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Não perca a cobertura on line do Ironman Brasi

Triathlon · 26 maio, 2007

Florianópolis - Nesse domingo acontece o Ironman Brasil 2007. A prova é a única seletiva da América Latina para o mundial da modalidade, que será realizado no dia 13 de outubro, na ilha de Kona, Havaí. Ao todo 1263 atletas de 37 países enfrentarão 3,8km de natação. 180Km de bike e 42km de corrida.

Só o Brasil será representado por 666 pessoas. O segundo país com mais atletas é a Argentina, com 198 “hermanos”. A Índia também não ficou de fora e terá uma representante no feminino.

Além dos amadores, o Ironman Brasil terá um tempero a mais com a disputa pelo pódio entre os atletas de elite. Os principais nomes da prova, Oscar Galindez e Olaf Sabastschus devem travar duelo pela disputa do tricampeonato. Isto porque, ambos já venceram duas vezes a competição brasileira.

A largada da prova será dada às 7h e os competidores terão até a meia noite do domingo para completarem a prova. No ano passado os vencedores do Ironman foram Oscar Galindez, com 8h15min18 e Lisbeth Kristensen, em 9h20min46. Acompanhe aqui a cobertura on line do evento a partir das 6h da manhã direto de Florianópolis, Santa Catarina.

Estrangeiros brigam por título no Ironman Brasil

Florianópolis - A edição desse ano do Ironman Brasil mais uma vez contará com diversos estrangeiros, num total de 597 atletas, dos quais um seleto grupo pretende brigar pela vitória e tentar impedir uma festa brasileira no pódio. Oscar Galindez (Argentina); Olaf Sebatschus (Alemanha); Peter Vabrousek (República Tcheca); Dede Griesbauer (EUA); Bella Comeford (Grã Bretanha); Nina Kraft (Alemanha) e Hillary Biscay (EUA) são alguns dos nomes.

Galindez já venceu o Ironman Brasil em 2003 e 2006, conquistou dois vices e esse ano mais uma vez pode ser considerado grande favorito a ocupar o lugar mais alto do pódio. Natural de Córdoba, ele mora e treina em Santos e já adotou o Brasil como sua segunda nação.

Olaf, carinhosamente apelidado de “Mister Floripa”, ostenta no currículo o título de 2004 e 2005, o vice de 2003, além do sexto lugar em 2003. Carismático e sempre atencioso com o público, tem como meta obter uma das três vagas para o Ironman do Havaí.

Vabrousek tem na careira mais de 50 provas em Ironman e, aos 33 anos, participa pela quarta vez da competição de Floripa. Com vaga garantida para o Havaí, ele deve fazer uma prova sem pressão e certamente figurar entre os primeiros colocados.

Mulheres de ferro - Entre as Ironwomen, Giesbauer fará sua estréia na competição esse ano e, como ainda não tem classificação assegurada para o mundial, usará todas as forças para ficar com uma das duas vagas disponíveis para a elite. Como resultado de expressão ela tem o título do Ironman da Grã-Bretanha.

A britânica Bella Comeford disputa a seletiva brasileira pela segunda vez e pretende melhorar em relação ao ano passado, ocasião em que conquistou o quarto lugar. Ela também já possui vaga assegurada para Kona e, na carreira, tem 16 participações nesse tipo de prova.

Nina Kraft deu a volta por cima na carreira. Após ter sido desclassificada em uma das edições por envolvimento com doping, voltou à ativa ano passado e venceu o Rbk Long Distance de Pirassununga. Ela já disputou 15 provas na carreira e como melhores marcas possui um vice e um terceiro lugar no Havaí.

Já a americana Hillary Biscay esteve na Ilha da Magia ano passado e obteve a terceira colocação. Ela ostenta o vice no Ironman de Wiscosin (EUA) e tem como meta conseguir mais vagas para o Havaí, pois considera que cada conquista melhora sua vida de alguma forma.

Acompanhe aqui a cobertura on line do Ironman Brasil a partir das 6h desse domingo, dia 27 de maio.


Estrangeiros brigam por título no Ironman Brasil

Triathlon · 26 maio, 2007

Florianópolis - A edição desse ano do Ironman Brasil mais uma vez contará com diversos estrangeiros, num total de 597 atletas, dos quais um seleto grupo pretende brigar pela vitória e tentar impedir uma festa brasileira no pódio. Oscar Galindez (Argentina); Olaf Sebatschus (Alemanha); Peter Vabrousek (República Tcheca); Dede Griesbauer (EUA); Bella Comeford (Grã Bretanha); Nina Kraft (Alemanha) e Hillary Biscay (EUA) são alguns dos nomes.

Galindez já venceu o Ironman Brasil em 2003 e 2006, conquistou dois vices e esse ano mais uma vez pode ser considerado grande favorito a ocupar o lugar mais alto do pódio. Natural de Córdoba, ele mora e treina em Santos e já adotou o Brasil como sua segunda nação.

Olaf, carinhosamente apelidado de “Mister Floripa”, ostenta no currículo o título de 2004 e 2005, o vice de 2003, além do sexto lugar em 2003. Carismático e sempre atencioso com o público, tem como meta obter uma das três vagas para o Ironman do Havaí.

Vabrousek tem na careira mais de 50 provas em Ironman e, aos 33 anos, participa pela quarta vez da competição de Floripa. Com vaga garantida para o Havaí, ele deve fazer uma prova sem pressão e certamente figurar entre os primeiros colocados.

