 2005. Ano passado ela foi vice-campeã do Triathlon Internacional e este ano tinha a expectativa de pelo menos repetir a colocação.

O tempo na largada estava encoberto, mas Fernanda diz que preferia o sol forte, que a condição na qual está acostumada a treinar. “Eu queria o sol, é uma pena, mas agora é só competir forte para dar tudo certo”.

Durante a competição, Helios, o deus do sol, não enviou forças suficientes à jovem triathleta, que terminou na terceira colocação, com o tempo de 2h13min58, 41 segundos atrás de sua xará, Fernanda Baú, 1min21 atrás da vice Vanessa Gianini e 8min03 da campeã Carla Moreno.

“O meu problema nesta prova foi não ter conseguido acompanhar as outras meninas no trecho de corrida, mas o quarto lugar está ótimo”, ressalta Fernanda, que já não tinha o mesmo sorriso do início da prova. Agora ela vai disputar todas as etapas do Troféu Brasil de Triathlon, além do maadman na Praia Grande, no dia cinco de abril.

Incentivo - Para Núbio de Oliveira, organizador da prova, é sempre bom que apareçam novos atletas para que o Brasil esteja bem representado no triathlon, sem é claro esquecer as pratas da casa. “Os atletas precisam de apoio do poder público e das empresas, pois é um esporte caro e eles gastam muito. O resultado obtido aqui (com cinco brasileiros no pódio masculino e feminino) mostra que eles estão crescendo tecnicamente e que podem representar o país em qualquer lugar”.


Internacional mescla experiência e juventude

Triathlon · 26 fev, 2008

O Triathlon Internacional de Santos, prova disputada no último domingo (24) no litoral paulista teve uma mescla de profissionais experientes com jovens competidores, que começam a despontar no cenário profissional da modalidade. É o caso de Sandra Soldan, primeira brasileira a quebrar a hegemonia internacional e Fernanda Garcia, que nos últimos anos tem obtido ótimos resultados.

Aos 34 anos, 12 deles dedicados ao triathlon, Sandra treinou muito para os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro, no ano passado, onde pretendia obter uma medalha e coroar o esforço. Decepcionada com a 16ª colocação ela havia decidido parar de competir para se dedicar à profissão de médica, mas esfriou a cabeça e retornou com fôlego renovado.

Durante a transição da bike para a corrida no Internacional, ela ocupou a segunda colocação, atrás de Carla Moreno, mas durante a corrida não conseguiu manter o mesmo ritmo e completou a prova na quinta colocação. A Doutora Sandra, que atualmente ocupa o cargo de médica na Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos, disse que esperava um pouco mais.

Rendimento - “A prova foi razoável, ainda estou aquém do que posso render, ainda não estou na minha plenitude da forma física. Estou conseguindo treinar legal, esta foi minha primeira prova em dois meses e espero que seja a primeira de muitas”. Ela diz ainda que a maioria dos atletas se cobra demais e ela não foge à regra, quer sempre superar seus limites.

“A cobrança serve também como motivação para melhorar a performance, superar o limite”, conclui a carioca que pretende incluir em seu calendário deste ano provas de longa distância. Soldan defendeu o Brasil em duas olimpíadas, Sidney 2000, onde foi a 11ª colocada e melhor sul-americana e Atenas 2004, onde abandonou no trecho de ciclismo.

Já Fernanda Garcia, que em maio completa 25 anos, compete na categoria profissional desde 2002, após ser revelada no SP Open de Biathlon, prova em que obteve o título nos anos de 1998, 1999, 2000, 2001, 2002, 2004 e 2005. Ano passado ela foi vice-campeã do Triathlon Internacional e este ano tinha a expectativa de pelo menos repetir a colocação.

O tempo na largada estava encoberto, mas Fernanda diz que preferia o sol forte, que a condição na qual está acostumada a treinar. “Eu queria o sol, é uma pena, mas agora é só competir forte para dar tudo certo”.

Durante a competição, Helios, o deus do sol, não enviou forças suficientes à jovem triathleta, que terminou na terceira colocação, com o tempo de 2h13min58, 41 segundos atrás de sua xará, Fernanda Baú, 1min21 atrás da vice Vanessa Gianini e 8min03 da campeã Carla Moreno.

“O meu problema nesta prova foi não ter conseguido acompanhar as outras meninas no trecho de corrida, mas o quarto lugar está ótimo”, ressalta Fernanda, que já não tinha o mesmo sorriso do início da prova. Agora ela vai disputar todas as etapas do Troféu Brasil de Triathlon, além do maadman na Praia Grande, no dia cinco de abril.

