pequim

Rio de Janeiro é finalista para os Jogos de 2016

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que o Rio de Janeiro é uma das cidades finalistas a sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Além da cidade maravilhosa, estão no páreo Chicago (EUA); Tókio (Japão) e Madrid (Espanha), que foram escolhidos numa lista que ainda tinha Praga (República Tcheca); Baku (Arzeibajão) e Doha (Qatar).

“Todos os candidatos tinham um padrão bem elevado”, comenta o Presidente do COI Jacques Rogge. “É um tributo para o Movimento Olímpico que o processo tenha sido tão competitivo. Eu dou os parabéns à todas as cidades candidatas e espero que as que não chegaram à final tenham se beneficiado com o processo”, completa.

A decisão foi anunciada pela Bancada Executiva do COI em Atenas, após a análise técnica dos formulários entregues pelas cidades no começo desse ano. A comissão verificou o potencial de cada uma, baseada em 25 questões, que envolviam locais de competição; transporte; acomodações e segurança.

As quatro cidades finalistas têm até o dia três de julho para pagar a taxa de candidatura estipulada pelo Comitê em 500 mil dólares americanos, valor não reembolsável em caso de não escolha do local. Até o dia 12 de fevereiro de 2009 as candidatas devem enviar um outro formulário para o COI, que será minuciosamente analisado.

O processo de escolha também inclui visita às cidades e a decisão final será anunciada em dois de outubro do ano que vem, na cidade de Copenhague, na Dinamarca. Para conhecer os detalhes do questionário a ser aplicado para as candidatas, basta acessar o site do Comitê Olímpico Internacional, o www.olympic.org.


Rio de Janeiro é finalista para os Jogos de 2016

Atletismo · 05 jun, 2008

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou que o Rio de Janeiro é uma das cidades finalistas a sediar os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Além da cidade maravilhosa, estão no páreo Chicago (EUA); Tókio (Japão) e Madrid (Espanha), que foram escolhidos numa lista que ainda tinha Praga (República Tcheca); Baku (Arzeibajão) e Doha (Qatar).

“Todos os candidatos tinham um padrão bem elevado”, comenta o Presidente do COI Jacques Rogge. “É um tributo para o Movimento Olímpico que o processo tenha sido tão competitivo. Eu dou os parabéns à todas as cidades candidatas e espero que as que não chegaram à final tenham se beneficiado com o processo”, completa.

A decisão foi anunciada pela Bancada Executiva do COI em Atenas, após a análise técnica dos formulários entregues pelas cidades no começo desse ano. A comissão verificou o potencial de cada uma, baseada em 25 questões, que envolviam locais de competição; transporte; acomodações e segurança.

As quatro cidades finalistas têm até o dia três de julho para pagar a taxa de candidatura estipulada pelo Comitê em 500 mil dólares americanos, valor não reembolsável em caso de não escolha do local. Até o dia 12 de fevereiro de 2009 as candidatas devem enviar um outro formulário para o COI, que será minuciosamente analisado.

O processo de escolha também inclui visita às cidades e a decisão final será anunciada em dois de outubro do ano que vem, na cidade de Copenhague, na Dinamarca. Para conhecer os detalhes do questionário a ser aplicado para as candidatas, basta acessar o site do Comitê Olímpico Internacional, o www.olympic.org.

Marílson confirma índice olímpico nos 10 mil

Atletismo · 03 jun, 2008

O atleta número um do Brasil na maratona, Marílson Gomes dos Santos, mostrou mais uma vez que está em uma ótima fase e confirmou também o índice para os 10 mil metros dos Jogos Olímpicos de Pequim. Ele obteve o feito no último sábado (31) no Meeting de Neerpelt, na Bélgica.

O brasileiro obteve a nona colocação, com 27min35seg05 e superou o índice A exigido para a classificação, estabelecido em 27min50seg00. Nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, ele disputou as provas de cinco e 10 mil e faturou respectivamente a medalha de bronze e prata.

Outro brasileiro, Ubiratan José dos Santos, foi o 20º colocado com 28min34seg32 (sua melhor marca). Entre as mulheres, Juliana Gomes, esposa de Marílson, ficou na terceira colocação dos 1.500m com 4min13seg91, contra os 4min12seg05 da campeã Mimi Belete, da Etiópia.

Ex-recordista mundial analisa brasileiros convocados a Pequim

O ex-atleta profissional Ronaldo da Costa, recordista mundial de maratona no ano de 1998, com 2h06min05, foi o padrinho da Maratona de São Paulo no último domingo (01) e, além de comentar sobre a prova, fez uma breve análise sobre os três atletas brasileiros que estarão em Pequim na maratona masculina. Ronaldinho, como é conhecido entre os amigos, também ostenta o título da São Silvestre de 1994, na época ele quebrou uma hegemonia estrangeira de nove anos.