Mulheres de ferro - Entre as Ironwomen, Giesbauer fará sua estréia na competição esse ano e, como ainda não tem classificação assegurada para o mundial, usará todas as forças para ficar com uma das duas vagas disponíveis para a elite. Como resultado de expressão ela tem o título do Ironman da Grã-Bretanha.

A britânica Bella Comeford disputa a seletiva brasileira pela segunda vez e pretende melhorar em relação ao ano passado, ocasião em que conquistou o quarto lugar. Ela também já possui vaga assegurada para Kona e, na carreira, tem 16 participações nesse tipo de prova.

Nina Kraft deu a volta por cima na carreira. Após ter sido desclassificada em uma das edições por envolvimento com doping, voltou à ativa ano passado e venceu o Rbk Long Distance de Pirassununga. Ela já disputou 15 provas na carreira e como melhores marcas possui um vice e um terceiro lugar no Havaí.

Já a americana Hillary Biscay esteve na Ilha da Magia ano passado e obteve a terceira colocação. Ela ostenta o vice no Ironman de Wiscosin (EUA) e tem como meta conseguir mais vagas para o Havaí, pois considera que cada conquista melhora sua vida de alguma forma.

Acompanhe aqui a cobertura on line do Ironman Brasil a partir das 6h desse domingo, dia 27 de maio.

Feira de esportes é uma das atrações do Ironman

Triathlon · 26 maio, 2007

Florianópolis - A praia de Jurerê Internacional aguarda a edição 2007 do Ironman Brasil. A competição acontece nesse domingo (27) e deve reunir mais de 1.200 atletas de 37 países. Hoje é dia de descanso para os participantes que enfrentarão 3,8km de natação, 180km de bike e mais 42km de corrida.

Mas enquanto aguardam a prova, muitos visitam a feira de esportes do evento, realizada no Clube 12 de Agosto. Lá os esportistas podem encontrar diversos produtos para triathlon como bike, roupa de natação, tênis entre outros. Há também um estande oficial do Ironman com produtos com o logo da prova. Uma camiseta oficial Ironman custa R$80.

O triathleta argentino Oscar Galindez, além de participar da prova, também está presente na feira, mas com sua marca de roupa esportiva. Com a OG, Galindez oferece produtos especializados para a modalidade. A novidade desse ano é a linha de roupas para natação com tecido resistente ao cloro e que dura mais.

Na parte externa da feira é possível encontrar locais para os últimos ajustes de bike. A partir das 13h os atletas devem entregar suas bicicletas e equipamentos aos organizadores.

A largada do Ironman Brasil acontece às 7h desse domingo (27). Acompanhe a cobertura on line do evento no Webrun.

Ironman Brasil 2007 pode ter duelo entre campeões

Florianópolis - Os atletas que participam do Ironman Brasil, que acontece no próximo domingo (27) em Florianópolis, já se concentram na cidade. Hoje os principais nomes da competição participaram de uma coletiva de imprensa. O argentino radicado no Brasil, Oscar Galindez, bicampeão da competição, foi desafiado por seu adversário Olaf Sabastschus, também campeão por duas vezes.

“O Oscar tem duas vitórias e eu duas. Esse ano iremos para o gol de ouro”, brinca o alemão. Com uma bola de futebol na mão, Olaf revelou que se nenhum dos dois vencerem o Ironman 2007 a decisão será feita nos pés. Mas para Galindez, seu principal rival durante a dura prova, composta por 3,8km de natação, 180km de bike e 42km de corrida, é ele mesmo. “Meu maior concorrente sou eu mesmo. É uma prova longa e ninguém sabe o que vai acontecer. Você tem que estar preparado para tudo”, conta Galindez.

Apesar das brincadeira, o alemão Olaf espera ter um ano com bons resultados. Em 2006 ele foi diagnosticado com câncer de próstata e teve que fazer um mês de tratamento quimioterápico. “Quando descobri que estava com câncer, não sabia o que ia acontecer comigo. Mas tudo passou e eu me sinto novo”, conta.

Além dos experiente atletas, o jovem brasileiro Reinaldo Colucci, 21 anos, está pronto para encarar o desafio e até surpreender. “Apesar de eu ser jovem, tenho experiência em provas longas. No ano passado não pude competir por causa de uma lesão, mas fiquei com vontade”, diz Colucci, que faz seu segundo Ironman do ano e o seu terceiro brasileiro.

Outro representante do país é Fabio Carvalho. De acordo com o triathleta, ele vai lutar pelo título inédito. “Ironman não é fácil. Mas quero brigar pela prova”.

Mulheres - A carioca Fernanda Keller participa novamente do Ironman Brasil. Para ela todos os anos a prova canarinha ganha mais competidores de peso. “O Ironman Brasil tem um bom nível competitivo por ser uma seletiva para o mundial. É uma das poucas oportunidades de participar de uma prova brasileira com nível internacional”. Segundo os organizadores, 50 vagas para o mundial do Havaí serão distribuídas aos melhores da cada categoria. A prova acontece no dia 13 de outubro, na ilha de Kona.

Outra atleta que também briga pelo pódio feminino é a americana Hillary Biscayne. Aos 27 anos, ela foi seis vezes “top five” da modalidade em 2006. E esse ano não será diferente. Sua meta é fazer no mínimo seis, e se tudo der certo, até oito Irons em 2007. O Brasil é um deles.

