doping

Medalhista de prata na Maratona do Rio 2016, Eunice Kirwa, é provisoriamente suspensa por doping

Doping · 22 maio, 2019

Nesta terça-feira (21), a Athletics Integrity Unit (AIU) anunciou que Eunice Kirwa, medalhista de prata na maratona da Olimpíada do Rio em 2016, foi provisoriamente suspensa de competições por testar positivo para EPO. Kirwa nasceu no Quênia, mas há alguns […]


Medalhista de prata na Maratona do Rio 2016, Eunice Kirwa, é provisoriamente suspensa por doping

Doping · 22 maio, 2019

Nesta terça-feira (21), a Athletics Integrity Unit (AIU) anunciou que Eunice Kirwa, medalhista de prata na maratona da Olimpíada do Rio em 2016, foi provisoriamente suspensa de competições por testar positivo para EPO. Kirwa nasceu no Quênia, mas há alguns […]

Maratona de Londres: recordista mundial da Meia Maratona é suspenso preventivamente por violação do passaporte biológico

Maratona · 26 abr, 2019

The AIU confirms a Provisional Suspension against Kenyan long-distance runner Abraham Kiptum for an Athlete Biological Passport (ABP) violation under the @iaaforg Anti-Doping Rules. Find out more ➡ https://t.co/opInfkVlnV#CleanSport pic.twitter.com/cYfRgWoFkW — Athletics Integrity Unit (@aiu_athletics) April 26, 2019 De acordo […]


Maratona de Londres: recordista mundial da Meia Maratona é suspenso preventivamente por violação do passaporte biológico

Maratona · 26 abr, 2019

The AIU confirms a Provisional Suspension against Kenyan long-distance runner Abraham Kiptum for an Athlete Biological Passport (ABP) violation under the @iaaforg Anti-Doping Rules. Find out more ➡ https://t.co/opInfkVlnV#CleanSport pic.twitter.com/cYfRgWoFkW — Athletics Integrity Unit (@aiu_athletics) April 26, 2019 De acordo […]

Queniano Kipyegan Bett, medalhista de bronze nos 800m, é provisoriamente suspenso por se recusar a fazer um teste antidoping

Atletismo · 17 ago, 2018

Bett, que conquistou o bronze nos 800 metros no Campeonato Mundial do ano passado em Londres, foi cobrado pela Unidade de Integridade do Atletismo (Athletics Integrity Unit) nesta quinta-feira (17). O corredor de 20 anos, que também conquistou o título […]


Queniano Kipyegan Bett, medalhista de bronze nos 800m, é provisoriamente suspenso por se recusar a fazer um teste antidoping

Atletismo · 17 ago, 2018

Bett, que conquistou o bronze nos 800 metros no Campeonato Mundial do ano passado em Londres, foi cobrado pela Unidade de Integridade do Atletismo (Athletics Integrity Unit) nesta quinta-feira (17). O corredor de 20 anos, que também conquistou o título […]

Campeão olímpico e mundial dos 1.500 é ‘pego no doping’

Doping · 02 maio, 2018

Asbel Kiprop, o queniano campeão olímpico e tricampeão mundial dos 1.500 teve como resultado positivo um teste de EPO. A IAAF ainda não publicou uma nota de confirmação, porém seu agente, Frederico Rosa, ‘ouvira o mesmo rumor e estava em […]


Campeão olímpico e mundial dos 1.500 é ‘pego no doping’

Doping · 02 maio, 2018

Asbel Kiprop, o queniano campeão olímpico e tricampeão mundial dos 1.500 teve como resultado positivo um teste de EPO. A IAAF ainda não publicou uma nota de confirmação, porém seu agente, Frederico Rosa, ‘ouvira o mesmo rumor e estava em […]

Nome de Gatlin é envolvido em caso de doping mais uma vez

Atletismo · 19 dez, 2017

Infelizmente o assunto doping não para de aparecer nos noticiários tanto nacionais quanto internacionais e agora foi Justin Gatlin o atleta envolvido, mais uma vez. O jornal britânico The Telegraph divulgou ontem (18) reportagem em que divulga imagens mostrando Dennis […]