Atento à todos os detalhes da largada da prova paulista, na Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, ele já apostava em uma vitória brasileira. “Não vou citar nomes, mas o Brasil estará bem representado e certamente os atletas darão o melhor de si”. Palpite correto e os vencedores de São Paulo foram os brasileiros Claudir Rodrigues e Maria Zeferina Baldaia.

Sobre Pequim, que contará com José Teles, Marílson Gomes e Franck Caldeira, Ronaldo acredita na vitória do campeão da Maratona de Nova York em 2006. “O grupo está bem forte, são atletas consagrados, mas tenho muita confiança no Marílson, que é nosso melhor atleta atualmente”.

Ele diz ainda que faz a aposta sem desmerecer os outros dois atletas. “O Franck é novo e pode surpreender e o Teles tem muita experiência, o que certamente aumenta nossa chance de medalhas”.

Mulheres - Além dos três maratonistas na categoria masculina, o Brasil terá ainda a presença de Marily dos Santos na maratona olímpica feminina. No dia 17 de agosto acontece a competição das mulheres, enquanto os homens competirão no dia 24, ambas as provas no Estádio Nacional de Pequim, na China.

Conquistas - Aos 38 anos, Ronaldo da Costa diz que não sente saudades de competir, mas confessa que não consegue se desvencilhar do atletismo, já que comanda um projeto com crianças na cidade de Betim, em Belo Horizonte (MG). “Estamos de olho na garotada, sempre treinando com eles”. Com um currículo invejável, ele ostenta ainda o bronze no Mundial de Meia em Oslo (Noruega) em 1993; o bronze no Pan de Mar-del-Plata (Argentina) em 1995; prata no Mundial de Maratona de Revezamento em Copenhague (Dinamarca) no ano de 1996 e bronze na edição de Manaus (AM) dois anos depois.


Ex-recordista mundial analisa brasileiros convocados a Pequim

Maratona · 03 jun, 2008

O ex-atleta profissional Ronaldo da Costa, recordista mundial de maratona no ano de 1998, com 2h06min05, foi o padrinho da Maratona de São Paulo no último domingo (01) e, além de comentar sobre a prova, fez uma breve análise sobre os três atletas brasileiros que estarão em Pequim na maratona masculina. Ronaldinho, como é conhecido entre os amigos, também ostenta o título da São Silvestre de 1994, na época ele quebrou uma hegemonia estrangeira de nove anos.

Atento à todos os detalhes da largada da prova paulista, na Ponte Estaiada, novo cartão postal da cidade, ele já apostava em uma vitória brasileira. “Não vou citar nomes, mas o Brasil estará bem representado e certamente os atletas darão o melhor de si”. Palpite correto e os vencedores de São Paulo foram os brasileiros Claudir Rodrigues e Maria Zeferina Baldaia.

Sobre Pequim, que contará com José Teles, Marílson Gomes e Franck Caldeira, Ronaldo acredita na vitória do campeão da Maratona de Nova York em 2006. “O grupo está bem forte, são atletas consagrados, mas tenho muita confiança no Marílson, que é nosso melhor atleta atualmente”.

Ele diz ainda que faz a aposta sem desmerecer os outros dois atletas. “O Franck é novo e pode surpreender e o Teles tem muita experiência, o que certamente aumenta nossa chance de medalhas”.

Mulheres - Além dos três maratonistas na categoria masculina, o Brasil terá ainda a presença de Marily dos Santos na maratona olímpica feminina. No dia 17 de agosto acontece a competição das mulheres, enquanto os homens competirão no dia 24, ambas as provas no Estádio Nacional de Pequim, na China.

Conquistas - Aos 38 anos, Ronaldo da Costa diz que não sente saudades de competir, mas confessa que não consegue se desvencilhar do atletismo, já que comanda um projeto com crianças na cidade de Betim, em Belo Horizonte (MG). “Estamos de olho na garotada, sempre treinando com eles”. Com um currículo invejável, ele ostenta ainda o bronze no Mundial de Meia em Oslo (Noruega) em 1993; o bronze no Pan de Mar-del-Plata (Argentina) em 1995; prata no Mundial de Maratona de Revezamento em Copenhague (Dinamarca) no ano de 1996 e bronze na edição de Manaus (AM) dois anos depois.

Ohata e Colucci falam da preparação olímpica

Mariana Ohata e Reinaldo Colucci, triathletas brasileiros classificados para as Olimpíadas de Pequim desse ano, conversaram com a imprensa na última quinta-feira (29) sobre os últimos preparativos para a competição. Ambos contam atualmente com o apoio do Clube Pinheiros rumo à jornada chinesa e tem como objetivo chegar pelo menos entre os 10 primeiros colocados.