Indagada se é um exagero para seu corpo fazer muitas provas de longa distância, Hillary acredita que não. “É um risco que corro. Não sei o que vai acontecer comigo no futuro. Vou competir até onde conseguir”, revela.

O Ironman Brasil acontece no próximo domingo às 7h na praia de Jurerê Internacional. Em Floripa. Acompanhe no Webrun a cobertura on line da prova.


Ironman Brasil 2007 pode ter duelo entre campeões

Triathlon · 25 maio, 2007

Florianópolis - Os atletas que participam do Ironman Brasil, que acontece no próximo domingo (27) em Florianópolis, já se concentram na cidade. Hoje os principais nomes da competição participaram de uma coletiva de imprensa. O argentino radicado no Brasil, Oscar Galindez, bicampeão da competição, foi desafiado por seu adversário Olaf Sabastschus, também campeão por duas vezes.

“O Oscar tem duas vitórias e eu duas. Esse ano iremos para o gol de ouro”, brinca o alemão. Com uma bola de futebol na mão, Olaf revelou que se nenhum dos dois vencerem o Ironman 2007 a decisão será feita nos pés. Mas para Galindez, seu principal rival durante a dura prova, composta por 3,8km de natação, 180km de bike e 42km de corrida, é ele mesmo. “Meu maior concorrente sou eu mesmo. É uma prova longa e ninguém sabe o que vai acontecer. Você tem que estar preparado para tudo”, conta Galindez.

Apesar das brincadeira, o alemão Olaf espera ter um ano com bons resultados. Em 2006 ele foi diagnosticado com câncer de próstata e teve que fazer um mês de tratamento quimioterápico. “Quando descobri que estava com câncer, não sabia o que ia acontecer comigo. Mas tudo passou e eu me sinto novo”, conta.

Além dos experiente atletas, o jovem brasileiro Reinaldo Colucci, 21 anos, está pronto para encarar o desafio e até surpreender. “Apesar de eu ser jovem, tenho experiência em provas longas. No ano passado não pude competir por causa de uma lesão, mas fiquei com vontade”, diz Colucci, que faz seu segundo Ironman do ano e o seu terceiro brasileiro.

Outro representante do país é Fabio Carvalho. De acordo com o triathleta, ele vai lutar pelo título inédito. “Ironman não é fácil. Mas quero brigar pela prova”.

Mulheres - A carioca Fernanda Keller participa novamente do Ironman Brasil. Para ela todos os anos a prova canarinha ganha mais competidores de peso. “O Ironman Brasil tem um bom nível competitivo por ser uma seletiva para o mundial. É uma das poucas oportunidades de participar de uma prova brasileira com nível internacional”. Segundo os organizadores, 50 vagas para o mundial do Havaí serão distribuídas aos melhores da cada categoria. A prova acontece no dia 13 de outubro, na ilha de Kona.

Outra atleta que também briga pelo pódio feminino é a americana Hillary Biscayne. Aos 27 anos, ela foi seis vezes “top five” da modalidade em 2006. E esse ano não será diferente. Sua meta é fazer no mínimo seis, e se tudo der certo, até oito Irons em 2007. O Brasil é um deles.

Indagada se é um exagero para seu corpo fazer muitas provas de longa distância, Hillary acredita que não. “É um risco que corro. Não sei o que vai acontecer comigo no futuro. Vou competir até onde conseguir”, revela.

O Ironman Brasil acontece no próximo domingo às 7h na praia de Jurerê Internacional. Em Floripa. Acompanhe no Webrun a cobertura on line da prova.

Ivan Albano encara Ironman pela 16ª vez

O brasileiro Ivan Albano participa novamente do Ironman Brasil no próximo domingo (27) em Florianópolis (SC). Esse será o seu 16º Ironman, sexto como profissional. Além disso, atualmente Ivan é o único brasileiro que nos últimos três anos consecutivos ficou entre os “top ten” da competição canarinha.

Esse ano ele treina com Sérgio Borges, que fez alguns ajustes para melhorar seu desempenho. Pronto para encarar mais um novo desafio, Ivan quer manter os bons resultados e garantir uma vaga no Ironman do Havaí, já que a etapa brasileira é uma das seletivas para o mundial. “Dessa vez trabalhei mais a intensidade e um pouco menos de volume. Fora isso a experiência dos outros ironmans vai ser bastante interessante”, revela.

No ano passado ele conseguiu a vaga havaiana e representou o país no Mundial de Ironman junto com a carioca a Fernanda Keller, os únicos brasileiros profissionais da competição. “O sonho de todo triathleta é representar o Brasil. Estou pensando nessa possibilidade novamente”.

Experiente na etapa brasileira, ele aconselha os estreantes. Ter paciência, principalmente no início da prova, é uma dica valiosa. “A natação é uma parte que você tem que se concentrar por causa da largada. É um pouco estressante. Você tem que se posicionar no lugar certo. Não adianta ficar na frente de alguém que você sabe que pode te atropelar. Você tem que sair bem, para encarar bem algo que vai fazer o dia inteiro. Depois que largou dá uma acalmada nos ânimos”, explica.

Mesmo com 16 Ironmans, Ivan revela que ainda sente a adrenalina antes da prova. “Ainda sinto o frio na barriga antes de largada. Acho que se acabar esse frio na barriga, acaba a paixão pelo esporte”, conta.

