pequim

Wanjiru deve treinar no Japão para as Olimpíadas

Maratona · 09 maio, 2008

O queniano Samuel Wanjiru, um dos representantes do Quênia na Maratona de Pequim, deve se mudar para o Japão na próxima semana. De acordo com agências internacionais, o recordista mundial de meia maratona pretende aprimorar o seu treinamento para um bom desempenho nos Jogos Olímpicos.

Porém, no mês de julho ele volta para Nairobi, no Quênia, para se juntar com a equipe de atletismo do país. Além dele, vão para a Maratona de Pequim os atletas Martin Lel, campeão da Maratona de Londres e Robert Cheruiyot, campeão da Maratona de Boston.

a equipe feminina o Quênia será representado por Catherine Ndereba, também campeã da Maratona de Boston, Martha Komu, campeã de Paris no início de abril e Salina Kosgei, que foi quarta colocada em Londres, também em abril.

Sirlene Pinho faz domingo última tentativa de ir a Pequim

O próximo domingo (11) é a data limite estabelecida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para os atletas brasileiros estabelecerem o índice da maratona olímpica e conquistarem o direito de estar nas Olimpíadas de Pequim. Sirlene Pinho, que há seis semanas desistiu da disputa da Maratona de Turim (Itália) no meio do percurso, agora competirá em Praga (República Tcheca) de olho no índice A.

A baiana radicada em Santos precisará correr abaixo de 2h37 nessa que será sua sexta disputa na distância de 42,195 metros. Ela tem no currículo o título da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, e o bronze no Pan Rio, ambos em 2007, além do vice na Maratona de São Paulo, em sua estréia na disputa, em 2005.

“Fiz uma cirurgia no ovário recentemente, mas tinha treinado bem, só que no dia da prova acordei com dor de cabeça e como vi que não atingiria o meu objetivo, decidi parar no km 21”, explica sobre a única maratona que não completou. Para a competição do próximo domingo ela se diz concentrada e sabe exatamente o que precisa fazer. “Tenho quatro ritmos para chegar ao índice. Vou largar com o ritmo de 3min39 segundos por quilômetro, para fechar em 2h34”.

Tranquilidade - Ela diz ainda que basta ter tranqüilidade e que ela mesma será sua única adversária. “Se eu quebrar no meio do caminho, tenho outras opções para chegar até os 2h36min50. Estou indo animada e bem focada”. Na Maratona de Buenos Aires ela havia obtido o índice B, mas Marily dos Santos conquistou o índice A durante a prova de Santa Catarina em abril e agora obriga mais duas atletas a correrem na casa das 2h37min.

Ela estará longe da filha Beatriz no dia das mães e não terá muito tempo para comemorar a data nem na próxima semana, pois terá a disputa dos 10 km Tribuna FM, tradicional corrida que acontece em Santos. “Espero competir na minha cidade com a vaga olímpica garantida para comemorar com todos os meus amigos. Esta prova é sensacional e, além disso, a Bia estará lá para torcer por mim. Só isso já vale muito, sem contar a festa que é, tanto com o público quanto com os atletas”.


Sirlene Pinho faz domingo última tentativa de ir a Pequim

Corridas de Rua · 09 maio, 2008

O próximo domingo (11) é a data limite estabelecida pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) para os atletas brasileiros estabelecerem o índice da maratona olímpica e conquistarem o direito de estar nas Olimpíadas de Pequim. Sirlene Pinho, que há seis semanas desistiu da disputa da Maratona de Turim (Itália) no meio do percurso, agora competirá em Praga (República Tcheca) de olho no índice A.

A baiana radicada em Santos precisará correr abaixo de 2h37 nessa que será sua sexta disputa na distância de 42,195 metros. Ela tem no currículo o título da Maratona de Buenos Aires, na Argentina, e o bronze no Pan Rio, ambos em 2007, além do vice na Maratona de São Paulo, em sua estréia na disputa, em 2005.

“Fiz uma cirurgia no ovário recentemente, mas tinha treinado bem, só que no dia da prova acordei com dor de cabeça e como vi que não atingiria o meu objetivo, decidi parar no km 21”, explica sobre a única maratona que não completou. Para a competição do próximo domingo ela se diz concentrada e sabe exatamente o que precisa fazer. “Tenho quatro ritmos para chegar ao índice. Vou largar com o ritmo de 3min39 segundos por quilômetro, para fechar em 2h34”.