São Paulo - Natural de Descavados, interior de São Paulo, Colucci não fez parte da equipe que disputou os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro no ano passado, pois se lesionou durante o período em que os triathletas tentavam índice. Por isso ele começou sua preparação olímpica no início de 2007. “Comecei do zero a tentativa de classificação, mas graças a Deus consegui bons resultados. Entre 11 provas disputadas consegui ficar entre os 10 melhores em cinco ocasiões”, ressalta.

Apesar de afirmar modestamente que tem chances de chegar entre os top 10, ele não esconde a esperança de brigar por um lugar ao pódio. “Às vezes a diferença do primeiro para o décimo é muito pequena, então brigar por uma medalha é questão de como estarei no dia e da forma como conseguirei encaixar a minha prova”.

Esse ano Reinaldo completa 23 anos e é considerado uma das revelações da modalidade no país, que atualmente não tem uma renovação constante. Com duas vagas de triathlon disponíveis para a delegação canarinho, até o momento apenas ele tem a vaga assegurada, enquanto Juraci Moreira luta contra o tempo e tentará no próximo dia oito carimbar o passaporte.

Poluição - Um tema que tem se tornado muito popular desde que Pequim foi escolhida como cidade sede para os jogos é a questão da forte poluição que assola a capital chinesa, fator que pode complicar a performance segundo alguns atletas de outras modalidades. Colucci afirmou que participou de um evento teste no local ano passado e não teve muitas dificuldades.

“Ano passado choveu muito nos dias anteriores à prova, então limpou o ar e talvez não tivemos a sensação real de como serão as coisas, mas no dia da competição o sol abriu e pudemos perceber que o céu é bem cinza”. Ele não acredita, porém, que isso seja um fator de complicação. “Todos competirão em condições iguais, se um for prejudicado, todos serão”.

Ao ser perguntado sobre um possível jogo de equipe com Juraci, caso ele também conquiste a vaga e integre a delegação, Colucci afirma que isso só seria possível no trecho de ciclismo. “O vácuo é liberado na bike, mas mesmo assim seria complicado, pois nem sempre dá para sair da natação juntos”.

Treinos - Especialista no ciclismo, ele vem focando a parte de corrida nos treinamentos, pois além de ser o trecho que decide a competição, é a modalidade que ele ainda tem algumas dificuldades. “Comecei o ano um minuto atrás do vencedor da prova, agora acho que falta melhorar uns 20 segundos para conseguir um bom resultado”.

Sempre viajando para vários locais ao redor do mundo para competir, Colucci já chegou a ficar seis meses consecutivos longe de casa, o que certamente o faz sentir falta de algumas coisas. “Sinto saudades de guaraná”, brinca. “Às vezes até encontro em alguns países como a Suíça, mas uma latinha custa o equivalente a R$5, então me controlo para tomar de vez em quando”, completa.

Ele continuará os treinos no exterior, já que partirá para Leysin, na Suíça, onde iniciará seu treinamento de altitude. Em julho ele irá para a etapa da Copa do Mundo em Tiszaujvaros, na Hungria, e na segunda quinzena de agosto, parte para a ilha de Jeju, na Coréia, para a adaptação final ao clima e fuso horário asiático.

Enquanto Colucci se prepara para sua primeira olimpíada, a experiente Mariana Ohata, natural de Brasília (DF), 29 anos, segue rumo à terceira participação olímpica, já que esteve presente em Sidney 2000 e Atenas 2004. Ela será a única representante brasileira na competição deste ano.

Mariana foi a sexta colocada nos Jogos Pan-americanos, sendo a melhor brasileira, e de lá pra cá vem disputando diversas competições internacionais com o objetivo de acumular pontos e agarrar com unhas e dentes a vaga olímpica. No ritmo atual de treinos, ela tem rodado de 30 a 35 quilômetros de natação, de 400 a 450 de ciclismo e no mínimo 90 de corrida semanalmente, para chegar a Pequim no ápice da forma física.

“Assim como o Reinaldo vou com o foco de tentar completar a disputa entre os 10 primeiros, mas sem deixar de pensar na medalha”, ressalta. Hexacampeã brasileira de triathlon em 1999; 2000; 2002; 2003; 2005 e 2006, ela começou no esporte como nadadora, antes de ser incentivada por seu treinador a ingressar no triathlon.