Treinamento - Para enfrentar o desafio, Ivan treinou semanalmente cerca de 20 a 22km de natação, 500 e 750km de bike e 80 e 110km de corrida. Mas nas duas semanas que antecedem a prova, ele diminuiu os treinos. “Mais importante disso tudo é estar bem descansado para o dia do evento. Se você chegar cansado nesse tipo de prova, pode acontecer alguma coisa e você não tem outra chance”, diz.

“Meu objetivo para essa prova é colocar em prática tudo que eu treinei. Se eu conseguir fazer isso posso garantir que vou ter uma disparada na prova. Antes de qualquer colocação, vou tentar retirar toda a força que eu tenho e colocar em prática”, acrescenta.

No ano de 2004, Ivan ficou com a 10ª posição. Depois no ano seguinte conquistou o quinto lugar e na última edição ele foi o oitavo colocado. O Ironman Brasil acontece no próximo domingo (27) com largada às 7h na praia de Jurerê Internacional em Florianópolis.

Acompanhe no Webrun a cobertura on line do Ironman a partir das 6h do dia 27 de maio direto de Floripa.


Ivan Albano encara Ironman pela 16ª vez

Triathlon · 24 maio, 2007

O brasileiro Ivan Albano participa novamente do Ironman Brasil no próximo domingo (27) em Florianópolis (SC). Esse será o seu 16º Ironman, sexto como profissional. Além disso, atualmente Ivan é o único brasileiro que nos últimos três anos consecutivos ficou entre os “top ten” da competição canarinha.

Esse ano ele treina com Sérgio Borges, que fez alguns ajustes para melhorar seu desempenho. Pronto para encarar mais um novo desafio, Ivan quer manter os bons resultados e garantir uma vaga no Ironman do Havaí, já que a etapa brasileira é uma das seletivas para o mundial. “Dessa vez trabalhei mais a intensidade e um pouco menos de volume. Fora isso a experiência dos outros ironmans vai ser bastante interessante”, revela.

No ano passado ele conseguiu a vaga havaiana e representou o país no Mundial de Ironman junto com a carioca a Fernanda Keller, os únicos brasileiros profissionais da competição. “O sonho de todo triathleta é representar o Brasil. Estou pensando nessa possibilidade novamente”.

Experiente na etapa brasileira, ele aconselha os estreantes. Ter paciência, principalmente no início da prova, é uma dica valiosa. “A natação é uma parte que você tem que se concentrar por causa da largada. É um pouco estressante. Você tem que se posicionar no lugar certo. Não adianta ficar na frente de alguém que você sabe que pode te atropelar. Você tem que sair bem, para encarar bem algo que vai fazer o dia inteiro. Depois que largou dá uma acalmada nos ânimos”, explica.

Mesmo com 16 Ironmans, Ivan revela que ainda sente a adrenalina antes da prova. “Ainda sinto o frio na barriga antes de largada. Acho que se acabar esse frio na barriga, acaba a paixão pelo esporte”, conta.

Treinamento - Para enfrentar o desafio, Ivan treinou semanalmente cerca de 20 a 22km de natação, 500 e 750km de bike e 80 e 110km de corrida. Mas nas duas semanas que antecedem a prova, ele diminuiu os treinos. “Mais importante disso tudo é estar bem descansado para o dia do evento. Se você chegar cansado nesse tipo de prova, pode acontecer alguma coisa e você não tem outra chance”, diz.

“Meu objetivo para essa prova é colocar em prática tudo que eu treinei. Se eu conseguir fazer isso posso garantir que vou ter uma disparada na prova. Antes de qualquer colocação, vou tentar retirar toda a força que eu tenho e colocar em prática”, acrescenta.

No ano de 2004, Ivan ficou com a 10ª posição. Depois no ano seguinte conquistou o quinto lugar e na última edição ele foi o oitavo colocado. O Ironman Brasil acontece no próximo domingo (27) com largada às 7h na praia de Jurerê Internacional em Florianópolis.

Acompanhe no Webrun a cobertura on line do Ironman a partir das 6h do dia 27 de maio direto de Floripa.

Veja as dicas para encarar a corrida do Ironman

Triathlon · 24 maio, 2007

A ilha de Florianópolis, em Santa Catarina, recebe no próximo domingo (27) o Ironman Brasil. A largada da prova será às 7h na praia de Jurerê Internacional e vai reunir cerca de 1200 triathletas de diversos países. Todos enfrentarão 3,8km de natação, 180km de ciclismo e por fim 42km de corrida.

E na etapa da corrida os participantes precisam ter mais força de vontade, por ser a última modalidade do Ironman. O treinador Carlos Ferraro, o Neném, dá algumas dicas para a etapa da corrida. Confira:

  • Use tênis e roupas confortáveis e que já tenha usado antes, não use nada novo, pois podem causar bolhas e assaduras que podem prejudicar sua prova. Se usar cinto, certifique-se que esteja bem justo, sem mexer ou sacudir;

  • Use meias. Elas têm que ficar justas no pé, para prevenir as bolhas. Certifique-se que estejam bem vestidas (calçadas) e justas no pé;

  • Corra no seu ritmo. Se você tentar acompanhar alguém que esteja um pouquinho mais rápido, pode ser que você pague um preço alto no final da maratona;

  • Hidrate-se bem desde o início da corrida; é a etapa em que mais perdemos líquidos. Mas também muito cuidado para não beber demais, pois pode provocar enjôo e mal estar;

  • Procure fazer um planejamento prévio de como será sua etapa de corrida, tanto seu ritmo como sua alimentação.

