pequim

Reinaldo Colucci vence triathlon na França

O triatlheta Reinaldo Colucci, que ao lado de Mariana Ohata representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim esse ano, venceu no último domingo (29) o Triathlon de Dijon, na França, A competição teve distâncias equivalentes a um Meio Ironman, o que serviu de perfeita preparação para ele.

“Uma prova com nível puxado como essa, me trará sem duvida muita força nas semanas seguintes em meus treinamentos”, ressalta o triathleta que tinha como estratégia se poupar durante a etapa de corrida e tentar fazer o melhor ritmo aeróbico possível. Na largada ele esteve praticamente todo o tempo ao lado do francês Charles Loysel e, após a primiera bóia, se posicionou um pouco mais atrás para nadar na cola do adversário.

”No ciclismo, eu levei algum tempo para me acostumar com o ritmo fortíssimo de Charles no terreno plano, no entanto, como quase sempre acontece, me senti muito melhor na última parte do ciclismo e pude assim puxar marchas mais pesadas me mantendo com ele até o início da corrida”, comenta. Já na parte de corrida ele aumentou o ritmo até liderar sozinho após dois quilômetros.

“Procurei manter minha freqüência cardíaca dentro de uma zona que costumo fazer nos treinos, até atingir a marca do quilômetro 16”, lembra Colucci. “A partir daí, dei tudo que podia nos últimos cinco quilômetros para tirar o melhor beneficio possível de um longo dia de trabalho, vencendo a prova com apenas alguns segundos acima de quatro horas. Isso me deixou bastante satisfeito, pois o percurso era bem puxado”.

O próximo desafio do competidor será mais uma etapa do Circuito Mundial, no dia 13 de julho, ainda em fase de preparação para Pequim.


Reinaldo Colucci vence triathlon na França

Triathlon · 30 jun, 2008

O triatlheta Reinaldo Colucci, que ao lado de Mariana Ohata representará o Brasil nos Jogos Olímpicos de Pequim esse ano, venceu no último domingo (29) o Triathlon de Dijon, na França, A competição teve distâncias equivalentes a um Meio Ironman, o que serviu de perfeita preparação para ele.

“Uma prova com nível puxado como essa, me trará sem duvida muita força nas semanas seguintes em meus treinamentos”, ressalta o triathleta que tinha como estratégia se poupar durante a etapa de corrida e tentar fazer o melhor ritmo aeróbico possível. Na largada ele esteve praticamente todo o tempo ao lado do francês Charles Loysel e, após a primiera bóia, se posicionou um pouco mais atrás para nadar na cola do adversário.

”No ciclismo, eu levei algum tempo para me acostumar com o ritmo fortíssimo de Charles no terreno plano, no entanto, como quase sempre acontece, me senti muito melhor na última parte do ciclismo e pude assim puxar marchas mais pesadas me mantendo com ele até o início da corrida”, comenta. Já na parte de corrida ele aumentou o ritmo até liderar sozinho após dois quilômetros.

“Procurei manter minha freqüência cardíaca dentro de uma zona que costumo fazer nos treinos, até atingir a marca do quilômetro 16”, lembra Colucci. “A partir daí, dei tudo que podia nos últimos cinco quilômetros para tirar o melhor beneficio possível de um longo dia de trabalho, vencendo a prova com apenas alguns segundos acima de quatro horas. Isso me deixou bastante satisfeito, pois o percurso era bem puxado”.

O próximo desafio do competidor será mais uma etapa do Circuito Mundial, no dia 13 de julho, ainda em fase de preparação para Pequim.

Para chineses, mascotes olímpicos causaram maus agouros

Mesmo no século 21, o oriente ainda respira superstições. Por causa da sua cultura milenar, algumas crendices ainda são levadas em conta naquela parte do mundo. Para se ter uma idéia da grandiosidade dessa raiz cultural, até um grande banco ocidental se preocupou em harmonizar seu escritório em Pequim com base no feng shui.

E as olimpíadas também não poderiam deixar de aplicar algumas coisas. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim está marcada para o dia oito de agosto (mês oito) de 2008. Além disso, o evento irá começar às 08h08 da noite. De acordo com os chineses, o oito é o número da sorte.

Mas em contrapartida, por causa da crença oriental, segundo agências de notícias, muitos sites e blogs chineses estão colocando a culpa de algumas catástrofes chinesas desse ano nos cinco mascotes olímpicos.

Para eles o mascote que se parece um panda foi o culpado do terremoto no mês de maio na província de Sichuan. Curiosamente o local abriga a maior concentrarão de pandas do país. Já o mascote que representa o peixe, foi o responsável pelas inundações que assolou o sul da China também esse ano.

Os outros três mascotes, a antílope tibetana, a chama olímpica e a andorinha, foram associados respectivamente com: os protestos do Tibet, os protestos na passagem da tocha olímpica em diversos países e o acidente de trem em Shandong no final de abril.

De acordo com o Comitê Olímpico, essas associações não têm nenhum fundamento. Mas é certo que os chineses já respiram aliviados, já que os Jogos apresentaram cinco mascotes e as cinco catástrofes já aconteceram.


Para chineses, mascotes olímpicos causaram maus agouros

Atletismo · 20 jun, 2008

Mesmo no século 21, o oriente ainda respira superstições. Por causa da sua cultura milenar, algumas crendices ainda são levadas em conta naquela parte do mundo. Para se ter uma idéia da grandiosidade dessa raiz cultural, até um grande banco ocidental se preocupou em harmonizar seu escritório em Pequim com base no feng shui.