Jogo de Equipe - Durante a disputa do Pan ela sofreu muito com o famoso jogo de equipe do time dos Estados Unidos, que tinha uma atleta especialista em cada modalidade, mas acredita que em Pequim a história será diferente. “O nível será muito mais elevado, serão 55 meninas e vários países levarão três atletas, o que dificultará esse tipo de estratégia”.

Assim como o companheiro de clube, Ohata não vê a poluição como um fator que possa prejudicar. “Sempre viajamos para vários lugares nas competições que disputamos e é sempre necessário se adaptar às condições que o local oferece. Em Pequim não será diferente, todos terão condições iguais”.

Com a ida de apenas uma triathleta para a China, já que Carla Moreno não quis fazer campanha olímpica este ano, fica evidenciado que o Brasil precisa de uma nova geração de atletas mulheres. “A CBTri (Confederação Brasileira de Triathlon) tem um centro de treinamento e espero que apareçam outras meninas, se não eu terei que continuar indo muito tempo”, brinca Ohata que afirma ainda que parcerias como a do Clube Pinheiros sempre são um incentivo a mais para que venha a renovação.

Assim como Colucci, por já estar classificada para a Olimpíada, ela não disputará o Mundial da modalidade no próximo dia oito, no Canadá, e seguirá a mesma programação que o colega. Ela viajará nos próximos dias para a Europa, onde realizará treinos de altitude e, antes de se aclimatar na Ásia, compete a etapa de Tiszaujvaros da Copa do Mundo, na Hungria. As provas de triathlon acontecem nos dias 18 e 19 de agosto, na região norte de Pequim, no Distrito de Changping.


Ohata e Colucci falam da preparação olímpica

Triathlon · 30 maio, 2008

Mariana Ohata e Reinaldo Colucci, triathletas brasileiros classificados para as Olimpíadas de Pequim desse ano, conversaram com a imprensa na última quinta-feira (29) sobre os últimos preparativos para a competição. Ambos contam atualmente com o apoio do Clube Pinheiros rumo à jornada chinesa e tem como objetivo chegar pelo menos entre os 10 primeiros colocados.

São Paulo - Natural de Descavados, interior de São Paulo, Colucci não fez parte da equipe que disputou os Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro no ano passado, pois se lesionou durante o período em que os triathletas tentavam índice. Por isso ele começou sua preparação olímpica no início de 2007. “Comecei do zero a tentativa de classificação, mas graças a Deus consegui bons resultados. Entre 11 provas disputadas consegui ficar entre os 10 melhores em cinco ocasiões”, ressalta.

Apesar de afirmar modestamente que tem chances de chegar entre os top 10, ele não esconde a esperança de brigar por um lugar ao pódio. “Às vezes a diferença do primeiro para o décimo é muito pequena, então brigar por uma medalha é questão de como estarei no dia e da forma como conseguirei encaixar a minha prova”.

Esse ano Reinaldo completa 23 anos e é considerado uma das revelações da modalidade no país, que atualmente não tem uma renovação constante. Com duas vagas de triathlon disponíveis para a delegação canarinho, até o momento apenas ele tem a vaga assegurada, enquanto Juraci Moreira luta contra o tempo e tentará no próximo dia oito carimbar o passaporte.

Poluição - Um tema que tem se tornado muito popular desde que Pequim foi escolhida como cidade sede para os jogos é a questão da forte poluição que assola a capital chinesa, fator que pode complicar a performance segundo alguns atletas de outras modalidades. Colucci afirmou que participou de um evento teste no local ano passado e não teve muitas dificuldades.

“Ano passado choveu muito nos dias anteriores à prova, então limpou o ar e talvez não tivemos a sensação real de como serão as coisas, mas no dia da competição o sol abriu e pudemos perceber que o céu é bem cinza”. Ele não acredita, porém, que isso seja um fator de complicação. “Todos competirão em condições iguais, se um for prejudicado, todos serão”.

Ao ser perguntado sobre um possível jogo de equipe com Juraci, caso ele também conquiste a vaga e integre a delegação, Colucci afirma que isso só seria possível no trecho de ciclismo. “O vácuo é liberado na bike, mas mesmo assim seria complicado, pois nem sempre dá para sair da natação juntos”.

Treinos - Especialista no ciclismo, ele vem focando a parte de corrida nos treinamentos, pois além de ser o trecho que decide a competição, é a modalidade que ele ainda tem algumas dificuldades. “Comecei o ano um minuto atrás do vencedor da prova, agora acho que falta melhorar uns 20 segundos para conseguir um bom resultado”.

Sempre viajando para vários locais ao redor do mundo para competir, Colucci já chegou a ficar seis meses consecutivos longe de casa, o que certamente o faz sentir falta de algumas coisas. “Sinto saudades de guaraná”, brinca. “Às vezes até encontro em alguns países como a Suíça, mas uma latinha custa o equivalente a R$5, então me controlo para tomar de vez em quando”, completa.