  • Fábio Carvalho comenta os treinos para o Ironman

    Fábio Carvalho é mais uma das esperanças brasileiras de pódio no Ironman Brasil, prova que acontece no próximo domingo (27) em Florianópolis (Santa Catarina). Ano passado ele decidiu participar em cima da hora e não conseguiu treinar muito bem, mas conta que para esse ano conseguiu se preparar com antecedência.

    “Agora já estou na última fase, que é a mais gostosa, o pré-prova. Este ano consegui treinar muito bem, cerca de 400 quilômetros de bike, 70 a 80 de corrida e 20 de natação por semana”, conta o santista que foi sexto ano passado.

    Além da participação em 2006, ele também competiu em 2000, época em que a disputa ainda acontecia em Porto Seguro (BA) e comenta que a modalidade teve uma evolução muito grande de lá para cá. “O Ironman hoje em dia cresceu demais, naquela época tinham entre 250 e 300 atletas e hoje são mais de 1000. Ainda bem, isso ajudou demais o esporte”.

    O Ironman - Segundo ele, uma prova como essa propicia que diferentes tipos de competidores participem e também oferece um grande retorno de mídia aos patrocinadores. “O Ironman é acessível a todos, desde um profissional até alguém que queira apenas cumprir o trajeto. Tem desde jovens até atletas mais velhos e mais gordinhos, isso é bem legal”.

    Fabinho tem na natação sua melhor modalidade e ressalta que apesar de a largada ser um momento um pouco mais tenso e apreensivo, dificilmente acontecem incidentes. “Apesar de ser uma largada forte, junto com os amadores, eles não vão para se matar no começo, então é bem tranqüila. Natação em mar aberto é um pouco técnica, depende do dia entra um vento, mas também já teve natação bem calma por lá”, ressalta. Como comparação com a prova de Porto Seguro, ele diz que as águas são mais frias e, por esse motivo a roupa de borracha é liberada, ao contrário da disputa baiana.

    Já na bike ele define como “a parte que separa a nata do leite”. De acordo com o triathleta, nesse trecho da competição costumam se formar dois grupos, um que assume a ponta e briga pelo título e um segundo que segue mais atrás tentando buscar os líderes. “O ciclismo aqui em Floripa não é tão duro, mas tem a segunda volta com um ventinho. Ano passado no final da segunda volta tinha umas rajadas bem fortes”. Apesar das adversidades, ele está confiante. “Estou preparado para qualquer tipo de condição e quero fazer na casa das 4h40”.

    O vento era um problema constante na prova de Porto Seguro, pois havia apenas um trecho de ida e um de volta e, se houvesse um vento contra certamente o desgaste seria muito maior. “Eram duas voltas, iam 45 quilômetros e voltavam 45. Então, se de repente estava ventando para ir a favor, você pegaria 45 quilômetros de vento contra. Aqui em Floripa você pega no máximo 20 quilômetros de vento contra e já retorna de novo, o que ajuda”, lembra.

    Por fim, mas certamente não menos importante, chega o trecho de corrida onde se define a prova e onde muitos atletas podem perder a liderança conquistada no ciclismo. “A corrida é onde a prova começa mesmo e vai se definir. Se você não guardou energia, pode ter certeza que não vai ser fácil. Tudo depende da estratégia e da alimentação na bike”. Apesar de classificar como mais dura do que em Porto Seguro, como meta ele pretende fazer em 2h55 e chegar entre os três primeiros.

    O grande sonho de Fábio Carvalho é se tornar um atleta de ponta internacional e, obter a vaga para o mundial, será seu primeiro passo. “Desde que eu comecei a fazer triathlon, sempre quis ser um grande Ironman e quero realizar isso nos próximos anos. Meu maior sonho atualmente é ser Top 10 no Havaí. Primeiro meu objetivo é classificar e depois realizar esse sonho”.


    Fábio Carvalho comenta os treinos para o Ironman

    Triathlon · 23 maio, 2007

    Fábio Carvalho é mais uma das esperanças brasileiras de pódio no Ironman Brasil, prova que acontece no próximo domingo (27) em Florianópolis (Santa Catarina). Ano passado ele decidiu participar em cima da hora e não conseguiu treinar muito bem, mas conta que para esse ano conseguiu se preparar com antecedência.

    “Agora já estou na última fase, que é a mais gostosa, o pré-prova. Este ano consegui treinar muito bem, cerca de 400 quilômetros de bike, 70 a 80 de corrida e 20 de natação por semana”, conta o santista que foi sexto ano passado.

    Além da participação em 2006, ele também competiu em 2000, época em que a disputa ainda acontecia em Porto Seguro (BA) e comenta que a modalidade teve uma evolução muito grande de lá para cá. “O Ironman hoje em dia cresceu demais, naquela época tinham entre 250 e 300 atletas e hoje são mais de 1000. Ainda bem, isso ajudou demais o esporte”.

    O Ironman - Segundo ele, uma prova como essa propicia que diferentes tipos de competidores participem e também oferece um grande retorno de mídia aos patrocinadores. “O Ironman é acessível a todos, desde um profissional até alguém que queira apenas cumprir o trajeto. Tem desde jovens até atletas mais velhos e mais gordinhos, isso é bem legal”.