E as olimpíadas também não poderiam deixar de aplicar algumas coisas. A cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim está marcada para o dia oito de agosto (mês oito) de 2008. Além disso, o evento irá começar às 08h08 da noite. De acordo com os chineses, o oito é o número da sorte.

Mas em contrapartida, por causa da crença oriental, segundo agências de notícias, muitos sites e blogs chineses estão colocando a culpa de algumas catástrofes chinesas desse ano nos cinco mascotes olímpicos.

Para eles o mascote que se parece um panda foi o culpado do terremoto no mês de maio na província de Sichuan. Curiosamente o local abriga a maior concentrarão de pandas do país. Já o mascote que representa o peixe, foi o responsável pelas inundações que assolou o sul da China também esse ano.

Os outros três mascotes, a antílope tibetana, a chama olímpica e a andorinha, foram associados respectivamente com: os protestos do Tibet, os protestos na passagem da tocha olímpica em diversos países e o acidente de trem em Shandong no final de abril.

De acordo com o Comitê Olímpico, essas associações não têm nenhum fundamento. Mas é certo que os chineses já respiram aliviados, já que os Jogos apresentaram cinco mascotes e as cinco catástrofes já aconteceram.

Confira a convocação para os Jogos Paraolímpicos

O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) divulgou na tarde desta quinta-feira a relação oficial dos atletas convocados para os Jogos Paraolímpicos de Pequim esse ano até o momento. A lista parcial compreende 142 competidores de 14 modalidades, num total de 187 vagas, 88 a mais do que em Atenas e quase o triplo de Sidney.

O Comitê está otimista em relação à conquista de medalhas, que deverá aumentar em relação à última edição da competição. Em 2004 a delegação canarinho terminou na 14ª colocação do ranking de medalhas, melhorando 10 em relação a Sidney.

Para tornar viável a participação do grande número de competidores na delegação nacional, o CPB tem uma parceria com a Caixa Econômica Federal, que esse ano já recebeu R$ 6,3 milhões. Além disso, 2% do total da arrecadação bruta de todas as apostas com as Loterias são repassadas ao Comitê Papraolímpico e ao Comitê Olímpico Nacional por meio da Lei Agnelo-Piva.

  • Alan Fonteles Cardoso de Oliveira - Ananindeua/PA

  • Alex Cavalcante Mendonça - Diadema/SP

  • André Luiz Garcia Andrade - Presidente Prudente/SP

  • André Luiz Oliveira - São Paulo/SP

  • Antônio Delfino de Souza - Taguatinga/DF

  • Ariosvaldo Fernandes da Silva - Planaltina/DF

  • Aurélio Guedes dos Santos - Marilia/SP

  • Carlos José Barto da Silva - Belo Horizonte/MG

  • Christiano Henrique Farias - Belém/PA

  • Claudemir do Nascimento Santos - Rio de Janeiro/RJ

  • Daniel Mendes da Silva - Vitória/ES

  • Edson Cavalcante Pinheiro - Porto Velho/RO

  • Emicarlo Elias de Souza - Natal/RN

  • Felipe de Souza Gomes - Rio de Janeiro/RJ

  • Gilson José dos Anjos - Joinville/SC

  • Jonathan de Souza Santos - Maceió/AL

  • José Carlos Purificação de Alecrim - Goiânia/GO

  • José Ribeiro da Silva - São Paulo/SP

  • Julio César de Souza - Joinville/SC

  • Leonardo Amâncio - Recife/PE

  • Lucas Prado - Joinville/SC

  • Marco Aurélio Lima Borges - São Paulo/SP

  • Moises Vicente Neto - Taguatinga/DF

  • Nelson Ned Trajano Pereira - Cuiabá/MS

  • Odair Ferreira dos Santos - Presidente Prudente/SP

  • Ozivan dos Santos Bonfim - Marabá/PA

  • Paulo Douglas Moreira de Souza - São Gonçalo/RJ

  • Pedro César da Silva Moraes - Cuiabá/MS

  • Pedro Flávio Guilhermino - Betim/MG

  • Tito Alves de Sena - Goiânia/GO

  • Yohansson do Nascimento Ferreira - Maceió/AL

  • Rosenei Herrera (CAIRA) Campo Grande, MS

  • Shirlene Santos Coelho (CETEFE) Samambaia, DF

  • Fernanda Yara Silva (AAPPD) Petrolina, PE

  • Sheila Finder (CEPE) Joinville, SC

  • Sonia Maria Pereira de Gouveia (ADEFAL) Maceió, AL

  • Poliana Jesus (ADEFU) Uberaba, MG

  • Suely Guimarães (AAAUFPE) Recife, PE

  • Roseane Ferreira dos Santos (3IN) Maceió, AL

  • Terezinha Aparecido Guilhermina (AJIDEVI) Curitiba, PR

  • Adria Rocha Santos (ACIC) Joinville, SC

  • Jerusa Geber dos Santos (AMC) Cuiabá, MS

  • Sirlene Aparecida Guilhermino (AJIDEVI) Curitiba, PR

  • Maria Jose Alves (AJIDEVI) Joinville, SC

  • Ana Tércia Venâncio Soares (CAD) São José do Rio Preto, SP

  • Joana Helena dos Santos Silva (UBERLÂNDIA) Uberlândia, MG

  • Indayana Pedrina Moia Martins (AJIDEVI) Joinville, SC

  • Jenifer Martins dos Santos (AAPPD) Recife, PE


  • Confira a convocação para os Jogos Paraolímpicos

    Esporte Adaptado · 12 jun, 2008

    O Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB) divulgou na tarde desta quinta-feira a relação oficial dos atletas convocados para os Jogos Paraolímpicos de Pequim esse ano até o momento. A lista parcial compreende 142 competidores de 14 modalidades, num total de 187 vagas, 88 a mais do que em Atenas e quase o triplo de Sidney.