Incentivo - Para Núbio de Oliveira, organizador da prova, é sempre bom que apareçam novos atletas para que o Brasil esteja bem representado no triathlon, sem é claro esquecer as pratas da casa. “Os atletas precisam de apoio do poder público e das empresas, pois é um esporte caro e eles gastam muito. O resultado obtido aqui (com cinco brasileiros no pódio masculino e feminino) mostra que eles estão crescendo tecnicamente e que podem representar o país em qualquer lugar”.

Sandra Soldan comenta jogo de equipe no triathlon

Triathlon · 16 jul, 2007

Direto do Rio de Janeiro - Em Olimpíadas, Pan-americanos e outros campeonatos é comum o jogo de equipe por parte de atletas dos Estados Unidos, Canadá e outros países de tradição no triathlon, fato que não ocorre com o Brasil. Depois da explicação de Juraci Moreira, bronze na prova desse domingo, Sandra Soldan também comenta o assunto.

Juraci disse que aqui no Brasil não é possível fazer jogo de equipe devido ao diferente nível de condicionamento dos atletas, já que cada um treina em um local diferente e de maneiras distintas. Soldan ratifica as palavras do companheiro e diz que falta apoio da Confederação Brasileira de Triathlon (CBTri).

Segundo ela, os estrangeiros tem todas as despesas pagas em viagens, coisa que não acontece no Brasil, o que dificulta uma possível estratégia coletiva. “O jogo de equipe das estrangeiras vem das Confederações que mantém os atletas e pagam para eles treinarem. Elas ditam o que cada um faz e quem vai trabalhar para quem”.

Apesar das dificuldades encontradas, os brasileiros sempre arrumam um jeitinho de beliscar bons resultados. “A Confederação acha que somos geração passada, eles estão focados apenas na geração mais nova. Fiquei muito feliz pelo Juraci, ele representou muito bem nossa equipe de triathlon com o bronze”, desabafa.

Soldan e Carla Moreno comentam a prova do Pan

As triathletas Carla Moreno e Sandra Soldan, respectivamente nona e 16ª colocadas na prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos, fazem uma avaliação geral de suas participações. As meninas eram cotadas como favoritas a obter uma medalha, mas as americanas Julie Ertel e Sarah Haskins e a canadense Lauren Groves estragaram a festa.

Direto do Rio de Janeiro - Sandra havia dito antes da competição que sabia da dificuldade de enfrentar as norte-americanas, pois elas fariam o tão temido jogo de equipe, em que revezam na liderança até uma delas despontar para a vitória. “Minha estratégia inicial era sair da água junto delas, o que quase consegui”. Ela vinha no encalço da canadense Kathy Tremblay, mas na segunda volta ela não conseguiu mais acompanhar as adversárias e a brasileira passou a nadar sem referência.

Com a natação comprometida, ela decidiu arriscar tudo na bike e começou a pedalar forte. “As duas primeiras voltas pedalei quase como um contra relógio, fazendo muito esforço, mas não deu. Elas são excelentes nadadoras e ciclistas e sabíamos que vinham para o primeiro posto”. A atleta diz ainda que não estava muito inspirada no dia. “Além de treinar muito, tem que ter sorte”.

A próxima disputa ainda não está definida, já que a triathleta terá que escolher entre o Triathlon do Exército em Vila Velha (ES) ou a etapa de Belém do Sesc Triathlon – Circuito Nacional. “Em agosto ainda tem mundial, para tentar uma classificação para a olimpíada”, completa.

Carla Moreno - Já Carla esbanjava felicidade e empolgação antes da largada, mas acabou tendo problemas durante a perna de corrida, o que acabou prejudicando um pouco seu rendimento. “Acho que fiz uma boa prova de natação e de ciclismo também, mas não me senti bem na corrida”. Durante a competição feminina os termômetros registraram 29°C, o que pode ter sido um dos fatores que a fez se sentir mal.

“Pode ter sido um pouco de desidratação, já que estava muito abafado”, comenta. Ela diz ainda que apesar de gostar de competir com calor, não estava nos seus melhores dias, não teve sorte. “Fiz tudo o que podia nos treinos e nas provas, mas infelizmente não consegui uma medalha”, completa. Apesar do resultado não ser o esperado, ela não perdeu a empolgação de estar num Pan em sua terra natal.

Carla agora segue para os Jogos Regionais pela equipe de São Bernardo e depois fará um pré-olímpico na Colômbia, para “correr atrás do prejuízo”, como ela mesma afirma.