    Fabinho tem na natação sua melhor modalidade e ressalta que apesar de a largada ser um momento um pouco mais tenso e apreensivo, dificilmente acontecem incidentes. “Apesar de ser uma largada forte, junto com os amadores, eles não vão para se matar no começo, então é bem tranqüila. Natação em mar aberto é um pouco técnica, depende do dia entra um vento, mas também já teve natação bem calma por lá”, ressalta. Como comparação com a prova de Porto Seguro, ele diz que as águas são mais frias e, por esse motivo a roupa de borracha é liberada, ao contrário da disputa baiana.

    Já na bike ele define como “a parte que separa a nata do leite”. De acordo com o triathleta, nesse trecho da competição costumam se formar dois grupos, um que assume a ponta e briga pelo título e um segundo que segue mais atrás tentando buscar os líderes. “O ciclismo aqui em Floripa não é tão duro, mas tem a segunda volta com um ventinho. Ano passado no final da segunda volta tinha umas rajadas bem fortes”. Apesar das adversidades, ele está confiante. “Estou preparado para qualquer tipo de condição e quero fazer na casa das 4h40”.

    O vento era um problema constante na prova de Porto Seguro, pois havia apenas um trecho de ida e um de volta e, se houvesse um vento contra certamente o desgaste seria muito maior. “Eram duas voltas, iam 45 quilômetros e voltavam 45. Então, se de repente estava ventando para ir a favor, você pegaria 45 quilômetros de vento contra. Aqui em Floripa você pega no máximo 20 quilômetros de vento contra e já retorna de novo, o que ajuda”, lembra.

    Por fim, mas certamente não menos importante, chega o trecho de corrida onde se define a prova e onde muitos atletas podem perder a liderança conquistada no ciclismo. “A corrida é onde a prova começa mesmo e vai se definir. Se você não guardou energia, pode ter certeza que não vai ser fácil. Tudo depende da estratégia e da alimentação na bike”. Apesar de classificar como mais dura do que em Porto Seguro, como meta ele pretende fazer em 2h55 e chegar entre os três primeiros.

    O grande sonho de Fábio Carvalho é se tornar um atleta de ponta internacional e, obter a vaga para o mundial, será seu primeiro passo. “Desde que eu comecei a fazer triathlon, sempre quis ser um grande Ironman e quero realizar isso nos próximos anos. Meu maior sonho atualmente é ser Top 10 no Havaí. Primeiro meu objetivo é classificar e depois realizar esse sonho”.

    18 brasileiros profissionais participam do Ironman Brasil

    O Ironman Brasil acontece no dia 27 de maio, próximo domingo em Florianópolis, e de acordo com os organizadores, o Brasil será representado por 18 competidores profissionais. No feminino serão quatro brasileiras e uma delas é a carioca Fernanda Keller, que já venceu a competição.

    Além de Keller, Alessandra de Carvalho, Kátia Ruschel e Rita Correia também estarão na prova com verde e amarelo. Na disputa masculina serão 14 brasileiros: Cid Santos, Daniel Lopes, Fábio Carvalho, Fábio Iskandarian, Gustavo Pereira, Ivan Albano, Luiz Catta Preta, Raul Furtado, Reinaldo Colucci, Richard Wygand, Roberto Tadao, Vagner dos Santos e Vinícius Santana.

    “O triathlon brasileiro estará, mais uma vez, muito bem representado entre os profissionais do Ironman Brasil Telecom 2007. São 18 competidores que têm tudo para fazer bonito, inclusive brigar pelo segundo título no feminino e buscar o primeiro lugar no masculino pela primeira vez em Florianópolis. Teremos mais um grande evento, sem dúvida, com recorde de participantes e no qual o Brasil tem tudo para brilhar”, explica Carlos Galvão, diretor geral do evento.

    A edição brasileira da prova também distribuirá 50 vagas para o Mundial do Ironman no Havaí. Isto porque a prova é a única seletiva da América Latina. A competição acontece às 7 horas do dia 27 de maio, em frente ao Clube Doze de Agosto, também local de chegada, em Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC), reunindo 1263 inscritos.


    18 brasileiros profissionais participam do Ironman Brasil

    Triathlon · 23 maio, 2007

    O Ironman Brasil acontece no dia 27 de maio, próximo domingo em Florianópolis, e de acordo com os organizadores, o Brasil será representado por 18 competidores profissionais. No feminino serão quatro brasileiras e uma delas é a carioca Fernanda Keller, que já venceu a competição.

    Além de Keller, Alessandra de Carvalho, Kátia Ruschel e Rita Correia também estarão na prova com verde e amarelo. Na disputa masculina serão 14 brasileiros: Cid Santos, Daniel Lopes, Fábio Carvalho, Fábio Iskandarian, Gustavo Pereira, Ivan Albano, Luiz Catta Preta, Raul Furtado, Reinaldo Colucci, Richard Wygand, Roberto Tadao, Vagner dos Santos e Vinícius Santana.

    “O triathlon brasileiro estará, mais uma vez, muito bem representado entre os profissionais do Ironman Brasil Telecom 2007. São 18 competidores que têm tudo para fazer bonito, inclusive brigar pelo segundo título no feminino e buscar o primeiro lugar no masculino pela primeira vez em Florianópolis. Teremos mais um grande evento, sem dúvida, com recorde de participantes e no qual o Brasil tem tudo para brilhar”, explica Carlos Galvão, diretor geral do evento.