Tranquilidade - Ela diz ainda que basta ter tranqüilidade e que ela mesma será sua única adversária. “Se eu quebrar no meio do caminho, tenho outras opções para chegar até os 2h36min50. Estou indo animada e bem focada”. Na Maratona de Buenos Aires ela havia obtido o índice B, mas Marily dos Santos conquistou o índice A durante a prova de Santa Catarina em abril e agora obriga mais duas atletas a correrem na casa das 2h37min.

Ela estará longe da filha Beatriz no dia das mães e não terá muito tempo para comemorar a data nem na próxima semana, pois terá a disputa dos 10 km Tribuna FM, tradicional corrida que acontece em Santos. “Espero competir na minha cidade com a vaga olímpica garantida para comemorar com todos os meus amigos. Esta prova é sensacional e, além disso, a Bia estará lá para torcer por mim. Só isso já vale muito, sem contar a festa que é, tanto com o público quanto com os atletas”.

Baldaia: treinador comenta fim do sonho olímpico

A brasileira Maria Zeferina Baldaia figurava entre as favoritas para obter uma das vagas olímpicas da Maratona de Pequim, mas viu seu sonho se esvair após a Maratona de Hamburgo, no dia 27 de abril. Ela completou os 42,195 quilômetros em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Confira a história da atleta, além da análise de seu treinador, Cláudio Castilho, sobre a fase de preparação, o que deu errado na prova e os prognósticos para o futuro.

São Paulo - Aos 35 anos, Maria Zeferina Baldaia, natural de Nova Mônica, interior de Minas Gerais, desponta no cenário brasileiro do atletismo. Conhecida como a atleta de Sertãozinho (SP), local onde foi morar com os pais e os nove irmãos aos dois anos de idade, a atleta revela que já trabalhou como bóia fria e cortadora de cana na lavoura, época em que não imaginava que seria atleta profissional.

Sua primeira corrida veio cedo, aos 12 anos, numa gincana escolar, na qual correu quatro quilômetros de calça jeans e descalça. “Depois da corrida jurei que nunca mais ia correr porque doía tudo. Hoje sei que foi pela falta de experiência”, conta.

Durante 10 anos ela disputou provas na região até ser contratada pela Prefeitura de Ribeirão Preto para integrar o projeto Adote um Atleta, ocasião em que conheceu o treinador Cláudio Ribeiro. Porém, em 1996, ela saiu do Projeto e voltou para a lavoura, onde treinava apenas no fim da tarde.

Com algumas idas e vindas no esporte, Baldaia se firmou no atletismo em 2000, ocasião em que perdeu o emprego e resolveu se dedicar exclusivamente às corridas. Na época ela conseguiu patrocínio de uma companhia energética e já começava a obter bons resultados nas competições. Em 2001, Baldaia ficou conhecida nacionalmente após vencer a Sargento Gonzaguinha, a Volta da Pampulha e a tradicional São Silvestre.

Novos rumos - Em 2003, após uma série de contusões, trocou de técnico e se tornou pupila do Dr. Henrique Viana, da equipe mineira Pé de Vento e já mirava os Jogos Olímpicos de Pequim como um dos principais objetivos. Já em 2006 começou a treinar pelo Esporte Clube Pinheiros, sob orientação de Cláudio Castilho, seu atual técnico, que preparou um plano especial visando a conquista da vaga olímpica.

“Desde setembro do ano passado estabelecemos como meta a tentativa de obter o índice A. Sabíamos dos riscos e procurei minimizá-los, realizando uma programação de treinos e competições bastante concentrada e dividida basicamente em duas temporadas”, comenta Cláudio. Segundo ele, a primeira parte foi nacional, com a disputa da Volta da Pampulha do ano passado, os 10 quilômetros pan-americanos, São Silvestre, Cuiabá e a São Sebastião no Rio de Janeiro.

Já a segunda metade dos treinos foi dedicada à competições internacionais como a Copa Brasil de Cross Country, com o objetivo de se classificar para o Mundial, fato que se confirmou, e a participação na Meia Maratona de São Paulo. “A ida para o Mundial já contemplava a permanência na Europa para uma breve adaptação (um mês no Centro de Alto rendimento do Jamor, em Portugal); ao clima e às competições internacionais”, ressalta o treinador.

O resultado final foi positivo, já que a atleta venceu a Meia de Stramilano na Itália e ficou na terceira colocação dos 15 quilômetros de Lisboa (Portugal), uma semana antes da disputa da Maratona de Hamburgo. Até o momento tudo o que havia sido planejado vinha dando certo, mas infelizmente no dia mais importante, algo não saiu como planejado.