Soldan e Carla Moreno comentam a prova do Pan

Triathlon · 15 jul, 2007

As triathletas Carla Moreno e Sandra Soldan, respectivamente nona e 16ª colocadas na prova de triathlon dos Jogos Pan-americanos, fazem uma avaliação geral de suas participações. As meninas eram cotadas como favoritas a obter uma medalha, mas as americanas Julie Ertel e Sarah Haskins e a canadense Lauren Groves estragaram a festa.

Direto do Rio de Janeiro - Sandra havia dito antes da competição que sabia da dificuldade de enfrentar as norte-americanas, pois elas fariam o tão temido jogo de equipe, em que revezam na liderança até uma delas despontar para a vitória. “Minha estratégia inicial era sair da água junto delas, o que quase consegui”. Ela vinha no encalço da canadense Kathy Tremblay, mas na segunda volta ela não conseguiu mais acompanhar as adversárias e a brasileira passou a nadar sem referência.

Com a natação comprometida, ela decidiu arriscar tudo na bike e começou a pedalar forte. “As duas primeiras voltas pedalei quase como um contra relógio, fazendo muito esforço, mas não deu. Elas são excelentes nadadoras e ciclistas e sabíamos que vinham para o primeiro posto”. A atleta diz ainda que não estava muito inspirada no dia. “Além de treinar muito, tem que ter sorte”.

A próxima disputa ainda não está definida, já que a triathleta terá que escolher entre o Triathlon do Exército em Vila Velha (ES) ou a etapa de Belém do Sesc Triathlon – Circuito Nacional. “Em agosto ainda tem mundial, para tentar uma classificação para a olimpíada”, completa.

Carla Moreno - Já Carla esbanjava felicidade e empolgação antes da largada, mas acabou tendo problemas durante a perna de corrida, o que acabou prejudicando um pouco seu rendimento. “Acho que fiz uma boa prova de natação e de ciclismo também, mas não me senti bem na corrida”. Durante a competição feminina os termômetros registraram 29°C, o que pode ter sido um dos fatores que a fez se sentir mal.

“Pode ter sido um pouco de desidratação, já que estava muito abafado”, comenta. Ela diz ainda que apesar de gostar de competir com calor, não estava nos seus melhores dias, não teve sorte. “Fiz tudo o que podia nos treinos e nas provas, mas infelizmente não consegui uma medalha”, completa. Apesar do resultado não ser o esperado, ela não perdeu a empolgação de estar num Pan em sua terra natal.

Carla agora segue para os Jogos Regionais pela equipe de São Bernardo e depois fará um pré-olímpico na Colômbia, para “correr atrás do prejuízo”, como ela mesma afirma.

Sandra Soldan está de olho no ouro Pan-americano

Sandra Soldan, 33 anos, é uma das integrantes da delegação brasileira de triathlon que estará nos Jogos Pan-americanos. Natural do Rio de Janeiro, ela usará sua experiência na competção e ficará de olho nas pricipais adversárias, as americanas e canadenses. Após diversas semanas de treino, agora ela descansa e aguarda o grande dia, já que a disputa será no próximo domingo (15).

“A semana que antecede a competição é bem tranqüila”, ressalta. “Não faço treinos de grande intensidade, apenas mantenho o metabolismo ativo e cuido bem da hidratação e da alimentação”, completa. Ela competirá seu terceiro Pan-americano e pretende melhorar o oitavo lugar de Winnipeg (Canadá,) em 1999 e o quinto de Santo Domingo (República Dominicana), em 2003.

Apesar de competir em sua terra natal, ela diz que a pressão será mais intensa. “A pressão para mim é mais interna, mas terei a vantagem de contar com o apoio da família, amigos e da torcida”. Segundo ela, o incentivo no final da competição é fundamental para renovar as energias e seguir em diante.

Outro ponto a favor da disputa ser no Rio de Janeiro é o fato dela não sofrer o desgaste do deslocamento. “A vantagem é não precisar entrar num avião, porque eu fico quebrada, não consigo dormir mais do que 15 minutos”, comenta.

Alto nível - A competição intercontinental terá um incentivo a mais para os atletas de todos os países, já que uma vitória já carimba o passaporte para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008. “A medalha de ouro garante uma vaga para as olimpíadas e as adversárias virão com as equipes principais”, salienta a triathleta que destaca as americanas e canadenses como as principais concorrentes.

“As americanas vêm com uma estratégia de colocar uma ex-jogadora de pólo aquático, que em Santo Domingo saiu da água 10 segundos à frente das primeiras e ficou assim até o final”, lembra. De acordo com a carioca, o fato de não sair da água entre as primeiras colocadas certamente prejudica o resto da competição.