    O Comitê está otimista em relação à conquista de medalhas, que deverá aumentar em relação à última edição da competição. Em 2004 a delegação canarinho terminou na 14ª colocação do ranking de medalhas, melhorando 10 em relação a Sidney.

    Para tornar viável a participação do grande número de competidores na delegação nacional, o CPB tem uma parceria com a Caixa Econômica Federal, que esse ano já recebeu R$ 6,3 milhões. Além disso, 2% do total da arrecadação bruta de todas as apostas com as Loterias são repassadas ao Comitê Papraolímpico e ao Comitê Olímpico Nacional por meio da Lei Agnelo-Piva.

  • Alan Fonteles Cardoso de Oliveira - Ananindeua/PA

  • Alex Cavalcante Mendonça - Diadema/SP

  • André Luiz Garcia Andrade - Presidente Prudente/SP

  • André Luiz Oliveira - São Paulo/SP

  • Antônio Delfino de Souza - Taguatinga/DF

  • Ariosvaldo Fernandes da Silva - Planaltina/DF

  • Aurélio Guedes dos Santos - Marilia/SP

  • Carlos José Barto da Silva - Belo Horizonte/MG

  • Christiano Henrique Farias - Belém/PA

  • Claudemir do Nascimento Santos - Rio de Janeiro/RJ

  • Daniel Mendes da Silva - Vitória/ES

  • Edson Cavalcante Pinheiro - Porto Velho/RO

  • Emicarlo Elias de Souza - Natal/RN

  • Felipe de Souza Gomes - Rio de Janeiro/RJ

  • Gilson José dos Anjos - Joinville/SC

  • Jonathan de Souza Santos - Maceió/AL

  • José Carlos Purificação de Alecrim - Goiânia/GO

  • José Ribeiro da Silva - São Paulo/SP

  • Julio César de Souza - Joinville/SC

  • Leonardo Amâncio - Recife/PE

  • Lucas Prado - Joinville/SC

  • Marco Aurélio Lima Borges - São Paulo/SP

  • Moises Vicente Neto - Taguatinga/DF

  • Nelson Ned Trajano Pereira - Cuiabá/MS

  • Odair Ferreira dos Santos - Presidente Prudente/SP

  • Ozivan dos Santos Bonfim - Marabá/PA

  • Paulo Douglas Moreira de Souza - São Gonçalo/RJ

  • Pedro César da Silva Moraes - Cuiabá/MS

  • Pedro Flávio Guilhermino - Betim/MG

  • Tito Alves de Sena - Goiânia/GO

  • Yohansson do Nascimento Ferreira - Maceió/AL

  • Rosenei Herrera (CAIRA) Campo Grande, MS

  • Shirlene Santos Coelho (CETEFE) Samambaia, DF

  • Fernanda Yara Silva (AAPPD) Petrolina, PE

  • Sheila Finder (CEPE) Joinville, SC

  • Sonia Maria Pereira de Gouveia (ADEFAL) Maceió, AL

  • Poliana Jesus (ADEFU) Uberaba, MG

  • Suely Guimarães (AAAUFPE) Recife, PE

  • Roseane Ferreira dos Santos (3IN) Maceió, AL

  • Terezinha Aparecido Guilhermina (AJIDEVI) Curitiba, PR

  • Adria Rocha Santos (ACIC) Joinville, SC

  • Jerusa Geber dos Santos (AMC) Cuiabá, MS

  • Sirlene Aparecida Guilhermino (AJIDEVI) Curitiba, PR

  • Maria Jose Alves (AJIDEVI) Joinville, SC

  • Ana Tércia Venâncio Soares (CAD) São José do Rio Preto, SP

  • Joana Helena dos Santos Silva (UBERLÂNDIA) Uberlândia, MG

  • Indayana Pedrina Moia Martins (AJIDEVI) Joinville, SC

  • Jenifer Martins dos Santos (AAPPD) Recife, PE

  • Colucci e Ohata embarcam para a Europa em fase final de treino

    São Paulo - Com equipe reduzida, o Brasil será representado esse ano no triathlon olímpico por Mariana Ohata e Reinaldo Colucci. Os dois, que treinam na mesma equipe, embarcam nessa terça-feira (10) para a Europa e só voltam para o Brasil depois dos Jogos Olímpicos de Pequim.

    Prontos para encarar o desafio, os dois triathletas ainda treinam na Europa e depois vão para Coréia para fazer um trabalho de aclimatação. “O treinamento final de preparação será muito forte”, adianta Ohata. Essa será a terceira vez que a brasileira participa de Jogos Olímpicos. Já Colucci faz sua estréia na prova.

    Para os dois a falta de companheiros na equipe aconteceu por diferentes objetivos dos atletas atuais no triathlon brasileiro e também por causa da mudança do sistema de classificação. “Dessa vez a classificação para as olimpíadas estava mais rígida. Isso com certeza foi um agravante para a equipe estar menor”, conta Colucci.