Ele continuará os treinos no exterior, já que partirá para Leysin, na Suíça, onde iniciará seu treinamento de altitude. Em julho ele irá para a etapa da Copa do Mundo em Tiszaujvaros, na Hungria, e na segunda quinzena de agosto, parte para a ilha de Jeju, na Coréia, para a adaptação final ao clima e fuso horário asiático.

Enquanto Colucci se prepara para sua primeira olimpíada, a experiente Mariana Ohata, natural de Brasília (DF), 29 anos, segue rumo à terceira participação olímpica, já que esteve presente em Sidney 2000 e Atenas 2004. Ela será a única representante brasileira na competição deste ano.

Mariana foi a sexta colocada nos Jogos Pan-americanos, sendo a melhor brasileira, e de lá pra cá vem disputando diversas competições internacionais com o objetivo de acumular pontos e agarrar com unhas e dentes a vaga olímpica. No ritmo atual de treinos, ela tem rodado de 30 a 35 quilômetros de natação, de 400 a 450 de ciclismo e no mínimo 90 de corrida semanalmente, para chegar a Pequim no ápice da forma física.

“Assim como o Reinaldo vou com o foco de tentar completar a disputa entre os 10 primeiros, mas sem deixar de pensar na medalha”, ressalta. Hexacampeã brasileira de triathlon em 1999; 2000; 2002; 2003; 2005 e 2006, ela começou no esporte como nadadora, antes de ser incentivada por seu treinador a ingressar no triathlon.

Jogo de Equipe - Durante a disputa do Pan ela sofreu muito com o famoso jogo de equipe do time dos Estados Unidos, que tinha uma atleta especialista em cada modalidade, mas acredita que em Pequim a história será diferente. “O nível será muito mais elevado, serão 55 meninas e vários países levarão três atletas, o que dificultará esse tipo de estratégia”.

Assim como o companheiro de clube, Ohata não vê a poluição como um fator que possa prejudicar. “Sempre viajamos para vários lugares nas competições que disputamos e é sempre necessário se adaptar às condições que o local oferece. Em Pequim não será diferente, todos terão condições iguais”.

Com a ida de apenas uma triathleta para a China, já que Carla Moreno não quis fazer campanha olímpica este ano, fica evidenciado que o Brasil precisa de uma nova geração de atletas mulheres. “A CBTri (Confederação Brasileira de Triathlon) tem um centro de treinamento e espero que apareçam outras meninas, se não eu terei que continuar indo muito tempo”, brinca Ohata que afirma ainda que parcerias como a do Clube Pinheiros sempre são um incentivo a mais para que venha a renovação.

Assim como Colucci, por já estar classificada para a Olimpíada, ela não disputará o Mundial da modalidade no próximo dia oito, no Canadá, e seguirá a mesma programação que o colega. Ela viajará nos próximos dias para a Europa, onde realizará treinos de altitude e, antes de se aclimatar na Ásia, compete a etapa de Tiszaujvaros da Copa do Mundo, na Hungria. As provas de triathlon acontecem nos dias 18 e 19 de agosto, na região norte de Pequim, no Distrito de Changping.

Maratona do Rio de Janeiro prorroga inscrições

Maratona · 29 maio, 2008

As inscrições para a maratona do Rio de Janeiro, prova que acontece no dia 29 de junho na Cidade Maravilhosa, foram prorrogadas até o dia quatro de junho. A competição de 42,195 quilômetros terá largada às 8h no Recreio dos Bandeirantes e percorrerá diversos locais da cidade até chegar no Aterro do Flamengo, um dos principais pontos turísticos da cidade.

O evento será válido para os atletas estrangeiros tentarem índice para a Maratona Olímpica, mas para os brasileiros a data limite foi encerrada no dia 27 de abril. Segundo os organizadores, o evento deverá reunir cerca de 12 mil pessoas, já que haverá também uma Meia Maratona e uma Rústica de seis quilômetros, intitulada family run.

A largada da prova principal e da meia será às 7h30 na Barra da Tijuca e a Family Run será realizada a partir das 8h30min no Aterro. Todas as competições serão disputadas por categorias de sexo/ faixa etária, além das categorias especiais para cadeirantes e deficientes visuais.

Inscrição - As inscrições podem ser feitas no site oficial da competição, o www.maratonadorio.com.br, ou nos postos físicos listados na referida página. Os valores são: Maratona com ônibus até a largada R$ 65 e sem ônibus R$ 60; Meia Maratona com ônibus R$ 55 e sem ônibus R$ 50; e Family Run R$ 40.