Nome de Gatlin é envolvido em caso de doping mais uma vez

Atletismo · 19 dez, 2017

Infelizmente o assunto doping não para de aparecer nos noticiários tanto nacionais quanto internacionais e agora foi Justin Gatlin o atleta envolvido, mais uma vez. O jornal britânico The Telegraph divulgou ontem (18) reportagem em que divulga imagens mostrando Dennis […]

Campeã olímpica da maratona é suspensa em teste antidoping surpresa

Mulheres · 08 nov, 2017

Mais um caso de doping foi divulgado nesta terça (7), a campeã da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio foi flagrada com EPO, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. O teste foi feito fora do período de competições, em fevereiro, […]


Campeã olímpica da maratona é suspensa em teste antidoping surpresa

Mulheres · 08 nov, 2017

Mais um caso de doping foi divulgado nesta terça (7), a campeã da maratona nos Jogos Olímpicos do Rio foi flagrada com EPO, substância proibida pela Agência Mundial Antidoping. O teste foi feito fora do período de competições, em fevereiro, […]

Simone Alves da Silva, recordista sul-americana dos 5 mil metros, é pega no doping pela 3ª vez

Atletismo · 19 out, 2017

Na última segunda-feira (16) a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) publicou em seu site, sem muito alarde, uma atualização da lista de atletas pegos no exame antidoping neste ano. Ao todo são 47 nomes de várias modalidades, entre […]


Simone Alves da Silva, recordista sul-americana dos 5 mil metros, é pega no doping pela 3ª vez

Atletismo · 19 out, 2017

Na última segunda-feira (16) a Autoridade Brasileira de Controle de Dopagem (ABCD) publicou em seu site, sem muito alarde, uma atualização da lista de atletas pegos no exame antidoping neste ano. Ao todo são 47 nomes de várias modalidades, entre […]

CBAt confirma doping de Simone Alves da Silva, que é desligada do BM&F

Atletismo · 14 out, 2011

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou que a fundista Simone Alves da Silva teve resultado positivo para a substância eritropoietina recombinante (EPO) na amostra de urina tomada após o Troféu Brasil de Atletismo, em agosto. Na ocasião, Simone foi vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu, disputado em São Paulo.

Em reação ao resultado do exame, o Clube de Atletismo BM&F Bovespa publicou nota nesta sexta-feira (14/10) informando o desligamento da atleta. Segundo o comunicado, o Clube “informa que segue rigorosamente a determinação do Código Mundial Antidoping e não concorda com qualquer transgressão à regra. Diante disso, tão logo os dirigentes do Clube foram notificados oficialmente dos fatos, decidiram desligar Simone Alves da Silva de seu quadro de atletas, conforme previsto no contrato firmado entre as partes”.

O EPO é um hormônio que aumenta o número de glóbulos vermelhos no sangue, acelerando a oxigenação dos músculos. O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun, explica que esse processo é uma maneira de aumentar a resistência e retardar o cansaço.

“Assim como o treinamento em altitude aumenta a hemoglobina, o EPO tem efeito semelhante, mas potencializado”, esclarece. Segundo Nelson, a utilização da substância proibida por Simone dificilmente foi acidental, uma vez que a forma de aplicação da EPO é por injeção.

O treinador revela que houve surpresa com o desempenho da fundista no Troféu Brasil de Atletismo. “Ela chegou a abrir uma volta na segunda colocada, estava em um ritmo assustador”, comenta, referindo-se à prova dos 10.000 metros que Simone correu em 31min16s.

Para Nelson, a fundista “cometeu um erro muito grande. Estava na melhor equipe do País e pisou na bola”. Em alusão ao comércio de substâncias ilícitas, ele afirma que “seria uma boa oportunidade para investigarem e descobrir quem está vendendo”.