Além de Sandra, a delegação brasileira será composta por Carla Moreno e Mariana Ohata, mesma formação dos Pan-americanos de Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). “A prova é individual, mas cada uma vai tentar se ajudar no que for possível no ciclismo, pois é a modalidade em que a gente pode combinar alguma coisa. Nas outras duas será muito complicado”, adianta.

A prova de triathlon será realizada no dia 15 de julho na praia de Copacabana perto do posto seis. O Pan-americano abre oficialmente o calendário de jogos nessa sexta (13) com a cerimônia de abertura.


Sandra Soldan está de olho no ouro Pan-americano

Triathlon · 13 jul, 2007

Sandra Soldan, 33 anos, é uma das integrantes da delegação brasileira de triathlon que estará nos Jogos Pan-americanos. Natural do Rio de Janeiro, ela usará sua experiência na competção e ficará de olho nas pricipais adversárias, as americanas e canadenses. Após diversas semanas de treino, agora ela descansa e aguarda o grande dia, já que a disputa será no próximo domingo (15).

“A semana que antecede a competição é bem tranqüila”, ressalta. “Não faço treinos de grande intensidade, apenas mantenho o metabolismo ativo e cuido bem da hidratação e da alimentação”, completa. Ela competirá seu terceiro Pan-americano e pretende melhorar o oitavo lugar de Winnipeg (Canadá,) em 1999 e o quinto de Santo Domingo (República Dominicana), em 2003.

Apesar de competir em sua terra natal, ela diz que a pressão será mais intensa. “A pressão para mim é mais interna, mas terei a vantagem de contar com o apoio da família, amigos e da torcida”. Segundo ela, o incentivo no final da competição é fundamental para renovar as energias e seguir em diante.

Outro ponto a favor da disputa ser no Rio de Janeiro é o fato dela não sofrer o desgaste do deslocamento. “A vantagem é não precisar entrar num avião, porque eu fico quebrada, não consigo dormir mais do que 15 minutos”, comenta.

Alto nível - A competição intercontinental terá um incentivo a mais para os atletas de todos os países, já que uma vitória já carimba o passaporte para os Jogos Olímpicos de Pequim (China) em 2008. “A medalha de ouro garante uma vaga para as olimpíadas e as adversárias virão com as equipes principais”, salienta a triathleta que destaca as americanas e canadenses como as principais concorrentes.

“As americanas vêm com uma estratégia de colocar uma ex-jogadora de pólo aquático, que em Santo Domingo saiu da água 10 segundos à frente das primeiras e ficou assim até o final”, lembra. De acordo com a carioca, o fato de não sair da água entre as primeiras colocadas certamente prejudica o resto da competição.

Além de Sandra, a delegação brasileira será composta por Carla Moreno e Mariana Ohata, mesma formação dos Pan-americanos de Winnipeg (1999) e Santo Domingo (2003). “A prova é individual, mas cada uma vai tentar se ajudar no que for possível no ciclismo, pois é a modalidade em que a gente pode combinar alguma coisa. Nas outras duas será muito complicado”, adianta.

A prova de triathlon será realizada no dia 15 de julho na praia de Copacabana perto do posto seis. O Pan-americano abre oficialmente o calendário de jogos nessa sexta (13) com a cerimônia de abertura.

Raio-X com Sandra Soldan

A triathleta Sandra Soldan irá representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Atenas que começam na próxima sexta-feira. Confira o Raio-X dessa brasileira que é esperança de medalha.