“Tudo estava bem e tínhamos a convicção de que seria possível concretizar uma boa marca, porém, infelizmente aquele não foi o nosso dia e os últimos quilômetros mostraram que na maratona os prognósticos muitas vezes não se confirmam”, lamenta o treinador, que afirma ainda ter feito junto com sua pupila o possível para que o objetivo fosse alcançado.

Ela passou a marca da meia maratona com 1h16min56, nos 40 quilômetros marcou 2h29min39 e finalmente completou a prova em 2h38min34. O tempo não foi suficiente para conseguir o índice A (2h37min) exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Passado o trauma psicológico, Castilho a incentiva todo momento a erguer a cabeça, seguir em frente e permanecer no topo. “A Maria, no auge da sua maturidade, assimilou bem tudo que aconteceu e no momento não lamentamos mais, pois estamos olhando o futuro e os anos que ainda podem ser produtivos na carreira dela”.

Futuro - O treinador comenta que a busca do sonho olímpico proporcionou um excelente intercâmbio internacional para a atleta e abriu novos horizontes para que haja outras temporadas como esta. “Já apareceram muitos convites”, lembra.

A lição que Baldaia tira de toda essa fase de preparação é mais uma superação na vida de uma atleta que corria descalça e não tinha dinheiro para se alimentar adequadamente. “Após um ano e sete meses tratando de lesões, o que para muitos poderia indicar o fim da carreira dela, hoje indica exatamente o contrário, um novo panorama e com muitas vitórias e bons resultados pela frente”, finaliza Cláudio.


Baldaia: treinador comenta fim do sonho olímpico

Maratona · 06 maio, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia figurava entre as favoritas para obter uma das vagas olímpicas da Maratona de Pequim, mas viu seu sonho se esvair após a Maratona de Hamburgo, no dia 27 de abril. Ela completou os 42,195 quilômetros em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Confira a história da atleta, além da análise de seu treinador, Cláudio Castilho, sobre a fase de preparação, o que deu errado na prova e os prognósticos para o futuro.

São Paulo - Aos 35 anos, Maria Zeferina Baldaia, natural de Nova Mônica, interior de Minas Gerais, desponta no cenário brasileiro do atletismo. Conhecida como a atleta de Sertãozinho (SP), local onde foi morar com os pais e os nove irmãos aos dois anos de idade, a atleta revela que já trabalhou como bóia fria e cortadora de cana na lavoura, época em que não imaginava que seria atleta profissional.

Sua primeira corrida veio cedo, aos 12 anos, numa gincana escolar, na qual correu quatro quilômetros de calça jeans e descalça. “Depois da corrida jurei que nunca mais ia correr porque doía tudo. Hoje sei que foi pela falta de experiência”, conta.

Durante 10 anos ela disputou provas na região até ser contratada pela Prefeitura de Ribeirão Preto para integrar o projeto Adote um Atleta, ocasião em que conheceu o treinador Cláudio Ribeiro. Porém, em 1996, ela saiu do Projeto e voltou para a lavoura, onde treinava apenas no fim da tarde.

Com algumas idas e vindas no esporte, Baldaia se firmou no atletismo em 2000, ocasião em que perdeu o emprego e resolveu se dedicar exclusivamente às corridas. Na época ela conseguiu patrocínio de uma companhia energética e já começava a obter bons resultados nas competições. Em 2001, Baldaia ficou conhecida nacionalmente após vencer a Sargento Gonzaguinha, a Volta da Pampulha e a tradicional São Silvestre.

Novos rumos - Em 2003, após uma série de contusões, trocou de técnico e se tornou pupila do Dr. Henrique Viana, da equipe mineira Pé de Vento e já mirava os Jogos Olímpicos de Pequim como um dos principais objetivos. Já em 2006 começou a treinar pelo Esporte Clube Pinheiros, sob orientação de Cláudio Castilho, seu atual técnico, que preparou um plano especial visando a conquista da vaga olímpica.

“Desde setembro do ano passado estabelecemos como meta a tentativa de obter o índice A. Sabíamos dos riscos e procurei minimizá-los, realizando uma programação de treinos e competições bastante concentrada e dividida basicamente em duas temporadas”, comenta Cláudio. Segundo ele, a primeira parte foi nacional, com a disputa da Volta da Pampulha do ano passado, os 10 quilômetros pan-americanos, São Silvestre, Cuiabá e a São Sebastião no Rio de Janeiro.

Já a segunda metade dos treinos foi dedicada à competições internacionais como a Copa Brasil de Cross Country, com o objetivo de se classificar para o Mundial, fato que se confirmou, e a participação na Meia Maratona de São Paulo. “A ida para o Mundial já contemplava a permanência na Europa para uma breve adaptação (um mês no Centro de Alto rendimento do Jamor, em Portugal); ao clima e às competições internacionais”, ressalta o treinador.