    Na ultima Olimpíada, por exemplo, o Brasil foi representado por três mulheres (Mariana Ohata, Carla Moreno e Sandra Soldan) e três homens (Paulo Miyashiro, Juraci Moreira e Leandro Macedo). De acordo com Ohata, o Brasil precisa investir mais no triathlon levando os jovens atletas para competições no exterior. “O triathleta brasileiro tem que sair do país para aprimorar, cabe a federação fazer essa parte”, diz Ohata.

    Mais um atleta na equipe - O brasileiro Juraci Moreira lutou pela vaga olímpica e não conseguiu. Ele ficou em 56º lugar no ranking da Federação Internacional de Triathlon e apenas os 55 primeiros desse ranking foram convocados para as olimpíadas.

    Porém, ainda há uma chance dele integrar a equipe. No final de julho a Federação Internacional irá divulgar a lista de desistências e fazer o repasse das vagas. Até lá Juraci Moreira não vai perder as esperanças.

    Caso ele realmente fique de fora dos jogos, Juraci diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar”, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.

    As provas de triathlon de Pequim acontecem nos dias 18 de agosto, a masculina e no dia 19 do mesmo mês a feminina.


    Colucci e Ohata embarcam para a Europa em fase final de treino

    Triathlon · 10 jun, 2008

    São Paulo - Com equipe reduzida, o Brasil será representado esse ano no triathlon olímpico por Mariana Ohata e Reinaldo Colucci. Os dois, que treinam na mesma equipe, embarcam nessa terça-feira (10) para a Europa e só voltam para o Brasil depois dos Jogos Olímpicos de Pequim.

    Prontos para encarar o desafio, os dois triathletas ainda treinam na Europa e depois vão para Coréia para fazer um trabalho de aclimatação. “O treinamento final de preparação será muito forte”, adianta Ohata. Essa será a terceira vez que a brasileira participa de Jogos Olímpicos. Já Colucci faz sua estréia na prova.

    Para os dois a falta de companheiros na equipe aconteceu por diferentes objetivos dos atletas atuais no triathlon brasileiro e também por causa da mudança do sistema de classificação. “Dessa vez a classificação para as olimpíadas estava mais rígida. Isso com certeza foi um agravante para a equipe estar menor”, conta Colucci.

    Na ultima Olimpíada, por exemplo, o Brasil foi representado por três mulheres (Mariana Ohata, Carla Moreno e Sandra Soldan) e três homens (Paulo Miyashiro, Juraci Moreira e Leandro Macedo). De acordo com Ohata, o Brasil precisa investir mais no triathlon levando os jovens atletas para competições no exterior. “O triathleta brasileiro tem que sair do país para aprimorar, cabe a federação fazer essa parte”, diz Ohata.

    Mais um atleta na equipe - O brasileiro Juraci Moreira lutou pela vaga olímpica e não conseguiu. Ele ficou em 56º lugar no ranking da Federação Internacional de Triathlon e apenas os 55 primeiros desse ranking foram convocados para as olimpíadas.

    Porém, ainda há uma chance dele integrar a equipe. No final de julho a Federação Internacional irá divulgar a lista de desistências e fazer o repasse das vagas. Até lá Juraci Moreira não vai perder as esperanças.

    Caso ele realmente fique de fora dos jogos, Juraci diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar”, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro.

    As provas de triathlon de Pequim acontecem nos dias 18 de agosto, a masculina e no dia 19 do mesmo mês a feminina.

    Marílson está confiante para as Olimpíadas de Pequim

    São Paulo - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, primeiro atleta no ranking nacional de maratonas com 2h08min37, se prepara para os Jogos Olímpicos de Pequim. Aos 30 anos, essa será sua primeira participação em Olimpíadas e não é de se espantar se a sua estréia for com medalhas.

    Campeão da Maratona de Nova York em 2006, além de ser recordista sul-americano dos cinco mil metros e bicampeão da São Silvestre, Marílson fez um trabalho de base totalmente focado nos jogos. Até agora ele já participou de diversas provas de 10 quilômetros e até competições de cross country, tudo visando o objetivo maior: Pequim.

    Uma dessas provas foram os 10 mil metros em pista, na Bélgica, onde consegui um resultado expressivo. Ele terminou a competição, que tinha 15 africanos na disputa, em nono lugar. “Eu fui o primeiro não africano que terminou a prova. Isso me deixou muito animado”, conta.

    Mas para as olimpíadas o cenário de competição será um pouco diferente. Com menos africanos na disputa, já que cada país pode levar até três atletas, o grande determinante da prova serão as condições climáticas.”O percurso em si é relativamente fácil. O único problema é a poluição, a umidade e o calor de Pequim. Tem gente que vai sentir mais que o outro. Espero que não seja eu”.

    Adversários - Para o treinador de Marílson, Adauto Domingos, a maratona olímpica não tem um favorito, tanto que nos últimos anos nenhum corredor africano ganhou a prova. “As provas olímpicas são diferentes por vários fatores, não tem coelhos, por exemplo”.

    Já Marílson acredita que o principal atleta da disputa é o queniano Martin Lel. Se no final da prova sobrar na disputa ele e Lel a briga será acirrada. “Ele vem chegando muito forte nas competições, pode dar trabalho. Mas lá também vou dar o meu melhor”, explica.

    Treinamento final - Até o mês de agosto, Marílson ainda tem um longo período de treinos. De acordo com o atleta, ele ainda participa de uma meia maratona. “Vamos decidir se vou para a Meia de Bogotá ou uma Meia em Nova York. Prefiro a de Bogotá porque é mais difícil devido a altitude e é um cenário difícil que vou encontrar em Pequim”.