Com o resultado do exame, a corredora está impedida também de participar dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México) que tem início nesta sexta-feira. A nota do Clube de Atletismo BM&F Bovespa aproveita para informar que o Clube desenvolve programa de exames antidoping que serão realizados em seus atletas em períodos fora das competições. Além disso, os atletas serão incentivados por meio de bonificações a participarem dos testes.


CBAt confirma doping de Simone Alves da Silva, que é desligada do BM&F

Atletismo · 14 out, 2011

A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) confirmou que a fundista Simone Alves da Silva teve resultado positivo para a substância eritropoietina recombinante (EPO) na amostra de urina tomada após o Troféu Brasil de Atletismo, em agosto. Na ocasião, Simone foi vencedora e recordista das provas de 5.000 e 10.000 metros no Troféu, disputado em São Paulo.

Em reação ao resultado do exame, o Clube de Atletismo BM&F Bovespa publicou nota nesta sexta-feira (14/10) informando o desligamento da atleta. Segundo o comunicado, o Clube “informa que segue rigorosamente a determinação do Código Mundial Antidoping e não concorda com qualquer transgressão à regra. Diante disso, tão logo os dirigentes do Clube foram notificados oficialmente dos fatos, decidiram desligar Simone Alves da Silva de seu quadro de atletas, conforme previsto no contrato firmado entre as partes”.

O EPO é um hormônio que aumenta o número de glóbulos vermelhos no sangue, acelerando a oxigenação dos músculos. O treinador Nelson Evêncio, colunista do Webrun, explica que esse processo é uma maneira de aumentar a resistência e retardar o cansaço.

“Assim como o treinamento em altitude aumenta a hemoglobina, o EPO tem efeito semelhante, mas potencializado”, esclarece. Segundo Nelson, a utilização da substância proibida por Simone dificilmente foi acidental, uma vez que a forma de aplicação da EPO é por injeção.

O treinador revela que houve surpresa com o desempenho da fundista no Troféu Brasil de Atletismo. “Ela chegou a abrir uma volta na segunda colocada, estava em um ritmo assustador”, comenta, referindo-se à prova dos 10.000 metros que Simone correu em 31min16s.

Para Nelson, a fundista “cometeu um erro muito grande. Estava na melhor equipe do País e pisou na bola”. Em alusão ao comércio de substâncias ilícitas, ele afirma que “seria uma boa oportunidade para investigarem e descobrir quem está vendendo”.

Com o resultado do exame, a corredora está impedida também de participar dos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara (México) que tem início nesta sexta-feira. A nota do Clube de Atletismo BM&F Bovespa aproveita para informar que o Clube desenvolve programa de exames antidoping que serão realizados em seus atletas em períodos fora das competições. Além disso, os atletas serão incentivados por meio de bonificações a participarem dos testes.

Esporte e doping …Isso está chato

Atletismo · 12 jul, 2011

Estamos às vésperas dos Jogos Pan Americanos, dos Jogos Militares Mundiais e em plena Copa América de futebol, como também o Mundial feminino de futebol, todos em 2011 e da esperada Copa do Mundo de futebol e dos Jogos Olímpicos! Nos últimos dois anos mais de 37 atletas de elite brasileiros foram pegos no exame antidoping, fora de competições. Doping no esporte é usar de meios ilícitos físicos ou farmacológicos para melhorar o desempenho, ou então causar no adversário e queda da performance.

Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas, que não devem ingerir deglutir ou usar nada, sequer pomadas, suplementos “inocentes” etc., sem antes perguntar ao médico especialista responsável pela equipe. Caso usem fármacos para tratamentos médicos, devem manter uma ficha médica atualizada e informada nas competições, não sendo considerado doping.

O pior: alguns profissionais da saúde não médicos foram os agentes que induziram os atletas ao uso de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular) e eritropoetina, diuréticos (furosemide), que por alterar a densidade urinária tornando-a mais diluída, dificultam a detecção quantitativa das substâncias proibidas.