O resultado final foi positivo, já que a atleta venceu a Meia de Stramilano na Itália e ficou na terceira colocação dos 15 quilômetros de Lisboa (Portugal), uma semana antes da disputa da Maratona de Hamburgo. Até o momento tudo o que havia sido planejado vinha dando certo, mas infelizmente no dia mais importante, algo não saiu como planejado.

“Tudo estava bem e tínhamos a convicção de que seria possível concretizar uma boa marca, porém, infelizmente aquele não foi o nosso dia e os últimos quilômetros mostraram que na maratona os prognósticos muitas vezes não se confirmam”, lamenta o treinador, que afirma ainda ter feito junto com sua pupila o possível para que o objetivo fosse alcançado.

Ela passou a marca da meia maratona com 1h16min56, nos 40 quilômetros marcou 2h29min39 e finalmente completou a prova em 2h38min34. O tempo não foi suficiente para conseguir o índice A (2h37min) exigido pela Confederação Brasileira de Atletismo.

Passado o trauma psicológico, Castilho a incentiva todo momento a erguer a cabeça, seguir em frente e permanecer no topo. “A Maria, no auge da sua maturidade, assimilou bem tudo que aconteceu e no momento não lamentamos mais, pois estamos olhando o futuro e os anos que ainda podem ser produtivos na carreira dela”.

Futuro - O treinador comenta que a busca do sonho olímpico proporcionou um excelente intercâmbio internacional para a atleta e abriu novos horizontes para que haja outras temporadas como esta. “Já apareceram muitos convites”, lembra.

A lição que Baldaia tira de toda essa fase de preparação é mais uma superação na vida de uma atleta que corria descalça e não tinha dinheiro para se alimentar adequadamente. “Após um ano e sete meses tratando de lesões, o que para muitos poderia indicar o fim da carreira dela, hoje indica exatamente o contrário, um novo panorama e com muitas vitórias e bons resultados pela frente”, finaliza Cláudio.

Baldaia fica a 1min34 do índice A para Pequim

Corridas de Rua · 28 abr, 2008

A brasileira Maria Zeferina Baldaia disputou no último domingo a Maratona de Hamburgo, na Alemanha, de olho no índice A para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Ela completou os 42,195 quilômetros da competição em 2h38min34 e ficou a 1min34 da classificação para a prova chinesa.

Ela passou a marca da meia maratona com o tempo de 1h16min56, chegou aos 40 quilômetros com 2h29min39, mas não obteve sucesso em chegar em 2h37, tempo estabelecido pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) como índice A. Atualmente apenas Marily dos Santos estaria qualificada para os Jogos, já que estabeleceu 2h36min21 na Maratona de Santa Catarina no último dia 20.

A vencedora da Maratona de Hamburgo foi Irina Timofeyeva, da Rússia, com o tempo de 2h24min14, enquanto entre os homens o primeiro posto foi para o queniano David Mandago, com 2h07min23. O brasileiro Alex Januário de Mendonça, que tentava obter o índice A, fechou com 2h26min32, tempo 12 minutos mais alto do que Franck Caldeira, que atualmente figura na terceira colocação do ranking e está entre os pré-classificados.

Quênia define equipe de maratona para Pequim

Maratona · 24 abr, 2008

A equipe de maratona do Quênia, que irá para os Jogos Olímpicos de Pequim, foi anunciada nessa última quarta-feira (23). Ao todo a federação queniana poderá levar três maratonistas homens e três mulheres.

No time masculino, o Quênia contará com Martin Lel, tricampeão da Maratona de Londres; Robert Cheruiyot, tetracampeão da Maratona de Boston e o jovem Sammy Wanjiru, 21 anos, atual recordista mundial de meia maratona.

No feminino a principal estrela é Catherine Ndereba. Ela também já venceu a Maratona de Boston por quatro vezes. As outras duas participantes são Martha Komu, campeã de Paris no início de abril e Salina Kosgei, que foi quarta colocada em Londres, também no início do mês.

Na lista de reserves estão Wilson Kipsng, vencedor de Roterdã, Luke Kibet, campeão mundial pela IAAF e Rita Jeptoo, terceira colocada de Boston na última segunda-feira.