    A edição brasileira da prova também distribuirá 50 vagas para o Mundial do Ironman no Havaí. Isto porque a prova é a única seletiva da América Latina. A competição acontece às 7 horas do dia 27 de maio, em frente ao Clube Doze de Agosto, também local de chegada, em Jurerê Internacional, em Florianópolis (SC), reunindo 1263 inscritos.

    Leandro Macedo leva pupilos para o Ironman

    O triathleta Leandro Macedo não compete mais profissionalmente, pois se dedica a dar aulas para jovens promessas do esporte brasileiro. Mesmo assim, a paixão pelas competições é tão grande que, mesmo participando “apenas” com o intuito de incentivar seus alunos, mostra que está em plena forma.

    Prova disso foi a vitória na primeira etapa do Rbk Long Distance e o título do Revezamento Volta à Ilha na categoria duplas, ambas esse ano. Agora o próximo desafio será encarar os 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42,195 de corrida no Ironman Brasil no próximo domingo (27) em Florianópolis.

    “Eu comecei a me preparar para a Volta à Ilha e, como já estava voltando a fazer essa preparação, resolvi manter o treino para o Ironman”, comenta o brasiliense que diz ter recebido uma grande motivação e incentivo de seus alunos. Na prova desse fim de semana ele levará 26 atletas de Brasília e oito de Fortaleza, a maioria ainda na fase amadora.

    Mudanças - Desde que ele participou pela última vez, diversas mudanças aconteceram no trajeto, mas ele mostra que está atento a tudo para instruir seus comandados. “A natação é tranqüila, pois se usa a roupa de borracha. Já o ciclismo quanto mais tarde fica, mais forte é o vento, então eu costumo dizer que a metade da bike não é nos 90 quilômetros, mas sim nos 120”. Já na corrida ele aprova a substituição de uma volta longa para duas curtas. “Hoje é diferente, o público motiva muito, principalmente na hora do cansaço, o que é uma ajuda para todos”.

    Como a maioria dos alunos de Leandro vai participar pela primeira vez, ele comenta que é importante não pensarem em resultado, apenas em finalizar a prova, o que já é um grande feito. “Eu diria que o primeiro Ironman é mais fácil do que o segundo, pois você não tem noção do tamanho do buraco (risos). A partir do segundo já quer melhorar o tempo, então a probabilidade de errar o ritmo e maior”, ressalta.

    Como dica para os debutantes, ele afirma que é necessário estar bem psicologicamente para enfrentar a competição que é muito dura. “É uma prova longa e é necessário estar muito bem preparado para as adversidades. Tem horas que você está muito bem, fica mal e depois recupera”.

    Ainda segundo ele, a Ilha da Magia possui um clima mais ameno do que Porto Seguro, onde a prova era disputada até 2001, o que pode facilitar sua performance, assim como a maioria dos que treinam sob seus cuidados. Resta saber se a tradição de que o bom pupilo supera seu mestre vai se concretizar na prova de domingo.


    Leandro Macedo leva pupilos para o Ironman

    Triathlon · 22 maio, 2007

    O triathleta Leandro Macedo não compete mais profissionalmente, pois se dedica a dar aulas para jovens promessas do esporte brasileiro. Mesmo assim, a paixão pelas competições é tão grande que, mesmo participando “apenas” com o intuito de incentivar seus alunos, mostra que está em plena forma.

    Prova disso foi a vitória na primeira etapa do Rbk Long Distance e o título do Revezamento Volta à Ilha na categoria duplas, ambas esse ano. Agora o próximo desafio será encarar os 3,8 quilômetros de natação, 180 de ciclismo e 42,195 de corrida no Ironman Brasil no próximo domingo (27) em Florianópolis.

    “Eu comecei a me preparar para a Volta à Ilha e, como já estava voltando a fazer essa preparação, resolvi manter o treino para o Ironman”, comenta o brasiliense que diz ter recebido uma grande motivação e incentivo de seus alunos. Na prova desse fim de semana ele levará 26 atletas de Brasília e oito de Fortaleza, a maioria ainda na fase amadora.

    Mudanças - Desde que ele participou pela última vez, diversas mudanças aconteceram no trajeto, mas ele mostra que está atento a tudo para instruir seus comandados. “A natação é tranqüila, pois se usa a roupa de borracha. Já o ciclismo quanto mais tarde fica, mais forte é o vento, então eu costumo dizer que a metade da bike não é nos 90 quilômetros, mas sim nos 120”. Já na corrida ele aprova a substituição de uma volta longa para duas curtas. “Hoje é diferente, o público motiva muito, principalmente na hora do cansaço, o que é uma ajuda para todos”.

    Como a maioria dos alunos de Leandro vai participar pela primeira vez, ele comenta que é importante não pensarem em resultado, apenas em finalizar a prova, o que já é um grande feito. “Eu diria que o primeiro Ironman é mais fácil do que o segundo, pois você não tem noção do tamanho do buraco (risos). A partir do segundo já quer melhorar o tempo, então a probabilidade de errar o ritmo e maior”, ressalta.