O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo, pois curiosos, terapeutas ortomoleculares e alguns comerciantes de medicamentos atuam livremente pela internet, algo inaceitável

Atletas e esportistas preferem perguntar ao amigo se aquele suplemento faz mal ou não. As pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação quanto aos riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto. É duro ver destruição de carreiras, intoxicações por estimulantes desconhecidos, raízes de plantas, com graves efeitos colaterais como o tribullus, a Ma Huang e outras. Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA detectou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente entre nós, usam número falsos do Ministério da Saúde e estão “contaminados” (misturados) com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.

Afinal esperamos que os atletas cuidem rigorosamente de suas carreiras, não aceitem amostras grátis, nem acreditem em terapeutas não médicos e os culpados sejam excluídos do esporte, afinal a população precisa de ídolos limpos, que estão fazendo falta entre nós.


Esporte e doping …Isso está chato

Atletismo · 12 jul, 2011

Estamos às vésperas dos Jogos Pan Americanos, dos Jogos Militares Mundiais e em plena Copa América de futebol, como também o Mundial feminino de futebol, todos em 2011 e da esperada Copa do Mundo de futebol e dos Jogos Olímpicos! Nos últimos dois anos mais de 37 atletas de elite brasileiros foram pegos no exame antidoping, fora de competições. Doping no esporte é usar de meios ilícitos físicos ou farmacológicos para melhorar o desempenho, ou então causar no adversário e queda da performance.

Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas, que não devem ingerir deglutir ou usar nada, sequer pomadas, suplementos “inocentes” etc., sem antes perguntar ao médico especialista responsável pela equipe. Caso usem fármacos para tratamentos médicos, devem manter uma ficha médica atualizada e informada nas competições, não sendo considerado doping.

O pior: alguns profissionais da saúde não médicos foram os agentes que induziram os atletas ao uso de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular) e eritropoetina, diuréticos (furosemide), que por alterar a densidade urinária tornando-a mais diluída, dificultam a detecção quantitativa das substâncias proibidas.

O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016. Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo, pois curiosos, terapeutas ortomoleculares e alguns comerciantes de medicamentos atuam livremente pela internet, algo inaceitável

Atletas e esportistas preferem perguntar ao amigo se aquele suplemento faz mal ou não. As pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação quanto aos riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto. É duro ver destruição de carreiras, intoxicações por estimulantes desconhecidos, raízes de plantas, com graves efeitos colaterais como o tribullus, a Ma Huang e outras. Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA detectou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente entre nós, usam número falsos do Ministério da Saúde e estão “contaminados” (misturados) com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.

Afinal esperamos que os atletas cuidem rigorosamente de suas carreiras, não aceitem amostras grátis, nem acreditem em terapeutas não médicos e os culpados sejam excluídos do esporte, afinal a população precisa de ídolos limpos, que estão fazendo falta entre nós.

Doping, um ato não médico

Atletismo · 18 dez, 2009

Este ano tem sido para nós brasileiros contraditório, já que ao lado da escolha para sede dos Jogos Militares Mundiais em 2011, sede da Copa do Mundo de futebol em 2014 e da inédita escolha para os Jogos Olímpicos de 2016, descobrimos que dezenas... sim dezenas de nossos melhores atletas (26 até agora) tiveram confirmado o uso de substâncias químicas proibidas no esporte, isto é, doping positivo. Para completar, recentemente tivemos confirmada a condenação por doping da nadadora Rebecca, pega nos Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro em 2007 e excluída das competições oficiais e infelizmente do envolvimento confesso da ginasta e campeã Daiane dos Santos.

O que podemos extrair dessa marola inicial que virou uma onda gigante, antes nunca vista entre nós?

1- Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas que não devem usar sequer pomadas ou cremes, sem antes perguntar ao seu médico do esporte, o especialista responsável pela equipe.

2- O pior: alguns profissionais da saúde NÃO MÉDICOS, que confessaram (ou estão sob suspeita), foram os agentes que induziram os atletas ao consumo de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular), diuréticos (furosemide), que alteram a densidade urinária mascarando a detecção de muitas substâncias proibidas na urina e estimulantes, que não seriam detectados pela baixa quantidade a ser ingerida.

3- O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016.

4- Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo que curiosos, ditos terapeutas e outros, como comerciantes de medicamentos e drogas que atuam livremente pela internet, sejam denunciados e punidos.

5- Os esportistas e outros não atletas que curtem atividades físicas acham mais fácil perguntar ao amigo do esporte sem formação médica, se aquele suplemento faz mal ou não, trazendo um perigo agora tornado visível. Pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação com os constatados riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto, porque dizem usar poucas doses. É triste ver atletas destruindo suas carreiras, jovens morrendo e outros se intoxicando pela utilização de substâncias químicas e raízes de plantas, agora decifradas pelos graves efeitos colaterais para a saúde imediata e futura (exemplo: o tribullus, a Ma Huang e outras).

Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA demonstrou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente e entre nós, alguns com número fajuto do Ministério da Saúde, estão “contaminados” com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.


Doping, um ato não médico

Atletismo · 18 dez, 2009

Este ano tem sido para nós brasileiros contraditório, já que ao lado da escolha para sede dos Jogos Militares Mundiais em 2011, sede da Copa do Mundo de futebol em 2014 e da inédita escolha para os Jogos Olímpicos de 2016, descobrimos que dezenas... sim dezenas de nossos melhores atletas (26 até agora) tiveram confirmado o uso de substâncias químicas proibidas no esporte, isto é, doping positivo. Para completar, recentemente tivemos confirmada a condenação por doping da nadadora Rebecca, pega nos Jogos Pan Americanos do Rio de Janeiro em 2007 e excluída das competições oficiais e infelizmente do envolvimento confesso da ginasta e campeã Daiane dos Santos.

O que podemos extrair dessa marola inicial que virou uma onda gigante, antes nunca vista entre nós?

1- Os exames antidoping não têm dia nem hora para serem realizados nos principais atletas. Todos são exaustivamente informados com palestras e cartilhas que não devem usar sequer pomadas ou cremes, sem antes perguntar ao seu médico do esporte, o especialista responsável pela equipe.

2- O pior: alguns profissionais da saúde NÃO MÉDICOS, que confessaram (ou estão sob suspeita), foram os agentes que induziram os atletas ao consumo de substâncias proibidas, como os anabolizantes (melhoram e aumentam a força muscular), diuréticos (furosemide), que alteram a densidade urinária mascarando a detecção de muitas substâncias proibidas na urina e estimulantes, que não seriam detectados pela baixa quantidade a ser ingerida.

3- O mundo mudou... O Comitê Olímpico Brasileiro, seguindo recomendações da Agencia Mundial Anti Doping (WADA) formou um grupo de médicos especialistas com todas as condições a partir de agora para controlar o doping entre os atletas brasileiros, visando os Jogos Olímpicos de 2016.

4- Quanto mais exames forem feitos, mais detecções teremos. Já não era sem tempo que curiosos, ditos terapeutas e outros, como comerciantes de medicamentos e drogas que atuam livremente pela internet, sejam denunciados e punidos.

5- Os esportistas e outros não atletas que curtem atividades físicas acham mais fácil perguntar ao amigo do esporte sem formação médica, se aquele suplemento faz mal ou não, trazendo um perigo agora tornado visível. Pessoas estão utilizando suplementos, hormônios de crescimento, eritropoetina e energéticos, sem nenhuma preocupação com os constatados riscos de desenvolver câncer, hipertensão arterial, aterosclerose e infarto, porque dizem usar poucas doses. É triste ver atletas destruindo suas carreiras, jovens morrendo e outros se intoxicando pela utilização de substâncias químicas e raízes de plantas, agora decifradas pelos graves efeitos colaterais para a saúde imediata e futura (exemplo: o tribullus, a Ma Huang e outras).

Cuidado, muito cuidado... pesquisa oficial da WADA demonstrou que 27,5 % dos suplementos famosos vendidos livremente e entre nós, alguns com número fajuto do Ministério da Saúde, estão “contaminados” com anabolizantes, sibutramina e outras drogas, nenhuma delas constando dos rótulos.