Radcliffe faz exame para diagnosticar lesão no quadril

Maratona · 20 maio, 2008

A britânica Paula Radcliffe fará uma ressonância magnética nesta quarta-feira para verificar a intensidade da lesão em seu quadril, que a obrigou a andar de muletas. A recordista mundial de maratonas está no time olímpico de seu País e espera poder voltar aos treinos o mais rápido possível.

“Pequenos contratempos como este apenas me fortalecem ainda mais para que eu chegue à minha melhor forma”, comenta Radcliffe. A atleta de 34 anos não participou da Maratona de Londres devido a uma ferida no dedo e agora corre contra o tempo para se preparar para os jogos em agosto.

“Obviamente a olimpíada é extremamente importante para mim”, ressalta a atleta que terá a companhia de Mara Yamauchi e Liz Yelling na disputa em Pequim. Na Olimpíada de Atenas 2004 ela não completou a prova e, apesar de ter vencido a Maratona de Nova York em novembro do ano passado, este ano já interrompeu os treinos anteriormente devido ao problema no dedo.

David Bedford, diretor da Maratona de Londres, afirma que caso ela não consiga voltar rapidamente ao ritmo de treinos, deve considerar a possibilidade de não ir aos jogos. “A não ser que Paula esteja 95% de sua melhor forma, ela não deve ir a Pequim, considerando a competitividade da prova e as condições climáticas”. Ainda segundo ele, a solução seria pensar na Olimpíada de 2012 em Londres.

José Teles fala sobre a preparação para a Maratona Olímpica

Um dos representantes do Brasil na Maratona Olímpica de Pequim, José Teles, se prepara para a competição que acontece em agosto na China. A prova reunirá atletas de diversos países inclusive outros dois brasileiros, Marílson Gomes e Franck Caldeira. Aos 37 anos, Teles diz que está motivado e pronto para encarar o desafio.

Natural de Rio Grande do Piauí, o maratonista, já obteve um importante título na carreira, a Maratona de São Paulo em 2005. Nos últimos 600 metros da prova ele ultrapassou o adversário e venceu a maratona, que para ele é uma das mais difíceis do mundo. “A Maratona de São Paulo tem um percurso muito duro, principalmente por causa dos túneis”, revela.

Se São Paulo é uma corrida complicada, Teles, afirma que Pequim não terá nenhuma surpresa. “Lá vai estar ruim para todo mundo. São Paulo também é poluída como Pequim. Estou acostumado a treinar na poluição e no calor e isso não deve ser muito diferente lá”, comenta o atleta que começou correr em 1992, incentivado pelo irmão mais velho.

De acordo com Teles, que no ano passado participou do Mundial de Osaka, no Japão (mesma época que será realizada a Maratona Olímpica), o calor daquela região poderá afetar o desempenho de muitos atletas. “A prova olímpica não será uma prova para fazer tempo é aí que está o problema para os atletas que só correm para bater tempo. Eles vão começar forte e não agüentarão até o final”.

Teles se classificou para Pequim com o índice “A”, tempo exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat). Ele marcou 2h12min27 na Maratona de Milão no último ano. Esse foi o seu melhor tempo em maratonas.

Mas para conseguir estar entre os três melhores maratonistas do Brasil, Teles começou a se preparar em 2006, época que mudou de técnico e começou a planejar um treinamento totalmente voltado para as Olimpíadas.

Treinamento - Faltando um pouco mais de três meses para os Jogos Olímpicos de Pequim, Teles ainda tem mais um tempo para treinar. Na sua fase de preparação atual, ele roda em média 210 quilômetros por semana. Seu único dia de descanso é o domingo, dia que pode correr num ritmo mais baixo. Além disso, ele faz musculação duas vezes por semana.

Até o mês de agosto, o maratonista deve participar de algumas corridas nacionais com distância de 10 quilômetros e também deve fazer um mês de treinamento na altitude, na cidade de Paipa, Colômbia. “Ainda vou decidir com o meu técnico se vou para Paipa, mas provável que sim. Além disso, vou participar de provinhas de 10 quilômetros para avaliar meu treinamento”.

Com 1,63m de altura, 57 quilos e 4% de gordura corporal, o brasileiro José Teles pode surpreender em Pequim. “Vou dar o meu melhor na China e estou me preparando para isso”, finaliza o atleta.


José Teles fala sobre a preparação para a Maratona Olímpica

Maratona · 20 maio, 2008

Um dos representantes do Brasil na Maratona Olímpica de Pequim, José Teles, se prepara para a competição que acontece em agosto na China. A prova reunirá atletas de diversos países inclusive outros dois brasileiros, Marílson Gomes e Franck Caldeira. Aos 37 anos, Teles diz que está motivado e pronto para encarar o desafio.