    Além disso, antes de embarcar para a China, Marílson deve treinar em altitude na cidade de Serra Nevada, na Espanha. “Costumo levar o Marílson para Paipa, Colômbia. Mas dessa vez acho que vamos para a Espanha, assim ele já fica mais próximo da China e sofrerá menos com o fuso horário”, conta Adauto.

    Sobre sua participação nos 10 mil metros de pista, prova que também tem índice, Marílson ainda é dúvida. “Só vou saber se ele vai disputar ou não os 10 mil lá. Se ele estiver muito ansioso coloco ele na prova para sentir o clima do estádio olímpico. Mas se ele estiver cansado com algum tipo de dor muscular vou poupar para a maratona”, explica Adauto.

    Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto com a cerimônia de abertura no Estádio Nacional. As provas de atletismo vão do dia 15 de agosto ao dia 23 do mesmo mês.


    Marílson está confiante para as Olimpíadas de Pequim

    Maratona · 10 jun, 2008

    São Paulo - O brasileiro Marílson Gomes dos Santos, primeiro atleta no ranking nacional de maratonas com 2h08min37, se prepara para os Jogos Olímpicos de Pequim. Aos 30 anos, essa será sua primeira participação em Olimpíadas e não é de se espantar se a sua estréia for com medalhas.

    Campeão da Maratona de Nova York em 2006, além de ser recordista sul-americano dos cinco mil metros e bicampeão da São Silvestre, Marílson fez um trabalho de base totalmente focado nos jogos. Até agora ele já participou de diversas provas de 10 quilômetros e até competições de cross country, tudo visando o objetivo maior: Pequim.

    Uma dessas provas foram os 10 mil metros em pista, na Bélgica, onde consegui um resultado expressivo. Ele terminou a competição, que tinha 15 africanos na disputa, em nono lugar. “Eu fui o primeiro não africano que terminou a prova. Isso me deixou muito animado”, conta.

    Mas para as olimpíadas o cenário de competição será um pouco diferente. Com menos africanos na disputa, já que cada país pode levar até três atletas, o grande determinante da prova serão as condições climáticas.”O percurso em si é relativamente fácil. O único problema é a poluição, a umidade e o calor de Pequim. Tem gente que vai sentir mais que o outro. Espero que não seja eu”.

    Adversários - Para o treinador de Marílson, Adauto Domingos, a maratona olímpica não tem um favorito, tanto que nos últimos anos nenhum corredor africano ganhou a prova. “As provas olímpicas são diferentes por vários fatores, não tem coelhos, por exemplo”.

    Já Marílson acredita que o principal atleta da disputa é o queniano Martin Lel. Se no final da prova sobrar na disputa ele e Lel a briga será acirrada. “Ele vem chegando muito forte nas competições, pode dar trabalho. Mas lá também vou dar o meu melhor”, explica.

    Treinamento final - Até o mês de agosto, Marílson ainda tem um longo período de treinos. De acordo com o atleta, ele ainda participa de uma meia maratona. “Vamos decidir se vou para a Meia de Bogotá ou uma Meia em Nova York. Prefiro a de Bogotá porque é mais difícil devido a altitude e é um cenário difícil que vou encontrar em Pequim”.

    Além disso, antes de embarcar para a China, Marílson deve treinar em altitude na cidade de Serra Nevada, na Espanha. “Costumo levar o Marílson para Paipa, Colômbia. Mas dessa vez acho que vamos para a Espanha, assim ele já fica mais próximo da China e sofrerá menos com o fuso horário”, conta Adauto.

    Sobre sua participação nos 10 mil metros de pista, prova que também tem índice, Marílson ainda é dúvida. “Só vou saber se ele vai disputar ou não os 10 mil lá. Se ele estiver muito ansioso coloco ele na prova para sentir o clima do estádio olímpico. Mas se ele estiver cansado com algum tipo de dor muscular vou poupar para a maratona”, explica Adauto.

    Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto com a cerimônia de abertura no Estádio Nacional. As provas de atletismo vão do dia 15 de agosto ao dia 23 do mesmo mês.

    Juraci Moreira ainda tem chance de ir a Pequim

    Há um antigo ditado que diz “a esperança é a última que morre” e é com base nessa frase que o triathleta brasileiro Juraci Moreira aposta as suas fichas para obter a vaga olímpica. No último domingo (08) ele participou do mundial da modalidade em Vancouver, no Canadá e ficou a 10 pontos da classificação, mas devido a uma convenção da seleção canadense ainda tem a chance de disputar sua terceira Olimpíada.

    De acordo com o critério estabelecido pela Confederação daquele país, apesar de terem direito a três vagas, só vão para os jogos os competidores que terminassem entre os nove melhores no mundial. “O terceiro atleta não foi tão bem como eles queriam (17º lugar) e, se só forem dois, eu entro na vaga aberta”, comenta o esperançoso Juraci.

    O anúncio por parte dos canadenses deve vir ainda essa semana, mas o atleta só saberá se vai ou não a Pequim em julho, ocasião em que a Federação Internacional de Triathlon (ITU) fará o anúncio do repasse ou não da vaga ao Brasil. “A esperança é essa, mas vamos aguardar”.

    Colocação - No mundial ele foi o 39º colocado e precisava chegar pelo menos mais oito posições à frente do italiano Emilio D’Aquino para somar pontos suficientes e se garantir na disputa chinesa, mas ficou a apenas sete. Durante toda a temporada ele teve vários problemas, como uma lesão por estiramento na panturrilha esquerda durante a Copa do Mundo da Austrália, foi para o sacrifício na semana seguinte na Nona Zelândia, não marcando pontos em ambas as provas.