    Como dica para os debutantes, ele afirma que é necessário estar bem psicologicamente para enfrentar a competição que é muito dura. “É uma prova longa e é necessário estar muito bem preparado para as adversidades. Tem horas que você está muito bem, fica mal e depois recupera”.

    Ainda segundo ele, a Ilha da Magia possui um clima mais ameno do que Porto Seguro, onde a prova era disputada até 2001, o que pode facilitar sua performance, assim como a maioria dos que treinam sob seus cuidados. Resta saber se a tradição de que o bom pupilo supera seu mestre vai se concretizar na prova de domingo.

    Lesionado em 2006, Colucci quer pódio no Ironman

    O brasileiro Reinaldo Colucci vem esse ano para sua terceira disputa do Ironman Brasil e está confiante para ficar entre os três primeiros colocados e ainda mais motivado, já que ano passado não competiu devido à uma lesão. “Esse ano estou numa grande expectativa, ainda mais por que eu estava lá ano passado para incentivar o pessoal e me deu uma grande vontade de competir”, comenta o atleta que possui um oitavo lugar em 2004 e quarto em 2005.

    Aos de 21 anos, ele voltou de uma temporada de competições na Ásia há seis semanas, onde disputou a Copa do Mundo (no Japão), como forma de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Apesar de almejar pódio e, consequentemente uma classificação para o Mundial do Havaí, ele comenta que se obtiver a vaga não poderá participar.

    “Esse ano, como estou atrás de índice para os Jogos Olímpicos, vou para Belo Horizonte na etapa da copa do mundo uma semana depois do mundial. Se eu pegar a vaga no Havaí acho que não vou poder disputar”, explica. Como treinamento para a competição ele costuma correr entre 100 e 120 quilômetros, pedalar entre 450 e 500 e nadar 30 semanalmente.

    Sobre os trechos - Ele ressalta que a natação é o trecho em que ele se dá melhor e, por isso, acredita que deve sair da água já entre os primeiros colocados. Já no trecho de bike, assim como a maioria dos competidores, diz que o vento será um complicador. “Sempre a segunda volta tem um vento mais forte do que na primeira. Espero que esse ano esteja parecido com o ano passado, que estava soprando numa direção favorável aos atletas”.

    Os organizadores resolveram modificar o percurso de corrida nos últimos dois anos, o que deixou o trajeto mais interessante segundo o triathleta. Antes da mudança, eles corriam um longo trecho longe do público, mas agora passam diversas vezes próximos às pessoas para receberem um incentivo extra. “Costumava ser uma corrida muito solitária, a gente sumia lá em Canasvieiras e ficava muito distante das pessoas. Agora a gente passa na ida e na volta na frente do público e é bem legal”.

    Como estratégia, ele diz que deve sair de forma moderada para sentir o ritmo, antes de acelerar por volta do quilômetro 30. “Certamente a corrida é onde se define a prova. Pode-se ter uma vantagem enorme na bike, mas se não correr bem pode prejudicar o resultado”.


    Lesionado em 2006, Colucci quer pódio no Ironman

    Triathlon · 22 maio, 2007

    O brasileiro Reinaldo Colucci vem esse ano para sua terceira disputa do Ironman Brasil e está confiante para ficar entre os três primeiros colocados e ainda mais motivado, já que ano passado não competiu devido à uma lesão. “Esse ano estou numa grande expectativa, ainda mais por que eu estava lá ano passado para incentivar o pessoal e me deu uma grande vontade de competir”, comenta o atleta que possui um oitavo lugar em 2004 e quarto em 2005.

    Aos de 21 anos, ele voltou de uma temporada de competições na Ásia há seis semanas, onde disputou a Copa do Mundo (no Japão), como forma de preparação para os Jogos Olímpicos de Pequim 2008. Apesar de almejar pódio e, consequentemente uma classificação para o Mundial do Havaí, ele comenta que se obtiver a vaga não poderá participar.

    “Esse ano, como estou atrás de índice para os Jogos Olímpicos, vou para Belo Horizonte na etapa da copa do mundo uma semana depois do mundial. Se eu pegar a vaga no Havaí acho que não vou poder disputar”, explica. Como treinamento para a competição ele costuma correr entre 100 e 120 quilômetros, pedalar entre 450 e 500 e nadar 30 semanalmente.

    Sobre os trechos - Ele ressalta que a natação é o trecho em que ele se dá melhor e, por isso, acredita que deve sair da água já entre os primeiros colocados. Já no trecho de bike, assim como a maioria dos competidores, diz que o vento será um complicador. “Sempre a segunda volta tem um vento mais forte do que na primeira. Espero que esse ano esteja parecido com o ano passado, que estava soprando numa direção favorável aos atletas”.

    Os organizadores resolveram modificar o percurso de corrida nos últimos dois anos, o que deixou o trajeto mais interessante segundo o triathleta. Antes da mudança, eles corriam um longo trecho longe do público, mas agora passam diversas vezes próximos às pessoas para receberem um incentivo extra. “Costumava ser uma corrida muito solitária, a gente sumia lá em Canasvieiras e ficava muito distante das pessoas. Agora a gente passa na ida e na volta na frente do público e é bem legal”.

    Como estratégia, ele diz que deve sair de forma moderada para sentir o ritmo, antes de acelerar por volta do quilômetro 30. “Certamente a corrida é onde se define a prova. Pode-se ter uma vantagem enorme na bike, mas se não correr bem pode prejudicar o resultado”.