Willian e Alex tentam índice olímpico em Hamburgo

William Salgado Gomes e Alex Januário de Mendonça podem surpreender na maratona de Hamburgo (Alemanha) no próximo domingo (27) e conquistar o índice olímpico para a disputa da prova de Pequim, na China. Ambos fizeram uma preparação na altitude de Paipa, na Colômbia, e agora apostam todas as fichas na competição alemã.

“Iniciamos a preparação em janeiro deste ano em Campos do Jordão junto com os demais atletas da equipe e escolhemos 10 provas para eles participarem sem a preocupação com colocação, apenas como treinamento para a maratona”, ressalta o treinador Jorge Luiz Silva. Ele diz ainda que juntamente com o outro treinador da equipe, Luiz Antônio dos Santos, tentou criar uma atmosfera positiva, eliminando tudo o que pudesse atrapalhar o rendimento deles.

Prestes a completar 29 anos, em junho, Willian tem como melhor tempo nos 42,195 quilômetros 2h20min43 obtidos na Maratona Corpore em 2003 e está confiante por um bom resultado em Hamburgo. "No inicio de janeiro estava um pouco desanimado, mas o trabalho que realizei me deu condições de acreditar que posso obter o índice. Vou trabalhar duro para isso, que os deuses do Olimpo me iluminem no dia”.

Já Alex afirma que passou por momentos difíceis, mas atualmente tem treinado bem junto ao companheiro de equipe. “Tenho consciência que essa será minha última chance de participar de uma olimpíada, então tirei forças para poder voltar a treinar. Com a graça de Deus hoje estou treinado e apto a ir em busca do meu sonho”, comenta o atleta de 33 anos, que ostenta 2h14min38 na Maratona de Miami em 2004.

Atualmente estão classificados para a prova olímpica Marílson Gomes dos Santos, com 2h08min37; José Teles, com 2h12min23 e Franck Caldeira, com 2h12min32. Quem também vai entrar na briga é Vanderlei Cordeiro de Lima, atualmente com 2h12min53.


Willian e Alex tentam índice olímpico em Hamburgo

Maratona · 22 abr, 2008

William Salgado Gomes e Alex Januário de Mendonça podem surpreender na maratona de Hamburgo (Alemanha) no próximo domingo (27) e conquistar o índice olímpico para a disputa da prova de Pequim, na China. Ambos fizeram uma preparação na altitude de Paipa, na Colômbia, e agora apostam todas as fichas na competição alemã.

“Iniciamos a preparação em janeiro deste ano em Campos do Jordão junto com os demais atletas da equipe e escolhemos 10 provas para eles participarem sem a preocupação com colocação, apenas como treinamento para a maratona”, ressalta o treinador Jorge Luiz Silva. Ele diz ainda que juntamente com o outro treinador da equipe, Luiz Antônio dos Santos, tentou criar uma atmosfera positiva, eliminando tudo o que pudesse atrapalhar o rendimento deles.

Prestes a completar 29 anos, em junho, Willian tem como melhor tempo nos 42,195 quilômetros 2h20min43 obtidos na Maratona Corpore em 2003 e está confiante por um bom resultado em Hamburgo. "No inicio de janeiro estava um pouco desanimado, mas o trabalho que realizei me deu condições de acreditar que posso obter o índice. Vou trabalhar duro para isso, que os deuses do Olimpo me iluminem no dia”.

Já Alex afirma que passou por momentos difíceis, mas atualmente tem treinado bem junto ao companheiro de equipe. “Tenho consciência que essa será minha última chance de participar de uma olimpíada, então tirei forças para poder voltar a treinar. Com a graça de Deus hoje estou treinado e apto a ir em busca do meu sonho”, comenta o atleta de 33 anos, que ostenta 2h14min38 na Maratona de Miami em 2004.

Atualmente estão classificados para a prova olímpica Marílson Gomes dos Santos, com 2h08min37; José Teles, com 2h12min23 e Franck Caldeira, com 2h12min32. Quem também vai entrar na briga é Vanderlei Cordeiro de Lima, atualmente com 2h12min53.

Triathlon: Juraci entra na zona de qualificação para Pequim

O triathleta brasileiro Juraci Moreira obteve a quarta colocação no Campeonato Pan-Americano de Triathlon, disputado na tarde do último sábado (19), em Mazatlan, no México, e entrou na zona de classificação para os Jogos Olímpicos de Pequim, na China. O paranaense chegou a ficar na segunda colocação durante a prova, mas foi ultrapassado no sprint final e ficou a 11 segundos da medalha de prata.