    Já na etapa da Espanha ele enfrentou muito frio e teve que abandonar devido a uma hipotermia no trecho de ciclismo. “Se estava com trauma de Madrid, no Canadá foi muito pior. A água estava em 11 graus, de congelar, nunca vi nada parecido, mas consegui nadar razoável. O problema foi a bike, pois perdi o grupo no início do ciclismo e isso matou a prova”.

    Caso ele realmente fique de fora dos jogos, diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar”, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, que no segundo semestre deve voltar as atenções para as provas no Brasil. Os outros brasileiros que farão parte da delegação na China são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.


    Juraci Moreira ainda tem chance de ir a Pequim

    Triathlon · 10 jun, 2008

    Há um antigo ditado que diz “a esperança é a última que morre” e é com base nessa frase que o triathleta brasileiro Juraci Moreira aposta as suas fichas para obter a vaga olímpica. No último domingo (08) ele participou do mundial da modalidade em Vancouver, no Canadá e ficou a 10 pontos da classificação, mas devido a uma convenção da seleção canadense ainda tem a chance de disputar sua terceira Olimpíada.

    De acordo com o critério estabelecido pela Confederação daquele país, apesar de terem direito a três vagas, só vão para os jogos os competidores que terminassem entre os nove melhores no mundial. “O terceiro atleta não foi tão bem como eles queriam (17º lugar) e, se só forem dois, eu entro na vaga aberta”, comenta o esperançoso Juraci.

    O anúncio por parte dos canadenses deve vir ainda essa semana, mas o atleta só saberá se vai ou não a Pequim em julho, ocasião em que a Federação Internacional de Triathlon (ITU) fará o anúncio do repasse ou não da vaga ao Brasil. “A esperança é essa, mas vamos aguardar”.

    Colocação - No mundial ele foi o 39º colocado e precisava chegar pelo menos mais oito posições à frente do italiano Emilio D’Aquino para somar pontos suficientes e se garantir na disputa chinesa, mas ficou a apenas sete. Durante toda a temporada ele teve vários problemas, como uma lesão por estiramento na panturrilha esquerda durante a Copa do Mundo da Austrália, foi para o sacrifício na semana seguinte na Nona Zelândia, não marcando pontos em ambas as provas.

    Já na etapa da Espanha ele enfrentou muito frio e teve que abandonar devido a uma hipotermia no trecho de ciclismo. “Se estava com trauma de Madrid, no Canadá foi muito pior. A água estava em 11 graus, de congelar, nunca vi nada parecido, mas consegui nadar razoável. O problema foi a bike, pois perdi o grupo no início do ciclismo e isso matou a prova”.

    Caso ele realmente fique de fora dos jogos, diz que não vai desanimar e já pensa na preparação para a Olimpíada de Londres, em 2012. “Será uma questão de honra. Essas adversidades só me motivam a continuar”, frisa o medalhista de bronze nos Jogos Pan-americanos do Rio de Janeiro ano passado, que no segundo semestre deve voltar as atenções para as provas no Brasil. Os outros brasileiros que farão parte da delegação na China são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata.

    Juraci Moreira não consegue vaga olímpica

    Triathlon · 09 jun, 2008

    O brasileiro Juraci Moreira não conseguiu a vaga para as Olimpíadas de Pequim no triathlon. Ele viajou para o Canadá e participou no domingo (8) do mundial da modalidade em Vancouver. Mas como ficou com a 39ª posição, o resultado foi insuficiente para garantir a vaga.

    Para pontuar e ficar entre os 55 melhores do ranking internacional, Juraci precisava chegar entre os 30 primeiros. O brasileiro, que no ano passado conquistou o bronze no Pan Rio e já respresentou o país duas vezes em jogos olímpicos, completou a prova em 1h53min16. O primeiro colocado foi o espanhol Javier Gómez e a britânica Helen Tucker. Essa foi a última seletiva para Pequim.

    Com o resultado o Brasil só terá dois representantes no triathlon. Os classificados são Reinaldo Colucci e Mariana Ohata. Esse será o menor time olímpico de triathlon da história brasileira.

    Juraci tem domingo última chance de ir aos jogos

    O triathleta brasileiro Juraci Moreira aposta todas as suas fichas no Mundial da modalidade neste domingo (08) em Vancouver, no Canadá, para carimbar o passaporte para as Olimpíadas de Pequim. Depois de alguns problemas, como um estiramento na panturrilha na Copa do Mundo da Austrália e uma hiportermia na Copa do Mundo da Espanha, ele se diz confiante para encarar a prova e obter um resultado positivo.

    “Estou acostumado a decidir assim, na última hora, sob pressão, porém não é uma coisa que eu goste e queira. Gostaria de ter me classificado com mais tranqüilidade, sem precisar chegar nesse ponto de ter de fazer uma boa prova na última chance. Mas vamos em frente”, ressalta o medalhista de bronze no Pan do Rio de Janeiro.

    Com duas tatuagens no braço, representando os Jogos de Sidney e Atenas, ele não vê a hora de tatuar o símbolo da competição chinesa, custe o que custar. “Agora não tem muito o que prever, o que planejar. A única alternativa é fazer um bom resultado. Estou pensando todos os dias 100% de maneira positiva e me preparando para fazer a melhor prova da minha vida”, ressalta o triathleta que pretende chegar entre os 30 melhores e à frente de outros concorrentes diretos pela última vaga do ranking.