Natural de Rio Grande do Piauí, o maratonista, já obteve um importante título na carreira, a Maratona de São Paulo em 2005. Nos últimos 600 metros da prova ele ultrapassou o adversário e venceu a maratona, que para ele é uma das mais difíceis do mundo. “A Maratona de São Paulo tem um percurso muito duro, principalmente por causa dos túneis”, revela.

Se São Paulo é uma corrida complicada, Teles, afirma que Pequim não terá nenhuma surpresa. “Lá vai estar ruim para todo mundo. São Paulo também é poluída como Pequim. Estou acostumado a treinar na poluição e no calor e isso não deve ser muito diferente lá”, comenta o atleta que começou correr em 1992, incentivado pelo irmão mais velho.

De acordo com Teles, que no ano passado participou do Mundial de Osaka, no Japão (mesma época que será realizada a Maratona Olímpica), o calor daquela região poderá afetar o desempenho de muitos atletas. “A prova olímpica não será uma prova para fazer tempo é aí que está o problema para os atletas que só correm para bater tempo. Eles vão começar forte e não agüentarão até o final”.

Teles se classificou para Pequim com o índice “A”, tempo exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (Cbat). Ele marcou 2h12min27 na Maratona de Milão no último ano. Esse foi o seu melhor tempo em maratonas.

Mas para conseguir estar entre os três melhores maratonistas do Brasil, Teles começou a se preparar em 2006, época que mudou de técnico e começou a planejar um treinamento totalmente voltado para as Olimpíadas.

Treinamento - Faltando um pouco mais de três meses para os Jogos Olímpicos de Pequim, Teles ainda tem mais um tempo para treinar. Na sua fase de preparação atual, ele roda em média 210 quilômetros por semana. Seu único dia de descanso é o domingo, dia que pode correr num ritmo mais baixo. Além disso, ele faz musculação duas vezes por semana.

Até o mês de agosto, o maratonista deve participar de algumas corridas nacionais com distância de 10 quilômetros e também deve fazer um mês de treinamento na altitude, na cidade de Paipa, Colômbia. “Ainda vou decidir com o meu técnico se vou para Paipa, mas provável que sim. Além disso, vou participar de provinhas de 10 quilômetros para avaliar meu treinamento”.

Com 1,63m de altura, 57 quilos e 4% de gordura corporal, o brasileiro José Teles pode surpreender em Pequim. “Vou dar o meu melhor na China e estou me preparando para isso”, finaliza o atleta.

Confira os destaques do GP de atletismo do RJ

Atletismo · 19 maio, 2008

No último domingo (18) aconteceu no Estádio Célio de Barros, o GP Rio Caixa de Atletismo, prova que reuniu atletas do Brasil e de outros países e serviu para que alguns obtivessem o índice olímpico. Sandro Viana, Rosângela Santos e Fabiano Peçanha foram alguns destaques.

Sandro venceu a prova dos 200m com 20seg55 e obteve o índice A, ao superar o norte-americano Greg Nixon, que marcou 20seg76. Entre as mulheres, a vitória foi para a norte-americana Debbie Dunn, com 22seg90 e recorde da prova. "Esperava um tempo melhor, mas acho que fui bem", comenta a campeã.

Nos 100m feminino a jamaicana Shelly-Ann Frazier venceu com 11seg32, deixando para Rosângela Santos o segundo lugar (11seg41). Esta marca foi seu recorde pessoal, anteriormente estabelecido em 11seg44, e lhe garantiu o índice B.

Já o gaúcho Fabiano Peçanha finalizou a prova dos 800m na terceira colocação, com 1min46seg88 e também obteve o Índice B. Em 2007 ele já havia obtido o Índice A, com 1min44seg60. Esta foi a quarta edição do GP, com a participação de 137 atletas, de 26 países, que somaram pontos para a Final Mundial do Atletismo (WAF), a ser realizada em Stuttgart (Alemanha).

Atleta amputado pode participar das Olimpíadas de Pequim

Esporte Adaptado · 16 maio, 2008

A Corte Arbitral do esporte liberou nessa sexta-feira (16) a participação do atleta sul-africano Oscar Pistorius, amputado das duas pernas, nos Jogos Olímpicos de Pequim. Aos 21 anos, o atleta, que agora está liberado, tentará o índice para os 400 metros.

Ele é o atual recordista da modalidade na sua categoria, com 46seg56. Para garantir uma vaga em Pequim, ele terá que completar alguma seletiva dos 400 metros em 45seg55.