"Fiquei muito contente com o resultado, pois as últimas três semanas, desde a minha lesão foram bem desgastantes e tensas. Com esse resultado posso respirar mais aliviado e agora a vaga está bem mais próxima”, comenta Juraci em relação ao problema na panturrilha durante as duas etapas da Copa do Mundo da modalidade. Ele completou os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida em 1h47min38.

Faltando 10 dias para a prova mexicana, ele fez fisioterapia intensa na tentativa de se recuperar da lesão na panturrilha e não abandonar o sonho olímpico. “Não senti dor e foi muito bom. Pelas minhas condições, achei a prova perfeita, consegui marcar os pontos que precisava e agora é ficar de olho no ranking olímpico e continuar a pontuar nas próximas etapas”, avalia o triathleta, que somou 317 pontos e agora ocupa a 73ª posição, com um total de 1.464 pontos.

Os próximos compromissos são as etapas da Copa do Mundo na África do Sul, no próximo dia quatro e na Espanha no dia 25. Ele encerra a campanha no Mundial de Triathlon a ser realizado no dia oito de junho em Vancouver, no Canadá.


Triathlon: Juraci entra na zona de qualificação para Pequim

Triathlon · 22 abr, 2008

O triathleta brasileiro Juraci Moreira obteve a quarta colocação no Campeonato Pan-Americano de Triathlon, disputado na tarde do último sábado (19), em Mazatlan, no México, e entrou na zona de classificação para os Jogos Olímpicos de Pequim, na China. O paranaense chegou a ficar na segunda colocação durante a prova, mas foi ultrapassado no sprint final e ficou a 11 segundos da medalha de prata.

"Fiquei muito contente com o resultado, pois as últimas três semanas, desde a minha lesão foram bem desgastantes e tensas. Com esse resultado posso respirar mais aliviado e agora a vaga está bem mais próxima”, comenta Juraci em relação ao problema na panturrilha durante as duas etapas da Copa do Mundo da modalidade. Ele completou os 1,5 quilômetros de natação, 40 de ciclismo e 10 de corrida em 1h47min38.

Faltando 10 dias para a prova mexicana, ele fez fisioterapia intensa na tentativa de se recuperar da lesão na panturrilha e não abandonar o sonho olímpico. “Não senti dor e foi muito bom. Pelas minhas condições, achei a prova perfeita, consegui marcar os pontos que precisava e agora é ficar de olho no ranking olímpico e continuar a pontuar nas próximas etapas”, avalia o triathleta, que somou 317 pontos e agora ocupa a 73ª posição, com um total de 1.464 pontos.

Os próximos compromissos são as etapas da Copa do Mundo na África do Sul, no próximo dia quatro e na Espanha no dia 25. Ele encerra a campanha no Mundial de Triathlon a ser realizado no dia oito de junho em Vancouver, no Canadá.

Deena Kastor vence seletiva olímpica americana

Maratona · 22 abr, 2008

A californiana Deena Kastor venceu a seletiva americana para a maratona olímpica no último domingo durante a prova de Boston e, juntamente com Magdalena Lewy Boulet e Blake Russell, representará os Estados Unidos em Pequim. Kastor confirmou o favoritismo e marcou o tempo de 2h29min36.

Na primeira metade da seletiva Lewy Boulet foi a mais rápida, ao marcar 1h55 na passagem da meia, mas Kastor demonstrou paciência e força e fez o segundo trecho mais rápido. Esta estratégia foi a mesma utilizada durante o bicampeonato do Mundial de Cross Country e na conquista do recorde americano dos 10 mil metros.

Lewy Boulet, aos 34 anos participa pela primeira vez de uma equipe olímpica ao chegar na segunda colocação durante a seletiva, com o tempo de 2h30min50. Em 2004 ela chegou a liderar boa parte da competição, mas ficou de fora da equipe ao terminar na quarta colocação.

Já Blake Russell correu durante boa parte da prova em terceiro, chegou a demonstrar grande esforço para alcançar as líderes, mas acabou com a terceira vaga, ao completar em 2h32min40. A quarta posição foi para Zoila Gomez (2h33min53) e a quinta para Tera Moody (2h33min54).

Maratona de SC: Marily faz índice A para Pequim

A alagoana Marily dos Santos venceu no último domingo (20) a Maratona de Santa Catarina e conquistou o índice A para as Olimpíadas de Pequim este ano, após estabelecer o tempo de 2h36min21, sendo que a marca estabelecida para a conquista da marca era de 2h37min. Entre os homens, Adriano Bastos venceu a competição com o tempo de 2h16min20.