    Pés no chão - Apesar de ter a vaga como quase certa, Juraci já se preparou psicologicamente caso algo dê errado durante a disputa e ele volte de mãos abanando. “Se eu me classificar, maravilha, mais um sonho realizado. Caso não consiga, vai ser duro, triste, o pior momento da minha carreira, mas com certeza tudo o que passei até aqui valeu a pena e sempre tentarei chegar mais longe. Sou 100% feliz na minha profissão e em tudo que passo”.

    Este ano ele venceu a Copa Vina Del Mar, no Chile, em janeiro, obteve o terceiro posto na Copa Continental La Paz, na Argentina, faturou o título individual e por equipes do Mundialito de Fast Triathlon, em Santa Catarina e o pentacampeonato no Sesc Triathlon de Caiobá, no Paraná. Nas provas que contavam pontos para a obtenção da vaga, abandonou a disputa na Copa do Mundo da Austrália devido a um estiramento na coxa e, no final de semana seguinte, não marcou pontos na etapa da Nova Zelândia.

    No Pan do México ele terminou na quarta posição, após permanecer uma boa parte do tempo na vice-liderança e na disputa da Copa do Mundo da África do sul chegou em 12º, resultados que o colocaram na seleta lista dos classificados para Pequim. Já na Copa do Mundo da Espanha, o abandono devido à hipotermia, fez com que ele caísse no ranking, motivo pelo qual corre contra o relógio para chegar aos jogos.


    Juraci tem domingo última chance de ir aos jogos

    Triathlon · 06 jun, 2008

    O triathleta brasileiro Juraci Moreira aposta todas as suas fichas no Mundial da modalidade neste domingo (08) em Vancouver, no Canadá, para carimbar o passaporte para as Olimpíadas de Pequim. Depois de alguns problemas, como um estiramento na panturrilha na Copa do Mundo da Austrália e uma hiportermia na Copa do Mundo da Espanha, ele se diz confiante para encarar a prova e obter um resultado positivo.

    “Estou acostumado a decidir assim, na última hora, sob pressão, porém não é uma coisa que eu goste e queira. Gostaria de ter me classificado com mais tranqüilidade, sem precisar chegar nesse ponto de ter de fazer uma boa prova na última chance. Mas vamos em frente”, ressalta o medalhista de bronze no Pan do Rio de Janeiro.

    Com duas tatuagens no braço, representando os Jogos de Sidney e Atenas, ele não vê a hora de tatuar o símbolo da competição chinesa, custe o que custar. “Agora não tem muito o que prever, o que planejar. A única alternativa é fazer um bom resultado. Estou pensando todos os dias 100% de maneira positiva e me preparando para fazer a melhor prova da minha vida”, ressalta o triathleta que pretende chegar entre os 30 melhores e à frente de outros concorrentes diretos pela última vaga do ranking.

    Pés no chão - Apesar de ter a vaga como quase certa, Juraci já se preparou psicologicamente caso algo dê errado durante a disputa e ele volte de mãos abanando. “Se eu me classificar, maravilha, mais um sonho realizado. Caso não consiga, vai ser duro, triste, o pior momento da minha carreira, mas com certeza tudo o que passei até aqui valeu a pena e sempre tentarei chegar mais longe. Sou 100% feliz na minha profissão e em tudo que passo”.

    Este ano ele venceu a Copa Vina Del Mar, no Chile, em janeiro, obteve o terceiro posto na Copa Continental La Paz, na Argentina, faturou o título individual e por equipes do Mundialito de Fast Triathlon, em Santa Catarina e o pentacampeonato no Sesc Triathlon de Caiobá, no Paraná. Nas provas que contavam pontos para a obtenção da vaga, abandonou a disputa na Copa do Mundo da Austrália devido a um estiramento na coxa e, no final de semana seguinte, não marcou pontos na etapa da Nova Zelândia.

    No Pan do México ele terminou na quarta posição, após permanecer uma boa parte do tempo na vice-liderança e na disputa da Copa do Mundo da África do sul chegou em 12º, resultados que o colocaram na seleta lista dos classificados para Pequim. Já na Copa do Mundo da Espanha, o abandono devido à hipotermia, fez com que ele caísse no ranking, motivo pelo qual corre contra o relógio para chegar aos jogos.

    Conheça o significado das mascotes olímpicas

    Atletismo · 06 jun, 2008

    Da mesma forma que os cinco anéis olímpicos, as cores e os desenhos do Fuwa, as mascotes olímpicas de Pequim 2008, trazem uma mensagem de paz, amizade, e bons fluidos da China para crianças de todo o mundo. Elas foram desenhadas para expressar o estilo brincalhão de cinco pequenas crianças, que formam um círculo de amizade.

    O Fuwa também representa quatro dos mais populares animais da China, o peixe, o panda, o antílope tibetano e o swallow (espécie de pássaro chinês), além da Chama Olímpica. O nome de cada um dos Furwa é formado por um nome bi-silábico e ritmado, que expressa a afeição pelas crianças no país oriental.

    Beibei é o peixe, Jingjing o Panda, Huanhuan a Chama Olímpica, Yingying representa o Antílope Tibetano e Nini o Swallow. Ao juntarem-se todos os nomes forma-se a frase Bei Jing Huan Ying Ni, que significa “Bem vindo a Pequim”, um caloroso convite que mostra a missão de Fuwa como um jovem embaixador dos Jogos.