Nome – Sandra Soldan.
Apelido – Meus pais me chamavam de Doca, mas eu não gostava. O Neném me chama de Sandroca.
Peso / Altura – 55 kg / 1,65 m.
Nascimento – No Rio de Janeiro, em 27 de dezembro de 1973.
Patrocínio – Pão de Açúcar, Brasil Telecom e Reebok.
Técnico - Carlos Eugênio, o Neném, há 9 anos.
Começou em – como nadadora, aos 6 anos; como triatleta, em 1995.
Melhor momento – Foram dois: o casamento e a Olimpíada de Sydney, em 2000.
Pior momento - No Fast Triathlon (Santos) de 2002, eu liderava a prova, mas durante o ciclismo derrapei na pista molhada e perdi a prova no último retorno.
Sonho – Ter filhos e fazer minha pós-graduação em Medicina. São sonhos bem próximos da realidade, nada alto demais, para não me frustrar depois.
Decepção – só com relação ao caráter de algumas pessoas.
Se não fosse triatleta – seria médica, especializada em Medicina Esportiva.
Outros esportes de que gosta – Pizzabol e cinemabol (diz brincando). Eu curto o atleta, o ídolo. Por isso, acompanho ginástica olímpica, natação sincronizada, atletismo e muitos outros.
Filme – Rio Selvagem. Depois dele, o Neném me pediu em namoro.
Livro – Vários, quase todos de auto-ajuda.
Comida – Pizza de rúcula com tomate seco.
Bebida – Coca light e suco de mamão com laranja.
Família – É a minha estrutura, são minhas raízes, minha base.
Amigos – são poucos, mas para sempre. O resto é colega, companheiro. Reconheço de primeira.
Principais resultados na carreira – Bicampeã brasileira (98/00), bicampeã sul-americana (97/98), duas vezes medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos (98/02), campeã mundial de Aquathlon (Cancun, 2002); campeã do Triathlon Internacional de Santos (2003), bicampeã do Fast Triathlon (Santos, 01/04) e 11º lugar na Olimpíada de Sydney (2000).
Resultado mais marcante - a Olimpíada.
Ídolos – tem de ser bom no esporte e no caráter. Tem de ser humilde, de alto astral. Guga e Oscar são grandes exemplos. Também gosto do Lance Armstrong.


Raio-X com Sandra Soldan

Triathlon · 06 ago, 2004

A triathleta Sandra Soldan irá representar o Brasil nos Jogos Olímpicos de Atenas que começam na próxima sexta-feira. Confira o Raio-X dessa brasileira que é esperança de medalha.

Nome – Sandra Soldan.
Apelido – Meus pais me chamavam de Doca, mas eu não gostava. O Neném me chama de Sandroca.
Peso / Altura – 55 kg / 1,65 m.
Nascimento – No Rio de Janeiro, em 27 de dezembro de 1973.
Patrocínio – Pão de Açúcar, Brasil Telecom e Reebok.
Técnico - Carlos Eugênio, o Neném, há 9 anos.
Começou em – como nadadora, aos 6 anos; como triatleta, em 1995.
Melhor momento – Foram dois: o casamento e a Olimpíada de Sydney, em 2000.
Pior momento - No Fast Triathlon (Santos) de 2002, eu liderava a prova, mas durante o ciclismo derrapei na pista molhada e perdi a prova no último retorno.
Sonho – Ter filhos e fazer minha pós-graduação em Medicina. São sonhos bem próximos da realidade, nada alto demais, para não me frustrar depois.
Decepção – só com relação ao caráter de algumas pessoas.
Se não fosse triatleta – seria médica, especializada em Medicina Esportiva.
Outros esportes de que gosta – Pizzabol e cinemabol (diz brincando). Eu curto o atleta, o ídolo. Por isso, acompanho ginástica olímpica, natação sincronizada, atletismo e muitos outros.
Filme – Rio Selvagem. Depois dele, o Neném me pediu em namoro.
Livro – Vários, quase todos de auto-ajuda.
Comida – Pizza de rúcula com tomate seco.
Bebida – Coca light e suco de mamão com laranja.
Família – É a minha estrutura, são minhas raízes, minha base.
Amigos – são poucos, mas para sempre. O resto é colega, companheiro. Reconheço de primeira.
Principais resultados na carreira – Bicampeã brasileira (98/00), bicampeã sul-americana (97/98), duas vezes medalha de ouro nos Jogos Sul-Americanos (98/02), campeã mundial de Aquathlon (Cancun, 2002); campeã do Triathlon Internacional de Santos (2003), bicampeã do Fast Triathlon (Santos, 01/04) e 11º lugar na Olimpíada de Sydney (2000).
Resultado mais marcante - a Olimpíada.
Ídolos – tem de ser bom no esporte e no caráter. Tem de ser humilde, de alto astral. Guga e Oscar são grandes exemplos. Também gosto do Lance Armstrong.

Sandra Soldan fica em 4ª lugar no México

Triathlon · 29 mar, 2004

A triatleta Sandra Soldan foi a única brasileira que participou da competição pré-olímpica de Triatlhon, que aconteceu nesse sábado, no Valle do Bravo, México. E mesmo em uma altitude de 1.800 metros Sandra terminou a prova em quarto lugar. Com este resultado a triatleta deve melhorar a posição no ranking mundial da modalidade.

Atualmente ela é 13ª colocada o ranking e com isso já pode ir para as Olimpíadas de Atenas. A campeã da prova de domingo foi a espanhola Virginia Berasategui, 2h26s, seguida pela norte-americana Julie Swail, 2h03min56s. O terceiro lugar foi para a húngara Erika Molnar, com 2h06min07s.