A cidade de Florianópolis, palco da prova, amanheceu chuvosa e fria, clima que não intimidou Marily, que fez sua estréia na prova com direito a recorde do percurso, antes pertencente a Ilda Alves do Santos (2h42min35), que chegou na segunda posição este ano. Marizete Moreira dos Santos era a mais triste no pódio, já que possuía o índice B antes da competição e com este resultado vê seu sonho de uma disputa olímpica se esvair.

“Eu não esperava chegar ao índice, mas treinei bastante e me senti bem na prova", explica Marily com o sorriso que lhe é peculiar. Cautelosa, ela ainda não faz muitas comemorações, pois até o dia 11 de maio outras atletas podem alcançar o índice, e diz que também precisa de “mais quilometragem” antes de uma disputa olímpica.

A catarinense Márcia Narloch, uma das favoritas ao título e à obtenção de uma das vagas olímpicas sentiu dificuldade em correr com chuva e frio e abandonou a disputa durante o quilômetro 27. Ela disse que sentiu seus músculos travados devido à baixa temperatura.

Homens - Já entre os homens, Adriano Bastos também obteve o recorde da competição, após uma forte disputa com o queniano Eligy Kiprotich Tum e baixou o tempo do gaúcho Élson Gracioli (2h16min28) obtido em 2004. O brasileiro venceu com 2h16min20, contra 2h16min25 do africano, que fazia sua estréia em disputas de maratonas. A terceira posição foi para Marcos Alexandre Elias, com 2h18min10.

No inicio da prova se formou um pelotão de 15 atletas, que só começou a ser desfeito durante a passagem da meia, ocasião em que quatro atletas arriscaram tomar a dianteira. Depois de dois quilômetros Bastos acelerou o passo em busca dos líderes e na passagem do quilômetro 32 já estava na segunda colocação.

A vitória do queniano era certa, mas a 50 metros da linha de chegada o tetracampeão da Maratona da Disney deu um sprint e cruzou na primeira colocação, com o seu melhor tempo na distância. “Percebi que ele vinha controlando a prova. Achei que ele estava guardando tudo para o sprint final, mas não foi o que aconteceu", ressalta o brasileiro.

Experiência - A falta de experiência de Eligy Tum neste tipo de competição e o clima adverso que encontrou, já que costuma treinar no calor, certamente foram alguns dos fatores que tiraram dele o primeiro posto. Ele ficará no país até junho, período em que deve fazer várias outras competições antes de retornar à sua terra natal.

O evento teve a participação de mais de três mil pessoas e contou também com a disputa de uma rústica de nove quilômetros e uma maratoninha infantil. Os primeiros colocados levaram para casa premiação em dinheiro, além de um carro zero quilômetro.


Maratona de SC: Marily faz índice A para Pequim

Maratona · 22 abr, 2008

A alagoana Marily dos Santos venceu no último domingo (20) a Maratona de Santa Catarina e conquistou o índice A para as Olimpíadas de Pequim este ano, após estabelecer o tempo de 2h36min21, sendo que a marca estabelecida para a conquista da marca era de 2h37min. Entre os homens, Adriano Bastos venceu a competição com o tempo de 2h16min20.

A cidade de Florianópolis, palco da prova, amanheceu chuvosa e fria, clima que não intimidou Marily, que fez sua estréia na prova com direito a recorde do percurso, antes pertencente a Ilda Alves do Santos (2h42min35), que chegou na segunda posição este ano. Marizete Moreira dos Santos era a mais triste no pódio, já que possuía o índice B antes da competição e com este resultado vê seu sonho de uma disputa olímpica se esvair.

“Eu não esperava chegar ao índice, mas treinei bastante e me senti bem na prova", explica Marily com o sorriso que lhe é peculiar. Cautelosa, ela ainda não faz muitas comemorações, pois até o dia 11 de maio outras atletas podem alcançar o índice, e diz que também precisa de “mais quilometragem” antes de uma disputa olímpica.

A catarinense Márcia Narloch, uma das favoritas ao título e à obtenção de uma das vagas olímpicas sentiu dificuldade em correr com chuva e frio e abandonou a disputa durante o quilômetro 27. Ela disse que sentiu seus músculos travados devido à baixa temperatura.

Homens - Já entre os homens, Adriano Bastos também obteve o recorde da competição, após uma forte disputa com o queniano Eligy Kiprotich Tum e baixou o tempo do gaúcho Élson Gracioli (2h16min28) obtido em 2004. O brasileiro venceu com 2h16min20, contra 2h16min25 do africano, que fazia sua estréia em disputas de maratonas. A terceira posição foi para Marcos Alexandre Elias, com 2h18min10.