Para ter o direito de participar dos Jogos com atletas que não possuem deficiência, Pistorius recorreu a Core Arbitral e provou que suas próteses não dão nenhum tipo de vantagem em relação aos atletas que não usam prótese.

De acordo com agencias internacionais, se o atleta não conseguir o índice ele será convocado para participar do revezamento, já que a África do Sul irá convocar seis atletas para essa modalidade.

Sirlene não completa prova e está fora de Pequim, confira a equipe do Brasil

A brasileira Sirlene Pinho competiu neste domingo (11) a Maratona de Praga, na República Tcheca, mas não completou a prova e abandonou o sonho de ir a Pequim. Segundo informações do site oficial, há registro da passagem dela até o quilômetro 30.

Nos 10 primeiros quilômetros ela marcou 36min17 e ocupava a oitava posição, à frente apenas da marroquina Nicole Klinger; nos 20 quilômetros ela manteve a mesma posição com 1h13min33 e na passagem da meia tinha 1h17min46. Seu último registro aponta 1h53min19 nos 30 quilômetros e pelo o que indica o site da propva ela deve ter abandonado antes do quilômetro 40, já que não aparece na listagem deste "checkpoint".

Sirlene já havia tentado o índice na Maratona de Turim, em abril, mas também teve que abandonar no meio da disputa, pois amanheceu com fortes dores de cabeça e no quilômetro 21 percebeu que não daria mais para seguir em frente. O objetivo era completar a maratona em 2h34min e ficar abaixo do índide A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que é de 2h37min.

Como hoje era o último dia estabelecido pela CBAt para os atletas obterem o índice, a única representante brasileira na maratona será Marily dos Santos, que obteve o índice A na Maratona de Santa Catarina no último dia 20. A alagoana registrou o tempo de 2h36min21 e participará de sua primeira olimpíada.

Homens - Já entre os homens, a delegação brasileira terá força máxima com: Marílson Gomes, José Telles e Franck Caldeira. Marílson garantiu a vaga ao registrar 2h08min37 na Maratona de Londres no ano passado. Já Telles estabeleceu 2h12min23 em Milão também ano passado, enquanto Franck ostenta 2h12min32 obtido em Paris no último dia seis de abril.

Vanderlei Cordeiro de Lima, que tentaria a vaga na Maratona de Praga, não se recuperou de uma lesão e eliminou a possibilidade de participar de sua quarta olimpíada.Vale lembrar que a Maratona Olímpica será no dia 23 de agosto, no Estádio Nacional, em Pequim.


Sirlene não completa prova e está fora de Pequim, confira a equipe do Brasil

Maratona · 11 maio, 2008

A brasileira Sirlene Pinho competiu neste domingo (11) a Maratona de Praga, na República Tcheca, mas não completou a prova e abandonou o sonho de ir a Pequim. Segundo informações do site oficial, há registro da passagem dela até o quilômetro 30.

Nos 10 primeiros quilômetros ela marcou 36min17 e ocupava a oitava posição, à frente apenas da marroquina Nicole Klinger; nos 20 quilômetros ela manteve a mesma posição com 1h13min33 e na passagem da meia tinha 1h17min46. Seu último registro aponta 1h53min19 nos 30 quilômetros e pelo o que indica o site da propva ela deve ter abandonado antes do quilômetro 40, já que não aparece na listagem deste "checkpoint".

Sirlene já havia tentado o índice na Maratona de Turim, em abril, mas também teve que abandonar no meio da disputa, pois amanheceu com fortes dores de cabeça e no quilômetro 21 percebeu que não daria mais para seguir em frente. O objetivo era completar a maratona em 2h34min e ficar abaixo do índide A exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt), que é de 2h37min.

Como hoje era o último dia estabelecido pela CBAt para os atletas obterem o índice, a única representante brasileira na maratona será Marily dos Santos, que obteve o índice A na Maratona de Santa Catarina no último dia 20. A alagoana registrou o tempo de 2h36min21 e participará de sua primeira olimpíada.

Homens - Já entre os homens, a delegação brasileira terá força máxima com: Marílson Gomes, José Telles e Franck Caldeira. Marílson garantiu a vaga ao registrar 2h08min37 na Maratona de Londres no ano passado. Já Telles estabeleceu 2h12min23 em Milão também ano passado, enquanto Franck ostenta 2h12min32 obtido em Paris no último dia seis de abril.

Vanderlei Cordeiro de Lima, que tentaria a vaga na Maratona de Praga, não se recuperou de uma lesão e eliminou a possibilidade de participar de sua quarta olimpíada.Vale lembrar que a Maratona Olímpica será no dia 23 de agosto, no Estádio Nacional, em Pequim.