    A mascote também representa o vasto terreno chinês e os sonhos e aspirações de seu povo. Em cada parte dos Fuwa é possível encontrar os cinco elementos da natureza, o mar, a floresta, o fogo, a terra e o céu, devidamente estilizados de forma a representar a cultura folk e ornamental do país.

    Franck Caldeira intensifica treinos para Pequim

    O terceiro representante brasileiro na maratona olímpica de Pequim, Franck Caldeira, já se prepara para a competição que acontece no mês de agosto na China. Aos 23 anos, essa será a primeira vez que ele participa dos Jogos Olímpicos.

    Mesmo com a pouca idade, se comparado aos outros representantes do Brasil, José Teles, 38 anos e Marílson Gomes, 30, Franck revela que não está ansioso. “Estou com o pé no chão e confiante. Não estou impressionado com o que é a Olimpíada. Quero muito que tudo aconteça nos mínimos detalhes, como foi nas outras provas e como está sendo na minha carreira”, conta o atleta que no ano passado venceu a Maratona do Pan no Rio de Janeiro.

    Natural de Sete Lagoas, Minas Gerais, Franck conseguiu o índice olímpico na Maratona de Paris, no último mês de abril, com o tempo de 2h12min32. “Fiquei feliz. Ainda não consigo explicar como está sendo esse momento olímpico. As Olimpíadas para mim já começaram desde o momento que eu fui buscar a vaga e carimbar o passaporte. A gente tem que vestir a camisa e fazer valer a pena”.

    De acordo com o maratonista, depois da conquista da vaga, ele fez um breve descanso, mas agora retorna aos treinos com força total. Franck vai treinar no próximo mês na cidade de Itamonte (MG) e depois embarca para a Bolívia, onde fará o treinamento em altitude.

    Sobre seus adversários, Franck afirma que por não ser o favorito, poderá surpreender em Pequim, já que a pressão será menor. “Pode ser uma oportunidade grande para eu mostrar meu trabalho. São 42 quilômetros, não é fácil, mas as pessoas podem não acreditar em mim e eu posso dar certo”, revela. “Todo mundo quer a medalha. São mais de 180 pessoas brigando por três medalhas e esses três serão os melhores do dia e não do ano”, acrescenta.

    Mesmo com alguns patrocinadores importantes, como a Samsung, que de acordo com o gerente de marketing da marca, esse ano investiu em outros esportes e não só o futebol, Franck lembra que ir aos Jogos Olímpicos significa muito mais. “Eu não posso sair do Brasil pensando em ficar entre os 10. Tenho que sair com o pensamento voltado para fazer o meu melhor. O mais importante é estar unido em prol do país”, fala sobre os outros dois maratonistas José Teles e Marílson Gomes.

    Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto, na China, com a cerimônia de abertura. Esta acontece no Estádio Nacional, conhecido como o Ninho, por causa do seu formato de ninha de pássaro.


    Franck Caldeira intensifica treinos para Pequim

    Maratona · 05 jun, 2008

    O terceiro representante brasileiro na maratona olímpica de Pequim, Franck Caldeira, já se prepara para a competição que acontece no mês de agosto na China. Aos 23 anos, essa será a primeira vez que ele participa dos Jogos Olímpicos.

    Mesmo com a pouca idade, se comparado aos outros representantes do Brasil, José Teles, 38 anos e Marílson Gomes, 30, Franck revela que não está ansioso. “Estou com o pé no chão e confiante. Não estou impressionado com o que é a Olimpíada. Quero muito que tudo aconteça nos mínimos detalhes, como foi nas outras provas e como está sendo na minha carreira”, conta o atleta que no ano passado venceu a Maratona do Pan no Rio de Janeiro.

    Natural de Sete Lagoas, Minas Gerais, Franck conseguiu o índice olímpico na Maratona de Paris, no último mês de abril, com o tempo de 2h12min32. “Fiquei feliz. Ainda não consigo explicar como está sendo esse momento olímpico. As Olimpíadas para mim já começaram desde o momento que eu fui buscar a vaga e carimbar o passaporte. A gente tem que vestir a camisa e fazer valer a pena”.

    De acordo com o maratonista, depois da conquista da vaga, ele fez um breve descanso, mas agora retorna aos treinos com força total. Franck vai treinar no próximo mês na cidade de Itamonte (MG) e depois embarca para a Bolívia, onde fará o treinamento em altitude.

    Sobre seus adversários, Franck afirma que por não ser o favorito, poderá surpreender em Pequim, já que a pressão será menor. “Pode ser uma oportunidade grande para eu mostrar meu trabalho. São 42 quilômetros, não é fácil, mas as pessoas podem não acreditar em mim e eu posso dar certo”, revela. “Todo mundo quer a medalha. São mais de 180 pessoas brigando por três medalhas e esses três serão os melhores do dia e não do ano”, acrescenta.

    Mesmo com alguns patrocinadores importantes, como a Samsung, que de acordo com o gerente de marketing da marca, esse ano investiu em outros esportes e não só o futebol, Franck lembra que ir aos Jogos Olímpicos significa muito mais. “Eu não posso sair do Brasil pensando em ficar entre os 10. Tenho que sair com o pensamento voltado para fazer o meu melhor. O mais importante é estar unido em prol do país”, fala sobre os outros dois maratonistas José Teles e Marílson Gomes.

    Os Jogos Olímpicos de Pequim começam no dia oito de agosto, na China, com a cerimônia de abertura. Esta acontece no Estádio Nacional, conhecido como o Ninho, por causa do seu formato de ninha de pássaro.