No inicio da prova se formou um pelotão de 15 atletas, que só começou a ser desfeito durante a passagem da meia, ocasião em que quatro atletas arriscaram tomar a dianteira. Depois de dois quilômetros Bastos acelerou o passo em busca dos líderes e na passagem do quilômetro 32 já estava na segunda colocação.

A vitória do queniano era certa, mas a 50 metros da linha de chegada o tetracampeão da Maratona da Disney deu um sprint e cruzou na primeira colocação, com o seu melhor tempo na distância. “Percebi que ele vinha controlando a prova. Achei que ele estava guardando tudo para o sprint final, mas não foi o que aconteceu", ressalta o brasileiro.

Experiência - A falta de experiência de Eligy Tum neste tipo de competição e o clima adverso que encontrou, já que costuma treinar no calor, certamente foram alguns dos fatores que tiraram dele o primeiro posto. Ele ficará no país até junho, período em que deve fazer várias outras competições antes de retornar à sua terra natal.

O evento teve a participação de mais de três mil pessoas e contou também com a disputa de uma rústica de nove quilômetros e uma maratoninha infantil. Os primeiros colocados levaram para casa premiação em dinheiro, além de um carro zero quilômetro.

COI anuncia medidas antidoping para Pequim

O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou essa semana as medidas que serão tomadas para combater o doping durante os Jogos Olímpicos de Pequim, na China, este ano. Todas as regulamentações estão reproduzidas num documento de 41 páginas que será enviado para todos os atletas e terá validade de 27 de julho (dia da abertura da Vila Olímpica) até 24 de agosto (data da cerimônia de encerramento). Confira alguns itens.

  • Em Atenas 2004 foram realizados 3.600 testes e desta vez serão feitos 4.500, nos cinco primeiros colocados de cada prova, mais dois aleatórios;

  • Todos os participantes dos jogos estarão sujeitos aos testes, sem aviso prévio;

  • O não comparecimento a testes em duas ocasiões separadas durante os jogos, ou em uma ocasião nos jogos e outra em até 18 meses depois, será considerada violação às regras antidoping;

  • A posse de qualquer substância proibida da lista será considerada violação (anteriormente a falta era apenas para algumas substâncias específicas);

  • Cerca de mil pessoas estarão envolvidas no programa antidoping, sendo que 206 acompanharão os atletas até que cheguem na estação de controle antidoping. Haverá segurança reforçada em todo o processo, incluindo o transporte das amostras;

  • Os testes também serão aplicados em ocasiões pré-competições, medida que já se mostrou eficaz anteriormente. Do total geral, 700 a 800 testes serão de urina, para a detecção de EPO (hormônio sintético que melhora a performance) e 900 de sangue, para a detecção de outras substâncias.

    O relatório completo pode ser acessado na página do Comitê Olímpico Internacional na Internet, através do endereço eletrônico www.olympic.org.


  • COI anuncia medidas antidoping para Pequim

    Atletismo · 18 abr, 2008

    O Comitê Olímpico Internacional (COI) anunciou essa semana as medidas que serão tomadas para combater o doping durante os Jogos Olímpicos de Pequim, na China, este ano. Todas as regulamentações estão reproduzidas num documento de 41 páginas que será enviado para todos os atletas e terá validade de 27 de julho (dia da abertura da Vila Olímpica) até 24 de agosto (data da cerimônia de encerramento). Confira alguns itens.

  • Em Atenas 2004 foram realizados 3.600 testes e desta vez serão feitos 4.500, nos cinco primeiros colocados de cada prova, mais dois aleatórios;

  • Todos os participantes dos jogos estarão sujeitos aos testes, sem aviso prévio;

  • O não comparecimento a testes em duas ocasiões separadas durante os jogos, ou em uma ocasião nos jogos e outra em até 18 meses depois, será considerada violação às regras antidoping;

  • A posse de qualquer substância proibida da lista será considerada violação (anteriormente a falta era apenas para algumas substâncias específicas);

  • Cerca de mil pessoas estarão envolvidas no programa antidoping, sendo que 206 acompanharão os atletas até que cheguem na estação de controle antidoping. Haverá segurança reforçada em todo o processo, incluindo o transporte das amostras;

  • Os testes também serão aplicados em ocasiões pré-competições, medida que já se mostrou eficaz anteriormente. Do total geral, 700 a 800 testes serão de urina, para a detecção de EPO (hormônio sintético que melhora a performance) e 900 de sangue, para a detecção de outras substâncias.

    O relatório completo pode ser acessado na página do Comitê Olímpico Internacional na Internet, através do endereço eletrônico www.olympic.org.